Tava cursando o 2º ano da escola técnica, sexo era novidade pra mim porque tinha aprendido a me masturbar fazia pouco tempo. Eu tinha 14 anos completos e era bem relaxado nos estudos, mas ainda assim conseguia passar no sufoco. Quando tava em casa, me deliciava com meu segredo mais obscuro, experimentando as roupas da minha mãe, que eu conseguia pegar depois de muito trampo. Adorava me ver no espelho enquanto curtia a sensação do tecido delicado da calcinha fio dental branca que eu tanto gostava de usar, e ainda por cima colocava umas meias cor da pele, presas num cinta-liga também branco. Podia passar horas de noite admirando minha imagem naquele espelho.
Depois desses começos, continuei experimentando todo tipo de roupas, saias curtas e justas que eu pegava de uma sacada desprotegida o suficiente pra levar minha tara por roupa de mulher ao extremo. Já tinha na época uma quantidade boa de roupa de todo tipo, mas sempre bem sexy, já que naquela época tava na moda usar cabelo comprido, não era difícil pentear de um jeito feminino pra que, com uns toques de maquiagem, eu pudesse me ver como uma adolescente gostosa. Minhas brincadeiras eram me vestir e, enquanto me tocava o corpo, principalmente as pernas e a bunda, eu me masturbava vendo revistas pornográficas, onde comecei a perceber que as mulheres que tanto me enlouqueciam no começo já não faziam mais o mesmo efeito, mas sim que eu tava começando a me interessar, principalmente, pelas fotos de sexo anal.
O problema é que eu já não tava mais olhando com atenção o corpo das mulheres que eram possuídas, mas sim os paus dos homens que as penetravam pelos seus buracos dilatados e lubrificados. Comecei a testar com cabos de vassoura que eu torneava e alisava, já não só me vestia e maquiava, mas tinha sexo anal com um amante que não existia, mas que me dava um prazer que jamais pensei que pudesse sentir. Já virava rotina, quando tava sozinho à tarde, subir pro meu quarto e me despir, vestindo a roupinha de menina que eu tanto gostava. Depois que já tava vestido de forma confortável, com uma calcinha fio dental pequena de lycra branca, uma camisolinha de cetim e, claro, meias com punho de renda, tudo no mesmo tom.
Depois eu lubrificava aos poucos a entrada do meu cu pra dilatar bem, já que a grossura do consolo que eu tinha feito era bem grande. Primeiro, eu me deitava de costas na cama e, abrindo bem as pernas, puxava a fio dental pro lado, enfiando os dedos um por um até conseguir colocar três deles. Aí eu apoiava o consolo na entrada, passava um pouco de lubrificante na ponta e enfiava devagar lá dentro do meu buraco faminto.
Quando já tinha aberto bem a minha bucetinha apertada e depois de aproveitar um vai e vem lento mas contínuo lá dentro, eu me ajoelhava de quatro no chão com o peito na cama, prendendo o consolador na tampa de um baú pra sentir o que era ser bem comida. Ficava nessa posição por um bom tempo gemendo de prazer enquanto sentia o pau bombeando bem a minha raba, arqueando a cintura pra ele entrar mais e mais fundo. Eu ofegava e gemia como se fosse uma mulher sendo bem macetada. Quando tava na escola, sempre fantasiava em fazer isso de verdade, me vestir de mulher pra algum cara. Mas obviamente nunca tive coragem de confessar pra nenhum garoto os meus gostos, já que ainda continuava gostando de garotas.
Naquela época, mandaram reformar a casa do meu vizinho do lado porque o muro divisório tinha caído numa parte. Então eu tinha que fechar a janela do meu quarto toda vez que ia me vestir e me masturbar analmente com meu consolo. Tava tudo tranquilo até que uma tarde resolvi fazer isso com a janela aberta, já que tava chuvoso, e não vi o pedreiro que tava sempre no andaime construindo.
Tudo foi lindo e gostoso como sempre, mas quando terminei, sujando o chão do meu quarto com meu esperma ao me levantar, pude ver o olhar do pedreiro que estava no andaime me encarando com o maior tesão. Me joguei no chão e não consegui fechar a janela a tempo, quando ele se aproximou dela, me olhando e dizendo:
Oi gata, se quiser amanhã à tarde passo aí e te meto uma dose do que você tá procurando.
