Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias.
Eu voltava pra casa, como toda tarde, quando de repente um carro parou do meu lado, dois homens desceram, me pegaram pelos braços e me jogaram pra dentro do veículo. Os dois caras, sentados cada um de um lado, seguravam meus braços com as mãos deles. Com a outra mão, os dois começaram a levantar minha camiseta, meus peitos apareceram na frente dos dois, que, virando pro motorista do carro, falaram que ele tinha tido bom olho ao decidir pegar essa mina. O motorista perguntou:
— Tem uns bicos espetaculares!
Enquanto isso, eu me esforçava pra me soltar, me amordaçaram e amarraram minhas mãos, mal conseguia fazer barulho. Já não sabia onde estava ou pra onde estavam indo. Sentia as mãos deles no meu fio dental, puxaram ele pra baixo, enfiavam e tiravam os dedos com força na minha buceta. O carro parou na frente de uma casa isolada. Os dois homens me tiraram do carro e me arrastaram pra dentro. O motorista cuidou dos meus bicos. Pegou eles entre os dedos, chupava, apertava e torcia, enquanto os outros continuavam me masturbando com os dedos. Me levaram pra uma cama, onde me deitaram e amarraram cada um dos meus braços e pernas nas barras da cama. Tiraram a mordaça.
— Me soltem, não me estuprem! Não me machuquem! — implorei.
Me senti impotente. Não ia conseguir me defender, enquanto decidiam quem ia ser o primeiro a me estuprar, continuavam fazendo a mesma coisa. Eu gemia, implorava e gritava em vão. O motorista ia ser o primeiro, que com os olhos acesos olhava pra minha buceta.
— Você vai ver como vou meter bem fundo. Se doer, cala a boca e aguenta.
Eu chorava em silêncio. Ele baixou a calça. Um pau enorme apareceu, eu tremi só de pensar que "aquilo" ia entrar na minha buceta. Minhas pernas estavam bem abertas, ele encostou a cabeça do pau nos meus lábios da buceta e empurrou de uma vez. Soltei um grito de dor quando ele me penetrou. Me comendo com força. Fiquei um tempão até sentir o sêmen dele invadindo minha buceta. Todo o peso dele se apoiava no meu corpo, enquanto eu sentia o cilindro que estava enfiado ir diminuindo. Finalmente ele se levantou e gritou pros colegas:
A puta é uma gostosa do caralho! Já podem comer ela.
Enquanto se vestia, entrou um. Que se preparava pra baixar as calças enquanto dizia:
Que tal essa vagabunda? Gozou a putinha?
Não sei se gozou ou não. Mas foi bom descarregar a porra. Já não aguentava mais — ele respondeu.
Tentei fechar as pernas. Tinha esquecido das amarras nos tornozelos. Ele colocou as mãos nos meus peitos e, de uma vez, enfiou o pau até o fundo da minha buceta já dolorida. Soltei um grito misturado de dor e surpresa. Já estava empalada de novo, e por um pau tão enorme quanto o anterior. Era uma agonia que se prolongou por vários minutos. Ele me fodia do mesmo jeito que o anterior, até que senti ele se esvaziar dentro da minha buceta. Agora faltava o terceiro, que entrou no quarto fixando o olhar nos meus bicos duros que se destacavam dos peitos. Pegou eles com os dedos e começou a brincar. Apertando mais e mais até eu soltar um gemido. Também com o pau escuro e enorme, me fodia com força até deixar a descarga dele na minha pussy. Agora minha pussy doía por causa da pancada dos paus e meus bicos por causa dos apertões. Entraram os dois jovens que tinham me estuprado antes.
Pra começar, ela tá bem boa — disse o que acabara de me estuprar.
Me soltaram da cama e me levaram pra um cavalete onde me amarraram, dobrada sobre a trave superior. Meus membros presos nas pernas do cavalete. O sêmen começou a escorrer da minha buceta e deslizar pelas coxas. Um começou a dar tapas na minha bunda. Depois, separando minhas nádegas, lubrificou com vaselina a entrada do meu cu e apoiou o pau. Meu cu era apertado, ele deve ter feito bastante força pra enfiar. Eu gritava desesperada. Depois de um tempo, ele gozou e os outros seguiram. dois. O último pegou uma vara que já tinham preparado e começou a meter e tirar da minha pussy por um bom tempo, eu desmaiei, enquanto ele fazia isso os outros dois pegaram algo comprido que dava pequenas descargas e usaram também ali. Ao terminar, foram embora e fecharam a porta com chave e do lado de fora apagaram as luzes. Na manhã seguinte, os três homens estavam no quarto fazendo comentários obscenos e sempre me tratando de slut. Antes do café da manhã, fui estuprada pelos três novamente pela pussy. Depois de me fazer limpar a cozinha e lavar os utensílios, me levaram para o quarto. Me amarraram na cama e colocaram um aparelho para manter minha boca aberta. O que tinha me estuprado primeiro pela pussy e pelo cu agora fazia pela boca.
