Bom, hoje venho contar mais um dos vários encontros que tive com a Andre. Se você não leu os capítulos anteriores, leia pra entender. Isso é real. E como vocês sabem, corto os rostos nas fotos pra preservar as identidades. Como contei no relato anterior, ela pediu pra gente parar de se ver por um tempo. Mas no mesmo dia que ela me disse isso, a filha dela, a Micaela, me chamou - e ela não era nada mal não, deixo uma foto dela aqui
A conversa pelo WhatsApp foi bem curta
M. Me escuta, às 19h te espero na pracinha ou falo com seu pai
Y. 18:30 eu tô lá, não fala nada
M. Já te falei, meu silêncio tem um preço.
Y. Depois a gente conversa
Passou o dia e chegou a hora de nos encontrarmos. Ela estava vestida como na foto, cheguei, cumprimentei com um beijo na bochecha e começou a conversa:
Y. Me diz, do que você quer falar?
M. Isso é fácil: se não quer que seu pai descubra que você tá comendo minha mãe, vai ter que me ajudar.
Y. Em quê?
M. Com minhas coisas, roupas, maquiagem e tal.
Y. Durante quanto tempo?
M. Não sei, mas bastante, haha. (com uma risada maligna)
Y. Bom, não tenho outra opção, aceito. Você me pegou.
M. Eu sempre ganho.
Y. Eu também tenho que te pedir uma coisa, pode ser?
M. Depende, o que é?
Y. Preciso que você me ajude a fazer meu pai parar de suspeitar de tudo.
M. Vou pensar em algo.
Y. Valeu, obrigado.
M. De nada. Me deu um beijo e foi embora.
Ela voltou poucos minutos depois e me perguntou se eu tinha 500 pra dar pra ela. Dei o dinheiro pra comprar o silêncio dela. Passaram-se os dias e as extorsões dela iam desde sorvete até pedir pra levá-la no baile ou onde quer que fosse. A André sabia pouco ou quase nada, até que meu pai me disse, numa quarta-feira, que no sábado faria um churrasco, que estariam todos e que eu não podia faltar. Eu disse que tudo bem, sabia que ia vê-la de novo.
Quando chegou o sábado, fui ao churrasco à noite. Entrei e ela estava fazendo saladas com uma legging preta bem justa e uma camiseta branca. Cumprimentei e me afastei, indo pro fundo, perto da churrasqueira. Estava lá quando a Micaela se aproximou de mim. Ela vestia uma regata listrada mostrando seus peitos lindos e uma calça jeans bem apertada, mais ou menos assim.
Enquanto meu pai e meus tios conversavam, ela se aproximou e me perguntou: "Podemos conversar?" Aceitei. Conversamos sobre coisas irrelevantes e voltamos para o fundo. Ao voltar, escapei para o banheiro. Passando pela cozinha, vi a Andre picando algo na bancada. Me aproximei, toquei sua bunda e ela disse: "Aqui não." Eu disse o quão linda ela estava e o que faria com ela. Ela se afastou e foi embora. Fui ao banheiro e, ao sair, ela estava lavando as mãos no lavabo. Aproveitei para encurralá-la e disse: "Só um beijo." Ela aceitou. Enquanto o beijo era apaixonado, coloquei minha mão dentro do seu leggins, e ela correspondeu colocando a mão na minha calça.
A: "Eu disse que aqui não."
Y: "Não aguento mais, você me deixa muito excitado."
A: "Sinto falta disso."
Y: "Vem, me dá um beijo."
Ela disse que não, enquanto sua respiração acelerava e meus dedos se perdiam em sua buceta já molhada. Eu estava com o pau duro como uma pedra, então insisti por um beijo e ela aceitou. Ela se ajoelhou no lavabo e começou a chupar suavemente, enquanto levava ele à boca com a delicadeza de uma virgem inexperiente. Eu empurrava para entrar todo, aproveitando cada momento, até ouvimos meu pai chamando por ela. Entrei no banheiro e ela saiu do lavabo, já arrumada. A noite seguiu normal e fui embora no dia seguinte. Ela me mandou uma mensagem no WhatsApp:
A: "Pende, se puder, passa em casa hoje."
Y: "Claro, a que horas eu passo? Amor" (começava aquele jogo).
A: "Por volta das 23h, mais ou menos, gordo."
Y: "Beleza, eu vou estar lá."
A: "Beijos, gato."
