Olá, pessoal! Enquanto a Sole escreve a próxima série de contos do trevo, eu trago um spin-off sobre minha experiência com a Romi. A Sole insistiu pra eu contar, então aqui vai...
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Como eu mencionei nos meus relatos sobre o trevo, teve uns anos que a gente ficou afastado e cada um tava no seu relacionamento. O meu com a Romi começou bem intenso. A gente tinha amigos em comum, começamos a trocar ideia e numa noite que a gente se encontrou, a gente transou pra caralho. Curti a química que a gente teve e começamos a nos ligar toda semana pra foder. Os dois sabiam que não era nada sério e até sabíamos que a gente tava comendo outras pessoas. Uma noite ela me escreveu enquanto eu tava recebendo um boquete.
Romi: Vamos nos ver hoje à noite? Preciso desestressar
Enquanto outra amiga me chupava, me deu muito tesão saber que em algumas horas eu podia estar comendo outra, e respondi que em duas horas eu tava lá. Umas duas horas e pouco depois, eu já tinha ela agarrada no meu pau e eu sem ter tomado banho. Isso me deixava louco.
Os meses foram passando, e os amantes também, pros dois, e a gente percebeu que continuava se vendo. A gente transava pra caralho, mas também se dava bem. Zero drama e a gente ria das mesmas coisas. Então começou uma espécie de relacionamento.
Ela tinha muitas fantasias e eu tentava realizar. Ela tinha tesão em transar com mais de um cara, mas morria de medo do que iam pensar, e queria que a gente transasse com outra mina, mas tinha medo de eu deixar ela de lado.
Assim era a Romi, viciada em sexo, criativa, engraçada, baixinha, uma bunda bem empinada e não muitos peitos.
Eu poderia contar alguma noite marcante com ela, mas hoje vim contar sobre a experiência com um casal amigo.
Andre era uma amiga de infância da Romi. Também baixinha e lésbica. Cintura boa, bunda não muito boa, mas dois peitões lindos no lugar das tetas.
A gente saía direto com ela e o namorado dela pra dançar ou tomar algo. Eram nossas saídas mais sociais quando a gente não tava transando.
Uma noite a gente foi a um Boliche e a gente se divertiu pra caralho. A Andre tava com um decote enorme e eu não conseguia parar de olhar.
Romi: haha hoje o teu olho tá desviando - ela falou com um tom de bêbada e tarada
Eu: hahaha não. Nada a ver, vacilona
Romi: haha não se faz, tava te observando. Mas tudo bem se a filha da puta meteu um decote desse. Come na frente dos pobres - e fez um gesto no peito como se reclamando que não tem peito
Eu: haha você tem as suas coisas - odiava entrar nesse assunto
Romi: Quê? A bunda? - falou com cara
Eu: haha bem que devem ficar de olho nela - falei piscando o olho
Romi: haha quem? O Nacho?? - o namorado da Romi
Eu: e todo mundo que tá aqui
A conversa terminou com dança e uns beijos quentes. A gente seguiu a noite no álcool e já tava todo mundo meio bêbado. A Andre tava bem tonta e não queria voltar pra casa dos pais daquele jeito, então a Romi sugeriu passar no meu apê pra tomar um café lá pras 4 ou 5 da manhã. Eu topei porque ainda tava com energia e depois a Romi com certeza ia ficar pra gente transar.
Chegando no apê era festa e bebedeira total. Entramos e a minha baixinha colocou música pra não parar de dançar. Me pediu pra abrir umas cervejas.
Eu: mas não queriam um café?
Romi: ah! Não seja chato. Só uma cerveja e depois a gente toma o café - ela falou me zoando.
O Nacho e a Romi tão juntos desde sempre e o cara era muito gente boa, dava pra ver que ele amava e cuidava dela. Como a gostosa tava meio pra trás, ele tentava deixar ela mais confortável e sentava ela pra não ficar tonta. No sofá, a gostosa subiu em cima dele e começou a beijar ele com tudo e passar a mão.
Nacho: calma, gorda. Calma - ele falava tentando acalmar ela
Andre: vai, amor. Relaxa - ela falava entre um beijo e outro
Nacho: não, calma. Aqui não
Eu tava procurando as coisas pra servir a cerveja e a Romi mexia na música, mas dava pra ouvir tudo.
