Dormi como não dormia há meses. Com total tranquilidade. Alguns minutos antes das seis e meia (tinha colocado meu próprio despertador para as seis e vinte) senti a porta do meu quarto se abrir. Querendo ver como ela se viraria para me acordar, fingi que ainda estava dormindo. Senti os lençóis da minha cama sendo puxados do outro lado e o colchão cedendo sob o peso da minha nova escrava. Ela começou a acariciar meu peito com doçura enquanto sussurrava no meu ouvido, com sua vozinha, que já eram seis e meia. A princípio pensei em continuar fingindo, mas a vontade de ver minha escrava foi mais forte. Abri os olhos e olhei para ela, presenteando-a com o primeiro sorriso do dia.
—Bom dia, escrava.
Como resposta, ela me beijou, forçando passagem com a língua dentro da minha boca. Depois de alguns segundos, nos separamos. Ela se sentou na cama.
—Vou preparar seu café da manhã — disse, se espreguiçando — Café e torradas estão bons, Senhor?
Assenti com a cabeça e ela fez menção de se levantar, mas eu a impedi, segurando seu braço e deitando-a na cama. Rapidamente me coloquei em cima de Irene e devorei sua boca. A jovem abriu as pernas para que eu me acomodasse entre elas. Com uma mão, puxei minha cueca para baixo o suficiente para que meu pau ereto saísse para dar oi. Em seguida, afastei seu thong e a penetrei em sua boceta surpreendentemente molhada. Irene arqueou as costas e eu peguei suas mãos com as minhas, colocando-as acima da sua cabeça. As estocadas eram bem rápidas e potentes, já que tempo era algo que eu não tinha. Irene parecia estar gostando de verdade, alternando entre beijos e mordidas no meu pescoço. Finalmente, gozei dentro dela. Sabia perfeitamente que ela não tinha chegado ao orgasmo, mas ela não pareceu se importar, pois me beijou de novo e, agora sim, se levantou para se lavar e preparar o café da manhã.
Levei uns quinze minutos para descer, já banhado e arrumado, até a mesa do café da manhã. Havia dois pratos com torradas e duas xícaras de café. Irene me esperava em pé em frente à mesa.
—Tem uma cara boa. — Falei ao me aproximar. Ela me presenteou com um sorriso — Vamos tomar café da manhã. As torradas estavam mais gostosas que o normal. Imaginei que fosse porque tinham sido preparadas por uma escrava devota. Olhei para ela enquanto comia com vontade. — Ontem você não trouxe suas coisas? — Perguntei, lembrando que ela não tinha trazido uma mala nem nada do tipo. Ela balançou a cabeça negativamente — Vão trazer logo? Ela olhou para o prato. — Não tenho nada além do que estou vestindo — Disse um pouco envergonhada — O resto ficou com o Senhor Manuel como garantia. — Então você vai ter que ir comprar. Eu te acompanharia, mas na empresa estamos num momento delicado. Vou te deixar dinheiro. Quinhentos euros serão suficientes? Você tem que comprar também coisas de higiene pessoal, né? A garota abriu os olhos surpresa. — Quin... quinhentos? — Ela começou a balançar a cabeça veementemente — Não. Não é necessário. Com um par de jeans, outro par de camisas e algumas coisas de higiene, já tenho o bastante. Não precisa gastar tanto dinheiro com uma escrava. — Eu gasto o que quero quando quero. Afinal, é meu dinheiro. Ela baixou a cabeça com um certo tom de medo. — Sim. Desculpe. Quinhentos serão suficientes, Senhor — Ela me olhou hesitante. — Quer alguma coisa? — Tenho que comprar a... você sabe... a...? — Disse ela ficando vermelha de novo. — A? — Perguntei interessado — Precisa de algo importante? — Pílula — Disse finalmente — Quando for se deitar comigo, vai fazer no natural ou vai usar proteção? — Depende do dia, mas normalmente vou querer te foder no pelo. Então sim, compre a pílula. Depois de comer, me levantei e me aproximei do pequeno móvel que tenho na entrada de casa. Peguei as chaves reserva e as entreguei a ela. — Pode levar todo o tempo que precisar para ir às