Espero que vocês curtam a terceira parte da série.
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Amanheceu e o sol entrou pela janela, acordei com a luz, feliz, era meu dia livre e tinha muitas horas pela frente. Fui ao banheiro, tomei um banho para me espreguiçar e baixar a ereção com a qual tinha acordado, tomei café da manhã e saí para a varanda para fumar um cigarro enquanto checava alguns e-mails e publicações no celular, quando uma mensagem da Desi apareceu na tela.Bom dia, escravo. Espero que você tenha dormido muito bem e esteja preparado para o dia que temos pela frente. Se apronta que em 20 minutos eu passo para te pegar.
Animado por ter terminado de arrumar a casa, peguei um moletom e fui em direção ao portão para esperar a Desi chegar. Ela demorou um pouco mais do que tinha dito, mas não me importei, o tempo passou rápido pensando nela, na situação em que eu estava e em como tudo tinha mudado tanto. Naquele momento, ela apareceu com o carro e eu me aproximei para entrar.
-É assim que eu gosto, você me esperando.
Claro que sim, minha dona.
-Não fique me bajulando que temos muito dia pela frente e posso te punir o quanto eu quiser.
– O que a gente vai fazer? – eu disse
Agora você vai saber, quero que seja uma surpresa, mas antes vamos ao centro comprar umas coisas.
Ela tava falando do shopping da região, um monte de loja, restaurante, cinema, boliche, uma muvuca da porra, né. Mas com a minha mina do lado, eu entrava em qualquer lugar. Já tava mais acostumado com a situação, ainda tinha umas coisas que me faziam pensar, mas cada vez menos.
Vamos nessa loja, quero dar uma olhada em uns modelitos novos.
Passamos por uma loja de lingerie e joias para o corpo, não entendia muito bem essas últimas, deviam ser só para fotos porque ao menor atrito ou se alguém te agarrar, os enfeites quebram, eu pensava. Desi pegou alguns modelinhos estilo body e me disse para ir com ela ao provador para ver como ficavam nela. A loja estava vazia, então nem ligaram muito quando viram que entramos os dois. Ela foi se despindo, aos poucos, tirando a camiseta e deixando à mostra aquele par de peitos tão bem posicionados. Desabotoando a calça, foi baixando-a lentamente e com a bunda apontada na minha direção. Eu estava cada vez mais excitado, tinha um volume considerável na calça.
Ela tirou o sutiã, libertando aquelas preciosidades, e por fim, desceu a calcinha fio dental. Eu já estava a ponto de explodir, minha pica doía de tão dura, escondida dentro da minha calça. Enquanto isso, ela vestiu o primeiro modelito, que era meio pequeno pra ela, mas isso me deixou ainda mais excitado. O corpo dela quase escapava daquele bodysuit - os peitos não cabiam direito e a bunda engolia a fina tira de tecido. Minha pica já começava a vazar, o líquido pré-gozo escorrendo e manchando minha cueca.
Logo percebeu como eu estava e me ordenou tirar toda a roupa. Obedeci sem reclamar e lá estava eu, na frente dela, pelado, com o pau duro, pingando e corado porque ainda não estava totalmente acostumado a estar à mercê dela. Ela tirou o body e, com a desculpa de pegar outro tamanho, saiu do provador levando minhas roupas com ela.
Nem pense em se tocar, vou olhar mais tamanhos e outro conjunto. É melhor você se comportar, senão te deixo aqui sozinho sem roupa.
Com o tesão que eu tava depois daquele tempo na loja, parecia uma eternidade, não parava de imaginar o que aconteceria se a vendedora ou alguém aparecesse nos provadores. Ouvi passos se aproximando e meu provador se abriu, era ela, ainda bem, meu coração tava a mil.
-Nenhum me convence de verdade, vista-se e vamos embora.
