Dos lesbis una travita y yo

Fala, galera! Como já contei pra vocês, eu usava um aplicativo pra encontrar minas e ter uns encontros casuais. Numa dessas, fiz contato com uma travesti de 23 anos, ela disse que se chamava Yudith. A gente conversou por vários dias e se viu nas fotos de perfil do WhatsApp. Pra ser sincero, ela era uma gostosa, cada dia me dava mais vontade de conhecer ela pessoalmente, então propus ir visitá-la, e ela topou. Ela morava sozinha porque os pais, quando descobriram os gostos sexuais dela e o travestismo, botaram ela pra fora de casa. Mas como ela trabalhava numa estética num shopping, tinha uma grana boa, pelo menos pra se virar. Quando fui na casa dela, ela me fez esperar lá fora. Não sei por que, mas comecei a achar que ela tinha me enganado, que não era ali ou algo assim. Mas depois de um tempo, ela saiu. Era uma mulherzinha linda, vestindo uma calça jeans bem justa que destacava a bunda redondinha dela, igual uma maçã, um top que cobria um peitinho pequeno mas apetitoso, dava pra ver o umbigo e a cintura. E olha, era uma verdadeira dama. Ela me convidou pra entrar e se desculpou pela demora, disse que tinha visitas e que estavam ocupadas. Falei que se ela preferisse, eu voltava outro dia, mas ela disse que não tinha problema. Sentei num sofazinho de dois lugares que tinha na frente da TV. Tava passando um filme que já devia ter começado há um tempinho. Ela sentou do meu lado, e eu pude sentir o perfume dela. Era tipo uma droga que me puxava pra perto dela. Ela colocou a mão na minha perna e a gente começou a conversar sobre nós. Devagar, bem devagar, ela foi aproximando a mão do meu volume, que pra ser sincero, tava pedindo pra ser liberado. Mas ela foi com calma! Quando já tava quase tocando no meu pau através da calça, não aguentei a vontade e me joguei nela pra devorar os lábios dela. Foi nessa hora que a gente parou de rodeio e comecei a apalpar tudo que podia. Aquela bunda era firme e macia, o abdômen dela era digno de uma mina de revista. Ela Eu tava lutando pra enfiar a mão e tocar no meu pau, mas não conseguia porque eu tava meio sentado. Minha intenção era fazer com que ela pudesse pegar, e foi o que aconteceu! Ela falou com uma voz doce: "Buceta, quero teu caramelho!!!" Eu já tava a mil, levantei e, sem mais, só abaixei minha calça. Ela cuidou do resto. Quando abaixou a cueca, meu pau deu um pulinho, e ela reagiu com uma risadinha. Meu pau já bem duro tava na cara dela, os olhos dela olhavam pra ele como se fosse a coisa mais linda do mundo. Eu esperava que ela falasse alguma coisa sobre usar camisinha, mas não. Sem avisar, me deu uma mamada tão foda que na hora me deixou de olho virado. Como já tinha falado antes, tenho um pau médio, e ela enfiava tudo que eu tenho na boca. De vez em quando, a cada investida, fazia uns barulhinhos como se estivesse engasgando, mas respirava e começava de novo. Depois dessa mamada tão boa, ela levantou e a gente se beijou de novo. Ela abaixou a calça que ficava tão bem nela, deixando ver a bunda dela com uma calcinha fio-dental branca bem enfiada no cu. Um cu lindo que eu tava desesperado pra fazer meu. Não marcava nenhum volume entre as pernas dela. Ela se virou pra que as bundinhas dela roçassem no meu pau duro. Puxei o quadril dela pra posicionar meu pau entre as nádegas dela. Coloquei meu pau debaixo do fio da calcinha dela. O roçar com as bundinhas dela fez meu pau dar um pulo. Ela falou: "Quer vir pro meu quarto? Lá tá minha prima e a namorada dela..." E assim começou uma experiência por demais excitante e extremamente prazerosa! Querem saber o que aconteceu no quarto dela? Então, espero que deixem comentários e, se puder, pontos. Espero que gostem desse relato que eu adorei escrever.

9 comentários - Dos lesbis una travita y yo

Mas vale que el travita la tenga dura y se clave al menos a la prima