Não quero enrolar mais, vocês já conhecem aBroly,aCheelaiEles ficaram frente a frente e ela está diante dos atributos do saiyajin, verificando se são ou não lendários. Sem mais delongas, começa com ação e, no final, as tramas começam a se conectar com a aparição de uma nova divindade.
Se você é novo, não se preocupe, pode começar por aqui. Embora os capítulos estejam conectados, este se passa primeiro em Vampa e depois em um novo local para onde Cheelai e Broly são levados. Não digo mais nada. Aproveitem!
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais.
Protagonistas: Cheelai





Parte 2: Uma professora tarada
Ambos ficaram paralisados por razões diferentes. Broly, paralisado pela surpresa de expor seu corpo nu para a amiga, tentando entender qual seria o próximo passo e por que seus olhos estavam abertos como esferas do dragão.
Cheelai percorreu o membro com o olhar, descendo, descendo e descendo.
Quando ela ouvia o nome de Broly, vinha à cabeça sua primeira aparição diante dela no planeta Vampa. Quando os aracnídeos apareceram e Parragus o chamou:
— Broly! — gritara o velho saiyajin, e em menos de um piscar de olhos, sua figura bronzeada de estátua viva chegou para livrá-los do perigo, deixando estampada em sua retina sua beleza heroica.
Agora, quando dissessem seu nome, seria impossível para ela não pensar primeiro na visão que tinha diante dos olhos.
— Não sabia que os saiyajins tinham rabo dos dois lados… — brincou com a voz trêmula.
— Não é minha bunda, é por onde eu mijo. — Esclareceu o saiyajin com tanta inocência que dava vontade de devorá-lo de beijos.
— Só mija? Nunca saiu outra coisa? — Perguntou, levantando o membro e sentindo seu peso.
— Não. Não entendo o que mais deveria sair. — Disse com sinceridade e um tremor, pois ela começou a massagear seus enormes testículos com a mão nua enquanto lhe dedicava um olhar amoroso. — Cheelai… O que você está fazendo? Isso está… estranho.
— Calma, Broly. E eu sei que você não quis dizer estranho, mas gostoso. — E se esticou para beijá-lo enquanto suas mãos de ladina faziam sua mágica. Sua mão envolveu seu pênis (mal) e o esticou com suavidade, sem parar de massagear seus testículos. Eles eram pesados e se contraíam contra o corpo pela mudança de temperatura.
Ela entendeu que umafábricaele devia produzir quantidades massivas de sêmen e, somado ao fato de que não sabia que seu pênis sentia prazer ao expulsá-lo, concluiu que deveria se mover com cautela ou poderia ser perigoso. Antes de transar com o saiyajin, mesmo que estivesse ardendo de tesão, precisava esvaziá-lo um pouco para não acabar inflada como um daqueles carrapatos daquele planeta.
O beijo se intensificou com o passar dos segundos e teve o efeito desejado no saiyajin, que ergueu seu pênis tremendo, alcançando uma ereção que devia ser uma das maiores da galáxia. Como o braço de um guindaste, continuou subindo até roçar o corpo da pele verde e seguiu se erguendo, como se quisesse se interpor entre o beijo dos dois.
— Você já sentiu algo assim antes? — perguntou em um sussurro amoroso quando seus lábios se separaram, deixando um filete de saliva no ar.
— Às vezes, ao acordar. E eu aperto, mesmo doendo, para voltar ao normal.
— Hoje você vai deixar ela crescer livre, tá? Vou te ensinar para que serve tê-la assim… — Disse sentindo muita pena pela ignorância do homem sobre seu próprio corpo e suas funções. Também sentiu outra coisa…
Um líquido quente esbranquiçado e de cheiro muito forte escorria do orifício da glande, sem dúvida pré-gozo, já que o homem não deu sinais de sentir prazer ao expulsá-lo.
— Desculpa, costuma sair de noite…
— Para de se desculpar por tudo, Broly, você não está fazendo nada errado. — Explicou fazendo cara de desgosto ao sentir o cheiro, mas, num arrebatamento de paixão, passou a língua por todo o líquido em sua mão, bebendo-o. — É tão forte quanto o cheiro.
— Você não deveria fazer isso. — O saiyajin ficou preocupado.
— Você lutou até a morte no planeta Terra contra dois caras, fez magma subterrâneo emergir e quase foi morto por uma onda de energia… mas se preocupa que eu faça isso. — E, por fim, passou a língua pela ponta do pênis, bebendo o líquido. — Não acontece nada, Broly, essas coisas são normais. Quase normais.
— Não para mim. — Confessou observando. enquanto Cheelai continuava passando a língua pelo pênis até chegar na glande e dedicando um olhar fixo, beijou a ponta envolvendo-a com os lábios.Uuuh- Ela estremeceu.
- Isso também é normal?
- Sim, é o que pessoas que se gostam muito fazem. - Explicou como uma professora, presenteando-o com outro beijo e unindo a ponta da língua ao pequeno orifício, como se quisesse limpá-lo. O sabor era tão intenso quanto o aroma, um afrodisíaco total para a garota.
A sensação era completamente nova para ele; a chupada foi equivalente a uma técnica de paralisia fulminante, só comparável àquela vez na infância, quando Paragus o segurou pelo rabo de macaco.
- Cheelai... o que... você... está... fazendo? - Broly ofegou, com as mãos contra as paredes do banheiro, contendo o impulso de tocar sua amiga, de compreender o prazer que o ato de sentir lambidas e beijos ali lhe causava.
Cheelai, em vez de ceder ou dar mais lições, envolveu a glande com sua boquinha de forma tão rápida e profunda quanto pôde, uma e outra vez, até sentir mais líquido pré-seminal, agora envelhecido, entrando completamente em sua boca.Uuuh… uuuh… aaff…Cheelai…Slurrrp, aaahg… uuufQuase me afoguei, e olha que não estou debaixo d'água. — A jovem liberou sua boca do asfixiante glande para passar a um trabalho mais preciso.
— Está fazendo isso para me limpar? É costume do seu planeta?
— Se chama boquete, embora tenha muitos nomes. É para você sentir algo gostoso, mas também pode ser para limpar. — Disse. — Tem cheiro de soldado do Freezer destacado numa base por vários meses.
— Você não precisa fazer isso se…
— Ah, não quis dizer isso, Broly. — Acariciando seu rosto surpreso. — É um prazer para mim, o aroma de um homem tão bonito pode ser… estimulante. Aliás, posso te limpar para te deixar impecável, se quiser.
— Tudo bem, se você gosta. Adoro aprender coisas novas. — Ele sorriu e recebeu um sorriso ainda mais radiante da alienígena verde.Claro que eu curto, você não tem ideia de quanto eu esperei por isso– Pensou Cheelai e, ajudando-se com a mão, começou a lamber seu tronco, até as veias, enquanto sentia pulsar como se fosse uma bomba-relógio prestes a explodir.
Cheelai continuava, imersa no serviço de limpá-lo oralmente. Da raiz à cabeça do pau, percorria suas proporções deixando um rastro brilhante por onde sua língua passava, presenteando-o com beijos que o fizeram sentir as veias latejando.
Até mesmo viu, entre a cabeça do cogumelo e a pele escura do pênis, resíduos seminais produto de anos de higiene deficiente, ou talvez, a falta de uma educação apropriada na limpeza. Sem hesitar um segundo, fechou os olhos e passou sua língua limpando o saiyajin até o mínimo resquício, deixando após a passagem de seus lábios lascivos um pênis brilhante e reluzente. Arrependeu-se no instante, pensou que o cheiro que ficou em sua boca não sairia nem em uma semana.
– Algo… está acontecendo comigo… não entendo. – Disse o guerreiro com o pescoço arqueado e meio corpo sob a água, elemento que somava prazer ao ato. – Cheelai continuava saboreando os resíduos em sua boca, arrependida. Teve que engolir para poder responder-lhe.
– Isso que está tentando sair, tente segurar um pouco mais, tá? Estou gostando muito… embora você a tivesse muito suja. – Repreendeu-o. – Da próxima vez que for se banhar, lembre-se de limpar bem nestes lugares. – Mostrando-lhe o espaço carnoso entre a glande e a pele, onde se via sob a pele.
– Está… bem… farei isso… – Vendo como ela continuava com a felação ajudando-se com suas mãos nuas. As veias de seu membro até pareciam pulsar por um coração próprio.
Para alguém como ele, era mais fácil lutar contra centenas de carrapatos planetários do que conter a estranha sensação de algo lutando para sair de seu pênis, algo que nunca antes havia saído. Não entendia por que ela o beijava, lambia e chupava em cada canto de seu pênis e até mesmo de seus gigantescos e escuros testíbulos. O saiyajin fazia esforços denodados para conter seja lá o que fosse. o que tentava brotar dele, seus esforços, não demoraram a quebrar os azulejos e seus dedos se enterraram na parede.
- Ei, calma Broly, só aguenta um momento, não fique violento.
- Cheelai… alguma coisa… quer sair de mim… e eu sinto que quero… expulsar.
- É normal, chama-se sêmen, é o que é preciso para fazer bebês – explicou num arrebato didático, como se estivesse explicando para um filho pequeno que pedia ajuda na aula de biologia. – Lembra das palavras do seu pai? As mulheres têm orifícios de procriação, mas não funcionam sozinhos. Se um homem libera seu sêmen no ato sexual pode sair um…
- Não aguento! – expressou Broly com veias saltadas no pescoço e a têmpora latejando. Apesar de Cheelai não estar masturbando nem lambendo ele, ele estava tão cheio de porra que era impossível gerar mais uma gota, muito menos segurar.
- Tá bom, tá bom, goza Broly, deixa sair tudo.
