Fiesta después de los examenes

Nunca sabemos onde podemos encontrar o verdadeiro prazer. Esse era um daqueles dias normais em que eu me preparava pra sair pra festa. Todos os meus amigos passaram a semana falando sobre o que ia rolar naquela sexta, e é que depois de um ano inteiro estudando e tendo feito as últimas provas antes do vestibular, só restava sair pra comemorar. Antes de sair, liguei pro meu amigo Raúl e marquei com ele no centro, onde a gente sempre se via antes de ir pra área dos bares. — E aí, mano? — falei assim que o vi. — Então, acabei de chegar e marquei aqui com a Júlia, que vem agora também. Esperamos um pouco mais enquanto íamos conversando sobre a vida. Daí a pouco vemos a Júlia, e olha, quase desmaiei na hora: a Júlia tava mais gostosa do que nunca. A Júlia era nossa amiga fazia pouco tempo. Tinha a nossa idade e era uma delícia: morena, 1,67; um pouco cheinha, lindíssima, com uns peitões de 100 e uma bunda impressionante que fazia dela uma das minas mais gostosas que eu já tinha visto. Assim que chegou, me cumprimentou com dois beijos e no Raúl deu um beijo na boca. — Mano, o que foi? Você ficou branco — É que não esperava esse cumprimento, pra mim não tem beijo? — O que você tá falando? Acontece que eu e a Júlia estamos saindo há uns dias — Porra, e não me conta até agora? Tem que ser muito filho da puta — É que era um segredo nosso, mas decidimos contar hoje, porque imagino que de noite a gente vai se pegar em algum momento, e aí vocês não estranham o resto. Enquanto eu discutia com eles, fomos pro bar onde alguns do grupo de amigos com quem a gente tinha marcado estavam esperando. Assim que entramos, Raúl e Júlia foram pro banheiro e eu fui procurar o resto dos meus amigos. Encontrei eles no fundo, bebendo e jogando algum jogo de beber. Estavam Rafa, Pablo, Yoli, Andrea, Laura e Marcos. — E aí, vadias? — gritei pra eles de longe, o que fez todas as minas me olharem com cara feia e os caras gritarem de volta. — Calma, o negócio de vadias é pra essa turma de Cabrões que não me contaram sobre o Raúl e a Júlia.
— O que é que vocês têm? — perguntou a Laura.
— Nada, mas vocês vão pirar quando virem eles, não vou adiantar nada. Vou pegar uma breja.

Enquanto me serviam a cerveja, ouvi uns barulhos no banheiro. Paguei e fui ver o que era. O bar tinha aqueles banheiros típicos, divididos em dois: masculino e feminino, cada um com dois vasos e um mictório de pé no dos caras. Como não tinha ninguém ali, aproveitei e fui mijar. De repente, ouvi um gemido bem alto vindo da janela, e percebi que era do banheiro feminino. Me aproximei pra ver se escutava algo e abri um pouco a porta.

Aí vi o Raúl de pé, com a calça nos tornozelos, e a Júlia fazendo um boquete bem impressionante, enfiando o pau inteiro do Raúl na boca, mesmo não sendo pequeno. Tenho que admitir que já tinha visto o bagulho do Raúl no vestiário algumas vezes, e mesmo mole parecia uma coisa enorme. Embora o meu fosse maior.

A Júlia continuou chupando sem parar, passando a língua por todo o pau, enfiando os ovos na boca, e tudo isso sem parar de masturbar aquele falo enorme. Eu tava vendo aquela cena com uma puta excitação e bebendo cerveja pra saborear bem a vista.

Num certo momento, o Raúl começou a dar uns pequenos espasmos, o que significava que ia gozar em poucos segundos, e ele aproveitou pra pegar a Júlia pelo cabelo e fazer uma garganta profunda até gozar dentro da boca dela. A Júlia engoliu tudo sem deixar escapar nada. Eu tava vendo a cena e fiz algum barulho de prazer porque pensei que ia gozar só de ver eles, e isso fez a Júlia olhar pra porta e me ver. O Raúl tava de olhos fechados, curtindo o orgasmo, então não me viu.

