Gabriel, Selene, minha esposa e eu

Chegou a noite de sábado, tá chovendo e hoje os namorados decidiram ficar em casa depois do jantar. Parece que a chuva ferrou com os planos deles. Gabriel e Selene propõem ver um filme juntos e vão escolhendo, descartando uns por serem muito dramáticos ou comédias batidas, até que aparece um erótico, bem a cara deles, segundo a porcentagem de afinidade que a plataforma mede. Parece que nas vezes anteriores os dois se esquentavam vendo filmes parecidos. Fiquei meio incomodado ao pensar em ver cenas de sexo junto com nossa filha e o namorado dela, mesmo que não fosse explícito. Foi o que senti, mesmo sabendo que ela podia estar ligada que no fim de semana anterior a gente tinha ficado de olho neles enquanto trepavam na sala. Chamei pra tomar algo enquanto assistíamos e a Celi, minha esposa, o Gabriel e eu optamos por uísque. A Selene preferiu um gin tônica. Trouxe as garrafas, os copos, gelo, limão e soda pra não ter que levantar de novo durante o filme. Coloquei tudo na mesinha pra continuar servindo quando quiséssemos. Ajeitei nosso sofá, à esquerda do deles, e puxei ele um pouco mais pra trás com a desculpa de esticar as pernas. Não queria que, se rolasse algo, a gente ficasse na vista, e também que eles de alguma forma se sentissem observados, embora eu já soubesse que não ligavam muito. Começamos a ver o filme de boa e logo apareceram umas cenas pesadas. A Selene se mexeu um pouco pra encostar no Gabriel e não sei se achou que a gente não ia perceber ou não aguentou, e começou a acariciar o pau dele por cima da calça. De canto de olho, vimos o pau do Gabriel subindo e a gente começou a se esquentar também. Passei um braço no ombro da Celi e comecei a acariciar os peitos dela. Foquei nos bicos, isso deixa ela louca. Dei um beijo na boca dela e continuamos vendo o filme por um tempo sem prestar atenção em nada, só nos acariciando. Gabriel e Selene estavam no maior agarramento e isso nos esquentou ainda mais. Virei um pouco de costas pros meninos e meti a mão na buceta dela. palavra: buceta da Celi. Divertido e tesudo, continuei avançando e ela começou a passar a mão na minha cock. Todos nós tínhamos perdido o controle. Selene tinha tirado a cock do Gabriel e estava batendo uma pra ele, tentando disfarçar. Celi tinha se virado de lado, me oferecendo a Booty. Eu já tinha tirado a minha e tentava penetrar ela. Não podia ser o que estava acontecendo, tentei parar de algum jeito e falei algo sobre o filme ser pesado. Gabriel se virou e me olhou, fazendo um gesto pra eu calar a boca. O filho da puta queria continuar e sabia que eu não podia me opor ou falaria sobre o que rolava entre a gente. Como estávamos com a Celi, não dava pra levantar e sair, minha cock era um cacete impossível de esconder e a única coisa que ia abaixar ela era uma cum. Selene levantou pra pegar outro gin, parecia que também queria parar. Gabriel aproveitou pra arrastar o sofá e ficar à vista da gente. Selene sentou de novo e logo retomou o trabalho manual. Dava pra ver a cock grande e dura do Gabriel e a mão da Selene segurando metade do tronco venoso, subindo e descendo. Celi não tirava os olhos e começou a apertar mais com a buceta dela, fazendo um movimento de vai e vem que logo me fez gozar, soltando um som gutural que não consegui segurar. Com o Gabriel, um segundo depois, aconteceu a mesma coisa. Celi também gozou, mais de tesão do que pela roçada que eu dei. Selene, um segundo depois, acho que pelo mesmo motivo, embora com certeza estivesse se tocando. Nós quatro nos olhamos e quase na hora levantamos pra nos ajeitar, pegar outra dose e colocar os sofás mais perto um do outro. Eu estava todo melado e fui me limpar. Quando voltei, Celi tinha sentado do lado do Gabriel e Selene estava no sofá que a gente tinha ocupado com a mãe. Achei que era uma tentativa de parar com aquilo, pensar outra coisa me deixava doido. Sentei do lado da Selene e em alguns minutos estávamos de novo vendo o filme e esquentando de novo. Não sei se tanto pelo filme quanto pelo que tinha rolado. passado e o que imaginávamos que podia acontecer. Em poucos minutos, Celi começou a passar a mão no Gabriel e, quando eu tento reagir, Gabriel me para com o olhar, afinal, eu também tinha traído a Celi, e com ele. Não conseguia imaginar o que aconteceria se eu falasse. Selene coloca a mão na minha coxa para me segurar e começa a acariciar perto da minha pica. Sentir a mão de Selene roçando na minha pica me deixou mal, tentei tirar, e ela se agarrou mais; olhei pra ela, e ela colocou o dedo indicador nos lábios, mandando eu calar a boca. Parece que ela gostava de dividir o namorado com a mãe, sem se importar com o que eu, o pai dela, achava. Celi, pra minha surpresa, começou a chupar a pica do Gabriel, tava totalmente alucinada; num momento olhou pra mim e continuou como se nada. Eu tava fervendo de tesão, e Selene, olhando pra eles e pra minha pica querendo escapar, abaixou minha calça de moletom pra soltar ela. Eu baixei a cueca e ela pulou pra fora; senti um alívio pelo menos e não liguei que a Selene tivesse visto, já que a conhecia dos banhos em família. Mas Selene arregalou os olhos e, como se a mão dela fosse de ferro e minha pica um ímã, pegou nela. Não acreditava no que tava rolando! Quantas vezes a gente tomou banho junto! Mas nunca tinha visto ela assim, e ela começou a me masturbar. Eu tava em outra dimensão, vendo a Celi chupando a pica do Gabriel e ele empurrando a cabeça dela pela nuca até que ela, desesperada, subiu nele e começou a cavalgar. A gostosa tava gozando como nunca, e aquilo me pegava; eu também tava gozando vendo eles trepando e sentindo a mão de Selene me punhetando. De repente, num instante, senti ela começando a me chupar. Tava bêbado de luxúria, incapaz de fazer qualquer coisa além de gozar. Mal conseguia abrir os olhos pra ver a Celi subindo e descendo na pica do Gabriel e ele acariciando os peitos dela. Selene se tocava no clitóris e continuava me chupando. Acho que gozamos os quatro ao mesmo tempo num grito só. Ficamos exaustos, surpresos e assustados, mas sabendo que nossas vidas mudariam pra sempre.

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