A culpa foi do álcool😰

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Por pouco a gente quase foi descoberto pelos meus pais transando gostoso, eu e a tia Silvia. Só foram minutos antes que nos salvaram de um escândalo daqueles na família.
Depois de esperar um pouco, coloquei um short e uma camiseta e fui pra onde tava a festa. Os convidados e os pais continuavam dançando e bebendo, já não tinha muita gente, vários já tinham ido embora. Eu tava bem escondido pra não ser visto.
O que me interessava eram meus pais. Ele tava bem bêbado, então minha mãe, com a ajuda do irmão dela, levou ele pro quarto dele pra descansar. Isso basicamente acabou com a festa, e todo mundo começou a ir embora. Minha mãe também foi dormir.
Agora eu estava mais tranquilo, ninguém mais podia entrar no meu quarto pra interromper. Ele voltou rápido e tive que esperar um pouco até meus olhos se acostumarem com o escuro. Não queria arriscar a Silvia acordar de vez — se tudo tinha sido na escuridão do meu quarto, assim devia continuar.
Tirei a roupa, tava com a pica dura de novo e pronto pra continuar curtindo a tia Silvia. Com umas toalhas molhadas, limpei o gozo que tinha esporrado nela com cuidado, iluminando pela lanterna do celular.

A culpa foi do álcool😰


Deitado no meio das pernas abertas dela, ela me mostrava a buceta com os pelos pubianos meio crescidos e os lábios grandes e morenos. Com os dedos, ela abria e fechava, brincando com eles, e eu vi o clitóris grande e inchado dela, parecendo um feijão.
Dei leves massagens com um dedo no botão vermelho e brilhante, ela gemeu de novo, meio dormindo. Nunca tinha chupado uma buceta e aquele era o momento de aprender com ela. Minha boca procurou os lábios vaginais, estavam salgados, mas continuei passando a língua por cima deles.
- Hum… humm… hum!!
O corpo dela começa a reagir aos carinhos que recebia na buceta, sabia que não era um expert em sexo oral, mas mesmo assim conseguia arrancar gemidos de prazer de uma mulher de 52 anos que voltava a sentir o gostoso do sexo depois de um bom tempo.
Tinha passado de ver numa revista e filme pornô a teoria de como se fazia uma boa sopa numa mulher pra prática de verdade, o gosto de uma boa buceta quente que tava bem molhada, subia e descia a língua pelos lábios inchados dela até chegar no clitóris, que com a ponta da língua eu passava até ela começar a se mexer como se tivesse tendo um ataque de epilepsia.
Meu rosto e boca ficaram molhados com os sucos dela, parecia que ela tinha mijado quando o corpo dela explodiu ao chegar no orgasmo. Meus dedos e boca continuaram chupando e lambendo a buceta dela, fazendo ela ter outro orgasmo. O corpo dela se mexia como se tivesse levado um choque elétrico forte.
-¡¡Agggg... meu deeeus... que gostosoo... Nunca sentiiii assim... ahhhh!!
Tava bêbada ainda, mas tava adorando tudo que esse jovem amante e aprendiz de 18 anos tava fazendo com ela. Já era hora também da Silvia devolver o favor e aproximar a boca dela do meu pau.
- Vamos, chupa essa pica gostosa... vamos!!
Ela ainda estava com os olhos fechados, não sabia se era porque ainda estava com sono ou para não saber quem estava lhe dando tanto prazer, mas abriu a boca, também queria ter uma boa pica dentro da boca e começou a chupar com uma desesperação.
- Você gosta... ahhh... de chupar ele todinho assim... ahhh…?

peitoes


Ela não responde com palavras, mas aumenta a velocidade do boquete. Também não era uma excelente chupadora de pica, mas tentava, chupava e lambia como uma putinha gostosa e não tirou da boca até conseguir que eu gozasse no fundo da garganta dela. Segurei firme a cabeça dela para que engolisse toda minha porra quente.

Bunda


-¡¡Agggg… Que delíciaaa... agggg!!


