Acho que estava escrito em algum lugar, alguém deve ter profetizado porque sinto que era meu destino.
Mabel tem 38 anos, 1,50 e poucos, cabelo castanho escuro até o ombro, pele branca como neve, olhos grandes e puxados de cor marrom (apesar de não termos nada a ver com a Ásia), seus lábios são carnudos sem serem exagerados, nariz fina e não falei que ela tem o rosto ovalado, tudo nela é perfeito; seu tom de voz é suave e tranquilizador, seu pescoço é longo, suas costas são pequenas e seus peitos são de bom tamanho, auréolas pequenas e bico durinho, cintura fininha, tem algumas estrias na barriga que com roupa não aparecem e nua não importam, com quadris arredondados, uma bunda bem empinada e dura, a forma das suas pernas e panturrilhas é perfeita mesmo que seus pés pareçam os do Topo Gigio.
Ela é protetora, sorridente e muito simpática, seu sorriso é o mais lindo que já vi na minha vida; ela é ótima de conversa, é a pessoa mais linda que já vi na minha vida.
Ela saía para caminhar todas as manhãs, mas como agora não dá para sair, ela usa o tempo todo a esteira e a escada que temos, treina como se fosse atleta mesmo não sendo.
A maior parte do tempo ela anda de legging que marca e destaca suas formas, especialmente a bunda, e camisetas não muito justas que marcam tudo muito bem (já estou babando), já bati mais de uma punheta pensando nela.
Mas no inverno é que ela se destaca mais, não é que mude a roupa, se veste igual só muda o material por uma legging de lã (já estou ficando duro) que mostra toda sua forma como se fosse uma segunda pele, quando usa calcinhas normais as nádegas ficam bem definidas, mas quando coloca fio-dental a coisa muda, a legging entra no meio da racha e divide a bunda em duas e parece como seria se ela estivesse nua.
O inverno passado não esqueço mais, ela estava com uma camiseta esportiva justa e a bendita legging de lã, mas sem calcinha ou fio-dental; percebi quando a peguei na Na minha frente e vi como se marcavam a barriga, o monte de Vênus e os lábios vaginais. Isso foi um espetáculo, ela veio do fundo para me ler algo de uma revista, parou na minha frente enquanto lia. Quando percebi como ela estava, meu queixo caiu e meu pau endureceu simultaneamente, quase gozei sem nem me tocar, morria de vontade de esticar a mão e tocá-la entre as pernas, esfregar, beijar sua boca, tirar a camiseta, chupar seus peitos e abaixar sua roupa, virá-la e comê-la de pé. Devo ter batido dezenas de punhetas com a lembrança daquele dia. Este ano ela tinha roupas novas (a mesma coisa de sempre) a única coisa velha eram aquelas leggings das minhas lembranças, mas mais gastas, quase translúcidas e sem nada por baixo. Ela era meu espetáculo particular sem saber, só eu a via assim, porque ela só saía para compras e sempre bem agasalhada com um casaco até os joelhos. Na manhã em questão, ela vestiu uma jaquetinha curta e, dizendo que ia comprar pão, se dirigiu à porta. Mãe, você não pode sair assim... Por quê... estou feia? Acredite, não é isso. Então já volto. Não! Deixa ver, me diz por quê? Porque essa roupa está gasta e dá para ver tudo em você (não queria dizer, mas não podia compartilhar essa imagem com o mundo), você está como se estivesse nua, mas vestida, posso ver até seus lábios. Todo mundo olha para os lábios dos outros ao falar, meu bem. Não esses, os de baixo. O quê? Os lábios da sua buceta... da sua vagina, quero dizer. Não é verdade – ela diz incrédula, com um sorriso. Então a pego pela mão e a levo até o espelho do meu guarda-roupa. Eu sempre me vejo assim? – ela pergunta, hesitante. Claro que não, digo, você é linda sempre, mas nem toda sua roupa fica tão impressionante assim – cobri minha boca ao terminar de dizer isso. Isso