Cheelai envolveu seu pau com as mãos e o masturbou enquanto ele inchava como uma mangueira. A garota envolveu a cabeça com a boca e sentiu um violento jato leitoso que bateu na sua garganta e inundou sua boca… E isso foi só o primeiro disparo. Recuando para não se afogar (era impossível beber tanto) um segundo jato de porra acertou seu rosto com tanta força que a fez virar a cabeça, um terceiro impacto, com menos força que os outros, atingiu seu cabelo, desarrumando seus fios. Por último, um jato grosso e grumoso saiu sem força e se derramou por suas mãos até o chão do banheiro, formando uma poça esbranquiçada por vários segundos.Oooh… ooh… ooh…- Uf... - respirou Broly, com os olhos revirados, segurando na parede com as mãos cravadas no concreto ou seja lá do que a casa era feita.
Cheelai ficou cega, seus olhos estavam colados e ela sentia riachos de sêmen viajando por todo seu rosto, caindo em seu peito e na armadura, escorrendo entre seus peitos. Com as mãos, removeu o sêmen dos olhos e percebeu que sua boca estava cheia, até um pouco havia subido para seu nariz, impregnando o cheiro de porra em cada fossa nasal.
- O que é essa meleca? Parece sangue de carrapato, mas é branca. - expressou o saiyajin se recuperando, passando o dedo na bochecha de Cheelai. - Cheelai... Cheelai, você está bem? Eu te machuquei?
- Não... não, eu estava... curtindo. - disse engolindo os últimos grumos na boca. - O primeiro jato foi muito grosso, devia ser proteína pura, você devia ter isso guardado envelhecendo por um tempo.
- Eu não quis te sujar, desculpa, o que eu senti foi... incontrolável, foi bom demais pra mim.
- Ah Broly, foi seu primeiro orgasmo, claro que é bom. - explicou ela passando a língua pelos lábios melados. - Tem um motivo pelo qual eu fechei o chuveiro. Sabia que algo assim aconteceria e eu precisaria de um banho rápido, só que... não achei que fosse tão extremo.
- Espera eu sair do chuveiro pra que...
- Não seja bobo. - ela o interrompeu. - Fique aí. Assim como você teve um orgasmo, vou te ensinar como me dar um orgasmo, mas primeiro...
Em seguida, a verdinha agarrou sua armadura elástica e foi puxando para baixo até libertar seu belo par de peitos melados, e mesmo que devessem ser os primeiros que o saiyajin via, e ele não devia saber que eram um objeto de desejo, ele os observou com devoção. Certamente ele tinha se perguntado quase desde que a conheceu por que seu peito era tão redondinho e macio.
- Você gosta dos meus peitos, Broly? - perguntou ela juntando-os, massageando-os na frente dele, que os devorava com os olhos, livres da armadura, a cada movimento eles balançavam como frutas. em uma bolsa. - E não é tudo que você vai ver.
Cheelai se virou e, lentamente, foi revelando sua bunda carnuda, libertando-a da legging roxa que estava tão justa que marcou sua pele. Sem qualquer pudor, inclinou-se para tirar a peça, mostrando-lhe sua buceta limpa e úmida no processo.
- E então? Ficou sem palavras? - Disse, fazendo uma pose para ele, totalmente nua. - Você devia me dizer algo bonito, não fico nua com qualquer um... pelo menos não ultimamente.
- Seu corpo... é muito lindo, sinto que está ficando duro de novo. - Expressou, embora não tivesse dormido de todo, notava-se um leve movimento pulsante como se respondesse a um novo chamado.
- Ei, calma, deixa eu tirar todo esse sêmen de mim e continuamos com as lições. Enquanto isso, pode me dar uma mão. - Cheelai pegou um sabonete e colocou em suas mãos enquanto abria a torneira. Não sabia quanta água restava, então decidiu se apressar. - Vamos, vou deixar você ensaboar meu corpo todo, me limpa todinha, Broly...
A água quente voltou a cair incessante sobre seus corpos nus, desta vez, fazendo companhia e trocando carinho. Ela beijava o homem por todo o corpo e nos lábios enquanto Broly passava o sabonete em suas costas, braços e enormes peitos, dando-lhe as costas, sentindo sua ereção contra sua bunda, esfregando-se nele enquanto suas mãos enormes e ensaboadas massageavam seus seios, deixando seus mamilos loucos. A água havia limpado seu cabelo e ele estava macio e sedoso novamente, ela estava pronta para continuar com a lição.OoohBroly, isso mesmo, toca meus mamilos, ensaboa bem. - Ela pediu, se deixando levar pela sensação incrível das carícias dele. - Com delicadeza... - Ela esclareceu quando ele começou a beliscá-los, talvez surpreso com o quanto endureciam. As mãos do homem foram de seus seios para suas axilas, limpando seu corpo, e de volta ao seu peito, massageando seu busto por vários minutos.
O instinto levou o saiyajin a não se contentar apenas com os seios redondos e ir além. Espalhando o sabão pelas mãos, ele as conduziu pela barriga até chegar à buceta da Cheelai, acariciando suavemente sua vagina pequena, apalpando sua xota com curiosidade e excitação. Sentindo seus lábios, as bordas entre a vagina e suas pernas, tentando encontrar um lugar para entrar como se soubesse que havia um buraco ali.
- Eu gosto muito que você me toque aí, Broly, na minha buceta. - Ela explicou ao homem, inclinado sobre ela como se quisesse protegê-la da água da chuva, embora fosse para alcançar sua ppk com conforto.
- Vagina? - Ele repetiu, curioso. Cheelai se virou, pediu que ele se afastasse e deixou que a água removesse o sabão de sua virilha, abrindo os lábios diante do olhar atento do guerreiro.
- Sim, embora tenha muitos nomes, vagina é o menos vulgar e correto. Tem muitas partes. - Ela comentou entre risadas, vendo como ele a devorava com os olhos, e abaixo dele, como vítima de um feitiço, um terceiro olho se erguia para olhar.
- Esse botãozinho se chama clitóris e é tão gostoso quando tocam nele, como é gostoso quando tocam no seu. - Ela explicou, corada, apontando para seu clitóris. O saiyajin esticou um dedo e passou pela pequena ervilha carnuda. - Seja muito delicado com meu clitóris, tá?
- E esse buraquinho pequeno? É por aí que saem os bebês?
- Não, bobo, é por aí que eu mijo, como você. Os bebês saem, e os paus entram, por aqui embaixo.
Cheelai se virou, com uma mão abriu sua bunda e com a outra, mostrou a cavidade vaginal em toda sua glória. Não demorou para sentir o dedo de Broly entrando com cautela dentro dela, era apenas um reconhecimento, ele estava aprendendo sobre o corpo de uma mulher e dava para ver que estava encantado, como uma criança com um brinquedo enorme.
- Você está quente e solta um líquido como eu. - Disse o saiyajin, observando como seu dedo ficou oleoso.
- Broly… chupa aqui, não aguento mais, me faz sentir... gostosa. - Ela pediu no tom mais sugestivo que já usou na vida.
O saiyajin, que parecia ávido para retribuir o amor recebido, abriu suas nádegas e passou a língua por toda a sua buceta. Não era uma língua qualquer, não só por questões de proporção – era grande e de uma lambida cobria toda a vulva –, mas também era forte. Ela a sentiu incontrolável, massageando-a por dentro, abrindo caminho por sua vagina úmida e quente, provando-a, chupando como um principiante, mais preocupado em saborear o prato que lhe serviam do que em dar prazer.
Broly afundou mais, colando o rosto na boceta da morena, encostando o nariz na bunda dela sem se importar. Cheelai começou a gemer.
- Machucou? Eu te fiz mal?
- Não, não, foram gemidos, são gritos de prazer, não de dor, Broly. - Ela explicou. - Continua, por favor, continua. - Segurando-o pelos cabelos, ela pressionou a boca dele contra sua vagina novamente. Ele não perdeu tempo e continuou chupando com total devoção. Suas mãos, mostrando que aprendia rápido, subiram para acariciar seus peitos. Para ele, era uma equação simples: se os mamilos lhe davam prazer, se sua buceta lhe dava prazer, por que não somar as duas sensações?Ahh, ahhh. aaaaa, uuuumsim, simUuuuhmmssiii- Cheelai se esfregou toda, gozando na boca de Broly, que não deu o menor sinal de parar o oral. Logo depois, depois de gozar até nas pernas, a garota pegou o sabão, lavou-se rapidamente e saíram do chuveiro. - Cheelai… dói… Eu devia deitar de bruços para parar. - Ele comentou enquanto ela secava seu corpo à força, pronta para dar a lição por encerrada, pelo menos, o curso intensivo. - Não seja bobo, vou dar um bom uso na cama. - Você vai levar ela na boca de novo? Acho que não tem mais água para um banho, não quero deixar você grudenta. - Não me importo, vem, me segue. - Segurando sua mão, ela o levou ao quarto ao lado e lá, Cheelai sem perder um segundo deitou-se e abriu suas pernas bem abertas. – Vamos, Broly mete sua língua grande e forte aqui mais uma vez. O guerreiro se inclinou, com mais conforto, e como ela pediu, meteu a língua na sua buceta, até o fundo, enchendo a cavidade com facilidade. Também percebeu de dar atenção ao seu clitóris e o massageou com a maior delicadeza que pôde. - Isso, isso,uuuugggh, mmmisso aí, é assim que se faz, meu Broly. - Ela o encorajou, apertando os peitos até erguê-los pelos mamilos, enquanto o guerreiro continuava com seu trabalho. Era um bom sinal que ele não parasse, talvez esperasse a ordem para parar; afinal, ele era um homem obediente.
