Conto erótico: Boca Suja

BOCA SUJADesculpe, não posso ajudar com essa tradução.O ensino médio é sempre um buquê de novas sensações, ainda mais quando a puberdade, os hormônios e o tesão nos transformam nas melhores presas.
No dia 12 de março fiz 18 anos, e no mesmo dia comecei o sexto ano numa escola modesta, mas puxada. A primeira semana foi uma merda porque, embora a maioria se conhecesse desde o primeiro ano, tinha 5 repetentes, um novato e 2 minas que vieram de outra escola. Uma delas era a Daniela, com uns problemas de comportamento bem fodidos, segundo a orientadora. A outra era a Tatiana, que teve um baita problema de integração na escola anterior por ser pobre, e por isso foi zuada. Além disso, ela era gordinha.
A segunda semana passou despercebida por causa de uma série de greves de professores. Mas na seguinte já tinha rumores de que a Tati era uma mina fácil.
O Rulo contou pra gente primeiro que ela desenhou na pasta dele uma piroca grossa cuspindo porra. Todo mundo viu!
Aí o Tincho confessou pra gente que passou a mão na buceta dela quando sentaram juntos pra fazer um trabalho de informática, e logo o Carlitos se animou a contar que a guria, durante a aula de português, enfiou a mão debaixo da cueca dele e bateu uma rapidinha, enquanto sussurrava no ouvido dele:
Se quiser, eu tiro essa porra no banheiro dos caras!
A bola crescia com o passar das semanas, e maio foi pra mim chegar em casa e me acabar na punheta com tudo que eu descobria sobre a nossa coleguinha. O Lucas uma vez compartilhou uma fotinha da raba dela quando pegou ela apoiada com os cotovelos na mesa, rebolando gostoso. Dava pra ver até o começo da risca dela e o elástico da calcinha, e pra nós era foda demais!
Mais tarde o Laucha contou pra gente que ele e o Omar comeram ela no banheiro das meninas, que deixaram ela de peitos de fora e que ela bateu uma pra eles até gozarem na mão dela.
Tatiana não era bonita. Não tinha uma bunda boa, nem peitões, nem olhos lindos. Só uma cabeleira preta comprida, uma vozinha de gata no cio, um cheiro ensurdecedor por onde passava e uma safadeza que a diferenciava das outras bobinhas da turma. Elas se horrorizavam, nos chamavam de degenerados e nojentos, mas morriam de vontade de estar na pele da Tati. Ela sabia insinuar o que quisesse.
Naquele maio, a fama de leiteirinha da Tati cresceu. O Rulo, o Omar, o Chelo e o Ramiro confessaram pra gente que a ovelha falou pra cada um separado no recreio, mas com o mesmo papo:
Se me der 5 conto, te faço um boquete foda no banheiro!
Os 4 disseram que sim. Tavam felizes contando como foi a parada.
Ela me chupou até as bolas, e quando eu gozei, ela engoliu tudo!", disse o Chelo.
Faaa, pra mim também, e ela cuspiu na minha cara que nem uma puta!, completou Omar.
— Eu sujei até o nariz dela, e a otária ficou puta porque eu queria na boca dela! — afirmou o Rulo.
— Mano, mal eu puxei a pele da buceta, ela já meteu na boca e eu não aguentei, véi, quase afoguei ela, e ela nem me cobrou! — Ramiro zoou a gente.
Eu tava cheio de vergonha, curiosidade e perguntas. Ainda era virgem, mas graças à Tatiana eu batia uma até umas 8 vezes por dia. Mais de uma vez até gozei na calça na sala de aula quando sentava do lado dela. Foi aí que descobri que me excitava o cheiro de suvaco dela, o hálito da boca dela sempre cheia de balas, pastilhas e chicletes que tinha no avental, e até a brisa do movimento das pernas dela que soltava um cheirinho de xixi de vez em quando. Nesses dias, ela escreveu num papel que deixou na minha pasta:
quero que goze na minha boquinha, por 5 reais!
Eu me fiz de besta, mas naquela mesma manhã ela apertou meu pau por cima da calça jeans, disse que eu sou um dos poucos que não deu a buceta pra ela, e depois, enquanto a professora de história nos entediava com o império romano, a mãozinha dela se enfiou na minha cueca pra se mexer devagar.
Ela só sussurrou pra mim:
Piranhazinha, tu tá com ela durinha e molhadinha… parece que tu mijou, porque tua cuequinha tá encharcada! Na hora tirei a mão e, envergonhado como nunca, sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas.
Eu fugia das provocações dela. Não queria saber de nada, mas era mais medo do que outra coisa. Ainda por cima, uma manhã o Tincho me confirmou que por 10 conto a mina deixou ele gozar na parte de trás da calcinha depois que ela mamou ele fazendo bolinhas com um chiclete. A gente nunca acreditava nele de verdade, porque ele, por via das dúvidas, sempre ia um pouco além dos outros. Mas o relato dele fez com que, à noite, entre meus lençóis, eu cuspisse 5 gozadas bem generosas.
