Rodando, rodando, comendo mãe e esposa

Me chamo Antônia, tenho 46 anos e trabalho num supermercado perto de casa há vários anos, sou caixa. Antes, só trabalhava no turno da manhã, mas desde que meu marido, Jesus, ficou desempregado há 2 anos, fui obrigada a pegar jornada completa. No fim, foi até uma sorte, porque o gerente do mercado me fez um contrato de tempo integral, já que eu sempre fui uma funcionária dedicada. Tenho 2 filhos, de 15 e 18 anos. O mais velho se chama Jesus, igual ao pai, e acabou de começar a faculdade este ano. Meu marido tem 52 anos e, desde que ficou desempregado há 2, não conseguiu nenhum trampo. Ele trabalhou por mais de 30 anos na construção civil, mas a explosão da bolha imobiliária deixou ele na mão, como tantos milhares de colegas. Além disso, ele parou de receber o seguro-desemprego há uns 2 meses, e meu salário é o único que entra em casa. Nossa situação tá bem crítica. Não temos muitas dívidas, mas a hipoteca da casa leva praticamente todo o meu salário, então desde que meu marido parou de receber o benefício, não conseguimos cobrir todas as contas. Devemos 2 parcelas da hipoteca, e a luz tá prestes a ser cortada, porque também faz 2 meses que não pagamos. Há 3 dias, eu tava quase terminando meu expediente, às 21h da noite, quando meu marido me ligou no celular. Ele tava muito abalado e disse que o banco tinha ligado pra casa e dado uma ordem de pagamento imediato. Se não pagássemos os 1900 euros que devíamos da hipoteca em menos de uma semana, eles iam penhorar nossa casa. Aquela ligação me deixou desesperada. Não tínhamos como pagar a dívida, porque ainda faltavam 15 dias pra receber. Eu ganho uns 850 euros por mês e já tinha pedido um adiantamento pra cobrir as contas de água e gás. Tava muito nervosa e não sabia como íamos sair dessa. Desci no ponto de ônibus em frente de casa, lá pelas 21h15 da noite, quando vi um anúncio no abrigo do ponto. A parada de ônibus que chamou minha atenção. "SOLUÇÃO CONTRA A CRISE" "Você é mulher? Tem entre 18 e 50 anos?" "NÓS PODEMOS AJUDAR VOCÊ" tinha um telefone pra ligar, então, sem pensar muito, decidi pegar um papel onde vinha o número do anúncio. Quando cheguei em casa, fiz o jantar pros meus filhos e pro meu marido, que tava largado no sofá sem fazer nada, tinha tomado várias cervejas e, claro, não parecia que ia dar um jeito nos nossos problemas. Durante o jantar, fiquei só remoendo na cabeça, tentando achar uma solução, quase não consegui dormir a noite inteira, porque ficava pensando em como evitar que tomassem a casa onde a gente morava há 19 anos. No dia seguinte, no trabalho, vários colegas perguntaram o que tava rolando quando viram minha cara, eu não soube o que responder, não podia pedir ajuda pra ninguém porque sabia que todo mundo tinha seus próprios problemas, além disso, nunca gostei que os outros soubessem muito da minha vida, sempre pensei que a gente tem que ser capaz de se virar sozinho. Às 11 da manhã, meu celular tocou, era meu marido que, pra variar, tinha mais más notícias pra dar: o condomínio tinha se reunido e aprovado uma taxa de 3000 euros pra arrumar a fachada do prédio, e não tinha negociação, porque o síndico tinha avisado que receberam uma notificação da prefeitura obrigando o condomínio a arrumar a fachada, já que o desgaste externo tava visível e podia ser um risco pros pedestres, porque não era a primeira vez que um pedaço caía da fachada na rua. Como se eu já não tivesse problemas suficientes, a ligação do meu marido foi mais um pra jogar no saco. Deixei o celular na bolsa porque, sinceramente, não tava a fim de atender mais chamadas naquela manhã, a cota de más notícias já tava cheia. Quando guardei o celular, encontrei o papelzinho com o número de telefone do anúncio que tinha visto na noite anterior. Antes, não pensei muito e liguei pro número. "Pois não, fala" respondeu um cara de uns 30 anos. "Bom dia, vi seu anúncio no ponto de ônibus e queria saber..." "Já, já, fica tranquila, passa aqui hoje mesmo às 16:00 no Polígono Sul, é o galpão número 122, lá te explico o serviço." Não deu tempo de falar mais nada, porque o cara tinha desligado. Achei meio estranho, mas não tinha nada a perder. Quando às 14:00 fui almoçar, pedi pro encarregado folgar à tarde, usei a desculpa de que tinha que levar meu filho pequeno ao médico. O encarregado sempre foi muito gente boa comigo e não criou problema. Durante o almoço, comentei com meu marido sobre o anúncio. Ele também achou meio esquisito, mas pensou igual a mim: não tinha nada a perder indo lá. Até me incentivou a me arrumar, me maquiar pra entrevista, e quando eu ia sair de casa, ele disse: "Dá o teu melhor, amor, quem sabe a gente sai dessa." O Polígono Sul ficava do outro lado da cidade, tive que pegar 2 ônibus pra chegar, mas exatamente às 15:45 estava no Polígono. Levei 10 minutos pra achar o galpão 