A Júlia não disse nada, me deu uma piscada e fez um sinal com a mão pra eu vazar. Fui pra mesa com o resto do pessoal e sentei entre a Laura e a Andrea. Eram duas minas lindas, irmãs gêmeas. As duas eram loiras, 1,72 e... Gostosíssimas. Laura era mais magra, adorava esporte, nadava e jogava basquete. Era mais atlética, o que tirava um pouco das curvas, mas o corpaço dela não ficava devendo nada pra irmã. Andrea também fazia esporte, mas não igual à irmã. Era mais cheinha e tinha mais curvas, porque tinha lesionado uma perna, o que fez com que no último ano parasse de praticar e, em compensação, viciasse em videogame, o que me fez chegar mais perto dela. Tinha rolado um lance rápido com a Andrea, só uns beijos, e ninguém do grupo sabia, ou pelo menos era o que eu pensava. — E aí, meninas, o que vocês tão contando? — falei quando sentei. — A gente tá achando que foi muito errado o que você fez — disse a Andrea. — Como assim? — Ué, você não pode falar uma parada sobre o Raul e a Júlia e não se explicar. — É que é algo pessoal deles, e se eles quiserem contar, vão contar quando quiserem. A gente continuou conversando por mais uns minutos até que o Raul e a Júlia apareceram com uma jarra de cerveja e sentaram com a gente. Olhei de canto pra Júlia e fiquei impressionado com a tranquilidade dela. Ela me olhou e piscou de novo. — Galera, vocês tão muito apagados — gritou o Raul — acabaram as provas e agora é só comemorar, vamos brindar às férias, saúde! — E todo mundo deu um gole longo. — O Alberto falou que vocês tinham algo pra contar — disse o Pablo. — Puta que pariu, que boca aberta. Então é o seguinte, o Raul e eu começamos a namorar uns dias atrás — falou a Júlia — então não estranhem se virem isso — e deu um beijo de língua no Raul. Depois que todo mundo se recuperou, começamos a jogar um "eu nunca", que servia não só pra deixar a gente no clima, mas também pra saber mais sobre o resto da galera. — Eu nunca comi pizza fria do dia anterior — disse a Yoli, e todo mundo bebeu. — Assim não vale, tem que fazer algo mais picante — protestou o Pablo — eu nunca fui beijado na frente de alguém do grupo. — A Júlia e o Raul beberam. — Ei, a Yoli e a Laura também, que Todos vimos como vocês comeram os caras na semana passada naquela balada - disse Marcos - é que com os shots eu fico muito puta - disse Laura, deu um gole e beijou a Yoli, que estava à sua esquerda - caramba, então tenho que beber de novo - você é uma puta gostosa, maninha - disse Andrea. - nunca toquei nem fui tocada nos peitos de ninguém - disse Julia. Aí beberam tanto Raúl quanto Andrea e Julia. - acontece que há 2 semanas, quando fiquei com um cara, ele passou da mão e chegou na segunda base no meio da rua - disse Andrea - não é mesmo, Alberto? O Raúl deixou escapar um pouco de cerveja ao ouvir a frase. - que nada - eu disse - há 2 semanas não saí com vocês, lembra? Tinha sido castigado e fiquei em casa. - pois se não era você, era também um cara alto igual você. Eu tava bem bêbada e achei que era você - ela completou - agora entendo porque na segunda você não falou nada. - tá claro que não era eu, mas obrigado por lembrar. - Então aconteceu o que eu já imaginava, que a Andrea era bem mais ousada do que parecia à primeira vista, e é que quase sempre era a irmã dela que fazia esse tipo de coisa enquanto a Andrea fazia cara feia. - depois você tem que me contar com mais detalhes o que rolou - falei baixinho - sim, calma, e se você se comportar, quem sabe é você quem chega na