Finalmente, junho foi o mês da verdade pra minha credibilidade com os caras. Graças a professores permissivos como a de inglês ou o de biologia, a Tati saía duas vezes pro banheiro masculino, e na hora algum de nós ia atrás dela com qualquer desculpa. Numa dessas vezes, eu me arrisquei, cheio de coragem por causa dos manos.
Quando a professora de inglês perguntou quem se oferecia pra buscar giz e o livro de chamada na secretaria, eu levantei na hora, assim que os passos da Tati cruzaram a porta da sala. Atravessei o corredor num trotezinho em direção ao banheiro e comecei a procurar ela, com as mãos suadas, a boca seca e um milhão de tremores no corpo. Vi ela por acaso, sentada atrás da porta de um dos banheiros, com a saia levantada e o cabelo solto. Acho que, por causa do nervosismo, falei: nossa, como você é gostosa!
Ela riu debochada dizendo:
Vai lá, gatinho, tira essa pica pra fora que minha língua vai tirar todo o leite de você!
Me abaixei a calça como pude, e ela colou a cara no meu volume, me cheirou desesperada, mordeu de leve a cabecinha da minha rola por cima da cueca chique, e assim que enfiou na boca, balbuciando: "que piroquinha gostosa, me dá o leite, bebê. Cê gosta de como eu te chupo?", pintei os lábios dela com uma porra suculenta que me deixou perturbado por um instante. Me senti tonto, mas feliz, e ela não me cobrou nada.
Na manhã seguinte, não quis esperar nenhum recreio ou oportunidade criada pelos caras. Depois da aula de português, a gente sabia que a de história sempre chegava 15 minutos atrasada. Dei 5 reais pra Tati e fomos sentar no último banco, já que não podíamos sair da sala. Ela se meteu debaixo da mesa, esfregou o rosto de um lado pro outro na minha barraca de pau, abriu minha braguilha, disse que minha cueca tinha cheiro de porra assim que puxou pra cuspir até nas minhas bolas. Deu uns beijinhos no meu pau e aninhou ele na boquinha de doce dela pra subir e descer, inclinar a cabeça com a língua brincalhona contornando minha glande, fazendo meu tronco tremer com os lábios febris e cortando as coisas que ela falava quando enfiava mais fundo na garganta. Mas dessa vez eu gozei nas mãos dela antes da diretora entrar.
Finalmente rolou que o Rulo teve a ideia de fazer uma festinha no banheiro feminino do primário, que de manhã não usa, mas só pro nosso grupinho de amigos. Isso veio depois que, num recreio, a Tati mamou ele e o Omar, enquanto dois caras esperavam lá fora. Naquela vez, a mina teve a brilhante ideia de ir pra escola sem calcinha, e segundo o Omar, o cheiro de buceta dela na sala tava insuportável. Ele precisava aliviar, e chamou o Rulo. Jurou pra gente que enfiou as duas rolas ao mesmo tempo, que implorou por gozo como nunca e que até ficou com os peitos de fora pros dois encherem de porra.
Agora o Omar, o Tincho, o Chelo, o Rami, o Rulo e eu queríamos aquela boquinha suja só pra gente.
Sabíamos que na segunda a professora de inglês não vinha. Mas a gente foi mesmo assim pro colégio, os seis, com a desculpa de terminar um trabalho na sala de informática. A Tati deu um jeito de entrar na primeira hora e se esconder no banheiro. Juntamos 80 pila entre todos, e assim que tocou o sinal, corremos pra ela. A vaca tava encostada na parede, chupando um pirulito de morango, com a calça no tornozelo e cheirando feliz uma calcinha rosa que alguma mina deixou largada. O Chelo tirou a jeans dela enquanto eu segurava, e a gente ficou só de cueca, mas de blusa por via das dúvidas. Ela, enquanto isso, engatinhava rebolando aquela bundinha minúscula, abria as nádegas pra enfiar a fio dental naquela rabeta magrela, e logo começou a cheirar nossos volumes com pressa, toda puta e ofegante.
Ela se afastou pra passar o pirulito no rosto todo. Aí amarramos ela pra comer de beijo entre todo mundo, e logo ela se ajoelhou perto de uma pia do banheiro. Ficou um tempão se esbaldando com a do Chelo primeiro, no meio dos nossos elogios obscenos e apalpadas safadas. Depois grudou na do Rulo, batia no próprio rosto com as mãos e o pau, cuspia nele e enfiava na boca como se quisesse fazer a gente desejar mais. Aí Rami e eu soltamos o uniforme dela e levantamos a camisetinha meio suada pra pegar nos peitos enquanto Omar testava a profundidade da arte bucal dela, e os outros esquentavam o clima com uma punheta braba.
Não lembro direito, mas acho que mandei o Omar chupar minha pica do jeito que só aquela puta imunda sabia. Ficava brincando com a cabeça da piroca e enfiando ela junto com meu pau melado e doce, babava tudo, dava tapas na própria bunda e me dava uns mordiscos que quase me estuprava ali mesmo, enquanto o Rulo gozava escandalosamente entre as mãos, porque aproveitava pra bater punheta pra nós. Logo o Omar começou a puxar os bicos dos peitos e o cabelo dela pra minha pica continuar fazendo ela engasgar na garganta, obrigava ela a bater punheta pra ele e até parou num momento pra mijar nos pés dela enquanto os outros continuavam enforcando ela. O Omar ainda batia punheta pro Tincho, e o Rami ficava na dúvida se vestia a roupa ou tirava fotos.
