Pra te situar melhor, sou um homem hétero que, de vez em quando, queria ser um pouco mais experimental...
Dizem que, num nível evolutivo, existe um grau de bissexualidade em todo ser humano. Fico me perguntando se é isso que surge de vez em quando e gera essa curiosidade — não vou mentir, já me fez sentir, em mais de uma ocasião, o sangue fluir mais na minha virilha. Às vezes é meio constrangedor quando acontece em lugares públicos, tenho que procurar um banco ou assento, colocar um livro ou minha jaqueta no colo pra esconder o volume... (tenho certeza que algum observador ou observadora mais atento deve ter notado aquele espetáculo espontâneo, e quem sabe até mordido levemente o lábio, usando aquilo como material pras próprias fantasias).
Voltando ao assunto, esse desejo experimental tem aflorado mais agora, depois dos meus vinte anos, depois de ter provado os doces néctares de mais de uma dama, de ter compartilhado suores, gemidos e tremores em uníssono.
Tudo começou assim: foi um dia depois da academia, bem na hora de ir pro chuveiro. Eu estava suado, roupa molhada, dopamina lá em cima depois de um bom treino de peito e ombro — todo mundo sabe como a gente fica e se sente depois de malhar, como se fosse do Olimpo.
Tirei a roupa, coloquei uma toalha na cintura e fui pros chuveiros como todo mundo. À direita e à esquerda, caras como eu e como você, alguns com o físico trabalhado, outros normais, outros com uns quilinhos a perder — nada que já não se tenha visto num chuveiro de academia. Naquele dia, era especialmente tarde, já iam fechar a academia, e eu era um dos poucos que ainda estavam lá. Éramos três pessoas, incluindo eu. Dois deles eram amigos e foram embora juntos, se gabando de com quem tinham passado a noite anterior. E aí fiquei eu, tomando banho sozinho. Estava curtindo o banho, a água morna caindo no meu rosto e descendo até meus pés. De repente, ouço que... Entra outra pessoa. Eu ouvia o som aquoso das sandálias dela. Era um homem particularmente alto, um pouco acima do peso, mas que me encarou fixamente. Ele foi para o chuveiro que ficava na diagonal do meu. Não pensei nada naquele momento e continuei na minha, passando as mãos com sabão e espuma, comecei a me esfregar nos braços, no peito, no abdômen. Quando estava prestes a descer para ensaboar minha buceta, ouvi uma espécie de grunhido... Isso me desconcertou um pouco, mas continuei. Passei as mãos entre o colo do meu pau, enquanto a outra mão esfregava suavemente minhas bolas, e novamente o grunhido, mas dessa vez foi menos discreto. Me inclinei levemente com os olhos entreabertos, fingindo que a água não me deixava ver, e percebi que o homem que tinha entrado estava se masturbando enquanto eu tomava banho. Essa sensação foi muito particular, porque por um lado não me senti invadido ou violentado, foi como me sentir lisonjeado por aquela pessoa me achar atraente. Foi muito estranho, mas ao mesmo tempo começou a me excitar, e então decidi brincar um pouco com a ideia.
Me virei e, sabendo que estava de costas para ele, comecei a ensaboar as pernas, as coxas e minha bunda. Novamente aquele grunhido, ainda mais forte que da última vez. Senti naquele momento como meu pau pulsava, podia sentir ele se alongando. Então, novamente, fiquei de frente para ele, fechei os olhos, levantei as duas mãos e comecei a ensaboar meu cabelo. Esfregava meu cabelo com firmeza, espuma e água respingavam, o sabão escorria. Abri um dos olhos e podia ver como o homem percorria com o olhar o sabão que descia primeiro pelas minhas mãos, depois pelos meus braços, meu peito, meu tronco, e quando o sabão chegou no meu membro, um sorriso se desenhou no rosto dele. Pude ver a luxúria dele, era como sentir que o olhar dele acariciava meu pau alongado. Me senti tão excitado, não ia conseguir segurar a ereção que vinha...
Imediatamente, fechei o registro da água quente. O jato de água fria me fez estremecer. Sem querer, vi que aquilo fez ele levantar o olhar de repente e fazer uma careta pervertida. Aquele jato de água fria fez meu corpo inteiro se arrepiar, mas o que mais se destacava eram meus mamilos, que estavam contraídos, duros e pontudos como duas pequenas bolinhas rosadas. O olhar dele durou uns segundos, e ele baixou os olhos de novo, tentando ver meu pau. Naquele momento, pensei: a sensação de ser objeto de desejo desse estranho é deliciosa! Parecia que meu jogo perverso estava funcionando perfeitamente. Outro grunhido dele confirmou isso. A água e o sabão já tinham escorrido pelo ralo do chão, e eu estava lá, molhado, úmido, com meu pau prestes a subir feito uma bandeira. Antes que isso acontecesse, peguei a toalha, enrolei na cintura e saí do banheiro como se não tivesse notado nada do que aquele cara fazia enquanto me via tomando banho.
Enquanto caminhava até os vestiários, a ereção foi diminuindo. Fui me recompondo e, quando cheguei no meu armário, todas aquelas sensações tinham desaparecido. O experimento tinha terminado. Foi satisfatório e, mais ainda, me deixou muito mais excitado do que eu imaginava.
Voltei pra casa e, deitado na cama, fechei os olhos para reviver aquele momento tão gostoso. Agora era eu quem se tocava, imaginando o quanto tinha excitado aquele sujeito. No fim, acho que, se teve algo em comum naquela noite, foi que nós dois grunhimos.
