E aí, galera! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Vou começar esse post assim só pra dar um oi pra quem lê e curte o jeito que eu conto minhas aventuras. Sejam homens ou mulheres, espero que gostem e tenham paciência comigo. Como um pequeno spoiler ou curiosidade, fiquei pensando que basicamente essa aventura foi o fechamento de muitas coisas. Não significa que seja a última que vou postar, mas vejo como o fim do meu início na vida sexual. Não parei de aprender em todos esses anos, mas acho que todos esses relatos que compartilhei com vocês foram o começo de tudo que já me aconteceu. Sem mais delongas, vamos lá...
Acho que, como pra muita gente, os domingos são um dia de preguiça: acordar um pouco tarde, não fazer muita coisa e sair à tarde. No meu caso, era acordar tarde, tomar um café da manhã com um pouco de feijão frito acompanhado de ovo mexido, um café, tortilhas, pimenta pra dar sabor e ver um pouco de TV ou vídeos no YouTube.
À tarde, era pedir alguma comida e ver filmes, tomar um banho pra tirar o cheiro de cama e depois (por costume) ir à missa com amigos ou sozinho, e daí ver o que dava pra fazer.
Desde que Bety e Karen não iam mais, ficou meio chato. Luz quase não aparecia, por causa do trabalho e do namorado (que era um baita de um nojo). Então, se eu ia, era pra passar o tempo ou encher os olhos com as gatas que se reuniam por lá.
De manhã, tomei meu café tranquilo, arrumei um pouco meu quarto e a sala — Daniela podia aparecer a qualquer momento. Terminei de arrumar, peguei as camisinhas que sobraram e levei comigo.
As horas passaram e ela não apareceu. Por volta das 16h, decidi pedir uma pizza pra comer. Me deu vontade de procurá-la pela casa — ela era uma ninja do caralho e podia estar escondida em algum canto —, mas nada.
Comecei a ver um filme enquanto a pizza não chegava e ficava checando o celular constantemente pra ver se tinha acontecido alguma coisa. Depois de um tempo, ouvi uma moto e uma buzinada, uns murmúrios... Peguei o dinheiro que estava na mesa junto com os... Camisinhas, abri a porta e lá estava minha pizza, o entregador e minha mina conversando com o entregador.
- Oi, gato! - ela me cumprimentou, abri a porta e ela entrou, deixando o entregador e eu na entrada, paguei e entrei, ela estava sentada no sofá esperando, tão gostosa como só ela sabe ser.
Ela estava usando umas sandálias que deixavam seus pés lindos à mostra, um vestido não muito justo mas sexy e seus óculos que a faziam parecer sedutora e inteligente.
- Quer alguma coisa pra beber? - Perguntei enquanto colocava a pizza na mesa.
- Não, obrigada, gato.
- Bom, já comeu?
- Não, não tô com fome.
- Bom, tenho sorvete, pizza, o que quiser, se serve. - Tava com vontade de comer ela, mas a fome já tava me matando, me aproximei dela pra cumprimentar...
- Essas sandálias tão me matando, posso tirar?
- Claro.
Ela tirou as sandálias e levantou um pé, colocando na minha frente e mexeu os dedos. Num segundo, se levantou e me abraçou, me beijou e depois me empurrou pro sofá.
- Você senta e come, eu te sirvo.
Ela foi pra cozinha e me deu um prato, depois um copo e encheu de refrigerante. Colocou a caixa de pizza na minha frente e peguei algumas fatias.
- Você não vai comer?
- Come, eu já me sirvo.
Vi que ela voltou pra cozinha e abriu a geladeira, eu comecei a comer, ouvi ela se aproximar e deixar um copo junto ao meu, ficou na minha frente e me deu as costas. Eu não sabia o que ela tava fazendo, baixou o zíper do vestido e depois tirou, me dando uma vista incrível da sua costas e bunda sexy.
- Tô faminta. - Disse enquanto ficou de quatro e rastejou até mim. Desabotoou minha calça e puxou, eu levantei o quadril pra ela poder tirar, ela começou a rir um pouco e depois baixou minha cueca.
- Bom apetite. - Disse isso e começou a lamber minhas bolas.