Quero gozar na sua boca e que você engula o esperma. Não quero nem uma gota fora da sua boca, ele disse.
Tirou o pau e colocou na minha boca aberta. Não pude evitar que a glande dele tocasse o céu da boca. Ajudado pelos meus lábios e pelas próprias mãos dele, depois de alguns minutos descarregou o gozo, eu engolindo tudo. Seguiram os outros dois. As três gozadas eu engoli, sentia minha boca pastosa, ainda tinha que ficar aberta por causa do aparelho que tinham colocado. Um disse:
O que acham de darmos uns tapas na pussy e nos peitos dela? Deixá-la assim e não fazer nada seria uma pena.
Todos concordaram. Foi buscar um chicote.
Passavam o chicote de um para o outro e com força renovada me batiam nos dois lados e também de novo com a picana. Depois, um por um me penetrou na minha pussy de forma selvagem enquanto eu continuava amarrada na cama. Perto do meio-dia, se aproximaram e um começou a apertar meus peitos com as mãos, puxou meus mamilos, torceu eles. Depois começou a bater neles com o punho fechado. Eu estava indefesa, só podia reclamar e gemer. Me amarraram então de costas para uma coluna, com meus braços amarrados por trás dela. Os peitos Estavam roxas dos golpes que levei. Me foderam de novo pela buceta, cada um até descarregar as gozadas deles. Já chegando a noite, solta da coluna. Os três estavam bem quentes e pelados, viviam no tesão, me deitaram na cama e abriram minhas pernas, eu nem tinha força pra resistir. Depois que os três passaram pelos meus três buracos até gozar em cada um, devo ter dormido encolhida. Umas algemas uniam meus pulsos e tornozelos e, como sempre, só com minha calcinha fio dental, que eles puxavam na hora do estupro. De manhã fui estuprada e depois açoitada na bunda. Pouco depois do meio-dia, depois de receber as picas e gozadas deles nos meus três buracos, suspenderam meus braços com as pernas abertas. Começaram a meter e tirar coisas diferentes na minha buceta, eu, entre gemidos, pedia pra parar. Eu ainda não tinha me recuperado. Quando minha buceta tava no vermelho, me baixaram e mandaram me vestir com algo que mal cobria meus peitos e a raba. Tava começando a escurecer. Me levaram pro carro e se sentaram nos mesmos lugares da primeira vez. Vendaram meus olhos e o carro arrancou. Pouco depois de andar, as mãos dos dois jovens que me vigiavam começaram a percorrer todo meu corpo, até as partes mais íntimas. Eu, com medo, deixava fazer. Assim andamos por um tempo que não consegui precisar. De repente, o carro parou. Um disse: "Agora você vai descer do carro e ir até o posto de gasolina, que ficava no meio do nada, mal passavam caminhoneiros que usavam aquele posto, e entra no banheiro masculino, se tranca num cubículo, senta e finge que tá dormindo, e não abre os olhos por um bom tempo." Me encaminhei até lá, entrei e fiz o que mandaram. Tinha que ficar lá a noite toda, cada homem que entrava não acreditava no que via, não teve um que não me comesse até gozar dentro de mim, às vezes mais de um ao mesmo tempo, eu tinha ordem de não abrir os olhos, acho que até os que trabalham lá me estupraram. Antes de amanhecer eu já estava sozinha e abri os olhos, tudo doía, fui até o carro e entrei. Me vendaram os olhos de novo e voltamos pra casa onde me jogaram na cama e eu dormi. No meio do dia me acordaram e tinha alguém que queria me conhecer, me levaram até ele do jeito que eu estava vestida e com os olhos vendados, e dessa vez me amarraram. Quando chegamos, descemos e lá dentro tiraram a venda, mas eu ainda estava com as mãos amarradas. Apareceu o cara, um velho dono de um puteiro que me observou, apalpou meus peitos e minha bunda, enfiou os dedos na minha buceta. Quero que um dos meus rapazes prove ela. Ele é quem testa as putas, disse o homem. Ele entrou, me pegou pelo pulso e me levou pra um quarto onde me jogou de barriga pra cima na cama, eu ainda