Uma noite sozinho no apartamento e, de tesão, entrei num chat e contatei uma transexual que, assim como eu, estava bem excitada. Vimos a distância entre a gente e combinamos de nos encontrar naquela mesma noite. Então me vesti e fui pra casa dela. Chego no endereço e ela me recebe com um baby doll que cobria os peitos, meia barriga e a calcinha fio dental com ligas escondiam um volume que, embora não muito visível, revelava que ali tinha algo escondido. Ela me convidou pra entrar e sentar num sofá grande, perguntou se eu queria algo pra beber e, como não bebo álcool, falei que não. Perguntou se eu fumava, também não. "Sou um chato", falei, e ela riu quase às gargalhadas. Me perguntou se eu tinha experiência e lembrei ela do quanto eu era chato, fazendo ela sorrir de novo. "Mas, sim", falei, "uma vez me masturbei enquanto enfiava um dildo no cu, então virgem total não era." Ela sorriu de novo e me explicou algo que eu não esperava. — Imagino que você tenha uma ideia preconcebida de travestis com pau grande e duro, infelizmente acho que isso não se aplica a mim. Desculpa se você veio com outra ideia, ela disse. — Na verdade, eu vim com a ideia de poder curtir e me sentir entregue ao seu lado, mais putinha, sabe? Poder chupar você e a gente foder. — Raramente fico dura, gosto de receber, me sentir mulher, não gosto de drogas e coisas que aumentam o desejo sexual, ela falou, baixando levemente a cabeça como se estivesse envergonhada. Senti algo por ela que me fez me aproximar e colocar minha mão no rosto dela, por baixo do cabelo comprido. Ela me olhou e sorriu, e a gente se beijou. O que começou com beijos suaves, lábios se tocando, abrindo a boca só um pouco, foi ganhando paixão e as línguas começaram a sair pra procurar a outra boca. As mãos começaram a acariciar, as minhas no rosto dela, as dela no meu. A gente se olhou por um momento e sorrimos. — Você é linda, adoro seu sorriso, adoro sua pele. — Você é muito cavalheiro. Posso tirar sua roupa? — Se é o que você quer. As mãos dela percorreram meu peito até chegar na cintura, assim que ela passou por baixo da minha roupa, começou a subir devagar, acariciando minha pele enquanto levantava a camiseta. Meus bicos endureceram na hora que ela tocou neles com a ponta dos dedos por um instante; levantei os braços e fiquei com o torso nu. A boca dela se aproximou da minha e, com um suspiro, fez o movimento de um beijo, mas tirou os lábios para grudar os dela no meu pescoço. Descendo devagar pela minha pele, sentia arrepios de prazer, ainda mais quando chegou no bico, onde parou pra fazer dele o brinquedo da boca e da língua dela. Minhas mãos não queriam perder o prazer, então fui acariciando as costas dela até achar o fecho do sutiã; quando ela sentiu que tava soltando, fez um movimento experiente pra tirar ele de cima sem parar de beijar meus bicos, que ela percorria de um pro outro, quase sem deixar um pedaço do meu peito sem passar os lábios.
Eu tava frenético, louco de tesão, e quando tô assim, quero beijar, chupar. Então coloquei minhas mãos no rosto dela e levantei ela até poder beijá-la, o beijo já era erótico, ardente e apaixonado. As mãos dela já tentavam tirar minha calça de algum jeito, as minhas percorriam o corpo dela e depois de um tempo pararam nos peitos dela. Me afastei dos beijos dela pra procurar os mamilos, devolvi o carinho e a paixão que ela colocou nos meus enquanto ela acariciava meu cabelo, dava pra ouvir gemidos leves a cada mordidinha suave que eu dava nas tetas dela e sentir ela gozar tava me deixando no limite. Ela interrompeu meu tesão nos peitos dela me afastando e me fazendo deitar no sofá, em segundos eu tava completamente pelado, totalmente à mercê dela, com meu pau duro colado na barriga. As mãos dela acariciaram meu peito enquanto a boca dela foi perto do umbigo e, arrastando a língua, foi subindo devagar até que ela fez eu sentir o peito dela roçando minha ereção. Ela me deu um beijo de uns segundos e desceu de novo me cobrindo de beijos e carícias, minha respiração ofegante mostrou pra ela o quanto eu tava curtindo. O roçar do peito dela descendo sobre o pau duro tava me deixando louco e com a sensação de que a qualquer momento eu explodia só com uns roçares, carícias e beijos. A boca dela parou na glande, inchada de dar estouro, a língua dela fez uns movimentos que quase me mataram de prazer quando roçava o limite da cabeça dura. Ela foi enfiando na boca dela aos poucos sem levantar o olhar, as mãos dela percorriam meu peito e minha barriga enquanto eu sentia a língua e os lábios dela cobrindo quase completamente o pau.
