Ela sempre esteve atrás de mim, e eu, pra ser sincero, dava corda pra ela. É que eu amava os olhos dela e, admito, o jeito dela me chamava a atenção.
Obviamente, com meus 26 anos, eu era muito otária. Ele era um vagabundo, metido em encrenca, e mesmo que uma vez eu tenha saído com ele pra uma feira e me divertido pra caralho, eu sabia que ele não era bom pra mim.
O tempo passou e, por andar com más companhias e ser um cara idiota, acabei na prisão. Mas minha surpresa foi que, quase 7 anos depois, andando pela rua — depois que o "corno" me obrigou a dar uma grana pra ele não me dedurar pro meu marido — eu o encontrei.
Q: Oi, olha só que delícia!
K: Enrique? O que você tá fazendo aqui!
Pois é, tô voltando pra minha casa!
K. Órale, cê não tava na cadeia?
Sim, mas já saí! E você tá uma gostosa!
K: Valeu! Bom, a gente se vê!
Ver ele me deixou tensa, sabia que ia me procurar e não queria mais problemas do que já tinha.
O resto da semana fiquei nervosa, esperando ele parar na frente da minha casa pra fumar e ficar de olho. Fiquei com medo, sentia que ele queria me fazer alguma maldade, mas ele só ficava lá fora, fumando e me observando.
As festas da colônia chegaram e com elas o baile onde eu gosto de ir pra tomar uma michelada e dançar um pouco.
Naquele dia, vesti minha meia-calça preta, uma minissaia preta justa e minha blusa vermelha, me arrumei toda gostosa pra ir passar um tempo com meu marido e tentar apagar um pouco o que eu tinha vivido nas semanas anteriores.
O clima tava muito gostoso, a música era boa, não tinha muito babaca por perto, tava me divertindo pra caralho com meu marido, fazia tempo que a gente não saía e naquele dia tava tudo saindo perfeito.
Mas quase às 11 da noite, depois da queima do castelo, apareceu Jesus, um amigo dos dois, e com ele veio Enrique. Quando o vi, quis morrer, queria ir embora, mas meu marido estava feliz em vê-los. Ele e eles tinham suas aventuras de bêbados, e por isso ele ofereceu uma dose pra ambos. Eu, por minha vez, tentei ignorá-los. Quique me olhava de cima a baixo, me senti assediada, então fui comprar um doce.
Quando voltei, já tinha mais cervejas e meu marido disse que nos convidaram pra umas. Isso me irritou pra caralho e, mesmo sem demonstrar, queria ir embora. Tava bebendo as cervejas mais na raiva do que por vontade. O Quique, com aquele sorriso dele, sabia que a presença dele me incomodava e se exibia ainda mais.
Tentei evitar ele, mas não consegui. Ele até fez meu marido deixar eu dançar com ele. No baile, ele ficava dizendo que eu era muito gostosa, que tava afim de mim. Eu não respondia e nem olhava nos olhos dele, mas num movimento a mão dele tocou minha bunda e isso me irritou, então eu encarei ele, disfarçadamente, mas encarei.
K: Qual é o teu problema, já fica tranquilo!
Desculpa, gata, mas tu é muito gostosa!
K: Nossa, meu marido tá aqui, não vacila!
Q: Nem percebeu, tá bebendo, nem repara em você!
As palavras que ele me disse me irritaram pra caralho, mas era a verdade, meu marido tava afundado com os amigos e tinha se esquecido de mim, então tomei a decisão de ir pra minha casa e largar ele.
Um pouco irritada, falei pra ele que já ia embora, ele não queria que eu fosse, mas eu não quis ficar. Foi aí que ele disse que me acompanharia, mas o Quique falou que me levaria, que ele tinha a moto dele e podia me dar uma carona.
Meu marido, sem hesitar, disse que sim. Eu não sabia o que dizer, só concordei com a cabeça e fui com o Enrique.
A moto dele tava no lugar mais afastado, então tive que aturar o pau dele roçando em mim enquanto a gente passava pela multidão. Quando chegamos na moto, ele me pegou por trás e beijou meu pescoço, com as mãos apertando minhas coxas. Essa atitude me irritou, mas ao mesmo tempo me deixou um pouco excitada.
Q: Você é uma gostosa!
K: Para, eles vão nos ver!
E aí! Não tô nem aí, quero te comer!
K: Já era, não deu, e além disso, a gente não transou antes, agora menos ainda!
Anda, sei que você quer!
K: Nem louca que vou pra um motel agora!
Enquanto a gente conversava, a boca dela já tava no meu pescoço e as mãos debaixo da minha saia, acariciando minha buceta que já começava a ficar molhada!
K: Já!! Por favor!
Tá vendo, você morre por isso!
