Passando a Quarentena com a Mamãe

A história que vou contar aconteceu durante o estado de emergência decretado pelo governo em março de 2020 devido ao alerta sanitário provocado pelo coronavírus.

Antes de mais nada, vou me apresentar. Me chamo Rafa, tenho 35 anos e moro em Castellón de la Plana. Há alguns meses, estou morando na casa da minha mãe, já que fiquei desempregado e as dificuldades financeiras pelas quais estou passando me impedem de pagar um aluguel. Então me vi obrigado a voltar para casa. Minha mãe vive sozinha há um tempo e está encantada em me ter de volta ao lado dela para fazer-lhe companhia.

Desde que começou o estado de emergência, levamos o confinamento muito bem. Nos organizamos perfeitamente para fazer as compras, cozinhar, limpar a casa e ter bastante tempo livre, que eu dedicava a ler, ver filmes, fazer um pouco de exercício etc... O que eu mais sofria era a questão da abstinência sexual, apesar de que de vez em quando eu me recolhia um tempinho no meu quarto e me dedicava a me masturbar para aliviar a tensão sexual acumulada. E digo tensão sexual acumulada porque ninguém é de ferro, e minha mãe, provavelmente porque vivia sozinha há anos, ficava andando pela casa a toda hora bem à vontade de roupa, para não dizer quase nua.

A verdade é que eu nunca tinha visto minha mãe com outros olhos além dos de um filho para sua mãe, embora eu tenha que reconhecer que relações incestuosas entre mãe e filho me dão muito tesão e excitação, mas sempre considerei isso como uma mera fantasia, que usei em várias ocasiões para meus "trabalhos manuais", mas nunca pensando na minha mãe.

Como eu disse, minha mãe ficava andando pela casa bem solta. Tinha dias que ela só usava uma calcinha e uma camiseta, outros dias ela ficava só de calcinha e um roupão de ficar em casa bem curto, e outros dias ela saía direto do banho com um roupão sem roupa de baixo e ficava assim o dia todo. Todas essas... As circunstâncias não passavam despercebidas por mim e, aos poucos, fui percebendo que, durante as tardes no meu quarto, eu ficava de pau duro e aquelas imagens da minha mãe que eu tinha visto durante o dia não paravam de passar pela minha cabeça. A coisa foi aumentando, até que cheguei a bater uma punheta fantasiando que minha mãe entrava no meu quarto e me chupava, ou que ela tirava aqueles peitões enormes e me fazia um espanhola gostosa até meu pau explodir e encher o rosto dela de porra quente e grossa.

Minha mãe é uma mulher madura de 55 anos, mas se conserva muito bem. É morena com cabelo longo e ondulado, tem uns peitos generosos, quadris largos, cintura fina e coxas e bunda firmes. Enfim, ela é uma gostosa. O único problema é que ela é minha mãe, e essa barreira faz com que só outros possam comer ela; eu tenho que me contentar em fantasiar nos meus momentos de punheta, o que já me parece ir longe demais. Às vezes, me sinto mal por ter esses pensamentos sujos e lascivos com minha mãe como protagonista.

Então, com o passar das semanas de confinamento, minha rotina começou a se transformar em não perder nenhum detalhe da minha mãe quando ela cozinhava, limpava, atento a quando ela se abaixava e eu podia ver algo a mais, ou subia numa cadeira para pegar algo do armário e eu podia curtir uma vista fabulosa, sempre com muita discrição e cautela. Depois, na hora da sesta, eu a observava dormindo no sofá, seminu. Às vezes, me aproximava dela e podia sentir o calor dela e olhava o mais perto que podia sua pele fina. Colocava minha mão perto das coxas e da bunda dela e ficava muito excitado. Ela dormia. Em seguida, ia para o quarto, deixava a porta aberta, na esperança de que ela viesse, e me deitava na cama para bater uma punheta. Tenho que reconhecer que foram as melhores punhetas da minha vida.

