guille emputecido, cornudo, sometido, final

Como falei antes, essa é uma história REAL, mesmo que não pareça. Tenho que admitir que coloquei alguns enfeites pra deixar os acontecimentos mais atraentes. Silvio ainda não me contou nada novo. Espero que vocês curtam e, desde já, VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS.








No sábado, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem gostoso. Não tive escolha senão vestir a tanga, já que minha roupa estava no quarto. Peguei a roupa suja do sofá e fui pro lavanderia. Enquanto colocava pra lavar, o Ringo se aproximou do meu cu, lambendo ele apesar das minhas reclamações. Quando me dei conta, ele já estava em cima de mim, mas por sorte o pau dele não encontrou meu cu. Ele já tava me tratando como se eu fosse a puta dele, esfregando o pau nas minhas nádegas. Eu fiquei parado, acho que isso me excitou pra caralho. O coitado do Ringo nunca gozava, então, mesmo sabendo que ia doer pra cacete, eu abri meu cu e empurrei ele pra dentro. Fiquei com pena de não conseguir satisfazer ele. A realidade bateu: Ringo encontrou meu cu na hora e enfiou até o fundo. Foi foda. Lá estava eu sendo comido de novo por estar com muito tesão. Doía pra caralho cada estocada, minha bunda já tava mais que dolorida, mas automaticamente comecei a bater uma enquanto era dominado pelo meu próprio cachorro, que logo se prendeu, mas dessa vez foi fácil ele sair. Isso mostrava que meu buraquinho já tava grande demais. Enquanto eu continuava batendo uma, querendo gozar logo, sem pensar e me deixando levar pelo tesão, me agarrei no pau do Ringo. Chupei ele com vontade e, de repente, ele começou a comer minha boca até encher ela de porra. Depois foi pro quintal, e eu me perguntei se seria capaz de engolir aquela porra. Senti um pouco de nojo, mas fiz e gostei pra caralho. Quando me levantei, vi a poça de porra que meu pobre e sofrido cu tinha deixado. Me imaginei o Silvio mandando eu engolir aquilo, limpar com a língua aquela porra, e eu fiz. Depois disso, me lavei no próprio lavanderia, preparei o café da manhã pra eles, que demoraram pra acordar e mandaram eu servir.
 
Sívio, assim que eu gosto. Que você saiba que é nosso escravo e que só faz o que a gente manda. Não me diga que ainda ficou com vontade de pau.
 
Nãoooo, de jeito nenhum, minha bucetinha tá doendo pra caralho, esses negões me detonaram, com eles nunca mais, Silvio.
 
Claudia, cala a boca, cuck. Você vai entregar a buceta pra quem o Silvio quiser, sem reclamar, ouviu bem? Vamos, vira pra cá, quero ver como ficou aberta.
 
Sim, amorzinho, o que você disser.
 
Me virei, me inclinei e abri minha bunda igual uma puta gostosa, pra Claudia ver como meu rabo tinha ficado.
 
Claudia, não acredito, olha só, amor, olha como ficou a buceta do filho da puta.
 
O Silvio, se beber, os negros destruíram ele, foi pra isso que contratei e eles cumpriram, agora tem que fechar um pouco porque ninguém vai sentir nada quando eu pegar ele de novo.
 
Cláudia, e como é que você fecha um buraco desse tamanho?
 
Silvio parou de comer ela por dez dias e ela fecha bem, amor. Assim, da próxima vez que eu pegar nela, vou sentir como se tivesse arrombando a bunda dela de novo.
 
Nããão, dez dias sem transar? Nããão, Silvio, não faz isso comigo, pelo amor de Deus
 
Silvio, cala a boca, seu viado arrombado. Já teve pica o suficiente aí dentro, isso já basta pra você não querer mais por um bom tempo. A única coisa permitida é uma punheta por dia e nada mais. E olha, sua porra você tem que engolir, não quero sujeira nenhuma, entendeu? Se não fizer, vou te castigar.
 
