Fui pro meu quarto, tava super tesuda, deitei na minha cama e comecei a bater uma pensando na minha mãe. Quando terminei, jorrei litros de porra. Fazia tempo que não gozava tanto, não sei se foi porque não transava muito com minha mina já que ela tava grávida, ou por causa do que tinha rolado com a minha mãe. Mas, de qualquer forma, me senti sujo por ter batido uma pensando na minha mãe. Passei a tarde toda e não vi minha mãe de novo até a noite. Eu tava no meu quarto jogando play, mas não conseguia me concentrar por causa do que minha mãe tinha me feito sentir aquela tarde. Mas eu falei pra mim mesmo que o que eu tava pensando era errado e que aquela mulher que tava me deixando tão excitado era minha mãe. Então decidi que ia ficar na minha e deixar tudo pra lá. Até que anoiteceu e chegou a hora do jantar. Minha mina já tinha chegado da casa dos meus sogros e meu pai do trabalho. Todo mundo tava em casa e fomos jantar na sala de jantar como de costume. Mas a única que não descia era minha mãe. Meu pai pediu pra empregada ir chamar ela, porque a gente não costumava comer sem que um dos quatro estivesse na mesa. E quando minha mãe desceu, ela veio vestida meio que assim...
Ela já não usava mais shorts assim em casa, então ao vê-la daquele jeito, me fez pensar que estava usando aquilo por minha causa, porque tinha gostado do que aconteceu à tarde e estava me seduzindo. A pica ficou duríssima, nunca tinha acontecido comigo de só de ver uma mulher a pica ficar a ponto de explodir, e naquele dia já tinha acontecido duas vezes com a minha mãe. Naquele momento, pensei que tinha que fazer ela minha, tipo, literalmente naquela hora decidi que ia seduzi-la ou sei lá, mas queria que todo aquele corpinho que a minha mãe tinha fosse só meu. A janta passou e só trocamos poucas palavras porque senti minha mãe meio distante. Conversamos sobre o que cada um fez durante o dia e fomos dormir. No dia seguinte já era quinta, faltava só um dia para eu ir para a Espanha com a minha namorada. Todo mundo começou a se arrumar para ir ao clube para a despedida. Antes, eu disse ao meu pai e à minha namorada que ia cobrar uns negócios que me deviam e que depois os encontraria no clube. Vi minha mãe e ela estava radiante, uff. Cumprimentei ela normal, com um beijo no rosto, e falei que a gente se via mais tarde no clube. Fui resolver os meus pepinos e quando cheguei no clube, todos os meus parentes estavam lá, meus sogros, a pouca família que a minha namorada tinha na Colômbia e os amigos. Todo mundo bebia e curtia o momento. Cheguei, cumprimentei todo mundo e fiquei um tempo com a Estefani conversando na piscina. Perguntei pela minha mãe e ela disse: Minha namorada: "Ela tá no banheiro, amor" Eu: "Ah, ok, amor" Minha namorada: "Aliás, ela tá usando um biquíni que fica muito lindo nela" Eu fiquei sentado esperando ela sair do banheiro pra ver ela de novo naquele biquíni que ficava uma delícia, mas ela nunca saiu. Meu pai me chamou pra ajudar com a churrasqueira. Quando voltei pra piscina, minha mãe estava se banhando e estava assim:
Caralho! Queria comer ela ali mesmo, tava uma delícia demais! Ela me viu e veio me cumprimentar com um beijo na bochecha.
Minha mãe: Oi filho, chegou.
Eu: Oi mãe, sim.
Minha mãe: Como foi?
Eu: Tudo bem, mãe.
Minha mãe: Que bom, meu amor. Eu queria começar meu plano de conquistar ela ou avançar alguma coisa antes de ir pra Espanha, e falei:
Eu: Cê tá linda, mãe, te falei que cê tava muito gostosa naquele biquíni, né?
Minha mãe: Sim filho, ontem cê não lembra? Kkk além disso, cê tava certo, seus tios falaram que eu tô bem.
Eu: Que estranho eles te elogiarem, mas nem fodendo falam isso na frente do meu pai ou na minha.
Minha mãe: Kkk normal filho, eles são irmãos do seu pai, pelo amor de Deus. Eu fiz cara de ciúme, de que tava puto.
Eu: Sim, claro.
Minha mãe: Cê tá com ciúme? Kkk
Eu: Claro que me irrita outros caras te olhando e te elogiando.