Eu não podia acreditar que tinha me feito de trouxa pra aquele peão do lado, então, paralisada de medo e vergonha, pensei em falar "não, obrigada" e sair pela boa, mas não rolou, porque quando eu ia responder, ele disse:
E espero que você esteja me esperando assim, do jeito que tá vestida agora. Não vou te foder agora porque tenho que ir, senão ia te dar um bom tempo, mas amanhã você não escapa e é melhor que esteja bem putinha pra mim, senão o mundo inteiro fica sabendo o quão promíscua você é, estamos combinados.
Não cheguei a dizer nem sim nem não, porque ele foi de novo pro telhado do vizinho. Se eu não desse o gosto pra ele, ele ia me dedurar, mas aquela não era minha ideia pra primeira vez como homem. Além disso, como última imagem do pedreiro, pude ver que, da casa do vizinho, ele fazia gestos pra mim e se pegava na entreperna, marcando o pau dele contra a calça, o que me excitou pra caralho.
No dia seguinte, estava na cozinha de casa no meio da tarde, sem saber se subia ou não pro meu quarto, mas no final me decidi e subi. A janela continuava fechada, do jeito que eu tinha deixado de manhã, mas ainda não sabia se ia abrir ou não. Fiquei um tempão sentada na cama sem saber o que fazer, se ele ia cumprir a promessa de me dedurar ou se ia ficar só na conversa. Resolvi não dar esse gosto pra ele e deixei a janela fechada, mas mesmo assim isso não me impedia de fazer o que eu fazia toda tarde na minha cama.
Vesti algo confortável: uma tanga preta de algodão e lycra, meia-calça combinando com seu respectivo cinta-liga, por cima um corset curto com bojos para preencher, sandálias de salto médio e um roupão curto no mesmo tom. Comecei a folhear umas revistas que tinha conseguido há pouco tempo e eram minhas favoritas, já que eram de travestis e homens. Conforme virava as páginas, ia ficando cada vez mais excitado, olhava muito a abertura do cu das safadas quando eram penetradas e minha fantasia voava de novo. Não aguentei mais e peguei o consolo para começar a dilatar minha bunda com o gel lubrificante. Fiquei um tempo com meus dedos, enfiando e tirando um ou dois da minha bunda, até que aproximei a ponta do consolo da minha bunda e, com um gemido abafado, enfiei até a metade de uma só vez. Depois de alguns segundos de uma bombeada gostosa e prazerosa na minha bunda, sinto umas batidas na janela.
Não podia acreditar, o medo me paralisou, mas meus olhos não olharam pra janela, olharam pra revista e pra cara de prazer da safada que era penetrada com as pernas bem abertas e uma delas no ombro do amante. Minha excitação na hora não aguentou mais, olhei por uma das frestas e era ele mesmo batendo do outro lado. Levantei a cortina e, com um olhar safado, falei:
Entra, vai, espero que você goste de como eu tô.
Ele me olha e, sem acreditar, me disse:
Você é a puta mais gostosa que eu já vi, gata.
Não houve nenhuma palavra além de "ajoelha", e eu obedeci, sabendo o que ia receber. Quando ele abriu a braguilha e baixou a calça, ficando só de cueca, pude ver como se marcava no tecido fino um pau bem grande e grosso, pronto pra atacar. Eu já sabia o que ele queria, então não precisei ser implorada. Peguei o elástico da cueca, puxei pra baixo e tirei o pau da embalagem, que ficou duro na hora, apontando direto pra minha cara. Não demorei nem um segundo pra começar a masturbar ele e meter, entre beijos e chupadas, bem fundo na minha boca.
Continuei chupando de cima a baixo aquela ferramenta monstruosa entre seus gemidos abafados e as putarias que ele me dizia, tipo: que puta que você é, vou arrombar bem esse seu cu, vou partir esse seu rabo no meio, você vai sentir o que é uma pica dentro do seu cu e outras coisas que alguém podia falar naquele estado de tesão que minha língua e minha boca causavam nele. Eu tava aproveitando mais do que tinha imaginado nas minhas fantasias, a verdade é que era muito melhor do que só sonhar, sentia aquele gosto tão gostoso, a grossura e a textura da pele daquele pau, tudo me agradava em estar chupando ele.