À noite, fui até a casa dela e ela saiu para conversar, vestindo uma minissaia de jeans e uma camiseta estilo blasão. Sugeri irmos ao centro tomar algo, mas ela disse que não, que era melhor eu entrar. Ela me contou o que estava pensando. Entramos na sala e conversamos um pouco, até que ela disse: "Vou buscar os cigarros no quarto", como se me convidasse. Fui atrás dela.
A: "O que você está fazendo aqui?"
Y: "Quero você perto."
A: "Sério? Eu também."
Y: "Sinto falta de tudo em você."
Começamos a nos beijar e a levei para a cama. Enquanto nos beijávamos, coloquei minha mão sob sua minissaia e, surpresa, ela não estava usando calcinha. Fiquei louco ao tocar aquela buceta novamente. Ela me beijava enquanto tocava meu pau. Deitei-a, levantei sua... minissaia e comecei a chupar de leve sua buceta, passando minha língua de cima para baixo procurando seu clitóris. Enquanto chupava sua buceta, abria ela com os dedos para ver em seu máximo esplendor. Ela já enlouquecida de prazer me pediu para penetrar, uma coisa a que não acedi. Disse para ela ficar de quatro e ela se virou. Dei uma palmada na bunda e disse: "Essa bunda sabe quem é?" A. "Sua, aah" Y. "Quero fazer de novo" A. "Não, melhor não, deixa só buceta hoje". Ao me dizer isso, me hiper esquentou e, estando de quatro, enfiei de uma vez. Ela soltou só um "AAAAH, sim, que pau gostoso" e comecei a comer ela. Ela curtia enquanto tentava fazer silêncio, coisa quase impossível, e eu procurava como fazer o cu dela de novo enquanto a comia. A. "Sim, assim, que gostoso" Y. "O que você é?" A. "Sua puta, nenê, me come, aaah aaah, sim" Y. "Você gosta, puta?" A. "Sim, adoro, me come mais forte" Y. "Agora vem o melhor" A. "Assim que é" Y. "Vem por cima". Ela subiu em cima de mim e enterrou todo o pau de uma vez, coisa que ela gozou como uma puta. Enquanto ela saltava no meu pau, batia nos peitos dela, coisa que ela parecia curtir como nunca. Entre gritos e gemidos, ela pedia para eu gozar dentro. Antes que acontecesse, meu velho foi buscá-la. Perguntei a que horas ele passava e ele disse tipo 02h, então tinha que gozar e ir embora. Enquanto ela saltava e me beijava, meu gozo já não aguentava mais e terminei tudo dentro. Foram uns dois ou três jatos grandes que inundaram ela de porra. Ela me beijou enquanto me dizia o quão gostosa era a porra dentro, e eu perguntei se ela queria tomar banho, pois eu já ia embora. A. "Tomar banho pra quê?" Y. "Para ir com meu velho" A. "Prefiro ir com sua porra bem dentro de mim" Y. "Você acha que dá?" A. "Sim, você é melhor que ele, adoro quando você me come" Y. "Bom, obrigado". Enquanto pensava no que estava fazendo. A. "Adoro você, nenê" Y. "Bom, vou indo". Dei um beijo, um tapa na bunda e fui embora. Quando cheguei em casa, tomei banho e fiquei pensando que, sem querer, tinha me tornado o amante da namorada do meu velho, e isso me esquentou. Deitei na cama já para dormir quando chegou um WhatsApp de micaela M. Oi, você está? Y. Sim, o que foi? Precisa de alguma coisa? M. Não, só quero conversar. Y. Sobre o quê? M. Quero algo mais do que ajuda nas minhas coisas. Y. O que você quer? M. O mesmo que a minha mãe, haha. Y. O quê? Fazendo de desentendido. M. Quero que você me coma também. Y. Isso está complicado. M. Você me come ou eu falo? Pensa e escolhe. Beijos. Y. Tá bom. Não ia perder a oportunidade de comer a mãe e a filha, ambas umas putas lindas. Passaram os dias e da Andre nem notícias, e a Micaela me pressionava para eu comer ela, e eu aceitei. Um sábado, depois de levar a Andre na casa do meu pai, fui para a casa dela e lá ela me esperava. Bati na porta e ela já estava pronta, me abriu de calcinha, ainda lembro bem daquela calcinha fio dental branca e sutiã vermelho, e me levou direto para o quarto da mãe. Fechou a porta e me contou que brigou com o namorado, falou de outros assuntos, o namorado mandava mensagens e ela, deitada ao meu lado, respondia. Agora me fode, meio-irmão, ela