Com a permissão da Dani, Dom Rômulo começou a apertar os peitos dela com mais entusiasmo, as mãos enrugadas mal cobriam os seios bem formados da jovem, enquanto sussurrava no ouvido dela como eram macios e gostosos. Cada aperto que sentia nos seios a deixava mais excitada, sentir mais uma vez aquelas mãos enrugadas nos peitos a esquentava, ela adorava como aquele velho tratava eles com tanta força, como se fosse a última vez que os teria nas mãos. De repente, sentiu aqueles dedos habilidosos tocarem seu abdômen liso e, de uma vez, se enfiarem dentro da blusa dela, com a intenção de subir e tomar conta daquelas melancias, o que fez com que ela automaticamente se cobrisse, impedindo o caminho. — Vamos, deixa eu pegar elas sem nada por cima — Ahhhh nãooo ahhhhhhhh — Vai, neném, sei que você quer que eu continue pegando, vamos, tira as mãos — ele disse isso enquanto passava suavemente o rosto enrugado pelo pescoço da Dani, fazendo com que ela cedesse. — Ahhhhhhh tá bom maaaas trata elas com carinho por favoooor ahhh — disse Daniela mordendo o lábio inferior para não soltar um gemido forte. Dom Rômulo começou a esfregar os bicos dos peitos da Dani com o dedo indicador e o polegar, aos poucos alternando entre apertar e puxar de leve. — Tá gostando de como eu tô pegando elas? — Uiiii sim, mas faz devagarzinho que são sensíveis — Fica tranquila, peituda, eu sei como tratar. De agora em diante, essas melancias gostosas são minhas, tá claro? — Ahhhh seu Rômuuulo eu não... — Tá claro? — disse puxando os bicos dos peitos dela de novo — Aiiii tá bom, seu Rômulo, são suaas, só suaas. — Hmm não acredito, melhor me dizer na cara — Dito isso, virou a jovem e a colocou de frente para ele. A moça tentou desviar o rosto, mas ele com as mãos a colocou de novo frente a frente, mostrando de perto o rosto horrível, envelhecido e marcado pelo tempo e pela vida difícil. — Ahhhh seu Rômulo, espera, eu... — Fala, peituda, essas tetas agora são minhas? — disse apertando firmemente os dois peitos dela. - Uff, siiiim, Don, são seus, pode fazer o que quiser com elas.
— Tem certeza? E se eu der vontade de apertar essas laranjas na rua, você vai deixar?
— Ahhh sim, Donzinho, vou deixar você pegar nos meus peitos na rua se quiser, uff, contanto que não tenha gente.
— E você vai se deixar apalpar só com as pessoas que eu mandar, tá claro?
— Uff, mas Don, eu só quero que o senhor me pegue, ahhh.
— Agora seus peitos são meus, você mesma disse, então eu decido se vou dividir essas tetas com outras pessoas, entendeu?
— Ahhhh, mmmfff, tá... tá bem, Don, vou fazer tudo que o senhor mandar.
— Assim que se fala, vagabunda. Agora quero que você me amamente com essas tetas gostosas suas.
Daniela obedeceu, pegou a cabeça do velhote e tentou levá-la até o seio direito, mas ele parou e disse:
— Não, assim não. Quero que me amamente direito. Vamos pro sofá e faz direito.
Daniela ficou surpresa com as novas exigências do velho. Lembrava como outras pessoas pediam permissão até pra botar a mão no ombro dela, e esse velho vinha com toda cara de pau fazer o que bem entendia. E o pior é que ela ia obedecer sem dar desculpa nenhuma. No fim das contas, a pobre universitária não tinha escolha.
Saíram da cozinha e foram pro sofá marrom, que não tinha comparação com o da casa do velho. Ela se acomodou primeiro e depois colocou a cabeça de Dom Rômulo no colo. O velhote podia sentir a maciez daquela pele, tinha uma vista privilegiada daquelas laranjas suculentas. Dali, viu a gostosa jovem começar a levantar a blusa, deixando um dos peitos inchados aparecer. Ela pegou o próprio peito com a mão e levou até a boca do velho, enfiando o mamilo já duro, de cor creme, entre os lábios ressecados dele.
O nojento se deliciou sugando com força, disse pra Daniela se inclinar um pouco pra ter acesso aos dois peitos, e quando conseguiu, tentou enfiar os dois mamilos na boca, apertando eles com força com os lábios, o que fez a Dani soltar um gemido forte, já que os peitos dela estavam recebendo a grosseria que ela tinha fantasiado nas últimas semanas. — Que tetas gostosas você tem, mamasota, logo vou fazer sair leite dos dois peitos — uffff siiiim, seu Rômulo, chupa mais forte ahhhhhh, faz o que quiser com elas, são suas! — Quer que eu faça suas peitudas produzirem leite? — ele falava isso enquanto enfiava o peito direito da Dani na boca nojenta dele de novo — ahhhhhh mmmmf siiiim, faz elas produzirem leite, por favor, e… e eu vou amamentar você todas as vezes que quiser — assim será então, peituda, sabia que você era uma puta fogosa, meu pau tá quase explodindo, tira ele e faz uma boa punheta pra mim. Dani olhou praquele volume que lutava pra se soltar, sabia que não devia fazer aquilo porque provavelmente não teria volta, mas queria sentir aquela ferramenta grossa de novo, então, timidamente, levou a mão até aquele lugar pra começar a abaixar o zíper daquela calça suja e mexer na cueca dele como conseguia. Seu Rômulo, sem largar o peito da novinha, perdia a paciência porque Daniela tava demorando pra soltar aquele pau da calça, então, num movimento brusco, ele mesmo abaixou a calça até os joelhos, liberando o membro ereto, aquele que não deixou a Dani dormir nos últimos dias. A novinha viu que era exatamente como lembrava, aquela grossura não tinha comparação com a piroca do namorado dela, e sem o velho falar nada, ela agarrou aquela barra quente pra sentir o volume mais uma vez. O velho se sentia no céu, tava sendo amamentado por uma novinha escultural enquanto ela segurava o pau dele. no sofá onde, com certeza, o casal feliz sempre se sentava pra ver algum filme ou passar o tempo. —vai, gatinha, começa a mexer a mão. Daniela obedeceu e, timidamente, começou a subir e descer a mão, enquanto olhava praquele membro começando a soltar um pouco de líquido pré-seminal. —a... assim? —mais forte, bunda gostosa, faz igual você fez naquele dia. Dani entendeu o recado e passou a mover a mão com mais força, fazendo o velho se contorcer de prazer e chupar com mais vontade os peitos da garota. —o senhor gosta quando eu faço assim? —ohhhhh, você tá começando a pegar o jeito. continua mexendo a mão assim e vem pra cá — dito isso, soltou o seio da jovem e tentou alcançar os lábios finos da menina, que virou o rosto na hora, negando o que ele queria, fazendo com que ele se enfurecesse.