Sentia como começava a sair aquele líquido pré-gozo que dava um gosto mais que gostoso, enquanto eu curtia aquela iguaria na minha boca dava pra ver a cara do meu homem mostrando um prazer que eu nem achava que podia dar. Parece que ele não aguentou mais porque tirou de dentro da minha boca e me mandou parar e virar, ficando de costas pra ele. Ele me pegou pelos ombros e começou a deslizar as mãos calejadas pelo meu corpo; passando com muito cuidado, descendo até minha cintura e parando um tempão ali; depois descendo as mãos até minha bunda, primeiro tocando por cima da calcinha e depois levantando ela e amassando minhas nádegas com muita força.
Quase escapavam suspiros de prazer só de sentir ele atrás de mim e passando a mão na minha bunda, me senti muito puta naquele momento e queria que ele me penetrasse na hora. Com uma mão, ele puxou de lado a tanga que eu tava usando pra sentir a entrada do meu cu já lubrificada e aberta. Ele sorriu e disse:
- Dá pra ver que você tava brincando igual no outro dia, né? Já tá com a buceta aberta, putinha.
Não houve mais palavras. Me inclinei sobre a cama e ele apontou o pau bem duro na entrada do meu cu, que ele continuava abrindo um pouco mais com dois dedos. Ele fazia tudo bem bruto, mas eu não sentia dor nem me importava muito com o jeito, porque tava muito quente e já tinha o cu bem dilatado. Não demorou muito pra eu sentir algo duro e quente se apoiando no meu buraco pra abrir ele de vez. Senti uma leve pontada quando ele começou a meter, e aí enfiou até o fundo, e eu caí de boca na cama.
Nem me deixou levantar um pouco, já tava enfiado nas minhas costas, metendo forte num vai e vem gostoso na minha buceta. Não conseguia nem me mexer na posição que fiquei, meu rabo tava todo exposto e empinado, recebendo do jeito certo o que eu sonhei por tanto tempo. Sentia as mãos dele segurando firme minha cintura e apertando com força minhas nádegas. Era um gemido atrás do outro desse macho que tava me fazendo de puta de um jeito impressionante, claro que eu já soltava sem vergonha nenhuma meus gemidos de prazer e exclamações de todo tipo, como:
Se papi, continua me dando assim, sou sua putinha, adoro sentir seu pau no meu cu, gosto muito do seu pau.
Ele obviamente me falava todo tipo de putaria que naquele momento me deixava com muito tesão. Não me deixou reagir do meu prazer, parou de me penetrar e virou meu corpo para que eu deitasse de costas na cama. Abriu minhas pernas e apoiou meus pés nos ombros dele, puxou mais um pouco minha calcinha fio dental para o lado, deixando meu pau preso nela, completamente duro.
Ele me segurou pelos tornozelos e começou a me penetrar de novo com muita vontade, enquanto com cara de safado tocava no meu pau por cima da tanga, me dizendo: "você não vai mais usar isso, agora você vai ser minha putinha e vai usar só seu cu pra foder." Eu tava mais que excitada e não tava nem aí pra usar meu pau naquele momento, sentia aquela rola linda entrando e saindo com força da minha bunda, e a única coisa que conseguia fazer era gemer de prazer. Parece que bombar com tanto tesão na minha bunda levou ele ao limite do orgasmo, porque eu senti aquela rola endurecer ainda mais dentro do meu cu. Não demorou muito pra eu sentir ele apertando minhas coxas com força e soltando o leite dele em espasmos dentro da minha bunda recém-estreada. Era muito gostoso ter a bunda cheia de porra que já começava a escorrer entre minhas pernas.
Ele se levanta e me disse: vai, gata, vai lavar essa buceta que ainda tenho meia hora pra te foder.
Pra mim, verdade seja dita, adorei a ideia de ser comida de novo, então não perdi tempo e, com todo cuidado, vesti uma calça larga e um moletom pra descer até o banheiro me lavar. Minha bunda pequena ardia um pouco, mas a verdade é que só pensava no macho que tava me esperando pra me dar outra dose do sexo dele. Me apressei e lavei bem minha rabeta pra subir pro meu quarto. Ele tava deitado na cama, esperando eu voltar pra dar outra dose da minha bunda, que pelo visto ele tinha curtido muito. Ele me encarou bem e falou:
Sabe que eu adoraria que você vestisse algo tipo colegial, tem saia de colégio? Isso me deixa muito excitado, gostosa.
