Às 10 da manhã, acordei com o som forte da música invadindo a casa toda. Desci as escadas e a Yamel estava na cozinha com minha mãe preparando o café da manhã. Cumprimentei minha mãe com o beijo de sempre na cabeça, e minha prima me surpreendeu com um abraço enorme.
— Oi, primo.
— Oi, Yame, como você amanheceu?
— Super bem, hoje acordei feliz e com vontade de aproveitar esse dia lindo que tá fazendo.
Era verdade, o sol invadia a casa toda, era aquela típica manhã de verão que os produtores de cinema aproveitam pra gravar cenas de praia, e o clima na minha casa não era menos festivo. Aos poucos, todo mundo foi acordando e chegando na cozinha pra ser recebido com suco de laranja enquanto o café da manhã ficava pronto.
Parece que todo mundo se deixava contagiar pela energia boa que já tava rolando em casa, fazendo piadas, cantando alto as músicas que tocavam no rádio e soltando uma ou outra brincadeira. Até minha irmã se divertia dançando na minha frente ao ver que eu ficava sem graça por não saber acompanhar os passos.
— E cadê a Kim? — perguntou meu tio. — É estranho ela não ter descido a essa hora, ainda mais com esse barulho todo.
— Espera, vou lá buscar ela no quarto — respondi.
Subi as escadas e fui até o quarto de hóspedes. Já desconfiava que a ausência da minha prima era estranha e com certeza tinha a ver com o que rolou ontem à noite, já que normalmente ela é a primeira a acordar sempre.
Abri a porta e encontrei minha prima na cama de baixo, com a cabeça apoiada no travesseiro e olhando pro teto. Assim que entrei, vi ela fechar os olhos e fingir que tava dormindo. Entendi a vergonha que ela devia estar sentindo, já que nem conseguia me olhar. Cheguei perto da cama, sentei na beirada, peguei na mão dela e falei:
— Kim, lá embaixo todo mundo tá te esperando pro café da manhã. Desce tranquila que não aconteceu nada. Te amo — falei isso, dei um beijo carinhoso na bochecha dela e saí do quarto.
Cinco minutos depois... Mais tarde, Kim apareceu na cozinha, cumprimentou todo mundo e a gente dividiu o café da manhã. A alegria continuava sendo a estrela em casa e passamos um tempão em família brincando na mesa. Quando levantamos, fiquei feliz em ver que minha prima mais nova parecia mais relaxada, minhas palavras tinham feito efeito e eu até aquele momento me esforçava pra não olhar diretamente nos olhos dela.
Fomos pra sala e colocamos um filme de comédia pra passar o tempo, era "Gente Grande" do Adam Sandler, e embora todo mundo estivesse se acabando de rir, eu tava focado em outra coisa, porque tinha sentado do lado da Kim no sofá. Esperei passar os primeiros 45 minutos de filme e, sem ninguém perceber, procurei a mão dela pra acariciar por baixo da coberta que minha prima usava pra cobrir as pernas. Ela deixou eu acariciar um pouco e depois entrelaçou a mão dela na minha até a gente terminar de ver o filme de mãos dadas.
Talvez pareça um avanço besta, mas considerando que a Kim é uma garota muito meiga, o fato dela ter segurado minha mão por metade do filme significava um progresso grande com ela, porque mostrava que ela me queria e gostava do contato com minha pele; e se a gente soma isso com tudo da noite passada, parecia ser questão de mais dois ou três pequenos avanços pra conseguir coisas importantes nos meus desejos de desvirgar ela.
Do outro lado da sala, eu notava os olhares insistentes da Yamel, que parecia querer me dizer algo, fazia sinais estranhos, acho que me chamando pra dar um jeito de sumir um pouco durante o filme, mas não, simplesmente me fiz de desligado enquanto continuava executando o plano que agora tinha nas minhas mãos.