Eu nem tinha percebido, mas estava de boca aberta e parei de comer. Senti sua língua passando pelas minhas bolas e depois pelo pau. Peguei ela pela nuca e ela afastou minha mão.
—Ninguém te incomoda quando você come, então me deixa comer à vontade e come também. Não gosto de comer sozinha.
Ela soltou outra risadinha e continuou me lambendo.
Eu me dediquei a comer e ela também, de vez em quando eu notava que quando eu ia colocar comida na minha boca, ela enfiava meu pau até bater na garganta dela, e isso me deixava louco.
Quando terminei de comer, eu só deixei o prato de lado e ela puxou minha roupa mais para baixo até os tornozelos, pegou o copo que eu tinha deixado no chão e deu uma colherada – ela estava comendo sorvete. Depois, ela colocou um pouco no mamilo dela, que ficou durinho ao sentir o frio. Ela pegou meu pau e começou a bater no seio dela, espalhou o sorvete com a cabeça do meu pau e me chupou até o fundo. A sensação dos lábios gelados dela me fez mexer o quadril, ela continuou chupando e depois colocava sorvete no meu pau. Era incrível a mudança de frio para quente. Enquanto ela cantarolava e murmurava coisas, continuava enchendo meu pau de sorvete e limpando, mas pouco a pouco eu comecei a me sentir grudento. Ela se levantou e tirou o sutiã. Dois melões morenos caíram e, em um segundo, estavam na minha cara. Ela subiu nas minhas pernas e colocou sorvete nos seios, eu lambia como se fosse a última coisa que comeria na vida. O sorvete estava derretido e ela começou a jogar no corpo, eu só tirava com a língua. Ela pegou o último gole e depois cuspiu de novo nos seios, foi tão excitante que peguei os dois seios e lambi até deixar limpos.
Ficamos nos beijando um pouco e então comecei a sentir a buceta molhada dela. A cabeça do meu pau estava entrando aos poucos, ela percebeu e moveu a calcinha um pouco para facilitar minha entrada.
— As camisinhas estão na mesa, vai pegar. — Ela me olhou e desceu de mim para caminhar até a mesa, 5 ou 6 passos, eu aproveitei para tirar a roupa completamente.
— Senta. — Ela disse, mas eu a peguei pela cintura e a sentei, separei as pernas dela e comecei a chupar a buceta. Fiz algo parecido com o que ela fez, com o pouco sorvete que tinha no copo, molhava minha língua e depois lambia os lábios dela, ela segurava meu cabelo e ofegava. Ela alcançou o copo com refrigerante e pegou um gelo, lambeu e depois colocou um pouco acima da... seu clitóris, então enquanto eu lambia seu clitóris, lambia o gelo.
Fechei as pernas dela e a movi um pouco, coloquei a camisinha e comecei a meter. De ter o pau frio, passei a estar tão quente, dentro dela estava bem quente e úmido. Depois de um bom tempo de foda assim, ela parou de morder a almofada.
- A porra do prato. - Disse enquanto ofegava. Saí dela e, como a mesa não estava longe do sofá, só peguei o prato, ela ficou de quatro e o jogou na mesa, eu não perdoei uma paisagem daquelas e montei nela. Era ainda mais quente e apertado do que na outra posição.
- Aí é... Tudo... siim. - Ela dizia entre ofegos e, depois de um momento, soltou um grito e senti que começou a tremer.
Quando saí dela e desci do sofá, o chão estava molhado, tinha feito ela gozar, sentei ao lado dela e ela continuava ali, imóvel no sofá. Peguei-a pela cintura e não podia acreditar no quão leve ela era, então a coloquei sobre mim e a penetrei de novo, estava a um passo de gozar, então a fodi sem piedade, ela só gemía e não parava de me olhar de boca aberta, até que em uma investida mais forte eu explodi, agarrando minhas mãos em suas nádegas. Ela continuou movendo os quadris e começou a morder meu pescoço, eu já não aguentava mais, sentia que meu pau ia arrancar de tão duro que ela sentava e, em um segundo, ela soltou um grito, se deixou cair no meu pecho e senti minhas bolas ficarem encharcadas pelo gozo dela.
