A babá
Olá, como vocês estão??????….. Me chamo Micaela, sou da Argentina e preciso contar minha história porque o que aconteceu comigo foi tão lindo que quero compartilhar com todos os leitores dessa página maravilhosa. E graças aos vários relatos que li, eu também me animei a contar o meu. Primeiro, vou dizer que tenho 18 anos, moro com minha família, estou no primeiro ano de Direito, minhas medidas são 94-61-94 (como podem ver, bem proporcionada) e o que mais gosto no meu corpo é minha bunda, bem firme e durinha, e adoro usar sempre fio dental. Sou morena, cabelo comprido e olhos verde-esmeralda.. e algo que vai interessar vocês: eu depilo completamente a ppk, deixando meus lábios bem à mostra. Beleza!!!!! Agora vocês já me conhecem como sou.. mas isso não é tudo, porque também trabalho como babá, e é aí que entra o que aconteceu comigo. Sou bem independente e, por isso, gosto de ganhar meu próprio dinheiro. E como adoro crianças, nos fins de semana me dedico a isso. Sou tão boa no que faço que sempre me chamam, porque as pessoas para quem trabalho passam meu telefone para os amigos e assim vai. A maioria, felizmente, tem uma situação financeira muito boa, então o pagamento é bem generoso.. mas o melhor disso é que, quando saio de cuidar das crianças, seja sexta ou sábado, lá pelas 2 ou 3 da manhã, vou direto para o apartamento de uma amiga que mora sozinha, troco de roupa e saímos para curtir a noite. Mas três meses atrás, meu celular tocou e me chamaram para ir num sábado cuidar de umas crianças. Cheguei na casa, toquei a campainha e os pais das crianças me receberam e deram as instruções: que horas dar comida, colocar na cama, etc….. e me disseram que, se eu fosse tão boa quanto tinham recomendado, continuariam me chamando aos sábados, porque o lugar onde ele trabalhava fazia festas nos fins de semana para empresários importantes e eles precisavam ir. Pois é, e depois me apresento pros meninos: um guri de 4 anos, Ezequiel; uma menina de 6, Romina; e um adolescente de 15, Matias (que na hora não tava lá, porque, como todo cara nessa idade, passa mais tempo fora de casa do que dentro, e por isso precisavam dos meus serviços). Lá pelas 21:30, o filho mais velho chegou enquanto os pais iam embora, falando que tinham me contratado. O cara veio na minha direção, me examinou de cima a baixo (dava pra ver ele babando), me cumprimentou e disse: "Uau, nunca veio uma babá tão gostosa assim. Quem sabe hoje eu fico pra você cuidar de mim também". As horas foram passando, fiz meu trabalho enquanto o Matias não parava de dar em cima de mim. Depois, coloquei os pequenos pra dormir e, mais tarde, o mais velho saiu com os amigos. Fiquei sozinha vendo TV na sala de estar. Sem querer, apertei algum botão do controle e sintonizei um canal pornô (o sinal da Venus), mas mudei na hora. Só que, depois de um tempo, a curiosidade foi tanta que coloquei de novo (eu já tinha visto filmes pornô com minhas amigas no colégio, mas a gente via de qualquer jeito, adiantava a fita, ria e se divertia). Só que dessa vez eu tava sozinha, e a pornografia que passava era tão quente que começou a fazer efeito em mim. Sem perceber, comecei a me apalpar toda. Pra vocês terem ideia, minha buceta já tava toda molhada. De repente, ouvi alguém abrindo a porta. Desliguei a TV na hora e saí como um raio pra cozinha. Sentei, peguei uma revista e fingi que tava lendo enquanto tomava uns mates. Era o Matias que tinha voltado, já eram umas 3 da manhã. Ele foi até a geladeira, serviu um copo de suco e disse:
Matias: "Ah, que tédio essa noite, não tem nada pra fazer."
Eu: "É, às vezes não rola nada mesmo."
Matias: "Ei, por que você tá suando?"