O filme finalmente acabou e minha mãe tinha arrasado no almoço que preparou pra gente. Fizemos a pausa de praxe pra poder curtir um pouco a piscina sem ter câimbra. Dessa vez íamos nadar todo mundo e, antes de pular, Kim disse que já alcançava a gente porque ia cuidar de limpar a cozinha. Já sabe, a regra de ouro, quem cozinha não lava.
Todos aceitaram e agradeceram o gesto dela.
— Eu te ajudo a lavar, assim a gente termina mais rápido pra jogar — falei.
Ninguém achou estranho porque não era, a gente tinha combinado de jogar uma partida entre a família do meu tio e a nossa. Kim me olhou surpresa e, enquanto todo mundo se jogava na água, a gente foi pra cozinha. Eu tirava os restos de comida dos pratos e colocava um pouco de água, passava eles meio limpos pra ela poder lavar mais fácil com esponja e sabão.
Quando terminei minha parte, minha prima ainda tinha alguns pratos pra ensaboar. Fiquei atrás dela, peguei na cintura, encostei a pica na bunda dela e fui subindo as mãos devagar. Kim tinha parado de lavar e agora arqueava as costas, encostando a cabeça no meu ombro. Não falava nada, só se deixava fazer, e minhas mãos finalmente chegaram nos peitos dela; agarrei com força, enchi minhas mãos com eles e descobri como eram macios. Fiz uma pinça com os dedos e na hora senti o toque dos bicos dela endurecidos.
— Essa noite passo de novo no quarto pra me encontrar com sua irmã, quero que você me espere pelada debaixo dos lençóis e se toque enquanto eu como ela. Finge que tá dormindo desde cedo.
Falei isso, dei uma mordidinha na orelha dela e passei a língua na parte de trás. Kim tremeu o corpo todo e eu saí da cozinha.
Tudo estava saindo de maravilha, pegar Kim por trás tinha sido uma grande estratégia. Ela é uma garota tímida e o melhor era não intimidar, tinha que agir aos poucos e era exatamente o que eu estava fazendo, deixando ela fazer parte do show da segurança que o outro lado da cortina oferece.
Subi pra colocar a bermuda de banho e me joguei na água. Estavam todos em círculo jogando de fazer passes com a bola sem deixar cair. Entrei no jogo e cinco minutos depois minha prima apareceu. num vestido de banho duas peças branco com azul, e tive que me segurar pra não olhar pra ela com a cara de pau que ela merecia. Deliciosa que tava a mina.
Nos acomodamos meu pai, minha irmã e eu de um lado da rede, e meu tio com minhas duas primas do outro. Minha mãe serviu de juíza e a gente se divertiu por quase duas horas.
Por coisas da vida (ou da minha prima Yame), a gente tinha ficado um de frente pro outro. Nos primeiros pontos, enquanto alguém sacava, a gente se olhava desafiadoramente nos olhos. Depois, com o passar dos pontos, meu olhar grudava cada vez mais nos peitos dela, e o dela passava de desafiador pra provocante.
Perdemos o jogo e eu tava exausto, precisava de uma soneca pra me recuperar da noite mal dormida, da brincadeira na piscina, do sol, de tanto pensar nas minhas primas e de como o dia de hoje também ia ser longo. Os velhos já tinham ido pros quartos, e eu tava indo pro meu.
— Falamos depois, meninas. Acho que preciso descansar.
— Primo, antes de ir, pode passar um pouco de creme em mim? — respondeu Yamel, deitada na toalha.
— Claro que sim.
Enchi minhas mãos de protetor solar e espalhei bem pelas costas e pernas da minha prima. Aproveitei ao máximo poder tocar a Yame sem culpa, enquanto minha irmã e a Kim assistiam a cena das toalhas delas.
— Não seja bobinho, na bunda também, porque tá ficando branca. Vai com confiança, que a gente é família.
Era o empurrão que eu precisava. Agora sim eu tocava minha prima à vontade. Agarrei a buceta dela com força, passei mais creme do que o necessário só pra ter que tocar mais pra espalhar. A putinha levantou o pano que cobria as nádegas e enfiou entre a racha, com a desculpa de que não queria marcas, só um bronzeado uniforme. Meu Deus!!