122. Era um galpão industrial sem nenhuma placa ou letreiro na entrada. O portão estava aberto, então fui até a porta do galpão e, meio nervosa, apertei a campainha duas vezes. Passaram uns dois minutos e ninguém atendia o interfone. Já ia voltar pelo caminho que vim quando um moleque, uns dois anos mais velho que meu filho Jesus, abriu a porta e disse: "Você é a Antônia?" "Sou", respondi. O garoto me fez entrar no galpão e fechou a porta assim que pisei lá dentro. Dentro do galpão tinha 4 carros, várias caixas vazias e uma espécie de set de televisão. O moleque me fez subir umas escadas que levavam ao andar de cima, onde tinha uns escritórios. Dentro do escritório estavam outros 2 caras. Um deles devia ter uns 30 anos e, pela idade devia ser o cara que atendeu o telefone de manhã, o outro tinha uns 40 e poucos, era careca e tinha cara de cafetão, e quando me cumprimentou já percebi que devia ser romeno ou de algum país do leste, a verdade é que não curti nada a aparência daquele homem, que ainda devia ter mais de 1,90 e tinha aquele físico típico de academia, parecia um armário e me olhava de um jeito que gelava meu sangue. O rapaz trouxe uma cadeira e pediu pra eu sentar, na hora o romeno tomou a frente enquanto o rapaz sentava no sofá junto com o homem de 30. "Bom, senhora, vou explicar tudo agora, isso aqui é uma produtora de filmes adultos e vendemos nossos vídeos pela internet" "É... Is... Isso quer dizer que vocês fazem filmes pornô?" perguntei feito uma idiota "Exatamente, cinema pornô se preferir chamar assim, a gente paga uns 2000 euros por casting básico, quanto mais coisas você fizer no casting, mais ganha, e ainda oferecemos pras que se destacarem fazer pelo menos mais 3 cenas por uns 2500 euros cada, dependendo também do que rolar nessas cenas". Eu tava paralisada, não conseguia me mexer da cadeira com o que tinha ouvido, nem consegui abrir a boca, tava prestes a falar que não era aquilo que eu tava procurando quando o romeno me perguntou. "Então? Tá interessada?" "Fica tranquila, mulher, aqui ninguém mata ninguém" disse o rapaz novo que abriu a porta, e com essa piada o outro homem e o romeno começaram a rir. "Olha, se quiser a gente pode descer pro estúdio e começar a entrevista sem nenhuma obrigação da sua parte, aí você vai contando quem é, o que faz, essas coisas". Os dois homens se levantaram do sofá, o romeno me deu a mão e me levantou da cadeira, eu ainda tava atordoada e desci completamente em silêncio pro set de TV que tinha visto na entrada, lá tinha uma cama de casal com uma câmera na frente, o romeno ligou a câmera e me pediu pra sentar no centro da cama, eu obedeci que nem uma boneca, os dois jovens sentaram de cada lado da cama, me ladeando. O romeno acendeu os holofotes e apontou pra cama, depois ficou atrás da câmera e começou a me fazer perguntas: Qual é seu nome? Antônio. E me diz, Antônia, quantos anos você tem? 46. Casada? Solteira? Divorciada? Sou casada há 20 anos. "Opa, opa, me diz Antônia, como é o nome do seu marido?" "Jesus" "Então galera, mandem um salve pro marido da Antônia" "Fala aí, Jesus" responderam em coro os dois caras sentados do meu lado. "Me diz, Antônia, o que seu marido acharia de você fazer um vídeo pornô?" "Bom... não acho que eu... além disso, se meu marido... ele ia ficar louco de raiva..." "Que nada, Antônia, além do mais, ele com certeza vai ficar felizão da esposa ganhar uma grana boa de forma rápida e fácil" "Você tem filhos?" "Sim, tenho dois filhos" "Nossa, que surpresa, uma mãe com a gente" "E o que você gosta de fazer na cama?" "Sei lá, o normal, acho" "Vai, Antônia, seja um pouco mais explícita, pô" "Bom, meu marido fica por cima e..." "Você não é muito original, Antônia, mas isso tem conserto. E me diz, você já ficou com muitos homens?" "Não, na verdade só com meu marido, tive um namorado antes dele, mas não rolou nada além" "Muito bem, Antônia, cada vez você ganha mais pontos" Naquela hora, ele tirou um maço de notas do bolso, me jogou 2 mil euros e disse que se a gente continuasse, eu já podia guardar. Eu tava muito nervosa, mas aquele dinheiro, ver aquele dinheiro na minha mão, podia nos tirar de uma boa enrascada, nem sei como tive coragem, mas perguntei pro romeno: "O que eu teria que fazer?" "Bem fácil, Antônia, meus dois amigos vão te comer, quero que você chupe as rolas deles, eles vão lamber sua buceta e vão te foder em várias posições. Se em algum momento você quiser parar, pode ficar com metade do dinheiro. Se você agradar a câmera, vou te oferecer mais grana por coisas que vou te contando" "Mas... eles vão usar camisinha?" "Nada de camisinha, Antônia. Se tiver preocupada com AIDS, aqui estão os laudos do médico provando que eles estão limpos. Somos uma produtora séria, Antônia. Eles não vão gozar dentro de você, mas ainda temos pílulas anticoncepcionais caso queira tomar uma.
