Há 3 anos, quando o aniversário da minha agora esposa tava chegando, resolvi fazer uma surpresa pra ela. Combinei de chamar uma amiga que ela não via há um tempão, a amiga dela. O plano era eu buscar minha mina pra levar ela pra jantar, mas na verdade, quando ela abrisse a porta, a amiga ia estar lá com um bolo pra surpreender ela.
No dia do aniversário dela, falei pra minha gata que passaria lá às 8. Tive uns pepinos que me atrasaram um pouco, e ainda tinha que pegar o bolo e a amiga (que fui buscar). Ela demorou horrores se maquiando. Vale dizer que a amiga tava uma gostosa, se vestiu super casual: uma calça jeans um pouco folgada (ela é magrinha), uma blusinha rosa claro que deixava a barriguinha de fora, a maquiagem nos olhos era bem caprichada (por isso demorou) e um perfuminho bem gostoso. Enquanto eu dirigia feito louco de um lado pro outro, minha mina me mandava mensagem, mas não dava tempo de ver. Quando finalmente consegui ler, a última dizia: "em meia hora vou pro bar com meus amigos, a gente se vê lá se você não chegar a tempo". Óbvio que ela tava puta. Quando cheguei na casa, a amiga, Vânia, bateu na porta, ninguém abriu. Já passava das 9:30, e minha mina tinha mandado aquela última mensagem antes das 9 (coisa que eu não tinha visto antes). Frustrados, eu e a amiga entramos no apê da minha mina (eu tinha chave porque às vezes ficava com ela). O apê era tipo um loft, não muito grande, sem divisórias, então dava pra ver tudo de qualquer lugar. Ofereci água pra Vânia, ela disse que queria e foi sentar na cama enquanto eu servia, e ela também tava puta.
Eu: Desculpa, Vânia, o plano deu errado.
Vânia: É, mas que sacanagem dela, né? Tipo, ela podia ter esperado mais um pouco.
Eu: Pois é, fazer o quê. A gente pode encontrar eles no bar, mas não vai ser a mesma coisa.
Vânia terminou a água e se deitou na cama, olhando pro teto. Vânia é uma mina magrinha. Ela tem o tipo de corpo que se vê em concurso de beleza, magra, peito não muito grande (no máximo copo B), as pernas e a bunda eram um pouco trabalhadas na academia. Quando ela se deitou na cama, a blusa dela subiu um pouquinho, deixando a barriga à mostra. Também tinha umas linhas de músculo levemente marcadas, principalmente as pistolas (aquelas linhas na virilha).
Senti a pica apertando dentro da calça, ficou dura que nem pedra num instante só de ver a barriga dela. Sem dizer nada, levantei e fui no banheiro arrumar a pica. Bati um pouco, mas sem gozar. Levei uns minutos e saí. Ela estava deitada de bruços agora. Mesmo com uma calça folgada, dava pra ver a bunda. Sem perceber, meti a mão e agarrei a pica. Deitei do lado dela e falei "agora?" Eu tava de barriga pra cima e ela de bruços. Quando fiz a pergunta, ela se apoiou nos braços e ficou por cima de mim, mas meio de lado, e disse "então bora, né?" Não sei por quê, mas comecei a fazer cócegas nela. Ela se jogou em cima de mim enquanto pedia pra parar entre gargalhadas. Não tava brava, isso era certeza. Continuei fazendo cócegas. Ela virou de costas pra mim, mas eu segurava ela enquanto cutucava as costelas dela. A bunda dela estava bem em cima da minha pélvis. Eu sentia a pica dura entre as nádegas dela. Pra se livrar das cócegas, ela se debateu um pouco. De repente, aquelas cócegas viraram uma briga de luta. Primeiro a gente tava de pé, depois a gente se jogava na cama enquanto continuava lutando. Lembram quando vocês eram mais novos e sopravam na barriga de alguém fazendo aquele barulho parecido com um peido? Então, comecei a fazer isso com ela. Ela tava rindo, nada brava. Nós dois estávamos nos divertindo. Continuei fazendo aquilo enquanto ela ria e ria, e então peguei a calça folgada dela pelas laterais e puxei pra baixo. "Ah, espera aí!" Mal terminou de falar isso, quando coloquei minha boca na bucetinha doce dela. Ela ainda tava de calcinha, mas mesmo assim, deu um gemidinho e eu comecei a chupar. sobre a calcinha dela como se fosse uma fruta Vania: ahh, ahh, espera, já, já, ahh No fundo ela não queria que eu parasse e eu também não queria parar, aquela buceta tinha um gosto delicioso mas ela finalmente se afastou "você ganhou o primeiro round mas faltam mais" eu não podia acreditar nessa mina, ela era realmente