quer dizer o quê? Na... nada. Por acaso você me vê como mulher e não como sua mãe? Um pouco sim, como mãe eu te adoro, você é a melhor mãe do mundo e me acontece algo assim quando te vejo como... Mulher, eu te admiro; você é doce, terna, sexy, carinhosa, provocante, cativante, com as curvas mais impressionantes do mundo - Faz quanto tempo você me vê assim? - Desde o inverno passado. Você veio do fundo com essas leggings e sem calcinha... - Não diga mais nada - ...você me leu um artigo de uma revista e eu via como suas cadeiras e pernas marcavam... - Não diga mais nada - ...essa barriga lisa que descia até o V mais impressionante que já vi até hoje... - Cala a boca, por favor - ...e ali onde o V separa suas lindas coxas, seus lábios suculentos comiam a costura das suas leggings e marcavam muito bem - Chega, não diga mais nada - Tem uma coisa que você precisa ver, para conseguir entender o que eu digo - Peguei ela pelos braços, coloquei de costas para o espelho e disse: olha só - Aí ela viu e entendeu que era verdade, que não podia sair assim na rua, essa peça ficava nela como uma segunda pele, dividindo suas nádegas ao meio, marcando todas as suas curvas como se estivesse nua. As palavras do filho já a tinham deixado com tesão, mas sua própria imagem super sexy a fez gozar fechando os olhos e se segurando no braço do menino para não perder o equilíbrio. Segundos depois: - meu Deus, eu estou muito gostosa, não como deveria me ver na frente do meu filho ou do mundo, mas eu gosto. É, é incrível como isso fica em você - disse babando. Ela mudava de posição na frente do espelho olhando por cima dos ombros seu corpo, vendo como essa peça gasta e fina simulava mais do que roupa ser uma tatuagem, sentia orgulho de si mesma pelo esforço que tinha feito para chegar a ter esse corpo tão perfeito e apetitoso. Estava se vendo no espelho quando viu a ereção que levantava o moletom do garoto, virando o rosto na direção dele... - entendo o que você sente, se eu cruzasse com uma mulher como a que vejo no reflexo eu me viraria para olhar. Deus, eu sou tão sexy. Estava com tanto tesão com sua própria imagem que esqueceu do filho e começou a passar a ponta dos dedos por o canal entre suas nádegas com as duas mãos
Ao virar o rosto, viu seu garoto se masturbando por cima da calça, saudando-a.
Naquele momento, a mente trouxe uma lembrança: as vezes em que, estando na cozinha, ele se aproximava e pedia uma fruta, as vezes em que ela se virava e, quebrando a cintura, se abaixava para dar-lhe uma maçã ou uma banana.
"Garoto tarado", pensou consigo mesma. Inconscientemente, olhou para seu reflexo e, sem perder detalhe, foi se abaixando como para pegar uma fruta imaginária da geladeira. Via suas roupas como uma segunda pele e, quando abaixou tudo, viu como sua parte mais secreta ficava exposta.
Quando voltou os olhos para o filho, ele já tinha uma mão dentro do short esportivo.
Ela se aproximou e deu dois empurrõezinhos leves: — Não faça isso na frente da sua mãe.
Ele ficou duro, não tinha percebido onde tinha a mão.
— Você se toca muito pensando em... mim?
— Não consigo evitar, é mais forte que eu. É até mais forte que você, mamãe. Se não, olhe de novo — fiz um gesto com o queixo para que ela se visse novamente.
Virando-se para o espelho, ela vê novamente aquela beleza que era ela mesma, enfiando os dedos em uma nádega e abrindo-as, enquanto a mão esquerda acariciava seu seio direito.
O pau, embora não estivesse visível, não podia estar mais duro.
— Ufff, que calor! Quer fruta? Eu quero uma banana! — dizendo isso, saiu do meu quarto balançando a bunda provocativamente.
Antes de entrar na cozinha, olhou por cima do ombro e, com uma piscadela e um beijo, desapareceu de vista.