E eu tava tão nervosa que não sabia o que responder. Falei que gostava de fazer uns exercícios físicos e que era por causa disso. suor, e achei que com isso tinha escapado. Então ele foi pra sala e eu sinto que ele liga a TV e de lá me diz: – Sim!!! Então, fazendo exercício, quer que eu te ajude?! Enquanto no fundo se ouviam os gemidos do pornô. Aí ele veio pra cozinha e se apoiou no batente da porta (preciso dizer que ele não aparenta ter 15 anos, tem quase 1,70m de altura e ainda tem um corpão, porque se mata na academia) e disse: – Como você fez pra descobrir a senha em algumas horas, sendo que eu levei uns 4 meses pra poder ver a Venus? Então eu falei que não sabia do que ele tava falando e ele respondeu: – Ah, tá bom! A TV vai ficar nesse canal e quando meus pais chegarem e verem que esse canal tá desbloqueado (porque os pais dele, pra segurança dos filhos, tinham bloqueado o canal) e souberem que a única que ficou em casa foi você, porque eu vou vazar antes deles chegarem, acho que não vão te chamar mais. E isso me preocupou porque, além de perder a grana boa que eu ganhava, eles iam contar pra outros pais e minha reputação ia pro saco, e eu nunca mais seria chamada. Então eu me liguei e falei que trocaria de canal e pronto, mas ele rebateu dizendo que se eu não colocasse a senha pra bloquear, o canal continuaria aparecendo e eles perceberiam. Então eu tava entre a cruz e a espada, porque sabia que aquele moleque ia me pedir algo em troca pra me salvar daquela situação. Aí ele foi pra sala e eu senti que ligou a TV de novo e me chamou pra assistirmos juntos o canal pornô, então não tive outra escolha a não ser sentar do lado dele, enquanto as imagens de sexo iam deixando ele excitado e fazendo ele me perguntar se eu costumava transar como nos filmes e todo tipo de putaria que combinava com a situação. Nisso tudo eu tava nervosa e peguei um cigarro pra fumar, mas ele me parou dizendo que na sala não podia fumar porque a mãe dele não permitia. Então Aproveitei e saí no quintal pra fumar, deixando a sala meio quentinha, porque demorei um tempão pra voltar. Mas quando entrei, ele tentou me apalpar, e eu resisti. Bem na hora, umas 5h da manhã, os pais dele chegaram, e ele sumiu (mas antes tirou o canal pornô). Eles entraram, perguntaram se tinha corrido tudo bem, e eu respondi que sim, sem falar nada do que tinha rolado. Me pagaram, disseram que iam me chamar no outro fim de semana, e eu fui embora. Peguei um táxi e fui pra casa da minha amiga, que por sorte tava lá e, principalmente, sozinha (porque às vezes algum cara aparece pra matar a sede dela). Contei o que tinha acontecido com o cara e perguntei o que eu devia fazer, tipo, um conselho de amiga. Mas a resposta dela me surpreendeu: ela disse que, se tivesse no meu lugar, teria brincado um pouco com o cara pra ver as reações dele.
A semana passou, e eu fiquei pensando nisso. Chegou o sábado, fui pra casa dele, os pais saíram, cuidei das crianças, e elas foram dormir (mas antes perguntei pra senhora se ela se importava de eu fumar dentro de casa, e ela disse: "Por quê? O Matias falou que não? É que ele não gosta da fumaça, mas se quiser fumar, fica à vontade, ele sai com os amigos e sempre volta tarde, então sem problema"). Era 1h da manhã quando o Matias apareceu, mas dessa vez com outra desculpa: disse que não tinha encontrado os amigos. Enquanto isso, eu tava na sala vendo um filme. Quando o filme acabou, ele pegou o controle e colocou na Venus, e eu ia ter que ficar vendo pornô com ele, senão ele ia falar. Aí eu criei coragem e resolvi brincar com ele. Pedi pra ele pegar minha bolsa, tirei um cigarro, e ele lembrou que não podia fumar ali. Eu me aproximei e falei:
Eu: – Tem certeza??? Porque sua mãe me disse o contrário, hein? E acendi o cigarro na frente dele, soprando a fumaça no rosto dele.
Ele se afastou.
Matias: – Não tô nem aí, eu sou o dono da casa e você não pode fumar, certo?
Eu: – Como assim? Se você não tá aqui, né?