"Mas é que… meus filhos podem me ver, meu marido, sei lá… parece loucura, alguém conhecido pode me ver."
"Fica tranquila, Antônia. Esses vídeos só são vistos num site estrangeiro. Da Espanha não tem acesso e ainda é pago. Não temos muitas visitas. Não precisa se preocupar com ninguém te reconhecer, porque é impossível."
"Então, você topa?"
Não respondi. Só coloquei o dinheiro na minha bolsa e isso já foi resposta suficiente. Não sabia o que estava fazendo, mas não tinha outra saída pra evitar que penhorassem a casa.
"Muito bem, Antônia. Agora tira a roupa."
Eu estava muito nervosa e envergonhada. Tirei o casaco que estava usando e também a camiseta amarela. Depois, sem levantar o olhar do chão, desafivelei minha calça preta de tecido e abaixei até os tornozelos. O rapaz de 20 anos pegou minha roupa e dobrou numa cadeira. Fiquei diante da câmera e daqueles 3 homens usando um conjunto vermelho, com um sutiã bonito de renda e uma calcinha bem justa. O garoto tirou o elástico do meu cabelo e deixou meu cabelo solto cair até a metade das costas.
"Muito bem, Antônia. Agora dá umas voltas em você mesma. O Arturo vai te ajudar."
Arturo era o rapaz, mal uns dois anos mais velho que meu filho Jesus. Ele se aproximou de mim, me deu a mão e, passando-a por cima da minha cabeça, me fez dar umas voltas em mim mesma como se fosse uma bailarina.
"Você tá muito bem pra sua idade", disse o romeno. "Agora o Carlos vai te tocar um pouco."
Carlos era o outro cara, o de 30 anos. Ele levantou da cama, chegou perto de mim e apertou meus peitos por cima do sutiã. Eu baixei o olhar pro chão, completamente envergonhada, as maçãs do rosto ficaram vermelhas de vergonha. Carlos soltou meus peitos e ficou atrás de mim, se aproximou suas mãos no sutiã e soltaram o gancho, meus peitos ficaram descobertos e o sutiã caiu no chão, as mãos de Carlos apertaram meus peitos de novo, beliscando meus bicos. "O que você acha, Carlos?" pergunta o romeno "Umas tetas nota 7, meio caídas, mas são bem grandes" O romeno fez um gesto que entendi perfeitamente, peguei a calcinha pelos lados com as duas mãos e puxei até os pés, tirando primeiro um pé e depois o outro até tirar a calcinha das pernas, deixando à mostra minha buceta, sem um único pelo. "Uau, isso sim é uma surpresa, Antônia, você tem a xereca como uma menina de 20 anos, toda depiladinha" Claro que eu não respondi nada, nem levantei os olhos do chão. "Agora fica de quatro na cama, Antônia, com a cabeça virada para a cabeceira" Obedeci, dessa posição a câmera podia ter um close da minha buceta totalmente depilada. "Vamos lá, rapazes, acariciem um pouco a Antônia que ela parece meio nervosa" Arturo e Carlos começaram a acariciar minhas costas, me arrepiei quando as mãos dos dois caras chegaram nas minhas nádegas e apertaram elas entre as mãos. "Beleza, rapazes, agora tirem a roupa e digam para a câmera o que vão fazer com a Antônia" "Nós vamos foder ela bem fodida" "Vamos ser os únicos homens que entraram na bocetinha dela, tirando o marido" Arturo e Carlos se despiraram em poucos segundos, ficaram completamente pelados, eram bem atraentes, estavam no auge da juventude, os dois tinham o peito e os genitais depilados e os dois paus já estavam prontos, duros e desafiadores apontando para mim, eram de tamanho normal ou pelo menos era o que eu achava, já que só tinha visto o do meu marido, o do Arturo era um pouco mais grosso e o do Carlos mais comprido, os paus deles deviam medir uns 2 ou 3 cm a mais que o do meu marido Jesus. "Muito bem, Antônia, agora desce da cama, fica de joelhos entre o Arturo e o Carlos e enfia os paus deles na sua boca" Sem dizer nada, levantei da cama e me ajoelhei entre Médias deles, timidamente peguei a pica do Arturo com a mão e comecei a bater uma pra ele. O Carlos pegou minha mão livre e levou até a pica dele, fez eu agarrar ela e me ajudou a começar a bater uma, movendo minha mão pra cima e pra baixo, até deixar eu continuar sozinha. Aquelas picas foram crescendo a cada segundo. O Arturo segurou minha cabeça delicadamente e aproximou ela da pica dele, deixando a centímetros da minha boca. Fiquei