Eu senti uma certa atração sexual pela minha mãe desde os 12 ou 13 anos. Já tive relações incestuosas com duas primas e minha irmã (depois conto essas histórias). Mas minha mãe era meu maior desejo. Às vezes, cheirava as calcinhas dela no banheiro ou no quarto dela. Também cheguei a espiar ela tomando banho, via ela pela janela que dá para o terraço. Deitei na cama dela enquanto ela dormia e cheguei a tocar naquele monte de Vênus gostoso dela e naquelas bundas deliciosas. Bati umas infinitas punhetas em homenagem a ela, mas nunca tinha conseguido ir além.
Preciso dizer que, desde meus 7 anos, meu pai trabalhava fora da cidade, então minha mãe só transava quando ele voltava, o que demorava mais de dois meses. Minha mãe é muito conservadora e nunca conversei com ela sobre sexo, nem com meu pai. Eu nasci quando ela tinha só 17 anos, e hoje tenho 25, então ela tem 42. Ela é baixinha, tem cerca de 1,55 m, magra, mas com uma bunda gostosa. Minha mãe sempre usou roupas íntimas pouco sexy, e eu sei disso porque há uns 12 anos fico examinando as calcinhas dela para me masturbar. É tão gostoso pensar nela quando bato uma.
Já li muitas histórias de incesto na internet, sobre como os filhos comem a própria mãe, mas eu não sabia como fazer para comer a minha, e desejava isso há muito tempo. Um dia, uma colega do trabalho veio me oferecer roupas íntimas femininas. Nisso, lembrei da minha mãe e da vontade de comê-la. Então, decidi comprar um par de calcinhas e sutiãs, um baby doll e uma camisola transparente — tudo muito sexy. Certo dia, esperei ela estar sozinha em casa e liguei para confirmar que só ela estava lá. Por sorte, quando cheguei em casa, ela estava saindo do banho. Fui direto ao quarto dela, e ela estava de roupão, passando creme, já vestindo a roupa íntima nada sexy, claro. Ela me perguntou o que eu fazia em casa naquela hora, já que não era normal eu estar lá. Naquela hora, falei pra ela que não tinha tido aula naquele dia. Ela viu a sacola que eu tava carregando e perguntou o que tinha dentro. Falei que era uma roupa pra minha noiva, que em poucos meses eu ia casar. Ela pediu pra ver e eu mostrei, ficou fascinada. Comentei se ela podia me fazer um favor: "Claro, filhinho!" — preciso dizer que sou o filho mais velho dela e, segundo meus irmãos, o preferido. "Olha, mãezinha, não sei como vai ficar na minha noiva e queria ter uma ideia. Você podia provar pra ver mais ou menos, só pra eu ter uma noção." "Mas não são pra mim!" "Não se preocupa, só quero saber se não errei na escolha." Depois de insistir um pouco, ela topou. Pediu pra eu virar de costas pra ela se trocar, mas esqueceu que eu tava de frente pra um espelho. Ela tirou o roupão, depois o sutiã e, por fim, a calcinha. Pra mim, foi espetacular ver de perto e ao vivo o que sempre desejei: as bundinhas gostosas dela. Quando se abaixou pra tirar a calcinha de vez, lá estava a bucetinha deliciosa e a bunda, tudo parecendo uma tentação. Tive que me segurar pra não virar e enfiar meu pau de uma vez. Meu pau tava durasso, dava pra ver atravessando a calça. Ela vestiu uma calcinha preta com o sutiã combinando, se virou e falou: "Aaaah! Olha que safado, me viu pelo