Por unos minutos fiquei me deliciando entre beijos, carícias e chupadas que estavam me dando um prazer tão grande que eu estava prestes a explodir. As mãos dela pousaram na minha bunda, me dando a entender que queria que eu levantasse um pouco. Me apoiei no sofá, ergui um pouco o quadril e senti a língua dela percorrer minhas bolas. Depois de alguns segundos, sinto a saliva dela escorrendo pelo meu cu, e então um dedo se apoiando no ânus enquanto mais saliva caía. Com movimentos suaves, ela acariciava em círculos, e então senti a língua dela tentando me penetrar, o dedo de novo já quase todo dentro de mim, e depois a língua... Ela se ajoelhou na minha frente, com a ponta dos dedos limpou o líquido que saía do meu pau e levou aos lábios. Ia lamber os dedos, mas me levantei e roubei esse prazer dela, beijando e chupando o líquido. Nos beijamos por um momento até que ela se levantou e me puxou pela mão até o quarto dela. Ela me pede para deitar na cama enquanto abre uma gaveta e tira um dildo não muito grande. — Quer? Eu te dou enquanto você me dá o seu. Com um sorriso, fiz um sinal de aprovação, e ela sentou em cima de mim de costas, enquanto acariciava minhas bolas e meu cu. Com um gesto, ela aponta para um pote de creme na mesinha de cabeceira. Passei uma boa porção no meu pau e acariciei a bunda dela devagar. Ela, de quatro, se contorcia aproveitando as carícias. Passei mais creme nos dedos e fui dilatando o cu dela aos poucos até penetrá-la com dois dedos. Os gemidos de prazer dela eram intensos. Ela pede o pote de creme e me devolve a atenção. Eu continuo acariciando e masturbando a bunda dela, ela já tem dois dedos no meu cu e estou no paraíso. Então sinto o dildo entrando devagar. Depois de dentro, ela pega minha mão e a move. — Me penetra, amor.
Acomodo a pica na entrada e ela vai sentando devagar até ter ela completamente dentro. Ela se move lentamente enquanto tento restringir os movimentos dela com minhas mãos na cintura dela, porque sinto que não vou aguentar muito. A mão dela mexe a borracha no meu cu magistralmente e tá me matando de prazer. — Não aguento mais, falo depois de não mais que um minuto. — Não se preocupa, me enche. E foi o que fiz, ela se moveu com destreza pra apressar o inevitável e eu enchi ela com o que pareceram jorros e jorros de porra, nunca tinha sentido um orgasmo igual. A mão dela ainda continuava fudendo meu cu com frenesi enquanto a bunda dela se movia sobre minha pica, espremendo ela completamente. Me levantei e virei ela, senti o dildo sair voando do meu cu. Ela abriu as pernas, sabendo o que eu queria. Penetrei ela antes que o tesão baixasse depois de uma porra daquelas e comecei a meter como um possesso, sentindo os gemidos dela e os pedidos: — Isso, meu amor, me fode duro, me dá forte, por favor! Os braços dela se cruzaram nas minhas costas, as pernas dela na minha cintura, nos beijamos. Por algum motivo, minha ereção continuava, eu ainda tava muito excitado e, embora estivesse mais sensível, não queria parar. A mistura de sêmen lubrificando o cu dela fazia com que eu entrasse e saísse sem problemas. As mãos dela no meu rosto me fizeram levantar, depois ela colocou elas no meu peito pra eu me levantar mais. Vi o rosto dela e as expressões de prazer intenso me fizeram meter ainda mais forte. Percebi que com uma