Desde aquela vez com minha irmã Daniela, não tivemos outra oportunidade de nos satisfazer mutuamente, porque nossos pais estavam sempre em casa. Só quando iam dormir é que a gente aproveitava pra entrar no quarto um do outro e nos pegar, mas era só isso. Tínhamos medo de ser descobertos, então fizemos um trato: enquanto meus pais estivessem em casa, nada de beijos, nada de penetração, nada de sexo oral. Só podíamos nos tocar por cima da roupa pra evitar barulho de gemidos e o som dos beijos, pra não sermos pegos. E assim tivemos que nos segurar por quase um mês. Já tinha sugerido pra minha irmã irmos a um motel, porque os dois ainda estavam com vontade, mas o medo de sermos descobertos era maior, então ela recusou. Não queria correr o risco de alguém que nos conhecesse nos ver entrando juntos num motel. Então tínhamos que nos contentar com aquilo, e na hora do banho a gente aproveitava pra se aliviar sozinho. A rotina era: minha irmã tomava banho primeiro e, antes de entrar na água, me mandava uma foto enquanto se despia. Ela fazia o dela e saía de lá como se nada tivesse acontecido. Depois era a minha vez de tomar banho. Aí eu encontrava a roupa suja da minha irmã, pegava pra cheirar e sentir aquele cheiro de mulher tão excitante, e notava que as calcinhas dela estavam sempre molhadas. Então eu batia uma e mandava fotos do meu pau enrolado nas calcinhas usadas dela, dizendo que precisava dela. Já dá pra imaginar a vontade que a gente tinha, então as punhetas nunca eram suficientes. Eu saía do banho e a gente tinha que seguir o dia como se fosse normal, até a hora em que nossos pais iam dormir. Aí a gente se pegava um pouco pra terminar o dia com mais uma masturbação. E era assim todo santo dia. Num fim de semana antes da pandemia e da quarentena começar, era o aniversário da Kim. Finalmente ela ia fazer 18 anos, mas como a Kim não era muito de socializar, as poucas amigas... que ela tinha decidido comemorar num clube e a Kim aproveitou pra convidar eu, a Yamel e a Daniela. Óbvio que a gente ia estar lá, só que o que ela não contava é que no dia da festa a Yamel ia decidir não ir pra ir transar com o namorado e minha irmã ia amanhecer doente. Eu não tinha convidado mais ninguém porque meu plano era que, saindo de lá já com umas doses na cabeça, eu convenceria a Daniela a ir pra um motel e matar a vontade daquele mês inteiro, mas agora todo meu plano tinha ido pro saco. E como minha outra prima e minha irmã não foram, me senti na obrigação de ir, então fiquei procurando alguém pra me acompanhar, já que não era de ficar com as amigas da Kim, que eram daquelas meninas também focadas na escola mas que queriam sair pela primeira vez na vida, e o aniversário da minha priminha era a desculpa perfeita. Eu, sem sucesso, não consegui ninguém pra ir comigo porque todos meus amigos já tinham planos pra aquele sábado.
Chegou a tarde daquele sábado e eu já tinha decidido ir um tempinho pra Kim não se sentir mal e voltar cedo pra casa.
C: Oi Dani, como você tá?
Dani: Ainda me sinto muito doente e sem vontade de nada.
C: Espero que você se recupere. Só queria dizer que tô mal por você não poder ir hoje.
Dani: Não se preocupa, vai e se diverte por mim e por ser um primo bonzinho com nossa priminha. Depois eu agradeço por ela.
