Esta é a segunda metade do capítulo.
Não esqueçam de conferir a primeira parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/3820220/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-cock-Parte-XVII-a.html
Aproveitem a leitura.
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-Vamos. -Foi tudo o que Clara disse assim que me viu chegando perto delas.
Não precisou de mais nada. As garotas se levantaram do sofá e foram para o quarto mais uma vez. Seguindo-as, entrei no cômodo e o cheiro de sexo não demorou nada pra invadir meu nariz, sem deixar dúvidas do que tinha rolado há algumas horas.
A única diferença entre o que tinha acontecido no primeiro round era que agora a Jessi estava com o celular na mão, apontando a câmera pra mim e pra Clara.
-O que cê tá fazendo? -Perguntei, meio preocupado.
Não era que eu desconfiasse da Jessi, nem que achasse que ela ia sair postando um vídeo desses em qualquer lugar, mas sempre existia a possibilidade, por menor que fosse, de um arquivo assim cair em mãos erradas.
-Não se preocupa. -Disse Clara com um tom calmo. -Fui eu que pedi pra ela filmar isso.
-Cê é maluca, véi. -Comentei, sem acreditar que aquilo tinha sido ideia dela.
-Shhhhhh… Esquece a câmera. -Clara apoiou a mão no meu peito e me guiou até a cama até eu cair de costas. -Agora somos só eu e você, irmãozinho, e vamos levar isso com calma.
Com movimentos felinos, minha irmã subiu em cima de mim, segurou meu rosto entre as mãos macias e aproximou os lábios até eles encostarem nos meus.
Dessa vez, a desesperação sumiu pra dar lugar à calma, como a Clara tinha previsto. A boca dela passeava por cada canto do meu rosto, começando pela minha testa e descendo até meu pescoço, me causando mais de um arrepio gostoso no processo.
Ela voltou pra minha boca e a língua dela apareceu pedindo permissão pra entrar e brincar dentro da minha boca, coisa que eu aceitei na hora.
As mãos dela, Enquanto isso, desceram até minha cintura e rapidamente subiram de novo depois de escapulir por baixo da minha camiseta. Descolei minhas costas uns centímetros do colchão e foi tudo que minha irmã precisou para deixar meu torso nu.
Clara continuou com a tarefa dela e seus lábios seguiram viajando pelo meu peito enquanto as mãos dela já tinham soltado meu cinto e desabotoado a calça.
Eu tava me segurando pra caralho pra não perder o controle. Minha pica tava pedindo aos berros pra minha irmã se apressar e libertar ela pra entrar em ação o quanto antes. Mas Clara não parecia interessada nisso ainda.
Os lábios dela finalmente chegaram na minha entreperna e, assim que minha calça terminou na altura dos meus joelhos, ela começou a me beijar por cima do tecido da cueca. Não só os lábios dela se dedicaram a entreter minha pica, mas a língua dela também entrou com tudo, até que minha roupa íntima tava completamente encharcada de saliva.
Se minha pica tivesse voz própria, naquela hora quase certeza que teria gritado de frustração por continuar presa no tecido que ainda cobria ela.
Uma mão se juntou à tortura e continuou me acariciando por cima do tecido enquanto minha irmã se divertia brincando com minha cabeça, colocando ela na boca e me fazendo delirar de prazer.
Talvez pra compensar um pouco meu sofrimento, Clara se virou pra mais uma vez deixar a buraquinha dela ao alcance da minha língua.
Minhas mãos finalmente encontraram algo pra se entreter, e na hora se aproximaram da bunda gostosa dela pra levantar a minissaia e deixar à mostra o manjar que ela tinha entre as pernas.
Uma joia brilhante vermelha em formato de coração reluzia no lugar onde o cu dela deveria estar aparecendo.
—Tá me zoando! —Exclamei num tom alto demais, surpreso com essa descoberta.
—Nops. —Respondeu Clara, depois de dar uma chupada forte e longa na minha cabeça, ainda por cima do tecido.
—Mas isso não é seu? —Perguntei, virando a cabeça pra olhar pra Jessi, que ainda tava filmando a gente. com a câmera do celular.
—Sim, mas eu emprestei pra ela. —Um sorriso demoníaco surgiu na boca dela. —O que você acha, Pedrinho? Quer estrear a bunda da sua irmã?
Que vontade que eu tinha de morder aquele plug, arrancar ele de uma vez, pegar minha irmã e virar ela, colocar de quatro, enfiar meu pau até as bolas, e meter sem parar até meu corpo cair aos pedaços!
Coloquei as mãos no rosto num gesto de total desconcerto. O que tinha começado como uma conversa pra esclarecer as coisas sobre minha irmã e o relacionamento dela, tinha virado uma espécie de sessão de gravação de pornô amador incestuoso, com a melhor amiga da minha irmã na câmera.
—Ainda tá vivo, irmãozinho? —Perguntou Clara, rebolando a bunda linda na frente do meu rosto.
Sem dizer uma palavra, enrolei os braços na cintura dela e apertei o corpo dela de um jeito que a buceta dela ficou bem em cima da minha boca, que tava pronta pra dar tanto prazer quanto possível.
Minha língua se enfiou direto entre os lábios dela e abriu caminho até que tava praticamente mergulhando num mar fervente.
Clara não demorou pra acelerar o ritmo e finalmente soltou meu pau pra poder mostrar todas as habilidades dela como uma chupadora de pau incestuosa de primeira.
A língua dela, os lábios, as mãos, e até os dentes, tudo funcionava com a coordenação de uma orquestra sinfônica, e meu pau tava mais do que agradecido pelo esforço.
Apesar da distração, eu me preparei pra começar os preparativos pro que viria em alguns minutos. Devagar, comecei a brincar com o plug, tirando só alguns milímetros e depois colocando de volta.
Com muita paciência, ou tanta quanto o boquete foda que minha irmã tava me dando permitia, eu também usava minha língua de vez em quando pra lubrificar a área.
Quando achei que ela já tinha relaxado bastante, tirei o brinquedo de vez pra deixar o buraco dela exposto. Enfiei meu dedo médio dentro da minha boca e ensalivei o máximo que pude antes de guiar ele em direção àquele cantinho que esperava receber algo bem mais grosso depois.
Tava meio apertadinho, mas não tanto quanto eu temia. Meu dedo entrava e saía com mais facilidade do que eu esperava, provavelmente porque eu tinha passado um tempinho com o plug enfiado.
De repente, Jessi me chamou com um "psiu" e jogou um potinho pequeno pra mim. Olhei a frente do frasco e percebi que era gel íntimo.
— Valeu, Jessi! — falei, dando uma piscadinha pra ela.
Jessi não respondeu nada, só ficou mordendo os lábios, sorrindo, e continuou gravando a ação que rolava na frente dela. Mas naquele momento ela tava filmando com uma mão só, porque a outra tava enfiada entre as pernas dela, que estavam bem abertas.
Abri o potinho e lubrifiquei tanto o dedo indicador quanto o médio, e depois coloquei eles naquele buraquinho que aos poucos ia aumentando de diâmetro.
Apertei um pouco e um suspiro escapou da boca da minha irmã, que tava cheia com meu pau. Bem devagar, aumentei a pressão até a primeira falange de cada dedo penetrar naquele espaço virgem.
Minha irmã começou a se deixar levar pelas sensações que o cu dela tava sentindo, e só ficou me batendo uma punheta com a mão dela o suficiente pra me estimular, mas sem deixar eu chegar no orgasmo, me deixando no ponto pra quando eu terminasse os preparativos.
Dois terços dos meus dedos já estavam dentro da minha irmãzinha quando os suspiros viraram gemidos e ofegos.
Comecei a acelerar os movimentos da minha mão, tentando excitar ela cada vez mais, enquanto minha mão livre acariciava a bucetinha molhada dela, que soltava cada vez mais sucos. De vez em quando, eu aproveitava pra levar um pouco daquilo pra minha boca e curtir aquele sabor tão gostoso.
Finalmente, a base dos meus dedos encostou naquelas bundas firmes que eu tanto gostava. Clara já tava começando a respirar ofegante, e minha mão começou a se mover do mesmo jeito, já entrando e saindo sem problemas.
Depois de alguns segundos de frenesi da minha mão, dei um respiro pra minha irmã e tirei meus dedos. O anelzinho dela tinha dilatado bastante, e pulsava de um jeito quase hipnótico, me convidando a entrar nela de novo.
— Parece que você já tá pronta, Clara. — Falei, saindo de debaixo dela pra ficar aos pés da cama. — Quer experimentar?
Apesar do tesão que ela claramente sentia, ainda tinha um mínimo de dúvida, que minha irmã reforçou ao morder os lábios enquanto olhava pro meu pau bem bonito.
— Não duvida. — Disse Jessi do lado. — É agora ou nunca, Clarita. Não vacila ou vai se arrepender, te juro.
A expressão de Clara mudou, mostrando decisão mesmo ainda tendo certos receios. Ela se virou, apoiou as mãos no colchão e ficou de quatro, levantando a bunda até deixar ela apontando direto pro meu pau.
— Juro por Deus, cara, mais te vale não me machucar ou te mato. — Falou, dando a aprovação quase num tom suplicante.
Quase que eu podia ter beijado a Jessi de agradecimento naquele exato momento, se não fosse pelo fato de que ainda tinha assuntos pendentes com minha irmãzinha.