—Não, don, isso não, não quero beijar ele.
—Mas que porra você tá falando, garota? Você teve meu pau inteiro na sua boca outro dia e agora tá com medo de um beijinho?
—Mas, don...
—Agora você vai ter que vir atrás dos meus lábios. Faz logo ou vou parar de chupar seus peitos e te deixar toda molhada.
—Nãoooo, don Rômulo, não fica assim.
—Então me traz esses lábios gostosos seus. Se comporta como a puta que você é.
A menina não tinha outra escolha. O velho tinha razão, o tesão dela tava vencendo de novo. Dessa vez ela cedeu bem mais rápido, e o motivo era simples: a novinha queria continuar se divertindo e não ficar na vontade como no outro dia, senão ia passar a noite toda se tocando de novo.
Já com o tesão no talo e deixando a vergonha de lado, a menina levou o rostinho lindo até os lábios dele. Mas quando fechou os olhos pra dar um beijo suave, o nojento virou o rosto, surpreendendo Daniela — ele tinha recusado o beijo, algo que nunca tinha acontecido quando ela tomava a iniciativa.
—Don, não se mexe.
—Você me recusou, o justo é eu fazer o mesmo — ele disse, se fazendo de vítima.
—Me desculpa, prometo que não vou te recusar de novo.
—Não sei se acredito em você, rabuda.
—Tô falando a verdade.
A menina aproximou o rosto de novo, mas o velho recusou outra vez, ferindo o orgulho dela — agora tinha sido rejeitada duas vezes.
—Don Rômulo, não seja assim. Prometo que não vou te recusar um beijo nunca mais. De agora em diante, meus lábios são seus.
—Tem certeza, gostosa?
—Sim, don. O senhor vai poder me beijar quando quiser... bom, desde que estejamos a sós e...
Daniela não conseguiu terminar a frase. O velho atacou aqueles lábios macios e se entregaram num beijo apaixonado que a menina permitiu. Ele aproveitou e meteu a língua em todos os cantos, fazendo Dani corresponder do mesmo jeito — primeiro tímida, mas depois acompanhando o ritmo até o beijo ficar intenso. pareceu o de uns verdadeiros amantes que não se viam há muito tempo. — que lábios gostosos você tem, mocinha — você também beija muito gostoso Os beijos continuaram por uns dois minutos, Dani sentiu aquela língua babada percorrer toda sua boquinha, a menina ao fazer o mesmo sentiu que o velho estava faltando alguns dentes e o hálito dele era horrível, de alguma forma isso a excitou mais e ela deixou o velho encher sua cara de baba para de novo se fundirem em um novo e apaixonado beijo onde ele não parava de massagear os peitos dela e ela não parava de masturbá-lo, em um momento ela parou de beijá-lo para pedir algo que ia deixar o velho chocado — ahhh seu... vamos... vamos fazer de novo o que fizemos outro dia — do que você tá falando, gostosa? — uff já sabe... aquela parada onde eu tava por cima apesar de tudo que tinha acontecido, a menina tinha um pouco de vergonha de pedir pra fazerem o 69 de novo, claro que o velho tinha sacado na hora do que a Dani tava falando, mas queria que a jovem sugerisse com todas as palavras pra ele dar atenção — não lembro do que você tá falando. — aiiii cê sabe sim, aquela parada onde eu chupava o senhor e o senhor também chupava eu — disse ela meio irritada e envergonhada — haaaa isso minha bunduda se chama 69, você quer que eu comece a lamber toda sua bucetinha e seu cu? — uffff sim seu, quero sentir sua língua de novo... quero sentir ela dentro de mim — tá bom, mas antes vamos fazer outra coisa, primeiro vamos pro seu quarto e você vai começar a me chupar, dependendo de como você se comportar eu vou te recompensar com a melhor lambida na sua pussy que você pode imaginar — Pe... mas seu — se você recusar, não tenho problema em ir embora e aí você vê como se livra desse tesão todo sem dúvida o velho tava jogando com ela, mas tinha fé que o tesão da menina era mais forte que o senso comum, Dani pensou por alguns segundos já que ir até o quarto onde dormia e transava com o namorado era cara de pau demais, mas sabia que se contrariasse ele Podia ficar com todo aquele tesão por dias e não podia continuar assim, a buceta já lubrificada dela queria seguir com a ação, nublando o juízo dela, então sem dizer uma palavra, ela balançou a cabeça afirmativamente. No horrível Dom Rômulo se desenhou um sorriso, já que tudo estava saindo como ele queria. Os dois se levantaram, o velho ajustou a calça e seguiu a jovenzinha pelas escadas. Lembrou como dias atrás só podia se limitar a olhar aquele tremendo par de bundas, mas agora estava livre para apalpá-las à vontade, e foi exatamente o que fez durante todo o caminho até o quarto, passando a mão e abraçando ela por trás, tudo com o consentimento da jovem gostosa que só se deixava fazer. Ao chegar no quarto, o velho percebeu que era um lugar bem grande pra ser só um dormitório. O quarto inteiro era cor creme, decorado com fotos de lugares que o casal feliz tinha visitado todos aqueles anos, além de bichinhos de pelúcia românticos em cima da cama enorme que tranquilamente passava de casal. O cheiro de pétalas de rosa era um toque que a Dani sempre gostava de borrifar depois de acordar. — Puxa, sem dúvida vocês estão nadando em dinheiro — disse o sujeito desprezível enquanto entrava junto com a Dani, apalpando com força a bunda dela toda. Ao entrar, a primeira coisa que o velho fez foi puxar a musa dele pro corpo frouxo e sentir de novo aqueles lábios macios, enquanto as mãos dele apertavam com força a bunda da menina. Por sua vez, a Dani só fechava os olhos e se deixava levar. Enquanto o velho continuava beijando ela à vontade, deu uma olhada rápida pelo quarto e viu que os guarda-roupas eram separados, então soltou a jovenzinha por um momento