Uma tarde, eu estava lendo na sala e minha mãe tinha passado o aspirador por toda a casa. Nem preciso dizer que não Não avancei nem uma página do livro que estava lendo. Era impossível me concentrar, e não era por causa do barulho do aspirador, isso era o de menos, mas porque ver minha mãe passando de calcinha e com uma camiseta bem curta e sem sutiã, se abaixando pelos cantos na caça aos pelos da casa, era muito mais motivador do que continuar com o romance que tinha em mãos, que não era ruim. Minha pica tinha ficado dura como aço. Com o livro, eu tentava esconder a ereção, já que era mais do que evidente. Quando terminou de aspirar, minha mãe foi tomar um banho. Comecei a ouvir a torneira do banheiro e não pude evitar imaginar minha mãe nua sob a água morna, acariciando o corpo com as mãos ensaboadas. Passou uma loucura pela minha cabeça e, quando percebi, já estava caminhando em direção ao banheiro. Vi a porta entreaberta, me espreitei com muito cuidado e, através do espelho, pude ver exatamente o que havia imaginado. Minha mãe estava ensaboando o corpo de um jeito delicioso. Certamente não era a primeira vez que via minha mãe assim, nua, mas era a primeira vez que estava vendo minha mãe nua ao mesmo tempo que tinha a pica dura entre as mãos. Eu batia uma suavemente, saboreando cada passada, enquanto curtia o espetáculo. Estava tranquilo porque pude ver pelo espelho que minha mãe tinha os olhos fechados, provavelmente para evitar que o sabão entrasse, e me decidi a me aproximar mais para vê-la diretamente, sem precisar do espelho. Abri a porta um pouco mais e me espreitei com muito cuidado, segurando meu pau ereto. E lá estava eu, me masturbando enquanto observava o corpo maravilhoso da minha mãe coberto de espuma, e nós dois, ela e eu, compartilhando o vapor d'água que inundava o ambiente. Eu batia uma cada vez com mais ímpeto e me deu uma vontade enorme de entrar no chuveiro com minha mãe e pedir para ela terminar de me masturbar com os peitos dela. Como ela reagiria? Pensei que era uma loucura, aquilo não podia ser. Um fiozinho A sanidade salvou a situação. Continuei me masturbando cada vez mais rápido, concentrei meu olhar naquelas tetas magníficas e gozei de maneira sublime tentando não fazer muito barulho. Saí cuidadosamente do banheiro com as mãos cheias de porra e cruzando os dedos para que minha mãe não tivesse percebido o que acabara de acontecer. Acabara de fazer a melhor punheta da minha vida até então. Deus, bendito confinamento!

Outra tarde, estávamos os dois na sala. Tínhamos colocado um filme e eu estava fazendo um pouco de exercício na bicicleta ergométrica. Minha mãe assistia ao filme deitada no sofá. Ela tinha cochilado e eu estava mais atento a olhar para ela estendida no sofá do que em seguir o filme. Deixei a bicicleta e comecei a fazer uns abdominais sentado no tapete aos pés do sofá onde ela jazia dormindo. Cada vez que me deitava para trás podia espiar por baixo da minha mãe e as vistas eram maravilhosas. Percebi imediatamente que ela não tinha colocado calcinha naquele dia, e rapidamente meu pau reagiu ficando duro como uma pedra. Perdi a conta dos abdominais que fiz, mas aproveitei enormemente cada um deles. Ao terminar fui ao banheiro tomar banho. Ela dormia. Entrei no chuveiro deixando a porta do banheiro entreaberta, fantasiando como sempre que minha mãe viria e comeria meu pau inteiro. Enquanto tomava banho não parava de pensar na minha mãe deitada no sofá sem calcinha e comecei a balançar o pau ensaboando-o com as duas mãos. Que curioso, alguns dias atrás era minha mãe que se ensaboava no chuveiro e eu a observava de fora me masturbando, e agora era eu que estava ali, sob a água, mas ela não estava. Procurei com o olhar o espelho para ver o lugar de onde eu tinha me masturbado na outra tarde observando minha mãe, quando me pareceu ver uma sombra passar pelo corredor. Não podia ser, minha mãe estava dormindo profundamente no sofá e eu não tinha ouvido nenhum barulho que me fizesse pensar que ela tinha se levantado. Continuei com meu banho e minha masturbação, olhando de soslaio para o espelho para vigiar. Em dado momento, a sombra passou novamente, mas desta vez parou na porta. A claridade que entrava de fora do banheiro pela fresta havia desaparecido. Hesitei por alguns instantes, mas pensei que não estava fazendo nada de errado, masturbar-se é algo natural, e continuei batendo uma até o final, ejaculando de maneira potente contra a parede do box e soltando alguns gemidos discretos. Então, a sombra desapareceu. Eu estava perplexo, será que minha mãe estava me espiando enquanto eu tomava banho e batia uma debaixo d'água? Só de pensar nisso já me deixava excitado, mas certamente havia alguma outra explicação mais racional para o que acabara de acontecer. Sequei-me, vesti-me e fui para o meu quarto. Ao passar pela porta da sala, vi minha mãe sentada no sofá assistindo ao filme.

