Olá, pessoal! Tô aqui com mais um capítulo pra vocês.
Antes de mais nada, mando um saludo grande pra essa pessoa triste que roubou os capítulos da história que eu já tinha escrito pra postar em outro site como se fosse o autor. Nem sequer tem cérebro pra apagar os recados que coloco no final de cada capítulo. Enfim, coisas da internet.
Sobre o capítulo de hoje, é um pouco mais longo que o 13, então também vai dividido em duas partes.
Não esqueçam de ir pra parte B quando terminarem essa primeira metade (link no final do post).
Como sempre, quem tá começando a história agora, recomendo entrar no meu perfil, que lá vocês encontram todos os capítulos anteriores.
Agora sim, espero que curtam a leitura.
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Capítulo 14
— O quê?
Meu pau até podia ter reagido, mas não teria feito mal se um pouco do sangue também passasse pelo meu cérebro, porque eu tinha demorado pra caralho pra entender o que a Jessi tava me dizendo.
— Que eu quero que você meta no meu cu. — Ela repetiu pacientemente. — Qual é, Pedrinho? Vai me dizer que não quer?
Claro que eu queria! Mas meu cérebro tava praticamente em ponto morto, desconectado do resto do corpo, e não parecia querer ligar.
— Ei, cê tá vivo? — Jessi bateu palmas na frente dos meus olhos. — Terra chamando Pedro! Olááá... tem alguém aí?
— Hã? — Pisquei umas duas vezes com o olhar perdido, até que finalmente voltei a pensar conscientemente.
— Você ouviu alguma coisa do que eu...?
Mas agora que eu tinha reagido, meu primeiro instinto foi puxar o rosto dela pro meu e enfiar minha língua na boca dela. Não precisava responder com palavras quando aquele beijo já era mais que suficiente pra mostrar toda a tesão que eu ainda sentia.
Mudei de posição pra ficar por cima dela e me afastei dos lábios dela. Depois Depois de toda a ação que a gente tinha tido, era uma boa hora pra dar uma desacelerada e curtir um pouco das preliminares.
Comecei a descer pelo pescoço dela e fiz a primeira parada do percurso nos peitos dela. Eram firmes, mas menores que os da Betty, embora isso não fosse desculpa pra não dedicar um bom tempo brincando com eles.
Considerando os gemidos que a Jessi soltava cada vez que eu roçava os bicos dos peitos dela, dava pra concluir que eles eram bem sensíveis, o que só me fez estimulá-los ainda mais com os dedos.
Depois que eles ficaram bem durinhos, deixei minha boca entrar na brincadeira, chupando eles de leve, enquanto minhas mãos beliscavam devagar, sem apertar demais, mas o suficiente pra brincar naquela área entre a dor e o prazer. Minha língua fez círculos em volta deles e meus dentes finalmente começaram a apertar de vez em quando, fazendo ela sentir todo tipo de sensação.
A Jessi, por outro lado, não tava tão afim de perder tempo, porque as mãos dela não esperaram muito pra começar a empurrar minha cabeça, me forçando a avançar na minha rota em direção à buceta dela.
Mesmo assim, eu tirei uns segundos pra beijar a pele macia dela durante o trajeto pela barriga lisa. O cheiro da pele dela me embriagava tanto quanto o perfume que ela tinha passado, mas as pernas abertas dela me chamavam aos berros pra eu enfiar a cara entre elas.
— Posso comer uma segunda porção da sobremesa? — perguntei educadamente, minha língua praticamente a milímetros do tesouro molhado e quente dela.
A Jessi soltou um bufada de impaciência e nem se dignou a responder. Simplesmente cruzou as pernas na altura da minha nuca e praticamente me obrigou a esmagar a cara contra ela.
Se eu pudesse ter falado naquele momento, teria dado uma gargalhada da desesperação dela. Mas minha língua tinha assuntos mais importantes pra cuidar, então preferi não perder tempo com isso. isso e enterrar dentro da sua buraquinha tão quente.
-Mmmmmmmmmmmmmmm… assim… chupa, gostoso…
-Você gosta disso, Jessi? –Perguntei entre lambidas.
-Sim… gosto muito… –Respondeu, interrompida pelos gemidos.
-Isso você vai gostar ainda mais.
Passei minha mão por debaixo da bunda dela e levantei pra deixar o cu num ângulo mais acessível. Feito isso, comecei a brincar com minha língua em volta daquele coração vermelho, deixando minha saliva escorrer pelas frestas.
Jessi juntou as pernas e as puxou perto da cabeça pra abrir ainda mais a bunda, cruzando os braços atrás dos joelhos pra não mudar de posição. Com a mão, peguei o brinquedo dela e, como fiz antes, comecei a puxar de leve pra depois enfiar de novo no cu, esticando e relaxando o buraquinho que segurava ele no lugar.
-Vai chupar minha booty? –Perguntou Jessi, toda extasiada.
-Óbvio. –Falei, puxando o brinquedo de novo até tirar mais ou menos a metade. –Vou deixar bem preparadinho assim.
Dito isso, finalmente tirei o plug e larguei de lado. O buraquinho dela já tava meio dilatado graças ao brinquedo, e fiquei hipnotizado vendo ele pela primeira vez em todo o esplendor.
Era o Um Anel, exercendo uma tentação impossível de resistir pra qualquer ser mortal ou imortal. Minha língua saiu da boca quase sozinha e se aproximou pra preencher o vazio deixado pelo plug.
-Não se preocupa, tá bem limpinho. –Me tranquilizou Jessi, caso eu tivesse alguma dúvida.
-Epa… Você veio com vontade de levar no cu? –Perguntei, enfiando um dedo pra não parar de excitá-la.
-Ai siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… –Exclamou ao sentir que eu tirava o dedo pra enfiar dois de novo. –Queria que você fizesse minha tiny ass!… Fiquei com aquele brinquedo… enfiado… o dia inteiro…
-Por isso que já tá tão aberto!
Aproveitando a confissão dela, comecei a torturar a preciosa tiny ass dela do mesmo jeito que tinha torturado a boceta dela, levando meus dedos pra trás e avançando num ritmo forte. Minha mão livre, enquanto isso, subiu mais até esfregar a buceta dela por fora, resultando num ataque duplo que a deixou louca.
De alguma forma, Jessi se virava pra usar os braços e se manter numa posição que me permitia brincar com ela daquele jeito. Dava pra ver de longe que ela tava adorando o que eu tava fazendo, coisa que ela mesma confirmou.
— Tô morrendo, Pedrito…
— Quer que eu pare então? — Desafiei, diminuindo um pouco a velocidade do castigo.
— Quero sua pica bem dentro, seu filho da puta!
— Então vira e fica de quatro. — Ordenei com um sorriso de satisfação ao ouvir o pedido. Tirando as mãos, virei o corpo dela e dei um tapa forte na bunda que ecoou no quarto. — Vai, putinha.
— Adoro quando você me trata assim… — Ela disse, enquanto se ajeitava pra ficar de quatro de novo, empinando a raba pra oferecer em sacrifício aos deuses do sexo. — Como você me excita, cara!
Me ajoelhei e enfiei a língua de novo pra encher a entrada dela com minha saliva. Depois disso, me virei de lado pra aproximar minha pica do rosto de Jessi e ela fazer o mesmo comigo.
Depois de um minuto, já tava posicionado atrás dela, minha pica brilhando de saliva tanto quanto o cu de Jessi.
— Pronta?
Jessi assentiu, meio nervosa, com a respiração um pouco acelerada. Usando a mão como guia, aproximei a cabeça da pica até encostar nela e comecei a pressionar.
Tinha que agradecer muito a Jessi pelo trabalho de preparação que ela fez durante o dia, porque precisei fazer menos esforço do que pensei pra ponta do meu pau entrar nela. Mas mesmo assim, a jornada tinha só começado.
— Tá bem?
— Uffffff… Que pica é essa!
— E isso que só enfiei a ponta. — Comentei entre risadas.
— Não seja filho da… ufffff… puta.
Jessi tentou responder, mas eu já tinha começado a avançar de novo. Centímetro a centímetro… centímetro meu pau foi desaparecendo dentro do corpo dela. Dava pra sentir como eu ia abrindo caminho e pacientemente continuei pressionando, mas sem me apressar pra não machucar ela.
— Não falta muito. — avisei, tentando animar ela no meio de uma pausa. — Já passei da metade. Tá bem?
— Deus… continua… continua… quero ele todo. — respondeu, apertando os dentes.
Eu ainda tava na dúvida, mas a Jessi tomou a iniciativa e começou a mover o corpo dela pra trás, fazendo meu pau entrar ainda mais fundo no corpo dela. Isso era um pedido bem claro, e eu não tinha outra opção senão obedecer.
Jessi começou a soltar pequenos gemidos e umas duas vezes deu um soco rápido no colchão, mas em nenhum momento reclamou ou pediu pra parar, então continuei avançando até que a bunda dela encostou no meu corpo.
— Agora tá tudo dentro. — anunciei, meio surpreso que a Jessi tinha conseguido isso. — Tem certeza que cê tá bem?
Não tava só preocupado com ela, mas comigo também. O tesão da situação tava nublando minha mente e meu instinto animal já tava começando a sugerir que era hora de largar qualquer cuidado e simplesmente agarrar ela pela cintura pra arrebentar a buceta dela com toda força, sem pensar na Jessi nem em mais nada.
— Me dá… um minuto… deus…
Ela parecia como se literalmente estivesse sendo partida ao meio, e o lado mais tarado de mim tava disposto a pagar o que fosse preciso pra ter um espelho na parede oposta e ver as caras que ela tava fazendo naquele momento.
— NEM TE ATREVE A SE MEXER. — foi a ordem desesperada da Jessi no instante em que eu me movi um mísero milímetro pra trás. — Espera eu avisar.
Fiquei parado como se ela tivesse me enfeitiçado com essas palavras. Claramente, por mais que a Jessi tivesse se preparado naquele dia, não era fácil relaxar o corpo pra deixar eu me mexer com facilidade.
Por sorte a espera não durou muito, e poucos segundos depois a Jessi começou a se mover. para a frente o corpo dela alguns centímetros. Mas não fazia isso sem ter que se esforçar, como sua respiração ofegante indicava.
—Mexe você devagar. —Pediu entre dentes.
Segurei o corpo dela com firmeza pela cintura e voltei a preenchê-la com meu pau até que a bunda dela encostou de novo no meu púbis. Quando cheguei lá, esperei uns segundos até me mover novamente para trás. Dessa vez, tinha tirado mais centímetros do meu pau.
Repeti a ação mais algumas vezes até que mais da metade do meu membro estava fora dela.
—Devagar, não se faz de doido. —Avisou Jessi, como se tivesse adivinhado que a ideia de enfiar tudo de uma vez até o fundo tinha passado pela minha cabeça. —Assim tá bom… mmmmm… devaaaagar.
De novo avancei até encostar na bunda dela, notando que dessa vez já tinha entrado com mais facilidade. Jessi estava relaxando, se acostumando a ter meu pau dentro do cu dela.
Mas ainda não podia cantar vitória. Se quisesse chegar no ponto de meter sem preocupações, primeiro tinha que fazer direito o trabalho de acostumar ela ao meu membro. Era por isso que de vez em quando deixava cair um fio da minha saliva pra ajudar na lubrificação.
Assim ficamos por um ou dois minutos, até chegar no ponto em que consegui tirar meu pau deixando só a cabeça dentro dela.
Como eu lamentava não ter um pouco de lubrificante à mão! Isso sem dúvida teria sido muito útil naquele momento. Definitivamente era uma compra que teria que fazer pra evitar esse tipo de complicação.
—Vou acelerar um pouco. —Anunciei, esperando pra ver se ela concordava ou não.
—Pode ser, um pouco mais rápido. —Aceitou, com a respiração um pouco mais controlada.