Andre: vai. Quantas vezes você já me pediu isso... - ela falava sem baixar a voz.
Nacho: haha já sei, gorda. Mas o pessoal... Eles vão ficar desconfortáveis. Vamos pro quarto — o magrelo já tava com aquele tom de quem tá no fogo.
André: Peti (era como chamavam a Romi), te incomoda eu beijar ele na frente de vocês? — virou e falou com aquele tom de pergunta que não espera resposta, típico de bêbado.
Romi: hahaha não. Fica à vontade — e deu uma piscada.
O magrelo se entregou e se recostou pra trás, parando de resistir. Eu cheguei onde a Romi tava e vi os dois no sofá.
Eu: ah, beleza! Tão foda aqueles ali. Não querem o quarto?
Romi: haha, sei lá. Deixa eles, quem sabe você pega o jeito — falou com voz de gata, pegou a cerveja e me deu um beijo.
A Peti tinha colocado uma música eletrônica, mas suave, e começou a me beijar enquanto dançava colada em mim. Eu devolvia os beijos e apoiava a pica, que ainda não tava totalmente dura, mas já aparecia.
Romi: que filha da puta — falou do nada.
Eu me virei e o André tava de joelhos na frente do Nacho, soltando a calça dele. O magrelo pedia pra parar.
Nacho: chega, gorda, chega. Vamos pro quarto.
André: ah, cala a boca e deixa eu chupar ela — falou com voz de bebum — cê não gosta de como eu chupo?
Nacho: haha, sim, óbvio que gosto. Mas os caras...
André: galera! Vocês se importam? — virou pra falar com a gente.
Eu: haha, não. Sejam felizes — falei rindo e levantando a cerveja num gesto de brinde.
Nacho se entregou de novo, e o André puxou a pica dele e começou a mamar de 0 a 100 em 10 segundos. A gente continuava dançando, mas nós dois já olhávamos sem disfarçar. O André tava de costas pra gente, então tudo que a gente via era o movimento da cabeça dele. A Romi começou a passar a mão na minha pica.
Eu: alguém tá ficando com tesão? — falei no ouvido dela.
Romi: haha, óbvio. Você não?
Eu: pode ser. Mas não tô vendo nada — joguei o isca pra ver até onde ela queria ir.
Romi: Vem. — me puxou pela mão pro lado deles.
A gente continuava de pé, dançando bem juntos. Mas com a Peti de costas pra mim, e nós dois assistindo o show. O André tava metendo a boca. a pica do namorado dela desesperadamente e virava um pouco a cabeça pra olhar pra gente. O Nacho tava de olho fechado apontando pro teto. Sabia que a gente tava ali mas não sei se queria olhar. A Romi me segurou pelas mãos pra eu pegar nos peitos dela. Já tava ficando com tesão.
Eu: isso tá na sua lista de fantasias? — falei no ouvido dela enquanto pegava nos peitos. Ela fez que sim com a cabeça — e só quer olhar? — ela balançou a cabeça que não. Levei minha mão até a buceta dela. — também quer mostrar? — ela assentiu.
Virei ela e beijei com força. Eu tava de frente pros caras e enquanto a Peti me pegava na pica por cima da calça jeans, eu desci minhas mãos e fui levantando a saia dela aos poucos. O movimento chamou a atenção dos nossos amigos, que viraram pra ver a bunda empinada da minha mina. O Nacho fotografou a raba da Romi com os olhos, depois revirou eles, soltando um baita suspiro, e enfiou a cabeça da namorada dele pra baixo pra ela engolir a pica. A Andre devolveu a gentileza tirando a camiseta. Aqueles dois peitos apareceram pra se mostrar num sutiã rosa lindo. Ela me olhou como se soubesse que eu queria ver e se virou pra mim pra tirar o sutiã. Lindo.
Eu já tinha puxado a calcinha fio dental da Romi e enfiava um dedo enquanto ela desabotoava minha calça.