compras. Só certifique-se de trancar bem e não ficar sem dinheiro para voltar. Ela concordou com a cabeça. Escovei os dentes e fui trabalhar depois de receber um beijo apaixonado da minha escrava. A manhã na empresa foi muito difícil. Meu grupo de trabalho, formado por cinco pessoas, estava responsável pela parte informática do projeto. Quase todo o software do novo celular que a empresa lançaria no mercado seria feito pelo meu grupo. O que, considerando que três eram completos inúteis em programação em geral, significava que meu trabalho quase dobrou por ter que consertar o que eles faziam. Por sorte, tive um pequeno respiro meia hora antes do horário do almoço. Aproveitei (junto com o descanso do almoço) para ler tudo que pude na internet sobre relações amo-escrava. Li um grande número de relatos de amos perversos que provocam uma dor física brutal em suas escravas pelo simples fato de fazê-las sentir dor, enquanto outros mais benevolentes só usavam o castigo físico para corrigir comportamentos. Por outro lado, outro grupo de amos preferia "domar" suas escravas através do sexo. Levá-las ao limite físico e mental de caráter sexual para deixá-las insatisfeitas uma e outra vez, até conseguir que elas se rendam e se entreguem completamente a eles. Apesar de que o último grupo era divertido de ler e me deu várias ideias, não tinha necessidade de fazer isso com Irene. Desde o primeiro momento ela havia demonstrado sua submissão. Mas a parte de causar um pouco de dor nela me atrai muito. Açoitá-la, amarrá-la, forçá-la... Quero fazer, mas preciso ter uma razão. Também não quero parecer um amo impiedoso. Com isso em mente passei o resto da tarde e o caminho para casa. Estava entrando pela porta quando ouvi os passos acelerados de Irene indo a toda pressa para a entrada. Quando a vi, ela não vestia os jeans e a blusa vermelha de ontem, nem só sua roupa íntima como esta manhã. Estava usando um camisola azul sexy que lhe chegava até os joelhos. Quase parecia uma lingerie. Praticamente se jogou em meus braços para me beijar. — Vejo que você foi às compras — disse, apontando com a mão para sua camisola. — Sim, Senhor — disse ela sorrindo — Tenho o resto no meu quarto. Quer ver? Acertei com a cabeça e a segui até seu quarto. Era igual ao meu: uma cama de casal, um guarda-roupa, uma cômoda, janela e uma varandinha. No entanto, estava completamente sem decoração. Nem uma foto, nada. Quando ela abriu o guarda-roupa, vi que estava cheio de roupas. Irene pegou alguns conjuntos aparentemente ao acaso. —Esses são os que eu mais gosto. Este... —Levantei a mão para fazê-la calar. —Pose com eles. Ela concordou com a cabeça. Pegou as roupas e seguiu para o banheiro. Durante quinze minutos, ela fez um desfile particular para mim. Com cada novo conjunto, o mesmo processo se repetia: ela aparecia nervosa, com medo de que eu não gostasse do que tinha escolhido, dava uma volta sobre si mesma, me beijava e ia pegar o próximo. Depois dos quinze minutos, ela voltou ao quarto. —Você comprou roupa íntima? —Ela assentiu— Mostre pra mim. Ela foi até a última gaveta da cômoda e tirou vários sutiãs e calcinhas bem comuns. —Não comprou nada mais provocante? —Ela corou— Não entendo como você ainda fica corada com essas coisas depois do que fizemos ontem e hoje. —Não consigo evitar, eu sou assim, Senhor —Depois de dizer isso, ela vasculhou o fundo da gaveta e tirou algo mais interessante: várias peças ousadas, calcinhas e sutiãs de renda. —Que material bom. Você tem bom gosto. Com quem vai usá-los? —Ela me olhou estranho, e como não respondeu, tive que insistir— Eu fiz uma pergunta: com quem você vai usá-los? —Com o senhor, Senhor —Disse ela, ficando um pouquinho mais vermelha— Só com o senhor. Eu estava pensando em me divertir um pouco. —E por que você usaria algo assim comigo? Ela subiu mais um nível de vermelhidão. —Para