Assim comecei a preenchê-la aos poucos, me movendo pra frente e pra trás, entrando por completo até pressionar a bunda dela com meu corpo, e depois de volta até que só a cabeça do meu pau ficava cutucando dentro dela.
A velocidade foi aumentando bem gradualmente, sempre atento a qualquer Sinal da Jessi pra eu pedir pra parar. Mas esse sinal nunca veio, e logo depois a gente tava num ritmo bem mais intenso, com movimentos mais curtos, porém mais rápidos. Os únicos sons que a amiga da minha irmã fazia eram gemidos e suspiros de prazer.
– Por favor! – Ela exclamou no meio das penetradas. – Tá enchendo minha buceta de pau!
– Cê pegou o gostinho, né? – Perguntei, minha respiração começando a acelerar. – É, putinha? – Enfatizei a pergunta com um tapa sonoro na bunda, presente da minha mão direita.
– Ai, sim!... Tô amando esse pau!
– Tá pronta? Quer que eu meta com tudo? – De novo minha mão bateu na bunda firme dela. – Quer que eu arrebente seu cu? – Mais um tapa ecoou no meu quarto.
Era a hora da verdade. A hora que eu, sem saber conscientemente, tava esperando desde que li a mensagem dela perguntando se podia passar no meu apê pra devolver meu livro. Tava morrendo de vontade, e quase certeza que não ia me segurar muito mais, mesmo que ela dissesse que não.
Mas por sorte não precisei chegar a esse ponto, porque os deuses do sexo estavam com a gente e nos deram a bênção.
– Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim... Por favoooooooorrr... ARREBENTA TUDOOOOO!
Ao ouvir essas palavras, meu cérebro desligou. Qualquer vestígio de ser humano que ainda restava em mim ficou pra trás, e eu virei um animal, que só tinha um desejo básico na cabeça: arrebentar sem pena o cu da mulher na minha frente.
Segurei a cintura dela com uma mão e com a outra puxei o cabelo dela até a cabeça dela inclinar pra trás e a gente se olhar. Não falei uma palavra, mas um sorriso de orelha a orelha apareceu no rosto dela ao ver minha expressão.
Me movi pra trás até que só a ponta do meu pau ficasse dentro dela, e sem aviso enfiei de novo a toda velocidade até meu corpo bater na bunda dela como um caminhão sem freio na estrada.
Jessi tentou gritar, mas eu tinha cortado a respiração dela com aquele movimento. Naquele momento, eu não tava nem aí pra merda nenhuma, então me puxei de novo e enfiei mais uma vez, sem parar, como se minha vida dependesse da força que eu colocava pra meter naquele cu.
Por um instante, voltei a mim e percebi o que tava fazendo. Parei por um segundo e vi a cara da Jessi. Os olhos dela estavam tão arregalados quanto a boca, que lutava pra soltar algum som sem sucesso. De repente, soltei o cabelo dela e ela deixou a cabeça cair.
— O que cê tá fazendo? — Perguntou, quando percebeu que eu não ia continuar me mexendo daquele jeito.
— Cê tá bem?
— ME PEGA DE NOVO E CONTINUA O QUE TAVA FAZENDO AGORA MESMO!
A raiva com que ela me ordenou deixava claro que eu tinha cortado o barato dela no melhor momento.
Minha cabeça ficou dividida entre a vergonha e a raiva de mim mesmo por ter sido tão idiota de parar. Canalizei essa sensação e decidi descontar minha frustração no cu da Jessi. Minha mão puxou o cabelo dela de novo e, segurando firme a cintura dela, recomecei as estocadas no corpo dela.
A partir daí, aconteceram os minutos mais intensos que eu conseguia lembrar até aquele ponto da minha vida.
Minha cintura bateu no corpo da Jessi tantas vezes que já tinha deixado ele tão vermelho quanto com as palmadas que eu tinha dado antes. Ela, mais uma vez, não conseguia soltar sons, mas a buceta dela compensava de sobra, se esvaziando cada vez que ela gozava.
— Vou encher teu cu de porra, sua puta. — Falei, num surto de tesão, me deixando levar por aquele lado animal que tinha vindo à tona. — Era isso que cê queria, né?
— Siiiiim... Enche meu cu... — Respondeu no meio dos gemidos brutais que cada vez que meu pau entrava inteiro nela arrancava.
Soltando o cabelo dela, segurei a cintura dela com as duas mãos pra dar a estocada final. Já dava pra sentir minhas pernas gritando pelo esforço que eu tinha feito nos últimos minutos. Era uma corrida contra o tempo pra ver o que acontecia primeiro: se eu gozava ou se minhas forças me abandonavam.
Já dava pra sentir, aquela sensação gostosa que a gente tem quando sabe que vai gozar. Uma descarga elétrica percorreu meu corpo até chegar no meu pau, dei uma última estocada pra meter o mais fundo possível e esvaziei minhas bolas dentro do cu de uma das melhores amigas da minha irmã. Mais duas descargas vieram acompanhadas de estocadas igualmente brutais, até que eu saí de dentro dela.
Meu cérebro tinha ficado em branco de tão forte que foi meu orgasmo, e só um segundo depois percebi que minha cintura tinha levado uma descarga violenta da Jessi, que tinha tido um orgasmo igualmente forte, que praticamente transformou a buceta dela numa fonte de águas dançantes.
Demorei um segundo a mais pra ver como tinha deixado o cu da Jessi. Mais que o Um Anel, agora era a Pulseira Única. Parecia que pulsava no ritmo da respiração ofegante dela. Aos poucos começava a se fechar, mas mesmo assim parecia que ia levar um tempo até voltar ao normal. Um fio de esperma branco saía daquele buraco, escorrendo pelo corpo dela até chegar no colchão.
Tanto eu quanto a Jessi desabamos na cama, e eu me aproximei por trás dela pra envolvê-la com meus braços. O corpo dela ainda tremia e ela cobria o rosto com as mãos, mas isso não era suficiente pra abafar os soluços. Assim como tinha acontecido com minha irmã umas semanas atrás, eu tinha provocado nela um orgasmo tão intenso que a fez chorar.
— Por favor… isso… incrível… — Essas foram todas as palavras que consegui decifrar.
Sem dar muita importância, eu simplesmente fiquei ali do lado dela, aproveitando a maciez da pele dela e o contato do corpo dela com o meu.
Jessi se virou e me olhou em silêncio por alguns segundos. Algumas lágrimas brilhavam no rosto dela e desciam pela bochecha até morrer contra o travesseiro. os lençóis. Ela estava incrivelmente gostosa mesmo assim. Eu poderia ter me afogado naqueles olhos pretos enormes sem que nenhum salva-vidas do mundo pudesse me resgatar.
Acariciei sua bochecha e pressionei meus lábios nos dela, um beijo suave pra fechar o que a gente tinha feito, que contrastava muito com o tratamento bestial que eu tinha acabado de dar na bunda dela.
— Tá melhor agora?
— Sim. — Respondeu com um fio de voz.
— Que bagunça gostosa a gente fez. — Comentei sorrindo.
— E eu que pensei que tinha me preparado bem. — Sussurrou.
— Quanto tempo você ficou com aquilo enfiado no cu? — Perguntei, curioso pra saber a resposta.
— Desde que fui pro trabalho.
Fiquei de boca aberta. Se meu cérebro ainda funcionava direito e eu não tinha errado as contas, ela tinha passado bem mais de doze horas com aquele plug metido no cu.
— O dia inteiro?
— Aham… — Respondeu orgulhosa, embora ainda falasse baixinho. — Fiquei com um tesão danado no trabalho. Via meus colegas e ficava toda excitada sabendo que tava com aquilo enfiado enquanto os outros viviam a vida normal deles. Tive que me segurar pra não ir me tocar no banheiro toda hora.
— Que pervertida que você é. — Falei entre risadas.
— E você? É uma besta. — Retrucou fechando os olhos. — Tô dolorida toda. Não sei como vou fazer pra sentar. Você me destruiu. — Apesar das reclamações, ela sorria como se fosse aniversário dela.
— Não te vejo tão chateada com isso.
— Espera eu tentar sentar, aí sim vou me lembrar de você e de toda a sua família.
— Minha mãe não tem culpa. — Me defendi. — Se você fica gritando pedindo, não, mandando melhor dizendo, pra eu meter até o fundo e arrebentar bem a sua bunda, isso é problema seu.
— Nisso você tem razão. — Aceitou derrotada. — Da próxima vez vou pensar duas vezes.
Eu não queria falar nada, mas aquela última frase acendeu uma chama de esperança em mim. “Da próxima vez”. Nem tinha terminado essa vez e, sem dúvida, na minha cabeça eu já esperava ansioso que uma experiência assim se repetisse.
— Vem, vamos pro chuveiro e depois Limpamos um pouco o quarto. –Falei, me levantando e estendendo a mão pra ajudar ela a sair da cama.
Pobre Jessi, era muito engraçado ver ela andando feito um pato manco. Mas eu tinha judiado bastante dela, e considerando que era culpa minha ela ter que se mover daquele jeito, não achei justo tirar sarro dela. Pelo menos não em voz alta.
–Entra você primeiro, que eu arrumo um pouco as coisas. –Sugeri, enquanto ajudava ela a entrar na banheira e saía do banheiro pra tentar organizar a bagunça que a gente tinha feito.
Depois de limpar tudo, olhei meu celular e percebi que já tinha passado da meia-noite. Entrei no banheiro e ouvi o barulho da água ainda caindo no chuveiro. Sem pensar duas vezes, entrei pra aproveitar aquele momento com a Jessi.
–Demorou pra caralho. –Ela reclamou, me dando um tapinha leve na cabeça.
–Tinha que limpar um pouco. –Expliquei, envolvendo ela com meus braços pra ficar debaixo da água junto com ela. –Quer ajuda?
–Sim, por favor.
Peguei o sabonete que tava na mão dela e passei pelo corpo todo dela. Meus dedos curtiam o trajeto, aproveitando cada chance pra estimular ela, roçando os bicos dos peitos, acariciando os peitos dela, as costas, descendo pelas coxas e até passeando pela buceta dela.
Jessi retribuiu o favor e cuidou pra não deixar nenhum canto do meu corpo sem ensaboar. Mas dava pra ver que ela tava bem interessada em deixar meu pau o mais limpo possível.
–Pedrinho, me ajuda aqui embaixo porque tô me sentindo muito mal. Alguma besta maltratou muito minha bunda coitada e precisa de carinho. –Pediu, com o tom de quem tinha sofrido uma grande injustiça.
–Que merda hein… Vamos ver o que fizeram aí. –Falei, me ajoelhando enquanto Jessi virava de costas pra deixar a bunda dela apontada pra minha cara.
Já tinha fechado um pouco, mas agora que a excitação tinha baixado, dava pra ver umas marcas na pele dela por causa das palmadas fortes que eu tinha dado. Pra aliviar Meu, não parecia que eu tivesse feito nada grave, mas por um tempo aquelas marcas iam durar.
— Que maldade te trataram assim, Jessi…
— É, verdade. Deixaram minha bunda bem judiada. Você não dá uns carinhos nela?
— Mas é claro que sim!
Atendendo ao pedido dela, acariciei devagar a bunda dela, enquanto dava uns beijinhos suaves por toda a pele, focando nos lugares que estavam mais vermelhos.
— Que carinhos gostosos… no meio também precisa.
— Aqui? — Perguntei, minha boca avançando até a junção das nádegas dela.
— Aham… por aí. — Jessi apoiou uma das mãos na parede e deixou a bundinha bem empinada, abrindo com a mão livre.
— Ah, já sei.
Minha língua voltou a sentir o gosto do cuzinho dela, fazendo círculos na beirada do buraquinho. Alternei beijos suaves com os lábios e continuei com as lambidas, fazendo as pernas da Jessi ameaçarem fraquejar a cada momento, quase deixando ela cair no chão do box.
