Calor. Um calor suave, gostoso e dos sonhos. Meu corpo sabia o suficiente do que tava rolando pelo calor que sentia do rosto até os pés: eu tava deitado na cama, me enroscando com alguém que parecia ter a forma perfeita pra mim. Por que eu ia me dar ao trabalho de investigar mais?
Pobre de mim. Nossas mentes não foram feitas pra ignorar os fios de curiosidade que se mexem sem parar.
Eu tava na cama com uma das minhas conexões da semana passada. Isso parecia óbvio.
Afinal, todo mundo no campus tava doido pra se livrar das últimas provas bimestrais ou finais pra poder mandar ver numa festa explosiva e sumir da cidade nas férias de primavera. Apesar de uma agenda lotada, eu tinha aprendido com meus 4 semestres anteriores (incluindo o verão entre meus dois primeiros anos) e me adiantei nos prazos até agora na primavera, tanto quanto o curso de engenharia civil deixou. Como resultado, consegui ir em qualquer festa ou rolê que eu soubesse desde terça.
Por mais inesperado que tivesse sido, acabei esbarrando na minha amiga de sexo casual, Jessica, tanto numa festinha na terça à noite quanto num bar de narguilé depois do clube na quarta. Já que minha agenda raramente tinha me deixado curtir os rolês sociais típicos da vida universitária no semestre passado, não questionei terminar na cama dela em nenhuma das noites.
Mas esse não era o corpo dela, porque Jessica tinha vazado da cidade depois que eu voltei andando pra minha casa pra dormir na quinta. Além disso, esses peitos mais macios e alegres, eram um pouco menores.
De quem quer que fossem, pareciam combinar com o ombro suave e quente que cheirava levemente a manga, e o cabelo que cheirava um pouco a lavanda… Aquele cheiro de xampu parecia vagamente familiar, e as mangas… Por que o cheiro me lembrava um gosto? De quem eram esses ombros e cabelo?
Lembro que um Uber me levou pra Outra festa na sexta à noite na casa de um amigo fora do campus. Meu amigo, Brandon, estava dois anos na minha frente no mesmo programa e quase se formando, então eu tava na expectativa pra festa dele, mesmo sabendo que não planejava ficar até tarde pra fechar a casa por algum motivo... que porra foi aquela de novo?
— Reitzer! Vem cá, Arsch Lecker! — Brandon gritou pra mim, com duas cervejas na mão, quando cheguei na festa.
— Jawohl, mein Freund! — Eu ri de volta, indo reto na direção dele.
Nós dois tínhamos sobrenomes alemães, sabíamos um alemão meia-boca e nos drogávamos juntos direto desde que nos conhecemos no meu primeiro semestre, então toda vez que saíamos pra festejar, as regras iam pro caralho. Além disso, Brandon era a alma dos grupos de engenharia.
Lembro de ter tomado umas a mais do que planejei e acabar conversando no terraço dos fundos com uma mina da minha aula de mecânica analítica, a Lexy.
Bebemos mais um pouco, gradualmente levando a conversa pro sofá até nos pegarmos nos beijos...
Mas essa não podia ser a Lexy. Mesmo tendo dividido uma carona de volta pro campus naquela noite, fomos cada um pro nosso dormitório sozinhos; nós dois tínhamos planos pro dia seguinte. Isso mesmo, ela ia voar pra encontrar a família dela na Áustria, enquanto eu pegava um trem cedo e eventualmente chegava numas férias compensadas que meus pais tinham preparado pra mim e minha irmã em Martha's Vineyard. Além disso, a Lexy tinha cabelo loiro curto e meio sujo, igual o da Jessica, mal passando dos ombros.
Enquanto eu abria os olhos preguiçosamente, os fios com cheiro de lavanda na minha frente eram dourados, talvez loiro platinado, e iam até as escápulas tensas dela. Por que isso também era tão familiar?
Espera aí.
Acordei no sábado a tempo de fumar um e tomar um banho pra pegar aquela porra de trem cedo. Passei num dispensário. de cannabis no caminho da estação de trem para o aeroporto. Peguei um voo com minha irmã, Kaylee, para a ilha, onde nos hospedamos numa cabana encantadora tirada de um conto do Tolkien.
Estar chapado e ir na onda durante a viagem me fez deixar minha irmãzinha adorável e sem noção fazer todo mundo acreditar que éramos um casal casado. Se isso já não fosse estranho o suficiente, acabei vendo a buceta da minha irmã duas vezes no meio do nosso primeiro café da manhã juntos — e nem foi por acidente na segunda vez! De brincadeira, ela fez de tudo pra eu olhar pros lábios rosados e abertinhos dela, e eu caí pra trás da cadeira! Claro, os instintos menos fraternais que começaram a bombear nas minhas veias foram direto pra guerra com o fato sólido de que minha cabeça não podia aceitar: Ela é sua irmã. Sua irmã de sangue.
Embora eu tenha certeza de que nossos pais não teriam gostado da nossa "brincadeira" no café da manhã se estivessem lá, provavelmente teriam sido mais tolerantes do que com o que veio depois.
A fachada de brincadeira do nosso encontro sexual se escancarou quando, enquanto discutíamos chapados no quarto dela sobre os efeitos que a COVID-19 teria na sociedade, do nada eu já estava chupando a buceta da minha irmã e ela gemendo.
A gente tinha dormido na cama dela, emocionalmente frito com o que tinha acabado de rolar, e aparentemente acabamos tomando mais droga durante nosso cochilo juntos.
Foi assim que reconheci o que devia ser o gel de banho de manga dela: ainda estava sentindo o gosto da buceta da Kaylee na minha boca… Os sucos da buceta da minha irmãzinha logo depois dela ter tomado banho. Não tem nenhuma razão aceitável pra um irmão reconhecer o gosto dos sucos da buceta da própria irmã. Mesmo sabendo disso no fundo do meu ser, eu fiquei a boca ainda mais água.
Quente e confortável como minha realidade de vigília estava se mostrando, meus olhos se abriram de repente. Eu estava completamente acordado e sóbrio como um juiz.
Minha mão esquerda, que vinha se guiando sozinha pelo abdômen firme da Kaylee, congelou bem na hora em que chegou no que devia ser a pista de pouso da Kaylee. A pista de pouso da minha irmã.
Não. Isso era bom demais; eu sabia de algum jeito que isso não estava certo.
Ela é sua irmã.
É, eu precisava sair dali antes que a Kaylee acordasse e encontrasse o irmão dela acariciando ela do jeito mais nada fraternal.
Deslizando devagar meu braço direito de debaixo dela e desenrolando meu corpo nu e macio do da Kaylee, me virei para trás pelo lado oposto da cama dela e saí rápido do quarto, fechando a porta atrás de mim.
Minha mente estava a mil por hora enquanto eu corria escada abaixo até meu quarto. Quando acendi meu isqueiro para uma tragada de emergência, de repente parei.
Se fumar maconha tinha causado ou não algumas das situações sexuais em que eu me metia com minha irmã, com certeza não estava me impedindo de lidar mal com elas.
"Mal." Que eufemismo. Intencionalmente ou não, eu estava explorando o incesto com minha irmãzinha, e enquanto eu estivesse chapado, isso não parecia me incomodar.
Bom, eu não estava chapado agora, então provavelmente esse era o melhor momento para pensar no que com certeza era um baita problema. Era fim de tarde e, como eu precisava clarear a mente de um jeito sério, correr na praia parecia uma alternativa segura a fumar.
Só levei um instante para achar meus tênis, que serviam como tênis de corrida. Troquei minha camiseta por uma das minhas camisetas de treino normais, peguei meu celular e meus fones, e bebi meia garrafa de água antes de me dirigir à porta da frente.
Normalmente eu faria Uns alongamentos leves antes de sair pra correr, mas sabia que se não fosse pra trilha agora, ia arrumar uma desculpa pra voltar pra dentro e dar uma tragada rápida antes da corrida, e ia voltar pro ponto de partida.
Nossa cabana era uma de cinco num beco sem saída. Como a nossa agente de reservas, Joanna, tinha dito, tinha uma trilha de terra que saía da rua entre duas das casas vizinhas. Assim que vi a trilha, apertei o play no meu nano e comecei a correr num ritmo firme.
—Ela é sua irmã, é sua irmã, é sua irmã—, minha mente parecia presa num loop, tentando me lembrar do incesto que eu tinha acabado de provar.
Felizmente, correr tem um jeito de varrer qualquer coisa da sua cabeça, provavelmente junto com todo o ar que bombeia pelos pulmões e todo o sangue que circula pelo corpo. A trilha por onde corri passava por uns campos com algumas árvores, e me vi chegando na praia em menos tempo do que esperava.
Quando meus pés tocaram a areia da praia, minha mente já tava numa refutação bem repetitiva: —Ninguém se machucou; sem dano, sem culpa – sem dano, culpa – sem dano, sem culpa…
Pedras pra correr na praia, porque começar na areia fofa dá um treino da porra nas panturrilhas. Tava a meio quilômetro de distância na praia, e minhas panturrilhas e isquiotibiais já tavam começando a discutir quem tava trabalhando mais, quando minha mente encontrou o próximo pecadinho: —Incesto é ilegal! Cê tá colocando o futuro dos dois em risco deixando isso rolar!
Era um bom ponto, mas enquanto minhas pernas iam se afastando pela praia, não lutei pra aceitar o óbvio: desde que nossas besteiras não passassem de certo ponto, e desde que o que a gente tinha feito ficasse em segredo, o mundo e todo mundo ia continuar como antes.
Mesmo a praia parecendo Sacada da capa de uma revista, só tinha visto umas 6 pessoas no total enquanto chegava. Minha mente ainda não tinha desistido: —E se seguir a corrente te levar a TRANSAR com sua irmã!?