Eu fiquei entre a cama e a porta sem saber que direção tomar: ir atrás dela e ver o que acontece, ou ir ao banheiro, bater uma boa punheta e tomar um banho.
Desesperado, levantei meu short como Palermo quando errava um pênalti. Dei três passos em direção à porta e voltei, não sabia o que fazer. "Isso nunca vai se repetir, estúpido", repetindo isso, tirei a roupa e fui para a cozinha gritando:
— Mãe, quero a maçã mais suculenta!
— Sim, minha vida, o que você quiser —
Quando cheguei, ela estava agachada, apoiei toda a pica apontando pra usar a palavra: buceta ughh ela disse, puxei ela pelos quadris e meu pau saiu pra frente entre suas pernas.
Mamãe fechou as pernas e começou a se mexer esfregando na minha pica, entre suspiros ela me deu a maçã.
Onde você vai comer? -
Nem ideia, o que você recomenda? -
Na cama, bebê, dizem que a fruta que você mais gosta tem melhor sabor na cama -
Ela me levou pela pica até o quarto dela, eu ia acariciando toda a sua bunda enfiando os dedos no meio da fenda.
Ao chegar não dissemos nada, ela subiu de quatro na cama enquanto eu baixava suas calças finas de lã, o espetáculo foi único, que a primeira vez que você vê sua mãe pelada seja a primeira vez que você vai foder ela não tem comparação.
Ao deixá-la livre daquela peça de roupa ela ficou sentada sobre os calcanhares de joelhos na minha frente, sorriu pra mim, baixou o olhar e tirou a camiseta.
Estávamos como no dia em que ela saiu da minha avó e eu saí dela, pelados. Me aproximei por trás e levei suas costas pra frente pra ela se empinar, ela entendeu perfeitamente já que foi pra trás até ficar na beirada.
Penetrei até o fundo e comecei a entrar e sair e ela a apertar e soltar. Minha única instrução tinha sido o cinema pornô, mas percebi que não conseguiria manter aquele ritmo, pra evitar um final prematuro enfiei até as bolas e segurei pelos ombros pra ela não se separar de mim.
Mãe, parece que não vou durar muito, é que é minha primeira vez; queria durar como nos filmes... -
Meu céu, que emoção ser sua primeira vez. Meu homenzinho já é todo um homem tentando satisfazer sua mãe na cama. Vou me mexer, filho, não me solta nem sai -
Com a bunda ela foi me levando pra trás, onde fiquei sobre um móvel meio sentado e meio em pé, mamãe me fez abrir as pernas e colocou suas pernas entre as minhas.
Ela movia os quadris me enfiando e tirando do seu interior sem separar um centímetro sua bunda da minha pelve.
Me acompanha, bebê, Mexe essa bunda como eu faço, não seja egoísta, eu também preciso que você se mexa.
Então comecei a me mover dentro dela, empurrando para frente enquanto ela empurrava bem a bunda para trás e com a vagina me deslizava para frente. Desajeitadamente, não conseguia agarrar os peitos dela porque, com toda essa experiência nova, só me agarrava no móvel para não cair.
Que bom que sua primeira vez foi comigo. Tá gostando? -
Sim, tô adorando, mamãe! -
Não me chama de mamãe que eu fico ainda mais puta -
Sério mesmo, ma', mamãe, mami, mamitinha -
Incendiário! Olha como eu fico -
Mamãe continuou me comendo, mas agora deslizava por todo o meu pau: eu tinha que fazer alguma coisa, não ia deixar todo o trabalho para a minha mami. Então peguei ela pelos braços, me levantei e, como um martelo hidráulico, penetrei selvagemente a buceta que me viu nascer. Mamãe se sacudia toda e, antes de perder o controle da situação, enfiei até o fundo de forma um tanto violenta para em seguida tirar completamente.
Um fio de lubrificante saía da sua buceta encharcada até a ponta do meu mastro.
Segurava minha mãe pelos braços e não parava de admirar sua pele, seus braços, suas costas pequenas e sua cintura fininha, seus quadris arredondados, suas nádegas duras e empinadas e suas pernas firmes e torneadas. Eu precisava vê-la de frente.