e foi até o armário grande de cor rosa. Mal abriu as portas principais, viu uma quantidade enorme de roupas. Mesmo assim, o velho levou só alguns segundos pra encontrar alguma lingerie ou conjunto sexy, e era aquele conjunto que a Dani tinha usado no dia anterior pro namorado dela. — Puxa Pô, o corno do teu namorado é um sortudo, ver você com essas ladyboys com certeza é muito prêmio pra ele. Mudança de planos, rabuda, antes de fazer o famoso 69 que você tanto quer, primeiro quero ver você modelando isso pra mim, igual no outro dia com a roupa que eu comprei, mas agora quero que você desfile e dance do jeito mais erótico que vier na sua cabeça. Daniela olhava praquela lingerie colorida que até umas horas atrás tinha vestido só pra animar o namorado, mas agora tinha que usar pra aquele velho nojento. Quase recusou, mas o velho se adiantou e, pegando um dos peitos macios dela, disse: — Nem pense em me contrariar, mocinha, já te falei que você é minha mulher, então se comporte como tal e vista o que eu mandar de uma vez. VAMOS, É UMA ORDEM! Vou te dar só um minuto pra trocar, então não me faça esperar — terminou de falar o velho, virando ela e dando um tapa sonoro na bunda pra ela ir pro banheiro do quarto sem conseguir argumentar nada. A gostosona já tava no banheiro, na cabeça dela só ecoava a palavra "é uma ordem". De algum jeito, ela gostava de se sentir submissa e humilhada por aquele sujeito desagradável que com certeza nunca na vida tinha pegado uma mulher como ela. Por outro lado, sabia que não podia fugir do lugar como da última vez, já que agora tavam na casa dela, não dava pra correr pra outro lado se mudasse de ideia no último minuto, embora isso dificilmente fosse acontecer, porque ela tava com o tesão acumulado do que rolou dois dias atrás e essa era a hora de acalmar a calentura. Sem dúvida, não ia deixar passar, além de que a ideia de modelar a lingerie vermelha tava começando a agradar ela. Já com as ideias mais claras, começou a tirar a blusinha e o short já molhado e vestiu aquela camiseta transparente com aquela calcinha fio-dental minúscula vermelha intensa. Depois de um minuto, Daniela saiu, e o velho ficou babando ao ver aquela gostosa. Mocinha usando aquela camisetinha semitransparente, deixando os biquinhos dos peitos bem marcados, junto com aquela calcinha fio-dental minúscula que destacava ainda mais as pernas brancas e bem torneadas dela, além da bunda grande e firme. Sem dúvida, era um espetáculo ver a musa dele naquelas roupas. Seu Rômulo, ainda surpreso com tanta beleza, pegou o celular e colocou Back In Black, do AC/DC, pra começar o show. Dani respirou fundo e começou a rebolando, mexendo a cintura. O velho Rômulo se acomodou na beirada do colchão, curtindo o show. A mocinha sabia que o melhor atributo dela era a bunda, então resolveu tirar proveito disso, virando de costas e começando a se mexer no ritmo da música do jeito mais sensual e provocante que conseguiu. Ela se sentia desejada, safada, brincalhona, e queria que o velho aproveitasse o espetáculo — o que não era difícil, porque ver uma gostosa daquelas de lingerie deixaria até o mais reservado maluco. Logo Dani percebeu Seu Rômulo esfregando o pau por cima da calça, o que horas antes daria nojo, agora virava uma motivação extra pra continuar com os movimentos sensuais.
Pronto, ela ficou na frente do velho enrugado e sortudo, sabia que o tecido da camiseta não escondia nada, então decidiu esfregar os próprios peitos na frente do velho de pau duro que não perdia um detalhe. Dani lembrava como aquele velho enrugado e sortudo tinha se deliciado com os peitos dela alguns minutos atrás, isso a excitava e, aos poucos, ela começava a esfregar os mamilos, ainda por cima da camiseta transparente. O espetáculo era tão erótico que o velho estendeu a mão para agarrar mais uma vez aqueles peitos túrgidos, mas Dani deu um tapinha naquela mão safada. — Não, não, não. Por enquanto pode olhar, mas não pode tocar — disse a jovem, de forma provocante, piscando um olho. Dom Rômulo retirou a mão, hipnotizado pela dança que ele não queria que acabasse nunca. Daniela, por sua vez, curtia o momento, sempre gostou de assumir o controle da situação e agora estava conseguindo. Sabia que com suas reboladas podia domar aquele leão velho que estava babando de tanto tesão com o espetáculo erótico. Quando a música terminou, Dani ainda continuava se mexendo, esperando talvez outra música para mudar a coreografia, mas Dom Rômulo não aguentava mais e, num movimento rápido, puxou a jovem para perto, fazendo com que ela sentasse no colo dele. Mais uma vez, as mãos enrugadas percorriam aquela pele branca, lisa e macia, deslizando com muito vigor por aquelas pernas longas, enquanto ele babava todo o pescoço dela em busca do lóbulo da orelha, fazendo com que ela soltasse pequenos gemidos, já sem nenhuma vergonha. — Ahhh, Dom Rômulo, eu ainda queria continuar dançando para o senhor... — Ufff, Danielita, você tem um corpo muito gostoso, já não aguentava mais a vontade de ter você nas minhas mãos. — Mmmmfff, e o senhor gostou da dança? — Adorei, linda. Sinto que você poderia ganhar muito dinheiro com esse corpinho seu. — Ai, nãooo, que vergonha eu sentiria, jiji. — Lembra que eu te falei que eu teria a última palavra, big booty? Então shhhhh, cala a boca e me beija como a mulher necessitada de pica que você é. Daniela se imaginou por um momento dançando num clube de strip-tease vagabundo, onde só tinha uns velhos horríveis jogando notas e gritando as piores putarias, só de pensar que faria aquilo pra alegrar o