Matias: – Sim, mas mesmo assim não pode fumar, certo?
Agora eu tinha o controle da situação, porque ele não ia falar nada, senão ia me perder.
Eu: – Olha aqui, moleque, se você quiser contar pros seus pais o que aconteceu semana passada, conta, mas eu não vou apagar meu baseado, certo?
Matias: – Tá bom, deixo você fumar (e com uma voz meio trêmula disse) mas… por… favor, deixa eu… que… que… que eu possa acariciar seus peitos.
Aí eu olhei pra ele e com um sorriso safado fingi que tava pensando (e como fazia tempo que um homem não me tocava, dei o gosto, mas com certas regras).
Eu: – OK!!!! Essas são as regras: toda vez que eu acender um baseado, você pode só tocar meus peitos com as mãos. Se tentar passar do limite, tudo acaba, certo?
O cara aceitou como um louco a proposta e começou a tocar meus peitos, fazendo meus mamilos ficarem durinhos enquanto eu curtia fumar e via sexo na TV. Terminei de fumar e ele tirou as mãos, feito um menino obediente, enquanto eu notava o pau dele crescendo por baixo da calça. Aí, na mesma hora, ele me perguntou se eu não queria fumar outro, e eu respondi: – Talvez daqui a pouco?
Então vi ele levantar e ir em direção ao banheiro, e falei:
Eu: – Ah!! Tem outra regra: se você for no banheiro se masturbar, não pode mais me tocar, mesmo que eu esteja fumando, certo?
Aí o moleque, que parecia ter essa intenção, se fez de besta e foi pra cozinha, enquanto eu me cagava de rir e curtia aquilo. Sentamos pra continuar vendo sexo e, depois de um tempo, coloquei um baseado na boca e mandei ele acender, o que ele fez na hora. Mas dessa vez eu disse que, se quisesse, podia colocar as mãos por baixo da minha blusa e do meu sutiã (porque eu também tava ficando com tesão). E ele fez isso, e eu sentia as mãos dele em volta dos meus peitos, os dedos beliscando meus Meus peitos, aos poucos ele foi levantando minha blusa até que minhas tetas ficaram à mostra pra ele e nos olhos dele dava pra ver a satisfação, era incrível como ele apalpava cada um dos meus bicos que pareciam querer explodir e assim ficou até o cigarro acabar.. e ele seguiu a regra e tirou as mãos, mas eu queria que continuasse.. então acendi outro na mesma hora e ele grudou de novo nas minhas tetas e eu falei que se ele quisesse provar, que provasse, e feito um bebê ele se agarrou nos meus peitos sugando sem parar como se quisesse tirar leite de mim e assim ficou um tempão me dando lambidas atrás de lambidas nos meus bicos durinhos, depois ele me olhou e perguntou se podia beijar minha boca e sem dizer nada eu enfiei um beijo nele e nossas línguas se misturaram e não se soltaram por um bom tempo enquanto eu já apalpava o pau dele por baixo da calça, que tava bem duro, e ele desafivelava minha calça acariciando minha bunda e enfiava a mão por baixo da minha calcinha Booty-less branca e no momento em que os dedos dele deslizavam pela minha buceta e eu puxava o pau dele pra fora, ouvimos o barulho do portão automático abrindo, sinal de que eram os pais dele, na hora nos vestimos, eu corri pro banheiro me arrumar e ele se escondeu no quarto dele. Eles entraram e perguntaram como tava tudo, dei minha resposta positiva mais que positiva pelo momento que tinha vivido, me pagaram e fui embora umas 3:30 da manhã pra casa da minha amiga.. contei o que tinha acontecido enquanto nos trocávamos e fomos pra balada de um amigo e como eu ainda tava com tesão, peguei um cara e levei pro apartamento da minha amiga Vanesa pra ele terminar o serviço que o Matias tinha começado e que infelizmente não conseguiu concluir.. por sorte o cara que eu peguei se comportou muito bem porque gozou 3 vezes, uma dentro do meu cu (bom, mas isso é outra história). Depois, durante a semana, liguei pra casa do Matias e me fiz passar por uma colega pra ele me atender e falei que ele tinha me deixado na mão. Com tanta vontade de gozar