Depois dessa experiência, decidi levar meu experimento ao próximo nível. Mas essa é outra história…
FIM
Dizem que, num nível evolutivo, existe um grau de bissexualidade em todo ser humano. Fico me perguntando se é isso que surge de vez em quando e gera essa curiosidade — não vou mentir, já me fez sentir, em mais de uma ocasião, o sangue fluir mais na minha virilha. Às vezes é meio constrangedor quando acontece em lugares públicos, tenho que procurar um banco ou assento, colocar um livro ou minha jaqueta no colo pra esconder o volume... (tenho certeza que algum observador ou observadora mais atento deve ter notado aquele espetáculo espontâneo, e quem sabe até mordido levemente o lábio, usando aquilo como material pras próprias fantasias).
Voltando ao assunto, esse desejo experimental tem aflorado mais agora, depois dos meus vinte anos, depois de ter provado os doces néctares de mais de uma dama, de ter compartilhado suores, gemidos e tremores em uníssono.
Tudo começou assim: foi um dia depois da academia, bem na hora de ir pro chuveiro. Eu estava suado, roupa molhada, dopamina lá em cima depois de um bom treino de peito e ombro — todo mundo sabe como a gente fica e se sente depois de malhar, como se fosse do Olimpo.
Tirei a roupa, coloquei uma toalha na cintura e fui pros chuveiros como todo mundo. À direita e à esquerda, caras como eu e como você, alguns com o físico trabalhado, outros normais, outros com uns quilinhos a perder — nada que já não se tenha visto num chuveiro de academia. Naquele dia, era especialmente tarde, já iam fechar a academia, e eu era um dos poucos que ainda estavam lá. Éramos três pessoas, incluindo eu. Dois deles eram amigos e foram embora juntos, se gabando de com quem tinham passado a noite anterior. E aí fiquei eu, tomando banho sozinho. Estava curtindo o banho, a água morna caindo no meu rosto e descendo até meus pés. De repente, ouço que... Entra outra pessoa. Eu ouvia o som aquoso das sandálias dela. Era um homem particularmente alto, um pouco acima do peso, mas que me encarou fixamente. Ele foi para o chuveiro que ficava na diagonal do meu. Não pensei nada naquele momento e continuei na minha, passando as mãos com sabão e espuma, comecei a me esfregar nos braços, no peito, no abdômen. Quando estava prestes a descer para ensaboar minha buceta, ouvi uma espécie de grunhido... Isso me desconcertou um pouco, mas continuei. Passei as mãos entre o colo do meu pau, enquanto a outra mão esfregava suavemente minhas bolas, e novamente o grunhido, mas dessa vez foi menos discreto. Me inclinei levemente com os olhos entreabertos, fingindo que a água não me deixava ver, e percebi que o homem que tinha entrado estava se masturbando enquanto eu tomava banho. Essa sensação foi muito particular, porque por um lado não me senti invadido ou violentado, foi como me sentir lisonjeado por aquela pessoa me achar atraente. Foi muito estranho, mas ao mesmo tempo começou a me excitar, e então decidi brincar um pouco com a ideia.
Me virei e, sabendo que estava de costas para ele, comecei a ensaboar as pernas, as coxas e minha bunda. Novamente aquele grunhido, ainda mais forte que da última vez. Senti naquele momento como meu pau pulsava, podia sentir ele se alongando. Então, novamente, fiquei de frente para ele, fechei os olhos, levantei as duas mãos e comecei a ensaboar meu cabelo. Esfregava meu cabelo com firmeza, espuma e água respingavam, o sabão escorria. Abri um dos olhos e podia ver como o homem percorria com o olhar o sabão que descia primeiro pelas minhas mãos, depois pelos meus braços, meu peito, meu tronco, e quando o sabão chegou no meu membro, um sorriso se desenhou no rosto dele. Pude ver a luxúria dele, era como sentir que o olhar dele acariciava meu pau alongado. Me senti tão excitado, não ia conseguir segurar a ereção que vinha...
Imediatamente, fechei o registro da água quente. O jato de água fria me fez estremecer. Sem querer, vi que aquilo fez ele levantar o olhar de repente e fazer uma careta pervertida. Aquele jato de água fria fez meu corpo inteiro se arrepiar, mas o que mais se destacava eram meus mamilos, que estavam contraídos, duros e pontudos como duas pequenas bolinhas rosadas. O olhar dele durou uns segundos, e ele baixou os olhos de novo, tentando ver meu pau. Naquele momento, pensei: a sensação de ser objeto de desejo desse estranho é deliciosa! Parecia que meu jogo perverso estava funcionando perfeitamente. Outro grunhido dele confirmou isso. A água e o sabão já tinham escorrido pelo ralo do chão, e eu estava lá, molhado, úmido, com meu pau prestes a subir feito uma bandeira. Antes que isso acontecesse, peguei a toalha, enrolei na cintura e saí do banheiro como se não tivesse notado nada do que aquele cara fazia enquanto me via tomando banho.
Enquanto caminhava até os vestiários, a ereção foi diminuindo. Fui me recompondo e, quando cheguei no meu armário, todas aquelas sensações tinham desaparecido. O experimento tinha terminado. Foi satisfatório e, mais ainda, me deixou muito mais excitado do que eu imaginava.
Voltei pra casa e, deitado na cama, fechei os olhos para reviver aquele momento tão gostoso. Agora era eu quem se tocava, imaginando o quanto tinha excitado aquele sujeito. No fim, acho que, se teve algo em comum naquela noite, foi que nós dois grunhimos.
Depois dessa experiência, decidi levar meu experimento ao próximo nível. Mas essa é outra história…
FIM
1 comentários - Parte 1 Experimental