Dom Rômulo já a deixava a mil e com esse pensamento na cabeça, ela tomou posse daqueles lábios ressecados pra dar o beijo mais molhado e fogoso que conseguiu, surpreendendo o velho por uns instantes, mas ele não demorou pra corresponder aquele beijo tão erótico. As apalpadas e os beijos duraram vários minutos, a novinha sentada nas pernas do coroa, podia sentir como aquelas mãos enrugadas percorriam suas pernas e depois subiam até seus peitos gostosos recebendo um massagem forte, entre as nádegas ela sentia aquela ereção enorme, a Dani começou a mexer os quadris em círculo, adorava sentir aquela rola grossa ainda dentro das calças empurrando sua calcinha fio-dental. — Ahhh, sua puta de rabo grande, adoro te comer na mesma cama que você dorme com o corno do seu namorado toda noite. Me diz, você quer estrear essa cama com a pica de um homem de verdade? — Uiiii sim, seu Dotô, eu quero. — De agora em diante você vai ser minha puta nessa cama e vou gozar dentro de você todas as vezes que eu quiser, tá claro? — Uff, mas Dotô... — Já te falei que não pode me contradizer, porra. De agora em diante eu vou ser seu dono e vou te foder o tempo todo que eu quiser e no lugar que eu bem entender. — Sim, seu Rômulo, me faça sua na cama onde durmo com meu namorado, mas por favor usa camisinha, ainda não tô pronta pra engravidar. — Essas merdas não são comigo, vou fazer no pelo ou não vou fazer nada, você escolhe. Além disso, assim vou garantir que esses peitões seus produzam o leitinho gostoso que tanto quero provar de você. Você me prometeu que ia me amamentar todas as vezes que eu quisesse, não foi? A novinha só concordou com a cabeça, olhando fixo pro seu macho. O velho, satisfeito com o quanto ela tinha ficado submissa, mandou ela subir na cama e ficar de quatro. A Dani não questionou nada e só obedeceu, dando uma... Vista tremenda daquele rabão enorme e bem trabalhado dela. Aí o velho baixou a calça dele e jogou de lado, subiu na cama e começou a meter nela ainda de cueca, queria esquentar a novinha até o ponto em que ela mesma implorasse pra ele enfiar a pica. As metidas eram cada vez mais fortes e a novinha já não segurava os gemidos, adorava se sentir penetrada por aquele homem horrível e ordinário. Seu Rômulo não perdia tempo e de vez em quando dava um tapa sonoro naquelas bundonas dela, Dani só aproveitava. A novinha estava tão à vontade que nem percebeu quando o velho tinha baixado a cueca dele e agora era só o tecido da calcinha fio dental que a protegia de uma penetração iminente. O velho, por sua vez, só grunhia como um porco, passava a pica por toda a bunda da novinha e fazia questão de focar nas zonas mais sensíveis dela. A pica dele já sentia o calorzinho que a buceta da Dani exalava, sentia como aquela área, que ficava cada vez mais molhada, se misturava com o líquido pré-seminal dele. O velho se sentia no paraíso e, sem se importar com nada, deu um leve empurrão, fazendo Dani fechar as mãos em punhos, esperando a tão desejada penetração, mas o tecido impedia que aquela pica grossa entrasse completamente dentro dela. O velho Rômulo ficou brincando com ela desse jeito por uns minutos, adorava empurrar e ver até onde a elástico daquela calcinha fio dental aguentava. Com uma mão, pegou o cabelo de Daniela e começou a puxar a cada metida que dava, fazendo os gemidos ecoarem por todo o quarto. A novinha, por sua vez, sentia que perdia a sanidade cada vez que aquela cabeçona queria se enfiar dentro dela, mas a calcinha fio dental impedia a passagem. Ela já não aguentava mais, esticou a mãozinha e, sem dizer uma palavra, tentou puxar a calcinha dela pro lado pra que finalmente o ato se consumasse, mas se surpreendeu quando o velho agarrou a mão dela, negando o desejo dela. — Quer que eu meta de uma vez? —vai? A gostosa jovem balançou a cabeça afirmativamente, mas isso não bastava pro velho, ele queria que a novinha se humilhasse mais, queria que as palavras saíssem daquela boquinha e que ela gritasse pros quatro cantos. —fala, quero que me peça do jeito certo — ele disse enquanto puxava a longa cabeleira dela, fazendo a jovem empinar ainda mais a bunda pra continuar sentindo as estocadas. —siim, seu dotô, me fode de uma vez —MAIS ALTO!
— Faça isso, seu Rômulo, transforme-me em sua mulher na cama do meu namorado, ahhhhh, eu imploro. O velho ficou satisfeito com aquelas palavras, sabia que tinha Daniela na mão. — Pois se você tanto deseja que eu meta o pau, primeiro me dá um bom boquete, lembra que foi isso que eu pedi antes de subir pro seu quarto, enfia tudo na sua boquinha igual fez da outra vez. Dani rapidamente se virou, derrubou o velho na cama, bem no lado onde o namorado sempre dormia, e começou a enfiar aquele pedaço enorme de carne na boquinha. Dessa vez não foi tímida como uns dias atrás, dessa vez deu tudo de si pro velho aproveitar o melhor boquete de pau da vida dele. Sem vergonha nenhuma, começou dando lambidas enormes por todo o tronco daquela piroca grossa e quente, como se fosse um picolé, parou um instante nos colhões onde encheu de beijos e carícias. — Isso, putinha, lambe e chupa assim, dá toda a atenção que minhas bolas merecem, lembra que é aí que tá todo o leite que você gosta, então trata com carinho. Dani deu um tratamento especial naquela área, depois foi subindo devagar até a língua passar pela ponta do pau, sentiu aquele cheiro do líquido pré-seminal inundar a boquinha toda. Com uma mão pegou a piroca grossa do velhote e começou a masturbar enquanto lambia a ponta, como se quisesse esvaziar todo o sêmen que ele tinha acumulado esses dias.