Ela ficou deitada sobre mim por um bom tempo, sentia seu calor, como ainda tremia, sua respiração ofegante e senti o sêmen começar a vazar por baixo da camisinha, então afastei Daniela e tirei a camisinha. Observei toda a bagunça que tínhamos feito, o chão estava cheio de sêmen, gelado, e seus fluidos. Ela continuava deitada e aparentemente dormindo, então me tocou limpar tudo, peguei Daniela no colo para acomodá-la em outro sofá e poder limpar o sofá onde estávamos fodendo. Quando limpei um pouco o sofá e lavei o chão, Daniela estava acordando, então juntos comemos um pouco de pizza nus na sala, fazendo piadas, comendo e vendo TV.
- Estou todo melado, vamos tomar banho? - Disse a ela, notando que ela também se sentia grudenta.
- Vamos, mas não posso molhar o cabelo.
- Vá na frente, vou pegar minhas roupas, suas roupas e toalhas. Beijei-a e fui buscar as coisas, ela correu para o banheiro e quando voltei ela estava se olhando no espelho, levantava o braço e acariciava a axila ou pegava os seios e os apertava, quando percebeu que eu estava olhando só deu uma risada e entrou no chuveiro. Eu fiz o mesmo.
Enquanto nos molhávamos, não pude evitar notar como o corpo dela ficava sexy com a água escorrendo, então a peguei pela cintura e a puxei para mim, começamos a nos ensaboar um ao outro, e cada vez ficava mais excitante, sentir seu corpo ensaboado e quente colado no meu, aos poucos comecei a ficar de pau duro e ao nos enxaguar para tirar o sabão, passei meus dedos pela sua buceta, ela estava ficando molhada e eu já estava pronto para penetrá-la, o problema era a porra da camisinha, tinha ficado lá fora. Enquanto a masturbava com uma mão, com a outra brincava com seu seio e ela esfregava a bunda no meu pau, quanto mais duro eu ficava e mais molhada ela ficava, mais água escorria sobre nossos corpos.
Me afastei dela, queria comer ela, então fui pegar as camisinhas.
- Vem. - Ela disse enquanto segurava minha mão. Fechou o chuveiro e me fez sentar em uma toalha, ela ficou de quatro e pegou meu pau, esfregando entre seus lábios.
- Acho que não devíamos...
- Me sinto suja por dentro... Vai me foder?
Eu não soube o que dizer, adorava como ela ficava quando estava com tesão, então depois de um tempo de esfregações superficiais eu disse que sim. Ela se ajeitou e começou a sentar, deu o primeiro só deixando a cabeça dentro e depois saiu, e assim algumas vezes.
- Pois não sei por que não abre, a torneira emperrou.
Ouvimos vozes fora de casa e essas vozes eram dos meus pais. Eles deviam chegar um dia depois, mas estavam lá, fora de casa brigando com o cadeado ou o portão.
- Merda, temos que nos trocar já!
Levantamos e começamos a nos secar.
- Eu vou me trocar lá fora, você se troca aqui, já vou pensar em algo.
Deixei ela no banheiro e me sequei o mais rápido possível, vesti a primeira coisa que achei. Revisei a sala e tudo parecia normal. Meus pais entraram em casa e me cumprimentaram.
- Como foi? Por que estão aqui hoje?
- Tinha planejado algo ou o quê? - Perguntou minha mãe.
- Sua mãe passou mal, então voltamos antes. - Interrompeu meu pai.
- O que comeu, filho? - Perguntou minha mãe enquanto passeava pela sala de jantar.
- Pizza, olha, a Daniela tá aqui em casa. - Os dois viraram surpresos. - Ela veio me buscar pra ir à missa. - Falei antes que me matassem com perguntas. - Então vou me trocar.
Fui pro meu quarto e mandei mensagem pra Daniela.
- Então vamos à missa? Tô saindo já, tô terminando de me maquiar.
Alguns minutos depois, Daniela saiu do banheiro, meus pais a cumprimentaram e saímos de casa o mais rápido possível. Fomos direto pro templo.
- Então amanhã já não vai dar, né?
- Não, já chegaram.
- Pfff, já tinha meu plano pra amanhã.