fantástica, divertida, gostosa e com vontade de putaria, eu peguei a palavra dela e me sentei na beira da cama pra continuar jogando luta, dessa vez quando eu dominei ela eu puxei a calcinha dela pro lado, com meus dedos eu separei os lábios dela e com minha língua lambi o clitóris dela como se fosse um pirulito, ela se tremia, gemia mais alto, me apertava de prazer, a buceta dela era linda, só um pouquinho mais escura que o resto do corpo mas os lábios eram rosadinhos, a área do púbis tinha pelinho bem aparado, era bem bonita "vamos pro próximo round" eu falei, sabendo que cada round a gente ia ficar mais perto de transar. Pro terceiro round, eu deixei ela me dominar um pouco, ela baixou minha calça mas o cheirinho do perfume dela não me deixava me conter, eu coloquei ela de bruços, com um dos meus pés eu segurava a cabeça dela enquanto puxava a calcinha dela pra baixo, levantei a bundinha dela e comecei a lamber o cu dela "ahh, ahh não para assim não!" parece que isso deixou ela nervosa, eu parei de lamber o cu dela (que sinceramente não tinha gosto nem cheiro ruim) pra voltar a chupar a buceta dela, eu já não aguentava mais, ela tava ali de quatro e eu com a pica aparecendo por um lado da cueca, eu baixei a cueca e comecei a penetrar ela, ela já tava bem molhada mas faltava um pouco de lubrificante "ai espera um pouquinho" ela virou pra mim, me deu um beijinho e cuspiu na minha pica pra me masturbar "por que você não chupa ela melhor?" eu falei "é que eu não sei como" ela respondeu, verdade que ela não era muito boa com a mão mas a situação fez o prazer aumentar, depois de um tempinho ela me empurrou e montou em cima de mim, começou a cavalgar do jeito que ela queria e eu deixei, ela se mexia deliciosamente, as carinhas de prazer dela não tinham preço comparação e o som dos gemidos dela era um verdadeiro deleite auditivo, ela ainda tava com a blusa então comecei a tirar, em um minuto aquele corpo lindo já tava pelado montando em mim, rebolando e se tremendo, queria comer ela do meu jeito, então inverti as posições, fiquei por cima dela tipo papai e mamãe e comecei a meter mais rápido, a respiração dela tava ofegante e ela pedia pra eu não parar, só diminuía um pouco o ritmo e ela pedia mais rápido, cansei das pernas então virei ela de quatro de novo, era uma delícia a vista que eu tinha na minha frente, aquela bunda gostosa moldada na academia e o corpo magrinho formavam um coração gostoso que eu tava penetrando o mais fundo que podia, queria enfiar no cu dela mas tava com medo de acabar com a foda, então cuspi um pouco e passei o dedão, ela segurou minha mão pra me parar mas eu enfiei tudo dentro da buceta dela pra ela se acalmar, funcionou, voltamos pra posição de cowgirl pra ela montar em mim, coloquei ela grudada no meu corpo e comecei a meter por baixo, nós dois gozando pra caralho, quando eu ia gozar puxei ela pelas nádegas pra cima pra tirar meu pau, o jato de porra espirrou nas nádegas e pernas dela, não foi uma quantidade de filme pornô mas foi uma boa quantidade, ela deitou em cima de mim, recuperamos o fôlego, peguei uma meia do meu criado-mudo pra limpar a porra das nádegas e pernas dela, demos um beijo e deitamos um pouco.
Durante o ato gostoso eu não percebi que minha esposa tinha me mandado mensagens e ligado, liguei pra ela e falei que já tava indo, eu e a Vania entramos no chuveiro rápido pra tirar o cheiro de sexo, ela não molhou o rosto pra não estragar a maquiagem. Saímos rapidinho, fomos de mãos dadas e conversando como se nada tivesse acontecido enquanto eu dirigia, como se fôssemos um casal jovem.
Chegamos no bar e pra minha esposa foi uma surpresa ver a Vania lá, Expliquei que íamos preparar uma surpresa pra ela, mas deu uns contratempos. Só que quando ela viu a Vânia ali, passou a raiva na hora. A noite seguiu como se nada tivesse acontecido, exceto que, de vez em quando, quando a Vânia levantava pra ir ao banheiro, eu também ia pra gente se beijar um pouco.
No final da noite, eu e minha esposa levamos a Vânia pra casa dela. Na despedida, ela me disse: "Espero que ano que vem se repita, dessa vez talvez eu deixe você fazer o que queria..." Aí ela aproveitou que minha esposa se distraiu no WhatsApp e me deu um beijo na boca.
