Bueno, trouxe um relato real de algo que rolou comigo uns anos atrás com quem era minha madrasta. Tudo começou há uns anos, quando eu trabalhava como motorista de aplicativo. Um dia, meu pai me ligou pedindo pra buscar a namorada dele, que vamos chamar de Andre. Vou dar uma descrição rápida: Andre é uma morena de 38 anos, magra, peito médio e uma bunda de matar, cabelo preto escuro, e sempre veste legging ou jeans justo. A conversa foi mais ou menos assim:
Pai: "Fala, filho. Dá pra passar lá em casa buscar a Andre umas 22h?"
Eu: "Fala, pai. Beleza, sem problema. Fala pra ela que tô lá nesse horário."
Pai: "Fechou. Não esquece, filho."
Continuei trabalhando normal até as 21h, fui pra casa, tomei banho, comi algo e saí pra buscar ela. Cheguei na casa, buzinei, e ela saiu com um jeans azul bem justo, jaqueta jeans aberta e uma regata preta decotada. Me cumprimentou com um beijo no canto da boca e partimos pra casa do meu pai. No caminho, a conversa foi basicamente:
Andre: "E aí, gatinho, tudo bem?"
Eu: "Tranquilo, e você?"
Andre: "Bem, cansada do trampo."
Eu: "Tô na mesma, só paro meia-noite."
Andre: "E as suas minas?"
Eu: "Quais? Não tenho nenhuma." (fazendo o papel de vítima)
Andre: "Ah, para de se fazer de bobo. Para no mercadinho que vou comprar cigarro."
Eu: "Fechou, vou parar agora."
Quando ela desceu pra comprar cigarro e eu vi aquela bunda monstra pedindo pra sair do jeans, fiquei louco. Ficava pensando como meu pai comia aquela égua. Segui viagem, cheguei na casa do meu pai, desci pra cumprimentar e, quando tava indo embora, meu pai falou: "Amanhã te aviso e você vem buscar ela."
No outro dia, entrei cedo no trampo e, perto do meio-dia, chegou um WhatsApp de um número desconhecido. Quando vi a foto de perfil, era ela.
Andre: "Oi, gatinho, vem almoçar aqui meio-dia?"
Eu: "Não, não costumo almoçar, valeu."
Andre: "Vem comer, fiz comida e seu pai foi embora. Não quero comer sozinha."
Eu: "Beleza, passo aí em 20 minutos."
Andre: "Fechou, te espero, gato. Beijinhos."
Fui, almocei e, quando tava saindo, meu pai chegou e falou: "Espera aí pra levar ela." Esperei uns 10 minutos e ela saiu vestida pra ir embora do mesmo jeito que veio. caminho, continuamos a conversa sobre a comida.
A. Você gostou da comida?
Y. Tava uma delícia.
A. Eu faço tudo uma delícia, e um sorriso safado.
Y. Com certeza você tem com o que fazer também.
A. O que cê tá dizendo, cara? (pensei que tinha estragado tudo)
Y. Tô falando da comida, pelas mãos.
A. Hahaha, não tenta mentir pra mim, eu vejo como você me olha.
Y. Bom, você é gostosa, quando me chama pra um mate, mãe e filho?
A. Quando quiser, me manda um zap.
Y. Hoje.
A. Hoje acho que não, mas amanhã, que meus filhos não tão aqui, aí não tenho problema com seu pai. Chegamos na casa dela e, ao descer, outro beijo no canto dos lábios. No outro dia, enquanto trabalhava, mandei um zap pra ela e ela topou um mate. Fui, tomamos uns mates e ela me contou que as coisas com meu velho não eram lá essas maravilhas e os problemas dela. Fiquei um tempo indo tomar mate como se fosse o filho, até que mudei de emprego e tinha mais tempo livre, e aí já ia a qualquer hora como se fosse o filho, e meu velho sabia.
Um fim de semana que ela tava na casa dela, meu velho me mandou ir lá ver qual era. Quando cheguei, tava ela, os filhos mais novos e as duas filhas mais velhas: Micaela, uma morena de 19 anos com uma bunda boa e uns peitinhos, e Eve, que era morena com umas tetas grandes e uma raba de outro mundo. Cheguei, cumprimentei todo mundo e, no meio das conversas, enquanto as filhas dela se arrumavam pra sair, Andre me chamou pra jantar e tomar algo juntos, como família, na casa dela. Aceitei, comemos algo e bebi bastante, a ponto de ela pegar a chave do meu carro e falar: "Você dorme aqui hoje e não vai embora, ou eu conto pro seu pai."