Virei ela e, segurando pela cintura, puxei para perto de mim. Ela se grudou como uma lapa, se esfregou toda em mim, me beijou, chupou minha língua, lambeu e babou.
Eu só tentava devorar sua boca ou me afogar no seu peito enquanto, por trás, enfiava dois dedos na sua buceta escorrendo.
Um pouco mais sereno e seguro de que a ejaculação estava longe, tirei os dedos e levei à boca.
Você é deliciosa, mamãe! -
Hmmm, eu também quero provar você -
Ela me deitou e subiu na minha cara. Lambi desde o clitóris até perto do ânus enquanto ela subia e descia com a boquinha fazendo um anel para meu dedo maior.
Eu morria de vontade de gozar na boca dela, mas não era o momento.
Passando uma perna sobre meu rosto, ela sentou sobre meu quadril e perna esquerda, se apoiando com a mão esquerda na cama. Ajeitou o cabelo para ficar mais sexy.
"Se prepara que eu quero cavalgar!"
Não a fiz esperar. Ela passou a perna sobre mim, pegou meu pau e o posicionou — foi uma penetração profunda. Ela chupava meu pau com os músculos internos e, dominada pela luxúria, queria me fazer gozar.
Eu esticava e chupava seus mamilos enquanto acompanhava seus movimentos de cima para baixo.
"Apressa, filho, já tô chegando, bebê. Mais rápido, amor!"
Virei ela, ficando por cima, enquanto ela me incitava para acabarmos juntos.
"Meu amor, nunca senti algo assim. O seu é o melhor pau, o pau mais comprido, a carne mais quente. Que puta você me fez hoje, Deus, por favor! Obrigada pelo meu filho! Ah, ah! Acaba dentro! Ah, ugh, umm, mais rápido, mais, mais, ahhhhhhhhhh!"
Foi o melhor que me aconteceu na vida.
"E pra mim também—
Mabel tem 38 anos, 1,50 e poucos, cabelo castanho escuro até o ombro, pele branca como neve, olhos grandes e puxados de cor marrom (apesar de não termos nada a ver com a Ásia), seus lábios são carnudos sem serem exagerados, nariz fina e não falei que ela tem o rosto ovalado, tudo nela é perfeito; seu tom de voz é suave e tranquilizador, seu pescoço é longo, suas costas são pequenas e seus peitos são de bom tamanho, auréolas pequenas e bico durinho, cintura fininha, tem algumas estrias na barriga que com roupa não aparecem e nua não importam, com quadris arredondados, uma bunda bem empinada e dura, a forma das suas pernas e panturrilhas é perfeita mesmo que seus pés pareçam os do Topo Gigio.
Ela é protetora, sorridente e muito simpática, seu sorriso é o mais lindo que já vi na minha vida; ela é ótima de conversa, é a pessoa mais linda que já vi na minha vida.
Ela saía para caminhar todas as manhãs, mas como agora não dá para sair, ela usa o tempo todo a esteira e a escada que temos, treina como se fosse atleta mesmo não sendo.
A maior parte do tempo ela anda de legging que marca e destaca suas formas, especialmente a bunda, e camisetas não muito justas que marcam tudo muito bem (já estou babando), já bati mais de uma punheta pensando nela.
Mas no inverno é que ela se destaca mais, não é que mude a roupa, se veste igual só muda o material por uma legging de lã (já estou ficando duro) que mostra toda sua forma como se fosse uma segunda pele, quando usa calcinhas normais as nádegas ficam bem definidas, mas quando coloca fio-dental a coisa muda, a legging entra no meio da racha e divide a bunda em duas e parece como seria se ela estivesse nua.