Confiante, ele me agarrou pelas nádegas e me beijou na boca. O beijo foi eletrizante, meu coração acelerou e minha buceta ficou mais molhada. Enrique encostou o pau dele em mim, que também endureceu, e foi uma delícia.
Vamos, sei onde ir!
Não falei nada e, sem dizer mais, subi na moto e fomos até um terreno baldio perto do metrô.
K: Aqui? O que a gente vai fazer aqui?
Temerosa, perguntei enquanto ele enfiava a moto e caminhava até o lugar mais escuro.
Não quiseste um hotel, aqui ninguém passa, e além disso não vão nos incomodar!
K: Mas…? Isso é humilhante!
Vem logo, só vamos transar, não precisa de cama, vem amor, vem!
Ele me pegou pela mão e começou a me beijar com gosto, nossas línguas trocando saliva, as mãos dele apertando meus peitos, pernas e bundão. Ele levantou minha saia e com os dedos brincava com a minha buceta, eu beijava o pescoço dele, ele me deixava muito molhada!
Me agarrei na moto, ela levantou minha saia, puxou minha calcinha pro lado e começou a chupar minha buceta de um jeito delicioso!
Só conseguia gemer e aproveitar a língua dela que sabia se mexer, as mãos subiam pelas minhas pernas até meus peitos, ela acariciava minha bunda, eu escorria, chamava o nome dela, me levou pro céu!
K: Uhm, que delícia, gostosa!
P: Sempre quis sua pepita!
K: Uhm, se soubesse que você fazia isso, uhm!
Nem fala nada, hum!
Os dedos dela apoiavam aquela buceta fenomenal, eu me contorcia igual minhoca, a língua dela entrava e saía rapidinho, os dedos massageavam meu clitóris, não aguentei mais e comecei a gozar, tive um orgasmo!
K: Ah!!!!! Que gostosa!
Isso aí, meu amor, uhm!!
Não consegui descansar do meu orgasmo, porque ele me ajoelhou e tirou o pau dele, duro, branco como canela, grosso e suculento. Sem dizer mais nada, levei à minha boca e comecei a chupar com delicadeza.
Chupava das bolas dele até a cabeça, que eu lambia várias vezes pra depois enfiar a pontinha na boca e chupar os fluidos dele, eu tinha virado uma boqueteira, uma puta infiel!
Mamacita gostosa, que delícia, ahn!
K: Uhm, que delícia, tem um gosto maravilhoso!
Não acreditava que da minha boca saíam essas palavras, mas fazer o quê, já tava ali e só queria gozar.
Enrique curtia minhas chupadas e eu adorava a pica dele, mordia a haste, engolia inteirinha, amava os fluidos que ele jorrava, meu marido não teria aguentado tanto prazer.
Eu puxo ela pelo cabelo e beijo de língua, aí levanto uma perna dela e começo a penetrar devagar!
Ahn, queria fazer isso há anos, ahn!
K: Ah!! Meu Deus, ah!!
Ela se movia devagar, me segurando pelas nádegas pra se apoiar e se mexer rápido, a gente se beijava, ela mordia meus peitos, eu mordia aquele ali, que momento gostoso pra caralho!
Depois ela me virou e eu me curvei o máximo que pude, quase tocando o chão com as mãos, ela me segurou pelo quadril e me penetrou com força, suas estocadas me faziam gemer, num terreno abandonado igual a uma puta!
K: Assim, api, uhm, que delícia, que pau gostoso, ah!
Sim, toma, gatinha, toma essa pica, uhm!
K: Não para, você me deixa louca, me come, me come!
Que gostosa, ah, como sonhava em te dar uma pirocada!
Agora eu me mexia sozinha enquanto ele tava apoiado na moto, eu rebolava a cintura, ia pra frente e depois rápido pra trás, ele gemia, me dava tapas na bunda, gritava, não sei se tavam ouvindo, mas que delícia de transa que a gente dava!
Ele pediu pra eu me apoiar na moto e ficar pronta pra ele, abriu minhas nádegas e me comeu com força.
K: Assim, me dá tudo, uhm!
Neném, que gostosa, você me faz gozar!
K: Sim, ahm, que gostoso, ah!
Nós dois nos movíamos como loucos, as investidas aumentavam de velocidade, senti ele inchar e, sem aguentar mais, começou a me encher de porra!
K: Assim, que gostoso, ah, ah!
Ah, uhm, isso é o melhor, ah!
O orgasmo foi foda, ficamos colados igual cachorros enquanto a gozada passava, depois me vesti na hora e ele, todo sorrindo, falava que a gente tinha acabado de começar algo novo.
Sem falar mais nada, pedi pra ele me levar pra casa, sorte que meu marido não tava, ele voltou com os outros e eu fui tomar banho, pensando nas carícias dele, nos beijos, na pica dele e em como ele me comeu, já tinha virado uma putinha completa!