Ela me deu minhas roupas, menos a cueca como eu imaginava. Me vesti e deixei a braguilha aberta por um gesto que ela fez, mas sem tirar meu amigo da toca. Caminhamos pelo shopping, até que paramos para tomar um café numa varanda. Estávamos sentados numa daquelas mesas de metal com quatro pernas super finas, tipo, dá pra ver tudo por baixo da mesa. Quando o garçom veio pedir nosso pedido, ela com o pé começou a me esfregar por cima da calça, me conhecia e sabia que eu ficaria vermelho e nervoso por causa disso, me atrapalhando consegui pedir um café com leite. O garçom foi embora e ela me ordenou que deixasse meu pau pra fora, que o tirasse pra tomar ar. Assim que tirei, continuou, ele estava duríssimo, babando e com muita vontade de gozar, eu sabia que naquele lugar não podia e tentava me segurar, mas essa coisa de não me tocar quando não estava com ela, me deixava à beira de soltar tudo.
P... po... por... fa... vor – consegui dizer da maneira mais ridícula. Eu já tinha esquecido que qualquer um podia nos ver.
Olhei para a direita e, algumas mesas adiante, duas garotas de uns 25 anos, ambas bem dotadas, estavam nos encarando com uma cara de quem estava alucinando. A Desi continuou me esfregando até que senti um pequeno espasmo, quando ela parou e tirou o pé completamente, me deixando com muita vontade de gozar e o pau quase explodindo pra fora da calça.
O garçom apareceu depois de um tempo, deixando a conta na mesa e nos olhando meio estranho. Imagino que ele nos viu de dentro da cafeteria. Nós nos levantamos, ela com aquele corpo escandaloso que tinha, imponente e roubando todos os olhares dos homens que estavam por ali, enquanto eu ficava de pé meio curvado para que ninguém visse a ereção de cavalo que eu tinha pra fora da calça. Conseguimos sair de lá sem que ninguém me visse e entramos no elevador para descer ao estacionamento e ir para a casa dela. As portas se fecharam, ela começou a me beijar e a colar o corpo no meu, eu já estava no limite fazia tempo, queria soltar toda a carga logo, até as bolas estavam doendo de tão cheias que estavam.
Saímos do elevador, eu mal conseguia andar direito, mas a Desi me puxava rindo da forma como meu pau balançava pra todo lado. Acho que poucas vezes eu tinha ficado tão duro como naquele momento, mas para meu sofrimento ainda faltava um caminho curto, mas ao mesmo tempo longo, até a casa dela.
Tira essa calça e guarda na minha bolsa, com esse pau duro assim só vai te atrapalhar.
Ele não estava errado, mas sair sem calça também não era a solução que eu procurava. Sem reclamar, tirei-as e guardei. O caminho todo até a casa dele ele passou se tocando, agarrando minhas bolas, se masturbando até não aguentar mais, e tudo o que passava pela cabeça dele só me deixava ainda mais no limite.
Finalmente chegamos na rua dela, estacionei a uns três carros do portão e ela desceu do carro. Eu estava sem calça, então fiquei na dúvida se saía ou esperava alguma coisa. Olhei pra ela pela janela e vi que ela fez um gesto pra eu sair do carro. Tive que ir daí até o portão dela com metade do corpo pelado e meu pau balançando de um lado pro outro de tão duro que estava.
Assim que entramos no apartamento dela, ela ficou à vontade, com uma camiseta comprida, sem sutiã e só de calcinha fio dental. Tenho que dizer que aquilo me deixava louco, os mamilos dela marcavam na camiseta e a calcinha fio dental parecia molhada de tesão quando ela me provocava e me fazia passar por todas aquelas situações.
Tira o resto da roupa e fica de joelhos do meu lado.
Ela se sentou no sofá e eu ao lado dela, esperando que ela dissesse algo. Ela preparou uma taça e enquanto bebia, me acariciava com o pé, aproximava-o da minha boca e apertava minhas bolas que estavam prestes a explodir - eu as sentia cheias e doloridas.
Hoje eu fiquei bem molhada brincando com você, tira meu fio dental com a boca e me limpa, eu sei que você adora.
E ela estava certa, dar prazer a ela me encantava, ainda mais quando eu via como ela inundava minha boca com seus fluidos enquanto gozava.