No entanto, o homem obediente tomou a iniciativa e, talvez por curiosidade ou porque achou apetitoso, passou sua língua forte pelo ânus, lambendo-o com concentração.Aaha, ahaha, uuuhsim, aí também, gosto, gosto, gosto… - Ela aceitou só esperando que ele não dissesse alguma coisa constrangedora que estragasse o momento. Já tinha acontecido com caras que se achavam comediantes no meio do sexo e quebravam a tensão. Broly não. Ele entendeu a mensagem e enfiou a língua bem no centro do buraquinho, fuçando concentrado enquanto esfregava o clitóris e acariciava um seio, fazendo ela gozar com barulho.
Broly lambeu tudo, desde o começo do risquinho até o topo da buceta, de novo e de novo, se impregnando com o gosto da pele dela e dos buracos guardados a sete chaves.Ooooohmuito bem, Broly, isso me deu muito tesão, agora vou te ensinar a meter. — Ela disse, abrindo sua buceta mais uma vez. — Enfia seu pau bem duro aqui e empurra sem parar.
— Vai caber? Não quero te machucar.
— Vai, sim, estou toda molhada, olha. — Ela pediu, enquanto o homem aproximava a cabeça imponente de seu pênis da entrada da vagina. Era como colocar uma maçã vermelha de frente para a boca de um peixe. — Espero não me arrepender disso…
— Então, se eu enfiar, vamos fazer um bebê.
— Não, bobo. Somos de espécies diferentes, além disso, não basta só enfiar. Você só faz, que estou com muito fogo.
Broly fez força e, como a garota garantiu, ele entrou, fazendo seus fluidos escorrerem pelos lados. A cabeça abriu caminho, dilatando as paredes vaginais no percurso, como uma mão entrando numa luva. No entanto, ele chegou ao fundo e ainda não havia entrado nem a metade. Com aquela penetração, da perspectiva dele, parecia que a garota tinha crescido uma terceira perna de cor escura. Cheelai estava mordendo o lábio, toda vermelha.Hmmisso mesmo, agora devagarinho, vai puxando pra trás e pra frente, pra trás e pra frente. — pediu ele, ofegante.
— Como você fez com a boca?
— Isso aí, Broly, imagina que minha buceta é minha boca, e você tem que encher e esvaziar até sair sua porra de novo.aaaahOlá! Estou aqui para traduzir seu conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro de forma natural e envolvente. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduzisse.gostosaaaaA cintura do guerreiro entrou em ação devagar, mas, conforme ele começou a curtir, talvez até mais que ela, a velocidade aumentou, invadindo sua fenda cada vez mais fundo, ganhando centímetros como se fosse uma invasão. Os gemidos de Cheelai começaram a preocupar o guerreiro.Aah, aaha, aaah, aaha, ah, uh, uh, uh, uuummm- Você está bem?
- Eu aguento, continua, continua. Você está bem? - Em seguida, ela fechou as pernas para prender os quadris do guerreiro como uma pinça. Queria ter um corpo maior para conseguir alcançar as nádegas do homem com as mãos; ver elas se tensionarem enquanto ele a enfiava devia ser um espetáculo.
- Está muito bom. - Respondeu o saiyajin, extremamente satisfeito. - É isso que pessoas que se amam fazem?
- É isso mesmo, Broly, e como eu te amo muito, vou deixar você fazer em mim também. Gostou da ideia? - Para ilustrar suas palavras, ela lhe deu um beijo molhado na boca, que ele recebeu com carinho.
- E o Leemo? Ele também mete em você?
- Claro que não, ele é um amigo... eu o amo de outro jeito. - Ele se surpreendeu com suas próprias palavras.
- Não sei se entendi.
- Primeiro me come, depois eu explico. - Ela se irritou. - Não estraga o clima com perguntas desnecessárias.
Sem se animar a aumentar a velocidade, Broly continuou ganhando terreno até que três quartos de seu monumento de carne se perdiam dentro de Cheelai; ele até notou que a barriga dela se levantava um pouco cada vez que ele se esforçava ao máximo. Aquilo não podia ser bom.
- Deita, agora eu vou por cima, quero que você me ponha em órbita no jato. - Ela disse, se desvencilhando do homem. Broly se deitou e observou como, à sua frente, sua amiga (ou talvez não mais) se sentava nele à vontade, controlando o ritmo e a intensidade do sexo. Agora só lhe restava aproveitar; sua companheira experiente cuidaria de tudo, ele só precisava curtir os sentados da morena, que chegava até a sentar completamente, formando uma protuberância em sua barriga.Ooh, aaha, ah, uh, aahisso é sim,aaha,oooh- Não quero te machucar, Cheelai, lembre-se que eu te amo.
Ela apoiou os pés no colchão, na altura do quadril do homem, e se deixou cair como um martelo, enfiando por completo aquele tremendo falo saiyajin. Até mesmo, fazendo o homem delirar de prazer, ela se virou, presenteando-o com a visão de sua bunda.
- Começa... a querer... sair de novo. - Ele a alertou, agarrando suas nádegas, maravilhado com a visão de toda a sua buceta desaparecendo e aparecendo, desaparecendo e aparecendo, como se sua amiga fosse apenas uma capa.Ahh,ahhdeixa... sair, deixa sair...gostosaaaa- Vem, vem, vem,ooofffghBroly obedeceu e, em poucos minutos, gozou, inundando cada milímetro do útero de Cheelai, que estava tão apertado em volta do pau dele que todo o conteúdo ficou preso lá dentro, até a última gota.OoohBroly, isso foi... isso foi foder, parabéns. - Parabenizo você toda suada pelo esforço, girando sem tirar de dentro. A garota se deitou sobre o corpo escultural dele para alcançar seus lábios e beijá-lo com mais paixão que nunca. Suas línguas se enroscaram como cobras até que Broly decidiu testar até onde poderia chegar em sua boquinha e a explorou quase até suas cordas vocais. Ela se deixou chupetear por minutos, enrolados ela sobre ele, depois ele sobre ela, sem parar de respirar um contra o outro e se beijar até o ponto de fazê-la tossir meio engasgada por um pouco de saliva que foi por onde não devia.
- Pronto para fazer amor comigo de volta? – Perguntou após 15 minutos de amassos, sentindo ele quase todo duro.
- Sim, tudo o que você quiser eu farei, Cheelai.
- Bom, vou fazer você recuperar todo o tempo perdido, podemos foder sem parar até o Leemo chegar.
- Quando o Leemo chegar, você vai foder com ele?
- Que nada! – Repreendeu ele entre risadas. - Existem amigos, amigos com benefícios, namorados, maridos... só amigos com benefícios e namorados transam. – Explicou, muito comovida pelo jeito dele.
- Nós somos o quê? – Expressou o saiyajin sobre ela, apontando seu pênis para a vulva pela segunda vez. Agora a garota tinha uma perna levantada apoiada no peito do homem.
- Amigos com benefícios podem transar com quem quiserem, namorados só entre si. – Resumiu, embora soubesse que podiam ter liberdades de acordo com os acordos do casal. - Se você quiser, podemos ser namorados. Eu adoraria ter você só para mim, Broly. E eu seria uma boa namorada e te ensinaria tudo o que você quisesse saber.
- Eu adoraria isso, Cheelai. Gosto muito de você. – Respondeu enfiando dentro dela naquela mistura de substâncias que tinha dentro, como uma colher mexendo um caldeirão.
- Eu também gosto de você, Broly.
Parte 3: O Jogo da Deusa
Ela teve que beliscar a própria pele para perceber que não estava sonhando. Depois de quatro dias de idílio ao lado do saiyajin, Cheelai acordou numa cama nova, num quarto de pedra enorme, com janelões que deixavam o sol entrar, rodeada de luxos e confortos dignos de um rei. Não fazia sentido.
- Broly… Broly, amor, acorda, tem alguma coisa errada. - Balançando o corpo dele pelo ombro.
O super guerreiro, depois de comer e transar sem parar, costumava cair em várias horas de sono pesado. Ela queria saber se ele via a mesma coisa, porque na noite anterior, depois de fazer amor, eles tinham deitado bem alimentados e felizes na cama da casa TerríBooty em Vampa. Agora estavam num quarto onde a casa caberia com folga, e a cama era o dobro de grande, tinha cobertores luxuosos com bordados de ouro e cabeceiras talhadas de algum tipo de madeira muito chique. Além disso, tudo cheirava a perfume e limpeza, qualidades que a casa TerríBooty tinha perdido.
Cheelai tomou coragem e se sentou, nua. Suas roupas não estavam no pé da cama como em Vampa, parecia que, de alguma forma, tinham acordado em outro lugar, em outro planeta.
Não parecia uma ilusão ou um jogo mental, o chão, as paredes de pedra, os livros da biblioteca e a madeira de uma mesa e suas cadeiras eram reais. Tudo parecia real, até o sol entrando por um janelão, banhando-a num calor que ela não sentia há semanas. Em Vampa, todo raio solar passava por quilômetros de nuvens tempestuosas, areia e gases sulfurosos. Ali, até dava pra ver aves lindas e multicoloridas voando.
Da outra janela, ela viu torres e muralhas de pedra finamente polidas. Devia estar numa construção antiga que, embora ela não soubesse, parecia um castelo medieval.
As bibliotecas continham livros de capa dura e pergaminhos com imagens bem sugestivas. Pareciam aqueles romances de paixão.
