Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias.
Numa segunda-feira de manhã, cheguei na casa onde começaria a trabalhar. Me deram o avental e umas roupas que pareciam curtas e decotadas. Me troquei e, pra ficar mais à vontade, tirei o sutiã e comecei a esfregar o chão. O velho que me contratou não parava de me olhar, sentado na poltrona dele. Enfiou a mão por baixo da calça e começou a se masturbar, o pau ficou duro. Quando terminei as tarefas, me disseram que eu podia deitar e descansar um pouco. Me joguei na cama e dormi. Acordei um tempo depois e fiz o jantar. De repente, o velho apareceu por trás e enfiou os dedos na minha buceta por baixo da calcinha fio dental. Enfiava e tirava, uma e outra vez, e dizia:
— Você é minha empregada e posso fazer o que eu quiser. Aqui se faz o que eu mando — falou bem alto.
Ele abriu minha blusa e acariciou meus peitos, levantou minha saia, puxou minha calcinha de lado e meteu de uma vez.
— Não, não, por favor — implorei.
Ele começou a entrar e sair, doÃa muito. O pau dele era enorme, me penetrava com fúria. Eu me segurava na mesa da cozinha, desejando que ele terminasse logo. Ele gozou, me inundando com o esperma dele.
— Vira e se veste — ele disse, e foi embora.
Fiz o jantar e servi. No dia seguinte, acordei cedo, tomei café, tomei banho. Tava nessa quando o velho apareceu e enfiou o pau na minha boca.
— Chupa, puta — ele mandou.
Ele segurava minha cabeça, me comia com força, eu quase engasgava, até que ele gozou. Entrou na banheira, eu tava assustada.
— Você vai ser minha puta, vai fazer o que eu mandar. Entendeu?
Eu concordei com a cabeça, e ele chupou meus peitos, se abaixou e enfiou os dedos na minha buceta, enfiava e tirava rápido. Meteu o pau na minha buceta, subia e descia com força por um bom tempo até gozar e sair de dentro de mim.
— Termina seu banho e prepara a comida — e foi embora.
Fiquei sem forças. Meu pesadelo tinha acabado de começar.
Numa segunda-feira de manhã, cheguei na casa onde começaria a trabalhar. Me deram o avental e umas roupas que pareciam curtas e decotadas. Me troquei e, pra ficar mais à vontade, tirei o sutiã e comecei a esfregar o chão. O velho que me contratou não parava de me olhar, sentado na poltrona dele. Enfiou a mão por baixo da calça e começou a se masturbar, o pau ficou duro. Quando terminei as tarefas, me disseram que eu podia deitar e descansar um pouco. Me joguei na cama e dormi. Acordei um tempo depois e fiz o jantar. De repente, o velho apareceu por trás e enfiou os dedos na minha buceta por baixo da calcinha fio dental. Enfiava e tirava, uma e outra vez, e dizia:
— Você é minha empregada e posso fazer o que eu quiser. Aqui se faz o que eu mando — falou bem alto.
Ele abriu minha blusa e acariciou meus peitos, levantou minha saia, puxou minha calcinha de lado e meteu de uma vez.
— Não, não, por favor — implorei.
Ele começou a entrar e sair, doÃa muito. O pau dele era enorme, me penetrava com fúria. Eu me segurava na mesa da cozinha, desejando que ele terminasse logo. Ele gozou, me inundando com o esperma dele.
— Vira e se veste — ele disse, e foi embora.
Fiz o jantar e servi. No dia seguinte, acordei cedo, tomei café, tomei banho. Tava nessa quando o velho apareceu e enfiou o pau na minha boca.
— Chupa, puta — ele mandou.
Ele segurava minha cabeça, me comia com força, eu quase engasgava, até que ele gozou. Entrou na banheira, eu tava assustada.
— Você vai ser minha puta, vai fazer o que eu mandar. Entendeu?
Eu concordei com a cabeça, e ele chupou meus peitos, se abaixou e enfiou os dedos na minha buceta, enfiava e tirava rápido. Meteu o pau na minha buceta, subia e descia com força por um bom tempo até gozar e sair de dentro de mim.
— Termina seu banho e prepara a comida — e foi embora.
Fiquei sem forças. Meu pesadelo tinha acabado de começar.
1 comentários - Criada puta