Minha enteada gostosa

Quando éramos crianças, eu tinha uma primastra por parte de pai. Só via ela nos aniversários da minha avó. Quando minha avó morreu, cortamos todo contato com aquela parte da família. Pouco tempo depois, fui até a casa para pegar algumas coisas que ainda estavam lá e limpar, pra poder alugar. Depois de um tempo, ouvi a porta abrindo. Era a Verônica, a enteada do lixo do outro filho da minha avó (odiava meu tio por razões que não vêm ao caso).

Eu — Oi, o que cê tá fazendo aqui?
V — Oi, trabalho na imobiliária que vai alugar a casa. O Héctor não te avisou?
Eu — Não, com seu padrasto eu não falo. Também não me surpreende ele querer fazer o negócio dele...
V — É, pois é. Vim ver como tá a casa e se precisa pintar ou algo assim.
Eu — Ok, entra.

Enquanto isso, continuei limpando. Passei os minutos seguintes fazendo pouco e olhando muito. Verônica e eu já não éramos mais crianças. Ela agora tinha uma rabeta que eu nem imaginava, apertada numa calça social azul, uma cintura fina e uns peitos que achei que deviam ser médios pelo jeito que o blazer caía nela.

Num dado momento, ela me chamou pra ajudar a mover um móvel. Tinha tirado o blazer e tava com uma camiseta branca sem sutiã! Mesmo o tecido não sendo muito fino, dava pra ver os biquinhos marcando de leve. Fiquei excitado.

V — Queria mover essa cômoda pra tirar a medida certa da parede. Me ajuda a empurrar?
Eu — Fecha, você de um lado e eu do outro.

Quando ela apertou o peito contra o móvel pra segurar, quase saltaram os olhos. Ela deve ter percebido alguma coisa, porque ficou vermelha e baixou o olhar. Depois me pediu ajuda pra medir algo na parede.

V — Segura a fita aqui em cima pra mim?
Eu — Ok.

Fiquei esticado com a mão pra cima encostada na parede, enquanto ela se abaixava até alcançar o chão com a fita métrica. Quando olhei pra baixo, os olhos dela estavam no meu volume. Automaticamente, ele acordou. Eu tava usando um moletom folgado, então dava pra ver o pacote marcando.