- Cheelai! Onde a gente tá? Que lugar é esse? - Broly se alarmou, acordando ao não senti-la ao lado (detalhe que a derretia) Esfregando os olhos com os punhos. - Sei lá! Acordei e a gente tava aqui - disse ela, convidando-o a se levantar. - E ainda por cima nem temos nossas roupas, não devíamos ter dormido pelados. - Como íamos saber que alguém ia nos transportar? Será que foi o Freeza ou o Kakaroto? - Não é o estilo deles, e duvido que o outro saiyajin saiba fazer truques de mágica, parecia mais da classe guerreira como você. Os dois caminharam pela sala, observando as janelas, os móveis, como dois bichinhos de estimação num terrário novo. O saiyajin se atreveu a morder uma maçã numa tigela de frutas sobre a mesa. Estava deliciosa. - Ooooh, comida da Terra, não acredito! - animou-se Cheelai, que se juntou ao seu parceiro num café da manhã silencioso. As frutas não duraram nem quinze minutos. - Bom, se temos conforto, uma cama luxuosa e comida, não pode ser tão ruim - refletiu ele, terminando uma banana. - Talvez nesses armários a gente encontre roupa. Andar assim pelados enquanto fazemos coisas do dia a dia tira a sensualidade dos nossos corpos. - Ficar pelado devia ser exclusivo pra quando fazemos amor, né? De fato, ao lado da cama, dois enormes armários antigos de madeira continham roupas transbordando, assim como um espelho na parte interna da porta. - É, mais ou menos. De qualquer forma tem uma porta e não vou sair por aí como cheguei ao mundo. Vamos ver o que encontramos. Tanto Broly quanto Cheelai encontraram roupas que serviam perfeitamente nos seus corpos. Ela optou por uma leggings de uma peça só, botas, uma jaqueta com capuz leve e alguns acessórios. Ele, percebendo que não tinha a orelha de Bah, vestiu uma calça de treino, uma regata larga e um tênis, ficando com uma cara de verdadeiro "terríBooty". - Não sei se estamos na moda, mas dá pra explorar o lugar de boa, vamos. A porta não abriu. Nem mesmo o Broly conseguiu girar a maçaneta. Ele começou a se esforçar enquanto os músculos se tensionavam e os azulejos do chão rangiam. - Ei, calma, não Eu quero que você fique louco, deve ter algum jeito de sair, além do mais, é óbvio que estamos sob algum efeito mágico. Se fosse uma porta normal trancada, você já teria conseguido abrir.
- Estamos trancados, com muitos confortos, mas trancados no fim das contas.
- Talvez pelas janelas, digo, se é vidro e você pode voar…Olá, meus convidados, fiquem à vontade para sentar, deitar, o que vocês quiserem...- Uma voz feminina ecoou de todas as direções, quase como se falasse diretamente em suas mentes.
- Quem é você? Onde estamos? - perguntou Cheelai, olhando para todos os lados enquanto Broly se interpunha. A loirinha não havia percebido que, no centro da sala, havia uma decoração circular e brilhante, como um cristal.
- Não consigo sentir nenhuma presença.Fica tranquilo. Não tem do que se preocupar, vocês não correm perigo nenhum...- O som voltou a ecoar com muita calma, apesar de esconder sua origem, o que deixou os pelos deles em pé.
- Você ainda não respondeu às nossas perguntas! – resmungou Cheelai, espiando por trás de Broly – Mesmo que o lugar seja lindo e agradeçamos o café da manhã, não é educado nos trazer contra nossa vontade.
- Calma, Cheelai, pode ser uma armadilha. Não sentir a presença deles e estar diante de truques mágicos pode tornar minha força inútil.
De fato, do cristal do chão emergiu uma imagem holográfica de forma arredondada, como uma bolha imensa. Mostrava um sujeito alto cercado por um círculo de luz, empunhando um cajado, acompanhado por uma gostosa magra de pele violeta, calças e expressão severa. De longe, pareciam divindades.Ele é Bills, o Deus da Destruição deste universo, e seu anjo, Wiss, junto com os Deuses da Destruição dos outros universos, se divertiram organizando um violento e sangrento espetáculo que chamaram de Torneio do Poder, onde o destino de 8 universos, inclusive este, foi colocado em jogo.As imagens mudavam rápido demais. Uma galeria de sujeitos de aparência temível desfilou na bolha, desde um androide colossal com um diabinho dentro dele, até uma divindade de várias caudas, eram os outros Deuses da Destruição e seus anjos. Também, todo tipo de lutadores brigando numa arena imensa em forma de trombo flutuando no meio do espaço. Como gladiadores, caíram abatidos e apareceram nas arquibancadas do torneio um por um. Por último, mostraram Kakaroto lutando junto com Freeza e Vegeta contra um cara de um poder colossal.
- Broly, esse aí parece você, só que careca e com cara de poucos amigos, e nada bonitão.
- Se o Freeza teve que deixar de lado sua maldade pra se juntar a eles, deve ter sido assustador. – E Broly estalou os nós dos dedos de inveja só de pensar em alguém assim, capaz de fazer o tirano esquecer as diferenças com eles.Foi uma barbaridade, um desfile de ódio e maldade... felizmente, um lutador desse universo com dois dedos de testa venceu.– Mostrando o 17 na esfera de luz, um garoto de cabelo liso e escuro que não parecia nada poderoso, mas sim astuto –Graças a ele, evitou-se o maior massacre de todos os tempos, desafiando os desígnios do próprio Deus de tudo: Xeno Sama, que com a desculpa do torneio pretendia eliminar universos excedentes.O casal assistiu horrorizado enquanto dois homenzinhos de cabeça ovalada, ao pressionarem um simples botão, condenavam milhões de seres vivos e seus mundos ao nada absoluto.Bills, ainda teve a cara de pau de organizar outro torneio junto com Champa, seu equivalente do universo 6, também brincam de esconde-esconde destruindo mundos no processo… É muito desagradável ver como todos se divertem, lutando, sangrando, destruindo, colocando em perigo a própria criação, brincando com forças superiores às deles como as Super Esferas do Dragão.- Esferas do Dragão? Você conhece? - Perguntou Cheelai.Falei, Super, Esferas do Dragão- Não entendo o que temos a ver com esse torneio que tanto te desagradou, nem como afeta eles ter vocês aqui trancados.Muito simples, saiyajin Broly, vocês dois, e outros convidados que trarei em breve, serão meu entretenimento pessoal aqui, no meu próprio universo, no meu castelo do prazer eterno. Vejam bem, decidi zombar dos Deuses que tanto mal fazem aos mortais com suas batalhas pessoais, com seus torneios patéticos e repetitivos, e comecei a trazer meus próprios campeões para me deleitarem com outro tipo de espetáculo.No holograma apareceu uma figura difusa, como se estivesse atrás de uma densa neblina, porém era nitidamente feminina, com cabelos volumosos e cacheados, estatura baixa e orelhas pontiagudas.Toda vez que se amarem no meu castelo, cada vez que se beijarem, que fizerem amor, toda essa energia amorosa vai me alimentar, a ponto de criar um mundo tão cheio de paixões e luxúria que as brigas, até as mais bobas, vão virar coisa do passado. Vou suprimir o desejo de lutar nos seres, vou apagar as guerras da memória, vou eliminar pela raiz as técnicas de combate, vou tornar os Deuses da Destruição obsoletos quando a paixão for uma forma de domínio universal.O desprezo na voz ao se referir às ações dos Deuses da Destruição era evidente. Nem Broly nem Cheelai entendiam completamente a que ela se referia com seu plano de reduzir a violência dos seres vivos; mesmo dito assim, não parecia algo ruim.
— Você é outra Deusa da Destruição?Não!- Fazendo os cabelos delas voarem com sua recusaMeu trabalho é tão importante quanto o de Bills ou dos Supremos Kaio Shin, e eu vou deixar isso bem claro quando minha força estiver no próximo nível, comparável à dos anjos. Como Deusa do Amor e da Fertilidade, se não fosse por mim, a criação que esses chatos tanto dizem amar não passaria de animais solitários condenados à extinção. Eu dei a eles o maior prazer que podem experimentar, que leva a vidas felizes, prazerosas e cheias de emoção... eu dei a eles o amor e o impulso de procriar.- Que tipo de entretenimento podemos te oferecer? - Perguntou Cheelai. - Somos só um casal que queria ficar em paz, mas agradeceríamos um banho quente. Não queremos nos meter nas suas brigas divinas.Muito entretenimento, querida, muito. Eles são um dos casais mais incríveis que conheci, e eu curti muito observando eles esses últimos dias. Agora, estando aqui, vocês poderão viver com total liberdade todas as suas fantasias e explorar todos os seus limites com naturalidade. Eu vou fornecer tudo que precisarem para tornar a estadia de vocês um prazer para todos, e no processo, esses desprezíveis Deuses da Destruição vão entender que a força bruta não é a única força a se temer.- Não somos seus bichinhos de estimação para você ficar nos observando... na intimidade! - Explodiu Cheelai. - Nada disso faz sentido, não temos nada a ver com o torneio, nem com outras divindades nem nada! Nos devolva a Vampa, onde estávamos em paz, ou o Leemo não vai conseguir nos encontrar, e pare de nos espiar!
- Então você viu tudo que fizemos juntos, Cheelai?
- Vi! Devo ter parecido uma puta! - Ela ficou escandalizada, especialmente ao lembrar que usou a língua para limpar o pau do Broly.Sério que vocês estão recusando todos os prazeres que estou oferecendo? Olhem ao redor, Cheelai, você virou ladra justamente para aproveitar as riquezas que nunca pôde conhecer. E você, Broly, que tanto deseja conhecer o mundo que por tantos anos desconheceu por estar preso, junto a um pai cruel que só te preparou para brigas e vingança como se fosse um cachorro, eu ofereço o conhecimento do mundo e muito mais dentro destas paredes infinitas... Ao lado da sua amada, vocês estarão seguros para realizar até as fantasias mais secretas. Não estou pedindo pouco em troca de tudo que lhes dou? Como podem ver, sou uma Deusa muito generosa.- Você promete conhecimento, mas não nos disse quem você é.Bom, já que os nomes são tão importantes... meu nome éZangya.

Obrigado por ler! No próximo capítulo, a protagonista é a de 18 anos! (já venho prometendo isso há um tempo, mas juro que é verdade, hehe) Se vocês curtiram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês gostam desse tipo de história e me animam a meter o pé!