excitá-lo, Senhor. Fingi surpresa. —E por que você iria querer me excitar? Ela chegou a um nível extremo de vermelhidão. —Para transar com o senhor. Eu soltei uma gargalhada e me levantei. —Por que você não me mostra o quanto quer transar comigo —Disse, apontando para o meu pacote com uma mão. Irene me deu um beijinho nos lábios antes de se ajoelhar. Ela abaixou minhas calças e começou a me masturbar, olhando nos meus olhos. Ela fazia isso apertando na medida certa com a mão enquanto passava a língua pelos lábios. "Como é possível ser tão excitante assim?" — pensei ao vê-la naquela posição e fazendo aqueles gestos. — Aproveite — disse Irene antes de engolir metade do meu pau e começar a me chupar com vontade. Ela alternava entre chupadas propriamente ditas e lambidas por todo o pênis. Vi uma de suas mãos desaparecer entre as coxas. Ela estava se masturbando enquanto chupava meu pau e, a julgar pela frenética movimentação do braço, estava fazendo isso com fúria. Não demorou muito para eu começar a sentir o orgasmo chegando. Sem avisar, agarrei sua cabeça e a forcei a engolir meu pau completamente enquanto disparava minha porra na garganta dela. Quando finalmente terminei, a soltei e ela começou a tossir, cuspindo parte do meu sêmen. Decidi aproveitar o que havia acontecido para fazer uma das coisas que estava louco para fazer desde que cheguei em casa: dar uns tapas nela. Quando ela parou de tossir, pediu permissão para ir ao banheiro se limpar, o que permiti. Ela levou uns dez minutos para voltar e, a julgar pela expressão de felicidade no rosto, tinha acabado de se masturbar no banheiro. Lancei a ela um olhar duro, o mais frio que pude. Ela percebeu na hora e parou de repente, perdendo a cor do rosto. — Aconteceu algo, Senhor? — disse ela pálida — Fiz algo que o incomodou? — Duas coisas, escrava. — O que foi que fiz de errado, Senhor? — disse ela preocupada, olhando para o chão — Se me disser, terei cuidado para não repetir o erro. Me aproximei dela e a forcei a me olhar, levantando seu queixo. — Quando estou te repreendendo, quero que olhe na minha cara. Entendido? — Ela assentiu, engolindo em seco. — Em primeiro lugar, quem te deu permissão para cuspir minha porra da sua boca? — Desculpe, Senhor. Não estava esperando e não consegui reagir. — Tô pouco me fodendo para suas desculpas, escrava — Ela baixou a cabeça num ato reflexo. Momento que aproveitei para dar um tapa sonoro em seu rosto — Já disse para me olhar quando estou te repreendendo. Ela me olhou completamente aterrorizada e com lágrimas nos olhos. O lábio começou a sangrar. Naquele momento eu soube que tinha perdido o controle. Aproximei-me dela, que tentou recuar. —Me desculpe —falei com a voz mais sincera e arrependida que consegui usar— Eu exagerei. Não vai acontecer de novo.
Ela tentou se recompor. —Foi culpa minha. Eu devia ter engolido seu sêmen, Senhor.
—Irene, me escuta, isso não foi culpa sua. Você não merece uma coisa dessas. Eu perdi a cabeça. Vou ter mais cuidado. Mas agora temos algo mais importante pra fazer: cuidar desse seu lábio. Me segue.
Levei ela ao banheiro e cuidei do lábio dela o melhor que pude. Com o passar dos minutos, ela pareceu se acalmar. —Você pode fazer o que quiser até eu te chamar pra jantar. Quer algo especial?
—Não precisa, Senhor —ela disse com toda a convicção que pôde— Eu posso fazer. Gosto de cozinhar.
—Irene. Vou fazer eu e pronto. O que você quer?
—Qualquer coisa tá bom.
—Tem certeza? —Ela assentiu— Tá bom. Fica atenta pra quando eu te chamar.
—Sim, Senhor —e ela saiu do banheiro.
Dei uma olhada no projeto antes de começar o jantar, pouco antes das dez. Não consegui me concentrar, porque me senti um merda por ter batido na Irene sem necessidade e causado aquele ferimento no lábio dela. Suspirei. Preparei omelete pro jantar, rápido e fácil. Arrumei a mesa e chamei ela.