Comecei a chupar seus lábios, de fora para dentro. Enfiando minha língua de vez em quando o máximo que podia e brincando com seu clitóris, cada vez que me aproximava sentia ela se contorcer um pouco de prazer, até que ela agarrou meu cabelo com as mãos, coisa que me deixava louco, e começou a me empurrar contra ela, eu mal conseguia respirar só podia devorar aquela buceta que eu adorava. Eu estava com o pau muito duro e queria gozar, mas naquele momento só queria que ela desabafasse em cima de mim e naquele instante, ela ficou convulsionando apertando minha cabeça enquanto eu engolia todos os seus fluidos. Que gozada, quase não conseguia engolir tanto líquido, mas era melhor que não escapasse nada.
Caralho!... No final você vai aprender rápido e tudo, estava gostosa?
- Sim, minha ama, eu adoro o seu sabor. – Eu acertei em dizer, mas só conseguia pensar em meter nela.
-É assim que eu gosto, vamos pro meu quarto que hoje você se comportou muito bem e não vai ser só de castigo.
A gente ia caminhando pro quarto dela, ela na frente, balançando o corpo, a bunda indo de um lado pro outro, eu tava babando olhando pra ela e tão duro quanto antes, meu pau tinha ficado daquele jeito, minhas bolas ainda doíam de tão cheias que estavam.
Ele me fez deitar na cama e amarrou minhas mãos e pés, subiu em cima de mim e começou a me beijar enquanto sua buceta esfregava na minha. Eu estava muito molhada, deslizava perfeitamente, eu não aguentava mais, queria soltar tudo que tinha dentro, mas ainda faltava um tempinho, eu pensava.
Fui beijando seu corpo até chegar no meu pau, duro, grande e molhado pelos seus fluidos e pelos meus, começou a chupar, a movimentar, roçava com os dentes, sugava...
Eu disse pra ela parar, que eu ia gozar. Mas ela continuou, sempre fazia isso, seguia até perceber que eu estava ficando mais tenso e aí parava, me deixando na beira do orgasmo.
Nem pense em gozar antes de mim.
Eu tentava pensar em outras coisas, mas era muito difícil. Ela foi lentamente sentando no meu pau, entrando devagar, eu sentia como ela ia abrindo por dentro, como estava molhada e quentinha.
Do tamanho que ele estava e de quão duro estava naquele momento, não demorou muito para ele gozar. Eu sentia ele batendo no fundo com meu pau, ela gemendo cada vez mais alto, o ritmo ia aumentando cada vez mais. Eu queria me soltar e foder ela à vontade, mas aquilo também me deixava louco. Tinha aquela deusa em cima de mim, me controlando, nós dois curtindo a situação, fodendo como cachorros, e sempre com tesão.
De repente, notei como ela ia se apertando, se contraindo, cada vez mais estreito, meu pau ia explorar, já não aguentava mais. De repente, ela começou a ter pequenos espasmos, se tensionando, sempre que ela se contraía seu corpo enlouquecia e eu mais ainda, ficava muito excitado vendo ela assim.
Percebi que seus fluidos encharcavam meu corpo, sem conseguir me segurar, soltei toda minha carga, os jatos saíram contra seu útero, enchendo ela de porra, alucinei com a quantidade que saiu, tinha acumulado muito. Terminei de gozar e ficamos um tempinho na cama, eu ainda estava amarrado e ela em cima de mim deitada, caiu rendida, eu só podia beijá-la, mas estava no paraíso.
Quando ela se recuperou mais ou menos, ficou de cócoras e com a buceta na minha boca, me ordenou limpar e engolir tudo que tinha sujado. Sem reclamar, comecei a comer tudo de novo, chupando, brincando com o clitóris, engolindo meu próprio sêmen. Embora tenha ficado um pouco longo, tanto que eu tinha gozado, tive que engolir demais. Quando terminei, ela soltou minhas amarras e deitou ao meu lado, eu a abracei, queria ficar assim com ela um tempo e ela percebeu porque não disse nada, não era só a dominação, era ela, eu a amava e queria estar ao lado dela sempre e pelo que ela me dizia, ela também.
