Naquele momento, pensei que devia estar muito louco pra me atrever a entrar escondido na casa da minha vizinha quando ela não estava e fuçar no cesto de roupa suja atrás da calcinha dela. É verdade que ter sentido aquela fragrância deliciosa (aquele néctar grosso que jorrou de dentro dela quando explodiu num orgasmo forte do qual pude ser testemunha e espião) valeu totalmente a pena, pelo menos na hora. A loucura foi tão forte que não consegui me segurar de lamber o pano úmido manchado por aquele fluxo. A sensação de êxtase foi abruptamente interrompida quando ouvi que minha vizinha tinha chegado em casa. Inconscientemente, sem saber o que fazer, enfiei a peça no bolso e pulei o muro que separa minha casa da dela, achando que tinha escapado por pouco da situação. Mas quando, umas horas depois, depois de ter saído pra tomar um ar, descobri que a peça tinha caído em algum lugar da minha própria casa, quis me matar. Ainda por cima, quando chego, encontro minha mulher conversando com minha vizinha. Pensei que minha aventura tinha chegado ao fim.
Fui pego em flagrante.
Era um ladrão de calcinhas. Pra piorar, minha vizinha é uma guria que mal deve ter 20 anos. O que eu podia dizer pra me defender? O que a Andrea, minha mulher, ia pensar da situação? 20 anos temos nós de relacionamento, dois filhos, uma vida inteira juntos.
O pior é que a vizinha é indiscutivelmente um tesão, uma gostosa. Olha! Com isso não quero comparar a Andrea com minha vizinha. A minha mulher ainda me excita tanto ou mais que no primeiro dia. Física e mentalmente, ela me estimula como ninguém. Por algo em todos esses anos nunca precisei tentar nada por fora. Mas então o que tava rolando comigo e minha vizinha? Zoe.
“Zoe”, ela se apresentou pra mim com um sorriso, uma piscadinha, e me mostrando a calcinha (escondida nas mãos) que eu tinha roubado dela e que ela recuperou na minha própria casa. Naquele momento, não tinha certeza se entendia o que tava rolando e tive que agir com muita cautela. Será que minha mulher sabia de alguma coisa? Ou não?
Por pouco não entendi que minha mulher não sabia de nada, mas minha vizinha sabia. E com aquele sorriso meigo e safado dela, estava me deixando claro. O que ela queria? Me chantagear?
Ao se despedir, insinuou que precisava tomar banho e fazer outras coisas depois. O que quis dizer com isso? Sabia que eu tinha espionado ela? Estava me provocando pra eu espiar ela essa noite?
Eu não conseguia acreditar no que tava rolando. Minha mulher foi abrir a porta pra minha vizinha, que se despediu de mim dizendo: “Boa noite, senhor”. Ha! Senhor ela me chamava! Que filha da puta!
Esperei minha mulher voltar. Ainda achava que ela ia armar um puta barraco, mas não. Com um sorriso, ela fala: - A vizinha é gente boa. Você conhecia ela?
Eu: - Não. Não, nunca tinha visto ela.
Andrea: - Verdade que ela é uma gostosa, além de muito simpática. Parece que se mudou faz pouco, bem antes da quarentena.
Eu: Ah. É mesmo?
Andrea: E que rabo ela tem, hein! Viu?
Eu: Não. Não vi direito. Ela era bonita?
Andrea (rindo): Fala sério, claro que você não olhou…
E depois a gente falou sobre o que ela tinha trazido do mercado e o que ia fazer pro jantar. Eu tava feliz que não tinha dado nenhuma treta.
Mas também tava me corroendo por dentro pensar que minha vizinha sabia que eu espiava ela. Mais louco ainda era pensar que não só sabia, como ela mesma aprovava. O tempo todo até a gente terminar de jantar, não conseguia tirar da cabeça que ela ia estar esperando eu espiar ela essa noite. E a vontade que eu tava sentindo… Mas como ia fazer? Não podia simplesmente falar pra minha mulher que ia um tempinho no terraço. Ia me entregar de bandeja. Não. Como fazer? Que desespero!
Tanto quebrar a cabeça e no final as coisas se ajeitaram sozinhas. Depois do jantar, minha mulher fala: - Amor, você não fica bravo se eu subir pra tomar um banho de imersão? Quero relaxar um pouco, tô meio tensa.
Claro que não tinha problema, total eu ia ver um episódio de alguma coisa na TV. Vai tranquila" — falei. E fiquei ansioso, lá embaixo, esperando ela entrar no banho pra poder subir pro terraço. Cinco minutos depois, subo e escuto que ela já tava lá dentro, então aproveito pra sair na sacada e seguir pro terraço. Tava ansioso como nunca.
Assim que chego, vejo ela. Linda. Radiante. Totalmente nua. Tinha deixado as cortinas abertas pra eu poder ver ela por inteiro. Aí entendi que ela tava experimentando roupa. Roupa íntima. Na real, só trocava as tangas. Parada na frente do espelho, se olhava de frente, de lado, e depois dava uma ou duas voltas pra se exibir completa. Quando no giro ela olhava pra fora, sorria e mordia a boca, ou mostrava a língua um pouco, ou piscava um olho... Colocava uma calcinha branca de algodão comum e depois uma thong vermelha bem cavada. Depois outra thong preta bem guerreira e por aí vai. Me deixou besta. Não sei se não tava babando de verdade... Via o movimento dos peitos dela ao girar e queria me jogar pra lá.