- Sério? E qual é?
Nesse momento... Chegou uma colega da escola dos dois, Rosa, Rosy para os amigos.
- E aí, gatinha! Faz anos que não te vejo por aqui. - Disse para Daniela enquanto a abraçava (curioso, porque Rosy era mais baixinha que Daniela). - O que vocês estão fazendo por aqui? Tão num encontro? Sempre achei que vocês fariam um belo casal.
- A gente veio se ver um pouquinho, eu tava com vontade de sair com ela. - Falei enquanto também abraçava Daniela.
- É, e eu dei uma escapadinha pra poder vê-lo. - Beijou minha bochecha e depois piscou pra mim. - Ei, Rosy, você já tá indo pra casa?
- Sim, só que vi vocês e vim dar um oi.
- Vou contigo. - Ela se levantou e me beijou sem que Rosy percebesse. - Até mais, foi um prazer te ver. - Mordeu os lábios e foi embora junto com Rosy, que acenou de longe.
E então lá estava eu, sentado nos bancos do templo, sozinho, com vontade de comer batata frita.




Depois de mandar ver nas minhas batatas, pensei em resolver uma parada que tinha deixado pra lá. Fui falar com a Alondra e acertar as coisas de uma vez por todas.
Caminhei até a casa dela e, curiosamente, o carro dos pais não estava, mas tinha duas camionetas na frente. Cheguei no portão e comecei a bater, mas não teve resposta. Pensei que talvez ela tivesse saído com a família, então sentei pra esperar. Depois de uns 10 minutos, comecei a notar que uma das camionetas tava balançando. Não era como se eu não soubesse o que tava rolando: alguém estava transando na frente da casa da Alondra. Deixei pra lá, mas em mais 5 minutos a curiosidade falou mais alto. Aquilo não era legal e dava pra me divertir assustando alguém, então me aproximei da camioneta.
— Assim, mija, assim tira o leitinho, mija. — Ouvi isso assim que cheguei perto da camioneta e preferi voltar pra casa da Alondra.
— Assim, filha da sua mãe vagabunda. — Foi a última coisa que ouvi antes de sentar de novo. Passados uns 5 minutos, vi as portas da camioneta abrindo e saiu um senhor, depois a Alondra. Eles se beijaram e o cara subiu de volta na camioneta pra ir embora.
— Você, que porra tá fazendo aqui?
— Vejo que as mensagens que você me mandava não importam mais.
— Você demora demais, eu quero uma coisa e você não sabe me dar.
— Então tá tudo bem agora, né?
— Bem? Tá excelente, sabe, ele me faz sentir mulher e ele quer me comer, não que nem você, seu viadinho.
— Bom, você achou alguém que gosta de arruinar a vida com uma doida.
— Cai fora daqui, cara, não quero saber mais de você, seu frouxo. — Ela entrou em casa e bateu a porta.
De certo modo, tinha saído melhor do que eu planejava. Me livrei dela, mas por que eu queria me livrar dela? Naquele momento, eu não queria uma doida na minha vida, e a Daniela me dava tudo que eu queria, então deixar a Alondra de lado era o melhor. Caminhei pra casa e chequei as mensagens no meu celular.
— Amei passar o dia com você, é uma delícia gozar.
— Frouxo, cara
A dualidade da vida... Bom, até aqui esse relato!!!!! Porra, peço desculpas a todos que acompanham minhas aventuras, mas quero agradecer por ficarem atentos a isso, vou tentar responder se me mandarem mensagem e explicar um pouco o que tá rolando.
Demoro muito porque desde que comecei isso (um mini projeto pra mim) tinha a ideia de registrar minhas aventuras pra um público online, mas além de ser o mais detalhado possível, queria dar aquele tesão das imagens, e às vezes não acho as fotos que expressam o que eu vivi, vi ou senti naquela hora. Tenho fotos de muitas das minas que estão nesses relatos contados e de muitas que ainda virão, mas onde mais demoro é nisso, achar uma imagem boa pra detalhar o que já escrevi. Decidi me poupar disso, escrever e dar as imagens que tenho pra expressar minhas aventuras, pra não demorar tanto pra publicar. Isso tá seguindo um ritmo e sinto que se parar, perde a graça de saber o que mais aconteceu, por isso vou escrever mais frequentemente, mesmo que com menos imagens, talvez.