Kali<3
Obviamente, com meus 26 anos, eu era muito otária. Ele era um vagabundo, metido em encrenca, e mesmo que uma vez eu tenha saído com ele pra uma feira e me divertido pra caralho, eu sabia que ele não era bom pra mim.
O tempo passou e, por andar com más companhias e ser um cara idiota, acabei na prisão. Mas minha surpresa foi que, quase 7 anos depois, andando pela rua — depois que o "corno" me obrigou a dar uma grana pra ele não me dedurar pro meu marido — eu o encontrei.
Q: Oi, olha só que delícia!
K: Enrique? O que você tá fazendo aqui!
Pois é, tô voltando pra minha casa!
K. Órale, cê não tava na cadeia?
Sim, mas já saí! E você tá uma gostosa!
K: Valeu! Bom, a gente se vê!
Ver ele me deixou tensa, sabia que ia me procurar e não queria mais problemas do que já tinha.
O resto da semana fiquei nervosa, esperando ele parar na frente da minha casa pra fumar e ficar de olho. Fiquei com medo, sentia que ele queria me fazer alguma maldade, mas ele só ficava lá fora, fumando e me observando.
As festas da colônia chegaram e com elas o baile onde eu gosto de ir pra tomar uma michelada e dançar um pouco.
Naquele dia, vesti minha meia-calça preta, uma minissaia preta justa e minha blusa vermelha, me arrumei toda gostosa pra ir passar um tempo com meu marido e tentar apagar um pouco o que eu tinha vivido nas semanas anteriores.
O clima tava muito gostoso, a música era boa, não tinha muito babaca por perto, tava me divertindo pra caralho com meu marido, fazia tempo que a gente não saía e naquele dia tava tudo saindo perfeito.
Mas quase às 11 da noite, depois da queima do castelo, apareceu Jesus, um amigo dos dois, e com ele veio Enrique. Quando o vi, quis morrer, queria ir embora, mas meu marido estava feliz em vê-los. Ele e eles tinham suas aventuras de bêbados, e por isso ele ofereceu uma dose pra ambos. Eu, por minha vez, tentei ignorá-los. Quique me olhava de cima a baixo, me senti assediada, então fui comprar um doce.
Quando voltei, já tinha mais cervejas e meu marido disse que nos convidaram pra umas. Isso me irritou pra caralho e, mesmo sem demonstrar, queria ir embora. Tava bebendo as cervejas mais na raiva do que por vontade. O Quique, com aquele sorriso dele, sabia que a presença dele me incomodava e se exibia ainda mais.
Tentei evitar ele, mas não consegui. Ele até fez meu marido deixar eu dançar com ele. No baile, ele ficava dizendo que eu era muito gostosa, que tava afim de mim. Eu não respondia e nem olhava nos olhos dele, mas num movimento a mão dele tocou minha bunda e isso me irritou, então eu encarei ele, disfarçadamente, mas encarei.
K: Qual é o teu problema, já fica tranquilo!
Desculpa, gata, mas tu é muito gostosa!
K: Nossa, meu marido tá aqui, não vacila!
Q: Nem percebeu, tá bebendo, nem repara em você!
As palavras que ele me disse me irritaram pra caralho, mas era a verdade, meu marido tava afundado com os amigos e tinha se esquecido de mim, então tomei a decisão de ir pra minha casa e largar ele.
Um pouco irritada, falei pra ele que já ia embora, ele não queria que eu fosse, mas eu não quis ficar. Foi aí que ele disse que me acompanharia, mas o Quique falou que me levaria, que ele tinha a moto dele e podia me dar uma carona.
Meu marido, sem hesitar, disse que sim. Eu não sabia o que dizer, só concordei com a cabeça e fui com o Enrique.
A moto dele tava no lugar mais afastado, então tive que aturar o pau dele roçando em mim enquanto a gente passava pela multidão. Quando chegamos na moto, ele me pegou por trás e beijou meu pescoço, com as mãos apertando minhas coxas. Essa atitude me irritou, mas ao mesmo tempo me deixou um pouco excitada.
Q: Você é uma gostosa!
K: Para, eles vão nos ver!
E aí! Não tô nem aí, quero te comer!
K: Já era, não deu, e além disso, a gente não transou antes, agora menos ainda!
Anda, sei que você quer!
K: Nem louca que vou pra um motel agora!
Enquanto a gente conversava, a boca dela já tava no meu pescoço e as mãos debaixo da minha saia, acariciando minha buceta que já começava a ficar molhada!
K: Já!! Por favor!
Tá vendo, você morre por isso!
Confiante, ele me agarrou pelas nádegas e me beijou na boca. O beijo foi eletrizante, meu coração acelerou e minha buceta ficou mais molhada. Enrique encostou o pau dele em mim, que também endureceu, e foi uma delícia.