mão ela tentava se masturbar, o pau dela tava duro como pedra e, embora pequeno, dava pra ver que tava bem inchado. Coloquei saliva na minha mão e tirei a dela. A cada metida, minha mão se movia como se a pica dela estivesse sendo fodida. — Vou gozar. Ela fala. — Deixa eu chupar? — Sim, meu amor, sou sua. O corpo dela começa a arquear e os gemidos são intensos. Sinto o primeiro jorro pular no peito dela e me abaixo na hora, cobrindo o pau dela com minha boca. Penetro ela com 2 dedos, procurando a próstata dela, masturbando ela com a boca enquanto saboreio o leite dela. Porra cheia de mim. Ela puxa meu cabelo pra eu subir. — Me dá, ela fala. A gente se beija e eu compartilho o esperma dela, que ela procura com a língua. Ficamos abraçados na cama. Tenho o corpo dela nos meus braços e acho que tô apaixonado. Ela acaricia meu peito e depois desce até meu pau mole, restos de porra grudam na mão dela e ela arrasta até meu cu. — Pode parecer mentira, mas faz muito tempo que não gozo assim, só um pouco de líquido. Você me fez gozar pra caralho. — Você me fez gozar como acho que nunca gozei, eu falo. E, sério, acho que nunca tive uma tesão tão forte seguida de um orgasmo igual. Cê sabe, sou sem graça. A realidade me aperta e eu sei que isso era um serviço pelo qual tenho que pagar e não sei como falar. Deixo claro que quero saber as horas, mas ela faz um gesto pra eu não fazer isso. — Se você não tiver nada pra fazer, gostaria que ficasse mais um tempo.
Nos beijamos suavemente e sorrimos. Ela se acomoda melhor nos meus braços. Fomos pra cozinha nos tratar um pouco, no meio do caminho algo aconteceu, simplesmente virei o animal que sempre fui e fui direto nela, então comecei a chupar os peitos dela como se não houvesse amanhã. O negócio é que ela também perdeu a linha — que gostosa você tá, amor, quero te foder de novo! — uff!, como você chupa bem, safado: Tô ficando muito puta. Eu continuei apertando as tetonas da Promíscua e abri bem as pernas dela, na minha frente estava aquela buceta toda raspada e eu meti na boca e comecei a dar prazer com minha boca — uau!, como você chupa bem, canalha, Adoro como você engole minha buceta. Ela se jogou pra trás, apoiando as mãos femininas no balcão da cozinha, e eu comecei a chupar o pau transexual dela, e a puta abria mais e mais as pernas pra que o boquete gostoso que eu dava fosse ainda mais prazeroso e satisfatório. A porca gemia e ofegava, bufando e resfolegando porque tava morrendo de prazer. — você é um filho da puta viciado e perverso, tá me matando de gosto, seu safado. A Promíscua pegou no meu pau, que também tava duro, e eu parei de chupar o pau transexual dela e ela se dedicou inteiramente a mim — que putinha você é. Adoro como você engole meu pau, gostosa! A vadia engolia e chupava com ardor meu pau, tirava e colocava na boca lasciva de puta transexual no cio e me matava de prazer, enquanto ela tava sentada de pernas abertas no banquinho da cozinha com o pau transexual bem duro apontando pro teto — sua vadia!, Promíscua!, tá me matando de gosto!, gostosa! A puta sedenta brincava e brincava com meu pau duro, metia e tirava minha piroca ereta e colocava de novo na boca cheia de saliva escorrendo, me mostrando que tava presa numa luxúria sufocante e eu tava morrendo de obscenidade e impudícia. — vem cá, amor!