Não tenho orgulho de admitir isso, mas fiquei tão excitado com o puro tabu dessa possibilidade que meu coração encontrou sangue extra suficiente para bombear algo pro meu pau.
Foi uma distração hipotética pra envolver minha mente. Quando cheguei no que estimei ser um quilômetro e meio, me virei pra começar a corrida implacável de volta.
—Enquanto a gente estiver seguro, e nenhum de nós forçar o outro a fazer algo que não quer, que mal poderia ter?— Racionalizei, voltando pelo mesmo caminho na praia, as ondas agora à minha esquerda, as dunas à direita. Além disso, talvez nem chegue tão longe.
—Ela vai ser sua irmã pelo resto das suas vidas! Você não pode terminar com uma irmã!— minha mente rebateu, enquanto meus pulmões lentamente começavam a afirmar seu cansaço.
Eu estava a meio quilômetro da trilha quando reduzi a velocidade pra uma caminhada pela primeira vez desde que comecei a correr. Percebi: precisava ter certeza de que a Kaylee entendia o quão sério era o que estávamos fazendo juntos.
Talvez a Kaylee estivesse se divertindo flertando com o irmão mais velho gato; talvez ela só estivesse se deleitando com um cara mais velho prestando atenção no corpo dela e ficou presa no calor de alguns momentos diferentes. De qualquer forma, minha irmã merecia ser tratada bem por qualquer cara com quem se envolvesse, incluindo o irmão dela, e isso significava que eu tinha que garantir que ela não se machucasse com isso.
Essa ia ser uma conversa estranha, a menos que eu perdesse meu palpite. Talvez até fosse pesada o suficiente pra impedir a Kaylee de querer ter mais relações com o irmão mais velho.
—Ah, bem, esse seria meu azar—, pensei, lembrando do Conceito chinês entre o karma e o destino; a Jessica tinha me ensinado isso numa das nossas conversas de travesseiro no outono passado.
—É uma conversa de adulto, e se nós dois somos adultos o suficiente pra brincar com nossos irmãos, somos adultos o suficiente pra falar sobre isso—, resolvi, enquanto saía da areia, retomando meu ritmo de trote.
Tava chegando no fim da praia quando minha mente voltou a um ponto anterior: —Ela é sua irmã, cê realmente sente atração pela sua própria irmã?
A Kaylee tinha florescido de irmãzinha. A única coisa que impediu ela de ser modelo de biquíni foi a oferta de um editor, pelo que eu pude ver. E embora minha história romântica só tivesse conhecido meia dúzia de bucetas antes da dela, a buceta da Kaylee foi facilmente a mais inesquecível. Algo sobre a estética da buceta da minha irmã, o tamanho pequeno dela, a simetria sutil dos lábios externos, o rubor delicado ao longo dos lábios internos conforme ficavam mais rosados, na verdade fazia ser difícil lembrar de qualquer outra buceta que eu tinha conquistado. Ela era inegavelmente gostosa.
Mas eu sentia atração por ela? Pela minha própria irmã?
Quando cheguei no fim da trilha e reduzi pra caminhar perto da nossa cabana, a pergunta ainda mexia comigo. Pensar sexualmente na Kaylee não revirava meu estômago do jeito que pensar na minha mãe ou nas minhas avós em posições sexuais explícitas definitivamente ainda fazia, eca.
Minha irmã era uma pequena e gostosa sem vergonha, e quer eu sentisse atração por ela ou não, eu era o irmão mais velho e tava decidido a protegê-la. Isso significava valorizar os fatos da nossa relação: porque eu não tava disposto a machucá-la e porque não podíamos ter um relacionamento romântico a longo prazo, nossas brincadeiras tinham um limite que não podia ser ultrapassado.
Essas duas conclusões não deviam ser tão difíceis pra Kaylee reconhecer, me consolei. enquanto eu me aproximava da nossa cabana. E além disso, talvez eu esteja só exagerando na minha cabeça. Talvez sua irmã lide com a conversa tão facilmente quanto lidou com seu café da manhã picante. O pensamento esperançoso me fez sorrir.
—Querida, cheguei! — gritei ao entrar na cabana, tirando a camisa encharcada de suor e enxugando a testa.
Ela não respondeu, e enquanto eu caminhava até a geladeira para pegar algo para matar a sede, percebi o porquê. Vendo ela chapinhar na piscina através da porta de vidro deslizante da sala, deduzi que devia estar nadando, enquanto pegava algo para beber e me servia um copo.
Provavelmente tão bom quanto correr para clarear a mente, pensei.
Fui para o meu quarto tomar um banho. Logo depois de correr, quando seus pulmões ainda estão ofegantes, é uma boa hora para fumar. Uma tigela de sativa bem merecida e bem apertada me deixou tonto e sorrindo enquanto tomava banho com um jato de água fria.
Logo a noite chegaria, então vesti a calça médica e a camiseta que costumava usar pra relaxar se estivesse de volta no meu quarto.
Ouvi o primeiro filme do Homem-Aranha no volume máximo na TV da sala enquanto saía do meu quarto.
—Kaylee? Por que a TV tá tão alta? — gritei.
—Desculpa, mano! Queria ouvir enquanto cortava uns limões aqui — Kaylee respondeu da cozinha.
—Haha, me surpreende mais você gostar de filmes de herói da Marvel, irmã.
De fato, Kaylee tinha umas rodelas de limão alinhadas na tábua de cortar, tudo pronto pras duas Coronas que ela segurava, uma estendida pra mim. Ela ainda estava de biquíni, o mesmo que usou pra nadar, com o cabelo molhado pendurado num ombro, só completando a cena.
Porra, ela tava uma gostosa.
—Valeu, Special-K — sorri. —Precisamos conversar — comecei a pegar Peguei o touro pelos chifres, apesar do zumbido embriagante que ainda sentia envolvendo meu processo de pensamento.
—Já era hora, irmão. Queria ter falado antes, mas acordei e me encontrei sozinha—, disse com sarcasmo, mostrando a língua antes de dar um gole generoso na cerveja dela.
—É... Desculpa, mana... Não é a coisa mais cavalheiresca a se fazer, sumir assim, mas cê me culpa?
—Relaxa, Apple Jacks—, ela retribuiu o sorriso. —Vamos conversar: O que você quer pedir pro jantar?
—Na verdade, não é esse o assunto que eu tinha em mente...
—Eu sei, eu sei, entendi. Você quer ter uma conversa "séria". Tá bom, mas nós dois precisamos comer alguma coisa e temos um monte de opções boas pra escolher, então vamos conversar depois de comer.
A larica oportuna não me deixou pensar em uma refutação viável, então, depois de concordar em fazer um pedido num restaurante mexicano e pegar mais umas duas cervejas pra beber enquanto assistia ao filme, não estava tão preocupado em falar sobre o jogo incestuoso que eu e minha irmã estávamos jogando.
Nosso pedido não demorou pra ficar pronto e chegar na nossa cabana. Montamos o jantar na sala de estar pra continuar vendo o filme. Kaylee tinha pedido uma salada de taco colorida "light", que parecia ter mais abacate do que qualquer outra coisa. Comi um prato de deliciosos tacos de peixe estilo Cali; o único jeito de julgar um restaurante Cali-Mex é pelos tacos de peixe. Nossas comidas desapareceram rápido, junto com a terceira e quarta Corona. Foi fácil pra nós dois afundarmos de novo nos nossos cantos do sofá, de barriga cheia.
—Mmm, com certeza pedi bem. Como foi o seu, irmão?— Perguntou Kaylee, corada, entrando no meu coma alimentar induzido pelo taco de peixe.
—Deliiiicioso— falei com um sorriso de pedra. Por mais boba que a Kaylee fosse, ela não parecia perceber o quão chapado eu estava. que tinha ficado a maior parte da nossa viagem, e não parecia provável que ele notasse agora.
— Os melhores tacos de peixe que você já comeu?
— Haha, bem digno, mas não o melhor de todos, não.
— Quando você provou pratos melhores?Estava agradavelmente chapado e cheio o suficiente pra falar exatamente o que veio na cabeça.
—A buceta que você tem entre as pernas, igual essa não tem nenhuma.
—Uau! — Kaylee soltou uma gargalhada, antes de cair num ataque histérico de risadinhas, puxando as pernas pro sofá junto com ela.
—Não esperava que você fosse falar isso, Jackson — disse ela.
—Nunca esperava falar isso, irmãzinha. Ou fazer... por vários motivos — eu ri um pouco, meu olhar escorregou pra encontrar o dela.
—Então você queria falar sobre o que aconteceu antes?
—Sim, Kaylee.
—Pode me passar o cobertor aí atrás? Não quero vestir algo mais quente ainda.
Passei o cobertor de lã pra ela, que enrolou no corpo até o pescoço.
—Irmã, você sabe que te amo como uma irmã, né?
—Claro, irmão.
—Então provavelmente você consegue ver por que a gente não devia... brincar desse jeito entre nós, certo?
—Jackson. Você comeu minha buceta. Da sua irmã mais nova. Eu sei que esse tipo de coisa normalmente não acontece, e ninguém além da gente pode saber ou a gente nunca vai esquecer, mas quero dizer, qual é, irmão... nós dois gostamos, e saber que os dois são obrigados a manter segredo... sei lá, isso me parece um pouco excitante.
—Irmã, não é só vergonha e humilhação na faculdade se alguém descobrir. Até incesto consensual entre irmãos e irmãs adultos é crime que dá cadeia.
—Ooo0o, então é melhor a gente não deixar ninguém saber, né, irmão mais velho? — disse ela com um sorriso torto.
—Não são nem as leis e o que as pessoas possam pensar, irmã. A gente sempre vai ser irmão e irmã. Não importa o que...
—Não importa o que — ela piscou um olho pra mim.
—Irmã. Tô falando sério. Daqui a alguns anos, quem sabe com quem cada um de nós pode acabar. E se eles descobrirem que a gente tava se pegando quando era jovem e excepcionalmente idiota?