Dei meu melhor sorriso e fui até meu guarda-roupa pegar uma minissaia de colegial e uma camisa branca bem curta. Mostrei pra ele e pude ver a cara de prazer dele, não demorei muito pra me arrumar de novo e me transformar numa colegial bem gostosa.
Não me maquiei muito e coloquei a mini escocesa e a camisa branca, umas meias com liga de renda brancas que ficaram um tesão e uns sapatos de salto médio pra completar o look. Mas o mais importante era uma calcinha fio dental branca de algodão e lycra que sumia no meio da minha bunda. Ele me pegou pelo braço e me deitou do lado dele na cama. Até então a gente não tinha feito nada, e ele segurou meu rosto pra me beijar com muita paixão enquanto com a outra mão levantava minha mini e começava a apalpar minha raba. Os dedos dele percorriam intensamente a entrada do meu cu já dilatado, eu sentia ele enfiar um ou dois dedos alternadamente e mexer de forma circular.
Essa massagem já tava me deixando muito excitado, porque meu pau tentava sem sucesso escapar da calcinha adolescente que eu tava usando. Com o braço que tava debaixo da minha cabeça, eu me agarrei no homem e girei meu corpo pra ficar de costas pra ele. Não esperei nada pra sentir ele levantar a minissaia e puxar minha calcinha pro lado.
Primeiro, apoiei o pau dele, que ainda estava lubrificado pelos restos de porra da primeira transa, peguei com a mão e comecei a passar de cima pra baixo pra lubrificar melhor meu cu. Depois, ele pegou uma das minhas pernas e levantou, deixando ainda mais exposta pra penetração. Não teve mais enrolação e senti aquela pica gostosa entrando de novo dentro de mim pra me dar prazer. Mas esse prazer foi dobrado, porque não só sentia a penetração daquela pica divina, como também me deliciava vendo pelo espelho que tava do lado da minha cama como ela entrava e saía de mim.
Era como estar assistindo e vivendo ao mesmo tempo um filme pornô, já que aquela penetração dava pra ver por completo, enquanto sentia o pau dele dentro de mim, apreciava a cena linda das minhas pernas enfiadas na meia-calça, a calcinha fio dental puxada pro lado, um dos meus pés no ar num vai e vem especial coroado com o salto alto, a mão dele segurando minha barriga enquanto a camisa com os botões abertos e o melhor: minha cara de prazer que parecia mais a de uma mulher gozando do que o que eu era até aquele momento. Os gemidos dele ficaram mais intensos e ele pediu que, antes de gozar, queria que eu montasse nele igual uma puta.
Não precisei ser convencida nem nada, subi em cima dele com uma perna de cada lado e minha bunda apontando pra aquela pica gostosa. Não esperei mais, nem ele, só desci o quadril e peguei o pau dele com a mão pra enfiar de uma vez no meu cu já bem dilatado. Sentei naquela rola e apoiei as mãos no peito dele pra continuar minha dose de sexo anal, subindo e descendo a bunda, deixando aquela ferramenta bruta de prazer me sodomizar do jeito que quisesse. Sentia ele entrando e saindo com muita facilidade e de vez em quando encostava na borda do meu cu pra ver como tava lubrificado e aberto. Ele me puxou de repente e me ajoelhei no chão, aquilo era um sinal do que vinha pela frente. Me pegou pelo cabelo, batendo uma pra aquela porra dura na altura da minha boca.
No tubo que pedir, só abri minha boca e em dois segundos já sentia quase me engasgando com aquele mar de porra que jorrou dentro de mim. Os primeiros jatos foram quase até minha garganta e o resto ficou na minha língua. Só consegui fechar a boca quando ele terminou de gozar e, me olhando com cara de safado, exigiu que eu engolisse toda a porra dele — coisa que, na real, eu já tava fazendo sem problema nenhum. Ainda tinha resto de esperma nos cantos da minha boca quando ele simplesmente vestiu a roupa, apertou meu queixo e balançou minha cara de um lado pro outro, dizendo que outra tarde ia voltar pra me comer se tivesse tempo.
Depois saiu pela janela, exatamente como tinha entrado. Resumindo, fiquei de joelhos no chão do meu quarto, sentindo minha buceta ainda pulsando pela dose pesada de pica que tinha levado, com restos de porra no meu rosto e na boca. Só consegui apreciar tudo muito melhor quando virei o rosto e vi minha imagem refletida no espelho. O que aquela imagem me dizia era que aquela não seria a última vez que eu faria papel de mulher pra um homem, porque só de me ver, peguei meu pau por cima da calcinha fio dental pra sentir como gozei de forma bestial. Agora não tinha só porra de outro homem dentro de mim; com um simples toque, consegui o melhor orgasmo da minha vida. Só me restava guardar tudo e limpar a bagunça, mas tinha valido a pena.