— Assim tá melhor? — Perguntei, me levantando de novo até ficar de pé atrás dela, meu pau bem duro roçando o corpo dela.
— Sim… Mas preciso de mais carinhos. Pode ser?
— Pode ser… — Respondi, me fazendo de difícil. — Onde você precisa agora?
— Agora preciso de carinhos na minha buceta… por dentro… com seu pau. — Ela deixou passar um segundo em silêncio pra minhas palavras fazerem efeito em mim. — Você faz carinhos em mim, Pedrito?
Aquela mina ia me matar só de ser tão pervertida, pedindo algo assim num tom tão inocente. Ficou bem claro que ela falou sério quando disse que ia aproveitar que tinha meu pau só pra ela.
Sem conseguir resistir, atraído como se aquela buceta fosse um ímã poderosíssimo feito pra controlar meu pau, coloquei a ponta bem na entrada e apertei até entrar mais uma vez nela.
— Você ficou se tocando enquanto eu não tava, né?
— Dá pra perceber muito? —Perguntou com voz safada.
—Você tá encharcada… e não é por causa da água. —Comentei, já quase com toda minha pica dentro dela, entrando fácil de tão lubrificada que tava.
—Então aproveita e mete forte.
—Não era que você queria carinho?
—Uffffffff… —Ela soltou todo o ar quando minha pica inteira se encontrou dentro dela. —Foda-se o carinho, me arromba toda de novo.
—Como você gosta de dar na ducha! —Exclamei, lembrando daquela rapidinha que a gente tinha dado da outra vez enquanto a Betty e a Clara dormiam no meu quarto.
—Eu gosto de dar em todo lugar!
—E por todo lugar também. —Brincei, brincando com meu polegar perto do cu dela.
—Tira esse dedinho daí… ou eu corto ele… Pedrito. —Ela me avisou entre ofegos, e embora o tom fosse meio de brincadeira, eu sabia que não era piada. —Deixa minha bunda descansar… já tá bem judiada.
—Aff… Tá bom, então vou descontar na sua buceta.
Já tinha acabado a hora de conversar e era momento de partir pra ação. A Jessi já tinha até começado um vai e vem suave com a cintura, me provocando pra eu começar a meter como devia.
Juntei todas as forças que me restavam e comecei a aumentar a velocidade da minha cintura. Já não me movia tão rápido como no começo da noite, porque o cansaço já tava aparecendo, mas mesmo assim consegui manter um bom ritmo.
A Jessi praticamente não falava, mas os gemidos dela compensavam bem isso. Minha pica se sentia tão à vontade dentro dela que, se dependesse de mim, eu podia ter ficado morando ali sem problema.
Já dava pra sentir que eu tava esgotando as poucas reservas de energia que sobravam, quando o corpo inteiro da Jessi tremeu até ela praticamente só se segurar em pé porque eu tava segurando ela pela cintura.
Liberei minha pica da pressão que o interior da Jessi tinha feito e um último jato saiu dela. Era óbvio que ela também já tava no limite, mas mesmo assim pedi um último favor.
—Vai, Jessi, de Já terminei também." — avisei, me masturbando pra finalizar. — "Abre a boquinha."
Obedeceu na hora. Jessi se levantou e ficou de joelhos, deixando o rostinho perto da minha pica. Acelerei a mão e finalmente gozei. Um jato curto saiu da ponta, acertando parte na boca dela, outra parte no queixo e no chão.
A amiga da minha irmã se aproximou pra enfiar minha cabeça na boca dela e completar o serviço de limpeza com a língua, recolhendo as últimas gotas que sobraram.
Minhas pernas já não aguentavam mais, e usei o pouco de força que me restava pra me deixar cair devagar no chão do box. Me arrastei até um canto pra ficar sentado com as costas apoiadas na parede, e Jessi sentou em cima de mim na hora, as costas dela contra o meu peito.
— Você me espremeu pior que um limão, garota. — falei, enquanto a abraçava pra curtir o contato com o corpo dela.
— Eu? E você? — Ela virou a cabeça pra eu ver parte do sorriso de incredulidade dela. — Nem sei quantas vezes você me fez gozar. Quando sair daqui vou tomar alguma coisa porque não aguento mais. Tô morrendo de sede.
— Eu também.
Fechei os olhos e relaxei. A água continuava correndo, mas como estávamos no outro canto do box, nenhum dos dois podia fazer nada. Ou pelo menos nenhum dos dois tinha vontade de levantar pra fechar o registro. Ficamos assim uns minutos até que finalmente juntamos forças pra sair do chuveiro.
— Que horas são? — perguntou Jessi, apoiada na bancada.
Já estávamos os dois na cozinha tomando alguma coisa pra hidratar depois de toda a ação. Ela tinha vestido o conjunto de lingerie de novo e eu a cueca, mas era só isso que a gente usava.
— Deixa eu ver... — peguei meu celular que tinha deixado na bancada. — Já vai ser duas da manhã.
— Porra, já ficou tarde. Melhor eu me vestir rápido. e…
—Fica pra dormir.
As palavras saíram da minha boca na hora, como se eu nem tivesse pensado, mas era o que eu queria. Não era uma ordem, era um pedido, quase uma súplica. Podia ter levado ela pra casa de boa, ainda mais porque imaginei que ela precisaria trocar de roupa pro trabalho no dia seguinte.
Mas a verdade é que não queria deixar ela ir tão cedo. Não sabia quando algo assim ia se repetir, supondo que tivesse outra chance no futuro, e queria esticar aquele momento ao máximo.
Jessi ficou me encarando, surpresa com o que eu tinha dito, mas aos poucos aquela expressão foi se transformando num sorriso, enquanto ela balançava a cabeça concordando.
—Mas amanhã cedo você vai ter que me levar voando pra minha casa e de lá pro trampo. —Ela me avisou, apontando o dedo indicador pra mim. —Nem pense em dormir demais, senão eu te mato.
—Sim, sem problema. Fica tranquila que eu te levo. —Respondi na hora pra acalmar ela.
Por fora eu sorria, mas por dentro sofria ao pensar que ia ter que acordar várias horas antes do normal. Mesmo assim, não podia reclamar. Se depois de tudo que tinha rolado naquela noite, o preço que eu tinha que pagar era acordar às seis da manhã ou algo assim, era quase um presente.
—Vamos pra cama então, pra gente descansar um pouco.
—Vamos descansar um pouco? —Perguntei com a voz safada.
—Ah, vai, se faz de que ainda tem energia. —Ela respondeu rindo. —Você quase dormiu no chuveiro. Aposto que encosta a cabeça no travesseiro e morre ali mesmo!
—É verdade. —Concordei também entre risadas. —Não aguento mais.
Depois de nos instalarmos no meu quarto, Jessi ficou de um lado da cama e eu do outro, e finalmente apaguei a luz do abajur.
—Boa noite, Jessi.
—Boa noite, Pedrito.
Me virei de costas pra ela, mas a mão de Jessi pegou no meu ombro e puxou de leve. Não precisava dizer mais nada. Na hora virei pro outro lado e pude notar que a Jessi tinha se deitado com as costas viradas pra mim.
Passei uma mão na cintura dela, que ela segurou na hora como se não fosse soltar por nada nesse mundo, e me virei pra passar a outra por baixo da cabeça dela, conseguindo uma posição mais ou menos confortável. Apoiei a cabeça no meu travesseiro, com o cheiro do cabelo dela entrando pelo meu nariz, e assim a gente dormiu sem perder mais nenhum segundo.
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— Pedro! Vamo, nene! — Jessi me chamava alto enquanto me sacudia pelo ombro. — Vamo, senão vou chegar tarde no trampo!
Abri os olhos e a luz do meu quarto bateu direto na minha retina. Peguei o travesseiro e coloquei na frente do rosto pra me proteger, mas Jessi não tava com paciência pra minhas palhaçadas. Ela tirou o travesseiro da minha cara e ficou na minha frente me apressando.
— Para com essas merdas, pelo amor… — A voz dela tava quase implorando. — Levanta de uma vez, vamos.
— Já vou, já vou… — Respondi, sentando na cama ainda com os olhos meio fechados.
— Vamo que eu preciso trocar de roupa e tomar um banho rápido!
Já mais acordado, levantei e vesti uma calça antes de ir pro banheiro lavar o rosto. Ficava girando o ombro devagar, tentando recuperar um pouco de mobilidade porque tinha ficado todo dolorido de dormir de conchinha com a Jessi. Ainda nem sabia que horas eram, mas o céu ainda tava escuro. Quem caralho me mandou aceitar o pedido dela de acordar cedo pra levar ela em casa?
Ainda meio arrependido disso, joguei água bem fria no rosto e terminei de acordar. Escovei os dentes de passagem enquanto mijava e saí do banheiro.
Jessi tava de pé na sala, de braços cruzados, marcando o tempo com a sola do sapato direito. A impaciência tava estampada em cada traço do rosto dela.
Me enfiei no quarto antes que ela tivesse tempo de falar algo pra me apressar, terminei de me vestir e calçar, e saí já pronto. pra começar o dia.
—Puta que pariu! Como você demora, moleque! — exclamou ela, quando finalmente apareci de novo na frente dela. — O que você vai fazer no dia que tiver que acordar cedo pra trabalhar?
— Reclamar o dobro do que reclamo agora, óbvio. — respondi enquanto esfregava os olhos.
— Ai, meu deus… — resmungou, impaciente. — Vamos antes que eu te mate.
— Beleza, vai saindo que eu pego minhas coisas e vou.
Jessi nem respondeu, só girou a chave e saiu pelo corredor do prédio. Eu peguei meu celular, minha carteira e as chaves do carro. Também peguei uma jaqueta e o livro que ia dar pra Jessi, e saí do apartamento pra me encontrar com ela, que já estava na frente do elevador, esperando ele chegar no andar.
A viagem no carro foi bem rápida. Ainda era cedo pra maioria das pessoas estar indo pro trabalho, então não pegamos muitos carros no caminho até a casa dela. Estacionei na calçada e Jessi desceu na hora.
— Vamos, desce, moleque. — disse ela, ao ver que eu não me mexia do banco. — Não vai ficar aí me esperando à toa no carro. Pelo menos entra e senta confortável.
Obedecendo, desci e entrei com ela. Era a primeira vez que conhecia a casa da Jessi, e me surpreendi positivamente. O lugar era bem mobiliado, e tinha uma sala de estar e jantar bem mais espaçosa do que eu imaginava vendo a casa por fora.
Sentei no sofá enquanto Jessi disparava pelo corredor. Ouvi barulhos de portas abrindo e fechando com força, e em poucos segundos deu pra ouvir um som suave que parecia de água correndo.
Bocejei umas duas vezes, e já estava sentindo o sono me dominar, quando decidi me levantar antes de cair no sono ali sentado, e comecei a dar uma olhada no lugar.
Caminhei desviando do sofá e da mesinha de centro e me aproximei de uma estante que me chamou a atenção. Tinha alguns livros que eu também tinha no meu apartamento (O Senhor dos Anéis, Asimov, Duna, Lovecraft), mas a maioria das prateleiras estava vazia, como se Jessi tivesse esperança de preenchê-las no futuro com mais aquisições.
Abandonei a biblioteca e reparei nas fotos que estavam apoiadas numa estante ao lado. Tinha algumas dela com a família, de férias na praia, mas a maioria eram fotos que ela tinha tirado com minha irmã e a Betty.
Tinha imagens de todo tipo, desde fotos tiradas na entrada do ensino fundamental, festas de aniversário, uma que mostrava a viagem de formatura pra Bariloche, a cerimônia de conclusão do ensino médio, uma muito mais recente do dia que minha irmã se formou e outra da Jessi e da Betty abraçando minha irmã, que segurava o diploma nas mãos.
Terminei de olhar as outras fotos e fui pra cozinha. Depois de tudo que rolou ontem à noite, pelo menos podia cuidar de fazer um café da manhã pra tomar algo rápido antes de sair.