Claudia, vou controlar ele, amor. Se ele bater punheta demais, te aviso, céu.
 
Resignado a não poder transar por um bom tempo, preparei o almoço e, enquanto eles comiam na mesa, eu comia na cozinha em pé. Depois foram pro quarto e transaram de novo, pra depois dormir um bom tempo. À noite saímos pra jantar fora e, quando voltamos, me deixaram sozinho no sofá. Eu tava muito mal, mal conseguia andar e, no restaurante, foi um horror ficar sentado. Quase nem o lençol eu aguentava no meu cu. O domingo foi quase igual, embora o Silvio tenha ido embora antes do anoitecer. Agora só restava conviver com minha dor e as gozações da Claudia, que não paravam. O Silvio veio uns dias em casa com a única intenção de comer a Claudia, me deixando olhando enquanto ele fazia. Ele sabia que isso me excitava pra caralho, mas me negava fazer uma punheta. Isso me deixava ainda mais tesudo e aquelas imagens não saíam da minha cabeça. Claro que depois, no banho, eu batia uma sem parar, mas não era suficiente, e dia após dia minha bunda continuava doendo. Naquele fim de semana, o Silvio e a Maria voltaram em casa. Os três transavam, mas eu ficava de fora, como um mero espectador que só servia eles. O tesão aumentava a cada dia e no domingo eu explodi. Não aguentava mais de tanto tesão. Acabei implorando pro Silvio me comer na frente da minha mulher, que ria sem parar. Era realmente humilhante, e mesmo assim não conseguia saciar meu tesão. O Silvio prometeu, do jeito dele, claro, que na sexta eu teria tanta pica que nunca mais ia pedir. Só que ele não queria que estragassem minha bundinha apertada. Ela tinha que se fechar pra eu sentir de novo o prazer que só uma barra de carne quente no meu cu dá, entrando e saindo à vontade, revirando tudo lá dentro. A única coisa que o Silvio me permitiu foi chupar a buceta da Claudia enquanto ele comia o cu dela. E claro, isso me custou ter que engolir todos os fluidos deles sem reclamar, o que, em vez de acalmar meu tesão, só aumentava ainda mais. Assim tive que aguentar mais uma semana com a ideia fixa de transar. Já conseguia sentar. Normalmente, mas só o fato de fazer isso já me fazia mexer na cadeira, tentando acalmar minha bucetinha ardente de tesão. Claudia, conforme os dias passavam, me consolava, prometendo, assim como Silvio, que a espera ia valer muito a pena.
 
Claudia, meu amor, eu sei que você tá muito excitado, claro, meu céu, você sabe que nunca mais vai me comer. Agora meu corpo é do Silvio, seu amigo pra quem você me entregou, mas além disso, você nunca mais vai transar como homem na sua vida. O Silvio te transformou numa mulher, te dobrou do jeito dele e você adorou isso. Eu te amo, meu amor, mas não como antes, meu céu. Adoro te ver como um perdedor. As coisas que o Silvio te faz fazer são muito mórbidas e humilhantes, e eu adoro que ele faça isso. Não é maldade, amor, porque no fundo você também curte. Adoro te ver sendo um putinho arrombado que entrega a bunda e aceita fazer qualquer coisa pra levar uma boa sentada, e depois, quando fazem, você implora igual uma bichinha pra pegarem mais leve. Isso eu adoro. É aí que você perde, minha vida. Primeiro te dão o doce, te enchem de morbo e te deixam muito excitado, isso o Silvio faz tão fácil, amor, mas depois te destroem, te fazem pagar porque você é um putão, e o melhor é quando você não aguenta. Me excita quando você implora pra não levarem tão forte, quando fazem você chorar e caem na risada de você. Isso me enlouquece. O melhor foi quando eu vi você com os negros te destruindo do jeito deles, até desmaiou de dor e mesmo assim continuou pedindo mais pica. Você não conseguiu parar. Perdeu, amor. Perdeu sua mulherzinha, agora só te resta ver como o novo macho dela come ela do jeito que ele quiser. Eu, ele come com carinho, me fazendo gozar pra caralho, amor. Percebeu que me perdeu como mulher? Agora só te amo porque me sustenta, nada mais. Me dá pena quando vejo como te deixam, todo dolorido, quando você não consegue nem sentar. Não queria que isso acontecesse com você, mas é o que você gosta, meu céu. Você adora ficar assim e eu já me acostumei, e agora quero que te deixem cada vez pior, porque assim eu sei que você goza, amor.
 
