Bom, vou contar minha primeira vez. Eu era criança, uns 6 ou 7 anos, no bairro naquela época era mais tranquilo, a gente ia de casa em casa brincar com as outras crianças, ninguém se preocupava tanto, não tinha motivo pra isso.
Uma vez, a gente tava brincando de esconde-esconde na minha casa. Tenho um irmão mais velho, só uns dois anos mais velho, e os amigos dele também brincavam. Éramos uns 10 ou 12 crianças, entre elas, o Fabian, um baixinho, se misturava bem com os menores porque realmente parecia, e sempre pegava a gente. Eu, sendo criança, não dava importância, não era muito evidente: uma mão de passagem, um empurrão, uma encostada enquanto a gente se escondia, cê sabe como é.
No fundo da minha casa tinha um banheiro separado da casa, como se fazia antigamente, era grande, então vários se escondiam lá, inclusive o Fabian. Conforme iam saindo pra se salvar, só ficamos ele e eu. Ele se aproximou e disse que tinha um jogo novo, que na próxima a gente voltasse pro banheiro. Eu obedeci, claro, era um amigo, ia me ensinar um jogo novo. Quando voltamos, ele me mostrou umas cartas de gays fazendo suas coisas, me convidou a abaixar a calça, só um pouco, e colocou a mão, tocando meu ânus. A sensação foi muito estranha, quis sair, mas ele me segurou e disse: "Falta o melhor". Nisso, sinto o dedo dele entrando no meu ânus, quase gritei. Ele pediu desculpas e disse pra eu não contar pra ninguém. E claro, não contei. Éramos crianças brincando, só isso, ele não era muito mais velho que eu, talvez uns 2 anos.
Na próxima vez que tentamos brincar, ele mostrou o pênis dele, disse que o que ele fez com o dedo doeu porque era pra fazer com o pênis, e me mostrou que era mais macio: "Aperta e vê como é", ele disse. Óbvio, tava mole. Então tentamos e ele não conseguiu enfiar, mas as esfregadas me encantaram. Então, toda vez que a gente se escondia junto (eu procurava ele), ele me empurrava com o pênis meio duro. Numa dessas vezes, ele tava bem durinho e conseguiu me penetrar, mas não até o fundo. Senti dor de novo. Perguntei se ela usou os dedos, ela disse que não, que eu relaxasse, e me fez deitar sobre um balde grande deixando minha bunda bem posicionada. Aí ela encostou bem no meu ânus, e senti que foi entrando devagar. Foi uma maravilha, até acho que a dor foi prazerosa, foi só um momento, e fiquei com vontade de mais, mas ela disse que iam nos ver e não queria. Então a gente sempre procurava se esconder juntos, mas era difícil.
Uma vez, a gente tava brincando de esconde-esconde na minha casa. Tenho um irmão mais velho, só uns dois anos mais velho, e os amigos dele também brincavam. Éramos uns 10 ou 12 crianças, entre elas, o Fabian, um baixinho, se misturava bem com os menores porque realmente parecia, e sempre pegava a gente. Eu, sendo criança, não dava importância, não era muito evidente: uma mão de passagem, um empurrão, uma encostada enquanto a gente se escondia, cê sabe como é.
No fundo da minha casa tinha um banheiro separado da casa, como se fazia antigamente, era grande, então vários se escondiam lá, inclusive o Fabian. Conforme iam saindo pra se salvar, só ficamos ele e eu. Ele se aproximou e disse que tinha um jogo novo, que na próxima a gente voltasse pro banheiro. Eu obedeci, claro, era um amigo, ia me ensinar um jogo novo. Quando voltamos, ele me mostrou umas cartas de gays fazendo suas coisas, me convidou a abaixar a calça, só um pouco, e colocou a mão, tocando meu ânus. A sensação foi muito estranha, quis sair, mas ele me segurou e disse: "Falta o melhor". Nisso, sinto o dedo dele entrando no meu ânus, quase gritei. Ele pediu desculpas e disse pra eu não contar pra ninguém. E claro, não contei. Éramos crianças brincando, só isso, ele não era muito mais velho que eu, talvez uns 2 anos.
Na próxima vez que tentamos brincar, ele mostrou o pênis dele, disse que o que ele fez com o dedo doeu porque era pra fazer com o pênis, e me mostrou que era mais macio: "Aperta e vê como é", ele disse. Óbvio, tava mole. Então tentamos e ele não conseguiu enfiar, mas as esfregadas me encantaram. Então, toda vez que a gente se escondia junto (eu procurava ele), ele me empurrava com o pênis meio duro. Numa dessas vezes, ele tava bem durinho e conseguiu me penetrar, mas não até o fundo. Senti dor de novo. Perguntei se ela usou os dedos, ela disse que não, que eu relaxasse, e me fez deitar sobre um balde grande deixando minha bunda bem posicionada. Aí ela encostou bem no meu ânus, e senti que foi entrando devagar. Foi uma maravilha, até acho que a dor foi prazerosa, foi só um momento, e fiquei com vontade de mais, mas ela disse que iam nos ver e não queria. Então a gente sempre procurava se esconder juntos, mas era difícil.
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