Dom Rômulo estava encantado com o tratamento que seu pau estava recebendo, nem as putas tinham oferecido um trato tão completo pro pau dele, e essa novinha tava fazendo tudo de graça. Como ainda estava deitado, esticou as mãos até a cabeça da garota e fez ela engolir de uma vez quase todo o pau dele. Os movimentos ficaram mais rápidos, Dom Rômulo tava literalmente fodendo a boca da Dani, e ela só se deixava levar, só parava de vez em quando quando sentia que o velho passava um pouco e fazia ela engasgar, mas depois abria os lábios de novo pra ele continuar fodendo a boca dela. Daniela tava surpresa com a resistência do velho, se fosse o namorado dela, Jorge, tinha certeza que a essa altura ele já teria gozado umas duas vezes, deixando ela na vontade de mais preliminares, mas agora ela tinha um verdadeiro garanhão que tava à altura do tesão dela, sem dúvida a experiência do velho a deixava louca. Até algumas horas atrás, ela ainda sentia nojo daquele velho, mas agora se sentia grata porque aquele homem era o cara certo pra apagar todo aquele fogo que ela precisava acalmar pra voltar a ser ela mesma.
Depois de ficar vários minutos deixando o velho foder a boca dela do jeito que ele queria, Dani parou e subiu em cima dele até a altura do rosto. A boca gostosa dela, agora toda tomada pelo cheiro da pica do velho, foi até a orelha dele e sussurrou suplicante: — Seu Rômulo, não aguento mais, o senhor tem que assumir a responsabilidade por me deixar tão puta. PELO AMOR DE DEUS, ME FODE E ME FAZ SUA MULHER, EU TE IMPLORO!
— Tem certeza? E se eu der vontade de apertar essas laranjas na rua, você vai deixar?
— Ahhh sim, Donzinho, vou deixar você pegar nos meus peitos na rua se quiser, uff, contanto que não tenha gente.
— E você vai se deixar apalpar só com as pessoas que eu mandar, tá claro?
— Uff, mas Don, eu só quero que o senhor me pegue, ahhh.
— Agora seus peitos são meus, você mesma disse, então eu decido se vou dividir essas tetas com outras pessoas, entendeu?
— Ahhhh, mmmfff, tá... tá bem, Don, vou fazer tudo que o senhor mandar.
— Assim que se fala, vagabunda. Agora quero que você me amamente com essas tetas gostosas suas.
Daniela obedeceu, pegou a cabeça do velhote e tentou levá-la até o seio direito, mas ele parou e disse:
— Não, assim não. Quero que me amamente direito. Vamos pro sofá e faz direito.
Daniela ficou surpresa com as novas exigências do velho. Lembrava como outras pessoas pediam permissão até pra botar a mão no ombro dela, e esse velho vinha com toda cara de pau fazer o que bem entendia. E o pior é que ela ia obedecer sem dar desculpa nenhuma. No fim das contas, a pobre universitária não tinha escolha.
Saíram da cozinha e foram pro sofá marrom, que não tinha comparação com o da casa do velho. Ela se acomodou primeiro e depois colocou a cabeça de Dom Rômulo no colo. O velhote podia sentir a maciez daquela pele, tinha uma vista privilegiada daquelas laranjas suculentas. Dali, viu a gostosa jovem começar a levantar a blusa, deixando um dos peitos inchados aparecer. Ela pegou o próprio peito com a mão e levou até a boca do velho, enfiando o mamilo já duro, de cor creme, entre os lábios ressecados dele.
O nojento se deliciou sugando com força, disse pra Daniela se inclinar um pouco pra ter acesso aos dois peitos, e quando conseguiu, tentou enfiar os dois mamilos na boca, apertando eles com força com os lábios, o que fez a Dani soltar um gemido forte, já que os peitos dela estavam recebendo a grosseria que ela tinha fantasiado nas últimas semanas. — Que tetas gostosas você tem, mamasota, logo vou fazer sair leite dos dois peitos — uffff siiiim, seu Rômulo, chupa mais forte ahhhhhh, faz o que quiser com elas, são suas! — Quer que eu faça suas peitudas produzirem leite? — ele falava isso enquanto enfiava o peito direito da Dani na boca nojenta dele de novo — ahhhhhh mmmmf siiiim, faz elas produzirem leite, por favor, e… e eu vou amamentar você todas as vezes que quiser — assim será então, peituda, sabia que você era uma puta fogosa, meu pau tá quase explodindo, tira ele e faz uma boa punheta pra mim. Dani olhou praquele volume que lutava pra se soltar, sabia que não devia fazer aquilo porque provavelmente não teria volta, mas queria sentir aquela ferramenta grossa de novo, então, timidamente, levou a mão até aquele lugar pra começar a abaixar o zíper daquela calça suja e mexer na cueca dele como conseguia. Seu Rômulo, sem largar o peito da novinha, perdia a paciência porque Daniela tava demorando pra soltar aquele pau da calça, então, num movimento brusco, ele mesmo abaixou a calça até os joelhos, liberando o membro ereto, aquele que não deixou a Dani dormir nos últimos dias. A novinha viu que era exatamente como lembrava, aquela grossura não tinha comparação com a piroca do namorado dela, e sem o velho falar nada, ela agarrou aquela barra quente pra sentir o volume mais uma vez. O velho se sentia no céu, tava sendo amamentado por uma novinha escultural enquanto ela segurava o pau dele. no sofá onde, com certeza, o casal feliz sempre se sentava pra ver algum filme ou passar o tempo. —vai, gatinha, começa a mexer a mão. Daniela obedeceu e, timidamente, começou a subir e descer a mão, enquanto olhava praquele membro começando a soltar um pouco de líquido pré-seminal. —a... assim? —mais forte, bunda gostosa, faz igual você fez naquele dia. Dani entendeu o recado e passou a mover a mão com mais força, fazendo o velho se contorcer de prazer e chupar com mais vontade os peitos da garota. —o senhor gosta quando eu faço assim? —ohhhhh, você tá começando a pegar o jeito. continua mexendo a mão assim e vem pra cá — dito isso, soltou o seio da jovem e tentou alcançar os lábios finos da menina, que virou o rosto na hora, negando o que ele queria, fazendo com que ele se enfurecesse.
—Não, don, isso não, não quero beijar ele.—Mas que porra você tá falando, garota? Você teve meu pau inteiro na sua boca outro dia e agora tá com medo de um beijinho?
—Mas, don...
—Agora você vai ter que vir atrás dos meus lábios. Faz logo ou vou parar de chupar seus peitos e te deixar toda molhada.
—Nãoooo, don Rômulo, não fica assim.
—Então me traz esses lábios gostosos seus. Se comporta como a puta que você é.