segunda base hoje - e ela sorriu pra mim. - nunca fiquei com ninguém em festa - disse Raúl. Todos bebemos, o que não foi surpresa porque todo mundo já tinha feito alguma coisa que os outros sabiam. - nunca chupei nem me chuparam - disse Laura. E aí só beberam Julia, Raúl e Laura. Ao ver que eu não bebia, Laura me olhou com cara de pena e disse: - calma, que depois posso te chupar, tô com vontade o dia inteiro - Aí me desconcertou. Acontece que tanto Laura quanto Andrea eram duas minas que me deixavam louco, e ali estavam as duas se oferecendo pra ter algum tipo de rolo comigo, embora se tivesse que escolher, acho que ficaria com a chupada. A verdade é que só de pensar nisso... fez o meu pau ficar durasso, e não cresceu mais porque a calça parou o movimento. De repente, Laura, que estava conversando com a Yoli, sem olhar pra mim colocou a mão na minha perna, fazendo a ereção ficar cada vez mais evidente. Continuamos jogando "eu nunca" enquanto eu tentava não pensar nas duas propostas que as deusas ao meu redor tinham me feito. Quando já tinha tomado bastante cerveja, levantei pra ir ao banheiro. Enquanto passava perto do balcão, a Julia, que estava pedindo uma nova jarra, me viu e me chamou. — Suponho que você tenha alguma pergunta sobre o que rolou no banheiro —. — Não sei do que você tá falando, não vi nada — falei. — Fica tranquilo, já somos todos adultos, a verdade é que o que você viu foi uma aposta que eu perdi, e prometi a ele que faria um boquete assim que chegássemos no bar. Acho que isso excita o Raúl, transar perto de gente. — Entendo, quem não gosta de ganhar um boquete assim? — escapou de mim. — Ai, que querido — ela disse sorrindo —. A verdade é que eu gosto muito do Raúl, e boquete não é meu ponto fraco, então é só somar 2+2. De qualquer forma, obrigada por não falar nada, acho que te devo uma — e piscou o olho de novo. Fui pro banheiro o mais rápido que pude, porque se ficasse ali ia furar a calça com a ereção que tava. Fui no mictório de pé e custou pra mijar, porque quando se tá duro, demora um pouco. Quando saí do banheiro, vi a Andrea entrando também. Ela pegou na minha mão e me levou pro banheiro feminino, fechou a porta e começou a me beijar. — É que eu tava ficando com muito tesão e só queria uma desculpa pra te dar o que prometi — ela pegou minha mão e colocou no peito esquerdo dela enquanto não parava de me beijar. Eu aproveitei a situação e beijei ela do melhor jeito que sabia, enquanto não parava de apalpar. Comecei a morder a orelha dela e lamber o pescoço. — Para, para, que se continuar no pescoço vou ficar com mais tesão ainda — ela disse. Isso só serviu pra eu fazer com mais vontade e com a Com a outra mão, peguei na outra teta dela. A Andrea deve ter ficado muito excitada, porque começou a passar a mão no meu volume por cima da calça. De repente, ela se afastou e disse: — Porra, não sabia que você era tão grande, mas de qualquer forma, não é sua hora, é a minha — e puxou a calcinha que estava usando enquanto pegava na minha mão e a levava até a bucetinha dela. — Isso é mais do que eu prometi, mas é que tô muito tesuda e quero que você me faça gozar. Então comecei a tocar a bucetinha dela, que já estava bem molhada. Primeiro, com o dedo indicador e o médio, apertei e massageei ao redor, e fui separando os lábios vaginais enquanto não parava de beijá-la. Enfiei os dois dedos, e ela se contorceu. — Desculpa, não sei se te machuquei, porque é a primeira vez que faço isso — me desculpei. — Não, não se