olhando praquela pica tão perto, como se estivesse hipnotizada, até que o romeno falou: "Vai, Antônia, mete na boca." Não sabia por onde começar. Finalmente, decidi pegar com as mãos e acariciei o pau inteiro. Beijei a cabeça várias vezes, depois afastava o rosto da cabecinha e continuava batendo uma com as mãos. O Arturo se aproximou, deixando a ponta da pica bem na frente dos meus lábios, e dessa vez sim, abri a boca e enfiei a pica dele o máximo que consegui. Meus lábios roçavam aquela pica que praticamente entrava inteira na minha boca enquanto eu chupava. Minhas mãos foram pra base do pau e comecei a acariciar as bolas dele. Assim, continuei chupando e movendo as mãos, acelerando e diminuindo o ritmo do boquete. Tirei a pica da boca, bati a cabecinha várias vezes na minha língua e, finalmente, com a língua, percorri o pau inteiro do Arturo. "Vejo que sabe chupar uma pica, Antônia. Chupa muito o pau do seu marido?", perguntou o romeno. "Só de vez em quando, mas já vi em algum filme." "Hahaha", riram Arturo e Carlos. "Parece que nossa Antônia é autodidata nessa parada de chupar pica", disse o romeno. Eu continuei na minha. Com uma das mãos, levantei a pica até apoiar na barriga do Arturo. Com a língua, percorria a pica inteira de cima pra baixo. Numa das vezes que cheguei embaixo, comecei a morder as bolas dele de leve e, ao mesmo tempo, voltava a bater uma com a mão. Então, o Carlos segurou minha cabeça e disse: "Chupa a minha também, gostosa." Sem pensar duas vezes, Mas porra, eu meti o pau dele na minha boca, primeiro da ponta até a base, assim uma vez e outra até que decidi focar nas bolas dele, enfiei uma na boca e fiquei sugando pra dentro, chupava a ponta do pau dele enquanto batia uma pra ele e ao mesmo tempo apertava as bolas dele com a outra mão, coloquei o pau dele o mais reto e duro que consegui e fiquei descendo e subindo a cabeça no pau dele. "Para um pouco, gata, que vou gozar nesse ritmo" Eu parei e fiquei masturbando ele devagar até ele mandar continuar, eu continuei brincando com meus lábios na cabecinha dele, voltei a chupar as bolas dele de novo, abria bem a boca pra tentar enfiar as duas mas não conseguia. "Antonia, quero que você pegue os dois paus e olhe pra câmera" o romeno me disse Eu obedeci e olhando pra câmera ele falou "Agora cumprimenta seu marido Jesus" Eu congelei, "Pe... Pe... Mas" "Calma Antonia, já te falei que é impossível seu marido ver o vídeo, é só pra ficar mais safado, assim vende mais" Eu fiquei toda envergonhada mas fiz, com os dois paus pulsando do Arturo e do Carlos nas minhas mãos eu falei pra câmera "Oi, Amor" "Cumprimentem vocês também o marido da Antonia, não sejam grossos" o romeno disse pra eles "Oi Jesus, sua esposa chupa de um jeito incrível, agora vamos agradecer dando a melhor fodida da vida dela" Eles falaram isso em uníssono como se tivessem ensaiado, enquanto diziam isso esfregavam os dois paus na minha cara, depois me segurando cada um por uma mão, Arturo e Carlos me levantaram e me deitaram de barriga pra cima na cama, Arturo se aproximou dos meus peitos e começou a lamber bem devagar, eu só conseguia ver o teto do galpão da minha posição mas logo senti uma respiração na minha parte de baixo. "Agora é sua vez, Antonia" ouvi o Carlos dizer Uma mão acariciou meu clitóris e começou a esfregar com força, eu me agarrei firme no colchão onde estava deitada, logo a mão foi substituída por uma língua que lambia meu clitóris pra depois ir deslizando por toda a minha buceta, aquela língua acelerava de vez em quando, eu notava que minha buceta começava a ficar toda molhada pra minha vergonha, tentava me esforçar pra não gemer de prazer, Arturo começou a chupar meus pezões com mais força, virei a cabeça pro lado e vi que era o Carlos que tava lambendo minha buceta, ele piscou um olho pra mim, me segurou com as duas mãos na cintura e enfiou a cabeça entre minhas pernas com a boca devorando toda a minha buceta, se afastou um pouco e enfiou dois dedos dentro da minha buceta ao mesmo tempo que a língua dele voltava a focar no meu clitóris, meu corpo começou a arquear, meus gemidos