Minha mãe: Kkk sério? Bom, de qualquer jeito cê não vai poder fazer nada porque vai pra Espanha e vai me deixar sozinha. Ela tinha razão, porque no dia seguinte eu já ia viajar pra Espanha. Queria dizer que ela me encantava e que eu seria capaz de cancelar a viagem por ela, mas mentira, não era capaz de fazer isso. Naquele momento, queria pelo menos avançar com um roçado ou algo, mas não dava porque tinha um monte de gente ao redor da gente. Ela entrou na piscina e me falou pra trocar de roupa e entrar também. Eu ia entrar, mas não era conveniente na hora porque os únicos na piscina eram as crianças, minha tia e minha mãe, que tavam brincando com eles. Fui sentar do lado da minha namorada e dos meus sogros pra pensar como podia avançar com minha mãe. Minha namorada e meus sogros falavam comigo, e eu só respondia "sim" sem prestar atenção em nada, quando de repente todo mundo começou a entrar na piscina e ela já tava quase cheia. Meu pai entrou e foi até onde minha mãe tava e abraçou ela. Eu, de fora, tava puto com aquela situação, já não me importava que era meu pai, só pensava que ele tava com a minha mãe. Mamãe e isso me irritava. Minha namorada me viu muito sério e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que nada, e ela falou: "Por que você não entra na piscina e curte também, igual todo mundo?" Eu aceitei, me troquei, entrei na piscina. Minha mãe estava com meu pai, não podia fazer nada, e o dia já estava acabando. Agora o desesperado era eu. Quando minha mãe me viu chegando perto, ela disse: "Vem, filho, finalmente você entrou." Eu ainda estava puto e não conseguia chegar perto dela por causa do meu pai, até que um dos meus tios sugeriu um jogo de luta na água — não lembro o nome, mas a parada era carregar a mina no pescoço e começar a lutar; quem caísse primeiro perdia. Minha mãe queria jogar e pediu pro meu pai carregar ela, mas ele já não aguentava essas coisas. Já eu, sim. Meu pai me chamou e disse: "Me ajuda a carregar sua mãe, porque eu não consigo e já quero sair da piscina." Eu falei: "Beleza, pode sair que eu cuido da minha mãe." Enquanto esperávamos os dois primeiros casais lutarem pra gente entrar, minha mãe chegou perto e disse: "Filho, vamos ganhar." Eu: "Claro que sim, mãe." Minha mãe tava muito feliz naquele dia. Me deu um beijo na bochecha e ficou na minha frente. Eu aproveitei e agarrei ela pela cintura. Com todo aquele movimento na água, gente pulando e gritando, eu fui baixando a mão devagar da cintura até a bunda dela. Uff, era a primeira vez que eu pegava no cu da minha mãe, e ainda por cima pelado. Ela não falou nada ou não prestou atenção, porque só queria jogar. Enquanto isso, eu concentrado em apalpar a bunda da minha mãe, e saber que ao redor estavam minha mulher e meu pai — isso me excitava ainda mais. Até que chegou a hora de jogar. Carreguei minha mãe no pescoço, sentia a buceta dela no meu pescoço. A pika tava quase saindo do short de novo. Jogamos mais de 5 partidas e ganhamos todas. No final, minha mãe desceu feliz porque não perdemos nenhuma, e se jogou em cima de mim, e eu... carreguei, eu tava com a pica quase explodindo de tanta excitação e quando tava pagando pra ela, ela sentiu toda a minha pica no esplendor. Eu carreguei ela pela cintura e minha pica ficou no meio das bundonas dela, ela agia como se nada tivesse acontecendo ali embaixo.
Minha mãe: Ganhamos, meu love! Não aguentaram com a gente, haja.
Eu: Sim, mãe, não aguentaram, haja.
Já tava apertando ela mais contra mim porque a excitação não me deixava pensar nem fazer as coisas direito, então carreguei de novo e dessa última vez fiz ela literalmente sentar na minha pica.
Minha mãe: Uai, Alejandro, que é isso que eu sinto ali embaixo?
Eu: Hahaha, desculpa, mãe, é que toda vez que tenho uma mulher tão gostosa quanto você perto de mim, fica assim.
Nesse momento ela me olhou nos olhos, surpresa com o que eu tinha dito, e ficou vermelha.
Minha mãe: Ha ha, muito engraçado, me solta, por favor.