Depois desses começos, continuei experimentando todo tipo de roupas, saias curtas e justas que eu pegava de uma sacada desprotegida o suficiente pra levar minha tara por roupa de mulher ao extremo. Já tinha na época uma quantidade boa de roupa de todo tipo, mas sempre bem sexy, já que naquela época tava na moda usar cabelo comprido, não era difícil pentear de um jeito feminino pra que, com uns toques de maquiagem, eu pudesse me ver como uma adolescente gostosa. Minhas brincadeiras eram me vestir e, enquanto me tocava o corpo, principalmente as pernas e a bunda, eu me masturbava vendo revistas pornográficas, onde comecei a perceber que as mulheres que tanto me enlouqueciam no começo já não faziam mais o mesmo efeito, mas sim que eu tava começando a me interessar, principalmente, pelas fotos de sexo anal.
O problema é que eu já não tava mais olhando com atenção o corpo das mulheres que eram possuídas, mas sim os paus dos homens que as penetravam pelos seus buracos dilatados e lubrificados. Comecei a testar com cabos de vassoura que eu torneava e alisava, já não só me vestia e maquiava, mas tinha sexo anal com um amante que não existia, mas que me dava um prazer que jamais pensei que pudesse sentir. Já virava rotina, quando tava sozinho à tarde, subir pro meu quarto e me despir, vestindo a roupinha de menina que eu tanto gostava. Depois que já tava vestido de forma confortável, com uma calcinha fio dental pequena de lycra branca, uma camisolinha de cetim e, claro, meias com punho de renda, tudo no mesmo tom.
Depois eu lubrificava aos poucos a entrada do meu cu pra dilatar bem, já que a grossura do consolo que eu tinha feito era bem grande. Primeiro, eu me deitava de costas na cama e, abrindo bem as pernas, puxava a fio dental pro lado, enfiando os dedos um por um até conseguir colocar três deles. Aí eu apoiava o consolo na entrada, passava um pouco de lubrificante na ponta e enfiava devagar lá dentro do meu buraco faminto.
Quando já tinha aberto bem a minha bucetinha apertada e depois de aproveitar um vai e vem lento mas contínuo lá dentro, eu me ajoelhava de quatro no chão com o peito na cama, prendendo o consolador na tampa de um baú pra sentir o que era ser bem comida. Ficava nessa posição por um bom tempo gemendo de prazer enquanto sentia o pau bombeando bem a minha raba, arqueando a cintura pra ele entrar mais e mais fundo. Eu ofegava e gemia como se fosse uma mulher sendo bem macetada. Quando tava na escola, sempre fantasiava em fazer isso de verdade, me vestir de mulher pra algum cara. Mas obviamente nunca tive coragem de confessar pra nenhum garoto os meus gostos, já que ainda continuava gostando de garotas.
Naquela época, mandaram reformar a casa do meu vizinho do lado porque o muro divisório tinha caído numa parte. Então eu tinha que fechar a janela do meu quarto toda vez que ia me vestir e me masturbar analmente com meu consolo. Tava tudo tranquilo até que uma tarde resolvi fazer isso com a janela aberta, já que tava chuvoso, e não vi o pedreiro que tava sempre no andaime construindo.
Tudo foi lindo e gostoso como sempre, mas quando terminei, sujando o chão do meu quarto com meu esperma ao me levantar, pude ver o olhar do pedreiro que estava no andaime me encarando com o maior tesão. Me joguei no chão e não consegui fechar a janela a tempo, quando ele se aproximou dela, me olhando e dizendo:
Oi gata, se quiser amanhã à tarde passo aí e te meto uma dose do que você tá procurando.
Eu não podia acreditar que tinha me feito de trouxa pra aquele peão do lado, então, paralisada de medo e vergonha, pensei em falar "não, obrigada" e sair pela boa, mas não rolou, porque quando eu ia responder, ele disse:
E espero que você esteja me esperando assim, do jeito que tá vestida agora. Não vou te foder agora porque tenho que ir, senão ia te dar um bom tempo, mas amanhã você não escapa e é melhor que esteja bem putinha pra mim, senão o mundo inteiro fica sabendo o quão promíscua você é, estamos combinados.