Bom, senhoras e senhores, espero que gostem e obrigado pela paciência. Espero que estejam bem. Tchau...
Acho que, como pra muita gente, os domingos são um dia de preguiça: acordar um pouco tarde, não fazer muita coisa e sair à tarde. No meu caso, era acordar tarde, tomar um café da manhã com um pouco de feijão frito acompanhado de ovo mexido, um café, tortilhas, pimenta pra dar sabor e ver um pouco de TV ou vídeos no YouTube.
À tarde, era pedir alguma comida e ver filmes, tomar um banho pra tirar o cheiro de cama e depois (por costume) ir à missa com amigos ou sozinho, e daí ver o que dava pra fazer.
Desde que Bety e Karen não iam mais, ficou meio chato. Luz quase não aparecia, por causa do trabalho e do namorado (que era um baita de um nojo). Então, se eu ia, era pra passar o tempo ou encher os olhos com as gatas que se reuniam por lá.
De manhã, tomei meu café tranquilo, arrumei um pouco meu quarto e a sala — Daniela podia aparecer a qualquer momento. Terminei de arrumar, peguei as camisinhas que sobraram e levei comigo.
As horas passaram e ela não apareceu. Por volta das 16h, decidi pedir uma pizza pra comer. Me deu vontade de procurá-la pela casa — ela era uma ninja do caralho e podia estar escondida em algum canto —, mas nada.
Comecei a ver um filme enquanto a pizza não chegava e ficava checando o celular constantemente pra ver se tinha acontecido alguma coisa. Depois de um tempo, ouvi uma moto e uma buzinada, uns murmúrios... Peguei o dinheiro que estava na mesa junto com os... Camisinhas, abri a porta e lá estava minha pizza, o entregador e minha mina conversando com o entregador.
- Oi, gato! - ela me cumprimentou, abri a porta e ela entrou, deixando o entregador e eu na entrada, paguei e entrei, ela estava sentada no sofá esperando, tão gostosa como só ela sabe ser.
Ela estava usando umas sandálias que deixavam seus pés lindos à mostra, um vestido não muito justo mas sexy e seus óculos que a faziam parecer sedutora e inteligente.
- Quer alguma coisa pra beber? - Perguntei enquanto colocava a pizza na mesa.- Não, obrigada, gato.
- Bom, já comeu?
- Não, não tô com fome.
- Bom, tenho sorvete, pizza, o que quiser, se serve. - Tava com vontade de comer ela, mas a fome já tava me matando, me aproximei dela pra cumprimentar...
- Essas sandálias tão me matando, posso tirar?
- Claro.
Ela tirou as sandálias e levantou um pé, colocando na minha frente e mexeu os dedos. Num segundo, se levantou e me abraçou, me beijou e depois me empurrou pro sofá.
- Você senta e come, eu te sirvo.
Ela foi pra cozinha e me deu um prato, depois um copo e encheu de refrigerante. Colocou a caixa de pizza na minha frente e peguei algumas fatias.
- Você não vai comer?
- Come, eu já me sirvo.
Vi que ela voltou pra cozinha e abriu a geladeira, eu comecei a comer, ouvi ela se aproximar e deixar um copo junto ao meu, ficou na minha frente e me deu as costas. Eu não sabia o que ela tava fazendo, baixou o zíper do vestido e depois tirou, me dando uma vista incrível da sua costas e bunda sexy.
- Tô faminta. - Disse enquanto ficou de quatro e rastejou até mim. Desabotoou minha calça e puxou, eu levantei o quadril pra ela poder tirar, ela começou a rir um pouco e depois baixou minha cueca.
- Bom apetite. - Disse isso e começou a lamber minhas bolas.

Eu nem tinha percebido, mas estava de boca aberta e parei de comer. Senti sua língua passando pelas minhas bolas e depois pelo pau. Peguei ela pela nuca e ela afastou minha mão.—Ninguém te incomoda quando você come, então me deixa comer à vontade e come também. Não gosto de comer sozinha.
Ela soltou outra risadinha e continuou me lambendo.