Eu sei que você me ama, mesmo que às vezes me fale umas coisas que irritariam os outros, mas pra mim não, porque eu te amo e sei que te faço feliz assim, meu céu, do mesmo jeito que você me faz feliz. Adoro tudo isso porque, depois de tudo que vivemos, tem carinho e tem dengo como nunca teve antes. Isso me deixa muito feliz.
 
Claudia, mas o que te faz mais feliz é sentir uma boa pica no cu, amorzinho. Você adora se vestir como uma vagabunda e provocar qualquer machão por aí, tipo o Silvio, desafiar eles pra te arrebentarem bem o cu e nessa competição você sempre acaba perdendo, porque no final eles realmente te estouram e você, como a boa bichona que é, termina implorando pro macho que tá te arrombando ter piedade de você, mas ele nunca tem, porque você o desafiou. É aí que ele mete mais forte, porque no fundo você adora, mesmo sofrendo e sabendo que depois vai até custar a andar. É isso que eu amo que façam com você, adoro ver como você perde pra uma pica, querido. Então se prepara bem, porque sexta-feira você vai estar com o cu bem fechado e eles vão arrebentar de novo.
 
Nããão, eu quero que sejam suaves comigo, que me façam gozar com uma boa foda, igual você goza, amorzinho, mas sempre querem arrebentar minha buceta e só, amor. Fala pro Silvio que um dia ele realize esse meu sonho.
 
Claudia é bem promíscua, minha. Vou falar pra ele, mas com certeza não vai ser essa sexta. Se você se comportar direitinho, com certeza vai ser na próxima. Mas pra isso, não pode se punhetar escondido como você faz. Não faça mais isso. Quero que você chegue na sexta voando de tesão. Se fizer isso, te prometo que na outra sexta o Silvio vai te comer com muito carinho e você vai aproveitar pra caralho.
 
Depois disso, não me masturbei mais. Foi uma semana intensa, acho que se alguém me mostrasse a rola, eu me entregava sem pensar onde fosse. Assim chegou sexta-feira. A Cláudia me maquiou bem de puta, me colocou uma tanga que não cobria meu cuzinho e uma saia curta que mal tapava metade da minha bundinha minúscula, uma regata e saltos altos. Me olhei no espelho e fiquei chocada com a puta em que minha mulher tinha me transformado. Acho que se eu estivesse parada em qualquer esquina, pagariam pra me comer. Sentamos pra esperar o Silvio, eu estava completamente entregue pra ele e finalmente ia acalmar meu tesão e os desejos da Claudinha, minha mulher. A porta se abriu e, pra minha surpresa, entrou o Silvio com o Yon e a Yani, que vieram atrás dele.
 
Silvio, oi, sua puta, aqui está sua recompensa por ser tão fiel pra mim.
 
Nossa, como você está linda, me deixa com muito tesão assim
 
Yani, te garanto que da gente você não esquece mais.
 
Nããão, por favorrr, eles dois de novo? Vão me fazer sofrerrrr
 
Silvio, fica na boa, sua puta, contratei eles só pra te dar prazer.
 