Não cheguei a dizer nem sim nem não, porque ele foi de novo pro telhado do vizinho. Se eu não desse o gosto pra ele, ele ia me dedurar, mas aquela não era minha ideia pra primeira vez como homem. Além disso, como última imagem do pedreiro, pude ver que, da casa do vizinho, ele fazia gestos pra mim e se pegava na entreperna, marcando o pau dele contra a calça, o que me excitou pra caralho.
No dia seguinte, estava na cozinha de casa no meio da tarde, sem saber se subia ou não pro meu quarto, mas no final me decidi e subi. A janela continuava fechada, do jeito que eu tinha deixado de manhã, mas ainda não sabia se ia abrir ou não. Fiquei um tempão sentada na cama sem saber o que fazer, se ele ia cumprir a promessa de me dedurar ou se ia ficar só na conversa. Resolvi não dar esse gosto pra ele e deixei a janela fechada, mas mesmo assim isso não me impedia de fazer o que eu fazia toda tarde na minha cama.
Vesti algo confortável: uma tanga preta de algodão e lycra, meia-calça combinando com seu respectivo cinta-liga, por cima um corset curto com bojos para preencher, sandálias de salto médio e um roupão curto no mesmo tom. Comecei a folhear umas revistas que tinha conseguido há pouco tempo e eram minhas favoritas, já que eram de travestis e homens. Conforme virava as páginas, ia ficando cada vez mais excitado, olhava muito a abertura do cu das safadas quando eram penetradas e minha fantasia voava de novo. Não aguentei mais e peguei o consolo para começar a dilatar minha bunda com o gel lubrificante. Fiquei um tempo com meus dedos, enfiando e tirando um ou dois da minha bunda, até que aproximei a ponta do consolo da minha bunda e, com um gemido abafado, enfiei até a metade de uma só vez. Depois de alguns segundos de uma bombeada gostosa e prazerosa na minha bunda, sinto umas batidas na janela.
Não podia acreditar, o medo me paralisou, mas meus olhos não olharam pra janela, olharam pra revista e pra cara de prazer da safada que era penetrada com as pernas bem abertas e uma delas no ombro do amante. Minha excitação na hora não aguentou mais, olhei por uma das frestas e era ele mesmo batendo do outro lado. Levantei a cortina e, com um olhar safado, falei:
Entra, vai, espero que você goste de como eu tô.
Ele me olha e, sem acreditar, me disse:
Você é a puta mais gostosa que eu já vi, gata.
Não houve nenhuma palavra além de "ajoelha", e eu obedeci, sabendo o que ia receber. Quando ele abriu a braguilha e baixou a calça, ficando só de cueca, pude ver como se marcava no tecido fino um pau bem grande e grosso, pronto pra atacar. Eu já sabia o que ele queria, então não precisei ser implorada. Peguei o elástico da cueca, puxei pra baixo e tirei o pau da embalagem, que ficou duro na hora, apontando direto pra minha cara. Não demorei nem um segundo pra começar a masturbar ele e meter, entre beijos e chupadas, bem fundo na minha boca.
Continuei chupando de cima a baixo aquela ferramenta monstruosa entre seus gemidos abafados e as putarias que ele me dizia, tipo: que puta que você é, vou arrombar bem esse seu cu, vou partir esse seu rabo no meio, você vai sentir o que é uma pica dentro do seu cu e outras coisas que alguém podia falar naquele estado de tesão que minha língua e minha boca causavam nele. Eu tava aproveitando mais do que tinha imaginado nas minhas fantasias, a verdade é que era muito melhor do que só sonhar, sentia aquele gosto tão gostoso, a grossura e a textura da pele daquele pau, tudo me agradava em estar chupando ele.
Sentia como começava a sair aquele líquido pré-gozo que dava um gosto mais que gostoso, enquanto eu curtia aquela iguaria na minha boca dava pra ver a cara do meu homem mostrando um prazer que eu nem achava que podia dar. Parece que ele não aguentou mais porque tirou de dentro da minha boca e me mandou parar e virar, ficando de costas pra ele. Ele me pegou pelos ombros e começou a deslizar as mãos calejadas pelo meu corpo; passando com muito cuidado, descendo até minha cintura e parando um tempão ali; depois descendo as mãos até minha bunda, primeiro tocando por cima da calcinha e depois levantando ela e amassando minhas nádegas com muita força.