Verônica arregalou os olhos e se levantou num pulo.
V — Ai, que... calor me deu... Fiquei meio tonto... Tem algo pra beber? Eu- Já vou te trazer. Quando voltei com umas cervejas e um refri pra disfarçar, encontrei ela sentada no sofá velho da sala. Ela segurava a cabeça e os mamilos estavam durinhos. V- Ah que bom que você voltou! Tava me sentindo mal... Ehh cerveja me dá! Eu, que entrava com as latas na mão, me mexi rápido e servi um copo pra ela na hora, sentei do lado e toquei a testa dela com minha mão fria. Eu- Licença, vê se isso ajuda. V- Mmm sim... Ela mantinha os olhos fechados e eu mantinha os meus nos peitos dela, que subiam e desciam com a respiração funda. O cheiro do perfume dela me enlouquecia. Quando tirei a mão, ela me olhou com olhinhos vidrados. V- Quanto tempo que não te via, Guille... Já não é mais um menininho... Eu- Não, já não sou mais nenhum menininho. V- Te vejo agora e me sinto uma velha feia haha Eu- Que isso, se você é... Se você é uma gatinha linda! V- Você acha? Sabia que já sou uma mulher separada? Eu- O quê? Mas se você não tem nem 30 anos! V- Sim, mas pro meu ex eu já não sou desejável. Eu- Que idiota! Eu te dava demais! Ela levantou de repente e tirou o blazer. Posando pra mim, se virava e mostrava as curvas, sorrindo. V- Nisso você daria? Cê acha que eu tô gostosa? Eu- Sim. Claro! V- O que você gosta mais, minha raba ou meus peitos? Olhei bem pra ela antes de responder. Tinha mais bunda do que peito, mas os peitos eram bem empinados. Eu- Mmm difícil... Ia ter que ver melhor, mais de perto... V- Cê é atrevido hein Guille! (Falou me olhando com um brilho nos olhos) Eu- Ué, você me mostra e me faz desejar! Ela sentou do meu lado, com a cara colada na minha e toda vermelha falou: V- Cê me deseja? Eu não aguentei mais e, como resposta, peguei ela pelo rosto e beijei com gosto. A gente se comeu de boca e se apalpou por todo lado. Ela puxava minha roupa e eu me despia. Fiquei pelado na frente dela com a piroca dura. Ela não tirava os olhos de lá. Eu- Agora vou te despir! V- Mmm, bora! Ajudei ela a levantar e tirei a camiseta dela. Olhei pros tetas médias com uns biquinhos rosas lindos, e chupei igual um menino tímido, com beijos suaves. Eu — Que tetas lindas que você tem! V — Mmh ah.. Aí fui baixar a calça dela e deixei só de fio dental. Parei pra admirar aquele rabo, grande e redondo. Eu — Epa! Mas que Booty! Ajoelha no sofá assim que te vejo melhor! V — Que malvado! Ela obedeceu e, arrebitando bem a bundinha, perguntou: V — Tá bom assim? Eu — Es pec ta cu laaar! Cheguei perto e passei a língua enquanto tirava o fio dental. Aí ataquei aquela buceta a lambidas. V — Aai ai... Tá me comendo toda! Eu — Tô só começando... E você é uma delícia por todos os lados! Continuei chupando aquela buceta macia e carnuda. Tava ensopada e gostosa. Quando ela gozou se tremendo em uns 2 ou 3 minutos, me implorou. V — Mete a piroca, pelo amor de Deus! Eu — Às suas ordens! Olhei pra buceta dela toda pronta e molhada, e pra minha piroca inchada com uma gotinha transparente na ponta, e pensei que ia durar bem pouco, mas que ia aproveitar. Enfiei tudo de uma vez só, segurando naquele rabão. V — Aaai sim... Que piroca linda! Me come, Guille gostoso! Eu — Isso! Vou te comer todinha, linda! A buceta dela era exatamente como imaginei, apertada e macia. Comi ela assim nessa posição por uns 2 minutos e pensei que tinha que mudar ou ia gozar na hora. Tirei e sentei no sofá. Eu — Vem pra cima de mim, assim posso chupar essas tetas divinas! V — Você sabe como deixar uma mulher feliz, hein! Kkkk Ela sentou na minha piroca soltando um "aaaahh" enquanto eu atacava os biquinhos dela com a boca. V — Aaah... Assim eu gosto mais! Ela me agarrou pelos cabelos da nuca, me beijou desesperadamente e empurrou minha boca de volta pras tetas dela. Eu segurava na bunda dela, acompanhando a cavalgada pra cima e pra baixo. Uns minutos depois, eu falei: Eu — Vou gozar a qualquer momento! V — Ah é? Ela me olhou com um sorriso de puta e começou a fazer movimentos mais lentos e profundos. Eu — Aaahh... Assim vou gozar já! V — Eu sei! Ela segurou minhas mãos e colocou Em cima