Bom dia, comunidade do P! Tô deixando mais uma história aqui, espero que vocês curtam!!
Faz 3 anos que moro sozinho num apartamento em Nueva Córdoba. Sempre fui de sair com os amigos, fazer a prévia no apê, e se rolasse, voltava com alguma mina pra casa pra ter uma boa noite de sexo. Quase sempre era assim, mas essa história é diferente. Depois de um tempo, a faculdade começou a me tomar todo o tempo, e ficou complicado me organizar pra sair com os amigos ou conhecer alguma mulher pra passar uns bons momentos. Foi aí que decidi testar o aplicativo Tinder, indo do apê pra facul, nos recreios, ou enquanto tomava café da manhã, ia deslizando os perfis de um monte de mulheres gostosas, vocês com certeza já sabem como é essa parada. E isso me economizava um tempão, às vezes eu conversava com alguma mina, a gente ia pro parque tomar um mate, ou uma breja no fim da tarde, e daí pro apê. Foi aí que comecei a conhecer um monte de mulher, tinha de todo tipo, gordinhas, magrinhas, loiras, morenas, de tudo, o que unia todo mundo era a vontade de transar. Mas tinha uma coisa que me chamava a atenção: as mulheres trans, não via elas com muita frequência no aplicativo e nem tinha dado like pra fazer match. Mas dessa vez resolvi dar like numa mina trans, de rostinho bonito e lábios gostosos, tinha umas fotos lindas, sem mostrar muito o corpo. Pra minha surpresa, a gente deu match e eu chamei ela pra conversar, sem segundas intenções sexuais, na maior boa vontade e disposição, e com respeito, óbvio, porque sei que muita gente discrimina elas e não, isso é errado! Enfim, começamos a falar de todo tipo de assunto por vários dias, e eu não marcava de encontrar ela pra conversar não porque não queria, mas porque não podia, a faculdade me dominava… Depois de passar em todas as matérias, já em novembro, tive um descanso, sugeri a gente se encontrar numa noite dessas, e ela topou, disse que no apê dela não tinha problema. Marcamos um sábado à noite, depois que eu me encontrasse com meus amigos da universidade. Quando terminei com eles, fui pra casa dela, não muito longe de mim. Fui caminando. No caminho, passou um monte de coisa pela minha cabeça, dúvidas, medos, e comecei a sentir uma certa curiosidade sobre como seria uma mulher transsexual. Eu nunca tinha conversado com ninguém trans, mas, convencido, segui em frente. Cheguei na porta e o coração começou a acelerar um pouco. O que eu tô fazendo aqui? Vou voltar? Bato na porta? Já foi, mando uma mensagem que tô aqui fora. Na hora ela responde: “já tô saindo, lindo”. Aí o coração não só acelerou, mas começou a bater fortão. Vejo ela saindo pelo corredor do hall e vejo uma morena alta, cabelo preto comprido, vestido preto soltinho até o meio da coxa, bota preta cano alto, e umas pernas que, quando vi, meus olhos arregalaram e a língua ficou inquieta. Não vou mentir, não sabia direito o que eu queria naquela noite, mas tinha certeza que algo ia rolar, só não sabia o quê. Quando ela chega perto da porta, aí sim o coração disparou de vez. Ela abriu a porta, nos cumprimentamos com um beijo no rosto, e ela fala: “entra”. Eu não sabia o que tava acontecendo, mas o coração já tava desacelerando, resolvi relaxar. Ela diz: “olha, tem gente em casa, tão os amigos do meu irmão, não sei se você quer entrar ou esperar um pouco aqui até eles irem embora, talvez você fique com vergonha”. Um pouco de vergonha eu tava mesmo, verdade, então falei que esperava um pouco. Enquanto isso, a gente começou a conversar sobre não sei o quê, de tudo, e eu não tirava os olhos da boca dela, uns lábios grossos incríveis, e eu pensando nas coisas mais pervertidas que dá pra imaginar. Depois de um tempo, um dos amigos do irmão foi embora, já tinha passado um bom tempo, então falei: “vamos entrar, não tem problema”. Tava o irmão e o amigo dele, cumprimentei com um “oi”, e ela disse: “vem, vamos pro meu quarto”, pegou um vinho branco que tava na mesa e levou duas taças. Aí já tava bem relaxado, sem medo, pelo