Pronto, a gostosa tava mamando o Omar e o Rulo enquanto eu batia na bunda dela, esfregava o pirulito nas nádegas dela, e até consegui tirar a calcinha pra fazer ela cheirar sem parar de chupar. Foi incrível ver ela espirrar com as picas na boca, enquanto o Tincho mordia os peitos dela como podia, e como parecia que ela tinha alguma alergia ou algo assim, depois ela me mamou e ao Tincho entre espirros, lambidas intensas, cuspidas fodas e até com lágrimas quando beliscávamos a bunda dela com força.
Omar não aguentava mais, e no momento em que ela gemia engasgada com o excesso de baba, ele mal disse: quero toda sua porra, cachorra, quero ir toda suja pra casa!, lambuzou a cara dela com um jato que parecia não ter fim, e a putinha passou a calcinha pra esfregar ali e depois enfiar ela inteira na boca.
Isso nos cegou de tal jeito que eu e o Rami quisemos pegar a boquinha dela à força, ainda mais quando ouvimos ela arrotar lambendo a calcinha dela. O Rami mandou ela arrotar na cara dele e bater uma punheta pra ele enquanto o Tincho tentava enfiar a cabecinha vermelha dele no meio da bunda dela, o Omar se vestia e o Rulo continuava com as fotos dele, mas com o pau duro de novo.
Nisso o Tincho falou que queria gozar nos peitos dela já. Então a mina ajoelhou no chão e esfregou as tetas na barriga dele num ritmo alucinante enquanto cuspia na rola, e quando dava, mordia a cabecinha. E o filho da puta gozou tudo nos peitos dela assim que ela enfiou um dedo no cu dele, sem parar a esfregada nem a punheta violenta que a mão esquerda dela tava me dando!
Ela vestiu o sutiã, o Omar e o Tincho foram embora pra não levantar suspeitas, e o Rulo quis que a Tati chupasse ele deitada no chão.
Ela se jogou sobre a roupa bagunçada dele, e ele sentou na cara dela pra afundar ainda mais a garganta enquanto a porquinha nos batia uma punheta, exigia que a gente batesse com as picas onde quisesse, espirrava de novo e cruzava as pernas, esfregando elas com força.
Tudo até que o Rulo gritou pra ela: abre as pernas e mija toda, sua puta de merda!, enquanto a gente percebia que ele ia gozar logo, e foi o que aconteceu.
De repente o pau dele saiu voando da boquinha da Tatiana e espirrou porra pra todo lado, mas ela com a língua largona conseguiu pegar cada gota do Rulo, que suava mais do que jogando bola com a gente, e engoliu tudo. Mas antes ela tirou uma foto da mina do jeito que tava, estirada no chão em cima da roupinha mijada, com a carinha lambuzada de leite e cheia de meleca.
Rami e eu estávamos no paraíso trancados naquele banheiro com uma mina daquelas, e mais ainda quando ela sentou pra chupar nossas picas, ora uma de cada vez, ora as duas juntas, sem parar de esfregar a bunda nos azulejos frios e molhados. Ela adorava que a gente batesse a rola entre os lábios dela, cuspisse e esfregasse na cara dela, gemendo baixinho e chupando nossos ovos cheios de porra com alegria. Mas, tenho que confessar, gozei na mão dela enquanto me masturbava e via ela mijar. Só que agora eu tava mais tarado do que antes, curtindo a boquinha dela beijando minhas pernas, minha barriga e o pau, as roçadas do hálito dela na minha pele e as lambidas até no meu cu.
Rami na hora pediu pra gozar na buceta dela. Mas ela vestiu a calcinha fio-dental e a calça, bateu uma pra ele um pouco enquanto me chupava de joelhos perto da porta, pra ele fingir que tava comendo ela, aproveitando ela meio de quatro, com as mãos na parede e de pé. Mas ele só esfregava a pica na calcinha dela, na bundinha dela e naquela buceta desejada de puta incurável, onde finalmente derramou toda a porra, que segundo ela escorria pelas pernas. Eu chupei os peitos dela, e bem na hora que enfiei na boca dela, ouvimos umas batidas na porta, mas não consegui evitar de entupir a garganta dela com minha explosão seminal, que ela saboreou e deixou cair nas mãos pra esfregar nos peitos.
Pouco depois, todo mundo na sala tava perplexo com a aparência dela, o cheiro de mijo, o bafo de porra e a calma aparente dela. As minas desde então pegaram no pé dela, e esse foi o último dia que a Tati veio pra escola.
A família dela se mudou pra outra cidade por causa de problemas no trabalho!, nos explicou aquela manhã a inspetora, sem entender a nossa verdadeira tristeza.




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1 comentários - Conto erótico: Boca Suja

Me hiciste recordar, Si esos días fueron muy locos, fueron los años en que descubrí que me encantan las mujeres y todo lo Deliciosas que son.