Fanfics anteriores de DB:
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Tarados 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Tarados 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.htmlAulas de Anatomia com Cheelai 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769472/Fanfic-de-Dragon-Ball-Lecciones-de-anatomia-con-Cheelai.html
Se você é novo, não se preocupe, pode começar por aqui. Embora os capítulos estejam conectados, este se passa primeiro em Vampa e depois em um novo local para onde Cheelai e Broly são levados. Não digo mais nada. Aproveitem!
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais.
Protagonistas: Cheelai





Parte 2: Uma professora tarada
Ambos ficaram paralisados por razões diferentes. Broly, paralisado pela surpresa de expor seu corpo nu para a amiga, tentando entender qual seria o próximo passo e por que seus olhos estavam abertos como esferas do dragão.
Cheelai percorreu o membro com o olhar, descendo, descendo e descendo.
Quando ela ouvia o nome de Broly, vinha à cabeça sua primeira aparição diante dela no planeta Vampa. Quando os aracnídeos apareceram e Parragus o chamou:
— Broly! — gritara o velho saiyajin, e em menos de um piscar de olhos, sua figura bronzeada de estátua viva chegou para livrá-los do perigo, deixando estampada em sua retina sua beleza heroica.
Agora, quando dissessem seu nome, seria impossível para ela não pensar primeiro na visão que tinha diante dos olhos.
— Não sabia que os saiyajins tinham rabo dos dois lados… — brincou com a voz trêmula.
— Não é minha bunda, é por onde eu mijo. — Esclareceu o saiyajin com tanta inocência que dava vontade de devorá-lo de beijos.
— Só mija? Nunca saiu outra coisa? — Perguntou, levantando o membro e sentindo seu peso.
— Não. Não entendo o que mais deveria sair. — Disse com sinceridade e um tremor, pois ela começou a massagear seus enormes testículos com a mão nua enquanto lhe dedicava um olhar amoroso. — Cheelai… O que você está fazendo? Isso está… estranho.
— Calma, Broly. E eu sei que você não quis dizer estranho, mas gostoso. — E se esticou para beijá-lo enquanto suas mãos de ladina faziam sua mágica. Sua mão envolveu seu pênis (mal) e o esticou com suavidade, sem parar de massagear seus testículos. Eles eram pesados e se contraíam contra o corpo pela mudança de temperatura.
Ela entendeu que umafábricaele devia produzir quantidades massivas de sêmen e, somado ao fato de que não sabia que seu pênis sentia prazer ao expulsá-lo, concluiu que deveria se mover com cautela ou poderia ser perigoso. Antes de transar com o saiyajin, mesmo que estivesse ardendo de tesão, precisava esvaziá-lo um pouco para não acabar inflada como um daqueles carrapatos daquele planeta.
O beijo se intensificou com o passar dos segundos e teve o efeito desejado no saiyajin, que ergueu seu pênis tremendo, alcançando uma ereção que devia ser uma das maiores da galáxia. Como o braço de um guindaste, continuou subindo até roçar o corpo da pele verde e seguiu se erguendo, como se quisesse se interpor entre o beijo dos dois.
— Você já sentiu algo assim antes? — perguntou em um sussurro amoroso quando seus lábios se separaram, deixando um filete de saliva no ar.
— Às vezes, ao acordar. E eu aperto, mesmo doendo, para voltar ao normal.
— Hoje você vai deixar ela crescer livre, tá? Vou te ensinar para que serve tê-la assim… — Disse sentindo muita pena pela ignorância do homem sobre seu próprio corpo e suas funções. Também sentiu outra coisa…
Um líquido quente esbranquiçado e de cheiro muito forte escorria do orifício da glande, sem dúvida pré-gozo, já que o homem não deu sinais de sentir prazer ao expulsá-lo.
— Desculpa, costuma sair de noite…
— Para de se desculpar por tudo, Broly, você não está fazendo nada errado. — Explicou fazendo cara de desgosto ao sentir o cheiro, mas, num arrebatamento de paixão, passou a língua por todo o líquido em sua mão, bebendo-o. — É tão forte quanto o cheiro.
— Você não deveria fazer isso. — O saiyajin ficou preocupado.
— Você lutou até a morte no planeta Terra contra dois caras, fez magma subterrâneo emergir e quase foi morto por uma onda de energia… mas se preocupa que eu faça isso. — E, por fim, passou a língua pela ponta do pênis, bebendo o líquido. — Não acontece nada, Broly, essas coisas são normais. Quase normais.
— Não para mim. — Confessou observando. enquanto Cheelai continuava passando a língua pelo pênis até chegar na glande e dedicando um olhar fixo, beijou a ponta envolvendo-a com os lábios.Uuuh- Ela estremeceu.
- Isso também é normal?
- Sim, é o que pessoas que se gostam muito fazem. - Explicou como uma professora, presenteando-o com outro beijo e unindo a ponta da língua ao pequeno orifício, como se quisesse limpá-lo. O sabor era tão intenso quanto o aroma, um afrodisíaco total para a garota.
A sensação era completamente nova para ele; a chupada foi equivalente a uma técnica de paralisia fulminante, só comparável àquela vez na infância, quando Paragus o segurou pelo rabo de macaco.
- Cheelai... o que... você... está... fazendo? - Broly ofegou, com as mãos contra as paredes do banheiro, contendo o impulso de tocar sua amiga, de compreender o prazer que o ato de sentir lambidas e beijos ali lhe causava.
Cheelai, em vez de ceder ou dar mais lições, envolveu a glande com sua boquinha de forma tão rápida e profunda quanto pôde, uma e outra vez, até sentir mais líquido pré-seminal, agora envelhecido, entrando completamente em sua boca.Uuuh… uuuh… aaff…Cheelai…Slurrrp, aaahg… uuufQuase me afoguei, e olha que não estou debaixo d'água. — A jovem liberou sua boca do asfixiante glande para passar a um trabalho mais preciso.
— Está fazendo isso para me limpar? É costume do seu planeta?
— Se chama boquete, embora tenha muitos nomes. É para você sentir algo gostoso, mas também pode ser para limpar. — Disse. — Tem cheiro de soldado do Freezer destacado numa base por vários meses.
— Você não precisa fazer isso se…
— Ah, não quis dizer isso, Broly. — Acariciando seu rosto surpreso. — É um prazer para mim, o aroma de um homem tão bonito pode ser… estimulante. Aliás, posso te limpar para te deixar impecável, se quiser.
— Tudo bem, se você gosta. Adoro aprender coisas novas. — Ele sorriu e recebeu um sorriso ainda mais radiante da alienígena verde.Claro que eu curto, você não tem ideia de quanto eu esperei por isso– Pensou Cheelai e, ajudando-se com a mão, começou a lamber seu tronco, até as veias, enquanto sentia pulsar como se fosse uma bomba-relógio prestes a explodir.
Cheelai continuava, imersa no serviço de limpá-lo oralmente. Da raiz à cabeça do pau, percorria suas proporções deixando um rastro brilhante por onde sua língua passava, presenteando-o com beijos que o fizeram sentir as veias latejando.
Até mesmo viu, entre a cabeça do cogumelo e a pele escura do pênis, resíduos seminais produto de anos de higiene deficiente, ou talvez, a falta de uma educação apropriada na limpeza. Sem hesitar um segundo, fechou os olhos e passou sua língua limpando o saiyajin até o mínimo resquício, deixando após a passagem de seus lábios lascivos um pênis brilhante e reluzente. Arrependeu-se no instante, pensou que o cheiro que ficou em sua boca não sairia nem em uma semana.
– Algo… está acontecendo comigo… não entendo. – Disse o guerreiro com o pescoço arqueado e meio corpo sob a água, elemento que somava prazer ao ato. – Cheelai continuava saboreando os resíduos em sua boca, arrependida. Teve que engolir para poder responder-lhe.
– Isso que está tentando sair, tente segurar um pouco mais, tá? Estou gostando muito… embora você a tivesse muito suja. – Repreendeu-o. – Da próxima vez que for se banhar, lembre-se de limpar bem nestes lugares. – Mostrando-lhe o espaço carnoso entre a glande e a pele, onde se via sob a pele.
– Está… bem… farei isso… – Vendo como ela continuava com a felação ajudando-se com suas mãos nuas. As veias de seu membro até pareciam pulsar por um coração próprio.
Para alguém como ele, era mais fácil lutar contra centenas de carrapatos planetários do que conter a estranha sensação de algo lutando para sair de seu pênis, algo que nunca antes havia saído. Não entendia por que ela o beijava, lambia e chupava em cada canto de seu pênis e até mesmo de seus gigantescos e escuros testíbulos. O saiyajin fazia esforços denodados para conter seja lá o que fosse. o que tentava brotar dele, seus esforços, não demoraram a quebrar os azulejos e seus dedos se enterraram na parede.
- Ei, calma Broly, só aguenta um momento, não fique violento.
- Cheelai… alguma coisa… quer sair de mim… e eu sinto que quero… expulsar.
- É normal, chama-se sêmen, é o que é preciso para fazer bebês – explicou num arrebato didático, como se estivesse explicando para um filho pequeno que pedia ajuda na aula de biologia. – Lembra das palavras do seu pai? As mulheres têm orifícios de procriação, mas não funcionam sozinhos. Se um homem libera seu sêmen no ato sexual pode sair um…
- Não aguento! – expressou Broly com veias saltadas no pescoço e a têmpora latejando. Apesar de Cheelai não estar masturbando nem lambendo ele, ele estava tão cheio de porra que era impossível gerar mais uma gota, muito menos segurar.
- Tá bom, tá bom, goza Broly, deixa sair tudo.