me olhou e disse: M. Agora me come como comeu a minha mãe. Y. Tem certeza que como ela? Você aguentaria? M. Vamos testar. Caiu de joelhos, abaixou minha calça e começou a chupar meu pau. Eu comecei a tocar os peitos dela e praticamente arranquei o sutiã. Ela me jogou na cama e, com a melhor cara de puta, disse: agora é a minha vez. Puxou a calcinha fio dental e enfiou meu pau, começando a cavalgar enquanto se movia e curtia meu pau. Não demorou muito até ela ter o primeiro orgasmo e encher meu pau de mel, que escorria até a cama. Ela continuava pulando. Y. Você quer que eu te coma como comi sua mãe? M. Sim, eu disse. Y. Então fica de quatro. Ela ficou de quatro e eu me joguei para chupar sua bunda linda e, como com a Andre, brinquei com o cu dela com a língua e meus dedos para ir abrindo. M. MMM, que gostoso. Y. É, agora você vai sentir algo melhor. M. Não, para, o cu não, sou virgem. Y. Você pediu para eu te comer como ela. M. Siiim... AAAAH, está doendo, espera, tira o dedo. Fiz ela arquear as costas e, com o máximo de delicadeza, comecei a enfiar meu pau no cu virgem dela. Ela me pedia... que para, e isso me deixou a mil. M. Não, chega, tá doendo de verdade. Y. Fica quieta que já está entrando. M. Não, para, não aguento sério — enquanto lacrimejava. Comecei a meter nela devagar, aumentando o ritmo na sua bunda, e ela foi dos gritos de dor aos gritos de prazer. M. Aaay, assim, me come como se fosse minha mulher, vai. M. Me faz tudo igual a ela. Enquanto metia, ouvir isso me deixou a mil. Quando já não aguentava, porque a bunda dela apertava demais, tirei e enfiei na sua bucetinha e disse: isso aqui também faço com sua mulher, gata. Ela perguntou "o quê?" e eu enchi a xota dela de porra grossa e quente. Ela caiu rendida ao meu lado, reclamando da dor anal, me beijou e disse: quero que você seja meu. Dormimos juntos e no dia seguinte chegou uma mensagem da André perguntando se eu tinha ido na casa dela. Respondi que sim e ela disse: acho que tô grávida. Mas esse encontro é pra outra história. Anexo abaixo uma foto do cu da André.
Se você gostou de mim e quer saber como continua, comenta e dá uma nota. Valeu por ler!
A conversa pelo WhatsApp foi bem curta M. Me escuta, às 19h te espero na pracinha ou falo com seu pai
Y. 18:30 eu tô lá, não fala nada
M. Já te falei, meu silêncio tem um preço.
Y. Depois a gente conversa
Passou o dia e chegou a hora de nos encontrarmos. Ela estava vestida como na foto, cheguei, cumprimentei com um beijo na bochecha e começou a conversa:
Y. Me diz, do que você quer falar?
M. Isso é fácil: se não quer que seu pai descubra que você tá comendo minha mãe, vai ter que me ajudar.
Y. Em quê?
M. Com minhas coisas, roupas, maquiagem e tal.
Y. Durante quanto tempo?
M. Não sei, mas bastante, haha. (com uma risada maligna)
Y. Bom, não tenho outra opção, aceito. Você me pegou.
M. Eu sempre ganho.
Y. Eu também tenho que te pedir uma coisa, pode ser?
M. Depende, o que é?
Y. Preciso que você me ajude a fazer meu pai parar de suspeitar de tudo.
M. Vou pensar em algo.
Y. Valeu, obrigado.
M. De nada. Me deu um beijo e foi embora.
Ela voltou poucos minutos depois e me perguntou se eu tinha 500 pra dar pra ela. Dei o dinheiro pra comprar o silêncio dela. Passaram-se os dias e as extorsões dela iam desde sorvete até pedir pra levá-la no baile ou onde quer que fosse. A André sabia pouco ou quase nada, até que meu pai me disse, numa quarta-feira, que no sábado faria um churrasco, que estariam todos e que eu não podia faltar. Eu disse que tudo bem, sabia que ia vê-la de novo.
Quando chegou o sábado, fui ao churrasco à noite. Entrei e ela estava fazendo saladas com uma legging preta bem justa e uma camiseta branca. Cumprimentei e me afastei, indo pro fundo, perto da churrasqueira. Estava lá quando a Micaela se aproximou de mim. Ela vestia uma regata listrada mostrando seus peitos lindos e uma calça jeans bem apertada, mais ou menos assim.