—Isso volta pro porquê Ambos temos que nos comprometer a guardar o segredo um do outro, irmão — respondeu com um sorriso. Dava pra perceber que ela tava bêbada.
— … Mesmo se a gente continuar brincando …
— Sim, irmão? — interrompeu, batendo os cílios por cima do cobertor que ainda tinha enrolado até o pescoço.
— A gente teria que parar pra sempre, assim que voltar pra civilização.
— Bom, claro, irmão — fingiu se desconcentrar. — Só porque você me surpreendeu e me fez gozar com seus talentos orais, querido irmão, não significa que eu queira começar a bancar a anfitriã de um romance escondido com meu irmão no mundo real.
— Ha. Ha. Muito engraçado, irmã, considerando que foi você quem decidiu sentar nua na cara do seu irmão.
— Eu esperava que você ofegasse de surpresa o suficiente pra pegar uma bocada da buceta da sua irmã — insistiu com um sorriso irônico. — Irmão mais velho.
— … Tá bom, sim, eu não pensei em te comer, irmã.
— Mas o céu não caiu depois que você fez, né, irmão? — perguntou, enquanto tirava o braço de debaixo do cobertor e jogava a parte de cima do biquíni no braço do sofá.
— Acho que não, não … Sério que você não queria que isso acontecesse, Kaylee? Que eu chupasse sua buceta?
— Irmão, eu te amo, e tava realmente ansiosa por essas férias depois que a mamãe e o papai me falaram que você viria comigo. Mas não, eu não tinha um plano diabólico só pra fazer meu irmão ser o primeiro cara a me fazer um oral. Agora que aconteceu, eu gosto de não ter que me preocupar com como vai ser com outra pessoa … Porque meu irmão mais velho já me ajudou a resolver isso.
Ela se deslizou e se inclinou pro meu lado do sofá pra me beijar no nariz. Se inclinando, ela abriu o cobertor, me dando uma olhada nos peitos gostosos dela de novo. Essa conversa não foi exatamente como eu esperava, mas também não pareceu ter ido tão mal.
— Irmão, se você realmente tá obcecado com o fato de eu ser sua irmã, eu entendo totalmente … Mas, sério … Agradeço que você seja o primeiro garoto a... descer comigo... E se quiser, talvez continue brincando comigo durante toda essa quarentena-férias, você poderia fingir que não sou sua irmã, e eu poderia fazer de você meu primeiro de outras formas?
—Irmã... Kaylee. Você sabe por que não podemos ir até o fim juntos, né?
—Você quer dizer transar um com o outro? Fazer amor juntos? Foder o cérebro um do outro?
—Sexo é um negócio sério, e você só perde a virgindade uma vez, Kaylee. Seu irmão seria o primeiro para sempre e você nunca poderia contar pra ninguém.
—Só você — ela continuava me olhando nos olhos.
Eu estava perdendo o controle sobre qualquer objetivo que tivesse traçado ao começar essa empreitada.
—Não te dá nojo pensar no pau suado do seu irmão deslizando na sua buceta? — arrisquei, esperando trazer nós dois de volta à realidade.
—Provavelmente deveria... Mas quanto mais penso nisso agora... Como é errado e, tipo, proibido... Como nós dois teríamos que manter segredo pra sempre, talvez trocando um olhar durante um jantar em família sabendo o que estamos lembrando... Tá ficando meio... molhada lá embaixo, irmão — ela mordeu o lábio enquanto me olhava com mais saudade nos olhos. O cobertor escorregou dos ombros dela, se amontoou nos cotovelos, os braços apertaram os peitos nus juntos.
—Kaylee, por favor. Se continuar insistindo, vou ceder. Não quero que você faça algo que um dia possamos nos arrepender.
—Mmm, tivemos um palestrante motivacional no começo do ano, irmão. Ele falou sobre como é melhor se arrepender de algo que você fez do que se arrepender de algo que não fez.
—Irmã, eu me arrependeria de estragar nossa relação pelo resto da vida. Eu arriscaria perder a chance de fazer amor com você se isso significasse salvar o que já temos.
—Você é tão doce comigo, Apple Jacks. Não vê? É por isso que acho que você seria o homem perfeito pra ser meu primeiro. Você nunca poderia me machucar, irmão mais velho.
Ela se aproximava cada vez mais de mim enquanto eu me perdia nos olhos dela e nas nossas palavras. Minha resolução de continuar sendo o irmão mais velho responsável estava desmoronando rapidamente. Nossos rostos já estavam perto o suficiente para parecer íntimos se alguém mais estivesse olhando.
— Eu te amo, irmã. Se nada mais, isso significa que a gente precisa ir com calma. Não vai ajudar ninguém se a gente se apressar nisso cegamente, sabe?
— Claro, Jackson. Vamos devagar e ver aonde isso nos leva — ela se interrompeu enquanto me dava um beijo leve nos lábios.
Eu devolvi devagar no começo, depois com mais força, colocando uma mão na nuca dela, outra na cintura, puxando-a para perto e meio caindo por cima dela.
Essa conversa foi muito bem, pensei. Kaylee respondeu tão bem quanto dava pra esperar. Enquanto a gente não transar, decidi mentalmente considerar isso um puta sucesso na tomada de decisões responsável.
— Siiim — ela sibilou enquanto minha boca descia pelo pescoço dela até a clavícula, minha mão livre encontrando o peito dela, animado. Enquanto isso, as mãos dela já tinham tirado minha camisa pelas costas e estavam trabalhando no cordão da minha calça.
— Kaylee, a gente não pode transar hoje à noite. Vamos devagar. A gente concordou, né?
— Claro, irmão mais velho. Só tira ele pra fora. Quero ver.
— Sim, senhora — sorri, finalmente alcançando o nível dela. Puxei minha calça, cueca e tudo, até os joelhos, antes de me virar de bunda pra tirar tudo e chutar pra um lado. Meu pau saltou, duro e atento, pulsando no ritmo do meu coração.
— Uau uau uau — os olhos de Kaylee pareciam vidrados enquanto o queixo dela caía.
Não considero meu pau escandalosamente gigante nem nada disso. Embora nunca tenha me envergonhado do tamanho do meu navio, sempre gostei de mostrar por que o movimento do oceano é o elemento mais importante.
Kaylee estava tão absorta no que via entre minhas pernas, que bem poderia estar vendo cores pela primeira vez. A mão dela se estendeu pra agarrar meu pau antes que ela percebesse o que tava fazendo, eu acho.
—Posso… posso? — perguntou, meio que acariciando meu pau de forma hesitante.
—Um pouco tarde pra pedir permissão, irmãzinha — brinquei com um sorriso.
Enquanto ela sorria de volta, a confiança dela cresceu, o aperto ficou mais firme e ela começou a acariciar meu eixo da base até a cabeça.
Minha mente tava pirando. Sua irmãzinha tá te batendo uma punheta. Que puta tesão era aquilo!
—Nossa, você é tão duro e macio ao mesmo tempo! — Kaylee comentou. — Todos os caras ficam assim tão duros, irmão?
—Não sei muito sobre paus de outros caras, Kaylee, mas sei que com nenhuma outra garota eu fiquei tão duro antes.
—Sua irmã te deixou assim tão duro, hein? Você devia sentir como eu fiquei molhada com isso, irmão — disse ela, mordiscando levemente o lábio inferior.
Agora nós dois estávamos no sofá, pelados.
Ela se recostou na ponta do sofá e me chamou com o dedo indicador.
—Vem beijar sua irmã, irmão — disse ela, sedutora, quase num sussurro.
Enquanto eu me arrastava sobre o corpo gostoso da Kaylee pra juntar meus lábios aos dela, as pernas dela se abriram pra me dar espaço, enquanto um dos braços dela se enrolava nas minhas costas. Nossos lábios pareciam imantados, enquanto nossas mãos exploravam cegamente os corpos um do outro.
Quando senti uma umidade clara no meu eixo, não tive dúvida do que podia ser, olhando pra baixo pros nossos corpos entrelaçados.
Com certeza, meu pau duro como pedra tava colado direto nos nossos corpos, a cabeça vazando pré-gozo no púbis dela.
—Ah, irmão. Irmão, irmão, irmão. Isso não tá longe. A gente pode fazer isso entre nós. Tá tudo bem — ela começou a minha irmã balbuciando, gemendo, claramente sem pressa pra nossa relação acabar ainda.Quando meus olhos se fecharam, tentei não focar no fato de que os quadris da minha irmã estavam deslizando os lábios da buceta dela pra cima e pra baixo no meu pau. Se não fosse pelo ângulo de ataque, eu poderia ter acabado penetrando ela de verdade. Mas dependia de mim garantir que não cruzasse essa linha, não importava o quão gostoso fosse o que a gente tava fazendo.
Eu tinha que estar certo. Isso não era tão longe assim. Ficar molhada não é sexo. Isso tava de boa.
Porra, tava de boa. Como isso tava acontecendo? Eu não conseguia nem processar, então minha boca encontrou a dela de novo, enquanto meus quadris acompanhavam o movimento dela e começavam a meter com movimentos rápidos e longos.
— Irmão, irmão…
— Eu te amo, irmã! — Rosnei, sem saber se tava preso na agonia da paixão ou se realmente tinha algo a dizer.
— Jackson! O que, o que… uhhHH!
— O que ia fazer o quê, irmã? Caralho, sim, você é tão gostosa!
— Irmão, irmão… O que mamãe e papai diriam se nos vissem fazendo isso? — Ela conseguiu falar, o rosto se contorcendo num prazer desconhecido.
— Pelo amor de Deus, irmã, você é uma pequena pervertida bagunceira, não é? — Ri entre gemidos cheios de prazer.
— Oooh deus, deus!… Meu, uhhh, meu irmão mais velho tá, é, me fazendo gozar DEUS!!