Romi: me escuta, quero que você me coma com força — falou com olhar desafiador
Eu: com força... Força? — perguntei pra confirmar se ela queria que eu arrebentasse ela que nem outras vezes
Romi: com força — disse enquanto se abaixava pra pegar minha pica e meter na boca
Atrás, a Andre já tava só de calcinha fio dental e subia em cima da pica do Nacho sem parar de olhar pra gente. Ela virou de frente pra ele e falava:
Andre: cê gosta dessa bunda? — falava devagar mas dava pra ouvir
Nacho: uhum — o cara respondia enquanto ofegava
Andre: cê gosta de ver ela chupando? — o cara não falou nada
Virei a Peti pra eles terem um ângulo melhor da pica dela e aí os dois pararam como se eu tivesse apertado pause. O Nacho apertava as Mãos no rabo da namorada dele e ela voltou ao movimento e à conversa.
Andre: Fala, gordo. Cê gosta de ver ela mamar?
Nacho: Hmm, siim
Lembrei do desejo da Romi e enfiei a pica até o fundo. A amiga dela não conseguia parar de olhar e mordia o lábio. Peguei firme no cabelo dela e dei várias estocadas na boca, fazendo ela engasgar. O bom da Romi era como ela era fácil de lidar. Levantei ela e coloquei de quatro na mesa que tava a uns 3 metros de onde nossos amigos tavam comendo. Andre se virou e, sem tirar a pica de dentro, ficou nos observando atenta.
Eu: Quer dar um show pros seus amigos? — falei no ouvido dela, puxando o cabelo
Romi: Uhummm — mordia os lábios
Eu: Te arrebento?
Romi: Hmm, siim. Já foi — disse se entregando
Dei um tapa forte na bunda dela. As duas fizeram uma cara de prazer. Enfiei a pica até o fundo e, puxando o cabelo, comecei a meter forte. A baixinha gritava de prazer e dava pra ouvir os dois amigos se divertindo e continuando a conversa
Andre: Adoro, Gor
Nacho: Hmm, eu também
Virei a Romi e joguei ela em cima da mesa. Levantei as pernas dela. Desci pra chupar forte a buceta dela. Tava molhadinha
Romi: Mmmmm arghhh
Enfiei um, dois, três dedos com força. Dava pra ouvir atrás o "plop plop" da Andre pulando em cima do Nacho. Os peitos dela balançavam lindos. Eu olhava pra eles e metia forte na Romi.
Romi: Cê gosta de como eles se mexem? — me pegou olhando pro lado
Eu: Haha, sim — falei rindo e voltando pra ela — mas eu gosto mais disso — coloquei a mão na bunda dela e voltei a meter com raiva. Não queria que ela se sentisse ameaçada
Me inclinando pra frente, ela me agarrou pelo pescoço e começou a tremer num orgasmo de vários segundos. Normalmente eu deixava ela aproveitar aquele momento, mas aqui não parei. Levantei ela no ar e continuei comendo ela assim, suspensa em cima de mim. Romi ainda tava vestida, com a saia na altura da barriga e a calcinha fio dental no lugar. A bunda dela apontava pros amigos e eu Ela balançava com fúria no ar.
Nacho: uff – escapou de dentro dele ao ver a bunda da Peti sendo empalada no ar.
Andre: levanta. Me apoia ali – falou apontando pra mesinha de centro pra ficar de quatro sem perder a gente de vista.
Nacho obedeceu a namorada e começou a meter por trás sem parar de olhar pra gente. Os dois estavam hipnotizados com a gente. Dava pra ver que era uma fantasia pendente.
Desci a Romi, ajoelhei ela e mandei ela engolir minha pica. Ela tava entregue e de vez em quando olhava como os amigos dela transavam a poucos passos. Se desconcentrou olhando pra eles e eu maltratei um pouco.
Eu: chupa, falei – porrada de pica na cara.
Segurei a boca dela por uns segundos e levantei ela. Esmaguei ela contra a parede e travei as mãos dela pra trás. Eu já tava pirado. Os gemidos dos caras davam um tesão interessante. Eu ouvia que cada vez aceleravam mais e senti que tinha que dar o toque final do show. Joguei a Romi no chão, levantei a raba dela e comecei a meter forte na buceta. Ela gozou de novo e lá atrás senti que os amigos dela também gozaram juntos, assim de quatro como estavam. Eu continuei naquele ritmo até sentir que minha pica inchava.
Eu: ajoelha – ordenei – quer leite? – ela disse que sim. Tava fora de si.