— Não se preocupa. — Garanti com voz calma. — Relaxa e vai ver que vai gostar.
Coloquei uma das mãos na cintura dela e com a outra guiei minha glande até encostar na entrada daquele lugar inexplorado. Passei mais um pouco de gel no buraquinho dela, apertei de leve, e milímetro por milímetro fui avançando no meio dos suspiros que Clara soltava.
— Já já entra, mais um pouquinho e pronto. — Anunciei, pedindo um pequeno esforço.
Clara só fez gemer quase que lamentavelmente, com o rosto apoiado no colchão pra abafar os barulhos que fazia.
Agradecido por isso, apertei de novo e dessa vez finalmente terminei de enfiar minha glande, o que fez minha irmã soltar um gritinho de dor, mas mesmo assim ela não falou nada. de reclamação.
—Bem, Clarita! —Jessi a parabenizou. —Já passou o pior. E agora vem o melhor. —Ela acrescentou, sorrindo. —Pedro, passa mais um pouco de gel, assim vai mais fácil. —Disse, animada.
Jessi estava adorando dar instruções para que a experiência da amiga fosse mais prazerosa. Parecia uma treinadora orgulhosa de que sua aluna favorita estivesse fazendo algo que vinham preparando há muito tempo e que finalmente tinha dado resultado.
Seguindo o conselho, peguei o pote e passei mais um pouco de gel. Insisti de novo no avanço e, tinha que admitir, o conselho da Jessi tinha funcionado perfeitamente.
—Já estamos na metade. —Anunciei pra minha irmã. —Tá bem?
—Sim. —Respondeu entre suspiros. —Vai.
Não me passava muita confiança ela responder com tão poucas palavras, mas a putaria falava mais alto.
Preferi dar mais um tempo pra ela se acostumar antes de continuar avançando e comecei um vai e vem lento, avançando e recuando uns centímetros, tomando cuidado pra minha pica ainda não entrar mais do que já tinha entrado até aquele momento.
Os suspiros de Clara foram se acalmando aos poucos, e deram lugar a uns gemidos suaves, que foram acompanhados pelos da Jessi, que tinha voltado à ação com a mão esquerda enquanto fazia o possível pra segurar o celular com a direita.
Com o passar dos segundos, os gemidos também sumiram, e os gemidos da minha irmã voltaram a encher o quarto.
Fui ganhando confiança e, graças a isso, me dei ao luxo de avançar cada vez mais a cada penetração. Parei uns segundos pra passar mais gel e, quando me dei conta, já estava enfiando três quartos da minha pica na bunda da Clara.
—Já tá pronta, irmãzinha? —Perguntei, quando a velocidade das penetrações tinha aumentado. —Quer ela até o fundo?
—Quero a sua pica, cara… Para de se fazer de rogado!
—Prefiro a sua pica, irmãzinha. —Falei. Antes de enfiar tudo de uma vez sem mais delongas.
Clara enterrou o rosto no colchão, mas mesmo assim o grito que soltou ecoou forte e claro no quarto. Mantive meu corpo colado nas nádegas firmes e perfeitas dela para aproveitar a sensação de ter toda a minha pica dentro do que até então era o cu virgem da minha irmã.
— Tá aí, toda bem enfiada. — Comentei com um tom de deboche.
— Filho da puta. — Foi a primeira coisa que saiu da boca de Clara.
— Se não gostou, a gente para agora. — Falei, desafiando ela a dizer que não.
— Fecha a boca e continua. — Respondeu, resignada. — Mas não seja tão bruto.
— Pensei que você tinha vindo pra eu abrir seu cu, não pra fechar o meu.
— Fecha o teu e abre o meu, então. — Ordenou, sorrindo apesar da situação.
— Seus desejos são ordens, irmãzinha.
Devagar, recomecei as penetrações, me retirando cada vez mais antes de pressionar de novo pra nossos corpos se encontrarem. Assim que notei que minha irmã tinha relaxado, comecei a aumentar a velocidade.
Poucos segundos depois, já estávamos no ritmo, e os gemidos de Clara voltaram a encher o quarto. A safadeza tomou conta do meu cérebro de novo e guiou minha mão direita pra puxar a trança e forçar minha irmã a levantar a cabeça.
— Era isso que você queria, puta? — Perguntei, possuído pela excitação. — Queria sentir ela toda no cu, não é?
— Ah… ah… ai… sim… to…da… eu quero… — Respondeu com o pouco ar que conseguia juntar entre cada estocada que eu dava com minha pica.
— Quer que eu meta tudo de uma vez? — Deixei só a cabeça da pica dentro dela, esperando a resposta. — Quer que eu arrebente bem seu cu, Clarita?
— Sim. — Disse com um fio de voz.
— Não ouvi. O que você disse?
— QUE SIM, SEU FILHO DA PUTA! QUERO QUE VOCÊ ARREBENTE BEM MEU CU E ENFIE A PICA BEM LÁ DENTROOOOOOOOO!
A última palavra se esticou até virar um grito de êxtase, que foi o sinal que eu esperava pra finalmente tirar qualquer barreira de contenção que eu estava colocando entre mim e meu instinto animal.
Assim como tinha feito com a Jessi, com uma mão segurei firme sua cintura, com a outra puxei seu cabelo até envolver minha mão na trança dela, e comecei a penetrá-la com toda a força que eu conseguia.
Estocadas curtas e potentes, esse era o único sinal que meu cérebro mandava pro resto do corpo. Cada vez que meu corpo colidia com o da Clara era como se eu quisesse atravessá-la de lado a lado, e não estava tão longe da verdade.
Eu tava decidido a dar nela por aquela tarde e por todas as que eu não ia poder dar por causa daquele infeliz que estava prestes a ficar oficialmente de namorado com minha irmã.
Aquela raiva direcionada pro Tomás foi como jogar gasolina no fogo que tinha na minha cabeça. Soltei a cintura da Clara e deixei minha mão se chocar contra a bunda dela. A palmada soou quase como o estalo de um chicote.
Clara deixou escapar um gemido entre seus suspiros, mas não disse palavra.
— Gostou disso, putinha? — falei, deixando minha mão bater de novo no corpo dela. — Já vai gozar?
— Siiiiim… ai, siiiiiim
— Quer que eu pare?
— Não… não para…
— Então vou continuar arrebentando essa sua buceta, pra você nunca esquecer disso.
Coloquei as duas mãos nos ombros dela e usei como apoio pra ganhar mais impulso. Foi como se tivesse ligado o turbo. Meu corpo começou a se mover quase por vontade própria, atraído pelo corpo da minha irmã com tanta intensidade que parecia que alguma força misteriosa da gravidade tava exercendo poder sobre mim.
De repente, parei meus movimentos e voltei praquelas estocadas longas e potentes, empurrando contra ela como se meu pau fosse um aríete tentando derrubar a porta do castelo inimigo.
— Deeeeeus… deeeeeus… PELO AMOR DE DEEEEEUS…
Na terceira foi de vez, e a buceta da Clara avisou todo mundo no quarto que ela tinha chegado num orgasmo brutal. Pela segunda vez na tarde, investi contra o corpo da minha irmã com toda minha força, e fiquei tão Grudado no corpo dela, levantei ela mais alguns centímetros, enquanto ela continuava soltando os sucos dela como se uma represa tivesse se rompido dentro do corpo dela.
—Ainda bem que não era sangue, senão iam pensar que mataram alguém! —Falou Jessi, assim que Clara e eu nos jogamos de novo na cama pra recuperar as energias.
—Cala a boca, vaca. —Foi a resposta da minha irmã, que escondia o rosto entre as mãos, meio envergonhada.
—Tá afim? Ainda não gozei. —Comentei de passagem, pra lembrar que ainda faltava algo.
—A puta da mãe, cara… —Suspirou, ainda com o rosto coberto. —Não vai me dar nem um minuto?
—Não. —Respondi, e depois levantei minha irmã e coloquei ela em cima do meu corpo, com o rosto dela colado no meu. —Você queria que isso ficasse pra recordação, e eu vou fazer exatamente isso.
Coloquei uma das minhas mãos na nuca dela e pressionei meus lábios contra os dela, que se abriram na hora, sem precisar de nenhum "abre-te sésamo". Minha língua invadiu com um entusiasmo sem limites a boca dela, onde a língua dela esperava como uma fera pronta pra defender o território.
E a luta foi intensa. Tão intensa que em apenas um ou dois minutos meu pau já tava pronto pra ação de novo.
Minha mão livre desceu pelas costas dela até a cintura. Clara se mexeu levemente pra mudar de posição e se colocou no lugar certo pra sentar no meu pau.
—Mmmmmmmmmmmm… Que gostoso…
Minha irmã sentou de uma vez e eu enfiei mais da metade do meu pau. Não demorou muito pra receber o resto, e em poucos segundos ela já tava cavalgando em mim com maestria de novo.
Coloquei minhas mãos na cintura dela, mas era ela quem de novo tava no controle do ritmo.
Virei pra olhar pra Jessi e vi que o consolo tinha aparecido de novo, praticamente perdido dentro dela. Ela tava de olhos fechados por causa das ondas de prazer que tava sentindo, mas de algum jeito tinha dado um jeito de continuar. apontando o celular pra gente.
Clara se levantou um pouco e, com uma agilidade quase felina, deu um jeito de se virar e continuar a cavalgada de costas pra mim, apoiando as mãos no meu peito pra ficar mais confortável.