Naquela noite, durante o jantar, o clima não era o mesmo de outras vezes. Ambos estávamos sentados à mesa da sala comendo um sanduíche e uma salada e vendo TV, em silêncio, pensativos, imersos em nós mesmos, como se percebêssemos que algo estranho estava acontecendo. Mal conversamos e o pouco que falamos foram coisas banais, insignificantes, algum comentário besta sobre o programa insosso que passava na televisão naquela hora. Após o jantar, minha mãe disse que estava cansada e ia para a cama. Deu-me um beijo de boa noite e foi para o seu quarto. Eu fiquei mais um pouco vendo TV, embora o que eu fazia mesmo era dar voltas na cabeça com tudo o que havia acontecido nos últimos dias. Me excitava demais lembrar de tudo que ocorreu e ao mesmo tempo me sentia mal por ter esses pensamentos sobre minha mãe, fantasiar com ela, imaginar que a comia, que ela cavalgava em mim como uma louca e me oferecia os peitos para gozar sobre eles. Aquilo não estava certo, mas não podia evitar e ficava muito excitado com meus pensamentos. Tentei fazer um Esforcei-me para tirar todas essas loucuras da cabeça e fui para a cama. Vi luz no quarto da minha mãe pela porta entreaberta. Passei direto e entrei no meu quarto, fechei a porta e me enfiei na cama. Por quase duas horas, virei e revirei tentando pegar no sono, mas era impossível. Não conseguia tirar aqueles pensamentos sujos e ao mesmo tempo excitantes da minha cabeça. Tudo que passava pela minha mente se traduzia em ereções contínuas do meu pau, mas eu tinha tomado a decisão de abandonar essas ideias para sempre e precisava ser forte. Eram três da manhã e eu estava totalmente desperto. Levantei e fui ao banheiro. Foi bem difícil conseguir mijar, já que estava com um pau duro como pedra, mas finalmente consegui, embora a ereção tenha voltado depois de urinar. Ao sair do banheiro, notei que no quarto da minha mãe ainda havia luz. Aproximei-me sorrateiramente e pude ver que ela estava deitada na cama com o olhar e a mente perdidos, sem conseguir dormir. Voltei sem fazer barulho para o meu quarto. Desta vez deixei a porta entreaberta e me sentei na cadeira da minha escrivaninha, bem em frente à porta. “Esta será a última vez”, disse a mim mesmo, e tirei meu pau para fora e comecei a acariciá-lo bem devagar. Iria ser a última punheta que eu me daria pensando na minha mãe, aquilo tinha que acabar. Estava totalmente pelado sentado na cadeira. A porta entreaberta, como sempre, fantasiando que minha mãe viesse e me pegasse batendo uma. Eu o balançava bem devagar, aproveitando essa última masturbação incestuosa. De repente, a sombra. Alguns segundos eternos aquela sombra ficou atrás da porta. Eu não parei de mexer nele. Então a porta se abriu devagar e minha mãe, essa mulher de 55 anos que me deu a vida, apareceu na penumbra do corredor e aos poucos entrou no meu quarto. Ela vestia um roupão fino e curto de seda amarrado na cintura com um cordãozinho. Descalça, silenciosa, imensamente linda. Ela se aproximou de mim sem dizer nada. Quando ela ficou bem na minha frente, soltou o roupão, permitindo que eu visse sua nudez, já que ela não usava roupa de baixo. Seus seios apareciam timidamente pelo decote. Nessa hora, eu já tinha solto meu pau. Eu não acreditava no que estava acontecendo, mas meu pauzão sim, porque ele ficou duro igual um mastro diante de uma tempestade. Minha mãe se ajoelhou na minha frente, olhando nos meus olhos, abriu o roupão, pegou aquelas tetas enormes com as mãos e as colocou dos dois lados do meu pau. Ela começou a esfregá-las