Eu me dediquei a comer e ela também, de vez em quando eu notava que quando eu ia colocar comida na minha boca, ela enfiava meu pau até bater na garganta dela, e isso me deixava louco.Quando terminei de comer, eu só deixei o prato de lado e ela puxou minha roupa mais para baixo até os tornozelos, pegou o copo que eu tinha deixado no chão e deu uma colherada – ela estava comendo sorvete. Depois, ela colocou um pouco no mamilo dela, que ficou durinho ao sentir o frio. Ela pegou meu pau e começou a bater no seio dela, espalhou o sorvete com a cabeça do meu pau e me chupou até o fundo. A sensação dos lábios gelados dela me fez mexer o quadril, ela continuou chupando e depois colocava sorvete no meu pau. Era incrível a mudança de frio para quente. Enquanto ela cantarolava e murmurava coisas, continuava enchendo meu pau de sorvete e limpando, mas pouco a pouco eu comecei a me sentir grudento. Ela se levantou e tirou o sutiã. Dois melões morenos caíram e, em um segundo, estavam na minha cara. Ela subiu nas minhas pernas e colocou sorvete nos seios, eu lambia como se fosse a última coisa que comeria na vida. O sorvete estava derretido e ela começou a jogar no corpo, eu só tirava com a língua. Ela pegou o último gole e depois cuspiu de novo nos seios, foi tão excitante que peguei os dois seios e lambi até deixar limpos.
Ficamos nos beijando um pouco e então comecei a sentir a buceta molhada dela. A cabeça do meu pau estava entrando aos poucos, ela percebeu e moveu a calcinha um pouco para facilitar minha entrada.
— As camisinhas estão na mesa, vai pegar. — Ela me olhou e desceu de mim para caminhar até a mesa, 5 ou 6 passos, eu aproveitei para tirar a roupa completamente.
— Senta. — Ela disse, mas eu a peguei pela cintura e a sentei, separei as pernas dela e comecei a chupar a buceta. Fiz algo parecido com o que ela fez, com o pouco sorvete que tinha no copo, molhava minha língua e depois lambia os lábios dela, ela segurava meu cabelo e ofegava. Ela alcançou o copo com refrigerante e pegou um gelo, lambeu e depois colocou um pouco acima da... seu clitóris, então enquanto eu lambia seu clitóris, lambia o gelo.
Fechei as pernas dela e a movi um pouco, coloquei a camisinha e comecei a meter. De ter o pau frio, passei a estar tão quente, dentro dela estava bem quente e úmido. Depois de um bom tempo de foda assim, ela parou de morder a almofada.
- A porra do prato. - Disse enquanto ofegava. Saí dela e, como a mesa não estava longe do sofá, só peguei o prato, ela ficou de quatro e o jogou na mesa, eu não perdoei uma paisagem daquelas e montei nela. Era ainda mais quente e apertado do que na outra posição.- Aí é... Tudo... siim. - Ela dizia entre ofegos e, depois de um momento, soltou um grito e senti que começou a tremer.
Quando saí dela e desci do sofá, o chão estava molhado, tinha feito ela gozar, sentei ao lado dela e ela continuava ali, imóvel no sofá. Peguei-a pela cintura e não podia acreditar no quão leve ela era, então a coloquei sobre mim e a penetrei de novo, estava a um passo de gozar, então a fodi sem piedade, ela só gemía e não parava de me olhar de boca aberta, até que em uma investida mais forte eu explodi, agarrando minhas mãos em suas nádegas. Ela continuou movendo os quadris e começou a morder meu pescoço, eu já não aguentava mais, sentia que meu pau ia arrancar de tão duro que ela sentava e, em um segundo, ela soltou um grito, se deixou cair no meu pecho e senti minhas bolas ficarem encharcadas pelo gozo dela.
Ela ficou deitada sobre mim por um bom tempo, sentia seu calor, como ainda tremia, sua respiração ofegante e senti o sêmen começar a vazar por baixo da camisinha, então afastei Daniela e tirei a camisinha. Observei toda a bagunça que tínhamos feito, o chão estava cheio de sêmen, gelado, e seus fluidos. Ela continuava deitada e aparentemente dormindo, então me tocou limpar tudo, peguei Daniela no colo para acomodá-la em outro sofá e poder limpar o sofá onde estávamos fodendo. Quando limpei um pouco o sofá e lavei o chão, Daniela estava acordando, então juntos comemos um pouco de pizza nus na sala, fazendo piadas, comendo e vendo TV.