Terminei de tocá-la sem vergonha e olhei pra Kim.
— Quer que eu passe um pouco em você também, pra pegar um bronzeado?
Ela concordou com a cabeça, e eu coloquei no corpo dela três vezes mais creme do que precisava. Yame já tava com a cabeça apoiada na toalha, esperando o sol bater. Minha irmã conseguiu ver como uns 95% do tempo eu não tava fazendo nada além de massagear a bunda dela. Nunca tinha tocado nela antes e era uma delícia, acho que ninguém nunca tinha tocado ela daquele jeito. Eu aproveitava pra me fazer de distraído e passar um ou outro dedo onde não devia, sentindo o volume da buceta dela por baixo do biquíni. Minha irmã me olhava com cara de "filho da puta" e eu respondi com ironia:
— Quer um pouco também, irmãzinha?
Ela me olhou agora com cara de querer me matar. Sabia e tinha visto o que eu tava fazendo com as nossas primas, mas o orgulho não deixava ela recusar. Não podia ser a única que ia passar vergonha de deixar passar um pouco de creme.
— Ok, mas só um pouquinho — ela falou finalmente.
Eu sorri pra mim mesmo, coloquei um pouco de creme e só passei na bunda dela. Adorava ver aquela bunda linda quase nua pra mim e queria gozar só de tocar nela. Ficar passando a mão na bunda da minha irmã me deixava a mil, ainda mais depois de ter feito descaradamente com minhas primas que continuavam lá, com as delas à mostra. Juntei o tecido pra ajustar também no meio da racha da bunda dela, pra pegar um bronzeado uniforme.
Ela tinha visto como eu fazia isso nas minhas outras primas e sabia qual era meu procedimento morbidinho, então resolvi surpreendê-la. Estiquei o elástico do tecido por completo, a pele dela ficou exposta e eu pude ver perfeitamente a racha e um pedaço da buceta da minha irmã. Não acreditava no absurdo que tava fazendo, mas me escondia na presença das minhas primas, porque com elas ali ela não ia reclamar. Ela virou a cabeça pra me olhar com cara de nojo pelo que eu tinha feito, e eu respondi docemente:
— Pronto, meninas. Aproveitem o sol — e fui tirar um cochilo.
Pela segunda vez no dia, a música me acordou. Dessa vez não tava tão alta, mas se misturava com as risadas de todo mundo na sala. Parece que eu fui o único que finalmente dormiu durante a tarde, e já eram quase 9 da noite.
Eu me juntei à galera. mesa e jogamos dominó, não sei por quanto tempo ficamos jogando, mas sei que perdi uns trocados. Minha irmã tinha sido a grande vencedora da noite e não parávamos de falar que com o dinheiro ela tinha que pedir o almoço de amanhã por delivery pra se despedir do tio e das primas. Ela levava na brincadeira e aceitava só pra tirar a pressão de cima.
Os velhos foram os primeiros a ir dormir, meus pais pro quarto deles e meu tio pro meu. Kim entendeu que a hora tinha chegado e se despediu da gente, esperando que a irmã dela a seguisse pra esperar ela "dormir" e me escrever. E, de fato, Yame também se despediu da minha irmã e, quando foi me dar o beijo de despedida, sussurrei baixinho:
— Tô esperando sua mensagem — e dei um beijo disfarçado no pescoço dela.
Me sentei no sofá e coloquei um filme que nem lembro qual era, já tinha dormido o suficiente e agora só esperava a mensagem da minha prima. Infelizmente, minha irmã também não tava com sono e ficou comigo vendo o filme. O olhar dela era estranho, uma mistura de curiosidade e vingança dava pra adivinhar no rosto dela, mas ela ainda não tinha me confrontado sobre o que aconteceu à tarde.