A menina não tinha outra escolha. O velho tinha razão, o tesão dela tava vencendo de novo. Dessa vez ela cedeu bem mais rápido, e o motivo era simples: a novinha queria continuar se divertindo e não ficar na vontade como no outro dia, senão ia passar a noite toda se tocando de novo.
Já com o tesão no talo e deixando a vergonha de lado, a menina levou o rostinho lindo até os lábios dele. Mas quando fechou os olhos pra dar um beijo suave, o nojento virou o rosto, surpreendendo Daniela — ele tinha recusado o beijo, algo que nunca tinha acontecido quando ela tomava a iniciativa.
—Don, não se mexe.
—Você me recusou, o justo é eu fazer o mesmo — ele disse, se fazendo de vítima.
—Me desculpa, prometo que não vou te recusar de novo.
—Não sei se acredito em você, rabuda.
—Tô falando a verdade.
A menina aproximou o rosto de novo, mas o velho recusou outra vez, ferindo o orgulho dela — agora tinha sido rejeitada duas vezes.
—Don Rômulo, não seja assim. Prometo que não vou te recusar um beijo nunca mais. De agora em diante, meus lábios são seus.
—Tem certeza, gostosa?
—Sim, don. O senhor vai poder me beijar quando quiser... bom, desde que estejamos a sós e...
Daniela não conseguiu terminar a frase. O velho atacou aqueles lábios macios e se entregaram num beijo apaixonado que a menina permitiu. Ele aproveitou e meteu a língua em todos os cantos, fazendo Dani corresponder do mesmo jeito — primeiro tímida, mas depois acompanhando o ritmo até o beijo ficar intenso. pareceu o de uns verdadeiros amantes que não se viam há muito tempo. — que lábios gostosos você tem, mocinha — você também beija muito gostoso Os beijos continuaram por uns dois minutos, Dani sentiu aquela língua babada percorrer toda sua boquinha, a menina ao fazer o mesmo sentiu que o velho estava faltando alguns dentes e o hálito dele era horrível, de alguma forma isso a excitou mais e ela deixou o velho encher sua cara de baba para de novo se fundirem em um novo e apaixonado beijo onde ele não parava de massagear os peitos dela e ela não parava de masturbá-lo, em um momento ela parou de beijá-lo para pedir algo que ia deixar o velho chocado — ahhh seu... vamos... vamos fazer de novo o que fizemos outro dia — do que você tá falando, gostosa? — uff já sabe... aquela parada onde eu tava por cima apesar de tudo que tinha acontecido, a menina tinha um pouco de vergonha de pedir pra fazerem o 69 de novo, claro que o velho tinha sacado na hora do que a Dani tava falando, mas queria que a jovem sugerisse com todas as palavras pra ele dar atenção — não lembro do que você tá falando. — aiiii cê sabe sim, aquela parada onde eu chupava o senhor e o senhor também chupava eu — disse ela meio irritada e envergonhada — haaaa isso minha bunduda se chama 69, você quer que eu comece a lamber toda sua bucetinha e seu cu? — uffff sim seu, quero sentir sua língua de novo... quero sentir ela dentro de mim — tá bom, mas antes vamos fazer outra coisa, primeiro vamos pro seu quarto e você vai começar a me chupar, dependendo de como você se comportar eu vou te recompensar com a melhor lambida na sua pussy que você pode imaginar — Pe... mas seu — se você recusar, não tenho problema em ir embora e aí você vê como se livra desse tesão todo sem dúvida o velho tava jogando com ela, mas tinha fé que o tesão da menina era mais forte que o senso comum, Dani pensou por alguns segundos já que ir até o quarto onde dormia e transava com o namorado era cara de pau demais, mas sabia que se contrariasse ele Podia ficar com todo aquele tesão por dias e não podia continuar assim, a buceta já lubrificada dela queria seguir com a ação, nublando o juízo dela, então sem dizer uma palavra, ela balançou a cabeça afirmativamente. No horrível Dom Rômulo se desenhou um sorriso, já que tudo estava saindo como ele queria. Os dois se levantaram, o velho ajustou a calça e seguiu a jovenzinha pelas escadas. Lembrou como dias atrás só podia se limitar a olhar aquele tremendo par de bundas, mas agora estava livre para apalpá-las à vontade, e foi exatamente o que fez durante todo o caminho até o quarto, passando a mão e abraçando ela por trás, tudo com o consentimento da jovem gostosa que só se deixava fazer. Ao chegar no quarto, o velho percebeu que era um lugar bem grande pra ser só um dormitório. O quarto inteiro era cor creme, decorado com fotos de lugares que o casal feliz tinha visitado todos aqueles anos, além de bichinhos de pelúcia românticos em cima da cama enorme que tranquilamente passava de casal. O cheiro de pétalas de rosa era um toque que a Dani sempre gostava de borrifar depois de acordar. — Puxa, sem dúvida vocês estão nadando em dinheiro — disse o sujeito desprezível enquanto entrava junto com a Dani, apalpando com força a bunda dela toda. Ao entrar, a primeira coisa que o velho fez foi puxar a musa dele pro corpo frouxo e sentir de novo aqueles lábios macios, enquanto as mãos dele apertavam com força a bunda da menina. Por sua vez, a Dani só fechava os olhos e se deixava levar. Enquanto o velho continuava beijando ela à vontade, deu uma olhada rápida pelo quarto e viu que os guarda-roupas eram separados, então soltou a jovenzinha por um momento e foi até o armário grande de cor rosa. Mal abriu as portas principais, viu uma quantidade enorme de roupas. Mesmo assim, o velho levou só alguns segundos pra encontrar alguma lingerie ou conjunto sexy, e era aquele conjunto que a Dani tinha usado no dia anterior pro namorado dela. — Puxa Pô, o corno do teu namorado é um sortudo, ver você com essas ladyboys com certeza é muito prêmio pra ele. Mudança de planos, rabuda, antes de fazer o famoso 69 que você tanto quer, primeiro quero ver você modelando isso pra mim, igual no outro dia com a roupa que eu comprei, mas agora quero que você desfile e dance do jeito mais erótico que vier na sua cabeça. Daniela olhava praquela lingerie colorida que até umas horas atrás tinha vestido só pra animar o namorado, mas agora tinha que usar pra aquele velho