contrário, via como a raba dela marcava no vestido e dava vontade de dar um tapão bem forte. A gente se jogou na cama e começamos a... Tomar vinho, enquanto a gente conversava e ria, eu via como o corpo todo dela se marcava no vestido, que estava um pouco levantado, mostrando bem as pernas morenas, pareciam super macias, e me dava uma vontade louca de morder. Num momento de silêncio, a gente se olhou fixo, eu me aproximei da boca dela e, de um jeito lindo, nos beijamos intensamente. Ela tinha a boca maior que a minha, e era um jogo pra ver quem dominava mais o beijo. Adorei chupar aquela língua e morder aqueles lábios super carnudos. Agarrei a bunda dela, levantando o vestido, apertei bem forte, e a coloquei de barriga pra cima na cama, abrindo as pernas dela, e, por cima dela, continuei beijando furiosamente. Eu segurando as pernas dela e beijando o pescoço cheio de saliva, passei a mão na virilha dela, pra ver do que se tratava tudo aquilo. Eu já tava na viagem, e aí sim sabia como ia terminar, mais ou menos. Senti a pica por cima da calcinha fio dental, parecia grande, eu nunca tinha tocado numa pica, e sinto como ela foi ficando dura na minha mão, e escapando da calcinha. Ela começou a meter a mão no meu short, eu já tava com a pica dura igual pedra, super dura, ela pegou e começou a bater uma punheta devagar. Ela disse: "Tira toda a roupa." A gente ficou eu de cueca boxer, e ela de calcinha fio dental e sutiã, tinha um conjunto de renda preta super sensual, que marcava uma bunda enorme e linda. "Deita e relaxa, aproveita", ela disse. Quando eu deito, dá pra ver que eu tô com a pica super dura, ela sobe em cima de mim, apoiando aquela bunda enorme na pica, e começa a me beijar de boca. Ela me agarra pelo pescoço e cospe saliva na minha boca enquanto mexe a bunda na pica, eu adorava como ela enfiava a pica entre as nádegas. Ela decide descer com beijos até a pica, tira minha cueca boxer, cospe um monte de saliva na pica e começa a bater uma punheta super forte, até enfiar na boca dela, era o que eu mais queria. Que boca mais espetacular, lábios super carnudos, a boca super quente, os lábios cheios de saliva rodeando a pica. Ela chupando super forte enquanto engasga. Eu tava de pernas abertas, gosto que chupem minhas bolas, falei pra ela descer e chupar, ela cuspiu mais saliva na boca e bateu uma pra mim enquanto chupava minhas bolas, que sensação gostosa. Ela decide descer até a bunda com a língua, sem parar de bater uma, desce com a ponta da língua e mete a língua no meu cu, foi estranho no começo mas me deixei levar e curti pra caralho. Eu já não aguentava mais, tava super excitado com a pica bem dura, e queria encher a boca dela de porra, falei pra ela chupar, ela meteu na boca depois de falar "sim" super feliz, e continuou chupando e chupando até transbordar de porra a boca dela, gozei todo o sêmen quente dentro, ela engoliu, e o que caiu na minha barriga e nas minhas pernas, ela lambeu e lambeu os dedos, toda uma puta chupando, viciada em porra. "Gostou, meu amor? Que pica cabeçuda você tem" ela pergunta, "amo como você chupa, amo que você engole a porra"… "amo sêmen, sou bem gulosa" Ela fala e depois me dá um beijo com um gosto forte de porra deliciosa que tinha na boca e fala "posso te ensinar a chupar se quiser", eu que nunca tinha chupado uma pica, só a dela pela primeira vez, e foi uma punheta super curta, falo me fazendo de besta "Como seria isso?" "Olha, vem cá, eu fico de barriga pra cima, pra começar, depois você vai pegando na minha mão" sem ela falar nada, eu puxei a calcinha dela, a pica já tava saindo da calcinha preta de renda, e vejo que ela tinha uma pica monstruosa, enorme, super cabeçuda, comprida e grossa, "Isso não vai caber na minha boca" eu falo "você abre bem a boca, relaxa a garganta e a boca e tenta". Como já tava bem dura e ereta, seguro com as duas mãos, cuspo um monte de saliva, cheia de baba, pra escorrer até o cu, e começo a bater uma, sentia muito gostoso na mão, comecei