Ela me chupou e eu bati punheta na cara dela por uns minutos até meus jatos começarem a sair. Enchi o cabelo e a cara dela de porra e enfiei a pica na boca dela pra ela engolir os restos que sobraram. Romi ficou com minha pica na boca e os olhos fechados por uns minutos e depois se jogou nas minhas pernas, um pouco pra descansar e outro pra não mostrar que agora tava com vergonha do que a gente tinha feito.
Romi: vou me lavar – falou sem olhar pra nenhum dos caras.
Eu fiquei com a pica de fora. Andre ainda tava pelada em cima do Nacho olhando pra onde o filme tinha acabado. Peguei minha calça e vesti. Peguei a cerveja e dei um gole e, olhando pros caras, arrisquei dizer.
Eu: saúde - como quebrando o gelo - querem? Ofereci pra eles
Andre: fala sério. Mas vira pra lá que vou me vestir - haha vira pra lá. Sem vergonha
Levei um par de copos de cerveja pra eles e aos poucos o clima começou a ficar estranho. Ninguém falava nada.
Andre: já passou a brisa - disse com um sorriso
Nacho: eu.. tá tudo bem? - apontou pro corredor onde a Romi tinha sumido há 15 minutos.
Eu: não sei - vou dar uma olhada
Fui até o banheiro e perguntei se ela tava bem.
Eu: Peti. Tudo certo?
Romi: sim. - falou baixinho - eles foram embora?
Eu: hmm não... Por quê? Quer que eles vão?
Romi: hmm sim
Eu: haha por quê? Tá com vergonha?
Romi: e você, o que acha?
Eu: fala sério, não seja besta. É sua amiga.
Romi: pois é. Justamente por isso
Não insisti mais e voltei pra sala. Contei pra eles e a Andre tentou convencer ela, mas sem sucesso. Depois de meia hora, os caras saíram do apê e ela saiu do banheiro com uma camiseta minha, pedindo pra gente ir dormir. Obedeci e descansamos por muitas horas...
Aquela noite foi o começo do que, meses depois, traria o melhor momento do nosso relacionamento e também o que levou ele ao fim. Continuo na próxima.
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Como eu mencionei nos meus relatos sobre o trevo, teve uns anos que a gente ficou afastado e cada um tava no seu relacionamento. O meu com a Romi começou bem intenso. A gente tinha amigos em comum, começamos a trocar ideia e numa noite que a gente se encontrou, a gente transou pra caralho. Curti a química que a gente teve e começamos a nos ligar toda semana pra foder. Os dois sabiam que não era nada sério e até sabíamos que a gente tava comendo outras pessoas. Uma noite ela me escreveu enquanto eu tava recebendo um boquete.
Romi: Vamos nos ver hoje à noite? Preciso desestressar
Enquanto outra amiga me chupava, me deu muito tesão saber que em algumas horas eu podia estar comendo outra, e respondi que em duas horas eu tava lá. Umas duas horas e pouco depois, eu já tinha ela agarrada no meu pau e eu sem ter tomado banho. Isso me deixava louco.
Os meses foram passando, e os amantes também, pros dois, e a gente percebeu que continuava se vendo. A gente transava pra caralho, mas também se dava bem. Zero drama e a gente ria das mesmas coisas. Então começou uma espécie de relacionamento.
Ela tinha muitas fantasias e eu tentava realizar. Ela tinha tesão em transar com mais de um cara, mas morria de medo do que iam pensar, e queria que a gente transasse com outra mina, mas tinha medo de eu deixar ela de lado.
Assim era a Romi, viciada em sexo, criativa, engraçada, baixinha, uma bunda bem empinada e não muitos peitos.
Eu poderia contar alguma noite marcante com ela, mas hoje vim contar sobre a experiência com um casal amigo.
Andre era uma amiga de infância da Romi. Também baixinha e lésbica. Cintura boa, bunda não muito boa, mas dois peitões lindos no lugar das tetas.
A gente saía direto com ela e o namorado dela pra dançar ou tomar algo. Eram nossas saídas mais sociais quando a gente não tava transando.
Uma noite a gente foi a um Boliche e a gente se divertiu pra caralho. A Andre tava com um decote enorme e eu não conseguia parar de olhar.