Vamos, sei onde ir!
Não falei nada e, sem dizer mais, subi na moto e fomos até um terreno baldio perto do metrô.
K: Aqui? O que a gente vai fazer aqui?
Temerosa, perguntei enquanto ele enfiava a moto e caminhava até o lugar mais escuro.
Não quiseste um hotel, aqui ninguém passa, e além disso não vão nos incomodar!
K: Mas…? Isso é humilhante!
Vem logo, só vamos transar, não precisa de cama, vem amor, vem!
Ele me pegou pela mão e começou a me beijar com gosto, nossas línguas trocando saliva, as mãos dele apertando meus peitos, pernas e bundão. Ele levantou minha saia e com os dedos brincava com a minha buceta, eu beijava o pescoço dele, ele me deixava muito molhada!
Me agarrei na moto, ela levantou minha saia, puxou minha calcinha pro lado e começou a chupar minha buceta de um jeito delicioso!
Só conseguia gemer e aproveitar a língua dela que sabia se mexer, as mãos subiam pelas minhas pernas até meus peitos, ela acariciava minha bunda, eu escorria, chamava o nome dela, me levou pro céu!
K: Uhm, que delícia, gostosa!
P: Sempre quis sua pepita!
K: Uhm, se soubesse que você fazia isso, uhm!
Nem fala nada, hum!
Os dedos dela apoiavam aquela buceta fenomenal, eu me contorcia igual minhoca, a língua dela entrava e saía rapidinho, os dedos massageavam meu clitóris, não aguentei mais e comecei a gozar, tive um orgasmo!
K: Ah!!!!! Que gostosa!
Isso aí, meu amor, uhm!!
Não consegui descansar do meu orgasmo, porque ele me ajoelhou e tirou o pau dele, duro, branco como canela, grosso e suculento. Sem dizer mais nada, levei à minha boca e comecei a chupar com delicadeza.
Chupava das bolas dele até a cabeça, que eu lambia várias vezes pra depois enfiar a pontinha na boca e chupar os fluidos dele, eu tinha virado uma boqueteira, uma puta infiel!
Mamacita gostosa, que delícia, ahn!
K: Uhm, que delícia, tem um gosto maravilhoso!
Não acreditava que da minha boca saíam essas palavras, mas fazer o quê, já tava ali e só queria gozar.
Enrique curtia minhas chupadas e eu adorava a pica dele, mordia a haste, engolia inteirinha, amava os fluidos que ele jorrava, meu marido não teria aguentado tanto prazer.
Eu puxo ela pelo cabelo e beijo de língua, aí levanto uma perna dela e começo a penetrar devagar!
Ahn, queria fazer isso há anos, ahn!
K: Ah!! Meu Deus, ah!!
Ela se movia devagar, me segurando pelas nádegas pra se apoiar e se mexer rápido, a gente se beijava, ela mordia meus peitos, eu mordia aquele ali, que momento gostoso pra caralho!
Depois ela me virou e eu me curvei o máximo que pude, quase tocando o chão com as mãos, ela me segurou pelo quadril e me penetrou com força, suas estocadas me faziam gemer, num terreno abandonado igual a uma puta!
K: Assim, api, uhm, que delícia, que pau gostoso, ah!
Sim, toma, gatinha, toma essa pica, uhm!
K: Não para, você me deixa louca, me come, me come!
Que gostosa, ah, como sonhava em te dar uma pirocada!
Agora eu me mexia sozinha enquanto ele tava apoiado na moto, eu rebolava a cintura, ia pra frente e depois rápido pra trás, ele gemia, me dava tapas na bunda, gritava, não sei se tavam ouvindo, mas que delícia de transa que a gente dava!
Ele pediu pra eu me apoiar na moto e ficar pronta pra ele, abriu minhas nádegas e me comeu com força.
K: Assim, me dá tudo, uhm!
Neném, que gostosa, você me faz gozar!
K: Sim, ahm, que gostoso, ah!
Nós dois nos movíamos como loucos, as investidas aumentavam de velocidade, senti ele inchar e, sem aguentar mais, começou a me encher de porra!
K: Assim, que gostoso, ah, ah!
Ah, uhm, isso é o melhor, ah!
O orgasmo foi foda, ficamos colados igual cachorros enquanto a gozada passava, depois me vesti na hora e ele, todo sorrindo, falava que a gente tinha acabado de começar algo novo.
Sem falar mais nada, pedi pra ele me levar pra casa, sorte que meu marido não tava, ele voltou com os outros e eu fui tomar banho, pensando nas carícias dele, nos beijos, na pica dele e em como ele me comeu, já tinha virado uma putinha completa!
Kali<3
2 comentários - Chifro ele num terreno abandonado