Os olhos da Claudia diziam tudo, o olhar de espanto dela estava cravado em mim. Ela me pegou pela mão e eu senti a Yania atrás de mim, apoiando a pica enorme dela no meu cu quase nu. Isso me fez perder o controle. Eu sabia o que me esperava, mas me entreguei sem lutar. A Claudia tinha razão, eu tinha perdido mais uma vez. Provocava os dois, tinha desafiado eles pra uma luta que eu ia perder de qualquer jeito e me tornar a vítima dos dois. Depois eu ia me arrepender, mas tinha que aceitar minha derrota e me entregar pra aqueles dois negões vencedores. Minha bunda seria o troféu deles e eu não queria fazer nada pra evitar. Meu sangue fervia de tesão e putaria, mesmo que isso me causasse uma dor danada. Naquele momento, não tava nem aí. Eu curtia ser tratada como uma mulher no cio, a ponto de ficar desesperada. Talvez por causa da seca de não ter transado por muitos dias, as carícias deles e as picas deles me fizeram querer ser comida com força. Eu implorei pra eles me comerem e eles entenderam. Então abusaram da situação, do meu tesão extremo. Puxaram as rolas e me fizeram ajoelhar com força pra eu chupar elas, mandando eu fazer aquilo, e eu obedeci com prazer. Eu alternava entre as duas e tava totalmente entregue pros dois negões. Lambia as picas e as bolas deles com muita paixão, engoli todo o pré-gozo que consegui tirar até que um deles enfiou a pica na minha boca e, segurando minha cabeça, começou um vai e vem que atravessava minha garganta. Naquele momento, acho que de tanto tesão eu mijei em mim mesma. Já não era mais tesão, era uma fogueira imensa que eu sentia por dentro. Senti o outro negro, nem sabia mais quem era naquela hora, abrindo minhas pernas com força, rasgando minha calcinha fio dental. Enfiou um dedo no meu cu e eu quase nem percebi de tão ocupada que tava gozando e sofrendo uma puta surra de boca.
 
Yani, vou te arrombar a bunda, sua putinha de merdaaaaa
 
Não prestei atenção nele até sentir o pau dele no meu cu. Primeiro ele apoiou e, abrindo mais minhas nádegas, empurrou com toda a força. De uma só enfiada, ele meteu até o saco. Quase desmaiei de dor, foi tremendo. Talvez o Silvio tivesse razão, meu buraquinho tinha fechado bastante nessas duas semanas sem ser penetrado. Senti as mãos dele no meu quadril e o pau entrando e saindo com violência da minha bunda, como se estivesse me castigando por ser tão puto. Meus olhos reviraram enquanto eu gritava sem ser ouvido, já que um pau entrava e saía da minha boca como se fosse uma buceta. Eu não aguentava mais de dor. O "clap clap" era o que mais ecoava na sala de jantar, junto com os insultos que todos me diziam. Só esperava que eles finalmente gozassem dentro de mim, e quando fizeram, em vez de me sentir irritado por uma fodida tão bruta, explodi de prazer. Engoli com paixão cada gota de porra que saiu do pau do Yan, deixando-o impecavelmente limpo e brilhante enquanto recebia as cusparadas de porra dentro de mim do Yani, que logo tirou e, sem dizer nada, colocou na minha boca para eu limpar. Já esperava por isso, então engoli o mais fundo que pude e comecei a chupar e lamber com muita paixão, recebendo outra enfiada violenta no meu cu castigado, metendo pra dentro a porra que ainda não tinha saído. Minhas pernas tremiam e meu corpo também, mas apesar de tudo, meu tesão era pior e me mandava deixar eles fazerem o que quisessem comigo. Só gemidos silenciados pelo pau que eu tinha na boca e meus olhos lacrimejando para o prazer dos outros, que gozavam vendo como me destruíam à vontade sem eu resistir a nada. Finalmente chegou o momento da calma. De novo, inundado de fluidos, jogado no chão como um pano velho, tremendo pela surra que levei e obrigado a limpar os restos que ficaram no chão com a minha própria boquinha, entre risadas e insultos humilhantes de todos, que só acendiam mais tesão dentro de mim. Obedeci à risca, um pouco por causa do domínio deles e outro pelo tesão que sentia por dentro, sentia que me mostrar tão humilhado e perdedor os incentivava a continuar com a submissão que me incendiava, servi cerveja pros dois, conversamos sobre minha cornitude na relação do Silvio e da Claudia, confessei que na verdade o Silvio me transformou no que sou e eu não conseguia negar nada do que ele mandava, um escravo sexual me chamaram, mas eu adorava ser isso, me fizeram molhar as picas deles com cerveja e chupá-las enquanto eles curtiam bebendo nos copos, quando contei que até fui usado pelo meu cachorro eles não acreditaram e quase imploraram pra eu fazer aquilo com o cachorro pra eles, falei que se fizesse acabava tudo, foi aí que desistiram, o Yon sentou no sofá e me chamou, eu sabia que tinha que subir na pica dele e subi
 