Ela desceu na hora e sentou à mesa. —Parece muito bom, Senhor.
—Obrigado —ela começou a comer— Me dá atenção um instante.
Ela teve um leve surto de incerteza ao ver a cara séria que eu fiz. —Eu entenderia se você quisesse rescindir os serviços de escrava depois do tapa e todo o show que eu fiz antes no seu quarto —ela abriu a boca de surpresa— Você tá livre pra fazer isso.
Ela parecia não acreditar no que estava ouvindo. —Tá falando sério? —disse com o talher a meio caminho da boca.
Assenti e ela suspirou— Não se preocupa com o tapa, eu aguentei coisas piores quando me treinavam.
—Coisas piores? —ela assentiu— O que fizeram com você?
—Chicotadas, cintadas, socos, prendedores no corpo e coisas assim. Eu estava horrorizado. —Por que faziam isso com você? Por que você deixava? —Eu sofria porque não fazia as coisas no nível de perfeição ou da forma que o Senhor Manuel esperava. E eu aguentava por causa da minha mãe. No contrato que assinei com o Senhor Manuel, me comprometi com várias coisas para que ele cuidasse da minha mãe. Uma dessas coisas eram os castigos físicos. Por isso te digo que um tapa não tem importância, Senhor. —Caralho, eu não tinha ideia. —Não se preocupe. E, sobre rescindir o contrato, não, obrigada. Eu sou sua escrava, agora e sempre. —Mas se houver algo que eu possa fazer para compensar você, não hesite em me dizer. Ela assentiu pensativa antes de concordar com um sorriso enigmático. Continuamos jantando e fomos para o sofá. Ela se aconchegou ao meu lado enquanto assistíamos televisão. Depois de um tempo, ela sussurrou no meu ouvido. —Já sei o que quero que você faça para me compensar —Disse enquanto colocava uma mão em cima do meu pau— Quero que você me faça gozar um monte de vezes. Ao ouvi-la, me joguei sobre ela, deitando-a no sofá enquanto a devorava de beijos. Rapidamente nos despimos. Depois de contemplar seu corpo lindo, comecei a descer lentamente com minha boca pelo pescoço, seus seios, seu umbigo até chegar ao seu tesouro. Quando sentiu minha língua brincando em sua boceta, Irene colocou as mãos na minha cabeça, me pressionando contra ela. Consegui fazê-la gozar algumas vezes antes de me colocar em cima dela e penetrá-la. Ela abafou um pequeno gemido enquanto meu pau entrava e saía de sua boceta encharcada, alternando penetrações longas, profundas e lentas com outras rápidas e curtas. Ela gozou de novo justo quando eu estava chegando ao meu limite. Usando todo meu autocontrole, consegui impedir a ejaculação ficando parado enquanto ela recuperava o fôlego. Depois de alguns minutos de descanso, aproveitei para colocá-la de quatro no sofá e continuar comendo ela apoiado em suas costas, enquanto minha mão livre se acomodava em seu clitóris para estimulá-lo. O que a levou a um longo e Orgasmo demolidor. Ela caiu sem forças no sofá. Mas como eu ainda não estava disposto a deixá-la descansar, peguei-a nos braços e a levei para minha cama. Deitei em cima dela na cama e, na posição do missionário, continuei comendo ela devagar. Depois de alguns minutos, ela recuperou as forças e me prendeu com as pernas, se agarrou em mim com os braços, desafiando com os quadris para aumentar o ritmo. Comecei uma última e desenfreada foda, acompanhada pelos nossos gritos, ofegos e gemidos. Até que ambos gozamos abundantemente ao mesmo tempo. Caí sem forças sobre uma Irene exausta que, imóvel, adormeceu debaixo de mim. E eu, um minuto depois, também apaguei. Algumas horas depois, quando o relógio ainda não marcava nem três da manhã, um prazer indescritível vindo da minha parte de baixo me acordou. De alguma forma, eu estava de costas e Irene estava chupando meu pau com uma urgência real. Quando viu que eu estava acordado, sorriu para mim e rastejou pelo meu corpo até se posicionar em cima do meu pau e começar a cavalgar com uma paixão animal genuína. Eu acompanhei com investidas potentes e selvagens. Depois de apenas alguns minutos, gozamos abundantemente de novo e, dessa vez sim, ambos demos a noite por encerrada. De acordo com os pontos, continuarei postando a série.