já eram impossíveis de disfarçar, passaram alguns segundos e meu corpo se arqueou violentamente, senti um calor incrível subindo das minhas partes e explodi num gemido brutal e incontrolável enquanto ouvia as risadas dos três homens. "Parece que a Antônia descobriu o significado da palavra orgasmo" disse o romeno. Eu tava deitada na cama me recuperando do orgasmo, com certeza se aquilo era um orgasmo era a primeira vez que eu sentia na vida, vi o Carlos se levantar do chão e sentar num sofá individual que tava do lado da cama, o romeno apontou a câmera pra ele. Carlos deu uma palmada na própria coxa e falou "Vem aqui, gostosa" Fui até o sofá e sentei no colo do Carlos, de novo eu não levantava a cabeça do chão, tudo aquilo continuava me matando de vergonha, Carlos me virou pra ficar de costas pra ele e de frente pra câmera. "Você já sabe o que tem que fazer, Antônia" disse o romeno Com minha mão peguei a pica do Carlos e guiei até a entrada da minha buceta, Carlos colocou as mãos na minha cintura e de uma só vez enfiou a pica dele com tanta força e tão fundo que eu gritei. Logo eu tava pulando na pica do Carlos e de novo tava bem molhada, minha cara devia ser um poema porque eu tentava disfarçar que aquilo Um jovem de 30 anos tava me fazendo gozar. Meus peitos pulavam pra cima e pra baixo enquanto a pica do Carlos entrava e saía da minha buceta. O Arturo se colocou na nossa frente e subiu um pouco no sofá pra deixar a pica dele na altura da minha boca. Eu meti na boca e logo ele começou a se mexer pra frente e pra trás, fodendo minha boca, até que o romeno mandou ele parar, dizendo que naquela posição não dava pra ver nada. Eu continuava quicando em cima do Carlos, que se levantou um pouco pra ter mais domínio da situação, fazendo eu me inclinar pra frente. Ele se ergueu mais e aumentou a força das estocadas. Agora me segurava pela cintura e empurrava até enfiar a pica toda, fazendo as bolas dele baterem na minha buceta. Ele tava curtindo meu corpo, tirava a pica inteira e metia de novo toda. O romeno mandou a gente parar e trocar. O Arturo tava sentado na cama, e eu fui até ele, sentando no colo dele igual tinha feito com o Carlos. Dessa vez, o Arturo molhou os dedos e começou a explorar meu cu. Aquilo me deixou puta, e eu falei pro romeno que não tínhamos combinado nada de dar o cu. "E se eu te der mais 250 euros pra foder?" ele disse, o porco. Sabia que eu tava numa situação financeira fudida, senão não teria ligado pra ele, então sabia que eu ia aceitar. Mas o que eu falei surpreendeu ele pra caralho, e até a mim: "Melhor 500 euros, porque vocês vão estrear meu cu." O romeno riu e aceitou. Eu já nem me reconhecia mais. Os dedos do Arturo foram entrando enquanto eu ia descendo. Ficamos assim uns dois minutos até meu cu dilatar o suficiente. O Arturo pegou a pica dele de novo e apontou pro meu cu, enfiou a ponta, e eu fiz uma careta de dor. Ele parou, e o que eu falei pareceu nem ter saído da minha boca: "Não para, empurra que já tá entrando." E olha se ele empurrou. Entrou de uma vez, começou a me penetrar pelo cu. Cu, eu gemia e me contorcia de prazer, a pica do Arturo entrava e saía enquanto ele segurava meus peitos com as mãos e beliscava meus mamilos. "Fiquem quietos um momento" disse o romeno "Diz algo pro seu marido, Antônia" "De novo, mas o que vocês querem?" "Qual é, cara, usa a imaginação" "O... Oi, querido, então, como você tá vendo, tô fazendo a minha parte pra conseguir o emprego, igual você me pediu quando saí de casa, aqui estou eu com uma pica enfiada até o fundo das minhas entranhas, tô dando o melhor de mim, até agora já usei minha boca, minha buceta e meu cu" "Hahaha, fantástico, Antônia" gritou o romeno. Aquela mulher já não era eu, eu gemia como uma louca, a pica do Arturo saía até a metade e entrava com força, cada vez que ele enfiava continuava me bombando sem parar, meus peitos balançavam selvagemente pra frente e pra trás, agora o Arturo me segurava pela cintura, de novo mudou e me segurou pelos quadris com força e mudou o ritmo; parou de enfiar tudo até o fundo e passou a meter só a metade, mas mais