Romi: haha hoje o teu olho tá desviando - ela falou com um tom de bêbada e tarada
Eu: hahaha não. Nada a ver, vacilona
Romi: haha não se faz, tava te observando. Mas tudo bem se a filha da puta meteu um decote desse. Come na frente dos pobres - e fez um gesto no peito como se reclamando que não tem peito
Eu: haha você tem as suas coisas - odiava entrar nesse assunto
Romi: Quê? A bunda? - falou com cara
Eu: haha bem que devem ficar de olho nela - falei piscando o olho
Romi: haha quem? O Nacho?? - o namorado da Romi
Eu: e todo mundo que tá aqui
A conversa terminou com dança e uns beijos quentes. A gente seguiu a noite no álcool e já tava todo mundo meio bêbado. A Andre tava bem tonta e não queria voltar pra casa dos pais daquele jeito, então a Romi sugeriu passar no meu apê pra tomar um café lá pras 4 ou 5 da manhã. Eu topei porque ainda tava com energia e depois a Romi com certeza ia ficar pra gente transar.
Chegando no apê era festa e bebedeira total. Entramos e a minha baixinha colocou música pra não parar de dançar. Me pediu pra abrir umas cervejas.
Eu: mas não queriam um café?
Romi: ah! Não seja chato. Só uma cerveja e depois a gente toma o café - ela falou me zoando.
O Nacho e a Romi tão juntos desde sempre e o cara era muito gente boa, dava pra ver que ele amava e cuidava dela. Como a gostosa tava meio pra trás, ele tentava deixar ela mais confortável e sentava ela pra não ficar tonta. No sofá, a gostosa subiu em cima dele e começou a beijar ele com tudo e passar a mão.
Nacho: calma, gorda. Calma - ele falava tentando acalmar ela
Andre: vai, amor. Relaxa - ela falava entre um beijo e outro
Nacho: não, calma. Aqui não
Eu tava procurando as coisas pra servir a cerveja e a Romi mexia na música, mas dava pra ouvir tudo.
Andre: vai. Quantas vezes você já me pediu isso... - ela falava sem baixar a voz.
Nacho: haha já sei, gorda. Mas o pessoal... Eles vão ficar desconfortáveis. Vamos pro quarto — o magrelo já tava com aquele tom de quem tá no fogo.
André: Peti (era como chamavam a Romi), te incomoda eu beijar ele na frente de vocês? — virou e falou com aquele tom de pergunta que não espera resposta, típico de bêbado.
Romi: hahaha não. Fica à vontade — e deu uma piscada.
O magrelo se entregou e se recostou pra trás, parando de resistir. Eu cheguei onde a Romi tava e vi os dois no sofá.
Eu: ah, beleza! Tão foda aqueles ali. Não querem o quarto?
Romi: haha, sei lá. Deixa eles, quem sabe você pega o jeito — falou com voz de gata, pegou a cerveja e me deu um beijo.
A Peti tinha colocado uma música eletrônica, mas suave, e começou a me beijar enquanto dançava colada em mim. Eu devolvia os beijos e apoiava a pica, que ainda não tava totalmente dura, mas já aparecia.
Romi: que filha da puta — falou do nada.
Eu me virei e o André tava de joelhos na frente do Nacho, soltando a calça dele. O magrelo pedia pra parar.
Nacho: chega, gorda, chega. Vamos pro quarto.
André: ah, cala a boca e deixa eu chupar ela — falou com voz de bebum — cê não gosta de como eu chupo?
Nacho: haha, sim, óbvio que gosto. Mas os caras...
André: galera! Vocês se importam? — virou pra falar com a gente.
Eu: haha, não. Sejam felizes — falei rindo e levantando a cerveja num gesto de brinde.
Nacho se entregou de novo, e o André puxou a pica dele e começou a mamar de 0 a 100 em 10 segundos. A gente continuava dançando, mas nós dois já olhávamos sem disfarçar. O André tava de costas pra gente, então tudo que a gente via era o movimento da cabeça dele. A Romi começou a passar a mão na minha pica.
Eu: alguém tá ficando com tesão? — falei no ouvido dela.
Romi: haha, óbvio. Você não?