— Pelo amor de Deus! Como eu amo essa pica! — gritou minha irmã, continuando a quicar em cima de mim.
— Vai, Clarita, pelo cu de novo! — Jessi tinha aberto os olhos de novo e parecia que queria se deliciar visualmente com a gente. — Vai… não se faz de rogada que eu sei que você gostou! — insistiu, vendo que minha irmã não se decidia.
Ainda de costas pra mim, Clara ergueu o corpo até minha pica sair de dentro dela, brilhante depois de ter mergulhado naquele cantinho tão molhado e quente.
— Me passa o gel. — ordenou, esticando uma mão pra trás, esperando que eu obedecesse.
Obediente, estiquei minha mão pra pegar o pote e coloquei na mão dela. Ela pegou, colocou um pouco na mão e passou com cuidado, um pouco na minha pica e outro pouco na entrada do cu dela.
Eu não tinha conferido como tinha ficado aquele buraquinho da minha irmã, mas parecia que ainda estava bem aberto, porque demorou muito menos pra engolir praticamente minha pica toda, e, tirando uns ou outros gemidos, ela não teve que fazer nenhum esforço pra descer o corpo.
Um gemido longo e sensual foi o sinal de partida pra ela começar a se mexer de novo, dando pulinhos curtos, que aos poucos foram aumentando tanto em velocidade quanto em força.
Não tinha passado nem um minuto desde que a gente tinha recomeçado os movimentos e Clara já parecia que ia se empalar toda em mim, começando a soltar uns sons que a faziam parecer possuída.
Esse era o sinal que eu estava esperando.
Me levantei de repente, interrompendo minha irmã, e enrolei meus braços em volta do corpo dela pra me deixar cair de novo na cama, com as costas dela apoiadas no meu peito.
— Para, porra! O que você tá fazendo? — perguntou desconcertada.
—Levanta as pernas. —Ordenei, sem dar muita atenção ao que dizia.
—Pra quê?
—Só levanta as pernas.
Hesitante, Clara obedeceu meu pedido e ergueu as pernas. Sem dar tempo pra ela reagir, levei meus braços pra baixo e passei por debaixo dos joelhos dela, depois subi de novo e travei as mãos atrás da nuca dela, entrelaçando os dedos.
A baixa estatura dela, somada à boa forma física e elasticidade, além dos meus braços longos, fizeram com que fosse quase confortável pra mim. Tantas vezes que tinha visto imagens assim em filmes pornô que virou quase uma obsessão poder realizar aquela pose, nem que fosse uma vez na vida: um Full Nelson.
—Se segura no que der, irmãzinha.
—Você é um filho da puta. —Resignada, ela inspirou fundo e tentou relaxar o máximo possível.
Torcendo pra que Jessi não perdesse nenhum detalhe do que estava prestes a acontecer, cravei meus calcanhares no colchão, firmei bem as pernas, levantei a cintura alguns centímetros do colchão e deixei que meus desejos de fazer minha irmã uivar de prazer tomassem as rédeas.
Sempre soube que Clara era uma pessoa miúda e leve, mas só naquele momento realmente percebi o quanto. Apesar de toda a excitação que invadia meu corpo e me fazia mover a cintura como um pistão a todo vapor, num canto da minha cabeça ainda tinha espaço pra me surpreender positivamente com a facilidade que eu conseguia manter aquela pose quase sem esforço.
Clara tentava pronunciar palavras, mas toda vez que abria a boca era pra gemer sem controle. Música pros meus ouvidos, que captavam aqueles sons e mandavam pro meu cérebro como uma espécie de afrodisíaco que me elevava aos céus.
Aumentei a velocidade, reforçando a ideia de que não ia parar de castigar a buceta dela até ficar sem energia.
E finalmente aconteceu. A alma dela foi pelo anel, exatamente como eu tinha prometido no momento em que entramos. pela primeira vez no meu quarto horas antes.
Mas nem assim eu parei. A porra da Clara espalhou pra todo lado, mas eu forcei ela a manter o corpo bem empalado no meu pau. Minhas mãos ainda estavam juntas e não soltaram ela, deixando ela presa nos meus braços, e desse jeito continuei arrombando a bunda dela.
Virei a cabeça pra ver o que a Jessi tava fazendo. O consolo já tava largado na cama, e umas manchas escuras nos lençóis foram a pista que eu precisava pra deduzir que ela também tinha gozado.
Sem falar nada, fiz um sinalzinho com a cabeça, que ela por sorte entendeu. Ela se levantou, deixou o celular apoiado na mesa de cabeceira, ainda apontando pra gente, e se aproximou de onde eu tava arrebentando o cu da amiga dela.
— Enfia os dedos nela. — Falei entre gemidos, o que fez a Jessi abrir bem grandes os olhos pretos que já eram enormes.
— O quê?... ah… ah… não… por favor… — Suplicou minha irmã, que não parava de gemer nem de ofegar.
— Enfia os dedos. — Repeti, com mais força. — Faz ela gozar. Faz ela desmaiar.
Jessi ficou me olhando com a cara cheia de dúvida. Mordia o lábio, claramente se debatendo entre o pedido da amiga e o tesão que sentia, que tentava ela a me obedecer.
— Desculpa, Clarita. — Pediu de forma suplicante, antes de se deixar vencer pelo tesão.
— Não, por favor… DEUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Se eu achava que já tinha ouvido minha irmã gritar de prazer em outra ocasião, não se comparava em nada com os berros que ela deu no meu quarto naquele instante de um domingo à noite.
Jessi não teve pena de nada, enfiando dois dedos de uma vez. De todo jeito, Clara tava com a buceta tão molhada que não era como se tivesse faltado lubrificação.
— Dizia que não, mas olha como você tá. — Comentou Jessi. — Tá encharcada aí dentro. — Adicionou, tirando os dedos e mostrando pra Clara como caíam gotas dos próprios sucos dela.
— Faz ela gozar. — Ordenei, já sentindo que minhas forças começavam a desaparecer, assim como meu próprio orgasmo não estava longe de acontecer.
E Jessi não precisou ouvir duas vezes. Qualquer sinal de misericórdia que ela pudesse ter tido antes tinha sumido, e agora em seus olhos só se via o desejo que ela compartilhava comigo, que era o de fazer minha irmã ficar com a lembrança daqueles momentos gravados a fogo na memória dela.
Ela levou a mão de volta à entreperna da minha irmã e imediatamente seus dois dedos voltaram a penetrá-la. Em seguida, deixou a mão se mover a toda velocidade dentro de Clara, enquanto a outra mão estimulava os mamilos da minha irmã.
Se alguém ouvisse o som que a mão de Jessi fazia sem ver o que estava acontecendo, ia se perguntar por que alguém estava batendo com tanta raiva numa poça d'água.
Clara tentou dizer algo coerente, mas da boca dela só saíam ruídos impossíveis de decifrar como palavras, a não ser que fosse algum idioma estranho. O que eu consegui entender foi como um líquido quente jorrava dela e escorria até cair no meu corpo.
Jessi olhou pra mim, buscando uma indicação do que fazer em seguida. Olhei pra ela e sorri, ela me devolveu o sorriso, e, sem dizer uma palavra, nós dois soubemos que a pobre da Clara ia continuar sofrendo nosso castigo por mais um tempo.
Era o último esforço, já sentia que meu orgasmo era iminente. Juntei as forças que me restavam, me certifiquei de que minhas mãos ainda seguravam o corpo da minha irmã com firmeza, e recomecei as penetrações na velocidade máxima.
Jessi tentou acompanhar o ritmo com a mão, e de vez em quando conseguíamos coordenar bem, fazendo o corpo de Clara vibrar de prazer.
— Já vou gozar, irmãzinha. — Anunciei entre os grunhidos que soltava pelo esforço. — Aguenta mais um pouco.
— Deus… vocês vão… me enlouquecer…
E o clímax chegou finalmente. Com um último grunhido digno de um animal selvagem, enfiei meu pau no cu dela de novo. Enfiei o mais fundo que pude na Clara, deixando meu sêmen jorrar dentro dela até a última gota sair das minhas bolas.
Jessi fez o mesmo com os dedos, enfiando-os o mais fundo que conseguia e mexendo eles o mais rápido possível dentro da amiga, fazendo com que, pela última vez no dia, ela tivesse um orgasmo, que acabou com qualquer líquido que ainda pudesse ter sobrado dentro da Clara.
Relaxei meu aperto, meus dedos se soltaram e finalmente deixei minha irmã baixar as pernas de novo. O corpo dela caiu sobre mim como uma boneca de pano, completamente exausta. Tirei minha pica de dentro dela e um fio de sêmen branco e grosso começou a escorrer pra fora.
— Tá bem? — perguntei assim que recuperei o fôlego. — Clara, cê tá bem? — insisti, balançando o ombro dela um pouco.
— Vocês são uns filhos da puta. — sussurrou ela com as poucas energias que sobravam. — Pensei que ia morrer… Tô doendo toda… Preciso tomar um banho. — completou, com a voz quase se quebrando por tudo que tinha passado.
Levantei assim que pude e peguei ela no colo pra levar ao banheiro. Jessi foi na frente pra preparar tudo e abrir as torneiras do chuveiro.
Deitei minha irmã no chão do box e, entre eu e Jessi, ajudamos ela a se limpar e a massagear um pouco os músculos. Uns minutos depois, ela já conseguia ficar de pé e saiu sozinha pra se secar.