Coloquei a chaleira cheia d'água pra esquentar numa boca do fogão, achei uma torradeira e um saco de pão de forma e comecei a fazer umas torradas em outra boca. Depois disso, fui rápido pelo corredor até a porta do banheiro, de onde vinha o barulho da água correndo.
— Jessi... — chamei, batendo de leve na porta três vezes.
— O que foi, Pedro?
— Com o que você vai querer as torradas?
— O quê? — perguntou confusa.
— Tô fazendo torradas. — insisti. — Com o que você vai querer? Queijo? Doce? Dou uma olhada na geladeira? Ainda não abri.
— Não precisava!
— Sei lá, já é tarde. — cortei antes que ela continuasse com isso. — Então me fala o que você quer que eu ponha antes que comecem a queimar.
— Que dúvida... — hesitou um segundo como se estivesse pensando na resposta. — Abre a geladeira, tem cream cheese lá. E numa prateleira do lado tem um pote de geleia.
— Beleza, vou preparar. Você se apressa pra sair antes que esfriem.
— Já tô terminando aqui, me visto e já vou pra lá.
Dito isso, saí na hora de volta pra cozinha, onde por sorte me descobri que o pão não tinha queimado.
Uns minutos depois, Jessi fez sua aparição triunfal na cozinha: calça preta solta, mas mais justa na altura das coxas, uma camisa branca impecável que seguia as curvas do corpo perfeitamente, um casaquinho preto do mesmo tom da calça, sapatos pretos, e completava o visual com uma maquiagem simples e elegante.
— E aí? — Perguntou sorrindo, dando uma voltinha, me deixando apreciar como a calça grudava na bunda dela melhor que qualquer zagueiro marcando um atacante estrela.
— Horrível… — Falei, balançando a cabeça. — Ficou horrível em você.
— Sério? — O rosto dela se transformou numa expressão de decepção.
— Claro… Tira tudo isso agora mesmo! — Exclamei com um sorriso safado.
— Idiota! — Exclamou Jessi, me dando um tapinha de leve no ombro.
Levamos as coisas pra mesinha de centro e ligamos a TV só pra ter um barulho de fundo. Começamos a tomar café da manhã em silêncio, os dois com muito sono pra comentar muita coisa.
— É assim que você vai sempre pro trampo? — Perguntei de repente.
— Às vezes… por quê?
— Seus colegas devem te comer com os olhos. — Brinquei eu, que também tava comendo ela com os olhos desde que apareceu na cozinha.
— Ah, e os caras lá são uns tarados! — Disse ela, com um traço de tédio na voz. — Mas são tudo uns otários, então não dou bola. O escritório é um saco de gatos, mas não ligo pra ninguém. Eu faço a minha parte lá, fico de boa com meus colegas, cumpro meu trabalho e não entro em nenhuma confusão.
— Pois é, já com isso você conseguiu bastante.
As palavras de Jessi me fizeram lembrar dos comentários que minha irmã fazia nos almoços de família, reclamando várias vezes dos colegas de escritório e das coisas que eles faziam e deixavam de fazer.
— Mas beleza, vamos? — Perguntou ela, já tendo terminado o café.
— Sim, melhor sairmos antes que peguemos todo o trânsito.
Terminei o que sobrou na minha xícara, já mais desperto por causa da cafeína, ajudei a Jessi a limpar as coisas e saímos de casa pra entrar no carro.
A viagem foi bem mais rápida do que eu imaginava quando saímos, já que quase não tivemos atrasos no caminho, e num piscar de olhos já tínhamos chegado no prédio onde ficava a empresa onde ela trabalhava.
Encontramos uma vaga livre meia quadra adiante e estacionei o carro ali pra ela descer sem problemas.
— Valeu por me trazer. — Disse a Jessi, já quase saindo do carro. — E desculpa ter te feito acordar tão cedo.
— Sem estresse. Daqui a pouco tô no meu apê e vou capotar.
— Que sortudo você é, cara! Queria eu poder dormir até a hora que der na telha.
— Chegamos bem cedo também, né? — Perguntei, olhando a hora no meu celular.
— Sim, umas meia hora antes.
— Que pena, certeza que dava pra fazer alguma coisa em meia hora.
— Se a gente fizesse algo, com certeza ia ficar ocupado por mais de meia hora. — Respondeu Jessi rindo.
Eu ri junto e, uns segundos depois, um silêncio meio tenso tomou conta do carro. De repente, bateu em mim uma vontade de ligar o carro de novo, engatar a primeira, levá-la de volta pro meu apê e nos trancar no quarto o dia inteiro até cair no sono de novo depois de gastar toda nossa energia numa maratona de sexo cheia de gozadas.
— Bom, vou descer então. — Jessi pegou a maçaneta pra abrir a porta, me tirando dos meus pensamentos, mas parou na hora. — Que burra! Quase esqueci…
— Esqueceu o quê?
— Toma. — Foi a resposta dela, me entregando um papelzinho que tirou da bolsa. — Assim a gente pode conversar mais de boa.
Olhei pro papel e vi que tinha um número de telefone.
— Mais suave falar pelo Whatsapp do que pelo chat do Facebook, não acha?
— Demais. Valeu! — Respondi com um sorriso de orelha a orelha.
— Depois me manda uma mensagem pra eu salvar seu número, e de quebra posso combinar com você se vier. —Meu aniversário. —Os olhos negros dela se cravaram em mim. —Você vai vir, né? É sexta.
—Sexta…
Meu coração foi pro chão quando ouvi aquilo. A Éyummy tinha me mandado uma mensagem uns dias antes avisando que eu tinha plantão na noite de sexta. E eu não fazia a menor ideia de quanto tempo ia ficar lá.
—Sim, sexta… Aconteceu alguma coisa? —Ela perguntou, com um toque de preocupação na voz.
—Sexta eu tenho que trampar.
—Ah…
A expressão de decepção que se formou no rosto da Jessi atravessou meu peito igual uma lança. Eu podia tranquilamente pegar o telefone naquela hora e mandar minha chefe tomar no cu com o plantão, só pra confirmar pra Jessi que eu iria no aniversário dela. Por sorte não cheguei a esse ponto, e ofereci uma luz de esperança pros dois.
—Mas talvez eu consiga ir. Se o plantão for cedo e depois eu não tiver nada pra fazer, quem sabe eu consigo dar um jeito de ir no seu aniversário, mesmo que chegue mais tarde. Vão pro lugar de sempre?
Toda vez que a Jessi fazia aniversário, as minas iam pra mesma balada que frequentavam desde a adolescência. E eu não achava que aquele ano seria exceção. Elas conheciam muita gente do lugar e sempre conseguiam um drink de graça ou acesso ao VIP, cortesia da casa.
—Sim, óbvio! —Um sorriso animado iluminou o rosto dela com a chance de eu poder ir. —Quando você sair, me manda uma mensagem, vem pra cá, e eu te coloco pra dentro sem problema.
—Beleza, mas talvez eu chegue meio tarde.
—Não importa. Vem mesmo que seja às quatro da manhã.
—Tá bom, assim que eu conseguir me livrar, vou pra lá.
—Assim que eu gosto. —Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha.
Não consegui me segurar. A oportunidade apareceu sozinha e na minha cabeça só existia a vontade de aproveitar. Virei a cabeça e, mais uma vez, nossos lábios se encontraram.
Meio segundo depois, estávamos jogados no meu banco, nos beijando com desespero, como se tivéssemos Tava no meu apê. Nossas mãos se esforçavam pra percorrer os corpos uma da outra, e nossas línguas brigavam como se não houvesse amanhã.
Mesmo com toda a nossa putaria, isso só durou uns segundos, já que não estávamos no meu apê, mas no meu carro, estacionados a meia quadra do trampo da Jessi.
— Chega. Ou não saio mais daqui. — Falou a Jessi, se desgrudando de mim.
— E não sai. — Respondi, provocando ela com um sorriso.
— Não seja filho da puta. — Ela mordeu o lábio, como se realmente tivesse considerando minha oferta. — Ai, Deus… Não, não posso. Tenho que ir trabalhar.
Dito isso, ela se moveu em direção à porta, mas eu segurei a mão dela pra evitar que saísse.
— Espera um segundo.
— O que foi?
Me inclinei pro banco de trás e peguei o livro que ela tinha me pedido na noite anterior. Entreguei na mão dela e o rosto dela se iluminou de felicidade de novo.
— Toma, lembrei agora.
— Ai, obrigada, Pedrito! — Exclamou, enfiando o livro na bolsa e se aproximando de novo pra me abraçar e me dar um beijo rápido na boca.
— Sai, senão eu ligo o carro e a gente volta pro apê. — Ameacei de brincadeira, ou talvez nem tão de brincadeira, porque tava morrendo de vontade de cumprir essa ameaça.
Jessi riu e finalmente saiu do carro, não sem antes me mandar um beijo de despedida da calçada.
Eu segui os movimentos dela pelo retrovisor e vi que ela cumprimentava outra mulher, quase certeza uma colega de trabalho. A mina parecia fazer perguntas pra Jessi, e ela apontava pro meu carro.
Preferi não ficar mais tempo, então liguei o carro e fui pro meu apê, iludido com a ideia de voltar pra minha cama e dormir mais umas horas. No caminho, fui relembrando tudo que tinha rolado na noite anterior, tentando tirar conclusões.
Jessi tinha vindo por conta própria pro meu apê, isso era óbvio. E tinha vindo pronta pra me chupar até me deixar mais seco que um limão velho. Ela tava afim de mim, gostava do meu pau, gostava de transar comigo. Isso também tinha sido bem óbvio.
Mas a pergunta de um milhão era se eu também agradava ela, ou só o meu pau.
Eu queria muito que a resposta pra isso fosse sim. Jessi sempre me pareceu uma mina gostosa, mas não tinha descoberto a pólvora com isso, qualquer um com dois dedos de testa podia falar a mesma coisa dela.
A questão é que eu não queria só transar com ela de novo. Queria reviver tudo o que tinha rolado naquela noite. Queria cozinhar o jantar pra ela de novo, ficar vendo um filme jogados no sofá, falar sobre Game of Thrones, ela dormir na minha cama. Putaria, até queria que ela me acordasse de novo às seis da manhã!
Não tinha dúvida: tava até o talo por essa mina.
Cheguei no apê e me enfiei na cama, ainda com mil pensamentos fazendo uma bagunça do caralho na minha cabeça. De repente lembrei do papelzinho que a Jessi tinha me passado e levantei na hora pra pegar.
Um minuto depois já tava deitado de novo na cama, pelado, celular na mão e me tocando até o pau ficar bem duro. Abri o WhatsApp e comecei um chat com a Jessi. Abri a câmera e mandei uma foto do meu pau, ereto que nem soldado ouvindo o hino.Meu amigo mandou lembranças pra você, já que você não deu nem um beijinho de despedida.Esperei pacientemente pela resposta, mas não demorou muito para meu celular tocar, avisando que tinha chegado uma nova mensagem.Coitadinho!! Na próxima eu cumprimento do jeito certo!!
Aliás, valeu pela fotinho! 😘
Vai me ajudar se algum punheteiro tentar me encher o saco 🤣🤣
Mostro essa foto pra ele e ele não insiste mais, hahahahaha
Fico feliz que te ajude 🤣🤣
Agora vou deitar pra dormir um pouco
Que o trampo seja leve pra você!!!
Você é um amor, Pedrito
Valeu!!!
Sonha com os anjinhos 😘😘
Me sentí tentado de poner alguna respuesta bien digna de arrepentirme al instante por ser tan boludo, así que corté por lo sano, dejé el celular a un costado y me dormí con una sonrisa marcada a fuego en la cara.
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Como ya les mencioné, el relato está separado en dos partes. Les dejo el link para que vayan directo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3743794/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-pija-Parte-XIV-b.html
Nos leemos allá.