O inverno passado não esqueço mais, ela estava com uma camiseta esportiva justa e a bendita legging de lã, mas sem calcinha ou fio-dental; percebi quando a peguei na Na minha frente e vi como se marcavam a barriga, o monte de Vênus e os lábios vaginais. Isso foi um espetáculo, ela veio do fundo para me ler algo de uma revista, parou na minha frente enquanto lia. Quando percebi como ela estava, meu queixo caiu e meu pau endureceu simultaneamente, quase gozei sem nem me tocar, morria de vontade de esticar a mão e tocá-la entre as pernas, esfregar, beijar sua boca, tirar a camiseta, chupar seus peitos e abaixar sua roupa, virá-la e comê-la de pé. Devo ter batido dezenas de punhetas com a lembrança daquele dia. Este ano ela tinha roupas novas (a mesma coisa de sempre) a única coisa velha eram aquelas leggings das minhas lembranças, mas mais gastas, quase translúcidas e sem nada por baixo. Ela era meu espetáculo particular sem saber, só eu a via assim, porque ela só saía para compras e sempre bem agasalhada com um casaco até os joelhos. Na manhã em questão, ela vestiu uma jaquetinha curta e, dizendo que ia comprar pão, se dirigiu à porta. Mãe, você não pode sair assim... Por quê... estou feia? Acredite, não é isso. Então já volto. Não! Deixa ver, me diz por quê? Porque essa roupa está gasta e dá para ver tudo em você (não queria dizer, mas não podia compartilhar essa imagem com o mundo), você está como se estivesse nua, mas vestida, posso ver até seus lábios. Todo mundo olha para os lábios dos outros ao falar, meu bem. Não esses, os de baixo. O quê? Os lábios da sua buceta... da sua vagina, quero dizer. Não é verdade – ela diz incrédula, com um sorriso. Então a pego pela mão e a levo até o espelho do meu guarda-roupa. Eu sempre me vejo assim? – ela pergunta, hesitante. Claro que não, digo, você é linda sempre, mas nem toda sua roupa fica tão impressionante assim – cobri minha boca ao terminar de dizer isso. Isso quer dizer o quê? Na... nada. Por acaso você me vê como mulher e não como sua mãe? Um pouco sim, como mãe eu te adoro, você é a melhor mãe do mundo e me acontece algo assim quando te vejo como... Mulher, eu te admiro; você é doce, terna, sexy, carinhosa, provocante, cativante, com as curvas mais impressionantes do mundo - Faz quanto tempo você me vê assim? - Desde o inverno passado. Você veio do fundo com essas leggings e sem calcinha... - Não diga mais nada - ...você me leu um artigo de uma revista e eu via como suas cadeiras e pernas marcavam... - Não diga mais nada - ...essa barriga lisa que descia até o V mais impressionante que já vi até hoje... - Cala a boca, por favor - ...e ali onde o V separa suas lindas coxas, seus lábios suculentos comiam a costura das suas leggings e marcavam muito bem - Chega, não diga mais nada - Tem uma coisa que você precisa ver, para conseguir entender o que eu digo - Peguei ela pelos braços, coloquei de costas para o espelho e disse: olha só - Aí ela viu e entendeu que era verdade, que não podia sair assim na rua, essa peça ficava nela como uma segunda pele, dividindo suas nádegas ao meio, marcando todas as suas curvas como se estivesse nua. As palavras do filho já a tinham deixado com tesão, mas sua própria imagem super sexy a fez gozar fechando os olhos e se segurando no braço do menino para não perder o equilíbrio. Segundos depois: - meu Deus, eu estou muito gostosa, não como deveria me ver na frente do meu filho ou do mundo, mas eu gosto. É, é incrível como isso fica em você - disse babando. Ela mudava de posição na frente do espelho olhando por cima dos ombros seu corpo, vendo como essa peça gasta e fina simulava mais do que roupa ser uma tatuagem, sentia orgulho de si mesma pelo esforço que tinha feito para chegar a ter esse corpo tão perfeito e apetitoso. Estava se vendo no espelho quando viu a ereção que levantava o moletom do garoto, virando o rosto na direção dele... - entendo o que você sente, se eu cruzasse com uma mulher como a que vejo no reflexo eu me viraria para olhar. Deus, eu sou tão sexy. Estava com tanto tesão com sua própria imagem que esqueceu do filho e começou a passar a ponta dos dedos por o canal entre suas nádegas com as duas mãos
Ao virar o rosto, viu seu garoto se masturbando por cima da calça, saudando-a.