— que delícia que você tá me comendo, puta, você é uma foxy depravada, adoro! — soltei entre suspiros lascivos. A foxy parou de chupar e mamar meu pau duro e colocou as mãos femininas no banco pra me mostrar e exibir aquele rabo libidinoso que já tava pedindo pra ser fodido e sodomizado — amor, enfia em mim, eu quero, love! — uff!, ah!, oh!, ah!, como entra, foxy! — sim, filho da puta, sim!, sinto você me perfurando, canalha! — me deixa mais tesudo sentir o apertado do seu cu, sua Promiscuous fodida! — você é um filho da puta!, tá me perfurando com dor! Já tinha enfiado bem fundo meu pau duro e grosso nas entranhas anais da vagabunda e nós dois começamos a nos mover com safadeza e luxúria, porque o momento erótico e obsceno da putaria anal nos deixava mais tarados e depravados, e começamos a nos insultar com mais obscenidade e sem-vergonhice, se é que isso era possível. — foxy!, slut!, você tá me matando de prazer!, mexe essa bunda, Promiscuous! — me fode, filho da puta!, me fode viva!, arrebenta meu cu, canalha! — sim, toma pau!, sente meu cock, porca! — bufava enquanto enfiava mais e mais pausadas nessa slut obscena — me dá prazer no cu, seu filho da puta!, faz de mim sua foxy! — sente meu cock, slut!, você me enlouquece, foxy! — uivava de prazer ao perceber como essa puta tava extasiada recebendo minhas picas no cu ardente. Enquanto eu penetrava e fodía o cu dela, puxei a camiseta o máximo que pude até quase tirar, e isso me deixava mais tarado e excitado, enquanto essa vagabunda não parava de gemer como uma Promiscuous de bordel — sim!, geme mais!, Promiscuous!, sente meu cock, foxy! — você é um garanhão filho da puta!, seu filho da puta, como você me fode bem, canalha! — resfolegava enquanto balançava e rebolava libidinosamente aquele cu ativo e barulhento de vagabunda. A vagabunda inclinava o tronco mais e mais sobre o banco pra que a putaria anal que eu tava dando nessa travesti fosse mais gostosa e prazerosa, levando ela a um paroxismo brutal — você é um garanhão filho da puta, seu filho da puta!, me Tá me comendo gostoso, cabrão! — dizia toda tesuda entre espasmos anais — e tu é uma foxy que me deixa louco, Promiscuous! — gritei todo excitado — cabrão, cabrãozão, me dá mais rabo!, não para, cabrão! — falou entre gemidos sexuais a foxy — agh!, uff!, agh!, toma cock, Promiscuous!, ah!, que prazer que tu me dá!, Promiscuous! — slut!, foxy!, mexe mais essa bunda, foxy! — sim, cabrão, sim!, fico louca com teus mil paus, filho da slut! Trocamos de posição e nos sentamos num canto da cozinha, enquanto ela apoiava as mãos com força no balcão e sentia como eu perfurava aquele cuzinho libidinoso tão agitado e quicava em cima de mim com meu pauzão dentro das entranhas anais — cabrão, tu tá me matando de prazer!, me dá mais! — goza, slut!, goza, Promiscuous!, toma rabo!, sente meu pau, foxy! — ah!, sim!, cabrão, como eu sinto!, tu tá me destruindo! — adoro foder bundas de travesti, Promiscuous!, que slut você é, puta suja! — continua, cabrão, continua!, tu tá me machucando e eu adoro, filho da slut! — Tu me deixa muito tarado, porca!, toma cock, vaca! A putona, depois de quicar e requebrar com meu pau duro no cu dela, decidiu que a gente trocava de posição de novo e voltava pra primeira pra foder melhor e com mais satisfação anal, porque ela tava cada vez mais no cio e não parecia querer que a surra de pica que eu tava dando acabasse — vamos trocar de posição, canalha!, me destrói a bunda, vamos! — sim, slut!, agora tu tá mais e mais agitada e não vou perder a chance de te encher de pica e te entupir sem parar! Ela apoiou o torso