Antes de mais nada, mando um saludo grande pra essa pessoa triste que roubou os capítulos da história que eu já tinha escrito pra postar em outro site como se fosse o autor. Nem sequer tem cérebro pra apagar os recados que coloco no final de cada capítulo. Enfim, coisas da internet.
Sobre o capítulo de hoje, é um pouco mais longo que o 13, então também vai dividido em duas partes.
Não esqueçam de ir pra parte B quando terminarem essa primeira metade (link no final do post).
Como sempre, quem tá começando a história agora, recomendo entrar no meu perfil, que lá vocês encontram todos os capítulos anteriores.
Agora sim, espero que curtam a leitura.
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Capítulo 14
— O quê?
Meu pau até podia ter reagido, mas não teria feito mal se um pouco do sangue também passasse pelo meu cérebro, porque eu tinha demorado pra caralho pra entender o que a Jessi tava me dizendo.
— Que eu quero que você meta no meu cu. — Ela repetiu pacientemente. — Qual é, Pedrinho? Vai me dizer que não quer?
Claro que eu queria! Mas meu cérebro tava praticamente em ponto morto, desconectado do resto do corpo, e não parecia querer ligar.
— Ei, cê tá vivo? — Jessi bateu palmas na frente dos meus olhos. — Terra chamando Pedro! Olááá... tem alguém aí?
— Hã? — Pisquei umas duas vezes com o olhar perdido, até que finalmente voltei a pensar conscientemente.
— Você ouviu alguma coisa do que eu...?
Mas agora que eu tinha reagido, meu primeiro instinto foi puxar o rosto dela pro meu e enfiar minha língua na boca dela. Não precisava responder com palavras quando aquele beijo já era mais que suficiente pra mostrar toda a tesão que eu ainda sentia.
Mudei de posição pra ficar por cima dela e me afastei dos lábios dela. Depois Depois de toda a ação que a gente tinha tido, era uma boa hora pra dar uma desacelerada e curtir um pouco das preliminares.
Comecei a descer pelo pescoço dela e fiz a primeira parada do percurso nos peitos dela. Eram firmes, mas menores que os da Betty, embora isso não fosse desculpa pra não dedicar um bom tempo brincando com eles.
Considerando os gemidos que a Jessi soltava cada vez que eu roçava os bicos dos peitos dela, dava pra concluir que eles eram bem sensíveis, o que só me fez estimulá-los ainda mais com os dedos.
Depois que eles ficaram bem durinhos, deixei minha boca entrar na brincadeira, chupando eles de leve, enquanto minhas mãos beliscavam devagar, sem apertar demais, mas o suficiente pra brincar naquela área entre a dor e o prazer. Minha língua fez círculos em volta deles e meus dentes finalmente começaram a apertar de vez em quando, fazendo ela sentir todo tipo de sensação.
A Jessi, por outro lado, não tava tão afim de perder tempo, porque as mãos dela não esperaram muito pra começar a empurrar minha cabeça, me forçando a avançar na minha rota em direção à buceta dela.
Mesmo assim, eu tirei uns segundos pra beijar a pele macia dela durante o trajeto pela barriga lisa. O cheiro da pele dela me embriagava tanto quanto o perfume que ela tinha passado, mas as pernas abertas dela me chamavam aos berros pra eu enfiar a cara entre elas.
— Posso comer uma segunda porção da sobremesa? — perguntei educadamente, minha língua praticamente a milímetros do tesouro molhado e quente dela.
A Jessi soltou um bufada de impaciência e nem se dignou a responder. Simplesmente cruzou as pernas na altura da minha nuca e praticamente me obrigou a esmagar a cara contra ela.
Se eu pudesse ter falado naquele momento, teria dado uma gargalhada da desesperação dela. Mas minha língua tinha assuntos mais importantes pra cuidar, então preferi não perder tempo com isso. isso e enterrar dentro da sua buraquinha tão quente.
-Mmmmmmmmmmmmmmm… assim… chupa, gostoso…
-Você gosta disso, Jessi? –Perguntei entre lambidas.
-Sim… gosto muito… –Respondeu, interrompida pelos gemidos.
-Isso você vai gostar ainda mais.
Passei minha mão por debaixo da bunda dela e levantei pra deixar o cu num ângulo mais acessível. Feito isso, comecei a brincar com minha língua em volta daquele coração vermelho, deixando minha saliva escorrer pelas frestas.
Jessi juntou as pernas e as puxou perto da cabeça pra abrir ainda mais a bunda, cruzando os braços atrás dos joelhos pra não mudar de posição. Com a mão, peguei o brinquedo dela e, como fiz antes, comecei a puxar de leve pra depois enfiar de novo no cu, esticando e relaxando o buraquinho que segurava ele no lugar.
-Vai chupar minha booty? –Perguntou Jessi, toda extasiada.
-Óbvio. –Falei, puxando o brinquedo de novo até tirar mais ou menos a metade. –Vou deixar bem preparadinho assim.
Dito isso, finalmente tirei o plug e larguei de lado. O buraquinho dela já tava meio dilatado graças ao brinquedo, e fiquei hipnotizado vendo ele pela primeira vez em todo o esplendor.
Era o Um Anel, exercendo uma tentação impossível de resistir pra qualquer ser mortal ou imortal. Minha língua saiu da boca quase sozinha e se aproximou pra preencher o vazio deixado pelo plug.
-Não se preocupa, tá bem limpinho. –Me tranquilizou Jessi, caso eu tivesse alguma dúvida.
-Epa… Você veio com vontade de levar no cu? –Perguntei, enfiando um dedo pra não parar de excitá-la.
-Ai siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… –Exclamou ao sentir que eu tirava o dedo pra enfiar dois de novo. –Queria que você fizesse minha tiny ass!… Fiquei com aquele brinquedo… enfiado… o dia inteiro…
-Por isso que já tá tão aberto!
Aproveitando a confissão dela, comecei a torturar a preciosa tiny ass dela do mesmo jeito que tinha torturado a boceta dela, levando meus dedos pra trás e avançando num ritmo forte. Minha mão livre, enquanto isso, subiu mais até esfregar a buceta dela por fora, resultando num ataque duplo que a deixou louca.
De alguma forma, Jessi se virava pra usar os braços e se manter numa posição que me permitia brincar com ela daquele jeito. Dava pra ver de longe que ela tava adorando o que eu tava fazendo, coisa que ela mesma confirmou.
— Tô morrendo, Pedrito…
— Quer que eu pare então? — Desafiei, diminuindo um pouco a velocidade do castigo.
— Quero sua pica bem dentro, seu filho da puta!
— Então vira e fica de quatro. — Ordenei com um sorriso de satisfação ao ouvir o pedido. Tirando as mãos, virei o corpo dela e dei um tapa forte na bunda que ecoou no quarto. — Vai, putinha.
— Adoro quando você me trata assim… — Ela disse, enquanto se ajeitava pra ficar de quatro de novo, empinando a raba pra oferecer em sacrifício aos deuses do sexo. — Como você me excita, cara!
Me ajoelhei e enfiei a língua de novo pra encher a entrada dela com minha saliva. Depois disso, me virei de lado pra aproximar minha pica do rosto de Jessi e ela fazer o mesmo comigo.
Depois de um minuto, já tava posicionado atrás dela, minha pica brilhando de saliva tanto quanto o cu de Jessi.
— Pronta?
Jessi assentiu, meio nervosa, com a respiração um pouco acelerada. Usando a mão como guia, aproximei a cabeça da pica até encostar nela e comecei a pressionar.
Tinha que agradecer muito a Jessi pelo trabalho de preparação que ela fez durante o dia, porque precisei fazer menos esforço do que pensei pra ponta do meu pau entrar nela. Mas mesmo assim, a jornada tinha só começado.
— Tá bem?
— Uffffff… Que pica é essa!
— E isso que só enfiei a ponta. — Comentei entre risadas.
— Não seja filho da… ufffff… puta.
Jessi tentou responder, mas eu já tinha começado a avançar de novo. Centímetro a centímetro… centímetro meu pau foi desaparecendo dentro do corpo dela. Dava pra sentir como eu ia abrindo caminho e pacientemente continuei pressionando, mas sem me apressar pra não machucar ela.
— Não falta muito. — avisei, tentando animar ela no meio de uma pausa. — Já passei da metade. Tá bem?
— Deus… continua… continua… quero ele todo. — respondeu, apertando os dentes.
Eu ainda tava na dúvida, mas a Jessi tomou a iniciativa e começou a mover o corpo dela pra trás, fazendo meu pau entrar ainda mais fundo no corpo dela. Isso era um pedido bem claro, e eu não tinha outra opção senão obedecer.
Jessi começou a soltar pequenos gemidos e umas duas vezes deu um soco rápido no colchão, mas em nenhum momento reclamou ou pediu pra parar, então continuei avançando até que a bunda dela encostou no meu corpo.
— Agora tá tudo dentro. — anunciei, meio surpreso que a Jessi tinha conseguido isso. — Tem certeza que cê tá bem?
Não tava só preocupado com ela, mas comigo também. O tesão da situação tava nublando minha mente e meu instinto animal já tava começando a sugerir que era hora de largar qualquer cuidado e simplesmente agarrar ela pela cintura pra arrebentar a buceta dela com toda força, sem pensar na Jessi nem em mais nada.
— Me dá… um minuto… deus…
Ela parecia como se literalmente estivesse sendo partida ao meio, e o lado mais tarado de mim tava disposto a pagar o que fosse preciso pra ter um espelho na parede oposta e ver as caras que ela tava fazendo naquele momento.
— NEM TE ATREVE A SE MEXER. — foi a ordem desesperada da Jessi no instante em que eu me movi um mísero milímetro pra trás. — Espera eu avisar.
Fiquei parado como se ela tivesse me enfeitiçado com essas palavras. Claramente, por mais que a Jessi tivesse se preparado naquele dia, não era fácil relaxar o corpo pra deixar eu me mexer com facilidade.
Por sorte a espera não durou muito, e poucos segundos depois a Jessi começou a se mover. para a frente o corpo dela alguns centímetros. Mas não fazia isso sem ter que se esforçar, como sua respiração ofegante indicava.
—Mexe você devagar. —Pediu entre dentes.
Segurei o corpo dela com firmeza pela cintura e voltei a preenchê-la com meu pau até que a bunda dela encostou de novo no meu púbis. Quando cheguei lá, esperei uns segundos até me mover novamente para trás. Dessa vez, tinha tirado mais centímetros do meu pau.
Repeti a ação mais algumas vezes até que mais da metade do meu membro estava fora dela.
—Devagar, não se faz de doido. —Avisou Jessi, como se tivesse adivinhado que a ideia de enfiar tudo de uma vez até o fundo tinha passado pela minha cabeça. —Assim tá bom… mmmmm… devaaaagar.
De novo avancei até encostar na bunda dela, notando que dessa vez já tinha entrado com mais facilidade. Jessi estava relaxando, se acostumando a ter meu pau dentro do cu dela.
Mas ainda não podia cantar vitória. Se quisesse chegar no ponto de meter sem preocupações, primeiro tinha que fazer direito o trabalho de acostumar ela ao meu membro. Era por isso que de vez em quando deixava cair um fio da minha saliva pra ajudar na lubrificação.
Assim ficamos por um ou dois minutos, até chegar no ponto em que consegui tirar meu pau deixando só a cabeça dentro dela.
Como eu lamentava não ter um pouco de lubrificante à mão! Isso sem dúvida teria sido muito útil naquele momento. Definitivamente era uma compra que teria que fazer pra evitar esse tipo de complicação.
—Vou acelerar um pouco. —Anunciei, esperando pra ver se ela concordava ou não.
—Pode ser, um pouco mais rápido. —Aceitou, com a respiração um pouco mais controlada.
Assim comecei a preenchê-la aos poucos, me movendo pra frente e pra trás, entrando por completo até pressionar a bunda dela com meu corpo, e depois de volta até que só a cabeça do meu pau ficava cutucando dentro dela.
