A fotógrafa do clímax

Antes de mais nada, quero dizer que esse é meu primeiro post e espero que vocês gostem e entendam se eu não for bom nisso. A história começa uns anos atrás, quando eu tinha 16 anos, estava acima do peso, era meio tímido e não tinha muita experiência sexual. Eu era fotógrafo de paisagens e, geralmente, toda semana viajava pra alguma região de Mendoza pra continuar enchendo meu álbum de fotos. Surgiu uma oportunidade de fazer uma sessão compartilhada na Plaza Independência, no centro de Mendoza, pagavam bem e eu precisava da grana. Montei todo meu equipamento e fui pegar o ônibus (sou de San Martín), a viagem foi tranquila, mas não sabia com quem ia dividir o trabalho dessa vez. Quando cheguei, encontrei a modelo de roupas, uma garota bonitinha, mas com uma atitude muito ruim e metida, então não rolou muita química. Mas aí chegou a Julieta, a fotógrafa com quem eu ia dividir a sessão, uma mina simples de 27 anos, muito bonita de rosto, um corpo gostoso e uma atitude linda. Durante a sessão, ela me ensinou umas coisas que eu não sabia e eu ensinei ela também, a gente riu pra caralho e decidimos, depois do trabalho, ir até uma sorveteria perto. Lá, a gente foi contando sobre nossos trampos, mostrando as fotos, parecíamos duas crianças em loja de brinquedo. Enquanto ela me mostrava umas fotos, apareceu uma de uma modelo de lingerie, que também era modelo de um site pornô, não lembro o nome. Fiquei de boca aberta, era um moleque tímido de 16 anos com uma mina gostosa dos sonhos falando de uns assuntos que eu nem imaginava. Depois do sorvete, saímos e, no caminho pra rodoviária, começou a chover. Tirei minha jaqueta e cobri minha câmera, falei que ia pegar um táxi pra ir embora e que adorei ter passado a tarde com ela. Foi quando ela disse: "Fran, não quer ficar? Amanhã de manhã você vai, a tempestade tá forte e é perigoso." Fiquei felizão, podia conversar e conhecer ela mais, então fomos pro apartamento dela, que era pertinho. quadras. Quando cheguei, ela perguntou se eu queria pedir comida, pedimos uma pizza e uma promoção de Fernet. A noite foi passando, eu não queria me jogar porque achava que ela não queria nada e não queria passar por um idiota punheteiro, então fiquei na minha. Entre um gole e outro, ela começa a falar do ex, que tinha maltratado ela pra caralho, e isso a deixou muito sentimental, então eu abracei ela e tentei acalmar, sem querer nada em troca. Ela tinha bebido muito, então falei que ia no banheiro, quando baixo a calça percebo que tava com o pau durasso, nessa hora me liguei e pensei que tinha ficado muito na cara e tava nervoso pra caralho. Voltando pra sala, não vi ela, então sentei e esperei, ela volta 10 minutos depois com um baseado e pergunta: "vai um?" Óbvio que fui, começamos a fumar enquanto viajávamos em fotos, conversávamos e ouvíamos muita música. De repente, ela me agarra e me beija, eu olho confuso e parto pra cima. Juli: "Quero sentir você, por favor!" Imagina, com 16 anos, estar com uma de 27 que fala isso, na hora comecei a beijar ela toda, desci do pescoço até as pernas, beijando cada centímetro e arrancando vários gemidinhos. Comecei a fazer um oral nela e ela fala: "Tem uma parada chamada 69 que é muito melhor." Fizemos um 69 onde ela me deu o melhor boquete da minha vida, ela fazia de um jeito totalmente diferente, colocava uma vontade foda e me deixava louco. Passamos a noite toda, os dois gozamos pra caralho, ela pediu pra eu gozar dentro, eu era muito novo e fiz. Depois, ela passava os dedos com meu gozo nos lábios dela e colocava na boca. Depois disso, dormimos juntos e no dia seguinte nos despedimos com um matinal e ela foi comigo até a rodoviária. A gente se viu mais algumas vezes até eu namorar e parar de vê-la. Devem ter muitas fotos, mas aquela fotógrafa me deu o melhor take e a melhor cena.

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