A gente acabou dormindo de conchinha na cama, ela acordou primeiro e depois veio me acordar.
Escravo, levanta que você já dormiu demais.
Você tinha razão, amanhã eu entrava cedo no trabalho e também não podia me enrolar. Mas por mim, eu teria ficado com ela pra sempre naquela cama. Tomamos um banho juntos, me lavei e ensaboei ela, devagarzinho todo o corpo dela. Enchendo de sabão os peitos dela, aquela bunda, beijando o pescoço dela enquanto passava minha mão na buceta dela. Comecei a esquentar ela e eu também, porque já estava duro de novo, batendo na barriga dela.
Me come agora mesmo, antes de você ir.
Não precisei dizer mais nada, virei ela e a encostei na parede, puxei sua bunda enquanto ela me olhava com aquele olhar de puta que ela sabia fazer tão bem. Enfiei meu pau de uma vez, não aguentava mais, tinha permissão para comer ela e não ia desperdiçar. Senti sua buceta se contraindo de novo e como ela começou a gemer muito mais alto, até que soltou um grito quase mudo do orgasmo que estava tendo.
Eu ainda não tinha gozado, ela se virou e se agachou.
Hoje você fez tudo muito bem e essa é mais uma recompensa, mas não se acostume.
Ela começou a chupar meu pau, me olhando com aqueles olhos marrons enormes, com aquela carinha de safada que me deixava louco. Chupando a cabeça, as bolas, enfiando meu membro até o fundo, até bater na garganta dela. Continuou assim por um tempo, e vendo que eu não gozava, acelerou o ritmo e começou a sugar com mais força, foi incrível. Gozei quase na hora, enchi a boca dela de porra. Ela mostrou pra mim e engoliu tudo de uma vez.
Com essas, terminamos de tomar banho e nos vestimos, me despedi dela, claro que tive que ir embora sem cueca e pus rumo pra casa pensando em tudo que tinha acontecido e nela, naquela mina que tinha me mudado tanto e que me deixava tão louco.
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Amanheceu e o sol entrou pela janela, acordei com a luz, feliz, era meu dia livre e tinha muitas horas pela frente. Fui ao banheiro, tomei um banho para me espreguiçar e baixar a ereção com a qual tinha acordado, tomei café da manhã e saí para a varanda para fumar um cigarro enquanto checava alguns e-mails e publicações no celular, quando uma mensagem da Desi apareceu na tela.Bom dia, escravo. Espero que você tenha dormido muito bem e esteja preparado para o dia que temos pela frente. Se apronta que em 20 minutos eu passo para te pegar.
Animado por ter terminado de arrumar a casa, peguei um moletom e fui em direção ao portão para esperar a Desi chegar. Ela demorou um pouco mais do que tinha dito, mas não me importei, o tempo passou rápido pensando nela, na situação em que eu estava e em como tudo tinha mudado tanto. Naquele momento, ela apareceu com o carro e eu me aproximei para entrar.
-É assim que eu gosto, você me esperando.
Claro que sim, minha dona.
-Não fique me bajulando que temos muito dia pela frente e posso te punir o quanto eu quiser.
– O que a gente vai fazer? – eu disse
Agora você vai saber, quero que seja uma surpresa, mas antes vamos ao centro comprar umas coisas.
Ela tava falando do shopping da região, um monte de loja, restaurante, cinema, boliche, uma muvuca da porra, né. Mas com a minha mina do lado, eu entrava em qualquer lugar. Já tava mais acostumado com a situação, ainda tinha umas coisas que me faziam pensar, mas cada vez menos.
Vamos nessa loja, quero dar uma olhada em uns modelitos novos.
Passamos por uma loja de lingerie e joias para o corpo, não entendia muito bem essas últimas, deviam ser só para fotos porque ao menor atrito ou se alguém te agarrar, os enfeites quebram, eu pensava. Desi pegou alguns modelinhos estilo body e me disse para ir com ela ao provador para ver como ficavam nela. A loja estava vazia, então nem ligaram muito quando viram que entramos os dois. Ela foi se despindo, aos poucos, tirando a camiseta e deixando à mostra aquele par de peitos tão bem posicionados. Desabotoando a calça, foi baixando-a lentamente e com a bunda apontada na minha direção. Eu estava cada vez mais excitado, tinha um volume considerável na calça.