Cheelai envolveu seu pau com as mãos e o masturbou enquanto ele inchava como uma mangueira. A garota envolveu a cabeça com a boca e sentiu um violento jato leitoso que bateu na sua garganta e inundou sua boca… E isso foi só o primeiro disparo. Recuando para não se afogar (era impossível beber tanto) um segundo jato de porra acertou seu rosto com tanta força que a fez virar a cabeça, um terceiro impacto, com menos força que os outros, atingiu seu cabelo, desarrumando seus fios. Por último, um jato grosso e grumoso saiu sem força e se derramou por suas mãos até o chão do banheiro, formando uma poça esbranquiçada por vários segundos.Oooh… ooh… ooh…- Uf... - respirou Broly, com os olhos revirados, segurando na parede com as mãos cravadas no concreto ou seja lá do que a casa era feita.
Cheelai ficou cega, seus olhos estavam colados e ela sentia riachos de sêmen viajando por todo seu rosto, caindo em seu peito e na armadura, escorrendo entre seus peitos. Com as mãos, removeu o sêmen dos olhos e percebeu que sua boca estava cheia, até um pouco havia subido para seu nariz, impregnando o cheiro de porra em cada fossa nasal.
- O que é essa meleca? Parece sangue de carrapato, mas é branca. - expressou o saiyajin se recuperando, passando o dedo na bochecha de Cheelai. - Cheelai... Cheelai, você está bem? Eu te machuquei?
- Não... não, eu estava... curtindo. - disse engolindo os últimos grumos na boca. - O primeiro jato foi muito grosso, devia ser proteína pura, você devia ter isso guardado envelhecendo por um tempo.
- Eu não quis te sujar, desculpa, o que eu senti foi... incontrolável, foi bom demais pra mim.
- Ah Broly, foi seu primeiro orgasmo, claro que é bom. - explicou ela passando a língua pelos lábios melados. - Tem um motivo pelo qual eu fechei o chuveiro. Sabia que algo assim aconteceria e eu precisaria de um banho rápido, só que... não achei que fosse tão extremo.
- Espera eu sair do chuveiro pra que...
- Não seja bobo. - ela o interrompeu. - Fique aí. Assim como você teve um orgasmo, vou te ensinar como me dar um orgasmo, mas primeiro...
Em seguida, a verdinha agarrou sua armadura elástica e foi puxando para baixo até libertar seu belo par de peitos melados, e mesmo que devessem ser os primeiros que o saiyajin via, e ele não devia saber que eram um objeto de desejo, ele os observou com devoção. Certamente ele tinha se perguntado quase desde que a conheceu por que seu peito era tão redondinho e macio.
- Você gosta dos meus peitos, Broly? - perguntou ela juntando-os, massageando-os na frente dele, que os devorava com os olhos, livres da armadura, a cada movimento eles balançavam como frutas. em uma bolsa. - E não é tudo que você vai ver.
Cheelai se virou e, lentamente, foi revelando sua bunda carnuda, libertando-a da legging roxa que estava tão justa que marcou sua pele. Sem qualquer pudor, inclinou-se para tirar a peça, mostrando-lhe sua buceta limpa e úmida no processo.
- E então? Ficou sem palavras? - Disse, fazendo uma pose para ele, totalmente nua. - Você devia me dizer algo bonito, não fico nua com qualquer um... pelo menos não ultimamente.
- Seu corpo... é muito lindo, sinto que está ficando duro de novo. - Expressou, embora não tivesse dormido de todo, notava-se um leve movimento pulsante como se respondesse a um novo chamado.
- Ei, calma, deixa eu tirar todo esse sêmen de mim e continuamos com as lições. Enquanto isso, pode me dar uma mão. - Cheelai pegou um sabonete e colocou em suas mãos enquanto abria a torneira. Não sabia quanta água restava, então decidiu se apressar. - Vamos, vou deixar você ensaboar meu corpo todo, me limpa todinha, Broly...
A água quente voltou a cair incessante sobre seus corpos nus, desta vez, fazendo companhia e trocando carinho. Ela beijava o homem por todo o corpo e nos lábios enquanto Broly passava o sabonete em suas costas, braços e enormes peitos, dando-lhe as costas, sentindo sua ereção contra sua bunda, esfregando-se nele enquanto suas mãos enormes e ensaboadas massageavam seus seios, deixando seus mamilos loucos. A água havia limpado seu cabelo e ele estava macio e sedoso novamente, ela estava pronta para continuar com a lição.OoohBroly, isso mesmo, toca meus mamilos, ensaboa bem. - Ela pediu, se deixando levar pela sensação incrível das carícias dele. - Com delicadeza... - Ela esclareceu quando ele começou a beliscá-los, talvez surpreso com o quanto endureciam. As mãos do homem foram de seus seios para suas axilas, limpando seu corpo, e de volta ao seu peito, massageando seu busto por vários minutos.
O instinto levou o saiyajin a não se contentar apenas com os seios redondos e ir além. Espalhando o sabão pelas mãos, ele as conduziu pela barriga até chegar à buceta da Cheelai, acariciando suavemente sua vagina pequena, apalpando sua xota com curiosidade e excitação. Sentindo seus lábios, as bordas entre a vagina e suas pernas, tentando encontrar um lugar para entrar como se soubesse que havia um buraco ali.- Eu gosto muito que você me toque aí, Broly, na minha buceta. - Ela explicou ao homem, inclinado sobre ela como se quisesse protegê-la da água da chuva, embora fosse para alcançar sua ppk com conforto.
- Vagina? - Ele repetiu, curioso. Cheelai se virou, pediu que ele se afastasse e deixou que a água removesse o sabão de sua virilha, abrindo os lábios diante do olhar atento do guerreiro.
- Sim, embora tenha muitos nomes, vagina é o menos vulgar e correto. Tem muitas partes. - Ela comentou entre risadas, vendo como ele a devorava com os olhos, e abaixo dele, como vítima de um feitiço, um terceiro olho se erguia para olhar.
- Esse botãozinho se chama clitóris e é tão gostoso quando tocam nele, como é gostoso quando tocam no seu. - Ela explicou, corada, apontando para seu clitóris. O saiyajin esticou um dedo e passou pela pequena ervilha carnuda. - Seja muito delicado com meu clitóris, tá?
- E esse buraquinho pequeno? É por aí que saem os bebês?
- Não, bobo, é por aí que eu mijo, como você. Os bebês saem, e os paus entram, por aqui embaixo.
Cheelai se virou, com uma mão abriu sua bunda e com a outra, mostrou a cavidade vaginal em toda sua glória. Não demorou para sentir o dedo de Broly entrando com cautela dentro dela, era apenas um reconhecimento, ele estava aprendendo sobre o corpo de uma mulher e dava para ver que estava encantado, como uma criança com um brinquedo enorme.
- Você está quente e solta um líquido como eu. - Disse o saiyajin, observando como seu dedo ficou oleoso.
- Broly… chupa aqui, não aguento mais, me faz sentir... gostosa. - Ela pediu no tom mais sugestivo que já usou na vida.
O saiyajin, que parecia ávido para retribuir o amor recebido, abriu suas nádegas e passou a língua por toda a sua buceta. Não era uma língua qualquer, não só por questões de proporção – era grande e de uma lambida cobria toda a vulva –, mas também era forte. Ela a sentiu incontrolável, massageando-a por dentro, abrindo caminho por sua vagina úmida e quente, provando-a, chupando como um principiante, mais preocupado em saborear o prato que lhe serviam do que em dar prazer.
Broly afundou mais, colando o rosto na boceta da morena, encostando o nariz na bunda dela sem se importar. Cheelai começou a gemer.
- Machucou? Eu te fiz mal?
- Não, não, foram gemidos, são gritos de prazer, não de dor, Broly. - Ela explicou. - Continua, por favor, continua. - Segurando-o pelos cabelos, ela pressionou a boca dele contra sua vagina novamente. Ele não perdeu tempo e continuou chupando com total devoção. Suas mãos, mostrando que aprendia rápido, subiram para acariciar seus peitos. Para ele, era uma equação simples: se os mamilos lhe davam prazer, se sua buceta lhe dava prazer, por que não somar as duas sensações?Ahh, ahhh. aaaaa, uuuumsim, simUuuuhmmssiii- Cheelai se esfregou toda, gozando na boca de Broly, que não deu o menor sinal de parar o oral. Logo depois, depois de gozar até nas pernas, a garota pegou o sabão, lavou-se rapidamente e saíram do chuveiro. - Cheelai… dói… Eu devia deitar de bruços para parar. - Ele comentou enquanto ela secava seu corpo à força, pronta para dar a lição por encerrada, pelo menos, o curso intensivo. - Não seja bobo, vou dar um bom uso na cama. - Você vai levar ela na boca de novo? Acho que não tem mais água para um banho, não quero deixar você grudenta. - Não me importo, vem, me segue. - Segurando sua mão, ela o levou ao quarto ao lado e lá, Cheelai sem perder um segundo deitou-se e abriu suas pernas bem abertas. – Vamos, Broly mete sua língua grande e forte aqui mais uma vez. O guerreiro se inclinou, com mais conforto, e como ela pediu, meteu a língua na sua buceta, até o fundo, enchendo a cavidade com facilidade. Também percebeu de dar atenção ao seu clitóris e o massageou com a maior delicadeza que pôde. - Isso, isso,uuuugggh, mmmisso aí, é assim que se faz, meu Broly. - Ela o encorajou, apertando os peitos até erguê-los pelos mamilos, enquanto o guerreiro continuava com seu trabalho. Era um bom sinal que ele não parasse, talvez esperasse a ordem para parar; afinal, ele era um homem obediente.
No entanto, o homem obediente tomou a iniciativa e, talvez por curiosidade ou porque achou apetitoso, passou sua língua forte pelo ânus, lambendo-o com concentração.Aaha, ahaha, uuuhsim, aí também, gosto, gosto, gosto… - Ela aceitou só esperando que ele não dissesse alguma coisa constrangedora que estragasse o momento. Já tinha acontecido com caras que se achavam comediantes no meio do sexo e quebravam a tensão. Broly não. Ele entendeu a mensagem e enfiou a língua bem no centro do buraquinho, fuçando concentrado enquanto esfregava o clitóris e acariciava um seio, fazendo ela gozar com barulho.