Eu não ia soltar ela porque me sentia no céu, e pelo tom que ela falou não parecia que tava brava nem nada, a única coisa que fez foi virar a cabeça pra ver se alguém tava olhando.
Eu: Fica tranquila, mãe, ninguém tá vendo a gente, haja.
Ficamos uns 3 minutos nessa posição, ela sentada na minha pica pedindo pra eu "baixar" ela, até que minha namorada chamou a gente pra comer. Aí minha mãe falou num tom sério pra eu baixar ela. Eu baixei, e quando ela tava se afastando, ela disse:
Minha mãe: Você cresceu bastante ali embaixo pelo que vejo, não puxou seu pai.
Eu: Mãe, se você me fala isso, menos vai baixar, haja.
Minha mãe: Que engraçadinho, Alejandro.
Ela tava se afastando pra sair da piscina e eu segurei a mão dela e falei:
Eu: Mãe, espera um momento.
Minha mãe: Agora o quê, Alejandro?
Já que ela tinha comentado algo sobre minha pica, eu aproveitei pra inventar algo e ir ainda mais longe.
Eu: Já que você começou a falar sobre o meu...
Minha mãe: Sobre o seu o quê?
Eu: Sobre o meu pau.
Minha mãe: Sim, e daí? Fala rápido que a Estefani já tá chamando a gente.
Vi na cara dela que tava interessada no que eu ia contar sobre minha pica, e isso tava me deixando louco.
Eu: O que acontece é que... Algo apareceu no meio das minhas bolas e do meu pau.
Minha mãe: Alguma coisa como o quê, filho?
Eu: Sei lá, é tipo um caroço.
Minha mãe: E isso tá te preocupando?
Eu: Óbvio, mãe, é que apareceu esses dias e quando o pau fica duro, o caroço incha um pouco e isso me assusta.
Minha mãe: Bom, querido, fala com a Estefani pra ela dar uma olhada e te dar a opinião dela.
Eu: Já, ela viu e não sabe o que é. Será que você pode dar uma olhada e me dar sua opinião?
Minha mãe: O quê? Não, filho, isso me parece meio estranho.
Eu: Normal, mãe, é só me dar sua opinião, é que tô preocupado pra caralho.
Minha mãe: Bom, tá bem, amanhã em casa eu vejo.
Eu: Não, mãe, tem que ser hoje. Lembra que amanhã vou pra Espanha?
Minha mãe: Cê acha que eu esqueci disso, Alejandro? Ela falou com cara de brava.
Eu: Desculpa, mãe, só tava falando.
Minha mãe: Bom, hoje eu vejo, mas sem pressa.
Eu: E se a gente for no banheiro e você der uma olhada logo?
Minha mãe: Tô te falando que é sem pressa. Quando chegar em casa, eu vejo o caroço.
Continua...
Ela já não usava mais shorts assim em casa, então ao vê-la daquele jeito, me fez pensar que estava usando aquilo por minha causa, porque tinha gostado do que aconteceu à tarde e estava me seduzindo. A pica ficou duríssima, nunca tinha acontecido comigo de só de ver uma mulher a pica ficar a ponto de explodir, e naquele dia já tinha acontecido duas vezes com a minha mãe. Naquele momento, pensei que tinha que fazer ela minha, tipo, literalmente naquela hora decidi que ia seduzi-la ou sei lá, mas queria que todo aquele corpinho que a minha mãe tinha fosse só meu. A janta passou e só trocamos poucas palavras porque senti minha mãe meio distante. Conversamos sobre o que cada um fez durante o dia e fomos dormir. No dia seguinte já era quinta, faltava só um dia para eu ir para a Espanha com a minha namorada. Todo mundo começou a se arrumar para ir ao clube para a despedida. Antes, eu disse ao meu pai e à minha namorada que ia cobrar uns negócios que me deviam e que depois os encontraria no clube. Vi minha mãe e ela estava radiante, uff. Cumprimentei ela normal, com um beijo no rosto, e falei que a gente se via mais tarde no clube. Fui resolver os meus pepinos e quando cheguei no clube, todos os meus parentes estavam lá, meus sogros, a pouca família que a minha namorada tinha na Colômbia e os amigos. Todo mundo bebia e curtia o momento. Cheguei, cumprimentei todo mundo e fiquei um tempo com a Estefani conversando na piscina. Perguntei pela minha mãe e ela disse: Minha namorada: "Ela tá no banheiro, amor" Eu: "Ah, ok, amor" Minha namorada: "Aliás, ela tá usando um biquíni que fica muito lindo nela" Eu fiquei sentado esperando ela sair do banheiro pra ver ela de novo naquele biquíni que ficava uma delícia, mas ela nunca saiu. Meu pai me chamou pra ajudar com a churrasqueira. Quando voltei pra piscina, minha mãe estava se banhando e estava assim:
Caralho! Queria comer ela ali mesmo, tava uma delícia demais! Ela me viu e veio me cumprimentar com um beijo na bochecha. Minha mãe: Oi filho, chegou.