tava sem forças. Enquanto isso, um comentava lá embaixo com o homem: Já tinha avisado, senhor, é uma putinha inexperiente, mas serve. Acho que vai ter bons clientes. Faz só uma semana que a gente estupra ela e um grupo grande ontem à noite. O cara que ia me estuprar parecia um segurança e o pau dele era bestial. Ele passou um bom tempo me comendo com força por todos os meus buracos até gozar em cada um. Quando terminou, tudo doía, não só tinha me fodido com o pênis dele, mas quando enfiou na minha buceta, ainda meteu um consolador gigante, fazendo uma dupla penetração e mais dor ainda. Nós temos dois tipos de putas. As putas comuns, que deixam comer por dinheiro, e as putas submissas, que além de deixar comer, deixam os clientes de vez em quando bater nelas. Acho que ela pode entrar na segunda categoria, disse o encarregado. Subiram os três pro quarto, o velho amarrou meus pulsos numa argola fixa numa viga do teto. Fiquei com os braços esticados acima da cabeça, igual quando fizeram na casa onde eu tava sequestrada. Ele pegou uma vara bem flexível de vime e começou a me bater na bunda, nos peitos e na buceta. buceta, eu gemia de dor. O velho começou a ficar excitado, os outros viam tudo. O velho puxou uma rola tão bestial quanto a do cara que tinha acabado de me estuprar, enfiou de uma vez e me comeu com força por um tempo, terminou enchendo minha buceta.
Só serve como puta submissa. Alguns homens, depois de comer, querem castigá-las, disse o velho.
O velho pegou meus mamilos e torceu eles enquanto apertava com força. Eu já não tinha forças nem pra gritar.
Não dou mais de dois mil dólares. Ah, e vou comer ela quando eu quiser, até vou usar como empregada, ele disse.
Aceitaram e os três saíram do lugar. De segunda a sexta eu ficava lá, e nos outros dois dias com eles (iam me estuprar de novo e fazer coisas como as do posto de gasolina). Eu tinha que ficar à disposição de todos que quisessem me comer e me castigar, inclusive do velho e dos seus caras. Quando voltei no primeiro sábado, depois de ficar até as seis da manhã, tava morta de cansaço e toda dolorida. Em cinco dias de trabalho, fui comida por 50 homens, vários deles depois de transar tinham me açoitado, enfiado coisas na minha buceta, mijado em mim, e ainda por cima o velho e seus manos. Deitei pra descansar, e mesmo dormindo fui estuprada pelos três que me sequestraram, de tão exausta nem acordava. Dormi um dia inteiro, mas acordei cansada, cheia de porra, nem sei quantas vezes eles me comeram enquanto eu dormia. Naquele domingo, me levaram vendada e de mãos amarradas pra um prédio abandonado onde vários mendigos se juntam e me ofereceram pra eles, que aceitaram de boa. E assim toda semana a mesma coisa: de segunda a sexta trabalhava no puteiro, sábado dormia na casa enquanto eles abusavam de mim, e no domingo me levavam, sempre de noite, pra lugares diferentes pra me entregar e outros me estuprar também. O primeiro ano no puteiro foi um terror. Os clientes e o velho tinham me castigado no corpo todo e comido selvagemente. Eu tinha marcas de chicote, Queimaduras, cordas e correntes por toda parte. Pela minha buceta já penetraram os objetos mais incríveis e de tamanhos monstruosos, recebi dupla e até tripla vaginal, até mijadas na boca e na buceta, fiz ménage, hmh, gangbang. Depois descobri que o primeiro ano era assim, já que era tipo uma iniciação e um teste ao mesmo tempo. O velho aceitou que eu trabalhasse mais um ano, mas se eu morasse com ele, pra trabalhar cinco dias por semana, e nos outros dois, em vez de ir com eles, seria só dele e dos seus rapazes. Eles aceitaram e foram embora, mas não sem antes me foder por todos os lados.
Vamos tratar essa puta como ela merece — disse o velho ao se despedir deles.
Me colocaram umas algemas e uma venda nos olhos e me levaram pra um quarto esperar os clientes que logo chegariam.