desculpa, se eu tô gostando muito — ela respondeu — só não faz tão bruto. — Talvez eu pudesse tentar com a boca pra ver se faço melhor — e me abaixei. Conforme ia me aproximando, sentia um cheiro de sexo que tava me deixando muito excitado. Me aproximei e comecei a lamber aquela maravilha que tinha na minha frente. Não sabia se seria uma boa ideia tirar meu pau e começar a me masturbar, porque sabia que gozaria rápido, e nunca se sabe como a noite termina se na primeira meia hora já vi meu melhor amigo receber um boquete épico da mina mais gostosa e eu tava comendo a buceta de uma deusa. Só esperava poder gozar igual com a outra gêmea e comparar as duas. Decidi não me tocar e comecei a chupar cada vez com mais força a buceta da Andrea, enfiando primeiro 1 dedo e depois 2. Ela tava se remexendo bem forte e fazendo mais barulho do que eu gostaria até que gozou como uma cachoeira na minha cara. Aí me levantei e ela me beijou de um jeito selvagem. Quando terminou, ela subiu a calcinha e disse: — Te devo uma, na próxima espero provar seu pau. Quando saímos, encontramos as outras minas que estavam fofocando com cara de safadas, e quando nos viram, não disfarçaram nada. Eu saí meio correndo do banheiro. Andrea gritou pra mim que ela saía em 2 minutos, o que significava que iam se contar tudo nos mínimos detalhes sobre o que tinha acabado de rolar. Eu fui pro balcão, pedi 2 doses de tequila que virei de um gole só e mais uma cerveja, e voltei pra mesa. Assim que cheguei, Marcos me perguntou onde eu tava. — Bom, acho que mais cedo ou mais tarde vocês vão saber — falei pra eles — acabei de ficar com a Andrea no banheiro. — Porra, que filho da puta, que sorte — disse o Pablo — e o que cê fez, comeu ela? — Não, mano, ela falou que me devia uma e só fiz um oral nela. Ela disse que me deve uma pra outra hora. — Então, isso significa que a Laura tá disponível? — perguntou o Pablo — porque eu vi como ela colocou a mão na sua perna, e achei que você ia ficar com ela. — Qual nada, se a Laura tá enrolada com a Yoli — falou o Marcos — ela mesma me disse, que aquela outra vez não foi só um beijo, e que elas já se encontraram mais vezes na última semana e já transaram. — Porra, duas sapatão no grupo, que tesão — disse o Pablo — o foda é que agora a gente tem que arrumar alguém pra foder. — Fica tranquilo — falou o Marcos — que eu sei que mais tarde na balada vão estar a Sofia e as amigas dela, e com 2 doses elas fazem o que você quiser. A Sofia era uma mina que tava na nossa sala e que eu não curtia muito. Era magra, alta e loira, a típica patricinha idiota, que olhava todo mundo de cima e sempre andava com 3 amigas que eram iguais a ela. O que não contavam é que assim que ficavam bêbadas, começavam a brincar de ver quem comia mais pica das 4, e sempre competiam pra valer. — Então eu acho que a gente podia ir indo ver se elas já tão bem bebadas — disse o Pablo. Eles se despediram e foram embora os dois. Nessa hora, eu me aproximei do Raúl e falei que, mesmo ele não tendo me visto, eu tinha visto ele e a Julia no banheiro. — Cara, foi foda demais. A verdade é que a Julia é uma máquina e cada vez tá mais difícil aguentar. De qualquer jeito, ainda tem muita noite pela frente, e com certeza vou comer ela depois. — Enquanto a gente conversava, eu percebia que a cara do Rafa ia mudando, até que Ela fez sinal pra gente calar a boca, porque as meninas estavam chegando. —Do que vocês tão falando, galera? — perguntou Júlia. —A gente tava pensando em mais