chupando a cabeça e era uma delícia, a boca enchia cada vez mais de saliva e ela ia caindo por toda a pica, que com uma mão ela segurava e batia uma. Decidi meter ela toda na boca, óbvio que não cabia, mas como já tinha chupado muitas vezes, resolvi virar, tipo um 69, assim entrava melhor, aí a pica entrou mais fundo, até a garganta, sentia ela passando ainda mais pra dentro, no começo dava ânsia mas fui entendendo como era o negócio, ela me puxava pelo cabelo, enquanto eu enfiava a pica até a garganta, e com toda a saliva escorrendo eu ia batendo uma nela super forte. Num momento, aproveitando que eu tava virado, tipo um 69, ela começa a bater uma pra mim de novo, minha pica fica dura e ela diz que quer a pica na boca de novo, fico louco e começo a chupar a pica dela super forte, engasgando e batendo uma no ritmo do oral. Ela aproveita pra enfiar um dedo no meu cu, e eu não aguento de prazer; enfiam um dedo no meu cu, enquanto chupam minha pica, eu chupando a pica dela super grande e suculenta, batendo uma, enquanto ela me aperta com as pernas. Num momento ela diz que vai gozar e soltar toda a porra, chupo mais forte ainda, e eu relaxo pra gozar de novo, comendo a boca dela, gozo mais uma vez, e ela consegue encher minha boca de porra, uma quantidade enorme de sêmen quente escorre pela boca e cai até as bolas dela, e finalmente no cu dela, enquanto continuo chupando a pica bem forte, sinto um gosto doce no sêmen mas não engulo, levanto e dou um beijo nela e deixo o sêmen cair na boca dela, nos beijando, uma mistura de saliva e porra dos dois num beijo super forte e gostoso. Ficamos na cama um tempinho abraçados e nos tocando o corpo. Depois de um tempo conversando, vou embora da casa dela, nos despedimos com um beijo do caralho na boca. Ao chegar no meu apê, tomo um banho, e no chuveiro foi inevitável querer bater uma pensando no momento gostoso que acabei de viver, gozei mais uma vez com a água caindo no meu corpo. Espero que tenham gostado e curtido tanto quanto eu.
Faz 3 anos que moro sozinho num apartamento em Nueva Córdoba. Sempre fui de sair com os amigos, fazer a prévia no apê, e se rolasse, voltava com alguma mina pra casa pra ter uma boa noite de sexo. Quase sempre era assim, mas essa história é diferente. Depois de um tempo, a faculdade começou a me tomar todo o tempo, e ficou complicado me organizar pra sair com os amigos ou conhecer alguma mulher pra passar uns bons momentos. Foi aí que decidi testar o aplicativo Tinder, indo do apê pra facul, nos recreios, ou enquanto tomava café da manhã, ia deslizando os perfis de um monte de mulheres gostosas, vocês com certeza já sabem como é essa parada. E isso me economizava um tempão, às vezes eu conversava com alguma mina, a gente ia pro parque tomar um mate, ou uma breja no fim da tarde, e daí pro apê. Foi aí que comecei a conhecer um monte de mulher, tinha de todo tipo, gordinhas, magrinhas, loiras, morenas, de tudo, o que unia todo mundo era a vontade de transar. Mas tinha uma coisa que me chamava a atenção: as mulheres trans, não via elas com muita frequência no aplicativo e nem tinha dado like pra fazer match. Mas dessa vez resolvi dar like numa mina trans, de rostinho bonito e lábios gostosos, tinha umas fotos lindas, sem mostrar muito o corpo. Pra minha surpresa, a gente deu match e eu chamei ela pra conversar, sem segundas intenções sexuais, na maior boa vontade e disposição, e com respeito, óbvio, porque sei que muita gente discrimina elas e não, isso é errado! Enfim, começamos a falar de todo tipo de assunto por vários dias, e eu não marcava de encontrar ela pra conversar não porque não queria, mas porque não podia, a faculdade me dominava… Depois de passar em todas as matérias, já em novembro, tive um descanso, sugeri a gente se encontrar numa noite dessas, e ela topou, disse que no apê dela não tinha problema. Marcamos um sábado à noite, depois que eu me encontrasse com meus amigos da universidade. Quando terminei com eles, fui pra casa