Ela tirou o sutiã, libertando aquelas preciosidades, e por fim, desceu a calcinha fio dental. Eu já estava a ponto de explodir, minha pica doía de tão dura, escondida dentro da minha calça. Enquanto isso, ela vestiu o primeiro modelito, que era meio pequeno pra ela, mas isso me deixou ainda mais excitado. O corpo dela quase escapava daquele bodysuit - os peitos não cabiam direito e a bunda engolia a fina tira de tecido. Minha pica já começava a vazar, o líquido pré-gozo escorrendo e manchando minha cueca.
Logo percebeu como eu estava e me ordenou tirar toda a roupa. Obedeci sem reclamar e lá estava eu, na frente dela, pelado, com o pau duro, pingando e corado porque ainda não estava totalmente acostumado a estar à mercê dela. Ela tirou o body e, com a desculpa de pegar outro tamanho, saiu do provador levando minhas roupas com ela.
Nem pense em se tocar, vou olhar mais tamanhos e outro conjunto. É melhor você se comportar, senão te deixo aqui sozinho sem roupa.
Com o tesão que eu tava depois daquele tempo na loja, parecia uma eternidade, não parava de imaginar o que aconteceria se a vendedora ou alguém aparecesse nos provadores. Ouvi passos se aproximando e meu provador se abriu, era ela, ainda bem, meu coração tava a mil.
-Nenhum me convence de verdade, vista-se e vamos embora.
Ela me deu minhas roupas, menos a cueca como eu imaginava. Me vesti e deixei a braguilha aberta por um gesto que ela fez, mas sem tirar meu amigo da toca. Caminhamos pelo shopping, até que paramos para tomar um café numa varanda. Estávamos sentados numa daquelas mesas de metal com quatro pernas super finas, tipo, dá pra ver tudo por baixo da mesa. Quando o garçom veio pedir nosso pedido, ela com o pé começou a me esfregar por cima da calça, me conhecia e sabia que eu ficaria vermelho e nervoso por causa disso, me atrapalhando consegui pedir um café com leite. O garçom foi embora e ela me ordenou que deixasse meu pau pra fora, que o tirasse pra tomar ar. Assim que tirei, continuou, ele estava duríssimo, babando e com muita vontade de gozar, eu sabia que naquele lugar não podia e tentava me segurar, mas essa coisa de não me tocar quando não estava com ela, me deixava à beira de soltar tudo.
P... po... por... fa... vor – consegui dizer da maneira mais ridícula. Eu já tinha esquecido que qualquer um podia nos ver.
Olhei para a direita e, algumas mesas adiante, duas garotas de uns 25 anos, ambas bem dotadas, estavam nos encarando com uma cara de quem estava alucinando. A Desi continuou me esfregando até que senti um pequeno espasmo, quando ela parou e tirou o pé completamente, me deixando com muita vontade de gozar e o pau quase explodindo pra fora da calça.
O garçom apareceu depois de um tempo, deixando a conta na mesa e nos olhando meio estranho. Imagino que ele nos viu de dentro da cafeteria. Nós nos levantamos, ela com aquele corpo escandaloso que tinha, imponente e roubando todos os olhares dos homens que estavam por ali, enquanto eu ficava de pé meio curvado para que ninguém visse a ereção de cavalo que eu tinha pra fora da calça. Conseguimos sair de lá sem que ninguém me visse e entramos no elevador para descer ao estacionamento e ir para a casa dela. As portas se fecharam, ela começou a me beijar e a colar o corpo no meu, eu já estava no limite fazia tempo, queria soltar toda a carga logo, até as bolas estavam doendo de tão cheias que estavam.