E de fato, senti os lábios internos dela se contraindo em volta do meu pau, penetrando tão provocativamente através das dobras de veludo sem mergulhar diretamente nas profundezas proibidas. Molhados como estávamos os dois lá embaixo, tenho certeza de que notei os sucos dela se somando à bagunça.
Afundamos nos olhos um do outro enquanto eu avançava e a mantinha montando o orgasmo dela, enquanto continuava empurrando através das dobras, contra a protuberância do clitóris dela no vértice dos lábios internos.
— Porra, porra, porra, porra, porra, porra — Ela dizia enquanto descia lentamente do primeiro orgasmo, sem fôlego, mas não necessariamente… disposta a deixar ainda.
—Irmã, irmã, irmã… Tô chegando—, cantei bem calmo, considerando as circunstâncias.
—Goza comigo, irmão. Goza, goza, goza com sua irmã—, ela disse, encaixando os quadris de novo no nosso ritmo.
Kaylee colocou uma mão atrás do meu pescoço e olhou nos meus olhos. —Se você gozar em mim, não vou conseguir me segurar de gozar de novo, JacksoOon—, implorou minha irmã.
—Sim, sim, simsss, Kaylee… Onde, onde você quer que eu goze, irmã?
—Na minha buceta, por favor, irmão mais velho!
—Tem certeza, irmã?— Eu tava perdendo o controle rápido, mas mesmo sem transar, sabia que a gente tava pisando em terreno perigoso.
—Tá, tá… tudo bem, irmã?
Ela colocou a outra mão na nuca e me encarou fundo, incrivelmente fundo, nos olhos de novo.
—Eu… me…
—Vamos, irmãzinha, faz comigo
—Tá bom, tá bom, tá bom, irmão! Minha buceta foi feita pro seu gozo!— ela começou a chegar ao clímax de novo.
Isso foi o bastante. Eu tava no limite. Enquanto me ajoelhava sobre minha irmã, apontei minha cabeça direto pra bucetinha rosada dela.
O primeiro jato de porra durou o suficiente pra ser três, cobrindo os lábios internos brilhantes e os lábios externos carnudos e avermelhados.
Ela tava gozando quando meu primeiro disparo acertou os lábios da buceta dela. Se é que deu, minha porra provocou o clímax dela ainda mais intenso do que já tava.
Outro jato de esperma saiu do meu pau, seguindo o primeiro, encharcando a pista de pouso dela, batendo na parte interna das coxas e na barriga.
A maior parte da minha porra foi pra onde ela queria. Quando meu pau meio duro soltou os últimos jatos, foi diminuindo devagar, meio mole, e pousou nos lábios pegajosos da buceta da Kaylee.
Senti os lábios internos dela se contraindo, parecendo ansiosos por um pau entrar em suas profundezas, enquanto a cabeça do meu pau descansava bem na borda do aperto dela.
Desculpem, senhoritas, mas isso seria contra as regras, pensei, meus olhos vagaram lentamente pelo corpo da Kaylee até encontrar o olhar dela que se abria devagar.
O sorriso torto da minha irmã, enquanto enfiava um dos dedos na boca.
Não, não, já fomos longe demais para uma só sentada, decidiu minha cabeça dura.
Quando o sorriso da Kaylee se alargou, meus olhos voltaram a descer para o fluxo de esperma que eu tinha deixado na buceta dela; meu sêmen escorria entre e descia pelos lábios dela, acumulando-se e derramando sobre o cuzinho dela.
Ela ainda estava mordendo o dedo, aquele sorriso de quem comeu o bolo quase chegando nas orelhas, quando disse: — Um centavo pelos seus pensamentos, amante?
— A gente não transou, Kaylee.
— Não foi, irmão mais velho?
— Não. Não, não transamos. Só brincamos um pouco mais, até nos enroscamos... Mas não tivemos sexo, irmã.
— Pode ser que não tenhamos transado de verdade, *amante*, mas você não vai me convencer de que não fizemos amor — ela riu baixinho.
— Kaylee... você toma anticoncepcional ou algo assim?
Por mais séria que fosse a pergunta, não sei se eu realmente me importava tanto com a resposta dela naquele momento. Sabia que deveria me importar, por isso perguntei, mas... ela não poderia ter me dado uma resposta que me fizesse sentir menos satisfeito do que eu já estava na hora.
Uma faísca brilhou nos olhos dela quando o sorriso mudou de forma.
— Por que uma virgem tomaria pílula? Não é como se eu fosse encontrar meu amor verdadeiro e fazer amor doce e apaixonado com o Sr. Perfeito, né, irmão mais velho?
Meu pau voltou à vida, pulando dos lábios pegajosos da buceta dela algumas vezes enquanto as implicações do que ela estava me dizendo eram processadas.
— Irmã, você tem muito do meu sêmen na sua buceta e parte dele está vazando, você deveria lavar isso. —Pra ficar segura, cê sabe—, falei preguiçosamente, me recostando no meu lado do sofá.
—Segura de quê, irmão mais velho?— A Kaylee perguntou com um sorriso safado, deitada de costas, puxando os joelhos até os ombros.
—Segura de... cê sabe... de não engravidar acidentalmente do seu amado irmão—, falei, esperando que ela tivesse se fazendo de boba, mas sem ter certeza.
—Ah, Jackson. Cê acha mesmo que isso podia rolar?— Ela perguntou, fechando os olhos, uma mão deslizando até os lábios da buceta melada de porra pra começar a acariciar devagar em círculos metódicos.
—Kaylee. Ainda somos irmão e irmã. Como a gente falou antes: podemos passar dos limites. Se cê engravidasse do que a gente tá fazendo...— Parei, lutando pra juntar força pra terminar meu próprio pensamento.
—Cê tá pensando na gente fazer um filho do amor juntos, irmãozinho— murmurou minha irmã suavemente.
—A gente não pode fazer isso, Kaylee. Não só seria impossível manter o segredo, mas e se nosso filho tivesse algum defeito de nascença?
Eu tinha acabado de falar com minha irmã mais nova sobre a gente fazer um bebê juntos, isso era surreal. Precisava trazer essa conversa de volta à realidade antes de me perder no absurdo da situação.
—E se nosso filho fosse tão saudável e feliz quanto nenhuma criança jamais foi?
—Irmãos e irmãs têm um alto...—
—E se tudo isso for exagero, e na verdade precisar de muitas gerações de incesto pra tornar os defeitos de nascença bem prováveis? Cê já pesquisou por conta própria?
—Irmã, a gente combinou de não passar dos limites—, respondi firme, chegando devagar à conclusão de que a Kaylee tava forçando a barra. Não tem como minha irmã de 18 anos fantasiar seriamente em engravidar do irmão, por mim. Ela tinha sonhos e ambições, com certeza, e carregar a semente do irmão não... Podia ser um de nós, né?
—Combinamos de ir devagar, irmão—, me corrigiu Kaylee, rolando devagar do sofá pra ficar de pé. —Acho que a gente tá indo bem nesse objetivo—, ela riu baixinho.
—Haha, talvez, talvez. Mas temos que ser mais cuidadosos na próxima. Agora, dá pra ir lavar essa buceta antes que um dos meus nadadores transforme a gente em pai e mãe?
—Ah, irmão. Não se preocupa com a possibilidade de engravidar sua irmã engenhosa—, ela suspirou, irritada. —As meninas têm ciclos que determinam quando são férteis—, disse com uma piscadela.
Por dentro, soltei um suspiro profundo de alívio. Ela tava segurando minha perna. Ela tava numa parte segura do ciclo dela. Tinha que estar. Era toda a tranquilidade que eu precisava. Sem dúvida, meu alívio se refletiu na minha cara.
—Valeu de novo pela conversa séria, irmão mais velho—, ela brincou, com um brilho nos olhos. —Sinto que nós dois tiramos muito disso e ficamos mais próximos por causa disso—, ela riu.
Fiquei sem palavras, então ri junto com ela enquanto ela saía do campo de batalha tão vitoriosa quanto qualquer conquistador antes dela. Ela subiu as escadas e entrou no quarto principal, enquanto eu olhava atordoado. Seja lá qual direção nossa conversa séria ia tomar, um susto de gravidez falsa com minha irmã não era o que eu esperava.
Ainda precisava processar isso.
Aquela pestinha tinha me provocado de propósito. Me fazendo pensar que podia ter deixado ela grávida com um filho nosso. Ela tinha plantado a ideia na minha cabeça. Isso significava que ela também tinha pensado nisso, pelo menos logo depois da nossa escapada sexual. Ela decidiu zoar sobre isso. Ela fez isso... O que significava que a ideia não a assustou?
—O que tá rolando?—, gritou minha mente atordoada pela dopamina mais uma vez, enquanto eu ainda tava sentado pelado no sofá da sala. Kaylee se virou e Voltei ao topo da escada, ainda no tom que percebi.
— Ah, irmão... Quer tentar ligar pra mamãe e papai da banheira de hidromassagem de novo? Eles ainda não tiveram notícias nossas, sabe?
De fato, Kaylee estava certa de novo.
No entanto, eu não estava tão focado nesse aspecto da situação. Vários jatos pequenos do meu sêmen ainda escorriam levemente dos lábios inchados dela. Assim que meus olhos perceberam, se esforçaram para desviar o olhar.
— É verdade.
Kaylee definitivamente tinha um efeito palpável em mim. Não dava pra negar. E embora eu não quisesse arriscar que nossos pais percebessem nossa relação sexual incipiente, pensei que tinha acabado de ter a liberação sexual mais profunda que conseguia lembrar, então não teria como o pequeno Jackson estar acordado e ansioso pra fazer isso, interromper minha linha de pensamento no meio de uma conversa telefônica.
No fim das contas, meu otimismo imprudente olhando pra frente daquele momento cimentou meu destino. Eu poderia ter notado. Talvez não me importasse.