nojento. Quase recusou, mas o velho se adiantou e, pegando um dos peitos macios dela, disse: — Nem pense em me contrariar, mocinha, já te falei que você é minha mulher, então se comporte como tal e vista o que eu mandar de uma vez. VAMOS, É UMA ORDEM! Vou te dar só um minuto pra trocar, então não me faça esperar — terminou de falar o velho, virando ela e dando um tapa sonoro na bunda pra ela ir pro banheiro do quarto sem conseguir argumentar nada. A gostosona já tava no banheiro, na cabeça dela só ecoava a palavra "é uma ordem". De algum jeito, ela gostava de se sentir submissa e humilhada por aquele sujeito desagradável que com certeza nunca na vida tinha pegado uma mulher como ela. Por outro lado, sabia que não podia fugir do lugar como da última vez, já que agora tavam na casa dela, não dava pra correr pra outro lado se mudasse de ideia no último minuto, embora isso dificilmente fosse acontecer, porque ela tava com o tesão acumulado do que rolou dois dias atrás e essa era a hora de acalmar a calentura. Sem dúvida, não ia deixar passar, além de que a ideia de modelar a lingerie vermelha tava começando a agradar ela. Já com as ideias mais claras, começou a tirar a blusinha e o short já molhado e vestiu aquela camiseta transparente com aquela calcinha fio-dental minúscula vermelha intensa. Depois de um minuto, Daniela saiu, e o velho ficou babando ao ver aquela gostosa. Mocinha usando aquela camisetinha semitransparente, deixando os biquinhos dos peitos bem marcados, junto com aquela calcinha fio-dental minúscula que destacava ainda mais as pernas brancas e bem torneadas dela, além da bunda grande e firme. Sem dúvida, era um espetáculo ver a musa dele naquelas roupas. Seu Rômulo, ainda surpreso com tanta beleza, pegou o celular e colocou Back In Black, do AC/DC, pra começar o show. Dani respirou fundo e começou a rebolando, mexendo a cintura. O velho Rômulo se acomodou na beirada do colchão, curtindo o show. A mocinha sabia que o melhor atributo dela era a bunda, então resolveu tirar proveito disso, virando de costas e começando a se mexer no ritmo da música do jeito mais sensual e provocante que conseguiu. Ela se sentia desejada, safada, brincalhona, e queria que o velho aproveitasse o espetáculo — o que não era difícil, porque ver uma gostosa daquelas de lingerie deixaria até o mais reservado maluco. Logo Dani percebeu Seu Rômulo esfregando o pau por cima da calça, o que horas antes daria nojo, agora virava uma motivação extra pra continuar com os movimentos sensuais.
Pronto, ela ficou na frente do velho enrugado e sortudo, sabia que o tecido da camiseta não escondia nada, então decidiu esfregar os próprios peitos na frente do velho de pau duro que não perdia um detalhe. Dani lembrava como aquele velho enrugado e sortudo tinha se deliciado com os peitos dela alguns minutos atrás, isso a excitava e, aos poucos, ela começava a esfregar os mamilos, ainda por cima da camiseta transparente. O espetáculo era tão erótico que o velho estendeu a mão para agarrar mais uma vez aqueles peitos túrgidos, mas Dani deu um tapinha naquela mão safada. — Não, não, não. Por enquanto pode olhar, mas não pode tocar — disse a jovem, de forma provocante, piscando um olho. Dom Rômulo retirou a mão, hipnotizado pela dança que ele não queria que acabasse nunca. Daniela, por sua vez, curtia o momento, sempre gostou de assumir o controle da situação e agora estava conseguindo. Sabia que com suas reboladas podia domar aquele leão velho que estava babando de tanto tesão com o espetáculo erótico. Quando a música terminou, Dani ainda continuava se mexendo, esperando talvez outra música para mudar a coreografia, mas Dom Rômulo não aguentava mais e, num movimento rápido, puxou a jovem para perto, fazendo com que ela sentasse no colo dele. Mais uma vez, as mãos enrugadas percorriam aquela pele branca, lisa e macia, deslizando com muito vigor por aquelas pernas longas, enquanto ele babava todo o pescoço dela em busca do lóbulo da orelha, fazendo com que ela soltasse pequenos gemidos, já sem nenhuma vergonha. — Ahhh, Dom Rômulo, eu ainda queria continuar dançando para o senhor... — Ufff, Danielita, você tem um corpo muito gostoso, já não aguentava mais a vontade de ter você nas minhas mãos. — Mmmmfff, e o senhor gostou da dança? — Adorei, linda. Sinto que você poderia ganhar muito dinheiro com esse corpinho seu. — Ai, nãooo, que vergonha eu sentiria, jiji. — Lembra que eu te falei que eu teria a última palavra, big booty? Então shhhhh, cala a boca e me beija como a mulher necessitada de pica que você é. Daniela se imaginou por um momento dançando num clube de strip-tease vagabundo, onde só tinha uns velhos horríveis jogando notas e gritando as piores putarias, só de pensar que faria aquilo pra alegrar o Dom Rômulo já a deixava a mil e com esse pensamento na cabeça, ela tomou posse daqueles lábios ressecados pra dar o beijo mais molhado e fogoso que conseguiu, surpreendendo o velho por uns instantes, mas ele não demorou pra corresponder aquele beijo tão erótico. As apalpadas e os beijos duraram vários minutos, a novinha sentada nas pernas do coroa, podia sentir como aquelas mãos enrugadas percorriam suas pernas e depois subiam até seus peitos gostosos recebendo um massagem forte, entre as nádegas ela sentia aquela ereção enorme, a Dani começou a mexer os quadris em círculo, adorava sentir aquela rola grossa ainda dentro das calças empurrando sua calcinha fio-dental. — Ahhh, sua puta de rabo grande, adoro te comer na mesma cama que você dorme com o corno do seu namorado toda noite. Me diz, você quer estrear essa cama com a pica de um homem de verdade? — Uiiii sim, seu Dotô, eu quero. — De agora em diante você vai ser minha puta nessa cama e vou gozar dentro de você todas as vezes que eu quiser, tá claro? — Uff, mas Dotô... — Já te falei que não pode me contradizer, porra. De agora em diante eu vou ser seu dono e vou te foder o tempo todo que eu quiser e no lugar que eu bem