—Bom dia, escrava.
Como resposta, ela me beijou, forçando passagem com a língua dentro da minha boca. Depois de alguns segundos, nos separamos. Ela se sentou na cama.
—Vou preparar seu café da manhã — disse, se espreguiçando — Café e torradas estão bons, Senhor?
Assenti com a cabeça e ela fez menção de se levantar, mas eu a impedi, segurando seu braço e deitando-a na cama. Rapidamente me coloquei em cima de Irene e devorei sua boca. A jovem abriu as pernas para que eu me acomodasse entre elas. Com uma mão, puxei minha cueca para baixo o suficiente para que meu pau ereto saísse para dar oi. Em seguida, afastei seu thong e a penetrei em sua boceta surpreendentemente molhada. Irene arqueou as costas e eu peguei suas mãos com as minhas, colocando-as acima da sua cabeça. As estocadas eram bem rápidas e potentes, já que tempo era algo que eu não tinha. Irene parecia estar gostando de verdade, alternando entre beijos e mordidas no meu pescoço. Finalmente, gozei dentro dela. Sabia perfeitamente que ela não tinha chegado ao orgasmo, mas ela não pareceu se importar, pois me beijou de novo e, agora sim, se levantou para se lavar e preparar o café da manhã.
Levei uns quinze minutos para descer, já banhado e arrumado, até a mesa do café da manhã. Havia dois pratos com torradas e duas xícaras de café. Irene me esperava em pé em frente à mesa.
—Tem uma cara boa. — Falei ao me aproximar. Ela me presenteou com um sorriso — Vamos tomar café da manhã. As torradas estavam mais gostosas que o normal. Imaginei que fosse porque tinham sido preparadas por uma escrava devota. Olhei para ela enquanto comia com vontade. — Ontem você não trouxe suas coisas? — Perguntei, lembrando que ela não tinha trazido uma mala nem nada do tipo. Ela balançou a cabeça negativamente — Vão trazer logo? Ela olhou para o prato. — Não tenho nada além do que estou vestindo — Disse um pouco envergonhada — O resto ficou com o Senhor Manuel como garantia. — Então você vai ter que ir comprar. Eu te acompanharia, mas na empresa estamos num momento delicado. Vou te deixar dinheiro. Quinhentos euros serão suficientes? Você tem que comprar também coisas de higiene pessoal, né? A garota abriu os olhos surpresa. — Quin... quinhentos? — Ela começou a balançar a cabeça veementemente — Não. Não é necessário. Com um par de jeans, outro par de camisas e algumas coisas de higiene, já tenho o bastante. Não precisa gastar tanto dinheiro com uma escrava. — Eu gasto o que quero quando quero. Afinal, é meu dinheiro. Ela baixou a cabeça com um certo tom de medo. — Sim. Desculpe. Quinhentos serão suficientes, Senhor — Ela me olhou hesitante. — Quer alguma coisa? — Tenho que comprar a... você sabe... a...? — Disse ela ficando vermelha de novo. — A? — Perguntei interessado — Precisa de algo importante? — Pílula — Disse finalmente — Quando for se deitar comigo, vai fazer no natural ou vai usar proteção? — Depende do dia, mas normalmente vou querer te foder no pelo. Então sim, compre a pílula. Depois de comer, me levantei e me aproximei do pequeno móvel que tenho na entrada de casa. Peguei as chaves reserva e as entreguei a ela. — Pode levar todo o tempo que precisar para ir às compras. Só certifique-se de trancar bem e não ficar sem dinheiro para voltar. Ela concordou com a cabeça. Escovei os dentes e fui trabalhar depois de receber um beijo apaixonado da minha escrava. A manhã na empresa foi muito difícil. Meu grupo de trabalho, formado por cinco pessoas, estava responsável pela parte informática do projeto. Quase todo o software do novo celular que a empresa lançaria no mercado seria feito pelo meu grupo. O que, considerando que três eram completos inúteis em