Bom, já faz muitos anos, na escola. Eu tava andando pela sala vazia, só tinha eu e um amigo, além da Lola, minha namorada, que um ano antes tinha sido namorada do John, o colega que tava conversando comigo na sala. Ele me levou pro canto da sala, na entrada, onde a porta nos escondia e o meu colega do outro lado não conseguia ver nada.
Lola começou a me beijar de um jeito muito quente, muita saliva e língua. Jhon continuava com a conversa fiada dele, quando a Lola sussurrou no meu ouvido: "quero te chupar". Eu ainda nem tinha me recuperado do que ouvi, quando ela já estava mamando minha pica. Nem ouvi o zíper abrir. Eu só conseguia responder ao Jhon com monossílabos, porque, tenho que admitir, a Lola era uma chupadora profissional. Só consegui levantar o rostinho dela e sussurrar no ouvido dela pra fazer de pé, porque eu queria acariciar a bunda dela enquanto ela fazia aquilo.
A verdade é que naquela época eu era muito ciumento e me incomodava a ideia de dividir minha parceira, a ideia de fazer ménage não me agradava, nem mesmo que olhassem pra ela fazendo qualquer coisa. Hoje já sou mais consciente das necessidades da minha parceira, então essas coisas não me incomodam mais. Por isso, não o convidei pra aproveitar as deliciosas boquetas que minha namorada era capaz de fazer. Eu dedilhava o cuzinho dela, lubrificado com os próprios sucos vaginais dela. Quando não aguentei mais e enchi a boca dela, ela engoliu tudo, se levantou e disse: "Adoro sua pica", e se inclinou de novo pra limpar o que restou. Quando terminou, só foi embora. O pobre idiota do John nunca aproveitou tudo de gostoso que ela podia dar. O máximo que ele fez, segundo a Lola, foi tocar num dos peitos dela, e por cima da roupa, haha, e só porque ela levou a mão dele. Ele perdeu essa chance. Eu nunca me cansava de fazê-la gozar de qualquer jeito, sempre amei ver como ela se molhava toda.
Lola começou a me beijar de um jeito muito quente, muita saliva e língua. Jhon continuava com a conversa fiada dele, quando a Lola sussurrou no meu ouvido: "quero te chupar". Eu ainda nem tinha me recuperado do que ouvi, quando ela já estava mamando minha pica. Nem ouvi o zíper abrir. Eu só conseguia responder ao Jhon com monossílabos, porque, tenho que admitir, a Lola era uma chupadora profissional. Só consegui levantar o rostinho dela e sussurrar no ouvido dela pra fazer de pé, porque eu queria acariciar a bunda dela enquanto ela fazia aquilo.
A verdade é que naquela época eu era muito ciumento e me incomodava a ideia de dividir minha parceira, a ideia de fazer ménage não me agradava, nem mesmo que olhassem pra ela fazendo qualquer coisa. Hoje já sou mais consciente das necessidades da minha parceira, então essas coisas não me incomodam mais. Por isso, não o convidei pra aproveitar as deliciosas boquetas que minha namorada era capaz de fazer. Eu dedilhava o cuzinho dela, lubrificado com os próprios sucos vaginais dela. Quando não aguentei mais e enchi a boca dela, ela engoliu tudo, se levantou e disse: "Adoro sua pica", e se inclinou de novo pra limpar o que restou. Quando terminou, só foi embora. O pobre idiota do John nunca aproveitou tudo de gostoso que ela podia dar. O máximo que ele fez, segundo a Lola, foi tocar num dos peitos dela, e por cima da roupa, haha, e só porque ela levou a mão dele. Ele perdeu essa chance. Eu nunca me cansava de fazê-la gozar de qualquer jeito, sempre amei ver como ela se molhava toda.
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