Enquanto meu pai e meus tios conversavam, ela se aproximou e me perguntou: "Podemos conversar?" Aceitei. Conversamos sobre coisas irrelevantes e voltamos para o fundo. Ao voltar, escapei para o banheiro. Passando pela cozinha, vi a Andre picando algo na bancada. Me aproximei, toquei sua bunda e ela disse: "Aqui não." Eu disse o quão linda ela estava e o que faria com ela. Ela se afastou e foi embora. Fui ao banheiro e, ao sair, ela estava lavando as mãos no lavabo. Aproveitei para encurralá-la e disse: "Só um beijo." Ela aceitou. Enquanto o beijo era apaixonado, coloquei minha mão dentro do seu leggins, e ela correspondeu colocando a mão na minha calça. A: "Eu disse que aqui não."
Y: "Não aguento mais, você me deixa muito excitado."
A: "Sinto falta disso."
Y: "Vem, me dá um beijo."
Ela disse que não, enquanto sua respiração acelerava e meus dedos se perdiam em sua buceta já molhada. Eu estava com o pau duro como uma pedra, então insisti por um beijo e ela aceitou. Ela se ajoelhou no lavabo e começou a chupar suavemente, enquanto levava ele à boca com a delicadeza de uma virgem inexperiente. Eu empurrava para entrar todo, aproveitando cada momento, até ouvimos meu pai chamando por ela. Entrei no banheiro e ela saiu do lavabo, já arrumada. A noite seguiu normal e fui embora no dia seguinte. Ela me mandou uma mensagem no WhatsApp:
A: "Pende, se puder, passa em casa hoje."
Y: "Claro, a que horas eu passo? Amor" (começava aquele jogo).
A: "Por volta das 23h, mais ou menos, gordo."
Y: "Beleza, eu vou estar lá."
A: "Beijos, gato."
À noite, fui até a casa dela e ela saiu para conversar, vestindo uma minissaia de jeans e uma camiseta estilo blasão. Sugeri irmos ao centro tomar algo, mas ela disse que não, que era melhor eu entrar. Ela me contou o que estava pensando. Entramos na sala e conversamos um pouco, até que ela disse: "Vou buscar os cigarros no quarto", como se me convidasse. Fui atrás dela.
A: "O que você está fazendo aqui?"
Y: "Quero você perto."
A: "Sério? Eu também."
Y: "Sinto falta de tudo em você."
Começamos a nos beijar e a levei para a cama. Enquanto nos beijávamos, coloquei minha mão sob sua minissaia e, surpresa, ela não estava usando calcinha. Fiquei louco ao tocar aquela buceta novamente. Ela me beijava enquanto tocava meu pau. Deitei-a, levantei sua... minissaia e comecei a chupar de leve sua buceta, passando minha língua de cima para baixo procurando seu clitóris. Enquanto chupava sua buceta, abria ela com os dedos para ver em seu máximo esplendor. Ela já enlouquecida de prazer me pediu para penetrar, uma coisa a que não acedi. Disse para ela ficar de quatro e ela se virou. Dei uma palmada na bunda e disse: "Essa bunda sabe quem é?" A. "Sua, aah" Y. "Quero fazer de novo" A. "Não, melhor não, deixa só buceta hoje". Ao me dizer isso, me hiper esquentou e, estando de quatro, enfiei de uma vez. Ela soltou só um "AAAAH, sim, que pau gostoso" e comecei a comer ela. Ela curtia enquanto tentava fazer silêncio, coisa quase impossível, e eu procurava como fazer o cu dela de novo enquanto a comia. A. "Sim, assim, que gostoso" Y. "O que você é?" A. "Sua puta, nenê, me come, aaah aaah, sim" Y. "Você gosta, puta?" A. "Sim, adoro, me come mais forte" Y. "Agora vem o melhor" A. "Assim que é" Y. "Vem por cima". Ela subiu em cima de mim e enterrou todo o pau de uma vez, coisa que ela gozou como uma puta. Enquanto ela saltava no meu pau, batia nos peitos dela, coisa que ela parecia curtir como nunca. Entre gritos e gemidos, ela pedia para eu gozar dentro. Antes que acontecesse, meu velho foi buscá-la. Perguntei a que horas ele passava e ele disse tipo 02h, então tinha que gozar e ir embora. Enquanto ela saltava e me beijava, meu gozo já não aguentava mais e terminei tudo dentro. Foram uns dois ou três jatos grandes que inundaram ela de porra. Ela me beijou enquanto me dizia