pra cima e pra baixo com um ritmo doce, quente e suave que meu pau agradeceu ficando ainda mais duro, se é que era possível. Eu olhava nos olhos dela, e ela nos meus. E as tetas dela no meu pau. Não sei quanto tempo ela ficou me punhetando, eu estava em outra dimensão e perdi a noção do espaço-tempo. Meu pau estava babando e lubrificando aquelas duas tetas maravilhosas de pele macia e mamilos duros que eu sentia cutucando minhas pernas. Depois de um bom tempo, minha mãe se levantou. Eu não tinha gozado, mas estava quase explodindo. Meu pau tremia de excitação. Minha mãe se virou e foi em direção à porta, sem dizer nada. Pensei: "Obrigado, mãe, nós dois sabemos que isso não foi certo, mas vai ficar entre a gente. Agora, eu preciso terminar essa punheta que você me deu e amanhã será outro dia, tudo isso vai ficar pra trás". Minha mãe chegou na porta, hesitou por alguns instantes e então, para meu total desespero, ela a fechou e se virou. Ela caminhou de novo até mim, devagar, tímida, insegura. Deixou o roupão cair no chão e, completamente nua, se ajoelhou na cama. Então, ela sussurrou as três palavras com as quais eu tinha sonhado por tanto tempo e que agora ouvia saindo da boca dela: "Me fode, meu filho". Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Mas, instintivamente, me levantei, me aproximei dela, peguei meu pau babando com a mão trêmula e o aproximei bem devagar da entrada da sua buceta. Eu tinha minha mãe na minha frente, de quatro, me oferecendo a sua xota depilada, molhada e... Gostosa. Eu já queria gozar na hora, mas tinha que segurar, estava a meros dois centímetros de foder minha mãe e sim, eu queria. Senti o contato com a pele úmida da sua buceta e empurrei suavemente. Aos poucos fui perdendo de vista meu pau, que abria caminho naquela gruta quente que era a buceta da mamãe. À medida que entrava, podia ouvir o gemido constante e abafado que minha mãe soltava. Eu ficava quieto, feliz, excitado. Enfiei tudo e ficamos assim por alguns segundos. O tempo parou. Eu já queria gozar. Não podia me mexer ou iria gozar. Acariciava suas coxas, suas nádegas firmes, esticava os braços para alcançar aqueles peitos imponentes, sentia seus mamilos duros. Meu pau parado lá dentro, sentindo as contrações de sua vagina, que me deixavam louco. Não aguentava mais e quis dizer à minha mãe. Finalmente, pude dizer aquelas palavras que nunca imaginei que diria a ela: “Mamãe, quero gozar dentro de você”. Minha mãe se virou levemente para mim e respondeu: “Me fode, meu filho, e goza bem forte dentro da mamãe”. Então, comecei uma metida e sacada firme e decidida, fazendo um enorme esforço para aguentar o máximo possível. Os gemidos da minha mãe já eram descarados, ela estava se deixando levar. Ambos suávamos, nus, colados um no outro, unidos por nossos genitais, mãe e filho, fodendo como dois adolescentes sozinhos no meio da noite. A fricção do meu pau em sua vagina estava cada vez mais úmida, mais deliciosa. E não aguentei mais. E gozei. E enchi a vagina da mamãe com meu sêmen, entre espasmos de prazer dela e meus, e gritos, e sussurros e abraços e línguas que se fundem. E assim ficamos, dormindo, com meu pau preso entre suas pernas, derretido. E amanhã, será outro dia.

7 comentários - Passando a Quarentena com a Mamãe

Maravilloso relato. Me encantó, van mis 10puntitos.
Habrá continuación???
Riddo +4
No me gustó. Ademas está todo muy pegado y se complica la lectura. El que si me encantó y MUCHO fue el de VIVIAN. Creo que seria un buen modelo a seguir.
Pasa link capo