Jessi ajudou ela a chegar no quarto enquanto eu tomava banho. Meu corpo lembrou do esforço que fiz no quarto e o cansaço tomou conta de mim. Tava um horror pra me manter em pé debaixo da água fresca.
— Cê tá bem? — disse Jessi do outro lado da cortina, assim que entrou de novo no banheiro.
— Tô, mas me sinto destruído. — comentei no meio dos gemidos que saíam da minha boca ao massagear meus ombros. — E a Clara?
— Apagou assim que encostou a cabeça no travesseiro. — respondeu com uma risadinha. — Coitada, você matou ela hoje.
— Matamos, você quer dizer. Você também fez a sua parte.
- Eu não sou a que empalou a sua irmã. - Ela apontou, rindo.
- Bom, talvez a maior parte da culpa seja minha. - Admiti. - Mas sua maninha fez mais do que só nos filmar.
- Minha maninha ainda tá afim de fazer umas safadezas. - Comentou, puxando a cortina pra me mostrar a nudez dela.
Será que existia alguém que pudesse encontrar ela e resistir à tentação de se jogar no corpo dela e meter de forma selvagem? Eu com certeza não fazia parte desse grupo.
Jessi entrou na água comigo sem esperar nem uma palavra. Nos olhos dela ardia um fogo que, se ela quisesse, me reduziria a cinzas num instante.
- Não tô pedindo pra você me dar a foda do século igual fez com a Clara. - Disse, passando os braços em volta do meu pescoço. - Mas preciso que você me coma. Não aguento mais. - Ela colou os lábios nos meus e me deu um beijo de cinema. - Por favor, Pedro. Me come agora mesmo.
Não tinha como eu recusar aquele pedido. E meu pau parecia concordar, porque já tinha subido pronto pra ação.
- Não pede muito, a Clara já me deixou moído. - Me defendi, sabendo que a Jessi tranquilamente poderia me espremer até me deixar mais seco que aquele meio limão que sempre fica enfeitando as geladeiras vazias do mundo inteiro.
- Me dá esse pau, com o que sobrar de energia. Já tô satisfeita com isso. - Disse, e virou pra levantar aquela bunda maravilhosa, deixando meu pau penetrar ela com mais conforto.
Segurei meu membro na mão e apontei direto pro meio daquela rachinha que já tava bem molhada, e não só por causa da água.
A cabeça passou pela entrada e foi como voltar pra casa depois de um dia longo de trampo. Aquele era o lugar onde eu queria meter meu pau pra sempre.
- Aí simmmmm... Era isso que eu queria! - Comemorou Jessi ao sentir meu pau preenchendo cada canto lá dentro. - Me parte no meio, não guarda nada.
Coloquei as mãos na cintura dela e comecei a meter com as poucas forças que tinha conseguido recuperar. Durante os nos minutos seguintes não trocamos de posição até que a Jessi se ajoelhou pra receber meu gozo na boca dela e engolir até a última gota.
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-Clara, acorda. -Falei, esticando meu braço pro banco do carona pra sacudir o ombro dela. -Chegamos em casa.
-Hã? -Perguntou com voz sonolenta. -Já?
-É, vamos.
Eram onze e meia da noite, mas as luzes ainda estavam acesas em casa. Teria sido melhor se meus velhos tivessem ido dormir, mas não tinha jeito, era arriscar um pouco que a minha mãe enchesse a gente de perguntas.
-Lá vai, lá vai. -Reclamou, enquanto se espreguiçava um pouco. -Já te falei antes, mas repito agora: obrigada. E você também, Jessi. -Completou, virando-se pra falar com a amiga.
-Tem certeza disso? -Perguntou a moça. -Olha que pra mim não tem problema se você quiser entrar de vez em quando. -Comentou com um sorriso cheio de malícia.
-Não, não. Já decidi. -Insistiu minha irmã com firmeza, apesar do cansaço. -Se vou ficar de namoro com o Tomás, vou fazer as coisas direito.
-Melhor ele não vacilar, porque com o que você tá deixando por ele, é bom que valha a pena.
-Fica tranquila, que vale. Mesmo que você não acredite. -Completou, apoiando o dedo indicador no meu peito.
-Se você diz... -Não ia discutir com ela naquele momento. -Mas concordo com o que a Jessi falou, é melhor ele não vacilar, ou...
-Não começa a se meter de irmão protetor. -Cortou antes que eu pudesse fazer alguma ameaça sem sentido. -Se o Tomás vacilar, vou ser a primeira a fazer ele se arrepender pelo resto da vida. -Concluiu, com um sorriso que mostrava que ela falava muito sério.
Descemos os três do carro e fomos em direção à porta. A Clara ia abrir com a chave, quando minha mãe apareceu de repente.
-Até que enfim voltou! Por pouco a gente não achou que você ia dormir na casa do Pedro! -Disse sorrindo, nos cumprimentando. -O que aconteceu com seu pé? -Perguntou de repente.
-Nada, torci. -Respondeu Clara, apontando pro curativo. que ela tinha no tornozelo. —O Pedro tinha um negócio pra enfaixar, só por precaução. Incomoda um pouco quando piso, mas não dói tanto.
A Jessi é que teve a ideia, e olha, não era ruim ter algum tipo de justificativa pro jeito estranho que a Clara tava se movendo. Explicar pros meus pais que ela andava meio torta porque eu tinha desvirginado o cu dela não era uma boa opção.
—Entrem, entrem. —Minha mãe convidou, depois de terminar de dar um sermão na Clara sobre o perigo de ser descuidada ao andar e a necessidade de olhar bem onde pisava.
—Não, mãe. —Respondi. —Já é tarde, tenho que levar a Jessi pra casa dela.
—Ah, tá bom. Que estranho vocês dois, já é a várias vezes que você leva ela pra casa. —Ela comentou, sagaz. —Não tão rolando um negócio, tão? —Perguntou meio na brincadeira, meio a sério.
—Ai, não! —A Jessi reagiu na hora, como se a ideia fosse ridícula. —Nem fodendo!
Mas as ações dela contradiziam as palavras, porque enquanto falava isso, ela envolveu meu corpo com os braços e apoiou a cabeça no meu ombro, numa atitude claramente carinhosa.
Minha mãe ficou de boca aberta, me olhando como quem espera uma explicação pro que tava rolando na frente dela.
—Bom, a gente já vai. —Falei com um sorriso, me aproximando pra dar um beijo de despedida, depois que a Jessi fez o mesmo.
—Pedro… —Minha mãe começou, mas eu cortei antes que ela iniciasse o interrogatório.
—Domingo que vem eu te conto. —Falei, com um tom enigmático. —Agora vou levar a Jessi pra casa dela.
Sem dar tempo pra ela me atacar de novo com as perguntas, a gente virou as costas e foi até o carro.
Assim que subimos e começamos o caminho pra casa dela, a gente caiu na gargalhada.
—A cara que a sua mãe fez! —A Jessi exclamou. —Pelo amor… Quase caiu o queixo dela no chão.
—Ela não esperava por essa, né?
—De jeito nenhum! —Ela concordou. —E pior vai ser quando a Clara aparecer com o Tomás! Aí sim que ela desmaia!
—Domingo vou ter que estar lá de qualquer jeito, pra ver a reação deles quando eu levar ele pra casa.
—Grava as caras dos teus velhos, por favor. Vão ficar pra história! —pediu, arrancando mais gargalhadas dos dois.
Finalmente chegamos na calçada da casa dela e estacionei o carro.
—E agora, o que a gente faz? —perguntou a Jessi.
—Sei lá, fala você. —respondi, esperando em silêncio.
E o silêncio se estendeu por uma eternidade. Será que ela ia me chamar pra entrar ou não? Tava esperando eu pedir? O que ia rolar entre a gente? Será que isso podia virar um negócio sério?
Por que caralhos minha cabeça sempre virava contra mim e me fazia duvidar tanto?
—Bom, boa noite então. —disse ela finalmente, esticando o braço pra porta.
—Que tal você me dar “bom dia” quando a gente acordar junto? —perguntei, antes que ela alcançasse a maçaneta.
—Pô, até que você se mexeu! —respondeu, com um sorriso que iluminava o carro sem precisar acender nada.
—Ué, era só ter perguntado. —retruquei, sorrindo também.
—Vamos ver se ainda te sobrou energia.
—Pelo menos amanhã não vou ter que acordar tão cedo. —comentei rindo, aliviado por não ter que levantar antes do sol nascer.
Descemos do carro, tranquei tudo, e fomos pra casa dela. No dia seguinte, teria tempo pra continuar pensando um monte de besteira que não vinha ao caso.
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Até aqui o capítulo 17. O próximo que eu postar vai ser o fechamento dessa história.
Talvez alguém ache que é meio apressado, mas acho que é preciso saber quando uma história não dá mais pra esticar, em vez de ficar repetindo situações ou inventando umas paradas cada vez mais forçadas que não acrescentam nada.
E já me adianto pros que vivem perguntando quanto falta pro próximo capítulo: não esperem que eu poste amanhã ou depois. Se vou dar um fechamento pra essa história, vou fazer da melhor forma possível, e isso leva tempo.
Mais uma vez, obrigado a quem tira esses segundos a mais pra deixar os pontos e comentários.
A gente se lê.
Não esqueçam de conferir a primeira parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/3820220/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-cock-Parte-XVII-a.html
Aproveitem a leitura.