Chegou a hora de dormir e ela disse pra eu deitar no quarto dela, um em cada ponta da cama, o que, estando consciente, não cumpri. Deitei vestido e ela, com uma legging preta e uma camiseta cinza. Já deitados, fumamos um cigarro conversando, e eu não conseguia me segurar de olhar pras tetas dela pelo decote, o que ela percebia e ria. Eu tava com tesão, então fingi que tava dormindo e comecei a abraçar ela. Vendo que ela não falava nada, encostei e comecei a colocar a mão na barriga dela. Ela não se mexia, e eu comecei a apalpar de leve os peitos dela. Ela tava dormindo, ou pelo menos fingia. Aí eu pensei: vou aproveitar e desci minha mão até a virilha dela, que já tava molhada, e comecei a acariciar por cima da legging até sentir a mão dela no meu volume e ouvi ela murmurar. Me acalmei e tentei dormir. No dia seguinte, quando acordei, ela me cumprimentou e disse: "Oi, neném, dormiu bem?" Respondi que sim e tomamos café juntos. Ela tava mais provocante do que nunca e falou: "Hoje você vem dormir?" E eu respondi: "Sim, se não te incomodar."
Naquela noite, fui dormir lá e cheguei umas 23h, sabendo que os filhos dela já estavam dormindo. Ela me abriu a porta já vestida pra dormir, de legging e um moletom. Entrou e disse: "Vai se deitar." Fechou a porta e veio atrás de mim. Me deitei na ponta da cama e ela falou: "Me abraça", rindo. Abracei ela por trás e comecei a colocar a mão na barriga dela. Ela disse: "Não se faz de sonsinho, ontem eu senti tudo." Se virou e a gente se perdeu num beijo apaixonado enquanto eu apertava os peitos dela e ela rebolava a bunda no meu pau duro. Comecei a tocar ela e a puxar a legging pra baixo. Ela, em dois movimentos, tirou minha calça de moletom e a cueca. Se levantou na cama, de costas pra mim, baixou a legging e tirou o moletom, ficando só de uma calcinha fio-dental vermelha de renda. Se ajoelhou na cama e começou a me beijar enquanto passava a mão em mim, e eu adorava apalpar os peitos dela.
A: "Cara, olha o que você escondia, você é melhor que seu pai."
Y: "É normal."
A: "Adoro."
Y: "Chupa ele com essa boquinha de head master."
Ela começou a chupar como uma profissional.
A: "Assim que você gosta, cara."
Y: "Continua, putinha."
A: "Adoro, mas aqui quem manda sou eu, então você vai me chupar inteiro."
Ela parou o boquete no meio e se deitou do meu lado. Comecei a chupar a buceta molhada dela enquanto ela mordia os lábios pra não gemer. Fiquei chupando um tempão, sentindo ela ficar cada vez mais molhada, e com a mão ela enfiava minha cara na buceta dela.
A: "Mete a língua assim, vai, que eu vou gozar."
Y: "Goza assim, que eu vou te foder."
A: "Sim, você vai me foder... aah, que gostoso."
Y: "Fica de quatro."
A: "Pra quê?"
Y: "Tô morrendo de vontade de fazer uma coisa em você."
Ela ficou de quatro e comecei a chupar a bunda macia dela. Minha língua brincava no cu dela, e ela gemia como uma louca. Fiquei chupando a bunda dela até ela falar: "Chega, que... acelerei minha língua até sentir um mar de fluidos jorrar na cama. Ela se deitou, me posicionei na frente dela e, quando comecei a querer penetrar, ela começou a se fazer de virgem, algo que me deixou louco.
A. Não para, vai doer?
Y. Não, nada disso.
A. Olha, não quero que doa.
Y. Relaxa, só aproveita.
A. Tá bom, devagar, só a pontinha, deixo.
Quando enfiei a ponta do meu pau na buceta dela, tava fervendo e me excitava ainda mais. Ela começou a gemer com voz de menina:
Aaaai, siiiim, assim eu gosto.
Eu bombava nela enquanto ela arranhava minhas costas. Tava no paraíso até que ela disse:
A. Termina rápido, amanhã tem que acordar cedo e já são 3.
Y. Não, rápido não.
A. Sim, vai, goza rápido e tira.
Y. Você vai fazer isso comigo?
A. Já vai ter outras oportunidades, mas goza, vai.
A cada "goza, vai", eu morria de vontade de explodir dentro dela, e foi o que fiz. Quando ela disse de novo pra eu gozar, explodi dentro dela, enchendo ela de porra quente. Ela me olhou, sorriu e disse:
A. Me encheu de porra, cara, te falei pra gozar fora.
Dei um beijo nela e falei:
Y. Assim é melhor.
Ela foi se limpar, eu fui junto, e quando voltamos pra cama, dormimos abraçados. Tem mais encontros com ela que vou contar em capítulos diferentes. Desculpa se foi longo, mas queria ser o mais claro possível. Se achar fotos dela, vou postando junto com os relatos.