Foi só uma série estranha de eventos, decidi refletir com um sorriso resignado.
Pobre de mim. Nossas mentes não foram feitas pra ignorar os fios de curiosidade que se mexem sem parar.
Eu tava na cama com uma das minhas conexões da semana passada. Isso parecia óbvio.
Afinal, todo mundo no campus tava doido pra se livrar das últimas provas bimestrais ou finais pra poder mandar ver numa festa explosiva e sumir da cidade nas férias de primavera. Apesar de uma agenda lotada, eu tinha aprendido com meus 4 semestres anteriores (incluindo o verão entre meus dois primeiros anos) e me adiantei nos prazos até agora na primavera, tanto quanto o curso de engenharia civil deixou. Como resultado, consegui ir em qualquer festa ou rolê que eu soubesse desde terça.
Por mais inesperado que tivesse sido, acabei esbarrando na minha amiga de sexo casual, Jessica, tanto numa festinha na terça à noite quanto num bar de narguilé depois do clube na quarta. Já que minha agenda raramente tinha me deixado curtir os rolês sociais típicos da vida universitária no semestre passado, não questionei terminar na cama dela em nenhuma das noites.
Mas esse não era o corpo dela, porque Jessica tinha vazado da cidade depois que eu voltei andando pra minha casa pra dormir na quinta. Além disso, esses peitos mais macios e alegres, eram um pouco menores.
De quem quer que fossem, pareciam combinar com o ombro suave e quente que cheirava levemente a manga, e o cabelo que cheirava um pouco a lavanda… Aquele cheiro de xampu parecia vagamente familiar, e as mangas… Por que o cheiro me lembrava um gosto? De quem eram esses ombros e cabelo?
Lembro que um Uber me levou pra Outra festa na sexta à noite na casa de um amigo fora do campus. Meu amigo, Brandon, estava dois anos na minha frente no mesmo programa e quase se formando, então eu tava na expectativa pra festa dele, mesmo sabendo que não planejava ficar até tarde pra fechar a casa por algum motivo... que porra foi aquela de novo?
— Reitzer! Vem cá, Arsch Lecker! — Brandon gritou pra mim, com duas cervejas na mão, quando cheguei na festa.
— Jawohl, mein Freund! — Eu ri de volta, indo reto na direção dele.
Nós dois tínhamos sobrenomes alemães, sabíamos um alemão meia-boca e nos drogávamos juntos direto desde que nos conhecemos no meu primeiro semestre, então toda vez que saíamos pra festejar, as regras iam pro caralho. Além disso, Brandon era a alma dos grupos de engenharia.
Lembro de ter tomado umas a mais do que planejei e acabar conversando no terraço dos fundos com uma mina da minha aula de mecânica analítica, a Lexy.
Bebemos mais um pouco, gradualmente levando a conversa pro sofá até nos pegarmos nos beijos...
Mas essa não podia ser a Lexy. Mesmo tendo dividido uma carona de volta pro campus naquela noite, fomos cada um pro nosso dormitório sozinhos; nós dois tínhamos planos pro dia seguinte. Isso mesmo, ela ia voar pra encontrar a família dela na Áustria, enquanto eu pegava um trem cedo e eventualmente chegava numas férias compensadas que meus pais tinham preparado pra mim e minha irmã em Martha's Vineyard. Além disso, a Lexy tinha cabelo loiro curto e meio sujo, igual o da Jessica, mal passando dos ombros.
Enquanto eu abria os olhos preguiçosamente, os fios com cheiro de lavanda na minha frente eram dourados, talvez loiro platinado, e iam até as escápulas tensas dela. Por que isso também era tão familiar?
Espera aí.
Acordei no sábado a tempo de fumar um e tomar um banho pra pegar aquela porra de trem cedo. Passei num dispensário. de cannabis no caminho da estação de trem para o aeroporto. Peguei um voo com minha irmã, Kaylee, para a ilha, onde nos hospedamos numa cabana encantadora tirada de um conto do Tolkien.
Estar chapado e ir na onda durante a viagem me fez deixar minha irmãzinha adorável e sem noção fazer todo mundo acreditar que éramos um casal casado. Se isso já não fosse estranho o suficiente, acabei vendo a buceta da minha irmã duas vezes no meio do nosso primeiro café da manhã juntos — e nem foi por acidente na segunda vez! De brincadeira, ela fez de tudo pra eu olhar pros lábios rosados e abertinhos dela, e eu caí pra trás da cadeira! Claro, os instintos menos fraternais que começaram a bombear nas minhas veias foram direto pra guerra com o fato sólido de que minha cabeça não podia aceitar: Ela é sua irmã. Sua irmã de sangue.
Embora eu tenha certeza de que nossos pais não teriam gostado da nossa "brincadeira" no café da manhã se estivessem lá, provavelmente teriam sido mais tolerantes do que com o que veio depois.
A fachada de brincadeira do nosso encontro sexual se escancarou quando, enquanto discutíamos chapados no quarto dela sobre os efeitos que a COVID-19 teria na sociedade, do nada eu já estava chupando a buceta da minha irmã e ela gemendo.
A gente tinha dormido na cama dela, emocionalmente frito com o que tinha acabado de rolar, e aparentemente acabamos tomando mais droga durante nosso cochilo juntos.
Foi assim que reconheci o que devia ser o gel de banho de manga dela: ainda estava sentindo o gosto da buceta da Kaylee na minha boca… Os sucos da buceta da minha irmãzinha logo depois dela ter tomado banho. Não tem nenhuma razão aceitável pra um irmão reconhecer o gosto dos sucos da buceta da própria irmã. Mesmo sabendo disso no fundo do meu ser, eu fiquei a boca ainda mais água.
Quente e confortável como minha realidade de vigília estava se mostrando, meus olhos se abriram de repente. Eu estava completamente acordado e sóbrio como um juiz.
Minha mão esquerda, que vinha se guiando sozinha pelo abdômen firme da Kaylee, congelou bem na hora em que chegou no que devia ser a pista de pouso da Kaylee. A pista de pouso da minha irmã.
Não. Isso era bom demais; eu sabia de algum jeito que isso não estava certo.
Ela é sua irmã.
É, eu precisava sair dali antes que a Kaylee acordasse e encontrasse o irmão dela acariciando ela do jeito mais nada fraternal.
Deslizando devagar meu braço direito de debaixo dela e desenrolando meu corpo nu e macio do da Kaylee, me virei para trás pelo lado oposto da cama dela e saí rápido do quarto, fechando a porta atrás de mim.
Minha mente estava a mil por hora enquanto eu corria escada abaixo até meu quarto. Quando acendi meu isqueiro para uma tragada de emergência, de repente parei.
Se fumar maconha tinha causado ou não algumas das situações sexuais em que eu me metia com minha irmã, com certeza não estava me impedindo de lidar mal com elas.
"Mal." Que eufemismo. Intencionalmente ou não, eu estava explorando o incesto com minha irmãzinha, e enquanto eu estivesse chapado, isso não parecia me incomodar.
Bom, eu não estava chapado agora, então provavelmente esse era o melhor momento para pensar no que com certeza era um baita problema. Era fim de tarde e, como eu precisava clarear a mente de um jeito sério, correr na praia parecia uma alternativa segura a fumar.
Só levei um instante para achar meus tênis, que serviam como tênis de corrida. Troquei minha camiseta por uma das minhas camisetas de treino normais, peguei meu celular e meus fones, e bebi meia garrafa de água antes de me dirigir à porta da frente.
Normalmente eu faria Uns alongamentos leves antes de sair pra correr, mas sabia que se não fosse pra trilha agora, ia arrumar uma desculpa pra voltar pra dentro e dar uma tragada rápida antes da corrida, e ia voltar pro ponto de partida.
Nossa cabana era uma de cinco num beco sem saída. Como a nossa agente de reservas, Joanna, tinha dito, tinha uma trilha de terra que saía da rua entre duas das casas vizinhas. Assim que vi a trilha, apertei o play no meu nano e comecei a correr num ritmo firme.
—Ela é sua irmã, é sua irmã, é sua irmã—, minha mente parecia presa num loop, tentando me lembrar do incesto que eu tinha acabado de provar.
Felizmente, correr tem um jeito de varrer qualquer coisa da sua cabeça, provavelmente junto com todo o ar que bombeia pelos pulmões e todo o sangue que circula pelo corpo. A trilha por onde corri passava por uns campos com algumas árvores, e me vi chegando na praia em menos tempo do que esperava.
Quando meus pés tocaram a areia da praia, minha mente já tava numa refutação bem repetitiva: —Ninguém se machucou; sem dano, sem culpa – sem dano, culpa – sem dano, sem culpa…
Pedras pra correr na praia, porque começar na areia fofa dá um treino da porra nas panturrilhas. Tava a meio quilômetro de distância na praia, e minhas panturrilhas e isquiotibiais já tavam começando a discutir quem tava trabalhando mais, quando minha mente encontrou o próximo pecadinho: —Incesto é ilegal! Cê tá colocando o futuro dos dois em risco deixando isso rolar!
Era um bom ponto, mas enquanto minhas pernas iam se afastando pela praia, não lutei pra aceitar o óbvio: desde que nossas besteiras não passassem de certo ponto, e desde que o que a gente tinha feito ficasse em segredo, o mundo e todo mundo ia continuar como antes.
Mesmo a praia parecendo Sacada da capa de uma revista, só tinha visto umas 6 pessoas no total enquanto chegava. Minha mente ainda não tinha desistido: —E se seguir a corrente te levar a TRANSAR com sua irmã!?
Não tenho orgulho de admitir isso, mas fiquei tão excitado com o puro tabu dessa possibilidade que meu coração encontrou sangue extra suficiente para bombear algo pro meu pau.