feminino e pendurou as tetonas fenomenais de foxy safada, enquanto eu agarrava e apertava aquele cuzão libidinoso e continuava uma penetração anal lenta e progressiva dentro da puta — vaca suja, me deixa muito besta, foxy!, Promiscuous! — me dá rabo, filho da slut!, eu gosto, canalha! — toma cock, porca!, goza meu rabo!, vagabunda! — continua, cabrão, eu gosto!, não para! — toma mais, Promiscuous!, toma rabo, porca!, toma cock, slut!, toma e toma! — tu me mata, filho da slut!, caralho, que tesão! Mãe, que tesão que você me dá, safado! Nós dois gemíamos e soltávamos mil gritos e gemidos sexuais, presos num momento erótico muito lascivo, e eu sentia como meu pau duro destruía sem piedade o cu dessa puta depravada, enquanto ela pedia pra eu não parar de arrebentar e destruir a bunda dela. — Você tá me deixando cada vez mais excitada, querido! Vou gozar! — Eu também, Promíscua! Eu também! Ela esticou as costas femininas pra poder pegar no próprio clitóris e se masturbar enquanto eu a perfurava com meu pau, pra poder gozar e terminar a fodida anal que eu tava dando nela. — Você é um filho da puta viciado! Que transa você me deu, canalha! — disse ela entre gemidos. — E você uma puta fogosa, sua Promíscua! Adorei te foder aqui e agora, porca! — uivei de prazer. Enquanto terminava de ofegar, essa vagabunda porca se ajoelhou na minha frente e eu joguei minha porra cremosa, grossa e quente de macho nela, enquanto eu ofegava e gemia, e depois esfreguei os últimos coágulos de porra cremosa de macho nos peitões fenomenais dela. — Você me deixou muito satisfeito, porca! — E você também, canalha! — Espero que isso se repita. — Sim, espero que sim. Fomos os dois pro banheiro e, ainda deu tempo dela me fazer um boquete enquanto tomávamos banho juntos, e eu saí ainda mais relaxado. Acordamos abraçados, sem saber que horas eram, pouco nos importava. Levantamos e tomamos banho juntos, e comemos algo pra recuperar as forças.
Relato da web
Eu tava frenético, louco de tesão, e quando tô assim, quero beijar, chupar. Então coloquei minhas mãos no rosto dela e levantei ela até poder beijá-la, o beijo já era erótico, ardente e apaixonado. As mãos dela já tentavam tirar minha calça de algum jeito, as minhas percorriam o corpo dela e depois de um tempo pararam nos peitos dela. Me afastei dos beijos dela pra procurar os mamilos, devolvi o carinho e a paixão que ela colocou nos meus enquanto ela acariciava meu cabelo, dava pra ouvir gemidos leves a cada mordidinha suave que eu dava nas tetas dela e sentir ela gozar tava me deixando no limite. Ela interrompeu meu tesão nos peitos dela me afastando e me fazendo deitar no sofá, em segundos eu tava completamente pelado, totalmente à mercê dela, com meu pau duro colado na barriga. As mãos dela acariciaram meu peito enquanto a boca dela foi perto do umbigo e, arrastando a língua, foi subindo devagar até que ela fez eu sentir o peito dela roçando minha ereção. Ela me deu um beijo de uns segundos e desceu de novo me cobrindo de beijos e carícias, minha respiração ofegante mostrou pra ela o quanto eu tava curtindo. O roçar do peito dela descendo sobre o pau duro tava me deixando louco e com a sensação de que a qualquer momento eu explodia só com uns roçares, carícias e beijos. A boca dela parou na glande, inchada de dar estouro, a língua dela fez uns movimentos que quase me mataram de prazer quando roçava o limite da cabeça dura. Ela foi enfiando na boca dela aos poucos sem levantar o olhar, as mãos dela percorriam meu peito e minha barriga enquanto eu sentia a língua e os lábios dela cobrindo quase completamente o pau.