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-Vamos. -Foi tudo o que Clara disse assim que me viu chegando perto delas.
Não precisou de mais nada. As garotas se levantaram do sofá e foram para o quarto mais uma vez. Seguindo-as, entrei no cômodo e o cheiro de sexo não demorou nada pra invadir meu nariz, sem deixar dúvidas do que tinha rolado há algumas horas.
A única diferença entre o que tinha acontecido no primeiro round era que agora a Jessi estava com o celular na mão, apontando a câmera pra mim e pra Clara.
-O que cê tá fazendo? -Perguntei, meio preocupado.
Não era que eu desconfiasse da Jessi, nem que achasse que ela ia sair postando um vídeo desses em qualquer lugar, mas sempre existia a possibilidade, por menor que fosse, de um arquivo assim cair em mãos erradas.
-Não se preocupa. -Disse Clara com um tom calmo. -Fui eu que pedi pra ela filmar isso.
-Cê é maluca, véi. -Comentei, sem acreditar que aquilo tinha sido ideia dela.
-Shhhhhh… Esquece a câmera. -Clara apoiou a mão no meu peito e me guiou até a cama até eu cair de costas. -Agora somos só eu e você, irmãozinho, e vamos levar isso com calma.
Com movimentos felinos, minha irmã subiu em cima de mim, segurou meu rosto entre as mãos macias e aproximou os lábios até eles encostarem nos meus.
Dessa vez, a desesperação sumiu pra dar lugar à calma, como a Clara tinha previsto. A boca dela passeava por cada canto do meu rosto, começando pela minha testa e descendo até meu pescoço, me causando mais de um arrepio gostoso no processo.
Ela voltou pra minha boca e a língua dela apareceu pedindo permissão pra entrar e brincar dentro da minha boca, coisa que eu aceitei na hora.
As mãos dela, Enquanto isso, desceram até minha cintura e rapidamente subiram de novo depois de escapulir por baixo da minha camiseta. Descolei minhas costas uns centímetros do colchão e foi tudo que minha irmã precisou para deixar meu torso nu.
Clara continuou com a tarefa dela e seus lábios seguiram viajando pelo meu peito enquanto as mãos dela já tinham soltado meu cinto e desabotoado a calça.
Eu tava me segurando pra caralho pra não perder o controle. Minha pica tava pedindo aos berros pra minha irmã se apressar e libertar ela pra entrar em ação o quanto antes. Mas Clara não parecia interessada nisso ainda.
Os lábios dela finalmente chegaram na minha entreperna e, assim que minha calça terminou na altura dos meus joelhos, ela começou a me beijar por cima do tecido da cueca. Não só os lábios dela se dedicaram a entreter minha pica, mas a língua dela também entrou com tudo, até que minha roupa íntima tava completamente encharcada de saliva.
Se minha pica tivesse voz própria, naquela hora quase certeza que teria gritado de frustração por continuar presa no tecido que ainda cobria ela.
Uma mão se juntou à tortura e continuou me acariciando por cima do tecido enquanto minha irmã se divertia brincando com minha cabeça, colocando ela na boca e me fazendo delirar de prazer.
Talvez pra compensar um pouco meu sofrimento, Clara se virou pra mais uma vez deixar a buraquinha dela ao alcance da minha língua.
Minhas mãos finalmente encontraram algo pra se entreter, e na hora se aproximaram da bunda gostosa dela pra levantar a minissaia e deixar à mostra o manjar que ela tinha entre as pernas.
Uma joia brilhante vermelha em formato de coração reluzia no lugar onde o cu dela deveria estar aparecendo.
—Tá me zoando! —Exclamei num tom alto demais, surpreso com essa descoberta.
—Nops. —Respondeu Clara, depois de dar uma chupada forte e longa na minha cabeça, ainda por cima do tecido.
—Mas isso não é seu? —Perguntei, virando a cabeça pra olhar pra Jessi, que ainda tava filmando a gente. com a câmera do celular.
—Sim, mas eu emprestei pra ela. —Um sorriso demoníaco surgiu na boca dela. —O que você acha, Pedrinho? Quer estrear a bunda da sua irmã?
Que vontade que eu tinha de morder aquele plug, arrancar ele de uma vez, pegar minha irmã e virar ela, colocar de quatro, enfiar meu pau até as bolas, e meter sem parar até meu corpo cair aos pedaços!
Coloquei as mãos no rosto num gesto de total desconcerto. O que tinha começado como uma conversa pra esclarecer as coisas sobre minha irmã e o relacionamento dela, tinha virado uma espécie de sessão de gravação de pornô amador incestuoso, com a melhor amiga da minha irmã na câmera.
—Ainda tá vivo, irmãozinho? —Perguntou Clara, rebolando a bunda linda na frente do meu rosto.
Sem dizer uma palavra, enrolei os braços na cintura dela e apertei o corpo dela de um jeito que a buceta dela ficou bem em cima da minha boca, que tava pronta pra dar tanto prazer quanto possível.
Minha língua se enfiou direto entre os lábios dela e abriu caminho até que tava praticamente mergulhando num mar fervente.
Clara não demorou pra acelerar o ritmo e finalmente soltou meu pau pra poder mostrar todas as habilidades dela como uma chupadora de pau incestuosa de primeira.
A língua dela, os lábios, as mãos, e até os dentes, tudo funcionava com a coordenação de uma orquestra sinfônica, e meu pau tava mais do que agradecido pelo esforço.
Apesar da distração, eu me preparei pra começar os preparativos pro que viria em alguns minutos. Devagar, comecei a brincar com o plug, tirando só alguns milímetros e depois colocando de volta.
Com muita paciência, ou tanta quanto o boquete foda que minha irmã tava me dando permitia, eu também usava minha língua de vez em quando pra lubrificar a área.
Quando achei que ela já tinha relaxado bastante, tirei o brinquedo de vez pra deixar o buraco dela exposto. Enfiei meu dedo médio dentro da minha boca e ensalivei o máximo que pude antes de guiar ele em direção àquele cantinho que esperava receber algo bem mais grosso depois.
Tava meio apertadinho, mas não tanto quanto eu temia. Meu dedo entrava e saía com mais facilidade do que eu esperava, provavelmente porque eu tinha passado um tempinho com o plug enfiado.
De repente, Jessi me chamou com um "psiu" e jogou um potinho pequeno pra mim. Olhei a frente do frasco e percebi que era gel íntimo.
— Valeu, Jessi! — falei, dando uma piscadinha pra ela.
Jessi não respondeu nada, só ficou mordendo os lábios, sorrindo, e continuou gravando a ação que rolava na frente dela. Mas naquele momento ela tava filmando com uma mão só, porque a outra tava enfiada entre as pernas dela, que estavam bem abertas.
Abri o potinho e lubrifiquei tanto o dedo indicador quanto o médio, e depois coloquei eles naquele buraquinho que aos poucos ia aumentando de diâmetro.
Apertei um pouco e um suspiro escapou da boca da minha irmã, que tava cheia com meu pau. Bem devagar, aumentei a pressão até a primeira falange de cada dedo penetrar naquele espaço virgem.
Minha irmã começou a se deixar levar pelas sensações que o cu dela tava sentindo, e só ficou me batendo uma punheta com a mão dela o suficiente pra me estimular, mas sem deixar eu chegar no orgasmo, me deixando no ponto pra quando eu terminasse os preparativos.
Dois terços dos meus dedos já estavam dentro da minha irmãzinha quando os suspiros viraram gemidos e ofegos.
Comecei a acelerar os movimentos da minha mão, tentando excitar ela cada vez mais, enquanto minha mão livre acariciava a bucetinha molhada dela, que soltava cada vez mais sucos. De vez em quando, eu aproveitava pra levar um pouco daquilo pra minha boca e curtir aquele sabor tão gostoso.
Finalmente, a base dos meus dedos encostou naquelas bundas firmes que eu tanto gostava. Clara já tava começando a respirar ofegante, e minha mão começou a se mover do mesmo jeito, já entrando e saindo sem problemas.
Depois de alguns segundos de frenesi da minha mão, dei um respiro pra minha irmã e tirei meus dedos. O anelzinho dela tinha dilatado bastante, e pulsava de um jeito quase hipnótico, me convidando a entrar nela de novo.
— Parece que você já tá pronta, Clara. — Falei, saindo de debaixo dela pra ficar aos pés da cama. — Quer experimentar?
Apesar do tesão que ela claramente sentia, ainda tinha um mínimo de dúvida, que minha irmã reforçou ao morder os lábios enquanto olhava pro meu pau bem bonito.
— Não duvida. — Disse Jessi do lado. — É agora ou nunca, Clarita. Não vacila ou vai se arrepender, te juro.
A expressão de Clara mudou, mostrando decisão mesmo ainda tendo certos receios. Ela se virou, apoiou as mãos no colchão e ficou de quatro, levantando a bunda até deixar ela apontando direto pro meu pau.
— Juro por Deus, cara, mais te vale não me machucar ou te mato. — Falou, dando a aprovação quase num tom suplicante.
Quase que eu podia ter beijado a Jessi de agradecimento naquele exato momento, se não fosse pelo fato de que ainda tinha assuntos pendentes com minha irmãzinha.
— Não se preocupa. — Garanti com voz calma. — Relaxa e vai ver que vai gostar.