Foi uma distração hipotética pra envolver minha mente. Quando cheguei no que estimei ser um quilômetro e meio, me virei pra começar a corrida implacável de volta.
—Enquanto a gente estiver seguro, e nenhum de nós forçar o outro a fazer algo que não quer, que mal poderia ter?— Racionalizei, voltando pelo mesmo caminho na praia, as ondas agora à minha esquerda, as dunas à direita. Além disso, talvez nem chegue tão longe.
—Ela vai ser sua irmã pelo resto das suas vidas! Você não pode terminar com uma irmã!— minha mente rebateu, enquanto meus pulmões lentamente começavam a afirmar seu cansaço.
Eu estava a meio quilômetro da trilha quando reduzi a velocidade pra uma caminhada pela primeira vez desde que comecei a correr. Percebi: precisava ter certeza de que a Kaylee entendia o quão sério era o que estávamos fazendo juntos.
Talvez a Kaylee estivesse se divertindo flertando com o irmão mais velho gato; talvez ela só estivesse se deleitando com um cara mais velho prestando atenção no corpo dela e ficou presa no calor de alguns momentos diferentes. De qualquer forma, minha irmã merecia ser tratada bem por qualquer cara com quem se envolvesse, incluindo o irmão dela, e isso significava que eu tinha que garantir que ela não se machucasse com isso.
Essa ia ser uma conversa estranha, a menos que eu perdesse meu palpite. Talvez até fosse pesada o suficiente pra impedir a Kaylee de querer ter mais relações com o irmão mais velho.
—Ah, bem, esse seria meu azar—, pensei, lembrando do Conceito chinês entre o karma e o destino; a Jessica tinha me ensinado isso numa das nossas conversas de travesseiro no outono passado.
—É uma conversa de adulto, e se nós dois somos adultos o suficiente pra brincar com nossos irmãos, somos adultos o suficiente pra falar sobre isso—, resolvi, enquanto saía da areia, retomando meu ritmo de trote.
Tava chegando no fim da praia quando minha mente voltou a um ponto anterior: —Ela é sua irmã, cê realmente sente atração pela sua própria irmã?
A Kaylee tinha florescido de irmãzinha. A única coisa que impediu ela de ser modelo de biquíni foi a oferta de um editor, pelo que eu pude ver. E embora minha história romântica só tivesse conhecido meia dúzia de bucetas antes da dela, a buceta da Kaylee foi facilmente a mais inesquecível. Algo sobre a estética da buceta da minha irmã, o tamanho pequeno dela, a simetria sutil dos lábios externos, o rubor delicado ao longo dos lábios internos conforme ficavam mais rosados, na verdade fazia ser difícil lembrar de qualquer outra buceta que eu tinha conquistado. Ela era inegavelmente gostosa.
Mas eu sentia atração por ela? Pela minha própria irmã?
Quando cheguei no fim da trilha e reduzi pra caminhar perto da nossa cabana, a pergunta ainda mexia comigo. Pensar sexualmente na Kaylee não revirava meu estômago do jeito que pensar na minha mãe ou nas minhas avós em posições sexuais explícitas definitivamente ainda fazia, eca.
Minha irmã era uma pequena e gostosa sem vergonha, e quer eu sentisse atração por ela ou não, eu era o irmão mais velho e tava decidido a protegê-la. Isso significava valorizar os fatos da nossa relação: porque eu não tava disposto a machucá-la e porque não podíamos ter um relacionamento romântico a longo prazo, nossas brincadeiras tinham um limite que não podia ser ultrapassado.
Essas duas conclusões não deviam ser tão difíceis pra Kaylee reconhecer, me consolei. enquanto eu me aproximava da nossa cabana. E além disso, talvez eu esteja só exagerando na minha cabeça. Talvez sua irmã lide com a conversa tão facilmente quanto lidou com seu café da manhã picante. O pensamento esperançoso me fez sorrir.
—Querida, cheguei! — gritei ao entrar na cabana, tirando a camisa encharcada de suor e enxugando a testa.
Ela não respondeu, e enquanto eu caminhava até a geladeira para pegar algo para matar a sede, percebi o porquê. Vendo ela chapinhar na piscina através da porta de vidro deslizante da sala, deduzi que devia estar nadando, enquanto pegava algo para beber e me servia um copo.
Provavelmente tão bom quanto correr para clarear a mente, pensei.
Fui para o meu quarto tomar um banho. Logo depois de correr, quando seus pulmões ainda estão ofegantes, é uma boa hora para fumar. Uma tigela de sativa bem merecida e bem apertada me deixou tonto e sorrindo enquanto tomava banho com um jato de água fria.
Logo a noite chegaria, então vesti a calça médica e a camiseta que costumava usar pra relaxar se estivesse de volta no meu quarto.
Ouvi o primeiro filme do Homem-Aranha no volume máximo na TV da sala enquanto saía do meu quarto.
—Kaylee? Por que a TV tá tão alta? — gritei.
—Desculpa, mano! Queria ouvir enquanto cortava uns limões aqui — Kaylee respondeu da cozinha.
—Haha, me surpreende mais você gostar de filmes de herói da Marvel, irmã.
De fato, Kaylee tinha umas rodelas de limão alinhadas na tábua de cortar, tudo pronto pras duas Coronas que ela segurava, uma estendida pra mim. Ela ainda estava de biquíni, o mesmo que usou pra nadar, com o cabelo molhado pendurado num ombro, só completando a cena.
Porra, ela tava uma gostosa.
—Valeu, Special-K — sorri. —Precisamos conversar — comecei a pegar Peguei o touro pelos chifres, apesar do zumbido embriagante que ainda sentia envolvendo meu processo de pensamento.
—Já era hora, irmão. Queria ter falado antes, mas acordei e me encontrei sozinha—, disse com sarcasmo, mostrando a língua antes de dar um gole generoso na cerveja dela.
—É... Desculpa, mana... Não é a coisa mais cavalheiresca a se fazer, sumir assim, mas cê me culpa?
—Relaxa, Apple Jacks—, ela retribuiu o sorriso. —Vamos conversar: O que você quer pedir pro jantar?
—Na verdade, não é esse o assunto que eu tinha em mente...
—Eu sei, eu sei, entendi. Você quer ter uma conversa "séria". Tá bom, mas nós dois precisamos comer alguma coisa e temos um monte de opções boas pra escolher, então vamos conversar depois de comer.
A larica oportuna não me deixou pensar em uma refutação viável, então, depois de concordar em fazer um pedido num restaurante mexicano e pegar mais umas duas cervejas pra beber enquanto assistia ao filme, não estava tão preocupado em falar sobre o jogo incestuoso que eu e minha irmã estávamos jogando.
Nosso pedido não demorou pra ficar pronto e chegar na nossa cabana. Montamos o jantar na sala de estar pra continuar vendo o filme. Kaylee tinha pedido uma salada de taco colorida "light", que parecia ter mais abacate do que qualquer outra coisa. Comi um prato de deliciosos tacos de peixe estilo Cali; o único jeito de julgar um restaurante Cali-Mex é pelos tacos de peixe. Nossas comidas desapareceram rápido, junto com a terceira e quarta Corona. Foi fácil pra nós dois afundarmos de novo nos nossos cantos do sofá, de barriga cheia.
—Mmm, com certeza pedi bem. Como foi o seu, irmão?— Perguntou Kaylee, corada, entrando no meu coma alimentar induzido pelo taco de peixe.
—Deliiiicioso— falei com um sorriso de pedra. Por mais boba que a Kaylee fosse, ela não parecia perceber o quão chapado eu estava. que tinha ficado a maior parte da nossa viagem, e não parecia provável que ele notasse agora.
— Os melhores tacos de peixe que você já comeu?
— Haha, bem digno, mas não o melhor de todos, não.
— Quando você provou pratos melhores?Estava agradavelmente chapado e cheio o suficiente pra falar exatamente o que veio na cabeça.
—A buceta que você tem entre as pernas, igual essa não tem nenhuma.
—Uau! — Kaylee soltou uma gargalhada, antes de cair num ataque histérico de risadinhas, puxando as pernas pro sofá junto com ela.
—Não esperava que você fosse falar isso, Jackson — disse ela.
—Nunca esperava falar isso, irmãzinha. Ou fazer... por vários motivos — eu ri um pouco, meu olhar escorregou pra encontrar o dela.
—Então você queria falar sobre o que aconteceu antes?
—Sim, Kaylee.
—Pode me passar o cobertor aí atrás? Não quero vestir algo mais quente ainda.
Passei o cobertor de lã pra ela, que enrolou no corpo até o pescoço.
—Irmã, você sabe que te amo como uma irmã, né?
—Claro, irmão.
—Então provavelmente você consegue ver por que a gente não devia... brincar desse jeito entre nós, certo?
—Jackson. Você comeu minha buceta. Da sua irmã mais nova. Eu sei que esse tipo de coisa normalmente não acontece, e ninguém além da gente pode saber ou a gente nunca vai esquecer, mas quero dizer, qual é, irmão... nós dois gostamos, e saber que os dois são obrigados a manter segredo... sei lá, isso me parece um pouco excitante.
—Irmã, não é só vergonha e humilhação na faculdade se alguém descobrir. Até incesto consensual entre irmãos e irmãs adultos é crime que dá cadeia.
—Ooo0o, então é melhor a gente não deixar ninguém saber, né, irmão mais velho? — disse ela com um sorriso torto.
—Não são nem as leis e o que as pessoas possam pensar, irmã. A gente sempre vai ser irmão e irmã. Não importa o que...
—Não importa o que — ela piscou um olho pra mim.
—Irmã. Tô falando sério. Daqui a alguns anos, quem sabe com quem cada um de nós pode acabar. E se eles descobrirem que a gente tava se pegando quando era jovem e excepcionalmente idiota?
—Isso volta pro porquê Ambos temos que nos comprometer a guardar o segredo um do outro, irmão — respondeu com um sorriso. Dava pra perceber que ela tava bêbada.