Eu: pode ser. Mas não tô vendo nada — joguei o isca pra ver até onde ela queria ir.
Romi: Vem. — me puxou pela mão pro lado deles.
A gente continuava de pé, dançando bem juntos. Mas com a Peti de costas pra mim, e nós dois assistindo o show. O André tava metendo a boca. a pica do namorado dela desesperadamente e virava um pouco a cabeça pra olhar pra gente. O Nacho tava de olho fechado apontando pro teto. Sabia que a gente tava ali mas não sei se queria olhar. A Romi me segurou pelas mãos pra eu pegar nos peitos dela. Já tava ficando com tesão.
Eu: isso tá na sua lista de fantasias? — falei no ouvido dela enquanto pegava nos peitos. Ela fez que sim com a cabeça — e só quer olhar? — ela balançou a cabeça que não. Levei minha mão até a buceta dela. — também quer mostrar? — ela assentiu.
Virei ela e beijei com força. Eu tava de frente pros caras e enquanto a Peti me pegava na pica por cima da calça jeans, eu desci minhas mãos e fui levantando a saia dela aos poucos. O movimento chamou a atenção dos nossos amigos, que viraram pra ver a bunda empinada da minha mina. O Nacho fotografou a raba da Romi com os olhos, depois revirou eles, soltando um baita suspiro, e enfiou a cabeça da namorada dele pra baixo pra ela engolir a pica. A Andre devolveu a gentileza tirando a camiseta. Aqueles dois peitos apareceram pra se mostrar num sutiã rosa lindo. Ela me olhou como se soubesse que eu queria ver e se virou pra mim pra tirar o sutiã. Lindo.
Eu já tinha puxado a calcinha fio dental da Romi e enfiava um dedo enquanto ela desabotoava minha calça.
Romi: me escuta, quero que você me coma com força — falou com olhar desafiador
Eu: com força... Força? — perguntei pra confirmar se ela queria que eu arrebentasse ela que nem outras vezes
Romi: com força — disse enquanto se abaixava pra pegar minha pica e meter na boca
Atrás, a Andre já tava só de calcinha fio dental e subia em cima da pica do Nacho sem parar de olhar pra gente. Ela virou de frente pra ele e falava:
Andre: cê gosta dessa bunda? — falava devagar mas dava pra ouvir
Nacho: uhum — o cara respondia enquanto ofegava
Andre: cê gosta de ver ela chupando? — o cara não falou nada
Virei a Peti pra eles terem um ângulo melhor da pica dela e aí os dois pararam como se eu tivesse apertado pause. O Nacho apertava as Mãos no rabo da namorada dele e ela voltou ao movimento e à conversa.
Andre: Fala, gordo. Cê gosta de ver ela mamar?
Nacho: Hmm, siim
Lembrei do desejo da Romi e enfiei a pica até o fundo. A amiga dela não conseguia parar de olhar e mordia o lábio. Peguei firme no cabelo dela e dei várias estocadas na boca, fazendo ela engasgar. O bom da Romi era como ela era fácil de lidar. Levantei ela e coloquei de quatro na mesa que tava a uns 3 metros de onde nossos amigos tavam comendo. Andre se virou e, sem tirar a pica de dentro, ficou nos observando atenta.
Eu: Quer dar um show pros seus amigos? — falei no ouvido dela, puxando o cabelo
Romi: Uhummm — mordia os lábios
Eu: Te arrebento?
Romi: Hmm, siim. Já foi — disse se entregando
Dei um tapa forte na bunda dela. As duas fizeram uma cara de prazer. Enfiei a pica até o fundo e, puxando o cabelo, comecei a meter forte. A baixinha gritava de prazer e dava pra ouvir os dois amigos se divertindo e continuando a conversa
Andre: Adoro, Gor
Nacho: Hmm, eu também
Virei a Romi e joguei ela em cima da mesa. Levantei as pernas dela. Desci pra chupar forte a buceta dela. Tava molhadinha
Romi: Mmmmm arghhh
Enfiei um, dois, três dedos com força. Dava pra ouvir atrás o "plop plop" da Andre pulando em cima do Nacho. Os peitos dela balançavam lindos. Eu olhava pra eles e metia forte na Romi.