Por unos minutos fiquei me deliciando entre beijos, carícias e chupadas que estavam me dando um prazer tão grande que eu estava prestes a explodir. As mãos dela pousaram na minha bunda, me dando a entender que queria que eu levantasse um pouco. Me apoiei no sofá, ergui um pouco o quadril e senti a língua dela percorrer minhas bolas. Depois de alguns segundos, sinto a saliva dela escorrendo pelo meu cu, e então um dedo se apoiando no ânus enquanto mais saliva caía. Com movimentos suaves, ela acariciava em círculos, e então senti a língua dela tentando me penetrar, o dedo de novo já quase todo dentro de mim, e depois a língua... Ela se ajoelhou na minha frente, com a ponta dos dedos limpou o líquido que saía do meu pau e levou aos lábios. Ia lamber os dedos, mas me levantei e roubei esse prazer dela, beijando e chupando o líquido. Nos beijamos por um momento até que ela se levantou e me puxou pela mão até o quarto dela. Ela me pede para deitar na cama enquanto abre uma gaveta e tira um dildo não muito grande. — Quer? Eu te dou enquanto você me dá o seu. Com um sorriso, fiz um sinal de aprovação, e ela sentou em cima de mim de costas, enquanto acariciava minhas bolas e meu cu. Com um gesto, ela aponta para um pote de creme na mesinha de cabeceira. Passei uma boa porção no meu pau e acariciei a bunda dela devagar. Ela, de quatro, se contorcia aproveitando as carícias. Passei mais creme nos dedos e fui dilatando o cu dela aos poucos até penetrá-la com dois dedos. Os gemidos de prazer dela eram intensos. Ela pede o pote de creme e me devolve a atenção. Eu continuo acariciando e masturbando a bunda dela, ela já tem dois dedos no meu cu e estou no paraíso. Então sinto o dildo entrando devagar. Depois de dentro, ela pega minha mão e a move. — Me penetra, amor.
Acomodo a pica na entrada e ela vai sentando devagar até ter ela completamente dentro. Ela se move lentamente enquanto tento restringir os movimentos dela com minhas mãos na cintura dela, porque sinto que não vou aguentar muito. A mão dela mexe a borracha no meu cu magistralmente e tá me matando de prazer. — Não aguento mais, falo depois de não mais que um minuto. — Não se preocupa, me enche. E foi o que fiz, ela se moveu com destreza pra apressar o inevitável e eu enchi ela com o que pareceram jorros e jorros de porra, nunca tinha sentido um orgasmo igual. A mão dela ainda continuava fudendo meu cu com frenesi enquanto a bunda dela se movia sobre minha pica, espremendo ela completamente. Me levantei e virei ela, senti o dildo sair voando do meu cu. Ela abriu as pernas, sabendo o que eu queria. Penetrei ela antes que o tesão baixasse depois de uma porra daquelas e comecei a meter como um possesso, sentindo os gemidos dela e os pedidos: — Isso, meu amor, me fode duro, me dá forte, por favor! Os braços dela se cruzaram nas minhas costas, as pernas dela na minha cintura, nos beijamos. Por algum motivo, minha ereção continuava, eu ainda tava muito excitado e, embora estivesse mais sensível, não queria parar. A mistura de sêmen lubrificando o cu dela fazia com que eu entrasse e saísse sem problemas. As mãos dela no meu rosto me fizeram levantar, depois ela colocou elas no meu peito pra eu me levantar mais. Vi o rosto dela e as expressões de prazer intenso me fizeram meter ainda mais forte. Percebi que com uma mão ela tentava se masturbar, o pau dela tava duro como pedra e, embora pequeno, dava pra ver que tava bem inchado. Coloquei saliva na minha mão e tirei a dela. A cada metida, minha mão se movia como se a pica dela estivesse sendo fodida. — Vou gozar. Ela fala. — Deixa eu chupar? — Sim, meu amor, sou sua. O corpo dela começa a arquear e os gemidos são intensos. Sinto o primeiro jorro pular no peito dela e me abaixo na hora, cobrindo o pau dela com minha boca. Penetro ela com 2 dedos, procurando a próstata dela, masturbando ela com a boca enquanto saboreio o leite dela. Porra cheia de mim. Ela puxa meu cabelo pra eu subir. — Me dá, ela fala. A gente se beija e eu compartilho o esperma dela, que ela procura com a língua. Ficamos abraçados na cama. Tenho o corpo dela nos meus braços e acho que tô apaixonado. Ela acaricia meu peito e depois desce até meu pau mole, restos de porra grudam na mão dela e ela arrasta até meu cu. — Pode parecer mentira, mas faz muito tempo que não gozo assim, só um pouco de líquido. Você me fez gozar pra caralho. — Você me fez gozar como acho que nunca gozei, eu falo. E, sério, acho que nunca tive uma tesão tão forte seguida de um orgasmo igual. Cê sabe, sou sem graça. A realidade me aperta e eu sei que isso era um serviço pelo qual tenho que pagar e não sei como falar. Deixo claro que quero saber as horas, mas ela faz um gesto pra eu não fazer isso. — Se você não tiver nada pra fazer, gostaria que ficasse mais um tempo.