Eu voltava pra casa, como toda tarde, quando de repente um carro parou do meu lado, dois homens desceram, me pegaram pelos braços e me jogaram pra dentro do veículo. Os dois caras, sentados cada um de um lado, seguravam meus braços com as mãos deles. Com a outra mão, os dois começaram a levantar minha camiseta, meus peitos apareceram na frente dos dois, que, virando pro motorista do carro, falaram que ele tinha tido bom olho ao decidir pegar essa mina. O motorista perguntou:
— Tem uns bicos espetaculares!
Enquanto isso, eu me esforçava pra me soltar, me amordaçaram e amarraram minhas mãos, mal conseguia fazer barulho. Já não sabia onde estava ou pra onde estavam indo. Sentia as mãos deles no meu fio dental, puxaram ele pra baixo, enfiavam e tiravam os dedos com força na minha buceta. O carro parou na frente de uma casa isolada. Os dois homens me tiraram do carro e me arrastaram pra dentro. O motorista cuidou dos meus bicos. Pegou eles entre os dedos, chupava, apertava e torcia, enquanto os outros continuavam me masturbando com os dedos. Me levaram pra uma cama, onde me deitaram e amarraram cada um dos meus braços e pernas nas barras da cama. Tiraram a mordaça.
— Me soltem, não me estuprem! Não me machuquem! — implorei.
Me senti impotente. Não ia conseguir me defender, enquanto decidiam quem ia ser o primeiro a me estuprar, continuavam fazendo a mesma coisa. Eu gemia, implorava e gritava em vão. O motorista ia ser o primeiro, que com os olhos acesos olhava pra minha buceta.
— Você vai ver como vou meter bem fundo. Se doer, cala a boca e aguenta.
Eu chorava em silêncio. Ele baixou a calça. Um pau enorme apareceu, eu tremi só de pensar que "aquilo" ia entrar na minha buceta. Minhas pernas estavam bem abertas, ele encostou a cabeça do pau nos meus lábios da buceta e empurrou de uma vez. Soltei um grito de dor quando ele me penetrou. Me comendo com força. Fiquei um tempão até sentir o sêmen dele invadindo minha buceta. Todo o peso dele se apoiava no meu corpo, enquanto eu sentia o cilindro que estava enfiado ir diminuindo. Finalmente ele se levantou e gritou pros colegas:
A puta é uma gostosa do caralho! Já podem comer ela.
Enquanto se vestia, entrou um. Que se preparava pra baixar as calças enquanto dizia:
Que tal essa vagabunda? Gozou a putinha?
Não sei se gozou ou não. Mas foi bom descarregar a porra. Já não aguentava mais — ele respondeu.
Tentei fechar as pernas. Tinha esquecido das amarras nos tornozelos. Ele colocou as mãos nos meus peitos e, de uma vez, enfiou o pau até o fundo da minha buceta já dolorida. Soltei um grito misturado de dor e surpresa. Já estava empalada de novo, e por um pau tão enorme quanto o anterior. Era uma agonia que se prolongou por vários minutos. Ele me fodia do mesmo jeito que o anterior, até que senti ele se esvaziar dentro da minha buceta. Agora faltava o terceiro, que entrou no quarto fixando o olhar nos meus bicos duros que se destacavam dos peitos. Pegou eles com os dedos e começou a brincar. Apertando mais e mais até eu soltar um gemido. Também com o pau escuro e enorme, me fodia com força até deixar a descarga dele na minha pussy. Agora minha pussy doía por causa da pancada dos paus e meus bicos por causa dos apertões. Entraram os dois jovens que tinham me estuprado antes.
Pra começar, ela tá bem boa — disse o que acabara de me estuprar.
Me soltaram da cama e me levaram pra um cavalete onde me amarraram, dobrada sobre a trave superior. Meus membros presos nas pernas do cavalete. O sêmen começou a escorrer da minha buceta e deslizar pelas coxas. Um começou a dar tapas na minha bunda. Depois, separando minhas nádegas, lubrificou com vaselina a entrada do meu cu e apoiou o pau. Meu cu era apertado, ele deve ter feito bastante força pra enfiar. Eu gritava desesperada. Depois de um tempo, ele gozou e os outros seguiram. dois. O último pegou uma vara que já tinham preparado e começou a meter e tirar da minha pussy por um bom tempo, eu desmaiei, enquanto ele fazia isso os outros dois pegaram algo comprido que dava pequenas descargas e usaram também ali. Ao terminar, foram embora e fecharam a porta com chave e do lado de fora apagaram as luzes. Na manhã seguinte, os três homens estavam no quarto fazendo comentários obscenos e sempre me tratando de slut. Antes do café da manhã, fui estuprada pelos três novamente pela pussy. Depois de me fazer limpar a cozinha e lavar os utensílios, me levaram para o quarto. Me amarraram na cama e colocaram um aparelho para manter minha boca aberta. O que tinha me estuprado primeiro pela pussy e pelo cu agora fazia pela boca.