o quão gostosa era a porra dentro, e eu perguntei se ela queria tomar banho, pois eu já ia embora. A. "Tomar banho pra quê?" Y. "Para ir com meu velho" A. "Prefiro ir com sua porra bem dentro de mim" Y. "Você acha que dá?" A. "Sim, você é melhor que ele, adoro quando você me come" Y. "Bom, obrigado". Enquanto pensava no que estava fazendo. A. "Adoro você, nenê" Y. "Bom, vou indo". Dei um beijo, um tapa na bunda e fui embora. Quando cheguei em casa, tomei banho e fiquei pensando que, sem querer, tinha me tornado o amante da namorada do meu velho, e isso me esquentou. Deitei na cama já para dormir quando chegou um WhatsApp de micaela M. Oi, você está? Y. Sim, o que foi? Precisa de alguma coisa? M. Não, só quero conversar. Y. Sobre o quê? M. Quero algo mais do que ajuda nas minhas coisas. Y. O que você quer? M. O mesmo que a minha mãe, haha. Y. O quê? Fazendo de desentendido. M. Quero que você me coma também. Y. Isso está complicado. M. Você me come ou eu falo? Pensa e escolhe. Beijos. Y. Tá bom. Não ia perder a oportunidade de comer a mãe e a filha, ambas umas putas lindas. Passaram os dias e da Andre nem notícias, e a Micaela me pressionava para eu comer ela, e eu aceitei. Um sábado, depois de levar a Andre na casa do meu pai, fui para a casa dela e lá ela me esperava. Bati na porta e ela já estava pronta, me abriu de calcinha, ainda lembro bem daquela calcinha fio dental branca e sutiã vermelho, e me levou direto para o quarto da mãe. Fechou a porta e me contou que brigou com o namorado, falou de outros assuntos, o namorado mandava mensagens e ela, deitada ao meu lado, respondia. Agora me fode, meio-irmão, ela me olhou e disse: M. Agora me come como comeu a minha mãe. Y. Tem certeza que como ela? Você aguentaria? M. Vamos testar. Caiu de joelhos, abaixou minha calça e começou a chupar meu pau. Eu comecei a tocar os peitos dela e praticamente arranquei o sutiã. Ela me jogou na cama e, com a melhor cara de puta, disse: agora é a minha vez. Puxou a calcinha fio dental e enfiou meu pau, começando a cavalgar enquanto se movia e curtia meu pau. Não demorou muito até ela ter o primeiro orgasmo e encher meu pau de mel, que escorria até a cama. Ela continuava pulando. Y. Você quer que eu te coma como comi sua mãe? M. Sim, eu disse. Y. Então fica de quatro. Ela ficou de quatro e eu me joguei para chupar sua bunda linda e, como com a Andre, brinquei com o cu dela com a língua e meus dedos para ir abrindo. M. MMM, que gostoso. Y. É, agora você vai sentir algo melhor. M. Não, para, o cu não, sou virgem. Y. Você pediu para eu te comer como ela. M. Siiim... AAAAH, está doendo, espera, tira o dedo. Fiz ela arquear as costas e, com o máximo de delicadeza, comecei a enfiar meu pau no cu virgem dela. Ela me pedia... que para, e isso me deixou a mil. M. Não, chega, tá doendo de verdade. Y. Fica quieta que já está entrando. M. Não, para, não aguento sério — enquanto lacrimejava. Comecei a meter nela devagar, aumentando o ritmo na sua bunda, e ela foi dos gritos de dor aos gritos de prazer. M. Aaay, assim, me come como se fosse minha mulher, vai. M. Me faz tudo igual a ela. Enquanto metia, ouvir isso me deixou a mil. Quando já não aguentava, porque a bunda dela apertava demais, tirei e enfiei na sua bucetinha e disse: isso aqui também faço com sua mulher, gata. Ela perguntou "o quê?" e eu enchi a xota dela de porra grossa e quente. Ela caiu rendida ao meu lado, reclamando da dor anal, me beijou e disse: quero que você seja meu. Dormimos juntos e no dia seguinte chegou uma mensagem da André perguntando se eu tinha ido na casa dela. Respondi que sim e ela disse: acho que tô grávida. Mas esse encontro é pra outra história. Anexo abaixo uma foto do cu da André.
Se você gostou de mim e quer saber como continua, comenta e dá uma nota. Valeu por ler!
4 comentários - Aventura con mi madrastra cap 3