Mi madre y mi hermano pasan el fin de semana juntos 2

Sinopse: Este é um conto fetichista de incesto narrado por mim, onde meu irmão convida minha mãe pra conhecer Montevidéu. Eles vão passar o fim de semana juntos, tendo uma conversa como não tinham há muito tempo.
percebendo que os dois estão numa situação muito parecida na vida.



Link do capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3734029/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-Relato.html 




RELATO - Minha mãe e meu irmão passam o fim de semana juntos - 2ª parte


Os raios de sol anunciaram um novo dia. Até meio da manhã tinha café da manhã grátis no hotel, então eles aproveitaram. Comeram pra recuperar as energias e planejar o dia. Acordaram bem. Ele não lembrava de nada do dia anterior.
O dia passou sem grandes novidades. Depois do almoço, meu irmão foi sozinho pra um museu, já que isso não ia interessar ela, e ela aproveitou pra dar uma olhada nunsas lojas de roupa. Minha mãe aproveitou pra me mandar uma mensagem e tirou umas fotos. Depois, o dia foi mais do mesmo. Se encontraram à tarde, passearam pela rua de pedestres. Tomaram um lanche e mais tarde jantaram alguma coisa. Voltaram pro hotel e foram pro quarto.




Ao chegar, se depararam com outra decepção. Não tinha luz e meu irmão já tava quase se irritando de novo.


Calma, filho. Por que a gente não aproveita e vai tomar um negócio? É a última noite aqui...


Beleza. Tá bom." Ele disse ainda meio irritado, mas logo ia passar.


Minha mãe pegou a bolsa e foi no banheiro se trocar.


Meu irmão ficou chocado quando viu ela. Ela tava esplêndida. Vestia uma blusinha preta de alcinha, uma calça branca meio justa no corpo e uns saltos baixos. Ele estranhou aquele visual porque ela não costumava se vestir assim. Ou pelo menos a gente achava isso. Ela tava muito gostosa.


Beleza, vamos." Ele disse pra ela.


Saíram do hotel e caminaram umas poucas quadras procurando um lugar que chamasse a atenção deles. Ela não tava com muita noite, então pra ela qualquer um servia. Escolheram um bar e sentaram numa das mesas da calçada. Pediram algo pra beber, meu irmão incentivou ela a tomar algo com álcool. Ela não costumava beber ou bebia muito pouco de vez em quando. Essa era uma ocasião especial, então tava de boa.


Minha mãe atraía os olhares dos homens que passavam, de todas as idades, e até de um cara na mesa da frente que ficava de olho nela de vez em quando. Ela tava com um magnetismo danado naquela noite. Bebiam e riam, curtindo o momento.


Kkkk, já volto, vou no banheiro" Disse fazendo um gesto de que ia mijar nas calças.


Mamãe entrou no bar. Lá dentro, o clima tava mais animado. A música tocava alto e parecia mais uma balada do que um bar. Tinha bastante gente em pé, então ela precisava passar pedindo licença. Aquela mulher madura não passou despercebida. Em um momento, sentiu uma mão num lugar indevido, mas sua ingenuidade a fez pensar que foi algo sem querer, por causa da multidão.
Por sorte não tinha fila no banheiro feminino, na verdade não tinha ninguém. Ela se trancou num cubículo e sentiu alívio ao esvaziar a bexiga. De repente, algo a deixou perplexa. Dava pra ouvir uns gemidos de mulher vindo do cubículo ao lado. Uns suspiros abafados, que de vez em quando ficavam mais audíveis no meio da música que vinha de fora. Na hora ela entendeu o que tava rolando.


ai, meu deus" pensou ela. Daí saiu de lá e foi lavar as mãos. Já tava indo embora, mas alguma coisa fez ela ficar mais um pouco. Tava curiosa, os gemidos tavam ficando mais fortes. Agora dava pra ouvir uma voz masculina gemendo. Batiam nas paredes, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando e a respiração ofegante dos dois. O cara tava quase gozando quando ela decidiu sair dali de uma vez.
Pouco depois, ela voltou pra mesa e continuaram falando de coisas banais, mas necessárias. Não contou nada do que viu no banheiro. Só estavam de boa, sem nenhuma outra preocupação. Agora é meu irmão que vai pro banheiro, deixando minha mãe sozinha na mesa.