Quero gozar na sua boca e que você engula o esperma. Não quero nem uma gota fora da sua boca, ele disse.
Tirou o pau e colocou na minha boca aberta. Não pude evitar que a glande dele tocasse o céu da boca. Ajudado pelos meus lábios e pelas próprias mãos dele, depois de alguns minutos descarregou o gozo, eu engolindo tudo. Seguiram os outros dois. As três gozadas eu engoli, sentia minha boca pastosa, ainda tinha que ficar aberta por causa do aparelho que tinham colocado. Um disse:
O que acham de darmos uns tapas na pussy e nos peitos dela? Deixá-la assim e não fazer nada seria uma pena.
Todos concordaram. Foi buscar um chicote.
Passavam o chicote de um para o outro e com força renovada me batiam nos dois lados e também de novo com a picana. Depois, um por um me penetrou na minha pussy de forma selvagem enquanto eu continuava amarrada na cama. Perto do meio-dia, se aproximaram e um começou a apertar meus peitos com as mãos, puxou meus mamilos, torceu eles. Depois começou a bater neles com o punho fechado. Eu estava indefesa, só podia reclamar e gemer. Me amarraram então de costas para uma coluna, com meus braços amarrados por trás dela. Os peitos Estavam roxas dos golpes que levei. Me foderam de novo pela buceta, cada um até descarregar as gozadas deles. Já chegando a noite, solta da coluna. Os três estavam bem quentes e pelados, viviam no tesão, me deitaram na cama e abriram minhas pernas, eu nem tinha força pra resistir. Depois que os três passaram pelos meus três buracos até gozar em cada um, devo ter dormido encolhida. Umas algemas uniam meus pulsos e tornozelos e, como sempre, só com minha calcinha fio dental, que eles puxavam na hora do estupro. De manhã fui estuprada e depois açoitada na bunda. Pouco depois do meio-dia, depois de receber as picas e gozadas deles nos meus três buracos, suspenderam meus braços com as pernas abertas. Começaram a meter e tirar coisas diferentes na minha buceta, eu, entre gemidos, pedia pra parar. Eu ainda não tinha me recuperado. Quando minha buceta tava no vermelho, me baixaram e mandaram me vestir com algo que mal cobria meus peitos e a raba. Tava começando a escurecer. Me levaram pro carro e se sentaram nos mesmos lugares da primeira vez. Vendaram meus olhos e o carro arrancou. Pouco depois de andar, as mãos dos dois jovens que me vigiavam começaram a percorrer todo meu corpo, até as partes mais íntimas. Eu, com medo, deixava fazer. Assim andamos por um tempo que não consegui precisar. De repente, o carro parou. Um disse: "Agora você vai descer do carro e ir até o posto de gasolina, que ficava no meio do nada, mal passavam caminhoneiros que usavam aquele posto, e entra no banheiro masculino, se tranca num cubículo, senta e finge que tá dormindo, e não abre os olhos por um bom tempo." Me encaminhei até lá, entrei e fiz o que mandaram. Tinha que ficar lá a noite toda, cada homem que entrava não acreditava no que via, não teve um que não me comesse até gozar dentro de mim, às vezes mais de um ao mesmo tempo, eu tinha ordem de não abrir os olhos, acho que até os que trabalham lá me estupraram. Antes de amanhecer eu já estava sozinha e abri os olhos, tudo doía, fui até o carro e entrei. Me vendaram os olhos de novo e voltamos pra casa onde me jogaram na cama e eu dormi. No meio do dia me acordaram e tinha alguém que queria me conhecer, me levaram até ele do jeito que eu estava vestida e com os olhos vendados, e dessa vez me amarraram. Quando chegamos, descemos e lá dentro tiraram a venda, mas eu ainda estava com as mãos amarradas. Apareceu o cara, um velho dono de um puteiro que me observou, apalpou meus peitos e minha bunda, enfiou os dedos na minha buceta. Quero que um dos meus rapazes prove ela. Ele é quem testa as putas, disse o homem. Ele entrou, me pegou pelo pulso e me levou pra um quarto onde me jogou de barriga pra cima na cama, eu ainda tava sem forças. Enquanto