dela, não muito longe de mim. Fui caminando. No caminho, passou um monte de coisa pela minha cabeça, dúvidas, medos, e comecei a sentir uma certa curiosidade sobre como seria uma mulher transsexual. Eu nunca tinha conversado com ninguém trans, mas, convencido, segui em frente. Cheguei na porta e o coração começou a acelerar um pouco. O que eu tô fazendo aqui? Vou voltar? Bato na porta? Já foi, mando uma mensagem que tô aqui fora. Na hora ela responde: “já tô saindo, lindo”. Aí o coração não só acelerou, mas começou a bater fortão. Vejo ela saindo pelo corredor do hall e vejo uma morena alta, cabelo preto comprido, vestido preto soltinho até o meio da coxa, bota preta cano alto, e umas pernas que, quando vi, meus olhos arregalaram e a língua ficou inquieta. Não vou mentir, não sabia direito o que eu queria naquela noite, mas tinha certeza que algo ia rolar, só não sabia o quê. Quando ela chega perto da porta, aí sim o coração disparou de vez. Ela abriu a porta, nos cumprimentamos com um beijo no rosto, e ela fala: “entra”. Eu não sabia o que tava acontecendo, mas o coração já tava desacelerando, resolvi relaxar. Ela diz: “olha, tem gente em casa, tão os amigos do meu irmão, não sei se você quer entrar ou esperar um pouco aqui até eles irem embora, talvez você fique com vergonha”. Um pouco de vergonha eu tava mesmo, verdade, então falei que esperava um pouco. Enquanto isso, a gente começou a conversar sobre não sei o quê, de tudo, e eu não tirava os olhos da boca dela, uns lábios grossos incríveis, e eu pensando nas coisas mais pervertidas que dá pra imaginar. Depois de um tempo, um dos amigos do irmão foi embora, já tinha passado um bom tempo, então falei: “vamos entrar, não tem problema”. Tava o irmão e o amigo dele, cumprimentei com um “oi”, e ela disse: “vem, vamos pro meu quarto”, pegou um vinho branco que tava na mesa e levou duas taças. Aí já tava bem relaxado, sem medo, pelo contrário, via como a raba dela marcava no vestido e dava vontade de dar um tapão bem forte. A gente se jogou na cama e começamos a... Tomar vinho, enquanto a gente conversava e ria, eu via como o corpo todo dela se marcava no vestido, que estava um pouco levantado, mostrando bem as pernas morenas, pareciam super macias, e me dava uma vontade louca de morder. Num momento de silêncio, a gente se olhou fixo, eu me aproximei da boca dela e, de um jeito lindo, nos beijamos intensamente. Ela tinha a boca maior que a minha, e era um jogo pra ver quem dominava mais o beijo. Adorei chupar aquela língua e morder aqueles lábios super carnudos. Agarrei a bunda dela, levantando o vestido, apertei bem forte, e a coloquei de barriga pra cima na cama, abrindo as pernas dela, e, por cima dela, continuei beijando furiosamente. Eu segurando as pernas dela e beijando o pescoço cheio de saliva, passei a mão na virilha dela, pra ver do que se tratava tudo aquilo. Eu já tava na viagem, e aí sim sabia como ia terminar, mais ou menos. Senti a pica por cima da calcinha fio dental, parecia grande, eu nunca tinha tocado numa pica, e sinto como ela foi ficando dura na minha mão, e escapando da calcinha. Ela começou a meter a mão no meu short, eu já tava com a pica dura igual pedra, super dura, ela pegou e começou a bater uma punheta devagar. Ela disse: "Tira toda a roupa." A gente ficou eu de cueca boxer, e ela de calcinha fio dental e sutiã, tinha um conjunto de renda preta super sensual, que marcava uma bunda enorme e linda. "Deita e relaxa, aproveita", ela disse. Quando eu deito, dá pra ver que eu tô com a pica super dura, ela sobe em cima de mim, apoiando aquela bunda enorme na pica, e começa a me beijar de boca. Ela me agarra pelo pescoço e cospe saliva na minha boca enquanto mexe a bunda na pica, eu adorava como ela enfiava a pica entre as nádegas. Ela decide descer com beijos até a pica, tira minha cueca boxer, cospe um monte de saliva na pica e começa a bater uma punheta super forte, até enfiar na boca dela, era o que eu mais queria. Que boca mais