Yon yani veni, essa puta quer os dois paus juntos no cu aberto de novo.
 
Nãão, nãão, pelo amor de Deus, nãããooo
 
Meus pedidos acenderam a paixão deles de me destruir por completo, de me partir ao meio, já tinha a pica do yon enfiada até o fundo, quis me mexer e então yon me disse
 
Fica quietinha, vadia, não vai escapar não. Agora tua buceta tá bem aberta, não vai desmaiar, dessa vez você vai gozar.
 
Yani apoiou o pau dele no meu buraquinho e eu joguei meus braços pra trás, Yon me prendeu com eles e começou a tirar a pica dele, senti como se a rola do Yani entrasse junto com a do Yon no meu cu destruído, soltei um grito tão forte que fez a Cláudia e o Sílvio saírem do quarto, eles ficaram na minha frente, chocados com o que estavam me fazendo. Aos poucos, os paus foram entrando e, mesmo com meus olhos abertos, não consegui ver mais nada, com certeza meus olhos viraram. Eu estava encharcado de suor e, de repente, os dois paus começaram a me cavalgar ao mesmo tempo, senti que ia morrer por dentro, implorava para que não, enquanto minhas lágrimas caíam, borrando toda a maquiagem. Cláudia disse que eu parecia uma puta de verdade e me incentivava a aguentar essa porra de foda.
 
Claudia, assim que eu gosto, amorrrr, hoje sim você perdeu de verdade, céééu, você não sabe como essas duas pirocas pretas estão te arrebentando, love, você recebeu igual uma putinha de verdade, bebê, você é mais piranha do que eu.
 
Silvio, viu como valeu a pena ficar quinze dias sem comer? Seu corno, aí estão as picas que você tanto queria, seu viado de merda.
 
Nem sequer os escutava de verdade, só sentia os cacos entrando e saindo do meu cu e pedia por dentro que aquela tortura acabasse, mas não passava, eles continuavam tão duros e quentes que meu pau começou a cuspir porra sozinho, o coitado quase nem se via de tão pequeno que estava. Depois de um tempo, sem saber por quê, comecei a sentir prazer, curtia cada centímetro que entrava e saía da minha bucetinha, e isso me fez pedir mais, para o espanto de todos. Isso os deixou furiosos e aceleraram a foda, aí sim não aguentei e quase desmaiei de dor e prazer, até que os jatos de porra deles chegaram para inundar meu interior com a porra quente. O Yani saiu de cima de mim, e depois o Yon se jogou de lado como se joga com desprezo algo que já foi usado e não serve mais. Me senti bem sujo, mas não tinha forças além de curtir o roçar do meu pau no sofá, sentindo como da minha bunda ardente saíam os fluidos que os negros deixaram em mim. Eles tomaram um banho e depois todos jantaram sem mim, não tinha forças para me levantar, muito menos para sentar, já que sentia minha bucetinha em chamas. Silvio e Claudia trouxeram um colchão e aí nos deitamos, estávamos todos exaustos, menos Silvio e Claudia, que foram para o quarto. Nós três nos deitamos para dormir, eu, claro, de bunda para cima. Depois de um longo tempo, senti os cacos roçando meu corpo, isso me excitou pra caralho, mas sabia muito bem que não estava em condições de fazer mais nada. Porém, meu corpo nem ligou, quando me dei conta, estava me movendo no ritmo dos cacos deles, que aos poucos reagiam à minha fricção. Não consegui segurar e gozei no meu ventre, e fiquei assim, cheio de satisfação por ter me complacido daquele jeito, rodeado por dois negros que me submeteram sem piedade. Por sorte para minha bunda, eles não perceberam o que aconteceu. No sábado, acordei entre os negros, e eles ainda dormindo, ambos com uma grande ereção. Fiquei imóvel, não queria acordá-los, já que minha bucetinha doía pra caralho e pensava que, se fizesse isso, eles não teriam compaixão de mim. tinha virado a putinha deles e assim eles tinham o direito de fazer comigo o que quisessem, isso me esquentava pra caralho mas a dor segurava minha vontade de me entregar e deixar eles fazerem comigo o que viesse na cabeça, mesmo desejando isso com toda a minha alma, esperei eles acordarem fingindo que tava dormindo e não consegui evitar me mexer devagar pra sentir o roçar dessas picas enormes no meu corpo, gozei de novo e quando eles acordaram perceberam isso
 