Cara, ídolo, monstro, a coroa que você tá comendo, hein" — disse um dos caras que estavam dentro do bar e não tiravam os olhos da mãe.


E aí, já comeu ela?" Disse outro.


Enquanto isso, minha mãe estava sozinha na mesa à mercê dos predadores. Uns moleques passaram por aquela rua e olharam ela de cima a baixo. Um deles soltou um elogio bem safado.
Uns caras de pau sem educação, não têm idade nem pra serem meus filhos". Pensou ela. Quantas coisas tinham mudado desde que ela era jovem.


É a minha véia doente" — respondeu meu irmão pra eles.


Uhh, foi mal, mano.


Ajjaja, tu se perdeu feio" — disse o amigo pro primeiro. Mesmo ele tendo sido o que perguntou se ele tinha pegado ela.


Quando meu irmão voltou do banheiro, eles se ofereceram pra pagar alguma coisa como desculpa. Ele não queria, mas eles insistiram, então não teve jeito, ele aceitou. No fim, iam ficar mais um pouco e depois voltar pro hotel.


Meu irmão voltou pra mesa com aqueles dois caras. Pareciam só um pouco mais novos que ele, e um sentou do lado da mulher e o outro do lado do meu irmão. Se apresentaram. Tinham uma lábia boa, então mamãe se distraiu conversando. Convidaram pra mais umas cervejas.


Não, não vou beber mais. Já chega, ela disse.


Nem um copinho? vai lá


Mamãe aceitou e tomou mais um pouco de cerveja. A verdade é que ela estava se divertindo pra caralho.


A conversa foi entrando em outro terreno. Mamãe se animou a contar o que presenciou no banheiro.


No banheiro... tinha um casal transando, haha" — ela disse com uma risadinha.


Meu irmão não conseguia acreditar no que nossa mãe tava falando. Na hora ele ficou duro com as coisas que ela contava. Escondia a ereção dele debaixo da mesa. Os pensamentos de ontem voltaram a rondar. Além disso, tava com vontade de ir ao banheiro. Não queria deixar ela com aqueles dois, mas não tinha outro jeito. Foi ao banheiro dizendo que já voltava. Não conseguiu evitar ter pensamentos impuros sobre ela. Provavelmente por causa do efeito do álcool. Mais uma noite quente tendo ela dormindo de camisola do lado dele. Uma mulher proibida.
Enquanto isso, aqueles dois estavam cada vez mais perto dela. Tavam cantando ela. Era claro que a intenção deles era levar ela pra cama, mas não ia ser nada fácil. Daqui a pouco meu irmão chegou.


Bom, já vamos nessa." Falou de forma geral.


Sim, vamos filho" Respondeu ela.


Já?


Sim, já vamos. Valeu pelas brejas.


Tinham passado uma noite meio bizarra, mas divertida no fim das contas. Depois de uns minutos, já estavam de volta no hotel.


Um calor infernal. Sem ar, abriu a janela pra entrar vento, mas tava quente pra caralho. Uma brisa suave passou.


Vou trocar de roupa." Disse a mamãe.




Foi no banheiro se trocar. Enquanto isso, meu irmão ficou só de short. Minha mãe vestiu de novo a mesma camisola do outro dia, só que agora ela tava usando uma fio dental. Nunca tinha usado antes. Tava estreando hoje. Só tinha comprado pra se sentir gostosa, nada mais, mas nunca tinha conseguido usar.


Uff, que calor!" — disse ela, sentando na cama pronta pra deitar.


De novo ele pôde ver o corpo semidesnudo da mãe dele. As cadeiras dela e as pernas gostosas. Virou-se pra deitar. Mas naquela noite ninguém ia dormir, fosse pelos pensamentos ou pelo calor. Minha mãe era uma mulher que tinha dificuldade pra dormir, mas não tinha levado os remédios que usava de vez em quando. Além disso, tinha bebido, muito pouco, mas tinha bebido, e fora isso, tava desconfortável.
Olho pro lado dela e vejo que o filho dela tava virado pro outro lado.


Caralho, que desconfortável. Não aguento mais isso." Disse ela tirando o corpete.