espelho, né?" "Sim, mãezinha, desculpa, não consegui evitar." "E aí, como tô?" "Maravilhosa, mãe, ficou perfeito." "Não mente, meu filho." "Sério, mãe." Dava pra ver uma bucetinha incrível, e a calcinha fazia a bundinha dela ficar ainda mais empinada. Os peitos dela não eram muito grandes, mas bem conservados pra idade, e depois de ter cinco filhos, ainda estavam ótimos. "Deixa eu provar o outro", ela disse, "e nem vira, que você é um safado." Ela começou a se despir e, como tava de frente, notei que por um momento ela ficou olhando pro volume enorme na minha calça. Tentou disfarçar e vestiu o outro conjunto com o roupão. Naquela hora, eu já não sabia mais o que fazer. correr ou dizer pra ela que eu queria comer ela. Vamo ver como fica isso em mim e ela se aproximou e colocou as bundinha dela perto do meu pau ao se ver no espelho. Você tá divina, gostosa. Sério? Claro! Peguei ela pela cintura e comecei a percorrer o contorno da calcinha, senti ela tremer e apertei meu pau contra a bunda dela, ela deu um susto e falou: "vamo ver, deixa eu experimentar o baby doll". Ela se afastou de mim, mas senti como roçou no meu pau, meio sem querer. Se despiu de novo e quase não aguentei quando virou de costas e se abaixou pra tirar a calcinha, deu vontade de meter nela ali mesmo. Ao vestir o baby doll, se olhou no espelho e disse: "Acho que gostei, sim!" Isso, gostosa! Qualquer um ia querer te encher de beijos. Dito isso, ela começou a se acariciar de um jeito bem sensual e safado, meu pau escorria. Ela parou e pediu pra eu abaixar o zíper do baby doll. Nessa hora, me aproximei dela e, fingindo que o zíper tinha travado, encostei minha cintura nela e coloquei meu pau de novo entre as bundinhas dela. Com uma mão, fingi que tentava abaixar o zíper e a outra apoiei no ombro dela, pra no instante seguinte descer até o peito e acariciar disfarçadamente. Vi pelo espelho que ela tava curtindo. De repente, ela perguntou: "Não consegue?" E eu me assustei, na hora baixei o zíper. Ela sentou na cama pra tirar o baby doll, ficando bem na frente do meu pau, e eu, instintivamente, peguei ela pela cabeça e vi como ela abriu os olhos e olhou pro volume que eu tava. De repente, ela levantou e tirou o baby doll. "Sabe, gosto de como fica em mim o conjunto preto", e começou a vestir de novo, depois colocou a camisola e disse: "Tô bonita, tô sexy." Me atrevi a falar: "Tipo pra te comer devagarzinho." Notei que ela tremeu, peguei ela pela cintura e comecei a acariciar de um jeito tarado. Ela fechou os olhos por um instante e se deixou querer, eu acariciava os peitos dela, a buceta e apertava meu pau contra a bunda dela. Ela suspirou, virei ela de costas e comecei a beijar o pescoço e tocar a bunda dela, abaixei as alças do sutiã e beijei suas tetas gostosas, desci pros seus mamilos e ela tremia e suspirava de olhos fechados, desceu uma das mãos e agarrou minha pica por cima da calça, enfiei a mão por dentro do biquíni e toquei suas nádegas e a bunda gostosa, ela abaixou o zíper da minha calça e enfiou a mão pra tirar minha pica, começou a massagear e logo se afastou e sentou na cama tapando o rosto, disse: "O que a gente tá fazendo? Sou sua mãe." Eu