isso, um comentava lá embaixo com o homem: Já tinha avisado, senhor, é uma putinha inexperiente, mas serve. Acho que vai ter bons clientes. Faz só uma semana que a gente estupra ela e um grupo grande ontem à noite. O cara que ia me estuprar parecia um segurança e o pau dele era bestial. Ele passou um bom tempo me comendo com força por todos os meus buracos até gozar em cada um. Quando terminou, tudo doía, não só tinha me fodido com o pênis dele, mas quando enfiou na minha buceta, ainda meteu um consolador gigante, fazendo uma dupla penetração e mais dor ainda. Nós temos dois tipos de putas. As putas comuns, que deixam comer por dinheiro, e as putas submissas, que além de deixar comer, deixam os clientes de vez em quando bater nelas. Acho que ela pode entrar na segunda categoria, disse o encarregado. Subiram os três pro quarto, o velho amarrou meus pulsos numa argola fixa numa viga do teto. Fiquei com os braços esticados acima da cabeça, igual quando fizeram na casa onde eu tava sequestrada. Ele pegou uma vara bem flexível de vime e começou a me bater na bunda, nos peitos e na buceta. buceta, eu gemia de dor. O velho começou a ficar excitado, os outros viam tudo. O velho puxou uma rola tão bestial quanto a do cara que tinha acabado de me estuprar, enfiou de uma vez e me comeu com força por um tempo, terminou enchendo minha buceta.
Só serve como puta submissa. Alguns homens, depois de comer, querem castigá-las, disse o velho.
O velho pegou meus mamilos e torceu eles enquanto apertava com força. Eu já não tinha forças nem pra gritar.
Não dou mais de dois mil dólares. Ah, e vou comer ela quando eu quiser, até vou usar como empregada, ele disse.
Aceitaram e os três saíram do lugar. De segunda a sexta eu ficava lá, e nos outros dois dias com eles (iam me estuprar de novo e fazer coisas como as do posto de gasolina). Eu tinha que ficar à disposição de todos que quisessem me comer e me castigar, inclusive do velho e dos seus caras. Quando voltei no primeiro sábado, depois de ficar até as seis da manhã, tava morta de cansaço e toda dolorida. Em cinco dias de trabalho, fui comida por 50 homens, vários deles depois de transar tinham me açoitado, enfiado coisas na minha buceta, mijado em mim, e ainda por cima o velho e seus manos. Deitei pra descansar, e mesmo dormindo fui estuprada pelos três que me sequestraram, de tão exausta nem acordava. Dormi um dia inteiro, mas acordei cansada, cheia de porra, nem sei quantas vezes eles me comeram enquanto eu dormia. Naquele domingo, me levaram vendada e de mãos amarradas pra um prédio abandonado onde vários mendigos se juntam e me ofereceram pra eles, que aceitaram de boa. E assim toda semana a mesma coisa: de segunda a sexta trabalhava no puteiro, sábado dormia na casa enquanto eles abusavam de mim, e no domingo me levavam, sempre de noite, pra lugares diferentes pra me entregar e outros me estuprar também. O primeiro ano no puteiro foi um terror. Os clientes e o velho tinham me castigado no corpo todo e comido selvagemente. Eu tinha marcas de chicote, Queimaduras, cordas e correntes por toda parte. Pela minha buceta já penetraram os objetos mais incríveis e de tamanhos monstruosos, recebi dupla e até tripla vaginal, até mijadas na boca e na buceta, fiz ménage, hmh, gangbang. Depois descobri que o primeiro ano era assim, já que era tipo uma iniciação e um teste ao mesmo tempo. O velho aceitou que eu trabalhasse mais um ano, mas se eu morasse com ele, pra trabalhar cinco dias por semana, e nos outros dois, em vez de ir com eles, seria só dele e dos seus rapazes. Eles aceitaram e foram embora, mas não sem antes me foder por todos os lados.
Vamos tratar essa puta como ela merece — disse o velho ao se despedir deles.
Me colocaram umas algemas e uma venda nos olhos e me levaram pra um quarto esperar os clientes que logo chegariam.
1 comentários - O sequestro foi só o começo