Ela falou com um tom muito sexy, fazendo força pra não parecer doente, e sem dizer mais nada fui me arrumar pra ir pra festa. Me vesti de acordo com o evento e pedi meu uber lá pras 10:00. Não queria chegar muito cedo nem muito tarde, então o plano era chegar, dar os parabéns pra Kim da parte da Dani e minha, tomar um pouco e depois voltar pra casa cuidar da minha irmã. Cheguei e, entrando lá, não podia ter tido uma visão melhor: era minha priminha Kim, já maior de idade, com seus 18 anos recém-completados. E se não fosse pela carinha de menina boazinha, não teria acreditado que ela tinha acabado de fazer 18, porque o corpo dela dizia tudo ao contrário. Ela tava usando um vestido vestido curto desses sem alças, que se marcava no corpo da Sweetie, valorizando ainda mais suas curvas. Ela tinha uma bunda muito bonita, não tão empinada quanto a da minha irmã, mas bem bonita e redonda. Uns peitos que se escondiam atrás do vestido e, embora não fossem tão grandes quanto os da Yamel, eram grandes o suficiente para sustentar aquele vestido que realçava sua pele branca linda. Na cabeça, ela usava uma coroa que davam para as aniversariantes no clube. Literalmente, Kim era o equilíbrio perfeito entre a Daniela e a Yamel.
Kimberly, assim que me viu, já veio me dando um abraço bem forte. Eu também abracei ela com cara de incrédulo, e mesmo já sabendo como ela era linda, fiquei surpreso com o quão gostosa ela tava. Consegui elogiar ela e até esqueci de dar os parabéns da minha irmã. Ela me ofereceu uma bebida, eu aceitei, e rapidinho o garçom chegou com um copo pra mim, servindo vodka da garrafa que elas tinham pedido, misturada com suco de cranberry.
Não sei quanto tempo elas já estavam lá nem quanto tinham bebido, mas a Kim tava super animada, se divertindo pra caralho com as amigas, e o efeito da vodka só ajudava. Eu adorava ver ela daquele jeito, ela tinha toda a minha atenção — nem reparei nas amigas dela nem nas outras minas que estavam por ali. E pelo visto eu não era o único, porque todo mundo que passava pela nossa mesa devorava minha priminha com os olhos enquanto ela dançava com as amigas. Não culpo ninguém, porque eu tava igual.
Depois de alguns copos e encorajado pela Kim, cheguei perto dela e das amigas pra dançar um pouco. Minha prima não era nenhuma expert em dança, mas mesmo assim dançava bem, e isso já era o suficiente pra esquentar todo mundo ao redor. Por causa disso, vários caras se aproximavam pra chamar ela pra dançar ou pedir o número dela, mas as amigas acabavam mandando todo mundo embora. No fim, eu era o único homem naquele grupinho.
Sem perceber, o tempo passou e meu plano de voltar pra casa cedo já tinha ido pro espaço. Então curti a noite toda com as minas e, principalmente, com a Kim. Mesmo não tendo dançado diretamente com ela, só de olhar já tinha sido um puta prazer.
Chegou a hora de ir embora, e a Kim e as amigas já estavam bem bebadas. Por isso, fiquei com elas até alguém chegar pra buscá-las, já que todas iam dormir na casa de uma das amigas. Saímos do lugar, e os caras continuavam passando só pra dar uma olhada na Kim, até que os pais da amiga com quem ela ia ficar chegaram. Aí me despedi da minha prima, abraçando ela de novo, mas... dessa vez segurando ela pela cintura pra sentir como ela era pequenininha. Naquela noite cheguei em casa com vontade de bater uma até sair a última gota, então cheguei falando com minha irmã que já tava dormindo, aí acabei dedicando uma punheta pra minha priminha que tinha me deixado de boca aberta naquela noite e, quando terminei, acabei dormindo.