O filme era uma merda e ficar tanto tempo com minha irmã e aquele olhar meio investigativo já tava me deixando nervoso. Meia hora depois, finalmente meu celular vibrou:
— Vai me dar a cum antes de dormir?
Continua...
— Oi, primo.
— Oi, Yame, como você amanheceu?
— Super bem, hoje acordei feliz e com vontade de aproveitar esse dia lindo que tá fazendo.
Era verdade, o sol invadia a casa toda, era aquela típica manhã de verão que os produtores de cinema aproveitam pra gravar cenas de praia, e o clima na minha casa não era menos festivo. Aos poucos, todo mundo foi acordando e chegando na cozinha pra ser recebido com suco de laranja enquanto o café da manhã ficava pronto.
Parece que todo mundo se deixava contagiar pela energia boa que já tava rolando em casa, fazendo piadas, cantando alto as músicas que tocavam no rádio e soltando uma ou outra brincadeira. Até minha irmã se divertia dançando na minha frente ao ver que eu ficava sem graça por não saber acompanhar os passos.
— E cadê a Kim? — perguntou meu tio. — É estranho ela não ter descido a essa hora, ainda mais com esse barulho todo.
— Espera, vou lá buscar ela no quarto — respondi.
Subi as escadas e fui até o quarto de hóspedes. Já desconfiava que a ausência da minha prima era estranha e com certeza tinha a ver com o que rolou ontem à noite, já que normalmente ela é a primeira a acordar sempre.
Abri a porta e encontrei minha prima na cama de baixo, com a cabeça apoiada no travesseiro e olhando pro teto. Assim que entrei, vi ela fechar os olhos e fingir que tava dormindo. Entendi a vergonha que ela devia estar sentindo, já que nem conseguia me olhar. Cheguei perto da cama, sentei na beirada, peguei na mão dela e falei:
— Kim, lá embaixo todo mundo tá te esperando pro café da manhã. Desce tranquila que não aconteceu nada. Te amo — falei isso, dei um beijo carinhoso na bochecha dela e saí do quarto.
Cinco minutos depois... Mais tarde, Kim apareceu na cozinha, cumprimentou todo mundo e a gente dividiu o café da manhã. A alegria continuava sendo a estrela em casa e passamos um tempão em família brincando na mesa. Quando levantamos, fiquei feliz em ver que minha prima mais nova parecia mais relaxada, minhas palavras tinham feito efeito e eu até aquele momento me esforçava pra não olhar diretamente nos olhos dela.
Fomos pra sala e colocamos um filme de comédia pra passar o tempo, era "Gente Grande" do Adam Sandler, e embora todo mundo estivesse se acabando de rir, eu tava focado em outra coisa, porque tinha sentado do lado da Kim no sofá. Esperei passar os primeiros 45 minutos de filme e, sem ninguém perceber, procurei a mão dela pra acariciar por baixo da coberta que minha prima usava pra cobrir as pernas. Ela deixou eu acariciar um pouco e depois entrelaçou a mão dela na minha até a gente terminar de ver o filme de mãos dadas.
Talvez pareça um avanço besta, mas considerando que a Kim é uma garota muito meiga, o fato dela ter segurado minha mão por metade do filme significava um progresso grande com ela, porque mostrava que ela me queria e gostava do contato com minha pele; e se a gente soma isso com tudo da noite passada, parecia ser questão de mais dois ou três pequenos avanços pra conseguir coisas importantes nos meus desejos de desvirgar ela.
Do outro lado da sala, eu notava os olhares insistentes da Yamel, que parecia querer me dizer algo, fazia sinais estranhos, acho que me chamando pra dar um jeito de sumir um pouco durante o filme, mas não, simplesmente me fiz de desligado enquanto continuava executando o plano que agora tinha nas minhas mãos.
O filme finalmente acabou e minha mãe tinha arrasado no almoço que preparou pra gente. Fizemos a pausa de praxe pra poder curtir um pouco a piscina sem ter câimbra. Dessa vez íamos nadar todo mundo e, antes de pular, Kim disse que já alcançava a gente porque ia cuidar de limpar a cozinha. Já sabe, a regra de ouro, quem cozinha não lava.
