E aí, galera, de novo com a história alternativa da saga em andamento, vamos nessa.
Como já tinha contado pra vocês, o Juan me avisou que não ia ter companhia dessa vez, então decidi cumprir a promessa que tinha feito pra ele. Mandei uma mensagem pra Vero.
- Oi Vero, sou o “******” – escrevi
- Oi, já descansou? –
- Sim, já, você me deixou bem cansado, sua safada –
- kkkk e você me deixou a buceta dolorida –
- Mas bem que você gosta –
- Ué, o que te digo xD –
- Você é bem putinha kkk –
- Obrigada :3 –
- Ei, me diz uma coisa, você curte putaria ainda mais? –
- Como assim?, se você tá me chamando de puta, nem pensa –
- Não, para de nojeira, é que quero que você coma meu colega do trampo –
- Aquele que você sempre fica de noite? –
- Isso, esse aí, o que acha? –
- Sei lá, é que não sei se ele vai gostar de me tratar do jeito que eu gosto –
- Já sabia que você ia querer se sentir bem putinha, olha, que tal a gente fazer assim?, você come esse cara enquanto a gente fala no telefone, aí vai me contando como ele mete e como te deixa –
Isso convenceu a Vero, que já não tava botando muita dificuldade, então esperamos dar meia-noite, hora que eu sabia que o Juan ia estar fechado na loja. Nesse momento, tendo avisado a Vero antes sobre o horário, liguei pra ele.
- Qual foi, mano – ele disse ao atender
- E aí, escuta, lembra daquilo que eu te prometi? –
- Do quê?... – nessa hora só pude suspirar pela memória fraca do meu amigo
- Olha, daqui a pouco vai chegar o presentinho que eu te devia, mas um favor, não desliga em momento nenhum, até eu mandar –
- Ok… não sei do q… - foi interrompido – me dá um tempo, tão batendo na porta –
- Lembra que não pode desligar –
- Ok ok… caralho! – no momento que ouvi isso, soube que tudo tinha começado – mano, é sério? –
- O quê? – perguntei me fazendo de besta
- A Vero tá aqui, diz que veio pra eu comer ela –
- Sim, mano, é toda sua, mas em troca você vai ter deixar eu ouvir tudo pelo telefone –
– Não, por mim tá perfeito, me dá um segundo que eu vou abrir –
Nesse ponto, pra ser sincero, eu tava realmente excitado, pensando no meu parceiro comendo a minha putinha. Por um tempo, só se ouvia o barulho de chaves e uns murmúrios, até que escutei eles se aproximando do telefone e alguém finalmente falou.
– Oi, papai – soou a voz perversa da Vero – Já tô aqui, como você mandou –
– Já percebi, então já sabe o que fazer, putinha, agrada meu amigo –
– Sim, papai, como você ordenar –
Finalmente, comecei a ouvir eles se apalpando, o som das roupas sendo tiradas na maior pressa e, depois, o barulho de alguém começando a chupar alguma coisa.
– Me conta o que tá rolando, putinha – falei pelo celular
– Tão chupando meus peitos, papai, e mordendo meus bicos –
– Tá gostando? –
– Sim, adoro sentir dor –
– Boa putinha, mas não deixa ele fazer tudo sozinho, lembra que você não tá aí pra gozar, tá aí pra servir –
– Sim, papai –
Ouvi um pouco de movimento por uns segundos, até a voz da Vero soar:
– Agora vou chupar a rola dele, pra ele aproveitar, como tem que ser –
Na sequência, vinham os gemidos do Juan e o som molhado de alguém engolindo rola, ficaram assim por um tempinho até que eu ouvi ela engasgar.
– Caralho, essa mina é muito gostosa, você mandou bem, parceiro, tô comendo ela de boca e ela não resiste nada – disse o Juan
– Pois é, pra você ver que eu cumpro mesmo em te emprestar uma putinha, e não qualquer uma –
Não recebi resposta, só mais gemidos da parte dele, que continuava, com certeza, comendo a Vero de boca. Depois de um tempo, pararam e a Vero falou:
– Agora vão meter em mim –
– Por onde? –
– Pela buceta – ela soltou um gritinho que mostrava que o Juan não queria esperar mais e meteu de uma vez. Por um bom tempo, só se ouvia gemidos e as típicas “palmadas” do momento, sem mais descrição da Vero além do fato de que ela gostava e que estavam dando um pau bem duro. Num certo ponto, meio entediado de ouvir a mesma coisa por tanto tempo, falei pra Vero.