No aniversário seguinte da minha esposa, as coisas se repetiram, e espero que esse ano também. Tenho mais umas duas histórias com a Vânia. Se quiserem saber, é só falar que eu conto de boa. Tenham um bom dia, amigos!
No dia do aniversário dela, falei pra minha gata que passaria lá às 8. Tive uns pepinos que me atrasaram um pouco, e ainda tinha que pegar o bolo e a amiga (que fui buscar). Ela demorou horrores se maquiando. Vale dizer que a amiga tava uma gostosa, se vestiu super casual: uma calça jeans um pouco folgada (ela é magrinha), uma blusinha rosa claro que deixava a barriguinha de fora, a maquiagem nos olhos era bem caprichada (por isso demorou) e um perfuminho bem gostoso. Enquanto eu dirigia feito louco de um lado pro outro, minha mina me mandava mensagem, mas não dava tempo de ver. Quando finalmente consegui ler, a última dizia: "em meia hora vou pro bar com meus amigos, a gente se vê lá se você não chegar a tempo". Óbvio que ela tava puta. Quando cheguei na casa, a amiga, Vânia, bateu na porta, ninguém abriu. Já passava das 9:30, e minha mina tinha mandado aquela última mensagem antes das 9 (coisa que eu não tinha visto antes). Frustrados, eu e a amiga entramos no apê da minha mina (eu tinha chave porque às vezes ficava com ela). O apê era tipo um loft, não muito grande, sem divisórias, então dava pra ver tudo de qualquer lugar. Ofereci água pra Vânia, ela disse que queria e foi sentar na cama enquanto eu servia, e ela também tava puta.
Eu: Desculpa, Vânia, o plano deu errado.
Vânia: É, mas que sacanagem dela, né? Tipo, ela podia ter esperado mais um pouco.
Eu: Pois é, fazer o quê. A gente pode encontrar eles no bar, mas não vai ser a mesma coisa.
Vânia terminou a água e se deitou na cama, olhando pro teto. Vânia é uma mina magrinha. Ela tem o tipo de corpo que se vê em concurso de beleza, magra, peito não muito grande (no máximo copo B), as pernas e a bunda eram um pouco trabalhadas na academia. Quando ela se deitou na cama, a blusa dela subiu um pouquinho, deixando a barriga à mostra. Também tinha umas linhas de músculo levemente marcadas, principalmente as pistolas (aquelas linhas na virilha).
Senti a pica apertando dentro da calça, ficou dura que nem pedra num instante só de ver a barriga dela. Sem dizer nada, levantei e fui no banheiro arrumar a pica. Bati um pouco, mas sem gozar. Levei uns minutos e saí. Ela estava deitada de bruços agora. Mesmo com uma calça folgada, dava pra ver a bunda. Sem perceber, meti a mão e agarrei a pica. Deitei do lado dela e falei "agora?" Eu tava de barriga pra cima e ela de bruços. Quando fiz a pergunta, ela se apoiou nos braços e ficou por cima de mim, mas meio de lado, e disse "então bora, né?" Não sei por quê, mas comecei a fazer cócegas nela. Ela se jogou em cima de mim enquanto pedia pra parar entre gargalhadas. Não tava brava, isso era certeza. Continuei fazendo cócegas. Ela virou de costas pra mim, mas eu segurava ela enquanto cutucava as costelas dela. A bunda dela estava bem em cima da minha pélvis. Eu sentia a pica dura entre as nádegas dela. Pra se livrar das cócegas, ela se debateu um pouco. De repente, aquelas cócegas viraram uma briga de luta. Primeiro a gente tava de pé, depois a gente se jogava na cama enquanto continuava lutando. Lembram quando vocês eram mais novos e sopravam na barriga de alguém fazendo aquele barulho parecido com um peido? Então, comecei a fazer isso com ela. Ela tava rindo, nada brava. Nós dois estávamos nos divertindo. Continuei fazendo aquilo enquanto ela ria e ria, e então peguei a calça folgada dela pelas laterais e puxei pra baixo. "Ah, espera aí!" Mal terminou de falar isso, quando coloquei minha boca na bucetinha doce dela. Ela ainda tava de calcinha, mas mesmo assim, deu um gemidinho e eu comecei a chupar. sobre a calcinha dela como se fosse uma fruta Vania: ahh, ahh, espera, já, já, ahh No fundo ela não queria que eu parasse e eu também não queria parar, aquela buceta tinha um gosto delicioso mas ela finalmente se afastou "você ganhou o primeiro round mas faltam mais" eu não podia acreditar nessa mina, ela era realmente fantástica, divertida, gostosa e com vontade de putaria, eu peguei a palavra dela e me sentei na beira da cama pra continuar jogando luta, dessa vez quando eu dominei ela eu puxei a calcinha dela pro