rápido. "Mais devagar, por favor" tive que pedir. Arturo me segurou de novo pela cintura e diminuiu as penetrações, embora voltasse a enfiar tudo de novo. Eu subia e descia devagar enquanto a pica do Arturo desaparecia dentro do meu cu, o Carlos, completamente duro, se aproximou, Arturo enfiou a pica toda e a segurou dentro do meu cu, Carlos se inclinou sobre mim e eu o afastei com a mão. "Também não tínhamos combinado duas picas ao mesmo tempo" falei pro romeno "Porra, que rápido você aprende, tá bom, mais 250 euros por isso" Pisquei um olho pro Carlos e peguei na pica dele com a mão, procurando minha buceta, ele pressionou devagar até entrar dentro de mim. "Você gosta, Antônia?" me perguntou o romeno "Siiim, porra, claro que gosto" eu tava completamente solta "Como você gosta das picas, Antônia?" "Grandes, grandes e duras" "E o que você quer que meus amigos façam com você, Antônia?" "Que enfiem as picas deles até o fundo, porra" Carlos empurrou de novo e meteu Enfiaram tudo, tanto o Arturo quanto o Carlos começaram a se mexer, me fodendo ao mesmo tempo num ritmo gostoso, minha cara devia ser de puro prazer, me agarrei no Carlos que me comia pela frente e gritei "MAIS, MAISSS" Minha buceta tava prestes a explodir "Olhem os 3 pra câmera, galera, Antonia, o que será que seu marido acha de te ver com 2 paus dentro de você, um no cu e outro na buceta?" "Meu marido já tem o suficiente pra se preocupar, largado no sofá vendo futebol e bebendo cerveja, pra ficar pensando nos paus que tão me fodendo" "Hahaha bravo Antonia, você é fantástica" "Sim! Sim!!! Vou gozar!! AAAGGG!!! Carlos e Arturo continuavam enfiando os paus dentro de mim, com movimentos cada vez mais secos e fortes, tô gozando, consegui dizer o Carlos, enquanto o Arturo dizia a mesma coisa, eu tentei separar eles, mas o romeno me acalmou falando que tinham pílulas pra evitar qualquer problema de gravidez, não deu tempo pra mais nada, porque logo senti minhas entranhas sendo inundadas pela porra daqueles 2 caras. Carlos e Arturo bateram palma com os paus ainda dentro de mim enquanto o Carlos, olhando pra câmera, dizia. "Jesus, sua esposa é fantástica, valeu por deixar a gente comer ela" Tirei o Carlos de cima de mim e tirei o pau do Arturo do meu cu pra ir descansar no sofá, o semen daqueles 2 caras escorria pelas minhas coxas, peguei uns lenços da minha bolsa pra me limpar e ia vestir a calcinha quando o romeno falou "Não se veste não, Antonia, ainda não terminamos" Nessa altura eu já tinha perdido a vergonha e me sentia a dona da situação. "Combinamos 2000 euros por uma cena, você me deve 2000 mais 500 por estrear meu cu, mais 250 pela dupla penetração, ou seja, 2750 euros, se quiser outra cena vai ter que me pagar mais 2500 euros como você falou" "Caralhooooooo, a dona casada e mãe de 2 filhos, como aprende rápido, tá bom, você é boa então merece que a gente te pague outra cena" "Quando vocês quiserem então, mas se liguem que não posso demorar muito mais tempo Tenho que preparar o jantar pro meu marido e meus filhos" "Hahaha, tipo, você não liga de levar no cu sem seu marido saber, mas se preocupa em não chegar a tempo de fazer o jantar pra ele?" "E você, seu bosta, o que tem a ver com isso? Faço isso por necessidade, não sou nenhuma puta, mas você não entende os sacrifícios que uma mulher tem que fazer pra sustentar uma família" "Tá bom, Antônia, não fica brava, pô, foi só uma piada" "Gente, deixem a cama livre pra Antônia, senta na cama, Antônia, e se toca um pouco, seduz a câmera, pensa nas pessoas que vão te ver de casa" Sentei na cama e levei a mão até a buceta, sorri e pisquei pra câmera. Continuei me acariciando devagar, subia a mão até meus peitos, tocava neles e descia de novo pra buceta, e subia outra vez. Apertava meus peitos cada vez mais forte quando tocava neles. Olhei pro Carlos e pro Arturo, que me encaravam pelados de um canto do quarto, e sorri de novo. Meus bicos ficaram duros feito pedra, eu beliscava eles com força enquanto não parava de olhar e fazer gestos obscenos pra câmera. Minha bucetinha tava realmente encharcada quando comecei a enfiar vários dedos