programação em geral, significava que meu trabalho quase dobrou por ter que consertar o que eles faziam. Por sorte, tive um pequeno respiro meia hora antes do horário do almoço. Aproveitei (junto com o descanso do almoço) para ler tudo que pude na internet sobre relações amo-escrava. Li um grande número de relatos de amos perversos que provocam uma dor física brutal em suas escravas pelo simples fato de fazê-las sentir dor, enquanto outros mais benevolentes só usavam o castigo físico para corrigir comportamentos. Por outro lado, outro grupo de amos preferia "domar" suas escravas através do sexo. Levá-las ao limite físico e mental de caráter sexual para deixá-las insatisfeitas uma e outra vez, até conseguir que elas se rendam e se entreguem completamente a eles. Apesar de que o último grupo era divertido de ler e me deu várias ideias, não tinha necessidade de fazer isso com Irene. Desde o primeiro momento ela havia demonstrado sua submissão. Mas a parte de causar um pouco de dor nela me atrai muito. Açoitá-la, amarrá-la, forçá-la... Quero fazer, mas preciso ter uma razão. Também não quero parecer um amo impiedoso. Com isso em mente passei o resto da tarde e o caminho para casa. Estava entrando pela porta quando ouvi os passos acelerados de Irene indo a toda pressa para a entrada. Quando a vi, ela não vestia os jeans e a blusa vermelha de ontem, nem só sua roupa íntima como esta manhã. Estava usando um camisola azul sexy que lhe chegava até os joelhos. Quase parecia uma lingerie. Praticamente se jogou em meus braços para me beijar. — Vejo que você foi às compras — disse, apontando com a mão para sua camisola. — Sim, Senhor — disse ela sorrindo — Tenho o resto no meu quarto. Quer ver? Acertei com a cabeça e a segui até seu quarto. Era igual ao meu: uma cama de casal, um guarda-roupa, uma cômoda, janela e uma varandinha. No entanto, estava completamente sem decoração. Nem uma foto, nada. Quando ela abriu o guarda-roupa, vi que estava cheio de roupas. Irene pegou alguns conjuntos aparentemente ao acaso. —Esses são os que eu mais gosto. Este... —Levantei a mão para fazê-la calar. —Pose com eles. Ela concordou com a cabeça. Pegou as roupas e seguiu para o banheiro. Durante quinze minutos, ela fez um desfile particular para mim. Com cada novo conjunto, o mesmo processo se repetia: ela aparecia nervosa, com medo de que eu não gostasse do que tinha escolhido, dava uma volta sobre si mesma, me beijava e ia pegar o próximo. Depois dos quinze minutos, ela voltou ao quarto. —Você comprou roupa íntima? —Ela assentiu— Mostre pra mim. Ela foi até a última gaveta da cômoda e tirou vários sutiãs e calcinhas bem comuns. —Não comprou nada mais provocante? —Ela corou— Não entendo como você ainda fica corada com essas coisas depois do que fizemos ontem e hoje. —Não consigo evitar, eu sou assim, Senhor —Depois de dizer isso, ela vasculhou o fundo da gaveta e tirou algo mais interessante: várias peças ousadas, calcinhas e sutiãs de renda. —Que material bom. Você tem bom gosto. Com quem vai usá-los? —Ela me olhou estranho, e como não respondeu, tive que insistir— Eu fiz uma pergunta: com quem você vai usá-los? —Com o senhor, Senhor —Disse ela, ficando um pouquinho mais vermelha— Só com o senhor. Eu estava pensando em me divertir um pouco. —E por que você usaria algo assim comigo? Ela subiu mais um nível de vermelhidão. —Para excitá-lo, Senhor. Fingi surpresa. —E por que você iria querer me excitar? Ela chegou a um nível extremo de vermelhidão. —Para transar com o senhor. Eu soltei uma gargalhada e me levantei. —Por que você não me mostra o quanto quer transar comigo —Disse, apontando para o meu pacote com uma mão. Irene me