Pouco depois, ela tirou o camisão e deixou ele de lado. Meu irmão percebeu. A cada minuto ficava mais nervoso com a situação. Como se já não fosse estranho dividir a cama com a mãe madura de camisola, e agora de peitos de fora. Não à vista, mas de peitos de fora, afinal.
Também era verdade que não batia uma há um tempão e precisava de um alívio. De algum jeito, o pau tava começando a endurecer num momento tão inoportuno quanto esse. No pior dos casos, esperaria a mãe dormir pra ir no banheiro e se tocar vendo algum vídeo. Mas aquela mulher não dormia. Era igual uma coruja, com os pensamentos sempre presentes. De repente, ela começa a soluçar.


Tá acontecendo alguma coisa?" ele disse, um pouco preocupado.


O quê? Nono, filho, não tem nada não." respondeu.


Mas acontece que ela era ruim de mentira. Tinha aberto uma porta que não conseguia fechar na conversa que tiveram antes. E, mesmo tentando ser forte, aquilo tava mexendo com ela. A verdade é que ela tava com medo, se sentindo à deriva. Embora fosse infeliz na maior parte do tempo no casamento, ele tinha dado uma sensação de segurança pra ela.


Já não sabia se largar tudo tinha sido a melhor escolha. Tava difícil recomeçar na idade dela. Daí a mamãe começou a chorar. Ele se levantou e foi pegar um lenço e um copo d'água. Quando entregou, sem querer viu o decote dela e percebeu que os biquinhos apareciam. Nervoso, passou o copo pra ela e depois o lenço.




Valeu" — ela disse, pegando as duas coisas.




Desculpa, eu sempre faço a mesma coisa. Estraguei a viagem." Ela continuou dizendo.




Não, mãe, você não estragou nada." Disse sentando-se ao lado dela.




É que eu me sinto tão... sei lá. Não sei o que fazer. Não é justo que eu perca minha família. Sempre me sacrifiquei e perdoei um monte de coisa. Só pra gente ficar junto.


Mas se você não era feliz, pra que ia continuar aguentando?


Não sei. Eu não sei." Disse ela, abraçando ele. Precisava de acolhimento de alguém em quem pudesse confiar. No próprio sangue dela, alguém que não ia abandonar ela e ia cuidar dela.


Você e seu irmão são as coisas mais preciosas pra mim.


Embora sempre tenha tido uma relação mais próxima com ele. Mais aberta a conversas profundas. Sendo eles dois muito parecidos nesse jeito sentimental de ser.




Ele sentia como ela apoiava os peitos nele, e mesmo que fizesse um esforço, não era de pedra. Mamãe não era boba, tinha percebido, mas não falava nada.




Valeu, sabia que podia contar com você." Dizia enquanto enchia ele de beijos na bochecha.




Bom, mãe, já deu." Eu dizia. Mas era gostoso. Os dois se consolavam nas suas tristezas. Os dois passando por coisas parecidas.


Ela nunca soube bem por quê, mas naquele momento pareceu a coisa certa a fazer. Fez ele se deitar e, sem dizer uma palavra, montou em cima dele. Meu irmão ficou chocado, mas não reagiu. Imediatamente, ela olhou fixamente nos olhos dele e depois aproximou os lábios dos dele, dando um beijo. Começaram a se beijar. Era uma sensação muito boa. Era algo estranho, mas muito gostoso. Aos poucos, foram ficando mais intensos. Tinha algo não resolvido. Algo que os dois queriam inconscientemente.


Mamãe..." ele disse, quando pararam por alguns segundos.
Shh" — ela disse, querendo se deitar de barriga pra cima na cama. Ele se afastou pra o lado. Assim que ela se deitou de costas, olhou pra ele e abriu as perninhas, convidando ele. A camisola tinha subido e ele conseguia ver a calcinha fio dental preta. O coração dos dois batia a mil. O olhar da minha mãe era completamente estranho pra ele. Era o olhar de uma mulher excitada. Com tesão, com a respiração ofegante. Ela respirou fundo e disse.


Se não quiser fazer, eu entendo. Mas decide logo, por favor." Os olhos dela expressavam um olhar misto de luxúria e, ao mesmo tempo, vergonha.


Meu irmão tinha a mãe dele se oferecendo pra ele, pronta pra deixar ele meter.


Mamãe...


Aquela não parecia ser a mãe dele. Parecia mais uma mulher gostosa e excitada. Uma coisa muito intensa percorria o corpo dos dois e, talvez com o julgamento nublado por essa mesma tesão, ele abaixou a cueca, deixando à mostra o pau dele todo duro.