nela. O romeno fez um sinal pro Carlos e pro Arturo, e eles sentaram dos dois lados da cama, comigo no meio. Eu já não precisava de instruções. Levei as mãos pros paus, apertei eles e comecei a masturbar enquanto eles tocavam meu corpo todo, me lambiam e puxavam meus bicos, enquanto eu não parava de masturbá-los. Me inclinei um pouco pro lado do Carlos, abri a boca e levei a cabecinha até ela, chupando. Tirei da boca e virei a cabeça pro lado do Arturo pra fazer o mesmo com o pau dele. Fiquei assim uns minutos, alternando de pau e enfiando a cabecinha na boca, chupando, até que voltei pro pau do Carlos e abri a boca o máximo que pude pra engolir aquele pau inteiro. Senti meu nariz roçando no púbis do Carlos enquanto enfiava o pau todo dele a boca. "É isso aí, Antônia, uma verdadeira garganta profunda" "Agora, Antônia, com a pica na boca, quero que você diga ao seu marido o que tem de janta" "Ummmph, hojje a janta é cagrne no bagro" saiu da minha boca "E o seu marido, o que vai jantar?" "Não sei, to ocupada com a minha janta" falei, tirando a pica do Carlos da boca. Agora eu pegava a pica com as duas mãos, soltando a pica do Artur, chupando com vontade, igual uma gulosa. O Carlos tirava a pica da minha boca e batia na minha cara com ela, enquanto eu tentava enfiar de novo na boca, como se fosse uma brincadeira. Como não consegui, falei pro Carlos: "Você quem perde". E virei, enfiando a pica do Artur na boca de uma vez. Ele tava adorando o boquete, acariciando minha cabeça, brincando com meu cabelo entre os dedos, enquanto eu brincava com a pica dele na minha boca. Eu continuava chupando e engolindo até o fundo a pica do Artur, quando ouvi o romeno falar: "Que cara você faz, Antônia, chupa que nem uma puta" "Muito obrigada" falei pro romeno sem tirar a pica do Artur da boca. Comecei a lamber o pau sem parar, como se tivesse fora de mim, sem tirar ele completamente da boca, sem soltar um segundo, mexendo a língua por toda a pica. O Artur, igual ao Carlos, tirou a pica da minha boca, bateu várias vezes na minha cara e se afastou um pouco. Os dois pegaram nas picas e começaram a se masturbar devagar. Eu olhei pra eles, que continuavam se masturbando lentamente, e o romeno perguntou: "Já provou o merengue de porra, Antônia?" Eu sabia do que ele tava falando, mas me fiz de sonsa: "Não sei do que você tá falando". "Pois agora você vai saber". O Artur e o Carlos aproximaram as picas da minha cara e todo o esperma deles jorrou de uma vez, enchendo minha cara inteira. Jatos de porra caíam nos meus olhos, bochechas, nariz, e entravam na minha boca aberta enquanto eu dizia: "Vamos ver como é esse merengue de porra". Peguei as paus já meio murchas e chupei as últimas gotas de porra que sobravam nelas, depois passei minhas mãos no rosto tirando os restos de sêmen que tinha nele e me limpei esfregando nos meus peitos. "Ainda bem que você não me pediu mais grana por deixar eles gozarem na sua cara, Antônia" "Bom, isso foi um extra porque vocês foram muito legais comigo" falei eu De novo fui pegar minha roupa quando vi que o romeno tinha se pelado rapidão "O que cê tá fazendo?" perguntei "Ué, Antônia, não vai me dizer que vou ficar sem te foder depois de te pagar por outra cena" "Já fizemos a cena com o Arturo e o Carlos" "Mas Antônia, se nem te comeram dessa segunda vez, o certo é eu te comer" Não tava a fim de mais nada, mas quando olhei direito vi que aquele romeno tinha um corpo perfeito, cheio de tatuagem de bandido mas todo musculoso e principalmente uma rola enorme como nunca tinha visto na vida, devia ter uns 20 cm fácil Ia recusar, mas o romeno percebeu como eu tava me lambendo olhando pro pau dele, então chegou na câmera, ligou ela e me deu a mão, a gente ficou na frente da lente enquanto o Carlos e o Arturo olhavam, o romeno apoiou a mão na minha cabeça e me fez ajoelhar na frente dele, não precisou nem de uma palavra. Peguei o pau do romeno e comecei a brincar com ele, segurei na base com a mão e com a língua subia e descia pela parte de fora, ele fechava os olhos e eu sorria pra ele enquanto chupava o pau dele, continuei brincando