Pai: "Fala, filho. Dá pra passar lá em casa buscar a Andre umas 22h?"
Eu: "Fala, pai. Beleza, sem problema. Fala pra ela que tô lá nesse horário."
Pai: "Fechou. Não esquece, filho."
Continuei trabalhando normal até as 21h, fui pra casa, tomei banho, comi algo e saí pra buscar ela. Cheguei na casa, buzinei, e ela saiu com um jeans azul bem justo, jaqueta jeans aberta e uma regata preta decotada. Me cumprimentou com um beijo no canto da boca e partimos pra casa do meu pai. No caminho, a conversa foi basicamente:
Andre: "E aí, gatinho, tudo bem?"
Eu: "Tranquilo, e você?"
Andre: "Bem, cansada do trampo."
Eu: "Tô na mesma, só paro meia-noite."
Andre: "E as suas minas?"
Eu: "Quais? Não tenho nenhuma." (fazendo o papel de vítima)
Andre: "Ah, para de se fazer de bobo. Para no mercadinho que vou comprar cigarro."
Eu: "Fechou, vou parar agora."
Quando ela desceu pra comprar cigarro e eu vi aquela bunda monstra pedindo pra sair do jeans, fiquei louco. Ficava pensando como meu pai comia aquela égua. Segui viagem, cheguei na casa do meu pai, desci pra cumprimentar e, quando tava indo embora, meu pai falou: "Amanhã te aviso e você vem buscar ela."
No outro dia, entrei cedo no trampo e, perto do meio-dia, chegou um WhatsApp de um número desconhecido. Quando vi a foto de perfil, era ela.
Andre: "Oi, gatinho, vem almoçar aqui meio-dia?"
Eu: "Não, não costumo almoçar, valeu."
Andre: "Vem comer, fiz comida e seu pai foi embora. Não quero comer sozinha."
Eu: "Beleza, passo aí em 20 minutos."
Andre: "Fechou, te espero, gato. Beijinhos."
Fui, almocei e, quando tava saindo, meu pai chegou e falou: "Espera aí pra levar ela." Esperei uns 10 minutos e ela saiu vestida pra ir embora do mesmo jeito que veio. caminho, continuamos a conversa sobre a comida.
A. Você gostou da comida?
Y. Tava uma delícia.
A. Eu faço tudo uma delícia, e um sorriso safado.
Y. Com certeza você tem com o que fazer também.
A. O que cê tá dizendo, cara? (pensei que tinha estragado tudo)
Y. Tô falando da comida, pelas mãos.
A. Hahaha, não tenta mentir pra mim, eu vejo como você me olha.
Y. Bom, você é gostosa, quando me chama pra um mate, mãe e filho?
A. Quando quiser, me manda um zap.
Y. Hoje.
A. Hoje acho que não, mas amanhã, que meus filhos não tão aqui, aí não tenho problema com seu pai. Chegamos na casa dela e, ao descer, outro beijo no canto dos lábios. No outro dia, enquanto trabalhava, mandei um zap pra ela e ela topou um mate. Fui, tomamos uns mates e ela me contou que as coisas com meu velho não eram lá essas maravilhas e os problemas dela. Fiquei um tempo indo tomar mate como se fosse o filho, até que mudei de emprego e tinha mais tempo livre, e aí já ia a qualquer hora como se fosse o filho, e meu velho sabia.
Um fim de semana que ela tava na casa dela, meu velho me mandou ir lá ver qual era. Quando cheguei, tava ela, os filhos mais novos e as duas filhas mais velhas: Micaela, uma morena de 19 anos com uma bunda boa e uns peitinhos, e Eve, que era morena com umas tetas grandes e uma raba de outro mundo. Cheguei, cumprimentei todo mundo e, no meio das conversas, enquanto as filhas dela se arrumavam pra sair, Andre me chamou pra jantar e tomar algo juntos, como família, na casa dela. Aceitei, comemos algo e bebi bastante, a ponto de ela pegar a chave do meu carro e falar: "Você dorme aqui hoje e não vai embora, ou eu conto pro seu pai."