e porque eu tinha me masturbado pensando nele, ele também me disse que naquela noite tinha se tocado pensando em mim, e decidimos que no sábado começaríamos mais cedo pra ninguém nos pegar. E então chegou o sábado, deu 12:15 da tarde, e os meninos já estavam dormindo e o Matias, claro, não tinha saído. Ele então me pegou pela mão e me levou pra um quartinho que usam como depósito no fundo do quintal, que ele tinha preparado especialmente pra ocasião. Entramos, ele fechou a porta e me deitou numa cama que tinha lá. Aí começamos a nos despir e nos beijar inteiros, e eu pude ver como o pau dele foi crescendo de tamanho até ficar com uma grossura espetacular. Não era muito comprido, mas era venoso e grosso (16 x 5). Fizemos um 69 e começamos a chupar... Eu enfiei o pau dele na boca até bater na campainha da minha garganta, quase me engasgando, e ele brincava com os dedos na minha buceta, enfiando um, dois e até três dedos, enquanto a língua dele brincava com meu clitóris, me fazendo tremer de prazer. E eu, enquanto continuava chupando a pica dele, ele aproveitava meus fluidos e, com a língua e os dedos, levava até a entrada do meu cu, onde foi enfiando um por um. Assim, com uma mão ele abria minha buceta e com a outra meu cu, e como vocês podem ver, eu não aguentei e gozei na cara dele, espirrando todos os meus fluidos vaginais. E o Matias fez o mesmo, disparando todo o sêmen dele no meu rosto, e as partes que entraram na minha boca, que foram muitas, eu lambi e engoli, do jeito que eu gosto (já que não sou como algumas que ficam com o leite na boca e depois cospem, porque eu adoro a sensação de engolir algo tão grosso e quente, mas isso eu conto outro dia). Depois de descansar um pouco e dar tempo pro pau dele ficar duro de novo, peguei meus peitos, coloquei o pau dele no meio e comecei a esfregar até ele ficar rijo como uma pedra de novo. Chupei um pouco, montei em cima... Em cima dele, abri minhas pernas e fui sentando no pau dele até ele entrar por completo, fazendo minhas paredes da buceta se abrirem como nunca. Ele me segurava pela cintura e me empurrava com força pra cima e pra baixo, fazendo meus gemidos aumentarem a cada metida que eu levava. Depois, eu fui pra baixo, e ele abriu minhas pernas, segurou meus tornozelos com as mãos e os manteve pra cima enquanto continuava me comendo, e eu gozava igual uma louca desenfreada. E depois, com muito cuidado, aceitei o pedido dele de me comer de cu. Ele lubrificou bem meu cu com a saliva dele e, devagar, foi enfiando a rola enquanto eu gritava de dor como se fosse a primeira vez que me comiam (por causa da grossura do pau dele). Naquele momento, eu sentia como se tivesse rasgado o cu. Aí ele começou a me sacudir mais rápido até o ritmo ficar feroz e despejar todo o esperma dentro do meu cu. Chupei um pouco pra limpar o pau dele e acendi um cigarro, como manda o figurino depois de uma boa trepada, e fiz o Matias se animar a dar a primeira tragada. Depois, ele se recuperou e continuou me fodendo e comendo, gozando uma das vezes no meu rosto e a outra no meu umbigo, espalhando depois pelos meus peitos como se fosse um creme de pele. E assim ficamos até as 4 da manhã, e por sorte os pais dele chegaram mais tarde. Tenho que confessar que o Matias se saiu muito bem naquela noite, me enchendo com 4 gozadas e fazendo eu ter um orgasmo atrás do outro. Depois chegou o outro fim de semana e mais sexo, e com o tempo a gente já não transava só nos sábados, porque nos encontrávamos no apartamento da minha amiga e nos esgotávamos de tanto sexo. Bom, vou deixar vocês porque tenho que ir cuidar de umas crianças que moram num apartamento no sexto andar, e por acaso tem uma vizinha de uns 16 anos que me olha de um jeito nada convencional. Então, capaz que hoje à noite eu tenha que atender ela também. assim que eu conto pra vocês
Tchau, babá.