uma e outra vez com o pau duro dele até o romeno implorar pra eu meter na boca, não fiz ele sofrer muito mais e comecei a fazer um boquete monstruoso, aquele instrumento enorme sumia dentro da minha boca até quase chegar na garganta e minha cabeça subia e descia sem parar. De vez em quando tirava da boca pra olhar pra ele e dar um sorriso safado. "Continua, foxy, continua" fiquei um tempão nessa, chupando aquele falo gigante, me esbaldando Com ele, eu peguei com uma mão e puxei a pele pra trás, beijei a cabecinha suavemente enquanto acariciava de cima pra baixo bem devagar, masturbando ele. Com a outra mão, peguei as bolas dele e comecei a brincar com elas, suavemente, acariciando também. Enrolei a base da cabecinha com dois dedos, estiquei a língua e passei bem devagar pela cabecinha até chegar nas bolas. Chupei uma primeiro, coloquei na boca, dei mordidinhas leves, suguei sem machucar e depois a outra, chupei, mordi de leve. Engolia o pau dele quase até o talo, babando ele todo. Babava e a baba escorria pros meus peitos. O pau dele fazia barulho de chapinhada quando entrava na minha boca. Coloquei as mãos na bunda do romeno, ele segurou minha cabeça e puxou pro pau dele, enfiou tudo na minha garganta e começou a foder minha boca. Depois, tirou o pau da minha boca e me pegou no colo, me segurando no ar com toda a força dele. Dessa posição, eu não conseguia ver o pau dele. O romeno colocou o pauzão dele no meu buraquinho da buceta e enfiou só a cabecinha, devagar foi metendo. Devia estar na metade quando eu já me sentia cheia. O romeno empurrou com força e meteu o resto do pauzão dele de uma vez. Me empurrou de novo, enfiando até o fundo o pintão dele. O romeno me segurava no colo como uma boneca. Cravei as unhas nas costas dele enquanto ele começou a se mexer. Entrava e saía violentamente, batendo com os testículos dele na minha bunda, fazendo um som de batida, tipo quando bolas batem numa parede de frontão, mas dessa vez eram as bolas do romeno batendo na minha buceta. O pau dele não parava de me foder. Metia até o fundo e eu me agarrava na cabeça dele, encharcada de suor, enquanto aguentava as investidas daquele pintão romeno que continuava me fodendo num ritmo bom. O romeno, me segurando pela bunda, me inclinou pra frente e levou a cabeça dele pros meus peitos. Começou a chupar meus peitos com paixão enquanto eu sentia que ele tava gozando. Dentro de mim, senti o esperma quente dele chegar bem fundo, até o fim das minhas entranhas. Ele demorou uns segundos pra tirar a cabeça de entre meus peitos e me deitar no chão. O esperma escorria de novo pelas minhas coxas. "Antonia, você é foda, uma ATRIZ PORNO com todas as letras." Ele pegou minha bolsa pra eu pegar um lenço e me limpar, mas eu falei: "Por mais 250 euros, deixo vocês me darem uma chuveirada." "Hehehe, o romeno riu, é muito tentador, pena que aqui não temos chuveiro, nem água." "Vamos, tenho certeza que vocês dão um jeito", falei enquanto olhava pro pau dele. "CARALHO, não acredito, descobrimos uma estrela." Ele tirou mais 250 euros e colocou junto com o resto do dinheiro. Os três se aproximaram de mim e, depois de uns segundos, começaram a mijar em cima de mim. Me mijaram o corpo inteiro, se esbaldando na minha cara e nos meus peitos. Depois nos vestimos e eles disseram que me ligariam. Quando cheguei em casa, meu marido estava como sempre, largado no sofá vendo um filme com uma cerveja na mão. Passei correndo pra tomar banho. Quando terminei, comecei a preparar o jantar. Meu marido perguntou: "E aí, o que rolou nessa entrevista?" "Nada, eu fiz de tudo que pude, mas não sei se vão me contratar." No dia seguinte, abri a bolsa com os 5500 euros lá dentro. Tinha descoberto que servia pra algo mais do que ser caixa de supermercado. O celular começou a tocar. "Oi, Antonia, sou o Carlos. Seus vídeos fizeram o maior sucesso com nossos chefes. Temos 3000 euros pra você por uma cena com 3 negões. Interessa?" Eu só respondi: "O que vocês acham? Hehehe.

2 comentários - Rodando, rodando, comendo mãe e esposa

Uff gran relato segui subiendo de esta y te doy 20 puntos en la siguientes