Chegou a hora de dormir e ela disse pra eu deitar no quarto dela, um em cada ponta da cama, o que, estando consciente, não cumpri. Deitei vestido e ela, com uma legging preta e uma camiseta cinza. Já deitados, fumamos um cigarro conversando, e eu não conseguia me segurar de olhar pras tetas dela pelo decote, o que ela percebia e ria. Eu tava com tesão, então fingi que tava dormindo e comecei a abraçar ela. Vendo que ela não falava nada, encostei e comecei a colocar a mão na barriga dela. Ela não se mexia, e eu comecei a apalpar de leve os peitos dela. Ela tava dormindo, ou pelo menos fingia. Aí eu pensei: vou aproveitar e desci minha mão até a virilha dela, que já tava molhada, e comecei a acariciar por cima da legging até sentir a mão dela no meu volume e ouvi ela murmurar. Me acalmei e tentei dormir. No dia seguinte, quando acordei, ela me cumprimentou e disse: "Oi, neném, dormiu bem?" Respondi que sim e tomamos café juntos. Ela tava mais provocante do que nunca e falou: "Hoje você vem dormir?" E eu respondi: "Sim, se não te incomodar."
Naquela noite, fui dormir lá e cheguei umas 23h, sabendo que os filhos dela já estavam dormindo. Ela me abriu a porta já vestida pra dormir, de legging e um moletom. Entrou e disse: "Vai se deitar." Fechou a porta e veio atrás de mim. Me deitei na ponta da cama e ela falou: "Me abraça", rindo. Abracei ela por trás e comecei a colocar a mão na barriga dela. Ela disse: "Não se faz de sonsinho, ontem eu senti tudo." Se virou e a gente se perdeu num beijo apaixonado enquanto eu apertava os peitos dela e ela rebolava a bunda no meu pau duro. Comecei a tocar ela e a puxar a legging pra baixo. Ela, em dois movimentos, tirou minha calça de moletom e a cueca. Se levantou na cama, de costas pra mim, baixou a legging e tirou o moletom, ficando só de uma calcinha fio-dental vermelha de renda. Se ajoelhou na cama e começou a me beijar enquanto passava a mão em mim, e eu adorava apalpar os peitos dela.
A: "Cara, olha o que você escondia, você é melhor que seu pai."
Y: "É normal."
A: "Adoro."
Y: "Chupa ele com essa boquinha de head master."
Ela começou a chupar como uma profissional.
A: "Assim que você gosta, cara."
Y: "Continua, putinha."
A: "Adoro, mas aqui quem manda sou eu, então você vai me chupar inteiro."
Ela parou o boquete no meio e se deitou do meu lado. Comecei a chupar a buceta molhada dela enquanto ela mordia os lábios pra não gemer. Fiquei chupando um tempão, sentindo ela ficar cada vez mais molhada, e com a mão ela enfiava minha cara na buceta dela.
A: "Mete a língua assim, vai, que eu vou gozar."
Y: "Goza assim, que eu vou te foder."
A: "Sim, você vai me foder... aah, que gostoso."
Y: "Fica de quatro."
A: "Pra quê?"
Y: "Tô morrendo de vontade de fazer uma coisa em você."
Ela ficou de quatro e comecei a chupar a bunda macia dela. Minha língua brincava no cu dela, e ela gemia como uma louca. Fiquei chupando a bunda dela até ela falar: "Chega, que... acelerei minha língua até sentir um mar de fluidos jorrar na cama. Ela se deitou, me posicionei na frente dela e, quando comecei a querer penetrar, ela começou a se fazer de virgem, algo que me deixou louco.
A. Não para, vai doer?
Y. Não, nada disso.
A. Olha, não quero que doa.
Y. Relaxa, só aproveita.
A. Tá bom, devagar, só a pontinha, deixo.
Quando enfiei a ponta do meu pau na buceta dela, tava fervendo e me excitava ainda mais. Ela começou a gemer com voz de menina:
Aaaai, siiiim, assim eu gosto.
Eu bombava nela enquanto ela arranhava minhas costas. Tava no paraíso até que ela disse:
A. Termina rápido, amanhã tem que acordar cedo e já são 3.
Y. Não, rápido não.
A. Sim, vai, goza rápido e tira.
Y. Você vai fazer isso comigo?
A. Já vai ter outras oportunidades, mas goza, vai.
A cada "goza, vai", eu morria de vontade de explodir dentro dela, e foi o que fiz. Quando ela disse de novo pra eu gozar, explodi dentro dela, enchendo ela de porra quente. Ela me olhou, sorriu e disse:
A. Me encheu de porra, cara, te falei pra gozar fora.
Dei um beijo nela e falei:
Y. Assim é melhor.
Ela foi se limpar, eu fui junto, e quando voltamos pra cama, dormimos abraçados. Tem mais encontros com ela que vou contar em capítulos diferentes. Desculpa se foi longo, mas queria ser o mais claro possível. Se achar fotos dela, vou postando junto com os relatos.
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