Minha mãe se deliciou vendo a pica dele. Fazia tanto tempo desde a última vez que tinha visto uma, e era a do próprio filho. Os dois estavam prestes a cometer incesto. Estavam prestes a cruzar a última barreira moral. Mas os dois queriam aquilo, já não tinha mais volta.


Pego minha mãe pelos quadris e abaixo a calcinha fio dental. Devagar, ela descia até os pés, depois tirei e joguei de lado. Mamãe levantou a camisola e mostrou bem a buceta dela. Era algo muito forte voltar ao lugar de onde eu tinha saído. Ela tinha uns lábios rosados muito lindos e o púbis coberto por um pouco de pelos. Devagar, peguei meu pau e guiei até a entrada da buceta da minha mãe. Os dois corações estavam prestes a explodir.


Sim, meu amor, enfia, enfia, por favor." Disse mamãe com os olhos fechados.


Mas ela arregalou bem os olhos quando sentiu a rola entrando. Tava molhada, mas a buceta dela era apertada. Estranhamente pra idade dela. Talvez pela falta de sexo.


Ohhh" — ele gemeu, sentindo como ela apertava a buceta da mamãe.


Ahhhh" ela gemeu sentindo ele afundar devagar, cada vez mais fundo.


Ahh, mamãe


bebe, sim. siiiim.



Mi madre y mi hermano pasan el fin de semana juntos 2




Tavam transando, mãe e filho. Com vergonha e pudor, mas com um tesão enorme como nunca tinham sentido na vida. Era algo indescritível. Fazia muito tempo que os dois não transavam, muito mais minha mãe, claro. Mas tavam recuperando o tempo perdido. De pouquinho em pouquinho, ele acelerava o ritmo. Ela gemia, segurava ele pelos braços. Era algo muito intenso.


Ahh mamãe


se beber, se meu amor.


Ah ahhh. Eu não aguentava mais. Era muita carga que eu tava carregando, além do componente emocional.


Bebe. Larga tudo.


Ahhh mamãe, ahhh mãaaa AHHHHH TE AMOOO AHHHH". Eu tava metendo com tudo, furiosamente.
mamãe se contorcia, virava o rosto de um lado pro outro.



Ela tremia. Eram bichos no cio. Sentiu uns jatos inundando toda a buceta dela, o que fez ela gozar também. O mais forte da vida dela. Ela tremia e se agarrou nele. Os dois estavam gozando juntos, entre gemidos. Ficaram um tempão juntos até ele sair dela e o esperma começar a escorrer. Ele tinha inundado ela de porra.


viagem




Se jogaram na cama, exaustos pela experiência. Os corpos estavam suados e ela não estava coberta só de suor. Ela se levantou da cama e foi pro banheiro. Daqui a pouco, ouviu-se o barulho do chuveiro. Meu irmão ficou na cama. O olhar dele se perdeu no vazio, vendo a calcinha fio dental da mãe jogada no chão.


Depois daquela putaria, ficava pensando em como tudo ia seguir. Como iam fazer pra tocar a vida.


O que eu fiz?" Ele se perguntava, se torturando. Tinha comido a própria mãe.


Mamãe continuava se banhando, a água escorria pelo corpo dela e ela limpava os vestígios de porra e suor. Diferente dos sentimentos dele, ela se sentia bem.


Pouco depois, ela saiu do banho enrolada na toalha. Sentou na cama de costas pra ele. Ele se levantou e foi tomar um banho enquanto a mãe se trocava. Tomou um banho rápido e, quando voltou pro quarto, viu a mãe já dormindo, vestindo só uma calcinha e uma camiseta. Nunca tinha visto aquela expressão no rosto dela — tava dormindo tranquilamente.


CONTINUA

Espero que vocês gostem. Valeu pelo apoio. Vai ter mais um conto dessa saga.


4 comentários - Mi madre y mi hermano pasan el fin de semana juntos 2

10pts no se cuantas veces lo lei y me vuelve a sacar jugo
Gracias por comentar y apreciar el relato!
Lo tuyo muy aparte nadie escribe algo minimamente paeecido a relato o historia pura pelotudeces les tendria q dar verguenza publicar algo asi