deu um beijinho nos lábios antes de se ajoelhar. Ela abaixou minhas calças e começou a me masturbar, olhando nos meus olhos. Ela fazia isso apertando na medida certa com a mão enquanto passava a língua pelos lábios. "Como é possível ser tão excitante assim?" — pensei ao vê-la naquela posição e fazendo aqueles gestos. — Aproveite — disse Irene antes de engolir metade do meu pau e começar a me chupar com vontade. Ela alternava entre chupadas propriamente ditas e lambidas por todo o pênis. Vi uma de suas mãos desaparecer entre as coxas. Ela estava se masturbando enquanto chupava meu pau e, a julgar pela frenética movimentação do braço, estava fazendo isso com fúria. Não demorou muito para eu começar a sentir o orgasmo chegando. Sem avisar, agarrei sua cabeça e a forcei a engolir meu pau completamente enquanto disparava minha porra na garganta dela. Quando finalmente terminei, a soltei e ela começou a tossir, cuspindo parte do meu sêmen. Decidi aproveitar o que havia acontecido para fazer uma das coisas que estava louco para fazer desde que cheguei em casa: dar uns tapas nela. Quando ela parou de tossir, pediu permissão para ir ao banheiro se limpar, o que permiti. Ela levou uns dez minutos para voltar e, a julgar pela expressão de felicidade no rosto, tinha acabado de se masturbar no banheiro. Lancei a ela um olhar duro, o mais frio que pude. Ela percebeu na hora e parou de repente, perdendo a cor do rosto. — Aconteceu algo, Senhor? — disse ela pálida — Fiz algo que o incomodou? — Duas coisas, escrava. — O que foi que fiz de errado, Senhor? — disse ela preocupada, olhando para o chão — Se me disser, terei cuidado para não repetir o erro. Me aproximei dela e a forcei a me olhar, levantando seu queixo. — Quando estou te repreendendo, quero que olhe na minha cara. Entendido? — Ela assentiu, engolindo em seco. — Em primeiro lugar, quem te deu permissão para cuspir minha porra da sua boca? — Desculpe, Senhor. Não estava esperando e não consegui reagir. — Tô pouco me fodendo para suas desculpas, escrava — Ela baixou a cabeça num ato reflexo. Momento que aproveitei para dar um tapa sonoro em seu rosto — Já disse para me olhar quando estou te repreendendo. Ela me olhou completamente aterrorizada e com lágrimas nos olhos. O lábio começou a sangrar. Naquele momento eu soube que tinha perdido o controle. Aproximei-me dela, que tentou recuar. —Me desculpe —falei com a voz mais sincera e arrependida que consegui usar— Eu exagerei. Não vai acontecer de novo.
Ela tentou se recompor. —Foi culpa minha. Eu devia ter engolido seu sêmen, Senhor.
—Irene, me escuta, isso não foi culpa sua. Você não merece uma coisa dessas. Eu perdi a cabeça. Vou ter mais cuidado. Mas agora temos algo mais importante pra fazer: cuidar desse seu lábio. Me segue.
Levei ela ao banheiro e cuidei do lábio dela o melhor que pude. Com o passar dos minutos, ela pareceu se acalmar. —Você pode fazer o que quiser até eu te chamar pra jantar. Quer algo especial?
—Não precisa, Senhor —ela disse com toda a convicção que pôde— Eu posso fazer. Gosto de cozinhar.
—Irene. Vou fazer eu e pronto. O que você quer?
—Qualquer coisa tá bom.
—Tem certeza? —Ela assentiu— Tá bom. Fica atenta pra quando eu te chamar.
—Sim, Senhor —e ela saiu do banheiro.
Dei uma olhada no projeto antes de começar o jantar, pouco antes das dez. Não consegui me concentrar, porque me senti um merda por ter batido na Irene sem necessidade e causado aquele ferimento no lábio dela. Suspirei. Preparei omelete pro jantar, rápido e fácil. Arrumei a mesa e chamei ela.
Ela desceu na hora e sentou à mesa. —Parece muito bom, Senhor.
—Obrigado —ela começou a comer— Me dá atenção um instante.