A velocidade foi aumentando bem gradualmente, sempre atento a qualquer Sinal da Jessi pra eu pedir pra parar. Mas esse sinal nunca veio, e logo depois a gente tava num ritmo bem mais intenso, com movimentos mais curtos, porém mais rápidos. Os únicos sons que a amiga da minha irmã fazia eram gemidos e suspiros de prazer.
– Por favor! – Ela exclamou no meio das penetradas. – Tá enchendo minha buceta de pau!
– Cê pegou o gostinho, né? – Perguntei, minha respiração começando a acelerar. – É, putinha? – Enfatizei a pergunta com um tapa sonoro na bunda, presente da minha mão direita.
– Ai, sim!... Tô amando esse pau!
– Tá pronta? Quer que eu meta com tudo? – De novo minha mão bateu na bunda firme dela. – Quer que eu arrebente seu cu? – Mais um tapa ecoou no meu quarto.
Era a hora da verdade. A hora que eu, sem saber conscientemente, tava esperando desde que li a mensagem dela perguntando se podia passar no meu apê pra devolver meu livro. Tava morrendo de vontade, e quase certeza que não ia me segurar muito mais, mesmo que ela dissesse que não.
Mas por sorte não precisei chegar a esse ponto, porque os deuses do sexo estavam com a gente e nos deram a bênção.
– Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim... Por favoooooooorrr... ARREBENTA TUDOOOOO!
Ao ouvir essas palavras, meu cérebro desligou. Qualquer vestígio de ser humano que ainda restava em mim ficou pra trás, e eu virei um animal, que só tinha um desejo básico na cabeça: arrebentar sem pena o cu da mulher na minha frente.
Segurei a cintura dela com uma mão e com a outra puxei o cabelo dela até a cabeça dela inclinar pra trás e a gente se olhar. Não falei uma palavra, mas um sorriso de orelha a orelha apareceu no rosto dela ao ver minha expressão.
Me movi pra trás até que só a ponta do meu pau ficasse dentro dela, e sem aviso enfiei de novo a toda velocidade até meu corpo bater na bunda dela como um caminhão sem freio na estrada.
Jessi tentou gritar, mas eu tinha cortado a respiração dela com aquele movimento. Naquele momento, eu não tava nem aí pra merda nenhuma, então me puxei de novo e enfiei mais uma vez, sem parar, como se minha vida dependesse da força que eu colocava pra meter naquele cu.
Por um instante, voltei a mim e percebi o que tava fazendo. Parei por um segundo e vi a cara da Jessi. Os olhos dela estavam tão arregalados quanto a boca, que lutava pra soltar algum som sem sucesso. De repente, soltei o cabelo dela e ela deixou a cabeça cair.
— O que cê tá fazendo? — Perguntou, quando percebeu que eu não ia continuar me mexendo daquele jeito.
— Cê tá bem?
— ME PEGA DE NOVO E CONTINUA O QUE TAVA FAZENDO AGORA MESMO!
A raiva com que ela me ordenou deixava claro que eu tinha cortado o barato dela no melhor momento.
Minha cabeça ficou dividida entre a vergonha e a raiva de mim mesmo por ter sido tão idiota de parar. Canalizei essa sensação e decidi descontar minha frustração no cu da Jessi. Minha mão puxou o cabelo dela de novo e, segurando firme a cintura dela, recomecei as estocadas no corpo dela.
A partir daí, aconteceram os minutos mais intensos que eu conseguia lembrar até aquele ponto da minha vida.
Minha cintura bateu no corpo da Jessi tantas vezes que já tinha deixado ele tão vermelho quanto com as palmadas que eu tinha dado antes. Ela, mais uma vez, não conseguia soltar sons, mas a buceta dela compensava de sobra, se esvaziando cada vez que ela gozava.
— Vou encher teu cu de porra, sua puta. — Falei, num surto de tesão, me deixando levar por aquele lado animal que tinha vindo à tona. — Era isso que cê queria, né?
— Siiiiim... Enche meu cu... — Respondeu no meio dos gemidos brutais que cada vez que meu pau entrava inteiro nela arrancava.
Soltando o cabelo dela, segurei a cintura dela com as duas mãos pra dar a estocada final. Já dava pra sentir minhas pernas gritando pelo esforço que eu tinha feito nos últimos minutos. Era uma corrida contra o tempo pra ver o que acontecia primeiro: se eu gozava ou se minhas forças me abandonavam.
Já dava pra sentir, aquela sensação gostosa que a gente tem quando sabe que vai gozar. Uma descarga elétrica percorreu meu corpo até chegar no meu pau, dei uma última estocada pra meter o mais fundo possível e esvaziei minhas bolas dentro do cu de uma das melhores amigas da minha irmã. Mais duas descargas vieram acompanhadas de estocadas igualmente brutais, até que eu saí de dentro dela.
Meu cérebro tinha ficado em branco de tão forte que foi meu orgasmo, e só um segundo depois percebi que minha cintura tinha levado uma descarga violenta da Jessi, que tinha tido um orgasmo igualmente forte, que praticamente transformou a buceta dela numa fonte de águas dançantes.
Demorei um segundo a mais pra ver como tinha deixado o cu da Jessi. Mais que o Um Anel, agora era a Pulseira Única. Parecia que pulsava no ritmo da respiração ofegante dela. Aos poucos começava a se fechar, mas mesmo assim parecia que ia levar um tempo até voltar ao normal. Um fio de esperma branco saía daquele buraco, escorrendo pelo corpo dela até chegar no colchão.
Tanto eu quanto a Jessi desabamos na cama, e eu me aproximei por trás dela pra envolvê-la com meus braços. O corpo dela ainda tremia e ela cobria o rosto com as mãos, mas isso não era suficiente pra abafar os soluços. Assim como tinha acontecido com minha irmã umas semanas atrás, eu tinha provocado nela um orgasmo tão intenso que a fez chorar.
— Por favor… isso… incrível… — Essas foram todas as palavras que consegui decifrar.
Sem dar muita importância, eu simplesmente fiquei ali do lado dela, aproveitando a maciez da pele dela e o contato do corpo dela com o meu.
Jessi se virou e me olhou em silêncio por alguns segundos. Algumas lágrimas brilhavam no rosto dela e desciam pela bochecha até morrer contra o travesseiro. os lençóis. Ela estava incrivelmente gostosa mesmo assim. Eu poderia ter me afogado naqueles olhos pretos enormes sem que nenhum salva-vidas do mundo pudesse me resgatar.
Acariciei sua bochecha e pressionei meus lábios nos dela, um beijo suave pra fechar o que a gente tinha feito, que contrastava muito com o tratamento bestial que eu tinha acabado de dar na bunda dela.
— Tá melhor agora?
— Sim. — Respondeu com um fio de voz.
— Que bagunça gostosa a gente fez. — Comentei sorrindo.
— E eu que pensei que tinha me preparado bem. — Sussurrou.
— Quanto tempo você ficou com aquilo enfiado no cu? — Perguntei, curioso pra saber a resposta.
— Desde que fui pro trabalho.
Fiquei de boca aberta. Se meu cérebro ainda funcionava direito e eu não tinha errado as contas, ela tinha passado bem mais de doze horas com aquele plug metido no cu.
— O dia inteiro?
— Aham… — Respondeu orgulhosa, embora ainda falasse baixinho. — Fiquei com um tesão danado no trabalho. Via meus colegas e ficava toda excitada sabendo que tava com aquilo enfiado enquanto os outros viviam a vida normal deles. Tive que me segurar pra não ir me tocar no banheiro toda hora.
— Que pervertida que você é. — Falei entre risadas.
— E você? É uma besta. — Retrucou fechando os olhos. — Tô dolorida toda. Não sei como vou fazer pra sentar. Você me destruiu. — Apesar das reclamações, ela sorria como se fosse aniversário dela.
— Não te vejo tão chateada com isso.
— Espera eu tentar sentar, aí sim vou me lembrar de você e de toda a sua família.
— Minha mãe não tem culpa. — Me defendi. — Se você fica gritando pedindo, não, mandando melhor dizendo, pra eu meter até o fundo e arrebentar bem a sua bunda, isso é problema seu.
— Nisso você tem razão. — Aceitou derrotada. — Da próxima vez vou pensar duas vezes.
Eu não queria falar nada, mas aquela última frase acendeu uma chama de esperança em mim. “Da próxima vez”. Nem tinha terminado essa vez e, sem dúvida, na minha cabeça eu já esperava ansioso que uma experiência assim se repetisse.
— Vem, vamos pro chuveiro e depois Limpamos um pouco o quarto. –Falei, me levantando e estendendo a mão pra ajudar ela a sair da cama.
Pobre Jessi, era muito engraçado ver ela andando feito um pato manco. Mas eu tinha judiado bastante dela, e considerando que era culpa minha ela ter que se mover daquele jeito, não achei justo tirar sarro dela. Pelo menos não em voz alta.
–Entra você primeiro, que eu arrumo um pouco as coisas. –Sugeri, enquanto ajudava ela a entrar na banheira e saía do banheiro pra tentar organizar a bagunça que a gente tinha feito.
Depois de limpar tudo, olhei meu celular e percebi que já tinha passado da meia-noite. Entrei no banheiro e ouvi o barulho da água ainda caindo no chuveiro. Sem pensar duas vezes, entrei pra aproveitar aquele momento com a Jessi.
–Demorou pra caralho. –Ela reclamou, me dando um tapinha leve na cabeça.
–Tinha que limpar um pouco. –Expliquei, envolvendo ela com meus braços pra ficar debaixo da água junto com ela. –Quer ajuda?
–Sim, por favor.
Peguei o sabonete que tava na mão dela e passei pelo corpo todo dela. Meus dedos curtiam o trajeto, aproveitando cada chance pra estimular ela, roçando os bicos dos peitos, acariciando os peitos dela, as costas, descendo pelas coxas e até passeando pela buceta dela.
Jessi retribuiu o favor e cuidou pra não deixar nenhum canto do meu corpo sem ensaboar. Mas dava pra ver que ela tava bem interessada em deixar meu pau o mais limpo possível.
–Pedrinho, me ajuda aqui embaixo porque tô me sentindo muito mal. Alguma besta maltratou muito minha bunda coitada e precisa de carinho. –Pediu, com o tom de quem tinha sofrido uma grande injustiça.
–Que merda hein… Vamos ver o que fizeram aí. –Falei, me ajoelhando enquanto Jessi virava de costas pra deixar a bunda dela apontada pra minha cara.
Já tinha fechado um pouco, mas agora que a excitação tinha baixado, dava pra ver umas marcas na pele dela por causa das palmadas fortes que eu tinha dado. Pra aliviar Meu, não parecia que eu tivesse feito nada grave, mas por um tempo aquelas marcas iam durar.
— Que maldade te trataram assim, Jessi…
— É, verdade. Deixaram minha bunda bem judiada. Você não dá uns carinhos nela?
— Mas é claro que sim!
Atendendo ao pedido dela, acariciei devagar a bunda dela, enquanto dava uns beijinhos suaves por toda a pele, focando nos lugares que estavam mais vermelhos.
— Que carinhos gostosos… no meio também precisa.
— Aqui? — Perguntei, minha boca avançando até a junção das nádegas dela.
— Aham… por aí. — Jessi apoiou uma das mãos na parede e deixou a bundinha bem empinada, abrindo com a mão livre.
— Ah, já sei.
Minha língua voltou a sentir o gosto do cuzinho dela, fazendo círculos na beirada do buraquinho. Alternei beijos suaves com os lábios e continuei com as lambidas, fazendo as pernas da Jessi ameaçarem fraquejar a cada momento, quase deixando ela cair no chão do box.
— Assim tá melhor? — Perguntei, me levantando de novo até ficar de pé atrás dela, meu pau bem duro roçando o corpo dela.