Coloquei uma das mãos na cintura dela e com a outra guiei minha glande até encostar na entrada daquele lugar inexplorado. Passei mais um pouco de gel no buraquinho dela, apertei de leve, e milímetro por milímetro fui avançando no meio dos suspiros que Clara soltava.
— Já já entra, mais um pouquinho e pronto. — Anunciei, pedindo um pequeno esforço.
Clara só fez gemer quase que lamentavelmente, com o rosto apoiado no colchão pra abafar os barulhos que fazia.
Agradecido por isso, apertei de novo e dessa vez finalmente terminei de enfiar minha glande, o que fez minha irmã soltar um gritinho de dor, mas mesmo assim ela não falou nada. de reclamação.
—Bem, Clarita! —Jessi a parabenizou. —Já passou o pior. E agora vem o melhor. —Ela acrescentou, sorrindo. —Pedro, passa mais um pouco de gel, assim vai mais fácil. —Disse, animada.
Jessi estava adorando dar instruções para que a experiência da amiga fosse mais prazerosa. Parecia uma treinadora orgulhosa de que sua aluna favorita estivesse fazendo algo que vinham preparando há muito tempo e que finalmente tinha dado resultado.
Seguindo o conselho, peguei o pote e passei mais um pouco de gel. Insisti de novo no avanço e, tinha que admitir, o conselho da Jessi tinha funcionado perfeitamente.
—Já estamos na metade. —Anunciei pra minha irmã. —Tá bem?
—Sim. —Respondeu entre suspiros. —Vai.
Não me passava muita confiança ela responder com tão poucas palavras, mas a putaria falava mais alto.
Preferi dar mais um tempo pra ela se acostumar antes de continuar avançando e comecei um vai e vem lento, avançando e recuando uns centímetros, tomando cuidado pra minha pica ainda não entrar mais do que já tinha entrado até aquele momento.
Os suspiros de Clara foram se acalmando aos poucos, e deram lugar a uns gemidos suaves, que foram acompanhados pelos da Jessi, que tinha voltado à ação com a mão esquerda enquanto fazia o possível pra segurar o celular com a direita.
Com o passar dos segundos, os gemidos também sumiram, e os gemidos da minha irmã voltaram a encher o quarto.
Fui ganhando confiança e, graças a isso, me dei ao luxo de avançar cada vez mais a cada penetração. Parei uns segundos pra passar mais gel e, quando me dei conta, já estava enfiando três quartos da minha pica na bunda da Clara.
—Já tá pronta, irmãzinha? —Perguntei, quando a velocidade das penetrações tinha aumentado. —Quer ela até o fundo?
—Quero a sua pica, cara… Para de se fazer de rogado!
—Prefiro a sua pica, irmãzinha. —Falei. Antes de enfiar tudo de uma vez sem mais delongas.
Clara enterrou o rosto no colchão, mas mesmo assim o grito que soltou ecoou forte e claro no quarto. Mantive meu corpo colado nas nádegas firmes e perfeitas dela para aproveitar a sensação de ter toda a minha pica dentro do que até então era o cu virgem da minha irmã.
— Tá aí, toda bem enfiada. — Comentei com um tom de deboche.
— Filho da puta. — Foi a primeira coisa que saiu da boca de Clara.
— Se não gostou, a gente para agora. — Falei, desafiando ela a dizer que não.
— Fecha a boca e continua. — Respondeu, resignada. — Mas não seja tão bruto.
— Pensei que você tinha vindo pra eu abrir seu cu, não pra fechar o meu.
— Fecha o teu e abre o meu, então. — Ordenou, sorrindo apesar da situação.
— Seus desejos são ordens, irmãzinha.
Devagar, recomecei as penetrações, me retirando cada vez mais antes de pressionar de novo pra nossos corpos se encontrarem. Assim que notei que minha irmã tinha relaxado, comecei a aumentar a velocidade.
Poucos segundos depois, já estávamos no ritmo, e os gemidos de Clara voltaram a encher o quarto. A safadeza tomou conta do meu cérebro de novo e guiou minha mão direita pra puxar a trança e forçar minha irmã a levantar a cabeça.
— Era isso que você queria, puta? — Perguntei, possuído pela excitação. — Queria sentir ela toda no cu, não é?
— Ah… ah… ai… sim… to…da… eu quero… — Respondeu com o pouco ar que conseguia juntar entre cada estocada que eu dava com minha pica.
— Quer que eu meta tudo de uma vez? — Deixei só a cabeça da pica dentro dela, esperando a resposta. — Quer que eu arrebente bem seu cu, Clarita?
— Sim. — Disse com um fio de voz.
— Não ouvi. O que você disse?
— QUE SIM, SEU FILHO DA PUTA! QUERO QUE VOCÊ ARREBENTE BEM MEU CU E ENFIE A PICA BEM LÁ DENTROOOOOOOOO!
A última palavra se esticou até virar um grito de êxtase, que foi o sinal que eu esperava pra finalmente tirar qualquer barreira de contenção que eu estava colocando entre mim e meu instinto animal.
Assim como tinha feito com a Jessi, com uma mão segurei firme sua cintura, com a outra puxei seu cabelo até envolver minha mão na trança dela, e comecei a penetrá-la com toda a força que eu conseguia.
Estocadas curtas e potentes, esse era o único sinal que meu cérebro mandava pro resto do corpo. Cada vez que meu corpo colidia com o da Clara era como se eu quisesse atravessá-la de lado a lado, e não estava tão longe da verdade.
Eu tava decidido a dar nela por aquela tarde e por todas as que eu não ia poder dar por causa daquele infeliz que estava prestes a ficar oficialmente de namorado com minha irmã.
Aquela raiva direcionada pro Tomás foi como jogar gasolina no fogo que tinha na minha cabeça. Soltei a cintura da Clara e deixei minha mão se chocar contra a bunda dela. A palmada soou quase como o estalo de um chicote.
Clara deixou escapar um gemido entre seus suspiros, mas não disse palavra.
— Gostou disso, putinha? — falei, deixando minha mão bater de novo no corpo dela. — Já vai gozar?
— Siiiiim… ai, siiiiiim
— Quer que eu pare?
— Não… não para…
— Então vou continuar arrebentando essa sua buceta, pra você nunca esquecer disso.
Coloquei as duas mãos nos ombros dela e usei como apoio pra ganhar mais impulso. Foi como se tivesse ligado o turbo. Meu corpo começou a se mover quase por vontade própria, atraído pelo corpo da minha irmã com tanta intensidade que parecia que alguma força misteriosa da gravidade tava exercendo poder sobre mim.
De repente, parei meus movimentos e voltei praquelas estocadas longas e potentes, empurrando contra ela como se meu pau fosse um aríete tentando derrubar a porta do castelo inimigo.
— Deeeeeus… deeeeeus… PELO AMOR DE DEEEEEUS…
Na terceira foi de vez, e a buceta da Clara avisou todo mundo no quarto que ela tinha chegado num orgasmo brutal. Pela segunda vez na tarde, investi contra o corpo da minha irmã com toda minha força, e fiquei tão Grudado no corpo dela, levantei ela mais alguns centímetros, enquanto ela continuava soltando os sucos dela como se uma represa tivesse se rompido dentro do corpo dela.
—Ainda bem que não era sangue, senão iam pensar que mataram alguém! —Falou Jessi, assim que Clara e eu nos jogamos de novo na cama pra recuperar as energias.
—Cala a boca, vaca. —Foi a resposta da minha irmã, que escondia o rosto entre as mãos, meio envergonhada.
—Tá afim? Ainda não gozei. —Comentei de passagem, pra lembrar que ainda faltava algo.
—A puta da mãe, cara… —Suspirou, ainda com o rosto coberto. —Não vai me dar nem um minuto?
—Não. —Respondi, e depois levantei minha irmã e coloquei ela em cima do meu corpo, com o rosto dela colado no meu. —Você queria que isso ficasse pra recordação, e eu vou fazer exatamente isso.
Coloquei uma das minhas mãos na nuca dela e pressionei meus lábios contra os dela, que se abriram na hora, sem precisar de nenhum "abre-te sésamo". Minha língua invadiu com um entusiasmo sem limites a boca dela, onde a língua dela esperava como uma fera pronta pra defender o território.
E a luta foi intensa. Tão intensa que em apenas um ou dois minutos meu pau já tava pronto pra ação de novo.
Minha mão livre desceu pelas costas dela até a cintura. Clara se mexeu levemente pra mudar de posição e se colocou no lugar certo pra sentar no meu pau.
—Mmmmmmmmmmmm… Que gostoso…
Minha irmã sentou de uma vez e eu enfiei mais da metade do meu pau. Não demorou muito pra receber o resto, e em poucos segundos ela já tava cavalgando em mim com maestria de novo.
Coloquei minhas mãos na cintura dela, mas era ela quem de novo tava no controle do ritmo.
Virei pra olhar pra Jessi e vi que o consolo tinha aparecido de novo, praticamente perdido dentro dela. Ela tava de olhos fechados por causa das ondas de prazer que tava sentindo, mas de algum jeito tinha dado um jeito de continuar. apontando o celular pra gente.
Clara se levantou um pouco e, com uma agilidade quase felina, deu um jeito de se virar e continuar a cavalgada de costas pra mim, apoiando as mãos no meu peito pra ficar mais confortável.
— Pelo amor de Deus! Como eu amo essa pica! — gritou minha irmã, continuando a quicar em cima de mim.