Broly lambeu tudo, desde o começo do risquinho até o topo da buceta, de novo e de novo, se impregnando com o gosto da pele dela e dos buracos guardados a sete chaves.Ooooohmuito bem, Broly, isso me deu muito tesão, agora vou te ensinar a meter. — Ela disse, abrindo sua buceta mais uma vez. — Enfia seu pau bem duro aqui e empurra sem parar.
— Vai caber? Não quero te machucar.
— Vai, sim, estou toda molhada, olha. — Ela pediu, enquanto o homem aproximava a cabeça imponente de seu pênis da entrada da vagina. Era como colocar uma maçã vermelha de frente para a boca de um peixe. — Espero não me arrepender disso…
— Então, se eu enfiar, vamos fazer um bebê.
— Não, bobo. Somos de espécies diferentes, além disso, não basta só enfiar. Você só faz, que estou com muito fogo.
Broly fez força e, como a garota garantiu, ele entrou, fazendo seus fluidos escorrerem pelos lados. A cabeça abriu caminho, dilatando as paredes vaginais no percurso, como uma mão entrando numa luva. No entanto, ele chegou ao fundo e ainda não havia entrado nem a metade. Com aquela penetração, da perspectiva dele, parecia que a garota tinha crescido uma terceira perna de cor escura. Cheelai estava mordendo o lábio, toda vermelha.Hmmisso mesmo, agora devagarinho, vai puxando pra trás e pra frente, pra trás e pra frente. — pediu ele, ofegante.
— Como você fez com a boca?
— Isso aí, Broly, imagina que minha buceta é minha boca, e você tem que encher e esvaziar até sair sua porra de novo.aaaahOlá! Estou aqui para traduzir seu conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro de forma natural e envolvente. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduzisse.gostosaaaaA cintura do guerreiro entrou em ação devagar, mas, conforme ele começou a curtir, talvez até mais que ela, a velocidade aumentou, invadindo sua fenda cada vez mais fundo, ganhando centímetros como se fosse uma invasão. Os gemidos de Cheelai começaram a preocupar o guerreiro.Aah, aaha, aaah, aaha, ah, uh, uh, uh, uuummm- Você está bem?
- Eu aguento, continua, continua. Você está bem? - Em seguida, ela fechou as pernas para prender os quadris do guerreiro como uma pinça. Queria ter um corpo maior para conseguir alcançar as nádegas do homem com as mãos; ver elas se tensionarem enquanto ele a enfiava devia ser um espetáculo.
- Está muito bom. - Respondeu o saiyajin, extremamente satisfeito. - É isso que pessoas que se amam fazem?
- É isso mesmo, Broly, e como eu te amo muito, vou deixar você fazer em mim também. Gostou da ideia? - Para ilustrar suas palavras, ela lhe deu um beijo molhado na boca, que ele recebeu com carinho.
- E o Leemo? Ele também mete em você?
- Claro que não, ele é um amigo... eu o amo de outro jeito. - Ele se surpreendeu com suas próprias palavras.
- Não sei se entendi.
- Primeiro me come, depois eu explico. - Ela se irritou. - Não estraga o clima com perguntas desnecessárias.
Sem se animar a aumentar a velocidade, Broly continuou ganhando terreno até que três quartos de seu monumento de carne se perdiam dentro de Cheelai; ele até notou que a barriga dela se levantava um pouco cada vez que ele se esforçava ao máximo. Aquilo não podia ser bom.
- Deita, agora eu vou por cima, quero que você me ponha em órbita no jato. - Ela disse, se desvencilhando do homem. Broly se deitou e observou como, à sua frente, sua amiga (ou talvez não mais) se sentava nele à vontade, controlando o ritmo e a intensidade do sexo. Agora só lhe restava aproveitar; sua companheira experiente cuidaria de tudo, ele só precisava curtir os sentados da morena, que chegava até a sentar completamente, formando uma protuberância em sua barriga.Ooh, aaha, ah, uh, aahisso é sim,aaha,oooh- Não quero te machucar, Cheelai, lembre-se que eu te amo.
Ela apoiou os pés no colchão, na altura do quadril do homem, e se deixou cair como um martelo, enfiando por completo aquele tremendo falo saiyajin. Até mesmo, fazendo o homem delirar de prazer, ela se virou, presenteando-o com a visão de sua bunda.
- Começa... a querer... sair de novo. - Ele a alertou, agarrando suas nádegas, maravilhado com a visão de toda a sua buceta desaparecendo e aparecendo, desaparecendo e aparecendo, como se sua amiga fosse apenas uma capa.Ahh,ahhdeixa... sair, deixa sair...gostosaaaa- Vem, vem, vem,ooofffghBroly obedeceu e, em poucos minutos, gozou, inundando cada milímetro do útero de Cheelai, que estava tão apertado em volta do pau dele que todo o conteúdo ficou preso lá dentro, até a última gota.OoohBroly, isso foi... isso foi foder, parabéns. - Parabenizo você toda suada pelo esforço, girando sem tirar de dentro. A garota se deitou sobre o corpo escultural dele para alcançar seus lábios e beijá-lo com mais paixão que nunca. Suas línguas se enroscaram como cobras até que Broly decidiu testar até onde poderia chegar em sua boquinha e a explorou quase até suas cordas vocais. Ela se deixou chupetear por minutos, enrolados ela sobre ele, depois ele sobre ela, sem parar de respirar um contra o outro e se beijar até o ponto de fazê-la tossir meio engasgada por um pouco de saliva que foi por onde não devia.
- Pronto para fazer amor comigo de volta? – Perguntou após 15 minutos de amassos, sentindo ele quase todo duro.
- Sim, tudo o que você quiser eu farei, Cheelai.
- Bom, vou fazer você recuperar todo o tempo perdido, podemos foder sem parar até o Leemo chegar.
- Quando o Leemo chegar, você vai foder com ele?
- Que nada! – Repreendeu ele entre risadas. - Existem amigos, amigos com benefícios, namorados, maridos... só amigos com benefícios e namorados transam. – Explicou, muito comovida pelo jeito dele.
- Nós somos o quê? – Expressou o saiyajin sobre ela, apontando seu pênis para a vulva pela segunda vez. Agora a garota tinha uma perna levantada apoiada no peito do homem.
- Amigos com benefícios podem transar com quem quiserem, namorados só entre si. – Resumiu, embora soubesse que podiam ter liberdades de acordo com os acordos do casal. - Se você quiser, podemos ser namorados. Eu adoraria ter você só para mim, Broly. E eu seria uma boa namorada e te ensinaria tudo o que você quisesse saber.
- Eu adoraria isso, Cheelai. Gosto muito de você. – Respondeu enfiando dentro dela naquela mistura de substâncias que tinha dentro, como uma colher mexendo um caldeirão.
- Eu também gosto de você, Broly.
Parte 3: O Jogo da Deusa
Ela teve que beliscar a própria pele para perceber que não estava sonhando. Depois de quatro dias de idílio ao lado do saiyajin, Cheelai acordou numa cama nova, num quarto de pedra enorme, com janelões que deixavam o sol entrar, rodeada de luxos e confortos dignos de um rei. Não fazia sentido.
- Broly… Broly, amor, acorda, tem alguma coisa errada. - Balançando o corpo dele pelo ombro.
O super guerreiro, depois de comer e transar sem parar, costumava cair em várias horas de sono pesado. Ela queria saber se ele via a mesma coisa, porque na noite anterior, depois de fazer amor, eles tinham deitado bem alimentados e felizes na cama da casa TerríBooty em Vampa. Agora estavam num quarto onde a casa caberia com folga, e a cama era o dobro de grande, tinha cobertores luxuosos com bordados de ouro e cabeceiras talhadas de algum tipo de madeira muito chique. Além disso, tudo cheirava a perfume e limpeza, qualidades que a casa TerríBooty tinha perdido.
Cheelai tomou coragem e se sentou, nua. Suas roupas não estavam no pé da cama como em Vampa, parecia que, de alguma forma, tinham acordado em outro lugar, em outro planeta.
Não parecia uma ilusão ou um jogo mental, o chão, as paredes de pedra, os livros da biblioteca e a madeira de uma mesa e suas cadeiras eram reais. Tudo parecia real, até o sol entrando por um janelão, banhando-a num calor que ela não sentia há semanas. Em Vampa, todo raio solar passava por quilômetros de nuvens tempestuosas, areia e gases sulfurosos. Ali, até dava pra ver aves lindas e multicoloridas voando.
Da outra janela, ela viu torres e muralhas de pedra finamente polidas. Devia estar numa construção antiga que, embora ela não soubesse, parecia um castelo medieval.
As bibliotecas continham livros de capa dura e pergaminhos com imagens bem sugestivas. Pareciam aqueles romances de paixão.