— … Mesmo se a gente continuar brincando …
— Sim, irmão? — interrompeu, batendo os cílios por cima do cobertor que ainda tinha enrolado até o pescoço.
— A gente teria que parar pra sempre, assim que voltar pra civilização.
— Bom, claro, irmão — fingiu se desconcentrar. — Só porque você me surpreendeu e me fez gozar com seus talentos orais, querido irmão, não significa que eu queira começar a bancar a anfitriã de um romance escondido com meu irmão no mundo real.
— Ha. Ha. Muito engraçado, irmã, considerando que foi você quem decidiu sentar nua na cara do seu irmão.
— Eu esperava que você ofegasse de surpresa o suficiente pra pegar uma bocada da buceta da sua irmã — insistiu com um sorriso irônico. — Irmão mais velho.
— … Tá bom, sim, eu não pensei em te comer, irmã.
— Mas o céu não caiu depois que você fez, né, irmão? — perguntou, enquanto tirava o braço de debaixo do cobertor e jogava a parte de cima do biquíni no braço do sofá.
— Acho que não, não … Sério que você não queria que isso acontecesse, Kaylee? Que eu chupasse sua buceta?
— Irmão, eu te amo, e tava realmente ansiosa por essas férias depois que a mamãe e o papai me falaram que você viria comigo. Mas não, eu não tinha um plano diabólico só pra fazer meu irmão ser o primeiro cara a me fazer um oral. Agora que aconteceu, eu gosto de não ter que me preocupar com como vai ser com outra pessoa … Porque meu irmão mais velho já me ajudou a resolver isso.
Ela se deslizou e se inclinou pro meu lado do sofá pra me beijar no nariz. Se inclinando, ela abriu o cobertor, me dando uma olhada nos peitos gostosos dela de novo. Essa conversa não foi exatamente como eu esperava, mas também não pareceu ter ido tão mal.
— Irmão, se você realmente tá obcecado com o fato de eu ser sua irmã, eu entendo totalmente … Mas, sério … Agradeço que você seja o primeiro garoto a... descer comigo... E se quiser, talvez continue brincando comigo durante toda essa quarentena-férias, você poderia fingir que não sou sua irmã, e eu poderia fazer de você meu primeiro de outras formas?
—Irmã... Kaylee. Você sabe por que não podemos ir até o fim juntos, né?
—Você quer dizer transar um com o outro? Fazer amor juntos? Foder o cérebro um do outro?
—Sexo é um negócio sério, e você só perde a virgindade uma vez, Kaylee. Seu irmão seria o primeiro para sempre e você nunca poderia contar pra ninguém.
—Só você — ela continuava me olhando nos olhos.
Eu estava perdendo o controle sobre qualquer objetivo que tivesse traçado ao começar essa empreitada.
—Não te dá nojo pensar no pau suado do seu irmão deslizando na sua buceta? — arrisquei, esperando trazer nós dois de volta à realidade.
—Provavelmente deveria... Mas quanto mais penso nisso agora... Como é errado e, tipo, proibido... Como nós dois teríamos que manter segredo pra sempre, talvez trocando um olhar durante um jantar em família sabendo o que estamos lembrando... Tá ficando meio... molhada lá embaixo, irmão — ela mordeu o lábio enquanto me olhava com mais saudade nos olhos. O cobertor escorregou dos ombros dela, se amontoou nos cotovelos, os braços apertaram os peitos nus juntos.
—Kaylee, por favor. Se continuar insistindo, vou ceder. Não quero que você faça algo que um dia possamos nos arrepender.
—Mmm, tivemos um palestrante motivacional no começo do ano, irmão. Ele falou sobre como é melhor se arrepender de algo que você fez do que se arrepender de algo que não fez.
—Irmã, eu me arrependeria de estragar nossa relação pelo resto da vida. Eu arriscaria perder a chance de fazer amor com você se isso significasse salvar o que já temos.
—Você é tão doce comigo, Apple Jacks. Não vê? É por isso que acho que você seria o homem perfeito pra ser meu primeiro. Você nunca poderia me machucar, irmão mais velho.
Ela se aproximava cada vez mais de mim enquanto eu me perdia nos olhos dela e nas nossas palavras. Minha resolução de continuar sendo o irmão mais velho responsável estava desmoronando rapidamente. Nossos rostos já estavam perto o suficiente para parecer íntimos se alguém mais estivesse olhando.
— Eu te amo, irmã. Se nada mais, isso significa que a gente precisa ir com calma. Não vai ajudar ninguém se a gente se apressar nisso cegamente, sabe?
— Claro, Jackson. Vamos devagar e ver aonde isso nos leva — ela se interrompeu enquanto me dava um beijo leve nos lábios.
Eu devolvi devagar no começo, depois com mais força, colocando uma mão na nuca dela, outra na cintura, puxando-a para perto e meio caindo por cima dela.
Essa conversa foi muito bem, pensei. Kaylee respondeu tão bem quanto dava pra esperar. Enquanto a gente não transar, decidi mentalmente considerar isso um puta sucesso na tomada de decisões responsável.
— Siiim — ela sibilou enquanto minha boca descia pelo pescoço dela até a clavícula, minha mão livre encontrando o peito dela, animado. Enquanto isso, as mãos dela já tinham tirado minha camisa pelas costas e estavam trabalhando no cordão da minha calça.
— Kaylee, a gente não pode transar hoje à noite. Vamos devagar. A gente concordou, né?
— Claro, irmão mais velho. Só tira ele pra fora. Quero ver.
— Sim, senhora — sorri, finalmente alcançando o nível dela. Puxei minha calça, cueca e tudo, até os joelhos, antes de me virar de bunda pra tirar tudo e chutar pra um lado. Meu pau saltou, duro e atento, pulsando no ritmo do meu coração.
— Uau uau uau — os olhos de Kaylee pareciam vidrados enquanto o queixo dela caía.
Não considero meu pau escandalosamente gigante nem nada disso. Embora nunca tenha me envergonhado do tamanho do meu navio, sempre gostei de mostrar por que o movimento do oceano é o elemento mais importante.
Kaylee estava tão absorta no que via entre minhas pernas, que bem poderia estar vendo cores pela primeira vez. A mão dela se estendeu pra agarrar meu pau antes que ela percebesse o que tava fazendo, eu acho.
—Posso… posso? — perguntou, meio que acariciando meu pau de forma hesitante.
—Um pouco tarde pra pedir permissão, irmãzinha — brinquei com um sorriso.
Enquanto ela sorria de volta, a confiança dela cresceu, o aperto ficou mais firme e ela começou a acariciar meu eixo da base até a cabeça.
Minha mente tava pirando. Sua irmãzinha tá te batendo uma punheta. Que puta tesão era aquilo!
—Nossa, você é tão duro e macio ao mesmo tempo! — Kaylee comentou. — Todos os caras ficam assim tão duros, irmão?
—Não sei muito sobre paus de outros caras, Kaylee, mas sei que com nenhuma outra garota eu fiquei tão duro antes.
—Sua irmã te deixou assim tão duro, hein? Você devia sentir como eu fiquei molhada com isso, irmão — disse ela, mordiscando levemente o lábio inferior.
Agora nós dois estávamos no sofá, pelados.
Ela se recostou na ponta do sofá e me chamou com o dedo indicador.
—Vem beijar sua irmã, irmão — disse ela, sedutora, quase num sussurro.
Enquanto eu me arrastava sobre o corpo gostoso da Kaylee pra juntar meus lábios aos dela, as pernas dela se abriram pra me dar espaço, enquanto um dos braços dela se enrolava nas minhas costas. Nossos lábios pareciam imantados, enquanto nossas mãos exploravam cegamente os corpos um do outro.
Quando senti uma umidade clara no meu eixo, não tive dúvida do que podia ser, olhando pra baixo pros nossos corpos entrelaçados.
Com certeza, meu pau duro como pedra tava colado direto nos nossos corpos, a cabeça vazando pré-gozo no púbis dela.
—Ah, irmão. Irmão, irmão, irmão. Isso não tá longe. A gente pode fazer isso entre nós. Tá tudo bem — ela começou a minha irmã balbuciando, gemendo, claramente sem pressa pra nossa relação acabar ainda.Quando meus olhos se fecharam, tentei não focar no fato de que os quadris da minha irmã estavam deslizando os lábios da buceta dela pra cima e pra baixo no meu pau. Se não fosse pelo ângulo de ataque, eu poderia ter acabado penetrando ela de verdade. Mas dependia de mim garantir que não cruzasse essa linha, não importava o quão gostoso fosse o que a gente tava fazendo.
Eu tinha que estar certo. Isso não era tão longe assim. Ficar molhada não é sexo. Isso tava de boa.
Porra, tava de boa. Como isso tava acontecendo? Eu não conseguia nem processar, então minha boca encontrou a dela de novo, enquanto meus quadris acompanhavam o movimento dela e começavam a meter com movimentos rápidos e longos.
— Irmão, irmão…
— Eu te amo, irmã! — Rosnei, sem saber se tava preso na agonia da paixão ou se realmente tinha algo a dizer.
— Jackson! O que, o que… uhhHH!
— O que ia fazer o quê, irmã? Caralho, sim, você é tão gostosa!
— Irmão, irmão… O que mamãe e papai diriam se nos vissem fazendo isso? — Ela conseguiu falar, o rosto se contorcendo num prazer desconhecido.
— Pelo amor de Deus, irmã, você é uma pequena pervertida bagunceira, não é? — Ri entre gemidos cheios de prazer.
— Oooh deus, deus!… Meu, uhhh, meu irmão mais velho tá, é, me fazendo gozar DEUS!!