entender. — Sim, seu Rômulo, me faça sua na cama onde durmo com meu namorado, mas por favor usa camisinha, ainda não tô pronta pra engravidar. — Essas merdas não são comigo, vou fazer no pelo ou não vou fazer nada, você escolhe. Além disso, assim vou garantir que esses peitões seus produzam o leitinho gostoso que tanto quero provar de você. Você me prometeu que ia me amamentar todas as vezes que eu quisesse, não foi? A novinha só concordou com a cabeça, olhando fixo pro seu macho. O velho, satisfeito com o quanto ela tinha ficado submissa, mandou ela subir na cama e ficar de quatro. A Dani não questionou nada e só obedeceu, dando uma... Vista tremenda daquele rabão enorme e bem trabalhado dela. Aí o velho baixou a calça dele e jogou de lado, subiu na cama e começou a meter nela ainda de cueca, queria esquentar a novinha até o ponto em que ela mesma implorasse pra ele enfiar a pica. As metidas eram cada vez mais fortes e a novinha já não segurava os gemidos, adorava se sentir penetrada por aquele homem horrível e ordinário. Seu Rômulo não perdia tempo e de vez em quando dava um tapa sonoro naquelas bundonas dela, Dani só aproveitava. A novinha estava tão à vontade que nem percebeu quando o velho tinha baixado a cueca dele e agora era só o tecido da calcinha fio dental que a protegia de uma penetração iminente. O velho, por sua vez, só grunhia como um porco, passava a pica por toda a bunda da novinha e fazia questão de focar nas zonas mais sensíveis dela. A pica dele já sentia o calorzinho que a buceta da Dani exalava, sentia como aquela área, que ficava cada vez mais molhada, se misturava com o líquido pré-seminal dele. O velho se sentia no paraíso e, sem se importar com nada, deu um leve empurrão, fazendo Dani fechar as mãos em punhos, esperando a tão desejada penetração, mas o tecido impedia que aquela pica grossa entrasse completamente dentro dela. O velho Rômulo ficou brincando com ela desse jeito por uns minutos, adorava empurrar e ver até onde a elástico daquela calcinha fio dental aguentava. Com uma mão, pegou o cabelo de Daniela e começou a puxar a cada metida que dava, fazendo os gemidos ecoarem por todo o quarto. A novinha, por sua vez, sentia que perdia a sanidade cada vez que aquela cabeçona queria se enfiar dentro dela, mas a calcinha fio dental impedia a passagem. Ela já não aguentava mais, esticou a mãozinha e, sem dizer uma palavra, tentou puxar a calcinha dela pro lado pra que finalmente o ato se consumasse, mas se surpreendeu quando o velho agarrou a mão dela, negando o desejo dela. — Quer que eu meta de uma vez? —vai? A gostosa jovem balançou a cabeça afirmativamente, mas isso não bastava pro velho, ele queria que a novinha se humilhasse mais, queria que as palavras saíssem daquela boquinha e que ela gritasse pros quatro cantos. —fala, quero que me peça do jeito certo — ele disse enquanto puxava a longa cabeleira dela, fazendo a jovem empinar ainda mais a bunda pra continuar sentindo as estocadas. —siim, seu dotô, me fode de uma vez —MAIS ALTO!
— Faça isso, seu Rômulo, transforme-me em sua mulher na cama do meu namorado, ahhhhh, eu imploro. O velho ficou satisfeito com aquelas palavras, sabia que tinha Daniela na mão. — Pois se você tanto deseja que eu meta o pau, primeiro me dá um bom boquete, lembra que foi isso que eu pedi antes de subir pro seu quarto, enfia tudo na sua boquinha igual fez da outra vez. Dani rapidamente se virou, derrubou o velho na cama, bem no lado onde o namorado sempre dormia, e começou a enfiar aquele pedaço enorme de carne na boquinha. Dessa vez não foi tímida como uns dias atrás, dessa vez deu tudo de si pro velho aproveitar o melhor boquete de pau da vida dele. Sem vergonha nenhuma, começou dando lambidas enormes por todo o tronco daquela piroca grossa e quente, como se fosse um picolé, parou um instante nos colhões onde encheu de beijos e carícias. — Isso, putinha, lambe e chupa assim, dá toda a atenção que minhas bolas merecem, lembra que é aí que tá todo o leite que você gosta, então trata com carinho. Dani deu um tratamento especial naquela área, depois foi subindo devagar até a língua passar pela ponta do pau, sentiu aquele cheiro do líquido pré-seminal inundar a boquinha toda. Com uma mão pegou a piroca grossa do velhote e começou a masturbar enquanto lambia a ponta, como se quisesse esvaziar todo o sêmen que ele tinha acumulado esses dias.
Dom Rômulo estava encantado com o tratamento que seu pau estava recebendo, nem as putas tinham oferecido um trato tão completo pro pau dele, e essa novinha tava fazendo tudo de graça. Como ainda estava deitado, esticou as mãos até a cabeça da garota e fez ela engolir de uma vez quase todo o pau dele. Os movimentos ficaram mais rápidos, Dom Rômulo tava literalmente fodendo a boca da Dani, e ela só se deixava levar, só parava de vez em quando quando sentia que o velho passava um pouco e fazia ela engasgar, mas depois abria os lábios de novo pra ele continuar fodendo a boca dela. Daniela tava surpresa com a resistência do velho, se fosse o namorado dela, Jorge, tinha certeza que a essa altura ele já teria gozado umas duas vezes, deixando ela na vontade de mais preliminares, mas agora ela tinha um verdadeiro garanhão que tava à altura do tesão dela, sem dúvida a experiência do velho a deixava louca. Até algumas horas atrás, ela ainda sentia nojo daquele velho, mas agora se sentia grata porque aquele homem era o cara certo pra apagar todo aquele fogo que ela precisava acalmar pra voltar a ser ela mesma.
Depois de ficar vários minutos deixando o velho foder a boca dela do jeito que ele queria, Dani parou e subiu em cima dele até a altura do rosto. A boca gostosa dela, agora toda tomada pelo cheiro da pica do velho, foi até a orelha dele e sussurrou suplicante: — Seu Rômulo, não aguento mais, o senhor tem que assumir a responsabilidade por me deixar tão puta. PELO AMOR DE DEUS, ME FODE E ME FAZ SUA MULHER, EU TE IMPLORO!
2 comentários - Daniela e o vizinho 4