— Sim… Mas preciso de mais carinhos. Pode ser?
— Pode ser… — Respondi, me fazendo de difícil. — Onde você precisa agora?
— Agora preciso de carinhos na minha buceta… por dentro… com seu pau. — Ela deixou passar um segundo em silêncio pra minhas palavras fazerem efeito em mim. — Você faz carinhos em mim, Pedrito?
Aquela mina ia me matar só de ser tão pervertida, pedindo algo assim num tom tão inocente. Ficou bem claro que ela falou sério quando disse que ia aproveitar que tinha meu pau só pra ela.
Sem conseguir resistir, atraído como se aquela buceta fosse um ímã poderosíssimo feito pra controlar meu pau, coloquei a ponta bem na entrada e apertei até entrar mais uma vez nela.
— Você ficou se tocando enquanto eu não tava, né?
— Dá pra perceber muito? —Perguntou com voz safada.
—Você tá encharcada… e não é por causa da água. —Comentei, já quase com toda minha pica dentro dela, entrando fácil de tão lubrificada que tava.
—Então aproveita e mete forte.
—Não era que você queria carinho?
—Uffffffff… —Ela soltou todo o ar quando minha pica inteira se encontrou dentro dela. —Foda-se o carinho, me arromba toda de novo.
—Como você gosta de dar na ducha! —Exclamei, lembrando daquela rapidinha que a gente tinha dado da outra vez enquanto a Betty e a Clara dormiam no meu quarto.
—Eu gosto de dar em todo lugar!
—E por todo lugar também. —Brincei, brincando com meu polegar perto do cu dela.
—Tira esse dedinho daí… ou eu corto ele… Pedrito. —Ela me avisou entre ofegos, e embora o tom fosse meio de brincadeira, eu sabia que não era piada. —Deixa minha bunda descansar… já tá bem judiada.
—Aff… Tá bom, então vou descontar na sua buceta.
Já tinha acabado a hora de conversar e era momento de partir pra ação. A Jessi já tinha até começado um vai e vem suave com a cintura, me provocando pra eu começar a meter como devia.
Juntei todas as forças que me restavam e comecei a aumentar a velocidade da minha cintura. Já não me movia tão rápido como no começo da noite, porque o cansaço já tava aparecendo, mas mesmo assim consegui manter um bom ritmo.
A Jessi praticamente não falava, mas os gemidos dela compensavam bem isso. Minha pica se sentia tão à vontade dentro dela que, se dependesse de mim, eu podia ter ficado morando ali sem problema.
Já dava pra sentir que eu tava esgotando as poucas reservas de energia que sobravam, quando o corpo inteiro da Jessi tremeu até ela praticamente só se segurar em pé porque eu tava segurando ela pela cintura.
Liberei minha pica da pressão que o interior da Jessi tinha feito e um último jato saiu dela. Era óbvio que ela também já tava no limite, mas mesmo assim pedi um último favor.
—Vai, Jessi, de Já terminei também." — avisei, me masturbando pra finalizar. — "Abre a boquinha."
Obedeceu na hora. Jessi se levantou e ficou de joelhos, deixando o rostinho perto da minha pica. Acelerei a mão e finalmente gozei. Um jato curto saiu da ponta, acertando parte na boca dela, outra parte no queixo e no chão.
A amiga da minha irmã se aproximou pra enfiar minha cabeça na boca dela e completar o serviço de limpeza com a língua, recolhendo as últimas gotas que sobraram.
Minhas pernas já não aguentavam mais, e usei o pouco de força que me restava pra me deixar cair devagar no chão do box. Me arrastei até um canto pra ficar sentado com as costas apoiadas na parede, e Jessi sentou em cima de mim na hora, as costas dela contra o meu peito.
— Você me espremeu pior que um limão, garota. — falei, enquanto a abraçava pra curtir o contato com o corpo dela.
— Eu? E você? — Ela virou a cabeça pra eu ver parte do sorriso de incredulidade dela. — Nem sei quantas vezes você me fez gozar. Quando sair daqui vou tomar alguma coisa porque não aguento mais. Tô morrendo de sede.
— Eu também.
Fechei os olhos e relaxei. A água continuava correndo, mas como estávamos no outro canto do box, nenhum dos dois podia fazer nada. Ou pelo menos nenhum dos dois tinha vontade de levantar pra fechar o registro. Ficamos assim uns minutos até que finalmente juntamos forças pra sair do chuveiro.
— Que horas são? — perguntou Jessi, apoiada na bancada.
Já estávamos os dois na cozinha tomando alguma coisa pra hidratar depois de toda a ação. Ela tinha vestido o conjunto de lingerie de novo e eu a cueca, mas era só isso que a gente usava.
— Deixa eu ver... — peguei meu celular que tinha deixado na bancada. — Já vai ser duas da manhã.
— Porra, já ficou tarde. Melhor eu me vestir rápido. e…
—Fica pra dormir.
As palavras saíram da minha boca na hora, como se eu nem tivesse pensado, mas era o que eu queria. Não era uma ordem, era um pedido, quase uma súplica. Podia ter levado ela pra casa de boa, ainda mais porque imaginei que ela precisaria trocar de roupa pro trabalho no dia seguinte.
Mas a verdade é que não queria deixar ela ir tão cedo. Não sabia quando algo assim ia se repetir, supondo que tivesse outra chance no futuro, e queria esticar aquele momento ao máximo.
Jessi ficou me encarando, surpresa com o que eu tinha dito, mas aos poucos aquela expressão foi se transformando num sorriso, enquanto ela balançava a cabeça concordando.
—Mas amanhã cedo você vai ter que me levar voando pra minha casa e de lá pro trampo. —Ela me avisou, apontando o dedo indicador pra mim. —Nem pense em dormir demais, senão eu te mato.
—Sim, sem problema. Fica tranquila que eu te levo. —Respondi na hora pra acalmar ela.
Por fora eu sorria, mas por dentro sofria ao pensar que ia ter que acordar várias horas antes do normal. Mesmo assim, não podia reclamar. Se depois de tudo que tinha rolado naquela noite, o preço que eu tinha que pagar era acordar às seis da manhã ou algo assim, era quase um presente.
—Vamos pra cama então, pra gente descansar um pouco.
—Vamos descansar um pouco? —Perguntei com a voz safada.
—Ah, vai, se faz de que ainda tem energia. —Ela respondeu rindo. —Você quase dormiu no chuveiro. Aposto que encosta a cabeça no travesseiro e morre ali mesmo!
—É verdade. —Concordei também entre risadas. —Não aguento mais.
Depois de nos instalarmos no meu quarto, Jessi ficou de um lado da cama e eu do outro, e finalmente apaguei a luz do abajur.
—Boa noite, Jessi.
—Boa noite, Pedrito.
Me virei de costas pra ela, mas a mão de Jessi pegou no meu ombro e puxou de leve. Não precisava dizer mais nada. Na hora virei pro outro lado e pude notar que a Jessi tinha se deitado com as costas viradas pra mim.
Passei uma mão na cintura dela, que ela segurou na hora como se não fosse soltar por nada nesse mundo, e me virei pra passar a outra por baixo da cabeça dela, conseguindo uma posição mais ou menos confortável. Apoiei a cabeça no meu travesseiro, com o cheiro do cabelo dela entrando pelo meu nariz, e assim a gente dormiu sem perder mais nenhum segundo.
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— Pedro! Vamo, nene! — Jessi me chamava alto enquanto me sacudia pelo ombro. — Vamo, senão vou chegar tarde no trampo!
Abri os olhos e a luz do meu quarto bateu direto na minha retina. Peguei o travesseiro e coloquei na frente do rosto pra me proteger, mas Jessi não tava com paciência pra minhas palhaçadas. Ela tirou o travesseiro da minha cara e ficou na minha frente me apressando.
— Para com essas merdas, pelo amor… — A voz dela tava quase implorando. — Levanta de uma vez, vamos.
— Já vou, já vou… — Respondi, sentando na cama ainda com os olhos meio fechados.
— Vamo que eu preciso trocar de roupa e tomar um banho rápido!
Já mais acordado, levantei e vesti uma calça antes de ir pro banheiro lavar o rosto. Ficava girando o ombro devagar, tentando recuperar um pouco de mobilidade porque tinha ficado todo dolorido de dormir de conchinha com a Jessi. Ainda nem sabia que horas eram, mas o céu ainda tava escuro. Quem caralho me mandou aceitar o pedido dela de acordar cedo pra levar ela em casa?
Ainda meio arrependido disso, joguei água bem fria no rosto e terminei de acordar. Escovei os dentes de passagem enquanto mijava e saí do banheiro.
Jessi tava de pé na sala, de braços cruzados, marcando o tempo com a sola do sapato direito. A impaciência tava estampada em cada traço do rosto dela.
Me enfiei no quarto antes que ela tivesse tempo de falar algo pra me apressar, terminei de me vestir e calçar, e saí já pronto. pra começar o dia.
—Puta que pariu! Como você demora, moleque! — exclamou ela, quando finalmente apareci de novo na frente dela. — O que você vai fazer no dia que tiver que acordar cedo pra trabalhar?
— Reclamar o dobro do que reclamo agora, óbvio. — respondi enquanto esfregava os olhos.
— Ai, meu deus… — resmungou, impaciente. — Vamos antes que eu te mate.
— Beleza, vai saindo que eu pego minhas coisas e vou.
Jessi nem respondeu, só girou a chave e saiu pelo corredor do prédio. Eu peguei meu celular, minha carteira e as chaves do carro. Também peguei uma jaqueta e o livro que ia dar pra Jessi, e saí do apartamento pra me encontrar com ela, que já estava na frente do elevador, esperando ele chegar no andar.
A viagem no carro foi bem rápida. Ainda era cedo pra maioria das pessoas estar indo pro trabalho, então não pegamos muitos carros no caminho até a casa dela. Estacionei na calçada e Jessi desceu na hora.
— Vamos, desce, moleque. — disse ela, ao ver que eu não me mexia do banco. — Não vai ficar aí me esperando à toa no carro. Pelo menos entra e senta confortável.
Obedecendo, desci e entrei com ela. Era a primeira vez que conhecia a casa da Jessi, e me surpreendi positivamente. O lugar era bem mobiliado, e tinha uma sala de estar e jantar bem mais espaçosa do que eu imaginava vendo a casa por fora.
Sentei no sofá enquanto Jessi disparava pelo corredor. Ouvi barulhos de portas abrindo e fechando com força, e em poucos segundos deu pra ouvir um som suave que parecia de água correndo.
Bocejei umas duas vezes, e já estava sentindo o sono me dominar, quando decidi me levantar antes de cair no sono ali sentado, e comecei a dar uma olhada no lugar.
Caminhei desviando do sofá e da mesinha de centro e me aproximei de uma estante que me chamou a atenção. Tinha alguns livros que eu também tinha no meu apartamento (O Senhor dos Anéis, Asimov, Duna, Lovecraft), mas a maioria das prateleiras estava vazia, como se Jessi tivesse esperança de preenchê-las no futuro com mais aquisições.
Abandonei a biblioteca e reparei nas fotos que estavam apoiadas numa estante ao lado. Tinha algumas dela com a família, de férias na praia, mas a maioria eram fotos que ela tinha tirado com minha irmã e a Betty.
Tinha imagens de todo tipo, desde fotos tiradas na entrada do ensino fundamental, festas de aniversário, uma que mostrava a viagem de formatura pra Bariloche, a cerimônia de conclusão do ensino médio, uma muito mais recente do dia que minha irmã se formou e outra da Jessi e da Betty abraçando minha irmã, que segurava o diploma nas mãos.
Terminei de olhar as outras fotos e fui pra cozinha. Depois de tudo que rolou ontem à noite, pelo menos podia cuidar de fazer um café da manhã pra tomar algo rápido antes de sair.