Parece que a putinha tá querendo uma pica.
 
Yani, pra mim, sim, ela parece bem gostosa.
 
Não, caras, não. Tô muito dolorido desde ontem à noite, então é melhor a gente deixar pra quando a dor passar um pouco.
 
Yon bom, então podemos ser mais suaves, putinha, se é isso que você quer.
 
Não, não, não, tô na pior, rapaziada.
 
Então, Yani, se delicia com isso, olha que gostosas que são, ideal pra você, dá um boquete bem gostoso pra gente pelo menos.
 
Isso sim, mas sem penetração, por favor.
 
Logo me vi mamando aquelas duas picas com desespero, tava com muita fome mesmo, ter batido uma não tinha adiantado nada, pelo contrário, só me deixou mais tarado. De repente, me peguei chupando aquelas picas desesperado, buscando a gozada que não tinham me dado antes. Enquanto eles dormiam, perceberam e o pior aconteceu. Por causa do meu tesão, eu mesmo enfiei no meu cu e comecei a cavalgar com força, falando o quanto eu era puto, enquanto eu não aguentava a dor, implorava pra parar, mas eles estavam determinados a me fazer sofrer por ser tão vadia e tinham razão. Meu tesão instigava eles a me destruírem mais uma vez, e foi o que aconteceu. Os dois me comeram de novo, apesar dos meus pedidos de piedade. Quando saciaram a sede, me deixaram largado no colchão, com meu corpo tremendo como um troféu pra eles, que riam da minha putaria sem fim. Fiquei assim, sem conseguir me mexer. Eles tomaram café e passaram um tempão vendo TV, depois voltaram pra cima de mim. Eu já não tinha mais forças pra negar, e eles terminaram de arrebentar meu cu, que já tava em brasa. Encheram meu corpo de porra e mijo, tomaram banho e foram embora rindo e comemorando como se tivessem ganhado um jogo de futebol. Quando Claudinha e Silvio saíram, chegou a recuperação. Os dois me levaram pro banheiro e consegui tomar um banho. Depois me jogaram na cama, onde passei o resto do dia tentando me recuperar, sem conseguir. Senti os dois saindo e voltando já de noite, me ignorando completamente, e fizeram amor de novo. No domingo já me sentia melhor, então tive que atendê-los como uma empregadinha. Me esperava um longo tempo de recuperação.


3 comentários - guille emputecido, cornudo, sometido, final

Me enternecio lo que dijo claudia pero se ve que lo ama como un amigo,no mas como marido. Claudia ama a silvio y lo humillan bastante. Demaciado para mi gusto.
de acuerdo a silvio ella lo ama y no lo cambia por nadie, es feliz con el en la intimidad
con silvio solo es sexo y morbo, nada mas