Nos beijamos suavemente e sorrimos. Ela se acomoda melhor nos meus braços. Fomos pra cozinha nos tratar um pouco, no meio do caminho algo aconteceu, simplesmente virei o animal que sempre fui e fui direto nela, então comecei a chupar os peitos dela como se não houvesse amanhã. O negócio é que ela também perdeu a linha — que gostosa você tá, amor, quero te foder de novo! — uff!, como você chupa bem, safado: Tô ficando muito puta. Eu continuei apertando as tetonas da Promíscua e abri bem as pernas dela, na minha frente estava aquela buceta toda raspada e eu meti na boca e comecei a dar prazer com minha boca — uau!, como você chupa bem, canalha, Adoro como você engole minha buceta. Ela se jogou pra trás, apoiando as mãos femininas no balcão da cozinha, e eu comecei a chupar o pau transexual dela, e a puta abria mais e mais as pernas pra que o boquete gostoso que eu dava fosse ainda mais prazeroso e satisfatório. A porca gemia e ofegava, bufando e resfolegando porque tava morrendo de prazer. — você é um filho da puta viciado e perverso, tá me matando de gosto, seu safado. A Promíscua pegou no meu pau, que também tava duro, e eu parei de chupar o pau transexual dela e ela se dedicou inteiramente a mim — que putinha você é. Adoro como você engole meu pau, gostosa! A vadia engolia e chupava com ardor meu pau, tirava e colocava na boca lasciva de puta transexual no cio e me matava de prazer, enquanto ela tava sentada de pernas abertas no banquinho da cozinha com o pau transexual bem duro apontando pro teto — sua vadia!, Promíscua!, tá me matando de gosto!, gostosa! A puta sedenta brincava e brincava com meu pau duro, metia e tirava minha piroca ereta e colocava de novo na boca cheia de saliva escorrendo, me mostrando que tava presa numa luxúria sufocante e eu tava morrendo de obscenidade e impudícia. — vem cá, amor!
— que delícia que você tá me comendo, puta, você é uma foxy depravada, adoro! — soltei entre suspiros lascivos. A foxy parou de chupar e mamar meu pau duro e colocou as mãos femininas no banco pra me mostrar e exibir aquele rabo libidinoso que já tava pedindo pra ser fodido e sodomizado — amor, enfia em mim, eu quero, love! — uff!, ah!, oh!, ah!, como entra, foxy! — sim, filho da puta, sim!, sinto você me perfurando, canalha! — me deixa mais tesudo sentir o apertado do seu cu, sua Promiscuous fodida! — você é um filho da puta!, tá me perfurando com dor! Já tinha enfiado bem fundo meu pau duro e grosso nas entranhas anais da vagabunda e nós dois começamos a nos mover com safadeza e luxúria, porque o momento erótico e obsceno da putaria anal nos deixava mais tarados e depravados, e começamos a nos insultar com mais obscenidade e sem-vergonhice, se é que isso era possível. — foxy!, slut!, você tá me matando de prazer!, mexe essa bunda, Promiscuous! — me fode, filho da puta!, me fode viva!, arrebenta meu cu, canalha! — sim, toma pau!, sente meu cock, porca! — bufava enquanto enfiava mais e mais pausadas nessa slut obscena — me dá prazer no cu, seu filho da puta!, faz de mim sua foxy! — sente meu cock, slut!, você me enlouquece, foxy! — uivava de prazer ao perceber como essa puta tava extasiada recebendo minhas picas no cu ardente. Enquanto eu penetrava e fodía o cu dela, puxei a camiseta o máximo que pude até quase tirar, e isso me deixava mais tarado e excitado, enquanto essa vagabunda não parava de gemer como uma Promiscuous de bordel — sim!, geme mais!, Promiscuous!, sente meu cock, foxy! — você é um garanhão filho da puta!, seu filho da puta, como você me fode bem, canalha! — resfolegava enquanto balançava e rebolava libidinosamente aquele cu ativo e barulhento de vagabunda. A vagabunda inclinava o tronco mais e mais sobre o banco pra que