Romi: Cê gosta de como eles se mexem? — me pegou olhando pro lado
Eu: Haha, sim — falei rindo e voltando pra ela — mas eu gosto mais disso — coloquei a mão na bunda dela e voltei a meter com raiva. Não queria que ela se sentisse ameaçada
Me inclinando pra frente, ela me agarrou pelo pescoço e começou a tremer num orgasmo de vários segundos. Normalmente eu deixava ela aproveitar aquele momento, mas aqui não parei. Levantei ela no ar e continuei comendo ela assim, suspensa em cima de mim. Romi ainda tava vestida, com a saia na altura da barriga e a calcinha fio dental no lugar. A bunda dela apontava pros amigos e eu Ela balançava com fúria no ar.
Nacho: uff – escapou de dentro dele ao ver a bunda da Peti sendo empalada no ar.
Andre: levanta. Me apoia ali – falou apontando pra mesinha de centro pra ficar de quatro sem perder a gente de vista.
Nacho obedeceu a namorada e começou a meter por trás sem parar de olhar pra gente. Os dois estavam hipnotizados com a gente. Dava pra ver que era uma fantasia pendente.
Desci a Romi, ajoelhei ela e mandei ela engolir minha pica. Ela tava entregue e de vez em quando olhava como os amigos dela transavam a poucos passos. Se desconcentrou olhando pra eles e eu maltratei um pouco.
Eu: chupa, falei – porrada de pica na cara.
Segurei a boca dela por uns segundos e levantei ela. Esmaguei ela contra a parede e travei as mãos dela pra trás. Eu já tava pirado. Os gemidos dos caras davam um tesão interessante. Eu ouvia que cada vez aceleravam mais e senti que tinha que dar o toque final do show. Joguei a Romi no chão, levantei a raba dela e comecei a meter forte na buceta. Ela gozou de novo e lá atrás senti que os amigos dela também gozaram juntos, assim de quatro como estavam. Eu continuei naquele ritmo até sentir que minha pica inchava.
Eu: ajoelha – ordenei – quer leite? – ela disse que sim. Tava fora de si.
Ela me chupou e eu bati punheta na cara dela por uns minutos até meus jatos começarem a sair. Enchi o cabelo e a cara dela de porra e enfiei a pica na boca dela pra ela engolir os restos que sobraram. Romi ficou com minha pica na boca e os olhos fechados por uns minutos e depois se jogou nas minhas pernas, um pouco pra descansar e outro pra não mostrar que agora tava com vergonha do que a gente tinha feito.
Romi: vou me lavar – falou sem olhar pra nenhum dos caras.
Eu fiquei com a pica de fora. Andre ainda tava pelada em cima do Nacho olhando pra onde o filme tinha acabado. Peguei minha calça e vesti. Peguei a cerveja e dei um gole e, olhando pros caras, arrisquei dizer.
Eu: saúde - como quebrando o gelo - querem? Ofereci pra eles
Andre: fala sério. Mas vira pra lá que vou me vestir - haha vira pra lá. Sem vergonha
Levei um par de copos de cerveja pra eles e aos poucos o clima começou a ficar estranho. Ninguém falava nada.
Andre: já passou a brisa - disse com um sorriso
Nacho: eu.. tá tudo bem? - apontou pro corredor onde a Romi tinha sumido há 15 minutos.
Eu: não sei - vou dar uma olhada
Fui até o banheiro e perguntei se ela tava bem.
Eu: Peti. Tudo certo?
Romi: sim. - falou baixinho - eles foram embora?
Eu: hmm não... Por quê? Quer que eles vão?
Romi: hmm sim
Eu: haha por quê? Tá com vergonha?
Romi: e você, o que acha?
Eu: fala sério, não seja besta. É sua amiga.
Romi: pois é. Justamente por isso
Não insisti mais e voltei pra sala. Contei pra eles e a Andre tentou convencer ela, mas sem sucesso. Depois de meia hora, os caras saíram do apê e ela saiu do banheiro com uma camiseta minha, pedindo pra gente ir dormir. Obedeci e descansamos por muitas horas...
Aquela noite foi o começo do que, meses depois, traria o melhor momento do nosso relacionamento e também o que levou ele ao fim. Continuo na próxima.
6 comentários - Mi experiencia Swinger - el primer paso