- Estou todo melado, vamos tomar banho? - Disse a ela, notando que ela também se sentia grudenta.
- Vamos, mas não posso molhar o cabelo.
- Vá na frente, vou pegar minhas roupas, suas roupas e toalhas. Beijei-a e fui buscar as coisas, ela correu para o banheiro e quando voltei ela estava se olhando no espelho, levantava o braço e acariciava a axila ou pegava os seios e os apertava, quando percebeu que eu estava olhando só deu uma risada e entrou no chuveiro. Eu fiz o mesmo.
Enquanto nos molhávamos, não pude evitar notar como o corpo dela ficava sexy com a água escorrendo, então a peguei pela cintura e a puxei para mim, começamos a nos ensaboar um ao outro, e cada vez ficava mais excitante, sentir seu corpo ensaboado e quente colado no meu, aos poucos comecei a ficar de pau duro e ao nos enxaguar para tirar o sabão, passei meus dedos pela sua buceta, ela estava ficando molhada e eu já estava pronto para penetrá-la, o problema era a porra da camisinha, tinha ficado lá fora. Enquanto a masturbava com uma mão, com a outra brincava com seu seio e ela esfregava a bunda no meu pau, quanto mais duro eu ficava e mais molhada ela ficava, mais água escorria sobre nossos corpos.

Me afastei dela, queria comer ela, então fui pegar as camisinhas. - Vem. - Ela disse enquanto segurava minha mão. Fechou o chuveiro e me fez sentar em uma toalha, ela ficou de quatro e pegou meu pau, esfregando entre seus lábios.
- Acho que não devíamos...
- Me sinto suja por dentro... Vai me foder?
Eu não soube o que dizer, adorava como ela ficava quando estava com tesão, então depois de um tempo de esfregações superficiais eu disse que sim. Ela se ajeitou e começou a sentar, deu o primeiro só deixando a cabeça dentro e depois saiu, e assim algumas vezes.
- Pois não sei por que não abre, a torneira emperrou.
Ouvimos vozes fora de casa e essas vozes eram dos meus pais. Eles deviam chegar um dia depois, mas estavam lá, fora de casa brigando com o cadeado ou o portão.
- Merda, temos que nos trocar já!
Levantamos e começamos a nos secar.
- Eu vou me trocar lá fora, você se troca aqui, já vou pensar em algo.
Deixei ela no banheiro e me sequei o mais rápido possível, vesti a primeira coisa que achei. Revisei a sala e tudo parecia normal. Meus pais entraram em casa e me cumprimentaram.
- Como foi? Por que estão aqui hoje?
- Tinha planejado algo ou o quê? - Perguntou minha mãe.
- Sua mãe passou mal, então voltamos antes. - Interrompeu meu pai.
- O que comeu, filho? - Perguntou minha mãe enquanto passeava pela sala de jantar.
- Pizza, olha, a Daniela tá aqui em casa. - Os dois viraram surpresos. - Ela veio me buscar pra ir à missa. - Falei antes que me matassem com perguntas. - Então vou me trocar.
Fui pro meu quarto e mandei mensagem pra Daniela.
- Então vamos à missa? Tô saindo já, tô terminando de me maquiar.
Alguns minutos depois, Daniela saiu do banheiro, meus pais a cumprimentaram e saímos de casa o mais rápido possível. Fomos direto pro templo.
- Então amanhã já não vai dar, né?
- Não, já chegaram.
- Pfff, já tinha meu plano pra amanhã.
- Sério? E qual é?
Nesse momento... Chegou uma colega da escola dos dois, Rosa, Rosy para os amigos.
- E aí, gatinha! Faz anos que não te vejo por aqui. - Disse para Daniela enquanto a abraçava (curioso, porque Rosy era mais baixinha que Daniela). - O que vocês estão fazendo por aqui? Tão num encontro? Sempre achei que vocês fariam um belo casal.