Naquele momento, a mente trouxe uma lembrança: as vezes em que, estando na cozinha, ele se aproximava e pedia uma fruta, as vezes em que ela se virava e, quebrando a cintura, se abaixava para dar-lhe uma maçã ou uma banana.
"Garoto tarado", pensou consigo mesma. Inconscientemente, olhou para seu reflexo e, sem perder detalhe, foi se abaixando como para pegar uma fruta imaginária da geladeira. Via suas roupas como uma segunda pele e, quando abaixou tudo, viu como sua parte mais secreta ficava exposta.
Quando voltou os olhos para o filho, ele já tinha uma mão dentro do short esportivo.
Ela se aproximou e deu dois empurrõezinhos leves: — Não faça isso na frente da sua mãe.
Ele ficou duro, não tinha percebido onde tinha a mão.
— Você se toca muito pensando em... mim?
— Não consigo evitar, é mais forte que eu. É até mais forte que você, mamãe. Se não, olhe de novo — fiz um gesto com o queixo para que ela se visse novamente.
Virando-se para o espelho, ela vê novamente aquela beleza que era ela mesma, enfiando os dedos em uma nádega e abrindo-as, enquanto a mão esquerda acariciava seu seio direito.
O pau, embora não estivesse visível, não podia estar mais duro.
— Ufff, que calor! Quer fruta? Eu quero uma banana! — dizendo isso, saiu do meu quarto balançando a bunda provocativamente.
Antes de entrar na cozinha, olhou por cima do ombro e, com uma piscadela e um beijo, desapareceu de vista.
Eu fiquei entre a cama e a porta sem saber que direção tomar: ir atrás dela e ver o que acontece, ou ir ao banheiro, bater uma boa punheta e tomar um banho.
Desesperado, levantei meu short como Palermo quando errava um pênalti. Dei três passos em direção à porta e voltei, não sabia o que fazer. "Isso nunca vai se repetir, estúpido", repetindo isso, tirei a roupa e fui para a cozinha gritando:
— Mãe, quero a maçã mais suculenta!
— Sim, minha vida, o que você quiser —
Quando cheguei, ela estava agachada, apoiei toda a pica apontando pra usar a palavra: buceta ughh ela disse, puxei ela pelos quadris e meu pau saiu pra frente entre suas pernas.
Mamãe fechou as pernas e começou a se mexer esfregando na minha pica, entre suspiros ela me deu a maçã.
Onde você vai comer? -
Nem ideia, o que você recomenda? -
Na cama, bebê, dizem que a fruta que você mais gosta tem melhor sabor na cama -
Ela me levou pela pica até o quarto dela, eu ia acariciando toda a sua bunda enfiando os dedos no meio da fenda.
Ao chegar não dissemos nada, ela subiu de quatro na cama enquanto eu baixava suas calças finas de lã, o espetáculo foi único, que a primeira vez que você vê sua mãe pelada seja a primeira vez que você vai foder ela não tem comparação.
Ao deixá-la livre daquela peça de roupa ela ficou sentada sobre os calcanhares de joelhos na minha frente, sorriu pra mim, baixou o olhar e tirou a camiseta.
Estávamos como no dia em que ela saiu da minha avó e eu saí dela, pelados. Me aproximei por trás e levei suas costas pra frente pra ela se empinar, ela entendeu perfeitamente já que foi pra trás até ficar na beirada.
Penetrei até o fundo e comecei a entrar e sair e ela a apertar e soltar. Minha única instrução tinha sido o cinema pornô, mas percebi que não conseguiria manter aquele ritmo, pra evitar um final prematuro enfiei até as bolas e segurei pelos ombros pra ela não se separar de mim.