da minha cabeça, contra a parede. Eu- Aaaah Acabooooo! Gozei com força, soltando tudo dentro a cada contração do meu pau. Era um prazer intenso gozar dentro dessa buceta. V- Ai siiiim! Dentro! Adoro gozar dentro! Você tá muito quente, Guille! Aaai! Ela relaxou uns segundos, se deixando cair sobre mim. Quando se levantou, saiu muito sêmen. V- Aaahh... Quanto gozo que você tinha! Nunca me encheram tanto. Ela me mostrava o que juntava com a mão. Se aquilo tinha saído, devia ficar muito mais dentro. A ideia me excitou. Eu- Se você for boa comigo, posso te encher ainda mais! V- Posso ser MUITO boa! Ela se ajoelhou no sofá ao meu lado e se inclinou pra chupar meu pau. Lambeu, sugou e engoliu o que restava de gozo, me deixando bem limpinho. Depois de um momento, já tava pronto pra meter de novo. Ela se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. V- Me come agora! Eu me joguei em cima dela e enfiei até o fundo. V- Aaah, como você gosta de me comer! Eu- Adoro te comer! Adoro sua buceta! V- E meus peitos? Você gosta? Eu- Também adoro seus peitos. Comecei a chupar os peitos dela, enquanto a penetrava ritmicamente, entrando até bater minha pélvis na dela e saindo até a metade. V- Aah aah continua chupando meus peitos que eu vou gozar, Guille! Ai ai ai Sem tirar minha boca dos mamilos dela, aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas. V- Aaaaaai siiiim... Aaaahh... Mais devagar, por favor. Diminui um pouco... Eu me levantei e ajudei ela a sentar. Me ajoelhei no chão, abri as pernas dela e meti bem devagarinho. V- Você não me dá trégua, filho da puta! Eu- Como não? Olha que devagar que eu tô me mexendo! Eu a penetrava bem devagar, sem chegar fundo. Os dois olhávamos como nossos sexos se uniam, totalmente lubrificados pelo meu gozo e pelos fluidos dela. V- Ahh... Me come mais forte! Eu- Tava esperando você pedir! Mudamos de posição de novo. Ela ficou de joelhos no sofá, apontando a bunda pra mim. Eu me levantei e enfiei de novo, mais duro e mais fundo que antes. V- Ah-ai Si-i... A-sim que eu gosto maaais!  Furei ela um tempão e parei pra respirar. Tirei e vi a buceta dela bem vermelhinha. V- Continua, pelo amor! Não esquece o que me prometeu! Eu- Não esqueço não. É que não canso de olhar pra você! Abri a buceta dela de tão tarado. Isso fez ela gemer. Sem soltar, meti de novo e tirei tudo um pouco. Brinquei com ela, até perceber que tava desperdiçando aquela rabuda. V- Mete forte, eu tô pedindoo! Eu- Já já, rainha! Agarrei ela pelas nádegas e separei enquanto bombava forte. Os choques dos nossos corpos faziam um barulho molhado que me excitava mais e mais. Deixei cair um fio de cuspe no buraquinho dela e passei o dedão. V- Mmh... O que cê vai fazer? Eu- Enfiar um dedo nesse cuzão gostoso que você tem! V- Aaaai que malvado! Enfiei o dedão inteiro enquanto não parava de foder aquela buceta enlouquecedora. Ela começou a gemer que nem uma louca, o que me esquentou ainda mais. Ia gozar logo. V- Aah aaah aaai... Não aguento maaais! Eu- Eu também não! Vou gozar... Vou te enchê! V- Aaaai sim sim siiiim! Enfiei uma última vez até o fundo. Senti um jorro saindo a torrentes do meu pau, inundando o útero dela sem dó. Não conseguia me mexer de tanto prazer que tomava meu corpo. V- Aaah... você me fez gozar com seu gozo! Nunca me deram tanto... Ou me encheram tanto! Kkkk Eu- Foi um prazer! Kkk Me mexi devagar mais um pouco, pra garantir que tinha deixado tudo bem dentro, e tirei. Umas gotas escorreram decorando os lábios avermelhados da buceta dela. Me senti satisfeito e sentei do lado dela. Ela se virou mostrando a buceta e me olhando nos olhos. V- Valeu, Guille! Me deu o que eu precisava! Adorei! Eu- Idem! Você me enlouqueceu. Ela se aproximou e me beijou enquanto acariciava meu pau. V- Muito obrigada! Enfiou meu pau mole na boca e chupou até não deixar vestígio de porra. V- Mmh... Muito bom! Hihi Ela se levantou e foi pro banheiro. Saiu fresca e vestida. A imité. Tomamos algo pra relaxar e saímos. Já era noite. Na porta, ela me deu um beijão. V- Me avisa quando tiver que voltar, que eu te ajudo! Fim

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