Quase escapavam suspiros de prazer só de sentir ele atrás de mim e passando a mão na minha bunda, me senti muito puta naquele momento e queria que ele me penetrasse na hora. Com uma mão, ele puxou de lado a tanga que eu tava usando pra sentir a entrada do meu cu já lubrificada e aberta. Ele sorriu e disse:
- Dá pra ver que você tava brincando igual no outro dia, né? Já tá com a buceta aberta, putinha.
Não houve mais palavras. Me inclinei sobre a cama e ele apontou o pau bem duro na entrada do meu cu, que ele continuava abrindo um pouco mais com dois dedos. Ele fazia tudo bem bruto, mas eu não sentia dor nem me importava muito com o jeito, porque tava muito quente e já tinha o cu bem dilatado. Não demorou muito pra eu sentir algo duro e quente se apoiando no meu buraco pra abrir ele de vez. Senti uma leve pontada quando ele começou a meter, e aí enfiou até o fundo, e eu caí de boca na cama.
Nem me deixou levantar um pouco, já tava enfiado nas minhas costas, metendo forte num vai e vem gostoso na minha buceta. Não conseguia nem me mexer na posição que fiquei, meu rabo tava todo exposto e empinado, recebendo do jeito certo o que eu sonhei por tanto tempo. Sentia as mãos dele segurando firme minha cintura e apertando com força minhas nádegas. Era um gemido atrás do outro desse macho que tava me fazendo de puta de um jeito impressionante, claro que eu já soltava sem vergonha nenhuma meus gemidos de prazer e exclamações de todo tipo, como:
Se papi, continua me dando assim, sou sua putinha, adoro sentir seu pau no meu cu, gosto muito do seu pau.
Ele obviamente me falava todo tipo de putaria que naquele momento me deixava com muito tesão. Não me deixou reagir do meu prazer, parou de me penetrar e virou meu corpo para que eu deitasse de costas na cama. Abriu minhas pernas e apoiou meus pés nos ombros dele, puxou mais um pouco minha calcinha fio dental para o lado, deixando meu pau preso nela, completamente duro.
Ele me segurou pelos tornozelos e começou a me penetrar de novo com muita vontade, enquanto com cara de safado tocava no meu pau por cima da tanga, me dizendo: "você não vai mais usar isso, agora você vai ser minha putinha e vai usar só seu cu pra foder." Eu tava mais que excitada e não tava nem aí pra usar meu pau naquele momento, sentia aquela rola linda entrando e saindo com força da minha bunda, e a única coisa que conseguia fazer era gemer de prazer. Parece que bombar com tanto tesão na minha bunda levou ele ao limite do orgasmo, porque eu senti aquela rola endurecer ainda mais dentro do meu cu. Não demorou muito pra eu sentir ele apertando minhas coxas com força e soltando o leite dele em espasmos dentro da minha bunda recém-estreada. Era muito gostoso ter a bunda cheia de porra que já começava a escorrer entre minhas pernas.
Ele se levanta e me disse: vai, gata, vai lavar essa buceta que ainda tenho meia hora pra te foder.
Pra mim, verdade seja dita, adorei a ideia de ser comida de novo, então não perdi tempo e, com todo cuidado, vesti uma calça larga e um moletom pra descer até o banheiro me lavar. Minha bunda pequena ardia um pouco, mas a verdade é que só pensava no macho que tava me esperando pra me dar outra dose do sexo dele. Me apressei e lavei bem minha rabeta pra subir pro meu quarto. Ele tava deitado na cama, esperando eu voltar pra dar outra dose da minha bunda, que pelo visto ele tinha curtido muito. Ele me encarou bem e falou:
Sabe que eu adoraria que você vestisse algo tipo colegial, tem saia de colégio? Isso me deixa muito excitado, gostosa.
Dei meu melhor sorriso e fui até meu guarda-roupa pegar uma minissaia de colegial e uma camisa branca bem curta. Mostrei pra ele e pude ver a cara de prazer dele, não demorei muito pra me arrumar de novo e me transformar numa colegial bem gostosa.