Saímos do elevador, eu mal conseguia andar direito, mas a Desi me puxava rindo da forma como meu pau balançava pra todo lado. Acho que poucas vezes eu tinha ficado tão duro como naquele momento, mas para meu sofrimento ainda faltava um caminho curto, mas ao mesmo tempo longo, até a casa dela.
Tira essa calça e guarda na minha bolsa, com esse pau duro assim só vai te atrapalhar.
Ele não estava errado, mas sair sem calça também não era a solução que eu procurava. Sem reclamar, tirei-as e guardei. O caminho todo até a casa dele ele passou se tocando, agarrando minhas bolas, se masturbando até não aguentar mais, e tudo o que passava pela cabeça dele só me deixava ainda mais no limite.
Finalmente chegamos na rua dela, estacionei a uns três carros do portão e ela desceu do carro. Eu estava sem calça, então fiquei na dúvida se saía ou esperava alguma coisa. Olhei pra ela pela janela e vi que ela fez um gesto pra eu sair do carro. Tive que ir daí até o portão dela com metade do corpo pelado e meu pau balançando de um lado pro outro de tão duro que estava.
Assim que entramos no apartamento dela, ela ficou à vontade, com uma camiseta comprida, sem sutiã e só de calcinha fio dental. Tenho que dizer que aquilo me deixava louco, os mamilos dela marcavam na camiseta e a calcinha fio dental parecia molhada de tesão quando ela me provocava e me fazia passar por todas aquelas situações.
Tira o resto da roupa e fica de joelhos do meu lado.
Ela se sentou no sofá e eu ao lado dela, esperando que ela dissesse algo. Ela preparou uma taça e enquanto bebia, me acariciava com o pé, aproximava-o da minha boca e apertava minhas bolas que estavam prestes a explodir - eu as sentia cheias e doloridas.
Hoje eu fiquei bem molhada brincando com você, tira meu fio dental com a boca e me limpa, eu sei que você adora.
E ela estava certa, dar prazer a ela me encantava, ainda mais quando eu via como ela inundava minha boca com seus fluidos enquanto gozava.
Comecei a chupar seus lábios, de fora para dentro. Enfiando minha língua de vez em quando o máximo que podia e brincando com seu clitóris, cada vez que me aproximava sentia ela se contorcer um pouco de prazer, até que ela agarrou meu cabelo com as mãos, coisa que me deixava louco, e começou a me empurrar contra ela, eu mal conseguia respirar só podia devorar aquela buceta que eu adorava. Eu estava com o pau muito duro e queria gozar, mas naquele momento só queria que ela desabafasse em cima de mim e naquele instante, ela ficou convulsionando apertando minha cabeça enquanto eu engolia todos os seus fluidos. Que gozada, quase não conseguia engolir tanto líquido, mas era melhor que não escapasse nada.
Caralho!... No final você vai aprender rápido e tudo, estava gostosa?
- Sim, minha ama, eu adoro o seu sabor. – Eu acertei em dizer, mas só conseguia pensar em meter nela.
-É assim que eu gosto, vamos pro meu quarto que hoje você se comportou muito bem e não vai ser só de castigo.
A gente ia caminhando pro quarto dela, ela na frente, balançando o corpo, a bunda indo de um lado pro outro, eu tava babando olhando pra ela e tão duro quanto antes, meu pau tinha ficado daquele jeito, minhas bolas ainda doíam de tão cheias que estavam.
Ele me fez deitar na cama e amarrou minhas mãos e pés, subiu em cima de mim e começou a me beijar enquanto sua buceta esfregava na minha. Eu estava muito molhada, deslizava perfeitamente, eu não aguentava mais, queria soltar tudo que tinha dentro, mas ainda faltava um tempinho, eu pensava.
Fui beijando seu corpo até chegar no meu pau, duro, grande e molhado pelos seus fluidos e pelos meus, começou a chupar, a movimentar, roçava com os dentes, sugava...
Eu disse pra ela parar, que eu ia gozar. Mas ela continuou, sempre fazia isso, seguia até perceber que eu estava ficando mais tenso e aí parava, me deixando na beira do orgasmo.
Nem pense em gozar antes de mim.