- Mostra teu lado mais puta, fala pro meu amigo onde você queria ter ele agora –
- Eu... eu queria que ele metesse no meu cu –
- Fala pra ele, implora –
- Por favor, me dá pau no cu, por favor –
Depois disso, ouvi o gemido que indicava que os pedidos dela tinham sido atendidos. Só escutava os gemidos da Vero e ela implorando pra ser comida com mais e mais força sem parar, até que finalmente ouvi um gemido forte do Juan.
- Encheram meu cu de leite, papai –
- Bem feito, puta, cumpriu bem seu dever de satisfazer ele, depois te dou sua recompensa, enquanto isso, vaza daí, não quero ninguém vendo uma puta igual você na loja –
- Sim, papai – ela disse enquanto eu ouvia ela se vestindo rápido e indo embora.
Passaram uns 5 minutos até eu ouvir a voz do Juan.
- Cara, não fode, essa mina foi uma delícia –
- Sim, cara, eu sei, mas de agora em diante ela é só minha, a puta, só emprestei pra você uma vez –
- Você é foda, me dá uma prova disso e depois tira, mas beleza, ainda assim você mandou bem –
- Pois é, mas beleza, vou deixar você, já é tarde e você deve estar com a bagunça na loja –
- Sim, a gente se vê amanhã, falou –
Finalmente terminamos de falar, vale dizer que durante todo esse tempo eu tava batendo uma com a ligação, que mesmo sem ver nada, com as simples descrições já bastavam, tipo quando a gente lê contos por aqui.
Bem, galera, como sempre, espero que tenham gostado, agradecimentos especiais pra mina que continua me inspirando a lembrar desses acontecimentos, um beijo especial na bunda e um tapa na sua putinha gostosa.
Como já tinha contado pra vocês, o Juan me avisou que não ia ter companhia dessa vez, então decidi cumprir a promessa que tinha feito pra ele. Mandei uma mensagem pra Vero.
- Oi Vero, sou o “******” – escrevi
- Oi, já descansou? –
- Sim, já, você me deixou bem cansado, sua safada –
- kkkk e você me deixou a buceta dolorida –
- Mas bem que você gosta –
- Ué, o que te digo xD –
- Você é bem putinha kkk –
- Obrigada :3 –
- Ei, me diz uma coisa, você curte putaria ainda mais? –
- Como assim?, se você tá me chamando de puta, nem pensa –
- Não, para de nojeira, é que quero que você coma meu colega do trampo –
- Aquele que você sempre fica de noite? –
- Isso, esse aí, o que acha? –
- Sei lá, é que não sei se ele vai gostar de me tratar do jeito que eu gosto –
- Já sabia que você ia querer se sentir bem putinha, olha, que tal a gente fazer assim?, você come esse cara enquanto a gente fala no telefone, aí vai me contando como ele mete e como te deixa –
Isso convenceu a Vero, que já não tava botando muita dificuldade, então esperamos dar meia-noite, hora que eu sabia que o Juan ia estar fechado na loja. Nesse momento, tendo avisado a Vero antes sobre o horário, liguei pra ele.
- Qual foi, mano – ele disse ao atender
- E aí, escuta, lembra daquilo que eu te prometi? –
- Do quê?... – nessa hora só pude suspirar pela memória fraca do meu amigo
- Olha, daqui a pouco vai chegar o presentinho que eu te devia, mas um favor, não desliga em momento nenhum, até eu mandar –
- Ok… não sei do q… - foi interrompido – me dá um tempo, tão batendo na porta –
- Lembra que não pode desligar –
- Ok ok… caralho! – no momento que ouvi isso, soube que tudo tinha começado – mano, é sério? –
- O quê? – perguntei me fazendo de besta
- A Vero tá aqui, diz que veio pra eu comer ela –
- Sim, mano, é toda sua, mas em troca você vai ter deixar eu ouvir tudo pelo telefone –
– Não, por mim tá perfeito, me dá um segundo que eu vou abrir –
Nesse ponto, pra ser sincero, eu tava realmente excitado, pensando no meu parceiro comendo a minha putinha. Por um tempo, só se ouvia o barulho de chaves e uns murmúrios, até que escutei eles se aproximando do telefone e alguém finalmente falou.