Olá, como vocês estão??????….. Me chamo Micaela, sou da Argentina e preciso contar minha história porque o que aconteceu comigo foi tão lindo que quero compartilhar com todos os leitores dessa página maravilhosa. E graças aos vários relatos que li, eu também me animei a contar o meu. Primeiro, vou dizer que tenho 18 anos, moro com minha família, estou no primeiro ano de Direito, minhas medidas são 94-61-94 (como podem ver, bem proporcionada) e o que mais gosto no meu corpo é minha bunda, bem firme e durinha, e adoro usar sempre fio dental. Sou morena, cabelo comprido e olhos verde-esmeralda.. e algo que vai interessar vocês: eu depilo completamente a ppk, deixando meus lábios bem à mostra. Beleza!!!!! Agora vocês já me conhecem como sou.. mas isso não é tudo, porque também trabalho como babá, e é aí que entra o que aconteceu comigo. Sou bem independente e, por isso, gosto de ganhar meu próprio dinheiro. E como adoro crianças, nos fins de semana me dedico a isso. Sou tão boa no que faço que sempre me chamam, porque as pessoas para quem trabalho passam meu telefone para os amigos e assim vai. A maioria, felizmente, tem uma situação financeira muito boa, então o pagamento é bem generoso.. mas o melhor disso é que, quando saio de cuidar das crianças, seja sexta ou sábado, lá pelas 2 ou 3 da manhã, vou direto para o apartamento de uma amiga que mora sozinha, troco de roupa e saímos para curtir a noite. Mas três meses atrás, meu celular tocou e me chamaram para ir num sábado cuidar de umas crianças. Cheguei na casa, toquei a campainha e os pais das crianças me receberam e deram as instruções: que horas dar comida, colocar na cama, etc….. e me disseram que, se eu fosse tão boa quanto tinham recomendado, continuariam me chamando aos sábados, porque o lugar onde ele trabalhava fazia festas nos fins de semana para empresários importantes e eles precisavam ir. Pois é, e depois me apresento pros meninos: um guri de 4 anos, Ezequiel; uma menina de 6, Romina; e um adolescente de 15, Matias (que na hora não tava lá, porque, como todo cara nessa idade, passa mais tempo fora de casa do que dentro, e por isso precisavam dos meus serviços). Lá pelas 21:30, o filho mais velho chegou enquanto os pais iam embora, falando que tinham me contratado. O cara veio na minha direção, me examinou de cima a baixo (dava pra ver ele babando), me cumprimentou e disse: "Uau, nunca veio uma babá tão gostosa assim. Quem sabe hoje eu fico pra você cuidar de mim também". As horas foram passando, fiz meu trabalho enquanto o Matias não parava de dar em cima de mim. Depois, coloquei os pequenos pra dormir e, mais tarde, o mais velho saiu com os amigos. Fiquei sozinha vendo TV na sala de estar. Sem querer, apertei algum botão do controle e sintonizei um canal pornô (o sinal da Venus), mas mudei na hora. Só que, depois de um tempo, a curiosidade foi tanta que coloquei de novo (eu já tinha visto filmes pornô com minhas amigas no colégio, mas a gente via de qualquer jeito, adiantava a fita, ria e se divertia). Só que dessa vez eu tava sozinha, e a pornografia que passava era tão quente que começou a fazer efeito em mim. Sem perceber, comecei a me apalpar toda. Pra vocês terem ideia, minha buceta já tava toda molhada. De repente, ouvi alguém abrindo a porta. Desliguei a TV na hora e saí como um raio pra cozinha. Sentei, peguei uma revista e fingi que tava lendo enquanto tomava uns mates. Era o Matias que tinha voltado, já eram umas 3 da manhã. Ele foi até a geladeira, serviu um copo de suco e disse:
Matias: "Ah, que tédio essa noite, não tem nada pra fazer."
Eu: "É, às vezes não rola nada mesmo."
Matias: "Ei, por que você tá suando?"