continuei de pé e minha pica apontava pro rosto dela, peguei na cabeça dela e falei: "Me desculpa, mãe, não sei o que deu em mim, eu te amo, te amo muito e muitas vezes sonhei com isso, me desculpa, a culpa é minha." Ainda não tinha terminado de falar quando ela enfiou minha pica na boca e chupou como se estivesse desesperada, enfiou tão fundo que eu sentia que ia morrer, peguei ela pelo cabelo e fodi a boca dela, quase gozando tirei e joguei ela na cama e comecei a chupar sua buceta gostosa que tava deliciosamente molhada, fiquei chupando o clitóris e saboreando os sucos por vários minutos até sentir ela tremer e saber que ia ter um orgasmo enorme, levantei e apontei minha pica na rachinha dela e só dei umas 2 ou 3 enfiadas de cabeça, só a pontinha, ao ver que ela ia gozar enfiei de uma vez até o fundo começando um movimento frenético de mete e tira, enfiava e tirava com força até sentir os sucos dela banharem toda minha pica, era sensacional, ela suspirou e eu continuei metendo, virei ela de quatro e comecei a comer de novo e ela continuou suspirando de olhos fechados, fiz ela se virar de frente pro espelho e falei: "Abre teus olhos, vê como a gente se diverte, vê como teu filho te come." Assim que ela abriu, peguei pelo cabelo e acelerei o ritmo e fiz ela gozar de novo e gritar: "Mete, mete! Mais fundo, goza dentro de mim, inunda com teu leite, minha vida." Fiz isso, enchi a buceta dela com meu leite quente, jorros dele, ela se virou e começou a chupar minha pica. de novo e quando menos esperava, já tava pronto de novo. Ela disse: "gostei assim de quatro, faz de novo". Eu topei na hora e meti tudo de novo, ela quase chorava de prazer. Comecei a tocar a bunda dela com um dedo e enfiar, ela rebolava e pedia mais. Tirei a pica da buceta e comecei a chupar o cuzinho rosado dela, ela pediu pra continuar. Do nada, enfiei a pica na buceta dela e um dedo no cu, ela gritou de prazer. Continuei assim uns minutos e senti o cu dela pulsando, isso me excitou ainda mais e quis meter lá. Tirei a pica, lambi o cu dela duas ou três vezes e apontei pra ele. Ela tentou se soltar, mas já era tarde: de uma estocada, enfiei metade da pica. Ela uivou de dor e disse: "seu filho da puta! Por ali ainda era virgem, mas é gostoso, mete mais". Fiz ela gozar mais duas vezes antes de jogar meu leite de novo na buceta dela. Terminamos exaustos e ela disse: "que transa gostosa, filho. Seu pai nunca me fez gozar e vir tantas vezes. Quero que você continue me metendo sempre". Desde aquele dia, de noite, quando todo mundo dorme, entro no quarto da minha mãe pra enfiar a pica nela. CONTINUA...
Preciso dizer que, desde meus 7 anos, meu pai trabalhava fora da cidade, então minha mãe só transava quando ele voltava, o que demorava mais de dois meses. Minha mãe é muito conservadora e nunca conversei com ela sobre sexo, nem com meu pai. Eu nasci quando ela tinha só 17 anos, e hoje tenho 25, então ela tem 42. Ela é baixinha, tem cerca de 1,55 m, magra, mas com uma bunda gostosa. Minha mãe sempre usou roupas íntimas pouco sexy, e eu sei disso porque há uns 12 anos fico examinando as calcinhas dela para me masturbar. É tão gostoso pensar nela quando bato uma.