Eu: Oi mãe, sim.
Minha mãe: Como foi?
Eu: Tudo bem, mãe.
Minha mãe: Que bom, meu amor. Eu queria começar meu plano de conquistar ela ou avançar alguma coisa antes de ir pra Espanha, e falei:
Eu: Cê tá linda, mãe, te falei que cê tava muito gostosa naquele biquíni, né?
Minha mãe: Sim filho, ontem cê não lembra? Kkk além disso, cê tava certo, seus tios falaram que eu tô bem.
Eu: Que estranho eles te elogiarem, mas nem fodendo falam isso na frente do meu pai ou na minha.
Minha mãe: Kkk normal filho, eles são irmãos do seu pai, pelo amor de Deus. Eu fiz cara de ciúme, de que tava puto.
Eu: Sim, claro.
Minha mãe: Cê tá com ciúme? Kkk
Eu: Claro que me irrita outros caras te olhando e te elogiando.
Minha mãe: Kkk sério? Bom, de qualquer jeito cê não vai poder fazer nada porque vai pra Espanha e vai me deixar sozinha. Ela tinha razão, porque no dia seguinte eu já ia viajar pra Espanha. Queria dizer que ela me encantava e que eu seria capaz de cancelar a viagem por ela, mas mentira, não era capaz de fazer isso. Naquele momento, queria pelo menos avançar com um roçado ou algo, mas não dava porque tinha um monte de gente ao redor da gente. Ela entrou na piscina e me falou pra trocar de roupa e entrar também. Eu ia entrar, mas não era conveniente na hora porque os únicos na piscina eram as crianças, minha tia e minha mãe, que tavam brincando com eles. Fui sentar do lado da minha namorada e dos meus sogros pra pensar como podia avançar com minha mãe. Minha namorada e meus sogros falavam comigo, e eu só respondia "sim" sem prestar atenção em nada, quando de repente todo mundo começou a entrar na piscina e ela já tava quase cheia. Meu pai entrou e foi até onde minha mãe tava e abraçou ela. Eu, de fora, tava puto com aquela situação, já não me importava que era meu pai, só pensava que ele tava com a minha mãe. Mamãe e isso me irritava. Minha namorada me viu muito sério e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que nada, e ela falou: "Por que você não entra na piscina e curte também, igual todo mundo?" Eu aceitei, me troquei, entrei na piscina. Minha mãe estava com meu pai, não podia fazer nada, e o dia já estava acabando. Agora o desesperado era eu. Quando minha mãe me viu chegando perto, ela disse: "Vem, filho, finalmente você entrou." Eu ainda estava puto e não conseguia chegar perto dela por causa do meu pai, até que um dos meus tios sugeriu um jogo de luta na água — não lembro o nome, mas a parada era carregar a mina no pescoço e começar a lutar; quem caísse primeiro perdia. Minha mãe queria jogar e pediu pro meu pai carregar ela, mas ele já não aguentava essas coisas. Já eu, sim. Meu pai me chamou e disse: "Me ajuda a carregar sua mãe, porque eu não consigo e já quero sair da piscina." Eu falei: "Beleza, pode sair que eu cuido da minha mãe." Enquanto esperávamos os dois primeiros casais lutarem pra gente entrar, minha mãe chegou perto e disse: "Filho, vamos ganhar." Eu: "Claro que sim, mãe." Minha mãe tava muito feliz naquele dia. Me deu um beijo na bochecha e ficou na minha frente. Eu aproveitei e agarrei ela pela cintura. Com todo aquele movimento na água, gente pulando e gritando, eu fui baixando a mão devagar da cintura até a bunda dela. Uff, era a primeira vez que eu pegava no cu da minha mãe, e ainda por cima pelado. Ela não falou nada ou não prestou atenção, porque só queria jogar. Enquanto isso, eu concentrado em apalpar a bunda da minha mãe, e saber que ao redor estavam minha mulher e meu pai — isso me excitava ainda mais. Até que chegou a hora de jogar. Carreguei minha mãe no pescoço, sentia a buceta dela no meu pescoço. A pika tava quase saindo do short de novo. Jogamos mais de 5 partidas e ganhamos todas. No final, minha mãe desceu feliz porque não perdemos nenhuma, e se jogou em cima de mim, e eu... carreguei, eu tava com a pica quase explodindo de tanta excitação e quando tava pagando pra ela, ela sentiu toda a minha pica no esplendor. Eu carreguei ela pela cintura e minha pica ficou no meio das bundonas dela, ela agia como se nada tivesse acontecendo ali embaixo.