E eu tava tão nervosa que não sabia o que responder. Falei que gostava de fazer uns exercícios físicos e que era por causa disso. suor, e achei que com isso tinha escapado. Então ele foi pra sala e eu sinto que ele liga a TV e de lá me diz: – Sim!!! Então, fazendo exercício, quer que eu te ajude?! Enquanto no fundo se ouviam os gemidos do pornô. Aí ele veio pra cozinha e se apoiou no batente da porta (preciso dizer que ele não aparenta ter 15 anos, tem quase 1,70m de altura e ainda tem um corpão, porque se mata na academia) e disse: – Como você fez pra descobrir a senha em algumas horas, sendo que eu levei uns 4 meses pra poder ver a Venus? Então eu falei que não sabia do que ele tava falando e ele respondeu: – Ah, tá bom! A TV vai ficar nesse canal e quando meus pais chegarem e verem que esse canal tá desbloqueado (porque os pais dele, pra segurança dos filhos, tinham bloqueado o canal) e souberem que a única que ficou em casa foi você, porque eu vou vazar antes deles chegarem, acho que não vão te chamar mais. E isso me preocupou porque, além de perder a grana boa que eu ganhava, eles iam contar pra outros pais e minha reputação ia pro saco, e eu nunca mais seria chamada. Então eu me liguei e falei que trocaria de canal e pronto, mas ele rebateu dizendo que se eu não colocasse a senha pra bloquear, o canal continuaria aparecendo e eles perceberiam. Então eu tava entre a cruz e a espada, porque sabia que aquele moleque ia me pedir algo em troca pra me salvar daquela situação. Aí ele foi pra sala e eu senti que ligou a TV de novo e me chamou pra assistirmos juntos o canal pornô, então não tive outra escolha a não ser sentar do lado dele, enquanto as imagens de sexo iam deixando ele excitado e fazendo ele me perguntar se eu costumava transar como nos filmes e todo tipo de putaria que combinava com a situação. Nisso tudo eu tava nervosa e peguei um cigarro pra fumar, mas ele me parou dizendo que na sala não podia fumar porque a mãe dele não permitia. Então Aproveitei e saí no quintal pra fumar, deixando a sala meio quentinha, porque demorei um tempão pra voltar. Mas quando entrei, ele tentou me apalpar, e eu resisti. Bem na hora, umas 5h da manhã, os pais dele chegaram, e ele sumiu (mas antes tirou o canal pornô). Eles entraram, perguntaram se tinha corrido tudo bem, e eu respondi que sim, sem falar nada do que tinha rolado. Me pagaram, disseram que iam me chamar no outro fim de semana, e eu fui embora. Peguei um táxi e fui pra casa da minha amiga, que por sorte tava lá e, principalmente, sozinha (porque às vezes algum cara aparece pra matar a sede dela). Contei o que tinha acontecido com o cara e perguntei o que eu devia fazer, tipo, um conselho de amiga. Mas a resposta dela me surpreendeu: ela disse que, se tivesse no meu lugar, teria brincado um pouco com o cara pra ver as reações dele.
A semana passou, e eu fiquei pensando nisso. Chegou o sábado, fui pra casa dele, os pais saíram, cuidei das crianças, e elas foram dormir (mas antes perguntei pra senhora se ela se importava de eu fumar dentro de casa, e ela disse: "Por quê? O Matias falou que não? É que ele não gosta da fumaça, mas se quiser fumar, fica à vontade, ele sai com os amigos e sempre volta tarde, então sem problema"). Era 1h da manhã quando o Matias apareceu, mas dessa vez com outra desculpa: disse que não tinha encontrado os amigos. Enquanto isso, eu tava na sala vendo um filme. Quando o filme acabou, ele pegou o controle e colocou na Venus, e eu ia ter que ficar vendo pornô com ele, senão ele ia falar. Aí eu criei coragem e resolvi brincar com ele. Pedi pra ele pegar minha bolsa, tirei um cigarro, e ele lembrou que não podia fumar ali. Eu me aproximei e falei:
Eu: – Tem certeza??? Porque sua mãe me disse o contrário, hein? E acendi o cigarro na frente dele, soprando a fumaça no rosto dele.
Ele se afastou.
Matias: – Não tô nem aí, eu sou o dono da casa e você não pode fumar, certo?
Eu: – Como assim? Se você não tá aqui, né?