E de fato, senti os lábios internos dela se contraindo em volta do meu pau, penetrando tão provocativamente através das dobras de veludo sem mergulhar diretamente nas profundezas proibidas. Molhados como estávamos os dois lá embaixo, tenho certeza de que notei os sucos dela se somando à bagunça.
Afundamos nos olhos um do outro enquanto eu avançava e a mantinha montando o orgasmo dela, enquanto continuava empurrando através das dobras, contra a protuberância do clitóris dela no vértice dos lábios internos.
— Porra, porra, porra, porra, porra, porra — Ela dizia enquanto descia lentamente do primeiro orgasmo, sem fôlego, mas não necessariamente… disposta a deixar ainda.
—Irmã, irmã, irmã… Tô chegando—, cantei bem calmo, considerando as circunstâncias.
—Goza comigo, irmão. Goza, goza, goza com sua irmã—, ela disse, encaixando os quadris de novo no nosso ritmo.
Kaylee colocou uma mão atrás do meu pescoço e olhou nos meus olhos. —Se você gozar em mim, não vou conseguir me segurar de gozar de novo, JacksoOon—, implorou minha irmã.
—Sim, sim, simsss, Kaylee… Onde, onde você quer que eu goze, irmã?
—Na minha buceta, por favor, irmão mais velho!
—Tem certeza, irmã?— Eu tava perdendo o controle rápido, mas mesmo sem transar, sabia que a gente tava pisando em terreno perigoso.
—Tá, tá… tudo bem, irmã?
Ela colocou a outra mão na nuca e me encarou fundo, incrivelmente fundo, nos olhos de novo.
—Eu… me…
—Vamos, irmãzinha, faz comigo
—Tá bom, tá bom, tá bom, irmão! Minha buceta foi feita pro seu gozo!— ela começou a chegar ao clímax de novo.
Isso foi o bastante. Eu tava no limite. Enquanto me ajoelhava sobre minha irmã, apontei minha cabeça direto pra bucetinha rosada dela.
O primeiro jato de porra durou o suficiente pra ser três, cobrindo os lábios internos brilhantes e os lábios externos carnudos e avermelhados.
Ela tava gozando quando meu primeiro disparo acertou os lábios da buceta dela. Se é que deu, minha porra provocou o clímax dela ainda mais intenso do que já tava.
Outro jato de esperma saiu do meu pau, seguindo o primeiro, encharcando a pista de pouso dela, batendo na parte interna das coxas e na barriga.
A maior parte da minha porra foi pra onde ela queria. Quando meu pau meio duro soltou os últimos jatos, foi diminuindo devagar, meio mole, e pousou nos lábios pegajosos da buceta da Kaylee.
Senti os lábios internos dela se contraindo, parecendo ansiosos por um pau entrar em suas profundezas, enquanto a cabeça do meu pau descansava bem na borda do aperto dela.
Desculpem, senhoritas, mas isso seria contra as regras, pensei, meus olhos vagaram lentamente pelo corpo da Kaylee até encontrar o olhar dela que se abria devagar.
O sorriso torto da minha irmã, enquanto enfiava um dos dedos na boca.
Não, não, já fomos longe demais para uma só sentada, decidiu minha cabeça dura.
Quando o sorriso da Kaylee se alargou, meus olhos voltaram a descer para o fluxo de esperma que eu tinha deixado na buceta dela; meu sêmen escorria entre e descia pelos lábios dela, acumulando-se e derramando sobre o cuzinho dela.
Ela ainda estava mordendo o dedo, aquele sorriso de quem comeu o bolo quase chegando nas orelhas, quando disse: — Um centavo pelos seus pensamentos, amante?
— A gente não transou, Kaylee.
— Não foi, irmão mais velho?
— Não. Não, não transamos. Só brincamos um pouco mais, até nos enroscamos... Mas não tivemos sexo, irmã.
— Pode ser que não tenhamos transado de verdade, *amante*, mas você não vai me convencer de que não fizemos amor — ela riu baixinho.
— Kaylee... você toma anticoncepcional ou algo assim?
Por mais séria que fosse a pergunta, não sei se eu realmente me importava tanto com a resposta dela naquele momento. Sabia que deveria me importar, por isso perguntei, mas... ela não poderia ter me dado uma resposta que me fizesse sentir menos satisfeito do que eu já estava na hora.
Uma faísca brilhou nos olhos dela quando o sorriso mudou de forma.
— Por que uma virgem tomaria pílula? Não é como se eu fosse encontrar meu amor verdadeiro e fazer amor doce e apaixonado com o Sr. Perfeito, né, irmão mais velho?
Meu pau voltou à vida, pulando dos lábios pegajosos da buceta dela algumas vezes enquanto as implicações do que ela estava me dizendo eram processadas.
— Irmã, você tem muito do meu sêmen na sua buceta e parte dele está vazando, você deveria lavar isso. —Pra ficar segura, cê sabe—, falei preguiçosamente, me recostando no meu lado do sofá.
—Segura de quê, irmão mais velho?— A Kaylee perguntou com um sorriso safado, deitada de costas, puxando os joelhos até os ombros.
—Segura de... cê sabe... de não engravidar acidentalmente do seu amado irmão—, falei, esperando que ela tivesse se fazendo de boba, mas sem ter certeza.
—Ah, Jackson. Cê acha mesmo que isso podia rolar?— Ela perguntou, fechando os olhos, uma mão deslizando até os lábios da buceta melada de porra pra começar a acariciar devagar em círculos metódicos.
—Kaylee. Ainda somos irmão e irmã. Como a gente falou antes: podemos passar dos limites. Se cê engravidasse do que a gente tá fazendo...— Parei, lutando pra juntar força pra terminar meu próprio pensamento.
—Cê tá pensando na gente fazer um filho do amor juntos, irmãozinho— murmurou minha irmã suavemente.
—A gente não pode fazer isso, Kaylee. Não só seria impossível manter o segredo, mas e se nosso filho tivesse algum defeito de nascença?
Eu tinha acabado de falar com minha irmã mais nova sobre a gente fazer um bebê juntos, isso era surreal. Precisava trazer essa conversa de volta à realidade antes de me perder no absurdo da situação.
—E se nosso filho fosse tão saudável e feliz quanto nenhuma criança jamais foi?
—Irmãos e irmãs têm um alto...—
—E se tudo isso for exagero, e na verdade precisar de muitas gerações de incesto pra tornar os defeitos de nascença bem prováveis? Cê já pesquisou por conta própria?
—Irmã, a gente combinou de não passar dos limites—, respondi firme, chegando devagar à conclusão de que a Kaylee tava forçando a barra. Não tem como minha irmã de 18 anos fantasiar seriamente em engravidar do irmão, por mim. Ela tinha sonhos e ambições, com certeza, e carregar a semente do irmão não... Podia ser um de nós, né?
—Combinamos de ir devagar, irmão—, me corrigiu Kaylee, rolando devagar do sofá pra ficar de pé. —Acho que a gente tá indo bem nesse objetivo—, ela riu baixinho.
—Haha, talvez, talvez. Mas temos que ser mais cuidadosos na próxima. Agora, dá pra ir lavar essa buceta antes que um dos meus nadadores transforme a gente em pai e mãe?
—Ah, irmão. Não se preocupa com a possibilidade de engravidar sua irmã engenhosa—, ela suspirou, irritada. —As meninas têm ciclos que determinam quando são férteis—, disse com uma piscadela.
Por dentro, soltei um suspiro profundo de alívio. Ela tava segurando minha perna. Ela tava numa parte segura do ciclo dela. Tinha que estar. Era toda a tranquilidade que eu precisava. Sem dúvida, meu alívio se refletiu na minha cara.
—Valeu de novo pela conversa séria, irmão mais velho—, ela brincou, com um brilho nos olhos. —Sinto que nós dois tiramos muito disso e ficamos mais próximos por causa disso—, ela riu.
Fiquei sem palavras, então ri junto com ela enquanto ela saía do campo de batalha tão vitoriosa quanto qualquer conquistador antes dela. Ela subiu as escadas e entrou no quarto principal, enquanto eu olhava atordoado. Seja lá qual direção nossa conversa séria ia tomar, um susto de gravidez falsa com minha irmã não era o que eu esperava.
Ainda precisava processar isso.
Aquela pestinha tinha me provocado de propósito. Me fazendo pensar que podia ter deixado ela grávida com um filho nosso. Ela tinha plantado a ideia na minha cabeça. Isso significava que ela também tinha pensado nisso, pelo menos logo depois da nossa escapada sexual. Ela decidiu zoar sobre isso. Ela fez isso... O que significava que a ideia não a assustou?
—O que tá rolando?—, gritou minha mente atordoada pela dopamina mais uma vez, enquanto eu ainda tava sentado pelado no sofá da sala. Kaylee se virou e Voltei ao topo da escada, ainda no tom que percebi.
— Ah, irmão... Quer tentar ligar pra mamãe e papai da banheira de hidromassagem de novo? Eles ainda não tiveram notícias nossas, sabe?
De fato, Kaylee estava certa de novo.
No entanto, eu não estava tão focado nesse aspecto da situação. Vários jatos pequenos do meu sêmen ainda escorriam levemente dos lábios inchados dela. Assim que meus olhos perceberam, se esforçaram para desviar o olhar.
— É verdade.
Kaylee definitivamente tinha um efeito palpável em mim. Não dava pra negar. E embora eu não quisesse arriscar que nossos pais percebessem nossa relação sexual incipiente, pensei que tinha acabado de ter a liberação sexual mais profunda que conseguia lembrar, então não teria como o pequeno Jackson estar acordado e ansioso pra fazer isso, interromper minha linha de pensamento no meio de uma conversa telefônica.
No fim das contas, meu otimismo imprudente olhando pra frente daquele momento cimentou meu destino. Eu poderia ter notado. Talvez não me importasse.
Foi só uma série estranha de eventos, decidi refletir com um sorriso resignado.
1 comentários - Férias inesquecíveis com minha irmã