Já li muitas histórias de incesto na internet, sobre como os filhos comem a própria mãe, mas eu não sabia como fazer para comer a minha, e desejava isso há muito tempo. Um dia, uma colega do trabalho veio me oferecer roupas íntimas femininas. Nisso, lembrei da minha mãe e da vontade de comê-la. Então, decidi comprar um par de calcinhas e sutiãs, um baby doll e uma camisola transparente — tudo muito sexy. Certo dia, esperei ela estar sozinha em casa e liguei para confirmar que só ela estava lá. Por sorte, quando cheguei em casa, ela estava saindo do banho. Fui direto ao quarto dela, e ela estava de roupão, passando creme, já vestindo a roupa íntima nada sexy, claro. Ela me perguntou o que eu fazia em casa naquela hora, já que não era normal eu estar lá. Naquela hora, falei pra ela que não tinha tido aula naquele dia. Ela viu a sacola que eu tava carregando e perguntou o que tinha dentro. Falei que era uma roupa pra minha noiva, que em poucos meses eu ia casar. Ela pediu pra ver e eu mostrei, ficou fascinada. Comentei se ela podia me fazer um favor: "Claro, filhinho!" — preciso dizer que sou o filho mais velho dela e, segundo meus irmãos, o preferido. "Olha, mãezinha, não sei como vai ficar na minha noiva e queria ter uma ideia. Você podia provar pra ver mais ou menos, só pra eu ter uma noção." "Mas não são pra mim!" "Não se preocupa, só quero saber se não errei na escolha." Depois de insistir um pouco, ela topou. Pediu pra eu virar de costas pra ela se trocar, mas esqueceu que eu tava de frente pra um espelho. Ela tirou o roupão, depois o sutiã e, por fim, a calcinha. Pra mim, foi espetacular ver de perto e ao vivo o que sempre desejei: as bundinhas gostosas dela. Quando se abaixou pra tirar a calcinha de vez, lá estava a bucetinha deliciosa e a bunda, tudo parecendo uma tentação. Tive que me segurar pra não virar e enfiar meu pau de uma vez. Meu pau tava durasso, dava pra ver atravessando a calça. Ela vestiu uma calcinha preta com o sutiã combinando, se virou e falou: "Aaaah! Olha que safado, me viu pelo espelho, né?" "Sim, mãezinha, desculpa, não consegui evitar." "E aí, como tô?" "Maravilhosa, mãe, ficou perfeito." "Não mente, meu filho." "Sério, mãe." Dava pra ver uma bucetinha incrível, e a calcinha fazia a bundinha dela ficar ainda mais empinada. Os peitos dela não eram muito grandes, mas bem conservados pra idade, e depois de ter cinco filhos, ainda estavam ótimos. "Deixa eu provar o outro", ela disse, "e nem vira, que você é um safado." Ela começou a se despir e, como tava de frente, notei que por um momento ela ficou olhando pro volume enorme na minha calça. Tentou disfarçar e vestiu o outro conjunto com o roupão. Naquela hora, eu já não sabia mais o que fazer. correr ou dizer pra ela que eu queria comer ela. Vamo ver como fica isso em mim e ela se aproximou e colocou as bundinha dela perto do meu pau ao se ver no espelho. Você tá divina, gostosa. Sério? Claro! Peguei ela pela cintura e comecei a percorrer o contorno da calcinha, senti ela tremer e apertei meu pau contra a bunda dela, ela deu um susto e falou: "vamo ver, deixa eu experimentar o baby doll". Ela se afastou de mim, mas senti como roçou no meu pau, meio sem querer. Se despiu de novo e quase não aguentei quando virou de costas e se abaixou pra tirar a calcinha, deu vontade de meter nela ali mesmo. Ao vestir o baby doll, se olhou no espelho e disse: "Acho que gostei, sim!" Isso, gostosa! Qualquer um ia querer te encher de beijos. Dito isso, ela começou a se acariciar de um jeito bem sensual e safado, meu pau escorria. Ela parou e pediu pra eu abaixar o zíper do baby doll. Nessa hora, me aproximei dela e, fingindo que o zíper tinha travado, encostei minha cintura nela e coloquei meu pau de novo entre as bundinhas dela. Com uma mão, fingi que tentava abaixar o zíper e a outra apoiei no ombro dela, pra no instante seguinte descer até o peito e acariciar disfarçadamente. Vi pelo espelho que ela tava