Matias: – Sim, mas mesmo assim não pode fumar, certo?
Agora eu tinha o controle da situação, porque ele não ia falar nada, senão ia me perder.
Eu: – Olha aqui, moleque, se você quiser contar pros seus pais o que aconteceu semana passada, conta, mas eu não vou apagar meu baseado, certo?
Matias: – Tá bom, deixo você fumar (e com uma voz meio trêmula disse) mas… por… favor, deixa eu… que… que… que eu possa acariciar seus peitos.
Aí eu olhei pra ele e com um sorriso safado fingi que tava pensando (e como fazia tempo que um homem não me tocava, dei o gosto, mas com certas regras).
Eu: – OK!!!! Essas são as regras: toda vez que eu acender um baseado, você pode só tocar meus peitos com as mãos. Se tentar passar do limite, tudo acaba, certo?
O cara aceitou como um louco a proposta e começou a tocar meus peitos, fazendo meus mamilos ficarem durinhos enquanto eu curtia fumar e via sexo na TV. Terminei de fumar e ele tirou as mãos, feito um menino obediente, enquanto eu notava o pau dele crescendo por baixo da calça. Aí, na mesma hora, ele me perguntou se eu não queria fumar outro, e eu respondi: – Talvez daqui a pouco?
Então vi ele levantar e ir em direção ao banheiro, e falei:
Eu: – Ah!! Tem outra regra: se você for no banheiro se masturbar, não pode mais me tocar, mesmo que eu esteja fumando, certo?
Aí o moleque, que parecia ter essa intenção, se fez de besta e foi pra cozinha, enquanto eu me cagava de rir e curtia aquilo. Sentamos pra continuar vendo sexo e, depois de um tempo, coloquei um baseado na boca e mandei ele acender, o que ele fez na hora. Mas dessa vez eu disse que, se quisesse, podia colocar as mãos por baixo da minha blusa e do meu sutiã (porque eu também tava ficando com tesão). E ele fez isso, e eu sentia as mãos dele em volta dos meus peitos, os dedos beliscando meus Meus peitos, aos poucos ele foi levantando minha blusa até que minhas tetas ficaram à mostra pra ele e nos olhos dele dava pra ver a satisfação, era incrível como ele apalpava cada um dos meus bicos que pareciam querer explodir e assim ficou até o cigarro acabar.. e ele seguiu a regra e tirou as mãos, mas eu queria que continuasse.. então acendi outro na mesma hora e ele grudou de novo nas minhas tetas e eu falei que se ele quisesse provar, que provasse, e feito um bebê ele se agarrou nos meus peitos sugando sem parar como se quisesse tirar leite de mim e assim ficou um tempão me dando lambidas atrás de lambidas nos meus bicos durinhos, depois ele me olhou e perguntou se podia beijar minha boca e sem dizer nada eu enfiei um beijo nele e nossas línguas se misturaram e não se soltaram por um bom tempo enquanto eu já apalpava o pau dele por baixo da calça, que tava bem duro, e ele desafivelava minha calça acariciando minha bunda e enfiava a mão por baixo da minha calcinha Booty-less branca e no momento em que os dedos dele deslizavam pela minha buceta e eu puxava o pau dele pra fora, ouvimos o barulho do portão automático abrindo, sinal de que eram os pais dele, na hora nos vestimos, eu corri pro banheiro me arrumar e ele se escondeu no quarto dele. Eles entraram e perguntaram como tava tudo, dei minha resposta positiva mais que positiva pelo momento que tinha vivido, me pagaram e fui embora umas 3:30 da manhã pra casa da minha amiga.. contei o que tinha acontecido enquanto nos trocávamos e fomos pra balada de um amigo e como eu ainda tava com tesão, peguei um cara e levei pro apartamento da minha amiga Vanesa pra ele terminar o serviço que o Matias tinha começado e que infelizmente não conseguiu concluir.. por sorte o cara que eu peguei se comportou muito bem porque gozou 3 vezes, uma dentro do meu cu (bom, mas isso é outra história). Depois, durante a semana, liguei pra casa do Matias e me fiz passar por uma colega pra ele me atender e falei que ele tinha me deixado na mão. Com tanta vontade de gozar e porque eu tinha me