espetacular, lábios super carnudos, a boca super quente, os lábios cheios de saliva rodeando a pica. Ela chupando super forte enquanto engasga. Eu tava de pernas abertas, gosto que chupem minhas bolas, falei pra ela descer e chupar, ela cuspiu mais saliva na boca e bateu uma pra mim enquanto chupava minhas bolas, que sensação gostosa. Ela decide descer até a bunda com a língua, sem parar de bater uma, desce com a ponta da língua e mete a língua no meu cu, foi estranho no começo mas me deixei levar e curti pra caralho. Eu já não aguentava mais, tava super excitado com a pica bem dura, e queria encher a boca dela de porra, falei pra ela chupar, ela meteu na boca depois de falar "sim" super feliz, e continuou chupando e chupando até transbordar de porra a boca dela, gozei todo o sêmen quente dentro, ela engoliu, e o que caiu na minha barriga e nas minhas pernas, ela lambeu e lambeu os dedos, toda uma puta chupando, viciada em porra. "Gostou, meu amor? Que pica cabeçuda você tem" ela pergunta, "amo como você chupa, amo que você engole a porra"… "amo sêmen, sou bem gulosa" Ela fala e depois me dá um beijo com um gosto forte de porra deliciosa que tinha na boca e fala "posso te ensinar a chupar se quiser", eu que nunca tinha chupado uma pica, só a dela pela primeira vez, e foi uma punheta super curta, falo me fazendo de besta "Como seria isso?" "Olha, vem cá, eu fico de barriga pra cima, pra começar, depois você vai pegando na minha mão" sem ela falar nada, eu puxei a calcinha dela, a pica já tava saindo da calcinha preta de renda, e vejo que ela tinha uma pica monstruosa, enorme, super cabeçuda, comprida e grossa, "Isso não vai caber na minha boca" eu falo "você abre bem a boca, relaxa a garganta e a boca e tenta". Como já tava bem dura e ereta, seguro com as duas mãos, cuspo um monte de saliva, cheia de baba, pra escorrer até o cu, e começo a bater uma, sentia muito gostoso na mão, comecei chupando a cabeça e era uma delícia, a boca enchia cada vez mais de saliva e ela ia caindo por toda a pica, que com uma mão ela segurava e batia uma. Decidi meter ela toda na boca, óbvio que não cabia, mas como já tinha chupado muitas vezes, resolvi virar, tipo um 69, assim entrava melhor, aí a pica entrou mais fundo, até a garganta, sentia ela passando ainda mais pra dentro, no começo dava ânsia mas fui entendendo como era o negócio, ela me puxava pelo cabelo, enquanto eu enfiava a pica até a garganta, e com toda a saliva escorrendo eu ia batendo uma nela super forte. Num momento, aproveitando que eu tava virado, tipo um 69, ela começa a bater uma pra mim de novo, minha pica fica dura e ela diz que quer a pica na boca de novo, fico louco e começo a chupar a pica dela super forte, engasgando e batendo uma no ritmo do oral. Ela aproveita pra enfiar um dedo no meu cu, e eu não aguento de prazer; enfiam um dedo no meu cu, enquanto chupam minha pica, eu chupando a pica dela super grande e suculenta, batendo uma, enquanto ela me aperta com as pernas. Num momento ela diz que vai gozar e soltar toda a porra, chupo mais forte ainda, e eu relaxo pra gozar de novo, comendo a boca dela, gozo mais uma vez, e ela consegue encher minha boca de porra, uma quantidade enorme de sêmen quente escorre pela boca e cai até as bolas dela, e finalmente no cu dela, enquanto continuo chupando a pica bem forte, sinto um gosto doce no sêmen mas não engulo, levanto e dou um beijo nela e deixo o sêmen cair na boca dela, nos beijando, uma mistura de saliva e porra dos dois num beijo super forte e gostoso. Ficamos na cama um tempinho abraçados e nos tocando o corpo. Depois de um tempo conversando, vou embora da casa dela, nos despedimos com um beijo do caralho na boca. Ao chegar no meu apê, tomo um banho, e no chuveiro foi inevitável querer bater uma pensando no momento gostoso que acabei de viver, gozei mais uma vez com a água caindo no meu corpo. Espero que tenham gostado e curtido tanto quanto eu.
4 comentários - Sexo oral numa trans gostosa
Te dejo un +10 😉