Não me maquiei muito e coloquei a mini escocesa e a camisa branca, umas meias com liga de renda brancas que ficaram um tesão e uns sapatos de salto médio pra completar o look. Mas o mais importante era uma calcinha fio dental branca de algodão e lycra que sumia no meio da minha bunda. Ele me pegou pelo braço e me deitou do lado dele na cama. Até então a gente não tinha feito nada, e ele segurou meu rosto pra me beijar com muita paixão enquanto com a outra mão levantava minha mini e começava a apalpar minha raba. Os dedos dele percorriam intensamente a entrada do meu cu já dilatado, eu sentia ele enfiar um ou dois dedos alternadamente e mexer de forma circular.
Essa massagem já tava me deixando muito excitado, porque meu pau tentava sem sucesso escapar da calcinha adolescente que eu tava usando. Com o braço que tava debaixo da minha cabeça, eu me agarrei no homem e girei meu corpo pra ficar de costas pra ele. Não esperei nada pra sentir ele levantar a minissaia e puxar minha calcinha pro lado.
Primeiro, apoiei o pau dele, que ainda estava lubrificado pelos restos de porra da primeira transa, peguei com a mão e comecei a passar de cima pra baixo pra lubrificar melhor meu cu. Depois, ele pegou uma das minhas pernas e levantou, deixando ainda mais exposta pra penetração. Não teve mais enrolação e senti aquela pica gostosa entrando de novo dentro de mim pra me dar prazer. Mas esse prazer foi dobrado, porque não só sentia a penetração daquela pica divina, como também me deliciava vendo pelo espelho que tava do lado da minha cama como ela entrava e saía de mim.
Era como estar assistindo e vivendo ao mesmo tempo um filme pornô, já que aquela penetração dava pra ver por completo, enquanto sentia o pau dele dentro de mim, apreciava a cena linda das minhas pernas enfiadas na meia-calça, a calcinha fio dental puxada pro lado, um dos meus pés no ar num vai e vem especial coroado com o salto alto, a mão dele segurando minha barriga enquanto a camisa com os botões abertos e o melhor: minha cara de prazer que parecia mais a de uma mulher gozando do que o que eu era até aquele momento. Os gemidos dele ficaram mais intensos e ele pediu que, antes de gozar, queria que eu montasse nele igual uma puta.
Não precisei ser convencida nem nada, subi em cima dele com uma perna de cada lado e minha bunda apontando pra aquela pica gostosa. Não esperei mais, nem ele, só desci o quadril e peguei o pau dele com a mão pra enfiar de uma vez no meu cu já bem dilatado. Sentei naquela rola e apoiei as mãos no peito dele pra continuar minha dose de sexo anal, subindo e descendo a bunda, deixando aquela ferramenta bruta de prazer me sodomizar do jeito que quisesse. Sentia ele entrando e saindo com muita facilidade e de vez em quando encostava na borda do meu cu pra ver como tava lubrificado e aberto. Ele me puxou de repente e me ajoelhei no chão, aquilo era um sinal do que vinha pela frente. Me pegou pelo cabelo, batendo uma pra aquela porra dura na altura da minha boca.
No tubo que pedir, só abri minha boca e em dois segundos já sentia quase me engasgando com aquele mar de porra que jorrou dentro de mim. Os primeiros jatos foram quase até minha garganta e o resto ficou na minha língua. Só consegui fechar a boca quando ele terminou de gozar e, me olhando com cara de safado, exigiu que eu engolisse toda a porra dele — coisa que, na real, eu já tava fazendo sem problema nenhum. Ainda tinha resto de esperma nos cantos da minha boca quando ele simplesmente vestiu a roupa, apertou meu queixo e balançou minha cara de um lado pro outro, dizendo que outra tarde ia voltar pra me comer se tivesse tempo.
Depois saiu pela janela, exatamente como tinha entrado. Resumindo, fiquei de joelhos no chão do meu quarto, sentindo minha buceta ainda pulsando pela dose pesada de pica que tinha levado, com restos de porra no meu rosto e na boca. Só consegui apreciar tudo muito melhor quando virei o rosto e vi minha imagem refletida no espelho. O que aquela imagem me dizia era que aquela não seria a última vez que eu faria papel de mulher pra um homem, porque só de me ver, peguei meu pau por cima da calcinha fio dental pra sentir como gozei de forma bestial. Agora não tinha só porra de outro homem dentro de mim; com um simples toque, consegui o melhor orgasmo da minha vida. Só me restava guardar tudo e limpar a bagunça, mas tinha valido a pena.
2 comentários - Sou muito promíscua