masturbado pensando nele, ele também me disse que naquela noite tinha se tocado pensando em mim, e decidimos que no sábado começaríamos mais cedo pra ninguém nos pegar. E então chegou o sábado, deu 12:15 da tarde, e os meninos já estavam dormindo e o Matias, claro, não tinha saído. Ele então me pegou pela mão e me levou pra um quartinho que usam como depósito no fundo do quintal, que ele tinha preparado especialmente pra ocasião. Entramos, ele fechou a porta e me deitou numa cama que tinha lá. Aí começamos a nos despir e nos beijar inteiros, e eu pude ver como o pau dele foi crescendo de tamanho até ficar com uma grossura espetacular. Não era muito comprido, mas era venoso e grosso (16 x 5). Fizemos um 69 e começamos a chupar... Eu enfiei o pau dele na boca até bater na campainha da minha garganta, quase me engasgando, e ele brincava com os dedos na minha buceta, enfiando um, dois e até três dedos, enquanto a língua dele brincava com meu clitóris, me fazendo tremer de prazer. E eu, enquanto continuava chupando a pica dele, ele aproveitava meus fluidos e, com a língua e os dedos, levava até a entrada do meu cu, onde foi enfiando um por um. Assim, com uma mão ele abria minha buceta e com a outra meu cu, e como vocês podem ver, eu não aguentei e gozei na cara dele, espirrando todos os meus fluidos vaginais. E o Matias fez o mesmo, disparando todo o sêmen dele no meu rosto, e as partes que entraram na minha boca, que foram muitas, eu lambi e engoli, do jeito que eu gosto (já que não sou como algumas que ficam com o leite na boca e depois cospem, porque eu adoro a sensação de engolir algo tão grosso e quente, mas isso eu conto outro dia). Depois de descansar um pouco e dar tempo pro pau dele ficar duro de novo, peguei meus peitos, coloquei o pau dele no meio e comecei a esfregar até ele ficar rijo como uma pedra de novo. Chupei um pouco, montei em cima... Em cima dele, abri minhas pernas e fui sentando no pau dele até ele entrar por completo, fazendo minhas paredes da buceta se abrirem como nunca. Ele me segurava pela cintura e me empurrava com força pra cima e pra baixo, fazendo meus gemidos aumentarem a cada metida que eu levava. Depois, eu fui pra baixo, e ele abriu minhas pernas, segurou meus tornozelos com as mãos e os manteve pra cima enquanto continuava me comendo, e eu gozava igual uma louca desenfreada. E depois, com muito cuidado, aceitei o pedido dele de me comer de cu. Ele lubrificou bem meu cu com a saliva dele e, devagar, foi enfiando a rola enquanto eu gritava de dor como se fosse a primeira vez que me comiam (por causa da grossura do pau dele). Naquele momento, eu sentia como se tivesse rasgado o cu. Aí ele começou a me sacudir mais rápido até o ritmo ficar feroz e despejar todo o esperma dentro do meu cu. Chupei um pouco pra limpar o pau dele e acendi um cigarro, como manda o figurino depois de uma boa trepada, e fiz o Matias se animar a dar a primeira tragada. Depois, ele se recuperou e continuou me fodendo e comendo, gozando uma das vezes no meu rosto e a outra no meu umbigo, espalhando depois pelos meus peitos como se fosse um creme de pele. E assim ficamos até as 4 da manhã, e por sorte os pais dele chegaram mais tarde. Tenho que confessar que o Matias se saiu muito bem naquela noite, me enchendo com 4 gozadas e fazendo eu ter um orgasmo atrás do outro. Depois chegou o outro fim de semana e mais sexo, e com o tempo a gente já não transava só nos sábados, porque nos encontrávamos no apartamento da minha amiga e nos esgotávamos de tanto sexo. Bom, vou deixar vocês porque tenho que ir cuidar de umas crianças que moram num apartamento no sexto andar, e por acaso tem uma vizinha de uns 16 anos que me olha de um jeito nada convencional. Então, capaz que hoje à noite eu tenha que atender ela também. assim que eu conto pra vocês
Tchau, babá.
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