No dia seguinte, acordei perto do meio-dia e a primeira coisa que fiquei sabendo depois de me levantar e sair do quarto foi que meu pai estava falando com meu tio, o pai da Kim. Naquele dia, amanheceu com a notícia de que a quarentena estava começando, e meus pais e meus tios estavam preocupados com a Kim e comigo, porque no dia anterior a gente tinha estado num lugar público. Meu pai terminou a ligação e rapidamente me contou tudo isso, e que ele e meu tio tinham decidido isolar eu e minha prima por duas semanas pra evitar qualquer contágio, já que a gente tinha ficado exposto. Então, meu pai me mandou fazer a mala na hora porque eles decidiram nos deixar na casa que a vovó deixou depois que morreu. Uma hora depois, meu tio chegou com a Kim na frente da nossa casa, passou pra me pegar e nos levar pro nosso isolamento. Me despedi dos meus pais e da minha irmã, evitando contato, e fui embora. Entrei no carro do meu tio, a Kim tava sentada no banco de trás, e dava pra ver claramente que ela tava sofrendo de ressaca. Depois de meia hora de viagem, chegamos. A Kim e eu descemos, nos despedindo do meu tio, que também evitou contato com a gente, então só abriu o porta-malas pra gente pegar as malas, nos deu as chaves e foi embora. Abrimos a porta e entramos na casa. A Kim, que não tinha dito nada o caminho todo, me falou que tava se sentindo muito mal e com uma dor de cabeça horrível. Entrou e já foi beber água. Cada um pegou um dos dois quartos que tinha e a gente se instalou. Tudo tinha acontecido tão rápido que eu nem tinha conseguido processar tudo o que rolou. Umas horas atrás, eu tava vendo como a Kim tava gostosa, e agora tava com ela na minha frente, toda destruída. O dia passou normal. A Kim foi dormir, e eu fiquei vendo TV até a tarde, quando ela acordou e a gente comeu junto o que minha mãe e minha tia tinham trazido mais cedo naquele dia pra gente. comêssemos o tempo todo que estivéssemos lá. Nós dois ainda estávamos meio cansados e já era um pouco tarde, então nos despedimos e cada um foi para o que seria seu quarto nas próximas duas semanas. Já no quarto, escrevi pra minha irmã pra ver como ela estava. C: como você tá? Dani: já passou, era só um resfriado, mas agora a preocupação é com você C: calma, vai ver que não vai dar nada, só temos que esperar Dani: hoje vou sentir sua falta quando nossos pais forem dormir, ainda mais porque ontem, por estar doente, você foi embora e a gente não se viu Eu sabia o que a Daniela ia fazer e já tinha começado a ficar excitado. Dani, logo depois, me mandou uma foto onde estava de legging, deitada levantando a bunda, e isso foi o suficiente pra eu já estar batendo uma punheta. Deixei claro, seguido de uma foto do meu pau já totalmente duro, e a gente já estava no sexting. Eu tava com os fones de ouvido, então não conseguia ouvir nada se algo estivesse acontecendo, até porque só estávamos eu e minha prima em casa, e ela também tinha ido dormir. Então me despi de vez e lá estava eu, deitado, batendo uma punheta monstra enquanto falava com minha irmã e dizia que queria meter no cu dela e queria ver ela engolindo toda a minha porra. Ela respondia as mensagens dizendo que só depois que isso passasse, ela me entregaria a bunda dela, que ainda estava bem fechadinha, e que eu gozasse onde quisesse porque ela queria me satisfazer. Eu já estava quase gozando quando, de repente, a porta se abre de repente e vejo a Kim parada na moldura da porta, me olhando com espanto, já que eu estava pelado com meu pau duro pra caralho enquanto batia uma punheta violenta. Num instante, me virei pra jogar o lençol por cima e evitar que ela me visse, ou pelo menos que continuasse me vendo. Fiquei muito envergonhado pelo que aconteceu, mas parecia que ela estava ainda mais, e dava pra ver pela pele branca dela, que estava toda vermelha no rosto. K: desculpa, mas Toquei e você não respondeu. Ela disse isso sem tirar os olhos de mim, toda envergonhada, e eu, que estava com o lençol por cima, não conseguia esconder minha rola ereta, que se marcava por causa da finura do lençol, fazendo um volume enorme se destacar. Kim se virou e saiu do quarto. Eu me levantei, me enrolando só no lençol, e saí atrás dela. Alcancei ela e pedi desculpas por ela ter me encontrado daquele jeito.