perguntas pro "eu nunca" — falei, tentando mudar de assunto. —Já sei: eu nunca fiquei com alguém do mesmo sexo — —O que você quer dizer com "ficar"? Só um beijo? — perguntou Laura. —É, pelo menos um beijo na boca bem longo — e todas as meninas beberam. —O que você achava que a gente fazia no banheiro? — disse Laura —Depois de ouvir a Andrea, a verdade é que deu um tesão em todas nós. — e piscou o olho pra mim. Eu senti o pau endurecer de novo, mas tentei pensar em outra coisa enquanto Raúl e Rafa reviravam os olhos. Eles, imagino, estavam na mesma que eu. —Eu nunca chupei a pica de um cara — disse Yoli, e só a Júlia bebeu. —Que mentirosas que vocês são! — falou pras outras meninas —Não acredito que fui a única, ainda mais depois do que rolou há 10 minutos no banheiro. — e olhou desafiador pra Andrea. —Que isso? No máximo cheguei na segunda base, mas pica eu ainda não sei nem o gosto nem como é — respondeu — embora talvez no fim da noite eu descubra. — falou baixinho pra eu ouvir. Na hora, me deu um beijo e pegou no meu volume por cima da calça. —Acho que a gente devia trocar de jogo — disse Laura. —Calma aí, já sei que agora você curte mulher, e não me surpreende porque a Yoli é muito gostosa — falou Júlia — mas não acredito que você nunca provou uma pica, sendo a putinha que você é. —Na real, agora tô mais na fase das bucetas e dos peitos — respondeu Laura — mas não me importaria de provar uma que valesse a pena. — e me olhou por um instante. —De qualquer forma, a gente podia jogar um pouco de garrafa, que com certeza é mais divertido. Vou pedir uma no bar. Assim que ela se levantou e virou, todo mundo se virou pra olhar aquela bunda que se marcava na saia justa que ela usava, especialmente o Rafa, que parecia que ia gozar sem nem tocar. tocar-se. —Tá bom —disse Laura—, esse é o jogo da garrafa. Vou girar ela e quem for apontado tem três opções: se escolher beijo, gira de novo e vai ter que dar um amasso brabo com a pessoa que sair. Se escolher prova, tem que fazer o que o dono da vez mandar ou perde uma peça de roupa (lembrando que a gente tá num bar). E se escolher verdade, vai ter que responder uma pergunta embaraçosa e tomar um shot por ser a opção mais covarde. —E girou a garrafa, que apontou pro Rafa. Naquele momento, a ordem sentada era Rafa, Raúl, Julia, Andrea, eu, Laura e Yoli do outro lado do Rafa. —Beijo —ele disse, e a garrafa apontou pra Laura, que tava perto. Laura se inclinou e beijou o Rafa por uns 5 segundos. A Yoli, que tava no meio dos dois, fez uma cara de tesão tão grande que, quando eles terminaram, beijou a Laura do mesmo jeito enquanto ela voltava pro lugar. —Agora sou eu que giro —disse o Rafa, e a garrafa apontou pra Yoli. —Ousadia —Rafa, que tinha girado, deu a prova. —Você tem que ir com os caras pro banheiro, tocar na buceta de um de nós e adivinhar de quem é. —E eu que pussy, sei como cada um tem —ela disse. —Então se vira. —Tá, mas tem que ser rápido —ela respondeu, e levantou pro banheiro. Enquanto a gente, os três caras, ia atrás da Yoli, não dava pra parar de olhar pra raba dela. Vale dizer que, mesmo sendo a menos bonita das minas, ela tinha a melhor bunda. Tinha 1,80, era bem magrinha e com uns peitos que, mesmo não sendo os da Julia, chegavam perto. Embora fosse morena, tinha uns fios tingidos de azul que davam um ar rebelde, o que eu curtia, porque parecia o tipo de mina que topava tudo. Não tinha muita intimidade com ela até aquele momento, mas eu gostava pra caralho dela. —E quem vai tirar