— Vai, Clarita, pelo cu de novo! — Jessi tinha aberto os olhos de novo e parecia que queria se deliciar visualmente com a gente. — Vai… não se faz de rogada que eu sei que você gostou! — insistiu, vendo que minha irmã não se decidia.
Ainda de costas pra mim, Clara ergueu o corpo até minha pica sair de dentro dela, brilhante depois de ter mergulhado naquele cantinho tão molhado e quente.
— Me passa o gel. — ordenou, esticando uma mão pra trás, esperando que eu obedecesse.
Obediente, estiquei minha mão pra pegar o pote e coloquei na mão dela. Ela pegou, colocou um pouco na mão e passou com cuidado, um pouco na minha pica e outro pouco na entrada do cu dela.
Eu não tinha conferido como tinha ficado aquele buraquinho da minha irmã, mas parecia que ainda estava bem aberto, porque demorou muito menos pra engolir praticamente minha pica toda, e, tirando uns ou outros gemidos, ela não teve que fazer nenhum esforço pra descer o corpo.
Um gemido longo e sensual foi o sinal de partida pra ela começar a se mexer de novo, dando pulinhos curtos, que aos poucos foram aumentando tanto em velocidade quanto em força.
Não tinha passado nem um minuto desde que a gente tinha recomeçado os movimentos e Clara já parecia que ia se empalar toda em mim, começando a soltar uns sons que a faziam parecer possuída.
Esse era o sinal que eu estava esperando.
Me levantei de repente, interrompendo minha irmã, e enrolei meus braços em volta do corpo dela pra me deixar cair de novo na cama, com as costas dela apoiadas no meu peito.
— Para, porra! O que você tá fazendo? — perguntou desconcertada.
—Levanta as pernas. —Ordenei, sem dar muita atenção ao que dizia.
—Pra quê?
—Só levanta as pernas.
Hesitante, Clara obedeceu meu pedido e ergueu as pernas. Sem dar tempo pra ela reagir, levei meus braços pra baixo e passei por debaixo dos joelhos dela, depois subi de novo e travei as mãos atrás da nuca dela, entrelaçando os dedos.
A baixa estatura dela, somada à boa forma física e elasticidade, além dos meus braços longos, fizeram com que fosse quase confortável pra mim. Tantas vezes que tinha visto imagens assim em filmes pornô que virou quase uma obsessão poder realizar aquela pose, nem que fosse uma vez na vida: um Full Nelson.
—Se segura no que der, irmãzinha.
—Você é um filho da puta. —Resignada, ela inspirou fundo e tentou relaxar o máximo possível.
Torcendo pra que Jessi não perdesse nenhum detalhe do que estava prestes a acontecer, cravei meus calcanhares no colchão, firmei bem as pernas, levantei a cintura alguns centímetros do colchão e deixei que meus desejos de fazer minha irmã uivar de prazer tomassem as rédeas.
Sempre soube que Clara era uma pessoa miúda e leve, mas só naquele momento realmente percebi o quanto. Apesar de toda a excitação que invadia meu corpo e me fazia mover a cintura como um pistão a todo vapor, num canto da minha cabeça ainda tinha espaço pra me surpreender positivamente com a facilidade que eu conseguia manter aquela pose quase sem esforço.
Clara tentava pronunciar palavras, mas toda vez que abria a boca era pra gemer sem controle. Música pros meus ouvidos, que captavam aqueles sons e mandavam pro meu cérebro como uma espécie de afrodisíaco que me elevava aos céus.
Aumentei a velocidade, reforçando a ideia de que não ia parar de castigar a buceta dela até ficar sem energia.
E finalmente aconteceu. A alma dela foi pelo anel, exatamente como eu tinha prometido no momento em que entramos. pela primeira vez no meu quarto horas antes.
Mas nem assim eu parei. A porra da Clara espalhou pra todo lado, mas eu forcei ela a manter o corpo bem empalado no meu pau. Minhas mãos ainda estavam juntas e não soltaram ela, deixando ela presa nos meus braços, e desse jeito continuei arrombando a bunda dela.
Virei a cabeça pra ver o que a Jessi tava fazendo. O consolo já tava largado na cama, e umas manchas escuras nos lençóis foram a pista que eu precisava pra deduzir que ela também tinha gozado.
Sem falar nada, fiz um sinalzinho com a cabeça, que ela por sorte entendeu. Ela se levantou, deixou o celular apoiado na mesa de cabeceira, ainda apontando pra gente, e se aproximou de onde eu tava arrebentando o cu da amiga dela.
— Enfia os dedos nela. — Falei entre gemidos, o que fez a Jessi abrir bem grandes os olhos pretos que já eram enormes.
— O quê?... ah… ah… não… por favor… — Suplicou minha irmã, que não parava de gemer nem de ofegar.
— Enfia os dedos. — Repeti, com mais força. — Faz ela gozar. Faz ela desmaiar.
Jessi ficou me olhando com a cara cheia de dúvida. Mordia o lábio, claramente se debatendo entre o pedido da amiga e o tesão que sentia, que tentava ela a me obedecer.
— Desculpa, Clarita. — Pediu de forma suplicante, antes de se deixar vencer pelo tesão.
— Não, por favor… DEUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Se eu achava que já tinha ouvido minha irmã gritar de prazer em outra ocasião, não se comparava em nada com os berros que ela deu no meu quarto naquele instante de um domingo à noite.
Jessi não teve pena de nada, enfiando dois dedos de uma vez. De todo jeito, Clara tava com a buceta tão molhada que não era como se tivesse faltado lubrificação.
— Dizia que não, mas olha como você tá. — Comentou Jessi. — Tá encharcada aí dentro. — Adicionou, tirando os dedos e mostrando pra Clara como caíam gotas dos próprios sucos dela.
— Faz ela gozar. — Ordenei, já sentindo que minhas forças começavam a desaparecer, assim como meu próprio orgasmo não estava longe de acontecer.
E Jessi não precisou ouvir duas vezes. Qualquer sinal de misericórdia que ela pudesse ter tido antes tinha sumido, e agora em seus olhos só se via o desejo que ela compartilhava comigo, que era o de fazer minha irmã ficar com a lembrança daqueles momentos gravados a fogo na memória dela.
Ela levou a mão de volta à entreperna da minha irmã e imediatamente seus dois dedos voltaram a penetrá-la. Em seguida, deixou a mão se mover a toda velocidade dentro de Clara, enquanto a outra mão estimulava os mamilos da minha irmã.
Se alguém ouvisse o som que a mão de Jessi fazia sem ver o que estava acontecendo, ia se perguntar por que alguém estava batendo com tanta raiva numa poça d'água.
Clara tentou dizer algo coerente, mas da boca dela só saíam ruídos impossíveis de decifrar como palavras, a não ser que fosse algum idioma estranho. O que eu consegui entender foi como um líquido quente jorrava dela e escorria até cair no meu corpo.
Jessi olhou pra mim, buscando uma indicação do que fazer em seguida. Olhei pra ela e sorri, ela me devolveu o sorriso, e, sem dizer uma palavra, nós dois soubemos que a pobre da Clara ia continuar sofrendo nosso castigo por mais um tempo.
Era o último esforço, já sentia que meu orgasmo era iminente. Juntei as forças que me restavam, me certifiquei de que minhas mãos ainda seguravam o corpo da minha irmã com firmeza, e recomecei as penetrações na velocidade máxima.
Jessi tentou acompanhar o ritmo com a mão, e de vez em quando conseguíamos coordenar bem, fazendo o corpo de Clara vibrar de prazer.
— Já vou gozar, irmãzinha. — Anunciei entre os grunhidos que soltava pelo esforço. — Aguenta mais um pouco.
— Deus… vocês vão… me enlouquecer…
E o clímax chegou finalmente. Com um último grunhido digno de um animal selvagem, enfiei meu pau no cu dela de novo. Enfiei o mais fundo que pude na Clara, deixando meu sêmen jorrar dentro dela até a última gota sair das minhas bolas.
Jessi fez o mesmo com os dedos, enfiando-os o mais fundo que conseguia e mexendo eles o mais rápido possível dentro da amiga, fazendo com que, pela última vez no dia, ela tivesse um orgasmo, que acabou com qualquer líquido que ainda pudesse ter sobrado dentro da Clara.
Relaxei meu aperto, meus dedos se soltaram e finalmente deixei minha irmã baixar as pernas de novo. O corpo dela caiu sobre mim como uma boneca de pano, completamente exausta. Tirei minha pica de dentro dela e um fio de sêmen branco e grosso começou a escorrer pra fora.
— Tá bem? — perguntei assim que recuperei o fôlego. — Clara, cê tá bem? — insisti, balançando o ombro dela um pouco.
— Vocês são uns filhos da puta. — sussurrou ela com as poucas energias que sobravam. — Pensei que ia morrer… Tô doendo toda… Preciso tomar um banho. — completou, com a voz quase se quebrando por tudo que tinha passado.
Levantei assim que pude e peguei ela no colo pra levar ao banheiro. Jessi foi na frente pra preparar tudo e abrir as torneiras do chuveiro.
Deitei minha irmã no chão do box e, entre eu e Jessi, ajudamos ela a se limpar e a massagear um pouco os músculos. Uns minutos depois, ela já conseguia ficar de pé e saiu sozinha pra se secar.