- A gente veio se ver um pouquinho, eu tava com vontade de sair com ela. - Falei enquanto também abraçava Daniela.
- É, e eu dei uma escapadinha pra poder vê-lo. - Beijou minha bochecha e depois piscou pra mim. - Ei, Rosy, você já tá indo pra casa?
- Sim, só que vi vocês e vim dar um oi.
- Vou contigo. - Ela se levantou e me beijou sem que Rosy percebesse. - Até mais, foi um prazer te ver. - Mordeu os lábios e foi embora junto com Rosy, que acenou de longe.
E então lá estava eu, sentado nos bancos do templo, sozinho, com vontade de comer batata frita.





Depois de mandar ver nas minhas batatas, pensei em resolver uma parada que tinha deixado pra lá. Fui falar com a Alondra e acertar as coisas de uma vez por todas.Caminhei até a casa dela e, curiosamente, o carro dos pais não estava, mas tinha duas camionetas na frente. Cheguei no portão e comecei a bater, mas não teve resposta. Pensei que talvez ela tivesse saído com a família, então sentei pra esperar. Depois de uns 10 minutos, comecei a notar que uma das camionetas tava balançando. Não era como se eu não soubesse o que tava rolando: alguém estava transando na frente da casa da Alondra. Deixei pra lá, mas em mais 5 minutos a curiosidade falou mais alto. Aquilo não era legal e dava pra me divertir assustando alguém, então me aproximei da camioneta.
— Assim, mija, assim tira o leitinho, mija. — Ouvi isso assim que cheguei perto da camioneta e preferi voltar pra casa da Alondra.
— Assim, filha da sua mãe vagabunda. — Foi a última coisa que ouvi antes de sentar de novo. Passados uns 5 minutos, vi as portas da camioneta abrindo e saiu um senhor, depois a Alondra. Eles se beijaram e o cara subiu de volta na camioneta pra ir embora.
— Você, que porra tá fazendo aqui?
— Vejo que as mensagens que você me mandava não importam mais.
— Você demora demais, eu quero uma coisa e você não sabe me dar.
— Então tá tudo bem agora, né?
— Bem? Tá excelente, sabe, ele me faz sentir mulher e ele quer me comer, não que nem você, seu viadinho.
— Bom, você achou alguém que gosta de arruinar a vida com uma doida.
— Cai fora daqui, cara, não quero saber mais de você, seu frouxo. — Ela entrou em casa e bateu a porta.
De certo modo, tinha saído melhor do que eu planejava. Me livrei dela, mas por que eu queria me livrar dela? Naquele momento, eu não queria uma doida na minha vida, e a Daniela me dava tudo que eu queria, então deixar a Alondra de lado era o melhor. Caminhei pra casa e chequei as mensagens no meu celular.
— Amei passar o dia com você, é uma delícia gozar.
— Frouxo, cara
A dualidade da vida... Bom, até aqui esse relato!!!!! Porra, peço desculpas a todos que acompanham minhas aventuras, mas quero agradecer por ficarem atentos a isso, vou tentar responder se me mandarem mensagem e explicar um pouco o que tá rolando.
Demoro muito porque desde que comecei isso (um mini projeto pra mim) tinha a ideia de registrar minhas aventuras pra um público online, mas além de ser o mais detalhado possível, queria dar aquele tesão das imagens, e às vezes não acho as fotos que expressam o que eu vivi, vi ou senti naquela hora. Tenho fotos de muitas das minas que estão nesses relatos contados e de muitas que ainda virão, mas onde mais demoro é nisso, achar uma imagem boa pra detalhar o que já escrevi. Decidi me poupar disso, escrever e dar as imagens que tenho pra expressar minhas aventuras, pra não demorar tanto pra publicar. Isso tá seguindo um ritmo e sinto que se parar, perde a graça de saber o que mais aconteceu, por isso vou escrever mais frequentemente, mesmo que com menos imagens, talvez.
Bom, senhoras e senhores, espero que gostem e obrigado pela paciência. Espero que estejam bem. Tchau...
1 comentários - Um Final de Semana Esperado (Domingo) Daniela