Ela teve um leve surto de incerteza ao ver a cara séria que eu fiz. —Eu entenderia se você quisesse rescindir os serviços de escrava depois do tapa e todo o show que eu fiz antes no seu quarto —ela abriu a boca de surpresa— Você tá livre pra fazer isso.
Ela parecia não acreditar no que estava ouvindo. —Tá falando sério? —disse com o talher a meio caminho da boca.
Assenti e ela suspirou— Não se preocupa com o tapa, eu aguentei coisas piores quando me treinavam.
—Coisas piores? —ela assentiu— O que fizeram com você?
—Chicotadas, cintadas, socos, prendedores no corpo e coisas assim. Eu estava horrorizado. —Por que faziam isso com você? Por que você deixava? —Eu sofria porque não fazia as coisas no nível de perfeição ou da forma que o Senhor Manuel esperava. E eu aguentava por causa da minha mãe. No contrato que assinei com o Senhor Manuel, me comprometi com várias coisas para que ele cuidasse da minha mãe. Uma dessas coisas eram os castigos físicos. Por isso te digo que um tapa não tem importância, Senhor. —Caralho, eu não tinha ideia. —Não se preocupe. E, sobre rescindir o contrato, não, obrigada. Eu sou sua escrava, agora e sempre. —Mas se houver algo que eu possa fazer para compensar você, não hesite em me dizer. Ela assentiu pensativa antes de concordar com um sorriso enigmático. Continuamos jantando e fomos para o sofá. Ela se aconchegou ao meu lado enquanto assistíamos televisão. Depois de um tempo, ela sussurrou no meu ouvido. —Já sei o que quero que você faça para me compensar —Disse enquanto colocava uma mão em cima do meu pau— Quero que você me faça gozar um monte de vezes. Ao ouvi-la, me joguei sobre ela, deitando-a no sofá enquanto a devorava de beijos. Rapidamente nos despimos. Depois de contemplar seu corpo lindo, comecei a descer lentamente com minha boca pelo pescoço, seus seios, seu umbigo até chegar ao seu tesouro. Quando sentiu minha língua brincando em sua boceta, Irene colocou as mãos na minha cabeça, me pressionando contra ela. Consegui fazê-la gozar algumas vezes antes de me colocar em cima dela e penetrá-la. Ela abafou um pequeno gemido enquanto meu pau entrava e saía de sua boceta encharcada, alternando penetrações longas, profundas e lentas com outras rápidas e curtas. Ela gozou de novo justo quando eu estava chegando ao meu limite. Usando todo meu autocontrole, consegui impedir a ejaculação ficando parado enquanto ela recuperava o fôlego. Depois de alguns minutos de descanso, aproveitei para colocá-la de quatro no sofá e continuar comendo ela apoiado em suas costas, enquanto minha mão livre se acomodava em seu clitóris para estimulá-lo. O que a levou a um longo e Orgasmo demolidor. Ela caiu sem forças no sofá. Mas como eu ainda não estava disposto a deixá-la descansar, peguei-a nos braços e a levei para minha cama. Deitei em cima dela na cama e, na posição do missionário, continuei comendo ela devagar. Depois de alguns minutos, ela recuperou as forças e me prendeu com as pernas, se agarrou em mim com os braços, desafiando com os quadris para aumentar o ritmo. Comecei uma última e desenfreada foda, acompanhada pelos nossos gritos, ofegos e gemidos. Até que ambos gozamos abundantemente ao mesmo tempo. Caí sem forças sobre uma Irene exausta que, imóvel, adormeceu debaixo de mim. E eu, um minuto depois, também apaguei. Algumas horas depois, quando o relógio ainda não marcava nem três da manhã, um prazer indescritível vindo da minha parte de baixo me acordou. De alguma forma, eu estava de costas e Irene estava chupando meu pau com uma urgência real. Quando viu que eu estava acordado, sorriu para mim e rastejou pelo meu corpo até se posicionar em cima do meu pau e começar a cavalgar com uma paixão animal genuína. Eu acompanhei com investidas potentes e selvagens. Depois de apenas alguns minutos, gozamos abundantemente de novo e, dessa vez sim, ambos demos a noite por encerrada. De acordo com os pontos, continuarei postando a série.
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