Mãe, parece que não vou durar muito, é que é minha primeira vez; queria durar como nos filmes... -
Meu céu, que emoção ser sua primeira vez. Meu homenzinho já é todo um homem tentando satisfazer sua mãe na cama. Vou me mexer, filho, não me solta nem sai -
Com a bunda ela foi me levando pra trás, onde fiquei sobre um móvel meio sentado e meio em pé, mamãe me fez abrir as pernas e colocou suas pernas entre as minhas.
Ela movia os quadris me enfiando e tirando do seu interior sem separar um centímetro sua bunda da minha pelve.
Me acompanha, bebê, Mexe essa bunda como eu faço, não seja egoísta, eu também preciso que você se mexa.
Então comecei a me mover dentro dela, empurrando para frente enquanto ela empurrava bem a bunda para trás e com a vagina me deslizava para frente. Desajeitadamente, não conseguia agarrar os peitos dela porque, com toda essa experiência nova, só me agarrava no móvel para não cair.
Que bom que sua primeira vez foi comigo. Tá gostando? -
Sim, tô adorando, mamãe! -
Não me chama de mamãe que eu fico ainda mais puta -
Sério mesmo, ma', mamãe, mami, mamitinha -
Incendiário! Olha como eu fico -
Mamãe continuou me comendo, mas agora deslizava por todo o meu pau: eu tinha que fazer alguma coisa, não ia deixar todo o trabalho para a minha mami. Então peguei ela pelos braços, me levantei e, como um martelo hidráulico, penetrei selvagemente a buceta que me viu nascer. Mamãe se sacudia toda e, antes de perder o controle da situação, enfiei até o fundo de forma um tanto violenta para em seguida tirar completamente.
Um fio de lubrificante saía da sua buceta encharcada até a ponta do meu mastro.
Segurava minha mãe pelos braços e não parava de admirar sua pele, seus braços, suas costas pequenas e sua cintura fininha, seus quadris arredondados, suas nádegas duras e empinadas e suas pernas firmes e torneadas. Eu precisava vê-la de frente.
Virei ela e, segurando pela cintura, puxei para perto de mim. Ela se grudou como uma lapa, se esfregou toda em mim, me beijou, chupou minha língua, lambeu e babou.
Eu só tentava devorar sua boca ou me afogar no seu peito enquanto, por trás, enfiava dois dedos na sua buceta escorrendo.
Um pouco mais sereno e seguro de que a ejaculação estava longe, tirei os dedos e levei à boca.
Você é deliciosa, mamãe! -
Hmmm, eu também quero provar você -
Ela me deitou e subiu na minha cara. Lambi desde o clitóris até perto do ânus enquanto ela subia e descia com a boquinha fazendo um anel para meu dedo maior.
Eu morria de vontade de gozar na boca dela, mas não era o momento.
Passando uma perna sobre meu rosto, ela sentou sobre meu quadril e perna esquerda, se apoiando com a mão esquerda na cama. Ajeitou o cabelo para ficar mais sexy.
"Se prepara que eu quero cavalgar!"
Não a fiz esperar. Ela passou a perna sobre mim, pegou meu pau e o posicionou — foi uma penetração profunda. Ela chupava meu pau com os músculos internos e, dominada pela luxúria, queria me fazer gozar.
Eu esticava e chupava seus mamilos enquanto acompanhava seus movimentos de cima para baixo.
"Apressa, filho, já tô chegando, bebê. Mais rápido, amor!"
Virei ela, ficando por cima, enquanto ela me incitava para acabarmos juntos.
"Meu amor, nunca senti algo assim. O seu é o melhor pau, o pau mais comprido, a carne mais quente. Que puta você me fez hoje, Deus, por favor! Obrigada pelo meu filho! Ah, ah! Acaba dentro! Ah, ugh, umm, mais rápido, mais, mais, ahhhhhhhhhh!"
Foi o melhor que me aconteceu na vida.
"E pra mim também—
1 comentários - Dicen que la Fruta que Más te Gusta Sabe Mejor en la Cama