a buceta pra fora? —perguntei. —Eu não —disse o Rafa—, com as paradas de antes e o beijo com a Laura, se ela tocar na minha buceta, eu gozo na mão dela. E não quero que role uma treta. —Eu também não, acho que ia rolar o mesmo. disse —beleza, suas vadias — completou Raul — vou ter que ser eu o sacrifício. Até porque gozei meia hora atrás, então não vai dar nada. Entramos no banheiro e a Yoli estava esperando. — Quem vai me mostrar a coisinha? — perguntou — a gente não tem o dia todo. — Calma — disse Rafa — já que fui eu quem inventou a prova, vou te falar o que fazer. Você vai ficar de joelhos de olhos fechados e sem usar as mãos, vai ter que adivinhar de quem é a pica. — Como assim sem mãos? — protestou Yoli — assim não vou conseguir. — Você vai ter que se virar. Ela se abaixou e fechou os olhos, se perguntando como ia reconhecer uma pica que não sabia de quem era sem as mãos. Teve a ideia de pegar com os pulsos e chutar um nome aleatório, já bastava. — Agora fecha os olhos e coloca as mãos nas costas. Se trapacear, vai ter que perder uma peça de roupa, e a gente vai tirar sua calcinha — disse Rafa, ameaçando. — Tá bom, vou fazer. Mas é perda de tempo, porque não tô de calcinha. Com essa última frase, tanto eu quanto o Rafa começamos a mostrar a ereção na calça, mas o Raul, que ia ter que tirar a dela, tava bem mais tranquilo, mal dava pra notar um pouco. Nós três chegamos perto dela, e o Raul colocou a pica na cara dela. — Acho que é a do Rafa — disse ela só de sentir nossa presença — acertei? Já podemos ir pra mesa? — Calma, você nem começou a prova direito — respondeu Rafa — tem que ter mais certeza antes de responder. E o Raul colocou a pica na frente da boca dela, ainda mole. Encostou até tocar os lábios da Yoli. Ela começou a respirar mais rápido, e com aquele cheiro na cara, sentiu o coração acelerar e a calça começou a molhar. Dia ruim pra não estar de calcinha. Como a Yoli ainda tava se perguntando se chupava ou não, o Rafa empurrou o Raul e enfiou a pica mole na boca dela. Assim que sentiu, ela começou a ficar com tesão e mexeu a língua enquanto chupava a cabeça que tava na boca. Apesar de Raul não estar muito a fim, sentir o pau dele recebendo aquele boquete fez ele ir endurecendo, o que por sua vez deixava Yoli ainda mais tesuda. Enquanto a gente via aquela cena, eu e Rafa puxamos nossos paus pra fora e começamos a bater uma devagar. Yoli, sem abrir os olhos, desceu uma das mãos, enfiou dentro da calça e começou a se tocar. Ela se surpreendeu por estar tão molhada, mas não parou de esfregar o clitóris, aumentando o ritmo e enfiando dois dedos na buceta aos poucos. Nisso, ela começou a meter o pau mais fundo e a tirar cada vez mais rápido. Eu não conseguia parar de olhar e ia acelerando a punheta, sentindo que tava perto de gozar. De repente, Rafa empurrou Raul com um tranco, jogando ele contra mim, e enfiou o pau em Yoli de uma vez até o fundo. Yoli levou um susto com a mudança e abriu os olhos bem na hora que Rafa gozou na boca dela, uns 3 segundos depois de meter. Naquele momento, meu tesão baixou, talvez pelo tranco que levei, mesmo com Yoli toda pornográfica com aquele leite escorrendo pelo canto dos lábios. Pensei em falar algo pro Rafa, mas ele sorriu e começou a masturbar ela enquanto dava uns chupões bem fortes, tentando tirar todo o gozo que Rafa tinha. Nessa hora, Raul falou pra gente deixar eles e ir pros outros. Rafa não parava de sorrir. Continua...

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