a putaria anal que eu tava dando nessa travesti fosse mais gostosa e prazerosa, levando ela a um paroxismo brutal — você é um garanhão filho da puta, seu filho da puta!, me Tá me comendo gostoso, cabrão! — dizia toda tesuda entre espasmos anais — e tu é uma foxy que me deixa louco, Promiscuous! — gritei todo excitado — cabrão, cabrãozão, me dá mais rabo!, não para, cabrão! — falou entre gemidos sexuais a foxy — agh!, uff!, agh!, toma cock, Promiscuous!, ah!, que prazer que tu me dá!, Promiscuous! — slut!, foxy!, mexe mais essa bunda, foxy! — sim, cabrão, sim!, fico louca com teus mil paus, filho da slut! Trocamos de posição e nos sentamos num canto da cozinha, enquanto ela apoiava as mãos com força no balcão e sentia como eu perfurava aquele cuzinho libidinoso tão agitado e quicava em cima de mim com meu pauzão dentro das entranhas anais — cabrão, tu tá me matando de prazer!, me dá mais! — goza, slut!, goza, Promiscuous!, toma rabo!, sente meu pau, foxy! — ah!, sim!, cabrão, como eu sinto!, tu tá me destruindo! — adoro foder bundas de travesti, Promiscuous!, que slut você é, puta suja! — continua, cabrão, continua!, tu tá me machucando e eu adoro, filho da slut! — Tu me deixa muito tarado, porca!, toma cock, vaca! A putona, depois de quicar e requebrar com meu pau duro no cu dela, decidiu que a gente trocava de posição de novo e voltava pra primeira pra foder melhor e com mais satisfação anal, porque ela tava cada vez mais no cio e não parecia querer que a surra de pica que eu tava dando acabasse — vamos trocar de posição, canalha!, me destrói a bunda, vamos! — sim, slut!, agora tu tá mais e mais agitada e não vou perder a chance de te encher de pica e te entupir sem parar! Ela apoiou o torso feminino e pendurou as tetonas fenomenais de foxy safada, enquanto eu agarrava e apertava aquele cuzão libidinoso e continuava uma penetração anal lenta e progressiva dentro da puta — vaca suja, me deixa muito besta, foxy!, Promiscuous! — me dá rabo, filho da slut!, eu gosto, canalha! — toma cock, porca!, goza meu rabo!, vagabunda! — continua, cabrão, eu gosto!, não para! — toma mais, Promiscuous!, toma rabo, porca!, toma cock, slut!, toma e toma! — tu me mata, filho da slut!, caralho, que tesão! Mãe, que tesão que você me dá, safado! Nós dois gemíamos e soltávamos mil gritos e gemidos sexuais, presos num momento erótico muito lascivo, e eu sentia como meu pau duro destruía sem piedade o cu dessa puta depravada, enquanto ela pedia pra eu não parar de arrebentar e destruir a bunda dela. — Você tá me deixando cada vez mais excitada, querido! Vou gozar! — Eu também, Promíscua! Eu também! Ela esticou as costas femininas pra poder pegar no próprio clitóris e se masturbar enquanto eu a perfurava com meu pau, pra poder gozar e terminar a fodida anal que eu tava dando nela. — Você é um filho da puta viciado! Que transa você me deu, canalha! — disse ela entre gemidos. — E você uma puta fogosa, sua Promíscua! Adorei te foder aqui e agora, porca! — uivei de prazer. Enquanto terminava de ofegar, essa vagabunda porca se ajoelhou na minha frente e eu joguei minha porra cremosa, grossa e quente de macho nela, enquanto eu ofegava e gemia, e depois esfreguei os últimos coágulos de porra cremosa de macho nos peitões fenomenais dela. — Você me deixou muito satisfeito, porca! — E você também, canalha! — Espero que isso se repita. — Sim, espero que sim. Fomos os dois pro banheiro e, ainda deu tempo dela me fazer um boquete enquanto tomávamos banho juntos, e eu saí ainda mais relaxado. Acordamos abraçados, sem saber que horas eram, pouco nos importava. Levantamos e tomamos banho juntos, e comemos algo pra recuperar as forças.
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