curtindo. De repente, ela perguntou: "Não consegue?" E eu me assustei, na hora baixei o zíper. Ela sentou na cama pra tirar o baby doll, ficando bem na frente do meu pau, e eu, instintivamente, peguei ela pela cabeça e vi como ela abriu os olhos e olhou pro volume que eu tava. De repente, ela levantou e tirou o baby doll. "Sabe, gosto de como fica em mim o conjunto preto", e começou a vestir de novo, depois colocou a camisola e disse: "Tô bonita, tô sexy." Me atrevi a falar: "Tipo pra te comer devagarzinho." Notei que ela tremeu, peguei ela pela cintura e comecei a acariciar de um jeito tarado. Ela fechou os olhos por um instante e se deixou querer, eu acariciava os peitos dela, a buceta e apertava meu pau contra a bunda dela. Ela suspirou, virei ela de costas e comecei a beijar o pescoço e tocar a bunda dela, abaixei as alças do sutiã e beijei suas tetas gostosas, desci pros seus mamilos e ela tremia e suspirava de olhos fechados, desceu uma das mãos e agarrou minha pica por cima da calça, enfiei a mão por dentro do biquíni e toquei suas nádegas e a bunda gostosa, ela abaixou o zíper da minha calça e enfiou a mão pra tirar minha pica, começou a massagear e logo se afastou e sentou na cama tapando o rosto, disse: "O que a gente tá fazendo? Sou sua mãe." Eu continuei de pé e minha pica apontava pro rosto dela, peguei na cabeça dela e falei: "Me desculpa, mãe, não sei o que deu em mim, eu te amo, te amo muito e muitas vezes sonhei com isso, me desculpa, a culpa é minha." Ainda não tinha terminado de falar quando ela enfiou minha pica na boca e chupou como se estivesse desesperada, enfiou tão fundo que eu sentia que ia morrer, peguei ela pelo cabelo e fodi a boca dela, quase gozando tirei e joguei ela na cama e comecei a chupar sua buceta gostosa que tava deliciosamente molhada, fiquei chupando o clitóris e saboreando os sucos por vários minutos até sentir ela tremer e saber que ia ter um orgasmo enorme, levantei e apontei minha pica na rachinha dela e só dei umas 2 ou 3 enfiadas de cabeça, só a pontinha, ao ver que ela ia gozar enfiei de uma vez até o fundo começando um movimento frenético de mete e tira, enfiava e tirava com força até sentir os sucos dela banharem toda minha pica, era sensacional, ela suspirou e eu continuei metendo, virei ela de quatro e comecei a comer de novo e ela continuou suspirando de olhos fechados, fiz ela se virar de frente pro espelho e falei: "Abre teus olhos, vê como a gente se diverte, vê como teu filho te come." Assim que ela abriu, peguei pelo cabelo e acelerei o ritmo e fiz ela gozar de novo e gritar: "Mete, mete! Mais fundo, goza dentro de mim, inunda com teu leite, minha vida." Fiz isso, enchi a buceta dela com meu leite quente, jorros dele, ela se virou e começou a chupar minha pica. de novo e quando menos esperava, já tava pronto de novo. Ela disse: "gostei assim de quatro, faz de novo". Eu topei na hora e meti tudo de novo, ela quase chorava de prazer. Comecei a tocar a bunda dela com um dedo e enfiar, ela rebolava e pedia mais. Tirei a pica da buceta e comecei a chupar o cuzinho rosado dela, ela pediu pra continuar. Do nada, enfiei a pica na buceta dela e um dedo no cu, ela gritou de prazer. Continuei assim uns minutos e senti o cu dela pulsando, isso me excitou ainda mais e quis meter lá. Tirei a pica, lambi o cu dela duas ou três vezes e apontei pra ele. Ela tentou se soltar, mas já era tarde: de uma estocada, enfiei metade da pica. Ela uivou de dor e disse: "seu filho da puta! Por ali ainda era virgem, mas é gostoso, mete mais". Fiz ela gozar mais duas vezes antes de jogar meu leite de novo na buceta dela. Terminamos exaustos e ela disse: "que transa gostosa, filho. Seu pai nunca me fez gozar e vir tantas vezes. Quero que você continue me metendo sempre". Desde aquele dia, de noite, quando todo mundo dorme, entro no quarto da minha mãe pra enfiar a pica nela. CONTINUA...
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