Jessi ajudou ela a chegar no quarto enquanto eu tomava banho. Meu corpo lembrou do esforço que fiz no quarto e o cansaço tomou conta de mim. Tava um horror pra me manter em pé debaixo da água fresca.
— Cê tá bem? — disse Jessi do outro lado da cortina, assim que entrou de novo no banheiro.
— Tô, mas me sinto destruído. — comentei no meio dos gemidos que saíam da minha boca ao massagear meus ombros. — E a Clara?
— Apagou assim que encostou a cabeça no travesseiro. — respondeu com uma risadinha. — Coitada, você matou ela hoje.
— Matamos, você quer dizer. Você também fez a sua parte.
- Eu não sou a que empalou a sua irmã. - Ela apontou, rindo.
- Bom, talvez a maior parte da culpa seja minha. - Admiti. - Mas sua maninha fez mais do que só nos filmar.
- Minha maninha ainda tá afim de fazer umas safadezas. - Comentou, puxando a cortina pra me mostrar a nudez dela.
Será que existia alguém que pudesse encontrar ela e resistir à tentação de se jogar no corpo dela e meter de forma selvagem? Eu com certeza não fazia parte desse grupo.
Jessi entrou na água comigo sem esperar nem uma palavra. Nos olhos dela ardia um fogo que, se ela quisesse, me reduziria a cinzas num instante.
- Não tô pedindo pra você me dar a foda do século igual fez com a Clara. - Disse, passando os braços em volta do meu pescoço. - Mas preciso que você me coma. Não aguento mais. - Ela colou os lábios nos meus e me deu um beijo de cinema. - Por favor, Pedro. Me come agora mesmo.
Não tinha como eu recusar aquele pedido. E meu pau parecia concordar, porque já tinha subido pronto pra ação.
- Não pede muito, a Clara já me deixou moído. - Me defendi, sabendo que a Jessi tranquilamente poderia me espremer até me deixar mais seco que aquele meio limão que sempre fica enfeitando as geladeiras vazias do mundo inteiro.
- Me dá esse pau, com o que sobrar de energia. Já tô satisfeita com isso. - Disse, e virou pra levantar aquela bunda maravilhosa, deixando meu pau penetrar ela com mais conforto.
Segurei meu membro na mão e apontei direto pro meio daquela rachinha que já tava bem molhada, e não só por causa da água.
A cabeça passou pela entrada e foi como voltar pra casa depois de um dia longo de trampo. Aquele era o lugar onde eu queria meter meu pau pra sempre.
- Aí simmmmm... Era isso que eu queria! - Comemorou Jessi ao sentir meu pau preenchendo cada canto lá dentro. - Me parte no meio, não guarda nada.
Coloquei as mãos na cintura dela e comecei a meter com as poucas forças que tinha conseguido recuperar. Durante os nos minutos seguintes não trocamos de posição até que a Jessi se ajoelhou pra receber meu gozo na boca dela e engolir até a última gota.
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-Clara, acorda. -Falei, esticando meu braço pro banco do carona pra sacudir o ombro dela. -Chegamos em casa.
-Hã? -Perguntou com voz sonolenta. -Já?
-É, vamos.
Eram onze e meia da noite, mas as luzes ainda estavam acesas em casa. Teria sido melhor se meus velhos tivessem ido dormir, mas não tinha jeito, era arriscar um pouco que a minha mãe enchesse a gente de perguntas.
-Lá vai, lá vai. -Reclamou, enquanto se espreguiçava um pouco. -Já te falei antes, mas repito agora: obrigada. E você também, Jessi. -Completou, virando-se pra falar com a amiga.
-Tem certeza disso? -Perguntou a moça. -Olha que pra mim não tem problema se você quiser entrar de vez em quando. -Comentou com um sorriso cheio de malícia.
-Não, não. Já decidi. -Insistiu minha irmã com firmeza, apesar do cansaço. -Se vou ficar de namoro com o Tomás, vou fazer as coisas direito.
-Melhor ele não vacilar, porque com o que você tá deixando por ele, é bom que valha a pena.
-Fica tranquila, que vale. Mesmo que você não acredite. -Completou, apoiando o dedo indicador no meu peito.
-Se você diz... -Não ia discutir com ela naquele momento. -Mas concordo com o que a Jessi falou, é melhor ele não vacilar, ou...
-Não começa a se meter de irmão protetor. -Cortou antes que eu pudesse fazer alguma ameaça sem sentido. -Se o Tomás vacilar, vou ser a primeira a fazer ele se arrepender pelo resto da vida. -Concluiu, com um sorriso que mostrava que ela falava muito sério.
Descemos os três do carro e fomos em direção à porta. A Clara ia abrir com a chave, quando minha mãe apareceu de repente.
-Até que enfim voltou! Por pouco a gente não achou que você ia dormir na casa do Pedro! -Disse sorrindo, nos cumprimentando. -O que aconteceu com seu pé? -Perguntou de repente.
-Nada, torci. -Respondeu Clara, apontando pro curativo. que ela tinha no tornozelo. —O Pedro tinha um negócio pra enfaixar, só por precaução. Incomoda um pouco quando piso, mas não dói tanto.
A Jessi é que teve a ideia, e olha, não era ruim ter algum tipo de justificativa pro jeito estranho que a Clara tava se movendo. Explicar pros meus pais que ela andava meio torta porque eu tinha desvirginado o cu dela não era uma boa opção.
—Entrem, entrem. —Minha mãe convidou, depois de terminar de dar um sermão na Clara sobre o perigo de ser descuidada ao andar e a necessidade de olhar bem onde pisava.
—Não, mãe. —Respondi. —Já é tarde, tenho que levar a Jessi pra casa dela.
—Ah, tá bom. Que estranho vocês dois, já é a várias vezes que você leva ela pra casa. —Ela comentou, sagaz. —Não tão rolando um negócio, tão? —Perguntou meio na brincadeira, meio a sério.
—Ai, não! —A Jessi reagiu na hora, como se a ideia fosse ridícula. —Nem fodendo!
Mas as ações dela contradiziam as palavras, porque enquanto falava isso, ela envolveu meu corpo com os braços e apoiou a cabeça no meu ombro, numa atitude claramente carinhosa.
Minha mãe ficou de boca aberta, me olhando como quem espera uma explicação pro que tava rolando na frente dela.
—Bom, a gente já vai. —Falei com um sorriso, me aproximando pra dar um beijo de despedida, depois que a Jessi fez o mesmo.
—Pedro… —Minha mãe começou, mas eu cortei antes que ela iniciasse o interrogatório.
—Domingo que vem eu te conto. —Falei, com um tom enigmático. —Agora vou levar a Jessi pra casa dela.
Sem dar tempo pra ela me atacar de novo com as perguntas, a gente virou as costas e foi até o carro.
Assim que subimos e começamos o caminho pra casa dela, a gente caiu na gargalhada.
—A cara que a sua mãe fez! —A Jessi exclamou. —Pelo amor… Quase caiu o queixo dela no chão.
—Ela não esperava por essa, né?
—De jeito nenhum! —Ela concordou. —E pior vai ser quando a Clara aparecer com o Tomás! Aí sim que ela desmaia!
—Domingo vou ter que estar lá de qualquer jeito, pra ver a reação deles quando eu levar ele pra casa.
—Grava as caras dos teus velhos, por favor. Vão ficar pra história! —pediu, arrancando mais gargalhadas dos dois.
Finalmente chegamos na calçada da casa dela e estacionei o carro.
—E agora, o que a gente faz? —perguntou a Jessi.
—Sei lá, fala você. —respondi, esperando em silêncio.
E o silêncio se estendeu por uma eternidade. Será que ela ia me chamar pra entrar ou não? Tava esperando eu pedir? O que ia rolar entre a gente? Será que isso podia virar um negócio sério?
Por que caralhos minha cabeça sempre virava contra mim e me fazia duvidar tanto?
—Bom, boa noite então. —disse ela finalmente, esticando o braço pra porta.
—Que tal você me dar “bom dia” quando a gente acordar junto? —perguntei, antes que ela alcançasse a maçaneta.
—Pô, até que você se mexeu! —respondeu, com um sorriso que iluminava o carro sem precisar acender nada.
—Ué, era só ter perguntado. —retruquei, sorrindo também.
—Vamos ver se ainda te sobrou energia.
—Pelo menos amanhã não vou ter que acordar tão cedo. —comentei rindo, aliviado por não ter que levantar antes do sol nascer.
Descemos do carro, tranquei tudo, e fomos pra casa dela. No dia seguinte, teria tempo pra continuar pensando um monte de besteira que não vinha ao caso.
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Até aqui o capítulo 17. O próximo que eu postar vai ser o fechamento dessa história.
Talvez alguém ache que é meio apressado, mas acho que é preciso saber quando uma história não dá mais pra esticar, em vez de ficar repetindo situações ou inventando umas paradas cada vez mais forçadas que não acrescentam nada.
E já me adianto pros que vivem perguntando quanto falta pro próximo capítulo: não esperem que eu poste amanhã ou depois. Se vou dar um fechamento pra essa história, vou fazer da melhor forma possível, e isso leva tempo.
Mais uma vez, obrigado a quem tira esses segundos a mais pra deixar os pontos e comentários.
A gente se lê.
19 comentários - Cómo descubrí que mi hermana adora mi pija (Parte XVII-b)
Gracias por compartir y estoy de acuerdo, la historia podría seguir con el resto en otro serial diferente. O relatos independientes... Un saludo.