Minha mãe: Ganhamos, meu love! Não aguentaram com a gente, haja.
Eu: Sim, mãe, não aguentaram, haja.
Já tava apertando ela mais contra mim porque a excitação não me deixava pensar nem fazer as coisas direito, então carreguei de novo e dessa última vez fiz ela literalmente sentar na minha pica.
Minha mãe: Uai, Alejandro, que é isso que eu sinto ali embaixo?
Eu: Hahaha, desculpa, mãe, é que toda vez que tenho uma mulher tão gostosa quanto você perto de mim, fica assim.
Nesse momento ela me olhou nos olhos, surpresa com o que eu tinha dito, e ficou vermelha.
Minha mãe: Ha ha, muito engraçado, me solta, por favor.
Eu não ia soltar ela porque me sentia no céu, e pelo tom que ela falou não parecia que tava brava nem nada, a única coisa que fez foi virar a cabeça pra ver se alguém tava olhando.
Eu: Fica tranquila, mãe, ninguém tá vendo a gente, haja.
Ficamos uns 3 minutos nessa posição, ela sentada na minha pica pedindo pra eu "baixar" ela, até que minha namorada chamou a gente pra comer. Aí minha mãe falou num tom sério pra eu baixar ela. Eu baixei, e quando ela tava se afastando, ela disse:
Minha mãe: Você cresceu bastante ali embaixo pelo que vejo, não puxou seu pai.
Eu: Mãe, se você me fala isso, menos vai baixar, haja.
Minha mãe: Que engraçadinho, Alejandro.
Ela tava se afastando pra sair da piscina e eu segurei a mão dela e falei:
Eu: Mãe, espera um momento.
Minha mãe: Agora o quê, Alejandro?
Já que ela tinha comentado algo sobre minha pica, eu aproveitei pra inventar algo e ir ainda mais longe.
Eu: Já que você começou a falar sobre o meu...
Minha mãe: Sobre o seu o quê?
Eu: Sobre o meu pau.
Minha mãe: Sim, e daí? Fala rápido que a Estefani já tá chamando a gente.
Vi na cara dela que tava interessada no que eu ia contar sobre minha pica, e isso tava me deixando louco.
Eu: O que acontece é que... Algo apareceu no meio das minhas bolas e do meu pau.
Minha mãe: Alguma coisa como o quê, filho?
Eu: Sei lá, é tipo um caroço.
Minha mãe: E isso tá te preocupando?
Eu: Óbvio, mãe, é que apareceu esses dias e quando o pau fica duro, o caroço incha um pouco e isso me assusta.
Minha mãe: Bom, querido, fala com a Estefani pra ela dar uma olhada e te dar a opinião dela.
Eu: Já, ela viu e não sabe o que é. Será que você pode dar uma olhada e me dar sua opinião?
Minha mãe: O quê? Não, filho, isso me parece meio estranho.
Eu: Normal, mãe, é só me dar sua opinião, é que tô preocupado pra caralho.
Minha mãe: Bom, tá bem, amanhã em casa eu vejo.
Eu: Não, mãe, tem que ser hoje. Lembra que amanhã vou pra Espanha?
Minha mãe: Cê acha que eu esqueci disso, Alejandro? Ela falou com cara de brava.
Eu: Desculpa, mãe, só tava falando.
Minha mãe: Bom, hoje eu vejo, mas sem pressa.
Eu: E se a gente for no banheiro e você der uma olhada logo?
Minha mãe: Tô te falando que é sem pressa. Quando chegar em casa, eu vejo o caroço.
Continua...
2 comentários - O verdadeiro amor da minha vida 2
Necesito la tercera parte cuánto antes