Coloquei a chaleira cheia d'água pra esquentar numa boca do fogão, achei uma torradeira e um saco de pão de forma e comecei a fazer umas torradas em outra boca. Depois disso, fui rápido pelo corredor até a porta do banheiro, de onde vinha o barulho da água correndo.
— Jessi... — chamei, batendo de leve na porta três vezes.
— O que foi, Pedro?
— Com o que você vai querer as torradas?
— O quê? — perguntou confusa.
— Tô fazendo torradas. — insisti. — Com o que você vai querer? Queijo? Doce? Dou uma olhada na geladeira? Ainda não abri.
— Não precisava!
— Sei lá, já é tarde. — cortei antes que ela continuasse com isso. — Então me fala o que você quer que eu ponha antes que comecem a queimar.
— Que dúvida... — hesitou um segundo como se estivesse pensando na resposta. — Abre a geladeira, tem cream cheese lá. E numa prateleira do lado tem um pote de geleia.
— Beleza, vou preparar. Você se apressa pra sair antes que esfriem.
— Já tô terminando aqui, me visto e já vou pra lá.
Dito isso, saí na hora de volta pra cozinha, onde por sorte me descobri que o pão não tinha queimado.
Uns minutos depois, Jessi fez sua aparição triunfal na cozinha: calça preta solta, mas mais justa na altura das coxas, uma camisa branca impecável que seguia as curvas do corpo perfeitamente, um casaquinho preto do mesmo tom da calça, sapatos pretos, e completava o visual com uma maquiagem simples e elegante.
— E aí? — Perguntou sorrindo, dando uma voltinha, me deixando apreciar como a calça grudava na bunda dela melhor que qualquer zagueiro marcando um atacante estrela.
— Horrível… — Falei, balançando a cabeça. — Ficou horrível em você.
— Sério? — O rosto dela se transformou numa expressão de decepção.
— Claro… Tira tudo isso agora mesmo! — Exclamei com um sorriso safado.
— Idiota! — Exclamou Jessi, me dando um tapinha de leve no ombro.
Levamos as coisas pra mesinha de centro e ligamos a TV só pra ter um barulho de fundo. Começamos a tomar café da manhã em silêncio, os dois com muito sono pra comentar muita coisa.
— É assim que você vai sempre pro trampo? — Perguntei de repente.
— Às vezes… por quê?
— Seus colegas devem te comer com os olhos. — Brinquei eu, que também tava comendo ela com os olhos desde que apareceu na cozinha.
— Ah, e os caras lá são uns tarados! — Disse ela, com um traço de tédio na voz. — Mas são tudo uns otários, então não dou bola. O escritório é um saco de gatos, mas não ligo pra ninguém. Eu faço a minha parte lá, fico de boa com meus colegas, cumpro meu trabalho e não entro em nenhuma confusão.
— Pois é, já com isso você conseguiu bastante.
As palavras de Jessi me fizeram lembrar dos comentários que minha irmã fazia nos almoços de família, reclamando várias vezes dos colegas de escritório e das coisas que eles faziam e deixavam de fazer.
— Mas beleza, vamos? — Perguntou ela, já tendo terminado o café.
— Sim, melhor sairmos antes que peguemos todo o trânsito.
Terminei o que sobrou na minha xícara, já mais desperto por causa da cafeína, ajudei a Jessi a limpar as coisas e saímos de casa pra entrar no carro.
A viagem foi bem mais rápida do que eu imaginava quando saímos, já que quase não tivemos atrasos no caminho, e num piscar de olhos já tínhamos chegado no prédio onde ficava a empresa onde ela trabalhava.
Encontramos uma vaga livre meia quadra adiante e estacionei o carro ali pra ela descer sem problemas.
— Valeu por me trazer. — Disse a Jessi, já quase saindo do carro. — E desculpa ter te feito acordar tão cedo.
— Sem estresse. Daqui a pouco tô no meu apê e vou capotar.
— Que sortudo você é, cara! Queria eu poder dormir até a hora que der na telha.
— Chegamos bem cedo também, né? — Perguntei, olhando a hora no meu celular.
— Sim, umas meia hora antes.
— Que pena, certeza que dava pra fazer alguma coisa em meia hora.
— Se a gente fizesse algo, com certeza ia ficar ocupado por mais de meia hora. — Respondeu Jessi rindo.
Eu ri junto e, uns segundos depois, um silêncio meio tenso tomou conta do carro. De repente, bateu em mim uma vontade de ligar o carro de novo, engatar a primeira, levá-la de volta pro meu apê e nos trancar no quarto o dia inteiro até cair no sono de novo depois de gastar toda nossa energia numa maratona de sexo cheia de gozadas.
— Bom, vou descer então. — Jessi pegou a maçaneta pra abrir a porta, me tirando dos meus pensamentos, mas parou na hora. — Que burra! Quase esqueci…
— Esqueceu o quê?
— Toma. — Foi a resposta dela, me entregando um papelzinho que tirou da bolsa. — Assim a gente pode conversar mais de boa.
Olhei pro papel e vi que tinha um número de telefone.
— Mais suave falar pelo Whatsapp do que pelo chat do Facebook, não acha?
— Demais. Valeu! — Respondi com um sorriso de orelha a orelha.
— Depois me manda uma mensagem pra eu salvar seu número, e de quebra posso combinar com você se vier. —Meu aniversário. —Os olhos negros dela se cravaram em mim. —Você vai vir, né? É sexta.
—Sexta…
Meu coração foi pro chão quando ouvi aquilo. A Éyummy tinha me mandado uma mensagem uns dias antes avisando que eu tinha plantão na noite de sexta. E eu não fazia a menor ideia de quanto tempo ia ficar lá.
—Sim, sexta… Aconteceu alguma coisa? —Ela perguntou, com um toque de preocupação na voz.
—Sexta eu tenho que trampar.
—Ah…
A expressão de decepção que se formou no rosto da Jessi atravessou meu peito igual uma lança. Eu podia tranquilamente pegar o telefone naquela hora e mandar minha chefe tomar no cu com o plantão, só pra confirmar pra Jessi que eu iria no aniversário dela. Por sorte não cheguei a esse ponto, e ofereci uma luz de esperança pros dois.
—Mas talvez eu consiga ir. Se o plantão for cedo e depois eu não tiver nada pra fazer, quem sabe eu consigo dar um jeito de ir no seu aniversário, mesmo que chegue mais tarde. Vão pro lugar de sempre?
Toda vez que a Jessi fazia aniversário, as minas iam pra mesma balada que frequentavam desde a adolescência. E eu não achava que aquele ano seria exceção. Elas conheciam muita gente do lugar e sempre conseguiam um drink de graça ou acesso ao VIP, cortesia da casa.
—Sim, óbvio! —Um sorriso animado iluminou o rosto dela com a chance de eu poder ir. —Quando você sair, me manda uma mensagem, vem pra cá, e eu te coloco pra dentro sem problema.
—Beleza, mas talvez eu chegue meio tarde.
—Não importa. Vem mesmo que seja às quatro da manhã.
—Tá bom, assim que eu conseguir me livrar, vou pra lá.
—Assim que eu gosto. —Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha.
Não consegui me segurar. A oportunidade apareceu sozinha e na minha cabeça só existia a vontade de aproveitar. Virei a cabeça e, mais uma vez, nossos lábios se encontraram.
Meio segundo depois, estávamos jogados no meu banco, nos beijando com desespero, como se tivéssemos Tava no meu apê. Nossas mãos se esforçavam pra percorrer os corpos uma da outra, e nossas línguas brigavam como se não houvesse amanhã.
Mesmo com toda a nossa putaria, isso só durou uns segundos, já que não estávamos no meu apê, mas no meu carro, estacionados a meia quadra do trampo da Jessi.
— Chega. Ou não saio mais daqui. — Falou a Jessi, se desgrudando de mim.
— E não sai. — Respondi, provocando ela com um sorriso.
— Não seja filho da puta. — Ela mordeu o lábio, como se realmente tivesse considerando minha oferta. — Ai, Deus… Não, não posso. Tenho que ir trabalhar.
Dito isso, ela se moveu em direção à porta, mas eu segurei a mão dela pra evitar que saísse.
— Espera um segundo.
— O que foi?
Me inclinei pro banco de trás e peguei o livro que ela tinha me pedido na noite anterior. Entreguei na mão dela e o rosto dela se iluminou de felicidade de novo.
— Toma, lembrei agora.
— Ai, obrigada, Pedrito! — Exclamou, enfiando o livro na bolsa e se aproximando de novo pra me abraçar e me dar um beijo rápido na boca.
— Sai, senão eu ligo o carro e a gente volta pro apê. — Ameacei de brincadeira, ou talvez nem tão de brincadeira, porque tava morrendo de vontade de cumprir essa ameaça.
Jessi riu e finalmente saiu do carro, não sem antes me mandar um beijo de despedida da calçada.
Eu segui os movimentos dela pelo retrovisor e vi que ela cumprimentava outra mulher, quase certeza uma colega de trabalho. A mina parecia fazer perguntas pra Jessi, e ela apontava pro meu carro.
Preferi não ficar mais tempo, então liguei o carro e fui pro meu apê, iludido com a ideia de voltar pra minha cama e dormir mais umas horas. No caminho, fui relembrando tudo que tinha rolado na noite anterior, tentando tirar conclusões.
Jessi tinha vindo por conta própria pro meu apê, isso era óbvio. E tinha vindo pronta pra me chupar até me deixar mais seco que um limão velho. Ela tava afim de mim, gostava do meu pau, gostava de transar comigo. Isso também tinha sido bem óbvio.
Mas a pergunta de um milhão era se eu também agradava ela, ou só o meu pau.
Eu queria muito que a resposta pra isso fosse sim. Jessi sempre me pareceu uma mina gostosa, mas não tinha descoberto a pólvora com isso, qualquer um com dois dedos de testa podia falar a mesma coisa dela.
A questão é que eu não queria só transar com ela de novo. Queria reviver tudo o que tinha rolado naquela noite. Queria cozinhar o jantar pra ela de novo, ficar vendo um filme jogados no sofá, falar sobre Game of Thrones, ela dormir na minha cama. Putaria, até queria que ela me acordasse de novo às seis da manhã!
Não tinha dúvida: tava até o talo por essa mina.
Cheguei no apê e me enfiei na cama, ainda com mil pensamentos fazendo uma bagunça do caralho na minha cabeça. De repente lembrei do papelzinho que a Jessi tinha me passado e levantei na hora pra pegar.
Um minuto depois já tava deitado de novo na cama, pelado, celular na mão e me tocando até o pau ficar bem duro. Abri o WhatsApp e comecei um chat com a Jessi. Abri a câmera e mandei uma foto do meu pau, ereto que nem soldado ouvindo o hino.Meu amigo mandou lembranças pra você, já que você não deu nem um beijinho de despedida.Esperei pacientemente pela resposta, mas não demorou muito para meu celular tocar, avisando que tinha chegado uma nova mensagem.Coitadinho!! Na próxima eu cumprimento do jeito certo!!
Aliás, valeu pela fotinho! 😘
Vai me ajudar se algum punheteiro tentar me encher o saco 🤣🤣
Mostro essa foto pra ele e ele não insiste mais, hahahahaha
Fico feliz que te ajude 🤣🤣
Agora vou deitar pra dormir um pouco
Que o trampo seja leve pra você!!!
Você é um amor, Pedrito
Valeu!!!
Sonha com os anjinhos 😘😘
Me sentí tentado de poner alguna respuesta bien digna de arrepentirme al instante por ser tan boludo, así que corté por lo sano, dejé el celular a un costado y me dormí con una sonrisa marcada a fuego en la cara.
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Como ya les mencioné, el relato está separado en dos partes. Les dejo el link para que vayan directo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3743794/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-pija-Parte-XIV-b.html
Nos leemos allá.
6 comentários - Cómo descubrí que mi hermana adora mi pija (Parte XIV-a)