Eu tentava pensar em outras coisas, mas era muito difícil. Ela foi lentamente sentando no meu pau, entrando devagar, eu sentia como ela ia abrindo por dentro, como estava molhada e quentinha.
Do tamanho que ele estava e de quão duro estava naquele momento, não demorou muito para ele gozar. Eu sentia ele batendo no fundo com meu pau, ela gemendo cada vez mais alto, o ritmo ia aumentando cada vez mais. Eu queria me soltar e foder ela à vontade, mas aquilo também me deixava louco. Tinha aquela deusa em cima de mim, me controlando, nós dois curtindo a situação, fodendo como cachorros, e sempre com tesão.
De repente, notei como ela ia se apertando, se contraindo, cada vez mais estreito, meu pau ia explorar, já não aguentava mais. De repente, ela começou a ter pequenos espasmos, se tensionando, sempre que ela se contraía seu corpo enlouquecia e eu mais ainda, ficava muito excitado vendo ela assim.
Percebi que seus fluidos encharcavam meu corpo, sem conseguir me segurar, soltei toda minha carga, os jatos saíram contra seu útero, enchendo ela de porra, alucinei com a quantidade que saiu, tinha acumulado muito. Terminei de gozar e ficamos um tempinho na cama, eu ainda estava amarrado e ela em cima de mim deitada, caiu rendida, eu só podia beijá-la, mas estava no paraíso.
Quando ela se recuperou mais ou menos, ficou de cócoras e com a buceta na minha boca, me ordenou limpar e engolir tudo que tinha sujado. Sem reclamar, comecei a comer tudo de novo, chupando, brincando com o clitóris, engolindo meu próprio sêmen. Embora tenha ficado um pouco longo, tanto que eu tinha gozado, tive que engolir demais. Quando terminei, ela soltou minhas amarras e deitou ao meu lado, eu a abracei, queria ficar assim com ela um tempo e ela percebeu porque não disse nada, não era só a dominação, era ela, eu a amava e queria estar ao lado dela sempre e pelo que ela me dizia, ela também.
A gente acabou dormindo de conchinha na cama, ela acordou primeiro e depois veio me acordar.
Escravo, levanta que você já dormiu demais.
Você tinha razão, amanhã eu entrava cedo no trabalho e também não podia me enrolar. Mas por mim, eu teria ficado com ela pra sempre naquela cama. Tomamos um banho juntos, me lavei e ensaboei ela, devagarzinho todo o corpo dela. Enchendo de sabão os peitos dela, aquela bunda, beijando o pescoço dela enquanto passava minha mão na buceta dela. Comecei a esquentar ela e eu também, porque já estava duro de novo, batendo na barriga dela.
Me come agora mesmo, antes de você ir.
Não precisei dizer mais nada, virei ela e a encostei na parede, puxei sua bunda enquanto ela me olhava com aquele olhar de puta que ela sabia fazer tão bem. Enfiei meu pau de uma vez, não aguentava mais, tinha permissão para comer ela e não ia desperdiçar. Senti sua buceta se contraindo de novo e como ela começou a gemer muito mais alto, até que soltou um grito quase mudo do orgasmo que estava tendo.
Eu ainda não tinha gozado, ela se virou e se agachou.
Hoje você fez tudo muito bem e essa é mais uma recompensa, mas não se acostume.
Ela começou a chupar meu pau, me olhando com aqueles olhos marrons enormes, com aquela carinha de safada que me deixava louco. Chupando a cabeça, as bolas, enfiando meu membro até o fundo, até bater na garganta dela. Continuou assim por um tempo, e vendo que eu não gozava, acelerou o ritmo e começou a sugar com mais força, foi incrível. Gozei quase na hora, enchi a boca dela de porra. Ela mostrou pra mim e engoliu tudo de uma vez.
Com essas, terminamos de tomar banho e nos vestimos, me despedi dela, claro que tive que ir embora sem cueca e pus rumo pra casa pensando em tudo que tinha acontecido e nela, naquela mina que tinha me mudado tanto e que me deixava tão louco.
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