K: Só queria pedir seu carregador, porque esqueci o meu. Como você não respondia, achei que estivesse dormindo, então resolvi entrar pra pegar.
Kim ainda estava envergonhada, e eu também, mas não consegui evitar de olhar pra ela. Ela estava de pijama: um shortinho curto e uma blusa verde de alcinha, que deixava a barriga lisa dela à mostra.
Ela estava muito nervosa com o que tinha acontecido e eu não sabia o que dizer, mas sem motivo algum decidi abraçá-la pra fazê-la se sentir melhor. Só que eu tinha esquecido que só estava usando o lençol, que, sem resistir, caiu aos meus pés, deixando exposta minha pica, que ainda estava dura. Kimberly percebeu, mas sem se afastar de mim, só me olhava dos pés à cabeça enquanto levava as mãos ao rosto em sinal de choque.
K: Nossa, Carlos! Não acredito que depois de tudo isso você ainda tá com ela dura do mesmo jeito que quando entrei no quarto. Desculpa pela demora, mas aqui está o prometido. Vocês já sabem que espero seus comentários e pontos se quiserem que eu continue, porque isso foi praticamente só a introdução de algo muito bom que está em andamento. Então, daqui a algumas horas, publico a continuação dessa história gostosa de incesto.
Chegou a tarde daquele sábado e eu já tinha decidido ir um tempinho pra Kim não se sentir mal e voltar cedo pra casa.
C: Oi Dani, como você tá?
Dani: Ainda me sinto muito doente e sem vontade de nada.
C: Espero que você se recupere. Só queria dizer que tô mal por você não poder ir hoje.
Dani: Não se preocupa, vai e se diverte por mim e por ser um primo bonzinho com nossa priminha. Depois eu agradeço por ela.
Ela falou com um tom muito sexy, fazendo força pra não parecer doente, e sem dizer mais nada fui me arrumar pra ir pra festa. Me vesti de acordo com o evento e pedi meu uber lá pras 10:00. Não queria chegar muito cedo nem muito tarde, então o plano era chegar, dar os parabéns pra Kim da parte da Dani e minha, tomar um pouco e depois voltar pra casa cuidar da minha irmã. Cheguei e, entrando lá, não podia ter tido uma visão melhor: era minha priminha Kim, já maior de idade, com seus 18 anos recém-completados. E se não fosse pela carinha de menina boazinha, não teria acreditado que ela tinha acabado de fazer 18, porque o corpo dela dizia tudo ao contrário. Ela tava usando um vestido vestido curto desses sem alças, que se marcava no corpo da Sweetie, valorizando ainda mais suas curvas. Ela tinha uma bunda muito bonita, não tão empinada quanto a da minha irmã, mas bem bonita e redonda. Uns peitos que se escondiam atrás do vestido e, embora não fossem tão grandes quanto os da Yamel, eram grandes o suficiente para sustentar aquele vestido que realçava sua pele branca linda. Na cabeça, ela usava uma coroa que davam para as aniversariantes no clube. Literalmente, Kim era o equilíbrio perfeito entre a Daniela e a Yamel.
Kimberly, assim que me viu, já veio me dando um abraço bem forte. Eu também abracei ela com cara de incrédulo, e mesmo já sabendo como ela era linda, fiquei surpreso com o quão gostosa ela tava. Consegui elogiar ela e até esqueci de dar os parabéns da minha irmã. Ela me ofereceu uma bebida, eu aceitei, e rapidinho o garçom chegou com um copo pra mim, servindo vodka da garrafa que elas tinham pedido, misturada com suco de cranberry.Não sei quanto tempo elas já estavam lá nem quanto tinham bebido, mas a Kim tava super animada, se divertindo pra caralho com as amigas, e o efeito da vodka só ajudava. Eu adorava ver ela daquele jeito, ela tinha toda a minha atenção — nem reparei nas amigas dela nem nas outras minas que estavam por ali. E pelo visto eu não era o único, porque todo mundo que passava pela nossa mesa devorava minha priminha com os olhos enquanto ela dançava com as amigas. Não culpo ninguém, porque eu tava igual.