– Oi, papai – soou a voz perversa da Vero – Já tô aqui, como você mandou –
– Já percebi, então já sabe o que fazer, putinha, agrada meu amigo –
– Sim, papai, como você ordenar –
Finalmente, comecei a ouvir eles se apalpando, o som das roupas sendo tiradas na maior pressa e, depois, o barulho de alguém começando a chupar alguma coisa.
– Me conta o que tá rolando, putinha – falei pelo celular
– Tão chupando meus peitos, papai, e mordendo meus bicos –
– Tá gostando? –
– Sim, adoro sentir dor –
– Boa putinha, mas não deixa ele fazer tudo sozinho, lembra que você não tá aí pra gozar, tá aí pra servir –
– Sim, papai –
Ouvi um pouco de movimento por uns segundos, até a voz da Vero soar:
– Agora vou chupar a rola dele, pra ele aproveitar, como tem que ser –
Na sequência, vinham os gemidos do Juan e o som molhado de alguém engolindo rola, ficaram assim por um tempinho até que eu ouvi ela engasgar.
– Caralho, essa mina é muito gostosa, você mandou bem, parceiro, tô comendo ela de boca e ela não resiste nada – disse o Juan
– Pois é, pra você ver que eu cumpro mesmo em te emprestar uma putinha, e não qualquer uma –
Não recebi resposta, só mais gemidos da parte dele, que continuava, com certeza, comendo a Vero de boca. Depois de um tempo, pararam e a Vero falou:
– Agora vão meter em mim –
– Por onde? –
– Pela buceta – ela soltou um gritinho que mostrava que o Juan não queria esperar mais e meteu de uma vez. Por um bom tempo, só se ouvia gemidos e as típicas “palmadas” do momento, sem mais descrição da Vero além do fato de que ela gostava e que estavam dando um pau bem duro. Num certo ponto, meio entediado de ouvir a mesma coisa por tanto tempo, falei pra Vero.
- Mostra teu lado mais puta, fala pro meu amigo onde você queria ter ele agora –
- Eu... eu queria que ele metesse no meu cu –
- Fala pra ele, implora –
- Por favor, me dá pau no cu, por favor –
Depois disso, ouvi o gemido que indicava que os pedidos dela tinham sido atendidos. Só escutava os gemidos da Vero e ela implorando pra ser comida com mais e mais força sem parar, até que finalmente ouvi um gemido forte do Juan.
- Encheram meu cu de leite, papai –
- Bem feito, puta, cumpriu bem seu dever de satisfazer ele, depois te dou sua recompensa, enquanto isso, vaza daí, não quero ninguém vendo uma puta igual você na loja –
- Sim, papai – ela disse enquanto eu ouvia ela se vestindo rápido e indo embora.
Passaram uns 5 minutos até eu ouvir a voz do Juan.
- Cara, não fode, essa mina foi uma delícia –
- Sim, cara, eu sei, mas de agora em diante ela é só minha, a puta, só emprestei pra você uma vez –
- Você é foda, me dá uma prova disso e depois tira, mas beleza, ainda assim você mandou bem –
- Pois é, mas beleza, vou deixar você, já é tarde e você deve estar com a bagunça na loja –
- Sim, a gente se vê amanhã, falou –
Finalmente terminamos de falar, vale dizer que durante todo esse tempo eu tava batendo uma com a ligação, que mesmo sem ver nada, com as simples descrições já bastavam, tipo quando a gente lê contos por aqui.
Bem, galera, como sempre, espero que tenham gostado, agradecimentos especiais pra mina que continua me inspirando a lembrar desses acontecimentos, um beijo especial na bunda e um tapa na sua putinha gostosa.
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