Todos aceitaram e agradeceram o gesto dela.
— Eu te ajudo a lavar, assim a gente termina mais rápido pra jogar — falei.
Ninguém achou estranho porque não era, a gente tinha combinado de jogar uma partida entre a família do meu tio e a nossa. Kim me olhou surpresa e, enquanto todo mundo se jogava na água, a gente foi pra cozinha. Eu tirava os restos de comida dos pratos e colocava um pouco de água, passava eles meio limpos pra ela poder lavar mais fácil com esponja e sabão.
Quando terminei minha parte, minha prima ainda tinha alguns pratos pra ensaboar. Fiquei atrás dela, peguei na cintura, encostei a pica na bunda dela e fui subindo as mãos devagar. Kim tinha parado de lavar e agora arqueava as costas, encostando a cabeça no meu ombro. Não falava nada, só se deixava fazer, e minhas mãos finalmente chegaram nos peitos dela; agarrei com força, enchi minhas mãos com eles e descobri como eram macios. Fiz uma pinça com os dedos e na hora senti o toque dos bicos dela endurecidos.
— Essa noite passo de novo no quarto pra me encontrar com sua irmã, quero que você me espere pelada debaixo dos lençóis e se toque enquanto eu como ela. Finge que tá dormindo desde cedo.
Falei isso, dei uma mordidinha na orelha dela e passei a língua na parte de trás. Kim tremeu o corpo todo e eu saí da cozinha.
Tudo estava saindo de maravilha, pegar Kim por trás tinha sido uma grande estratégia. Ela é uma garota tímida e o melhor era não intimidar, tinha que agir aos poucos e era exatamente o que eu estava fazendo, deixando ela fazer parte do show da segurança que o outro lado da cortina oferece.
Subi pra colocar a bermuda de banho e me joguei na água. Estavam todos em círculo jogando de fazer passes com a bola sem deixar cair. Entrei no jogo e cinco minutos depois minha prima apareceu. num vestido de banho duas peças branco com azul, e tive que me segurar pra não olhar pra ela com a cara de pau que ela merecia. Deliciosa que tava a mina.
Nos acomodamos meu pai, minha irmã e eu de um lado da rede, e meu tio com minhas duas primas do outro. Minha mãe serviu de juíza e a gente se divertiu por quase duas horas.Por coisas da vida (ou da minha prima Yame), a gente tinha ficado um de frente pro outro. Nos primeiros pontos, enquanto alguém sacava, a gente se olhava desafiadoramente nos olhos. Depois, com o passar dos pontos, meu olhar grudava cada vez mais nos peitos dela, e o dela passava de desafiador pra provocante.
Perdemos o jogo e eu tava exausto, precisava de uma soneca pra me recuperar da noite mal dormida, da brincadeira na piscina, do sol, de tanto pensar nas minhas primas e de como o dia de hoje também ia ser longo. Os velhos já tinham ido pros quartos, e eu tava indo pro meu.
— Falamos depois, meninas. Acho que preciso descansar.
— Primo, antes de ir, pode passar um pouco de creme em mim? — respondeu Yamel, deitada na toalha.
— Claro que sim.
Enchi minhas mãos de protetor solar e espalhei bem pelas costas e pernas da minha prima. Aproveitei ao máximo poder tocar a Yame sem culpa, enquanto minha irmã e a Kim assistiam a cena das toalhas delas.
— Não seja bobinho, na bunda também, porque tá ficando branca. Vai com confiança, que a gente é família.
Era o empurrão que eu precisava. Agora sim eu tocava minha prima à vontade. Agarrei a buceta dela com força, passei mais creme do que o necessário só pra ter que tocar mais pra espalhar. A putinha levantou o pano que cobria as nádegas e enfiou entre a racha, com a desculpa de que não queria marcas, só um bronzeado uniforme. Meu Deus!!