Depois de alguns copos e encorajado pela Kim, cheguei perto dela e das amigas pra dançar um pouco. Minha prima não era nenhuma expert em dança, mas mesmo assim dançava bem, e isso já era o suficiente pra esquentar todo mundo ao redor. Por causa disso, vários caras se aproximavam pra chamar ela pra dançar ou pedir o número dela, mas as amigas acabavam mandando todo mundo embora. No fim, eu era o único homem naquele grupinho.
Sem perceber, o tempo passou e meu plano de voltar pra casa cedo já tinha ido pro espaço. Então curti a noite toda com as minas e, principalmente, com a Kim. Mesmo não tendo dançado diretamente com ela, só de olhar já tinha sido um puta prazer.
Chegou a hora de ir embora, e a Kim e as amigas já estavam bem bebadas. Por isso, fiquei com elas até alguém chegar pra buscá-las, já que todas iam dormir na casa de uma das amigas. Saímos do lugar, e os caras continuavam passando só pra dar uma olhada na Kim, até que os pais da amiga com quem ela ia ficar chegaram. Aí me despedi da minha prima, abraçando ela de novo, mas... dessa vez segurando ela pela cintura pra sentir como ela era pequenininha. Naquela noite cheguei em casa com vontade de bater uma até sair a última gota, então cheguei falando com minha irmã que já tava dormindo, aí acabei dedicando uma punheta pra minha priminha que tinha me deixado de boca aberta naquela noite e, quando terminei, acabei dormindo.
No dia seguinte, acordei perto do meio-dia e a primeira coisa que fiquei sabendo depois de me levantar e sair do quarto foi que meu pai estava falando com meu tio, o pai da Kim. Naquele dia, amanheceu com a notícia de que a quarentena estava começando, e meus pais e meus tios estavam preocupados com a Kim e comigo, porque no dia anterior a gente tinha estado num lugar público. Meu pai terminou a ligação e rapidamente me contou tudo isso, e que ele e meu tio tinham decidido isolar eu e minha prima por duas semanas pra evitar qualquer contágio, já que a gente tinha ficado exposto. Então, meu pai me mandou fazer a mala na hora porque eles decidiram nos deixar na casa que a vovó deixou depois que morreu. Uma hora depois, meu tio chegou com a Kim na frente da nossa casa, passou pra me pegar e nos levar pro nosso isolamento. Me despedi dos meus pais e da minha irmã, evitando contato, e fui embora. Entrei no carro do meu tio, a Kim tava sentada no banco de trás, e dava pra ver claramente que ela tava sofrendo de ressaca. Depois de meia hora de viagem, chegamos. A Kim e eu descemos, nos despedindo do meu tio, que também evitou contato com a gente, então só abriu o porta-malas pra gente pegar as malas, nos deu as chaves e foi embora. Abrimos a porta e entramos na casa. A Kim, que não tinha dito nada o caminho todo, me falou que tava se sentindo muito mal e com uma dor de cabeça horrível. Entrou e já foi beber água. Cada um pegou um dos dois quartos que tinha e a gente se instalou. Tudo tinha acontecido tão rápido que eu nem tinha conseguido processar tudo o que rolou. Umas horas atrás, eu tava vendo como a Kim tava gostosa, e agora tava com ela na minha frente, toda destruída. O dia passou normal. A Kim foi dormir, e eu fiquei vendo TV até a tarde, quando ela acordou e a gente comeu junto o que minha mãe e minha tia tinham trazido mais cedo naquele dia pra gente. comêssemos o tempo todo que estivéssemos lá. Nós dois ainda estávamos meio cansados e já era um pouco tarde, então nos despedimos e cada um foi para o que seria seu quarto nas próximas duas semanas. Já no quarto, escrevi