Desculpe, não posso traduzir esse texto.Quando finalmente a Silvia abriu os olhos e virou o rosto pra ver quem era o homem que tava do lado dela na cama e quase a noite inteira tinha passado a buceta dela bem gostoso, fazendo o corpo dela gozar como há muito tempo não gozava com sexo, os olhos dela se abriram de um jeito que parecia que iam saltar da cara de susto ao descobrir que era eu.
—O queee cê era... Nããão pode ser?... Pelo amor de Deus, o que foi que eu fiz?
Ela se cobriu o corpo com o lençol rapidamente e, em seguida, levou a mão à boca, que ainda tinha algumas gotas de porra que não tinha engolido, e se limpou. Ela estava muito nervosa, então eu tentei acalmá-la.
—Como é que você quer que eu fique tranquila... Sabe o problemão que vou me meter se seus pais descobrirem o que a gente fez?
Falei pra ela que não precisava ter medo, ninguém ia ficar sabendo do que a gente fez. Além disso, ela não tinha culpa de nada — a culpa era de quem tinha levado ela pra minha cama. Nós só fizemos o que um homem e uma mulher fazem quando se sentem juntos.
Ela se levantou da cama e começou a se vestir e arrumar o cabelo. Quando ficou pronta, olhando fixamente nos meus olhos, ela disse…
—Manuel, não dá mais pra voltar atrás, o que passou, passou. Se você me disser que ninguém nunca vai saber do que a gente fez ontem à noite, vou ficar tranquila, mas quero que entenda que isso nunca mais vai se repetir. Sou tia da sua mãe e sou muito velha pra você.
Quando já tava na porta pra sair, segurei ela pelo braço e falei pra ficar bem tranquila e confiar no meu silêncio, que o marido dela foi um baita imbecil por ter abandonado ela, que ela não era nenhuma velha, mas sim uma boa mulher que precisava de muito carinho e atenção, e que eu tava muito feliz por ter sido eu quem fez ela se sentir feliz de novo.
—Valeu pelo que cê falou, não vou negar que curti pra caramba, fazia tempo que não sentia isso, mas não é certo porque somos família, e eu tava bêbada, e o escuro do quarto, e sentir os carinhos e as mãos de um homem de novo tocando meu corpo me fez perder a cabeça. Mas nunca imaginei que era você, porque senão nunca teria deixado rolar…
E não deu tempo de responder, ela saiu do quarto enquanto eu me arrumava pra ir atrás dela. Demorei e não consegui alcançar, e ela foi embora de casa. Fiquei puto pra caralho porque queria comer ela de cu, mas depois, pensando bem, não podia reclamar da minha sorte. Porque o que começou naquela noite me enchendo o saco, quando trouxeram aquela mulher pra minha cama e eu pensei que era um bêbado, no fim era a tia da minha mãe, e eu comi ela do jeito que quis. Voltei pro meu quarto e dormi de novo, tava cansado porque praticamente não preguei o olho aquela noite.
Quando minha mãe entrou no meu quarto, me acordou e perguntou pela tia dela. Falei que não tinha ninguém, que quando acordei nem sabia que ela tinha dormido no meu quarto. Ela ligou pro celular dela, mas tava desligado, e depois foi embora. Já faziam três semanas daquela noite e eu não sabia nada dela, só tinha as lembranças de como eu tinha comido ela gostoso e que agora era o motivo de quando eu batia uma, voltavam na minha cabeça aquelas nalgas enormes que eu segurei nas mãos e a buceta dela, gostosa e quente, que tinha lambido com a boca e depois metido o meu pau.

pau


Minha mãe me ligou e pediu pra eu, por favor, ir buscar a tia dela de carro no terminal de ônibus, que ela tinha voltado pra Lima do interior do país. Disse que não podia porque tava saindo pro médico, levando minha irmã no check-up de sempre. Perguntei, sem parecer muito interessado, o que tinha acontecido com ela, por que tinha sumido desse jeito.
—Ai, filho, não sei o que houve com ela! Depois que o marido largou ela, não tá legal não. Só me falou que tinha ido com urgência resolver uns assuntos pessoais, aí não quis perguntar mais. Só um favor, Manuelinho, tem muita paciência com ela e leva ela pra casa.
Quando tava indo buscar ela, meu coração tava batendo muito rápido, ia ver a Silvia de novo, mas com certeza não seria mais a mesma coisa. Ela tinha sido minha mulher, eu conhecia cada cantinho do corpo dela. Depois de estacionar o carro, comecei a procurar e vi ela: tava linda, com o cabelo preso num coque e lendo um livro sentada. Cheguei por trás, abracei ela bem forte e dei um beijo na bochecha, enquanto uma das minhas mãos apertava firme o peito dela.
—O queee cê tá fazendo aqui com sua mãe? Para de me tocar, alguém pode nos ver...
—Senti muito a sua falta e fiquei muito preocupado com você... ninguém sabia onde você estava.
Perguntou de novo pela minha mãe, falei que ela não tinha conseguido vir porque foi com minha irmã no médico. Aí peguei a bagagem dela e fui embora pra evitar que ela chamasse um táxi — não teve jeito, teve que me seguir... Quando chegamos no carro, guardei as malas dela e fomos pra casa dela, que era enorme. Foi o que o marido deixou pra ela, além de uma pensão razoável pra viver sossegada...
Já dentro de casa, na sala, ela largou as malas no chão e ficou me encarando, como se tentasse adivinhar o que eu tava pensando. Aí eu aproveitei, me aproximei dela, dei um abraço e depois beijei ela. Senti o corpo dela tremer, parecia uma adolescente.
—Nãooo... me solta pelo amor de Deus, isso é loucura!
Não liguei e continuei beijando a bochecha dela, ela virava o rosto pra evitar de novo que nossas bocas se encontrassem, mas aí consegui que nossos lábios se unissem de novo. Minhas mãos envolveram a cintura dela, os peitos dela eu sentia no meu peito, ela também correspondia ao meu beijo. Sentir de novo o calor do corpo dela e a batida do coração fez eu ter uma puta ereção, e ainda mais quando da boca dela saíram as seguintes palavras.
—Eu sei que isso é loucura, mas também senti sua falta todos esses dias, não consegui tirar você da minha cabeça... Agora não sei o que fazer?
Minha resposta foi beijá-la apaixonadamente e minhas mãos começaram a apalpar os peitos dela, e ela, timidamente, também desceu a mão e começou a apalpar o enorme volume que tinha se formado na minha calça, pra depois abaixar o zíper e tirar minha pica pra fora e acariciar...

porra


Continua...

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