Terminei de tocá-la sem vergonha e olhei pra Kim.
— Quer que eu passe um pouco em você também, pra pegar um bronzeado?
Ela concordou com a cabeça, e eu coloquei no corpo dela três vezes mais creme do que precisava. Yame já tava com a cabeça apoiada na toalha, esperando o sol bater. Minha irmã conseguiu ver como uns 95% do tempo eu não tava fazendo nada além de massagear a bunda dela. Nunca tinha tocado nela antes e era uma delícia, acho que ninguém nunca tinha tocado ela daquele jeito. Eu aproveitava pra me fazer de distraído e passar um ou outro dedo onde não devia, sentindo o volume da buceta dela por baixo do biquíni. Minha irmã me olhava com cara de "filho da puta" e eu respondi com ironia:
— Quer um pouco também, irmãzinha?
Ela me olhou agora com cara de querer me matar. Sabia e tinha visto o que eu tava fazendo com as nossas primas, mas o orgulho não deixava ela recusar. Não podia ser a única que ia passar vergonha de deixar passar um pouco de creme.
— Ok, mas só um pouquinho — ela falou finalmente.
Eu sorri pra mim mesmo, coloquei um pouco de creme e só passei na bunda dela. Adorava ver aquela bunda linda quase nua pra mim e queria gozar só de tocar nela. Ficar passando a mão na bunda da minha irmã me deixava a mil, ainda mais depois de ter feito descaradamente com minhas primas que continuavam lá, com as delas à mostra. Juntei o tecido pra ajustar também no meio da racha da bunda dela, pra pegar um bronzeado uniforme.
Ela tinha visto como eu fazia isso nas minhas outras primas e sabia qual era meu procedimento morbidinho, então resolvi surpreendê-la. Estiquei o elástico do tecido por completo, a pele dela ficou exposta e eu pude ver perfeitamente a racha e um pedaço da buceta da minha irmã. Não acreditava no absurdo que tava fazendo, mas me escondia na presença das minhas primas, porque com elas ali ela não ia reclamar. Ela virou a cabeça pra me olhar com cara de nojo pelo que eu tinha feito, e eu respondi docemente:
— Pronto, meninas. Aproveitem o sol — e fui tirar um cochilo.
Pela segunda vez no dia, a música me acordou. Dessa vez não tava tão alta, mas se misturava com as risadas de todo mundo na sala. Parece que eu fui o único que finalmente dormiu durante a tarde, e já eram quase 9 da noite.
Eu me juntei à galera. mesa e jogamos dominó, não sei por quanto tempo ficamos jogando, mas sei que perdi uns trocados. Minha irmã tinha sido a grande vencedora da noite e não parávamos de falar que com o dinheiro ela tinha que pedir o almoço de amanhã por delivery pra se despedir do tio e das primas. Ela levava na brincadeira e aceitava só pra tirar a pressão de cima.
Os velhos foram os primeiros a ir dormir, meus pais pro quarto deles e meu tio pro meu. Kim entendeu que a hora tinha chegado e se despediu da gente, esperando que a irmã dela a seguisse pra esperar ela "dormir" e me escrever. E, de fato, Yame também se despediu da minha irmã e, quando foi me dar o beijo de despedida, sussurrei baixinho:
— Tô esperando sua mensagem — e dei um beijo disfarçado no pescoço dela.
Me sentei no sofá e coloquei um filme que nem lembro qual era, já tinha dormido o suficiente e agora só esperava a mensagem da minha prima. Infelizmente, minha irmã também não tava com sono e ficou comigo vendo o filme. O olhar dela era estranho, uma mistura de curiosidade e vingança dava pra adivinhar no rosto dela, mas ela ainda não tinha me confrontado sobre o que aconteceu à tarde.
O filme era uma merda e ficar tanto tempo com minha irmã e aquele olhar meio investigativo já tava me deixando nervoso. Meia hora depois, finalmente meu celular vibrou:
— Vai me dar a cum antes de dormir?
Continua...
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