pra minha irmã pra ver como ela estava. C: como você tá? Dani: já passou, era só um resfriado, mas agora a preocupação é com você C: calma, vai ver que não vai dar nada, só temos que esperar Dani: hoje vou sentir sua falta quando nossos pais forem dormir, ainda mais porque ontem, por estar doente, você foi embora e a gente não se viu Eu sabia o que a Daniela ia fazer e já tinha começado a ficar excitado. Dani, logo depois, me mandou uma foto onde estava de legging, deitada levantando a bunda, e isso foi o suficiente pra eu já estar batendo uma punheta. Deixei claro, seguido de uma foto do meu pau já totalmente duro, e a gente já estava no sexting. Eu tava com os fones de ouvido, então não conseguia ouvir nada se algo estivesse acontecendo, até porque só estávamos eu e minha prima em casa, e ela também tinha ido dormir. Então me despi de vez e lá estava eu, deitado, batendo uma punheta monstra enquanto falava com minha irmã e dizia que queria meter no cu dela e queria ver ela engolindo toda a minha porra. Ela respondia as mensagens dizendo que só depois que isso passasse, ela me entregaria a bunda dela, que ainda estava bem fechadinha, e que eu gozasse onde quisesse porque ela queria me satisfazer. Eu já estava quase gozando quando, de repente, a porta se abre de repente e vejo a Kim parada na moldura da porta, me olhando com espanto, já que eu estava pelado com meu pau duro pra caralho enquanto batia uma punheta violenta. Num instante, me virei pra jogar o lençol por cima e evitar que ela me visse, ou pelo menos que continuasse me vendo. Fiquei muito envergonhado pelo que aconteceu, mas parecia que ela estava ainda mais, e dava pra ver pela pele branca dela, que estava toda vermelha no rosto. K: desculpa, mas Toquei e você não respondeu. Ela disse isso sem tirar os olhos de mim, toda envergonhada, e eu, que estava com o lençol por cima, não conseguia esconder minha rola ereta, que se marcava por causa da finura do lençol, fazendo um volume enorme se destacar. Kim se virou e saiu do quarto. Eu me levantei, me enrolando só no lençol, e saí atrás dela. Alcancei ela e pedi desculpas por ela ter me encontrado daquele jeito. K: Só queria pedir seu carregador, porque esqueci o meu. Como você não respondia, achei que estivesse dormindo, então resolvi entrar pra pegar.
Kim ainda estava envergonhada, e eu também, mas não consegui evitar de olhar pra ela. Ela estava de pijama: um shortinho curto e uma blusa verde de alcinha, que deixava a barriga lisa dela à mostra.
Ela estava muito nervosa com o que tinha acontecido e eu não sabia o que dizer, mas sem motivo algum decidi abraçá-la pra fazê-la se sentir melhor. Só que eu tinha esquecido que só estava usando o lençol, que, sem resistir, caiu aos meus pés, deixando exposta minha pica, que ainda estava dura. Kimberly percebeu, mas sem se afastar de mim, só me olhava dos pés à cabeça enquanto levava as mãos ao rosto em sinal de choque. K: Nossa, Carlos! Não acredito que depois de tudo isso você ainda tá com ela dura do mesmo jeito que quando entrei no quarto. Desculpa pela demora, mas aqui está o prometido. Vocês já sabem que espero seus comentários e pontos se quiserem que eu continue, porque isso foi praticamente só a introdução de algo muito bom que está em andamento. Então, daqui a algumas horas, publico a continuação dessa história gostosa de incesto.
3 comentários - Mis primas, mi hermana y yo (Kimberly)
Me encanta Kim, ya que mi novia se llama igual.
Por favor sacá muchas más partes de Kimberly, me encanta!!