- Cheelai! Onde a gente tá? Que lugar é esse? - Broly se alarmou, acordando ao não senti-la ao lado (detalhe que a derretia) Esfregando os olhos com os punhos. - Sei lá! Acordei e a gente tava aqui - disse ela, convidando-o a se levantar. - E ainda por cima nem temos nossas roupas, não devíamos ter dormido pelados. - Como íamos saber que alguém ia nos transportar? Será que foi o Freeza ou o Kakaroto? - Não é o estilo deles, e duvido que o outro saiyajin saiba fazer truques de mágica, parecia mais da classe guerreira como você. Os dois caminharam pela sala, observando as janelas, os móveis, como dois bichinhos de estimação num terrário novo. O saiyajin se atreveu a morder uma maçã numa tigela de frutas sobre a mesa. Estava deliciosa. - Ooooh, comida da Terra, não acredito! - animou-se Cheelai, que se juntou ao seu parceiro num café da manhã silencioso. As frutas não duraram nem quinze minutos. - Bom, se temos conforto, uma cama luxuosa e comida, não pode ser tão ruim - refletiu ele, terminando uma banana. - Talvez nesses armários a gente encontre roupa. Andar assim pelados enquanto fazemos coisas do dia a dia tira a sensualidade dos nossos corpos. - Ficar pelado devia ser exclusivo pra quando fazemos amor, né? De fato, ao lado da cama, dois enormes armários antigos de madeira continham roupas transbordando, assim como um espelho na parte interna da porta. - É, mais ou menos. De qualquer forma tem uma porta e não vou sair por aí como cheguei ao mundo. Vamos ver o que encontramos. Tanto Broly quanto Cheelai encontraram roupas que serviam perfeitamente nos seus corpos. Ela optou por uma leggings de uma peça só, botas, uma jaqueta com capuz leve e alguns acessórios. Ele, percebendo que não tinha a orelha de Bah, vestiu uma calça de treino, uma regata larga e um tênis, ficando com uma cara de verdadeiro "terríBooty". - Não sei se estamos na moda, mas dá pra explorar o lugar de boa, vamos. A porta não abriu. Nem mesmo o Broly conseguiu girar a maçaneta. Ele começou a se esforçar enquanto os músculos se tensionavam e os azulejos do chão rangiam. - Ei, calma, não Eu quero que você fique louco, deve ter algum jeito de sair, além do mais, é óbvio que estamos sob algum efeito mágico. Se fosse uma porta normal trancada, você já teria conseguido abrir.
- Estamos trancados, com muitos confortos, mas trancados no fim das contas.
- Talvez pelas janelas, digo, se é vidro e você pode voar…Olá, meus convidados, fiquem à vontade para sentar, deitar, o que vocês quiserem...- Uma voz feminina ecoou de todas as direções, quase como se falasse diretamente em suas mentes.
- Quem é você? Onde estamos? - perguntou Cheelai, olhando para todos os lados enquanto Broly se interpunha. A loirinha não havia percebido que, no centro da sala, havia uma decoração circular e brilhante, como um cristal.
- Não consigo sentir nenhuma presença.Fica tranquilo. Não tem do que se preocupar, vocês não correm perigo nenhum...- O som voltou a ecoar com muita calma, apesar de esconder sua origem, o que deixou os pelos deles em pé.
- Você ainda não respondeu às nossas perguntas! – resmungou Cheelai, espiando por trás de Broly – Mesmo que o lugar seja lindo e agradeçamos o café da manhã, não é educado nos trazer contra nossa vontade.
- Calma, Cheelai, pode ser uma armadilha. Não sentir a presença deles e estar diante de truques mágicos pode tornar minha força inútil.
De fato, do cristal do chão emergiu uma imagem holográfica de forma arredondada, como uma bolha imensa. Mostrava um sujeito alto cercado por um círculo de luz, empunhando um cajado, acompanhado por uma gostosa magra de pele violeta, calças e expressão severa. De longe, pareciam divindades.Ele é Bills, o Deus da Destruição deste universo, e seu anjo, Wiss, junto com os Deuses da Destruição dos outros universos, se divertiram organizando um violento e sangrento espetáculo que chamaram de Torneio do Poder, onde o destino de 8 universos, inclusive este, foi colocado em jogo.As imagens mudavam rápido demais. Uma galeria de sujeitos de aparência temível desfilou na bolha, desde um androide colossal com um diabinho dentro dele, até uma divindade de várias caudas, eram os outros Deuses da Destruição e seus anjos. Também, todo tipo de lutadores brigando numa arena imensa em forma de trombo flutuando no meio do espaço. Como gladiadores, caíram abatidos e apareceram nas arquibancadas do torneio um por um. Por último, mostraram Kakaroto lutando junto com Freeza e Vegeta contra um cara de um poder colossal.
- Broly, esse aí parece você, só que careca e com cara de poucos amigos, e nada bonitão.
- Se o Freeza teve que deixar de lado sua maldade pra se juntar a eles, deve ter sido assustador. – E Broly estalou os nós dos dedos de inveja só de pensar em alguém assim, capaz de fazer o tirano esquecer as diferenças com eles.Foi uma barbaridade, um desfile de ódio e maldade... felizmente, um lutador desse universo com dois dedos de testa venceu.– Mostrando o 17 na esfera de luz, um garoto de cabelo liso e escuro que não parecia nada poderoso, mas sim astuto –Graças a ele, evitou-se o maior massacre de todos os tempos, desafiando os desígnios do próprio Deus de tudo: Xeno Sama, que com a desculpa do torneio pretendia eliminar universos excedentes.O casal assistiu horrorizado enquanto dois homenzinhos de cabeça ovalada, ao pressionarem um simples botão, condenavam milhões de seres vivos e seus mundos ao nada absoluto.Bills, ainda teve a cara de pau de organizar outro torneio junto com Champa, seu equivalente do universo 6, também brincam de esconde-esconde destruindo mundos no processo… É muito desagradável ver como todos se divertem, lutando, sangrando, destruindo, colocando em perigo a própria criação, brincando com forças superiores às deles como as Super Esferas do Dragão.- Esferas do Dragão? Você conhece? - Perguntou Cheelai.Falei, Super, Esferas do Dragão- Não entendo o que temos a ver com esse torneio que tanto te desagradou, nem como afeta eles ter vocês aqui trancados.Muito simples, saiyajin Broly, vocês dois, e outros convidados que trarei em breve, serão meu entretenimento pessoal aqui, no meu próprio universo, no meu castelo do prazer eterno. Vejam bem, decidi zombar dos Deuses que tanto mal fazem aos mortais com suas batalhas pessoais, com seus torneios patéticos e repetitivos, e comecei a trazer meus próprios campeões para me deleitarem com outro tipo de espetáculo.No holograma apareceu uma figura difusa, como se estivesse atrás de uma densa neblina, porém era nitidamente feminina, com cabelos volumosos e cacheados, estatura baixa e orelhas pontiagudas.Toda vez que se amarem no meu castelo, cada vez que se beijarem, que fizerem amor, toda essa energia amorosa vai me alimentar, a ponto de criar um mundo tão cheio de paixões e luxúria que as brigas, até as mais bobas, vão virar coisa do passado. Vou suprimir o desejo de lutar nos seres, vou apagar as guerras da memória, vou eliminar pela raiz as técnicas de combate, vou tornar os Deuses da Destruição obsoletos quando a paixão for uma forma de domínio universal.O desprezo na voz ao se referir às ações dos Deuses da Destruição era evidente. Nem Broly nem Cheelai entendiam completamente a que ela se referia com seu plano de reduzir a violência dos seres vivos; mesmo dito assim, não parecia algo ruim.
— Você é outra Deusa da Destruição?Não!- Fazendo os cabelos delas voarem com sua recusaMeu trabalho é tão importante quanto o de Bills ou dos Supremos Kaio Shin, e eu vou deixar isso bem claro quando minha força estiver no próximo nível, comparável à dos anjos. Como Deusa do Amor e da Fertilidade, se não fosse por mim, a criação que esses chatos tanto dizem amar não passaria de animais solitários condenados à extinção. Eu dei a eles o maior prazer que podem experimentar, que leva a vidas felizes, prazerosas e cheias de emoção... eu dei a eles o amor e o impulso de procriar.- Que tipo de entretenimento podemos te oferecer? - Perguntou Cheelai. - Somos só um casal que queria ficar em paz, mas agradeceríamos um banho quente. Não queremos nos meter nas suas brigas divinas.Muito entretenimento, querida, muito. Eles são um dos casais mais incríveis que conheci, e eu curti muito observando eles esses últimos dias. Agora, estando aqui, vocês poderão viver com total liberdade todas as suas fantasias e explorar todos os seus limites com naturalidade. Eu vou fornecer tudo que precisarem para tornar a estadia de vocês um prazer para todos, e no processo, esses desprezíveis Deuses da Destruição vão entender que a força bruta não é a única força a se temer.- Não somos seus bichinhos de estimação para você ficar nos observando... na intimidade! - Explodiu Cheelai. - Nada disso faz sentido, não temos nada a ver com o torneio, nem com outras divindades nem nada! Nos devolva a Vampa, onde estávamos em paz, ou o Leemo não vai conseguir nos encontrar, e pare de nos espiar!
- Então você viu tudo que fizemos juntos, Cheelai?
- Vi! Devo ter parecido uma puta! - Ela ficou escandalizada, especialmente ao lembrar que usou a língua para limpar o pau do Broly.Sério que vocês estão recusando todos os prazeres que estou oferecendo? Olhem ao redor, Cheelai, você virou ladra justamente para aproveitar as riquezas que nunca pôde conhecer. E você, Broly, que tanto deseja conhecer o mundo que por tantos anos desconheceu por estar preso, junto a um pai cruel que só te preparou para brigas e vingança como se fosse um cachorro, eu ofereço o conhecimento do mundo e muito mais dentro destas paredes infinitas... Ao lado da sua amada, vocês estarão seguros para realizar até as fantasias mais secretas. Não estou pedindo pouco em troca de tudo que lhes dou? Como podem ver, sou uma Deusa muito generosa.- Você promete conhecimento, mas não nos disse quem você é.Bom, já que os nomes são tão importantes... meu nome éZangya.

Obrigado por ler! No próximo capítulo, a protagonista é a de 18 anos! (já venho prometendo isso há um tempo, mas juro que é verdade, hehe) Se vocês curtiram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês gostam desse tipo de história e me animam a meter o pé!
Fanfics anteriores de DB:
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Tarados 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Tarados 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.htmlAulas de Anatomia com Cheelai 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769472/Fanfic-de-Dragon-Ball-Lecciones-de-anatomia-con-Cheelai.html
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