lado, com meus dedos eu separei os lábios dela e com minha língua lambi o clitóris dela como se fosse um pirulito, ela se tremia, gemia mais alto, me apertava de prazer, a buceta dela era linda, só um pouquinho mais escura que o resto do corpo mas os lábios eram rosadinhos, a área do púbis tinha pelinho bem aparado, era bem bonita "vamos pro próximo round" eu falei, sabendo que cada round a gente ia ficar mais perto de transar. Pro terceiro round, eu deixei ela me dominar um pouco, ela baixou minha calça mas o cheirinho do perfume dela não me deixava me conter, eu coloquei ela de bruços, com um dos meus pés eu segurava a cabeça dela enquanto puxava a calcinha dela pra baixo, levantei a bundinha dela e comecei a lamber o cu dela "ahh, ahh não para assim não!" parece que isso deixou ela nervosa, eu parei de lamber o cu dela (que sinceramente não tinha gosto nem cheiro ruim) pra voltar a chupar a buceta dela, eu já não aguentava mais, ela tava ali de quatro e eu com a pica aparecendo por um lado da cueca, eu baixei a cueca e comecei a penetrar ela, ela já tava bem molhada mas faltava um pouco de lubrificante "ai espera um pouquinho" ela virou pra mim, me deu um beijinho e cuspiu na minha pica pra me masturbar "por que você não chupa ela melhor?" eu falei "é que eu não sei como" ela respondeu, verdade que ela não era muito boa com a mão mas a situação fez o prazer aumentar, depois de um tempinho ela me empurrou e montou em cima de mim, começou a cavalgar do jeito que ela queria e eu deixei, ela se mexia deliciosamente, as carinhas de prazer dela não tinham preço comparação e o som dos gemidos dela era um verdadeiro deleite auditivo, ela ainda tava com a blusa então comecei a tirar, em um minuto aquele corpo lindo já tava pelado montando em mim, rebolando e se tremendo, queria comer ela do meu jeito, então inverti as posições, fiquei por cima dela tipo papai e mamãe e comecei a meter mais rápido, a respiração dela tava ofegante e ela pedia pra eu não parar, só diminuía um pouco o ritmo e ela pedia mais rápido, cansei das pernas então virei ela de quatro de novo, era uma delícia a vista que eu tinha na minha frente, aquela bunda gostosa moldada na academia e o corpo magrinho formavam um coração gostoso que eu tava penetrando o mais fundo que podia, queria enfiar no cu dela mas tava com medo de acabar com a foda, então cuspi um pouco e passei o dedão, ela segurou minha mão pra me parar mas eu enfiei tudo dentro da buceta dela pra ela se acalmar, funcionou, voltamos pra posição de cowgirl pra ela montar em mim, coloquei ela grudada no meu corpo e comecei a meter por baixo, nós dois gozando pra caralho, quando eu ia gozar puxei ela pelas nádegas pra cima pra tirar meu pau, o jato de porra espirrou nas nádegas e pernas dela, não foi uma quantidade de filme pornô mas foi uma boa quantidade, ela deitou em cima de mim, recuperamos o fôlego, peguei uma meia do meu criado-mudo pra limpar a porra das nádegas e pernas dela, demos um beijo e deitamos um pouco.
Durante o ato gostoso eu não percebi que minha esposa tinha me mandado mensagens e ligado, liguei pra ela e falei que já tava indo, eu e a Vania entramos no chuveiro rápido pra tirar o cheiro de sexo, ela não molhou o rosto pra não estragar a maquiagem. Saímos rapidinho, fomos de mãos dadas e conversando como se nada tivesse acontecido enquanto eu dirigia, como se fôssemos um casal jovem.
Chegamos no bar e pra minha esposa foi uma surpresa ver a Vania lá, Expliquei que íamos preparar uma surpresa pra ela, mas deu uns contratempos. Só que quando ela viu a Vânia ali, passou a raiva na hora. A noite seguiu como se nada tivesse acontecido, exceto que, de vez em quando, quando a Vânia levantava pra ir ao banheiro, eu também ia pra gente se beijar um pouco.
No final da noite, eu e minha esposa levamos a Vânia pra casa dela. Na despedida, ela me disse: "Espero que ano que vem se repita, dessa vez talvez eu deixe você fazer o que queria..." Aí ela aproveitou que minha esposa se distraiu no WhatsApp e me deu um beijo na boca.
No aniversário seguinte da minha esposa, as coisas se repetiram, e espero que esse ano também. Tenho mais umas duas histórias com a Vânia. Se quiserem saber, é só falar que eu conto de boa. Tenham um bom dia, amigos!
5 comentários - Infiel con la amiga de mi esposa