Aí começou a melhor parte. Depois de escolher um conjunto violeta que deixou vestido, ela começou a dançar. Primeiro suave, sensual. Se acariciava o corpo, os peitos, as pernas, a raba. Depois forte, rebolava de um jeito... muito sexual. Como ela mexia a bunda, meu deus! Me levava nos movimentos ao extremo de desejar sentir ela assim, rebolando em cima de mim, com meu pau bem metido dentro dela.
A porra do pau tava explodindo, não aguentava mais. Tive que soltar ele.
Ela se acomodou na cama, pronta pra se tocar pra mim mais uma vez. Via como a mão dela se enfiava e se mexia entre o tecido e a buceta dela. Eu também me apertava forte. Ela tirou a calcinha violeta e jogou na direção da janela, como se fosse pra mim. Fez isso rindo. Cúmplice. Acenando com uma mão e com a outra se abrindo a pussy pra eu olhar. Uma pussy que brilhava de tão molhada de tesão. Eu sorri também e comecei a passar a mão no meu pau.
Mas aí... Nesse momento, meu celular toca. Era o toque que indicava que a Andrea tinha me mandado mensagem. "Onde você está? Já tomei banho. Tô te esperando..." E junto com a mensagem, ela manda uma foto da buceta dela, toda quente e brilhosa. Puta que pariu! Minha vizinha começava a gozar e eu tinha que descer rápido. Melhor salvar a situação pra poder repetir, pensei. Desci pro quarto e encontro a Andrea, de camisola curta que deixava transparecer uns bicos durinhos, vindo de baixo e me diz: - Onde você tava? Pensei que tivesse vendo TV-. Inventei que tava na sacada, que tinha sentado e cochilado. Ela me empurra na cama e fala: - Ah é? ... Então acorda agora que eu quero te foder, tô com tesão-. Enquanto fala isso, ela se joga em cima de mim e coloca dois dedos no meu nariz: - Sente - ela diz - Fiquei me "relaxando" no banheiro-. E então eu consigo sentir aquele cheirinho salgado que fica nos dedos quando brincam bem fundo dentro de uma buceta. Respiro fundo e saboreio, ela coloca os dedos na minha boca e eu chupo com gosto. Aí ela vira e senta na minha cara, enfiando a buceta inteira na minha boca. E eu começo a chupar ela. E ela começa a gemer. Tá com tesão e eu sei que não vai durar muito, brinco com a língua, com os lábios, até com o nariz. Ela se inclina pra frente e pega na minha pica, aperta, se estica pra alcançar com a boca e enfia inteira, mordendo de leve enquanto sinto os tremores do corpo dela por causa do orgasmo que ela tá tendo. Ela desaba em cima de mim exausta, mas logo recupera a energia e fala: - Agora me fode! Eu queria esperar ela se recuperar pra gozar junto e falei: - Espera, espera-. É que eu tava com a pica muito quente depois de tudo que tinha rolado. Mas ela me entendeu errado e disse, brincando: - O que foi? Não quer me foder? Se não quer me foder, hoje, não tô nem aí. Vamos brincar. Quem você quer foder? A Sol Perez? Qual famosa você quer que eu seja? - (diz apertando os peitos) - Ou quer que eu seja sua prima? Aquela que te deixou todo excitado. Ou... já sei... A vizinha nova! Nossa, essa você gostou. Seu pau ficou duro na hora, seu safado!
Ela falava isso e me olhava direto nos olhos. Eu não consegui me segurar. Quando ela mencionou a vizinha, meu corpo reagiu.
Ela se ajoelhou na ponta da cama, me encarando de frente. Pegou meu pau e passou a língua nele, como se estivesse lambendo um sorvete. Ela ria e dizia: - Ah, mas que pervertido você é no fundo! Sabe o quê? Hoje vou ser sua garota...
Eu não sabia o que fazer, mas a situação me dava muito tesão.
- Senhor, sempre quis um homem maduro que me ensinasse direito. Assim o senhor gosta? Tô fazendo bem? – dizia enquanto brincava com meu pau enfiado até a metade na boca.
Tudo que ela dizia e fazia me deixava alucinado. As caras que fazia, a atitude que tomava. De repente, eu não via mais minha mulher. Eu via ela. A Zoe. Minha vizinha. Via o rosto dela, os peitos, os lábios, a bunda. Mal conseguia me conter.
Andrea continuava no jogo. Não parecia brava ou incomodada, pelo contrário. Dava pra ver que ela estava com tesão, excitada também.
Depois de brincar um pouco com a mão e a boca, ela se levanta e vira. Vira de costas pra mim. Fica de quatro na cama. Levanta a bunda e diz: - Senhor, o senhor poderia desvirginar minha bunda? -. E depois, fechando os olhinhos e fazendo biquinho, diz: - Por favor, senhor...
A situação me dominava, eu não ligava pra mais nada. Levantei de impulso e encostei a ponta do pau na bunda dela. Ela puxa as nádegas, aumentando o buraco, me convidando a penetrar. Seguindo o jogo, ela dizia: - devagarzinho, por favor, vai doer. - E eu, completamente louco, enfio de uma vez e digo: - Você gosta, Zoe? Gosta, sua puta? Sente, sente como eu desvirgino seu cu. – E enfiava o pau com força até o fundo, que, como não estava bem lubrificado, dava pra sentir que arranhava um pouco, mas eu não ligava pra nada. A cara da Andrea mudou um pouco naquele momento. Não sei se ela se chocou. que ela se chamasse Zoe, ou doía por ela ter enfiado o pau tão selvagemente. Mas eu não parava de bombar a bunda dela, sem dar a mínima. Eu tava comendo a Zoe, tava comendo gostoso aquela mina. Por puta. Por me deixar tão excitado. Era o que ela queria, no fim das contas. Era o que eu queria.
Quando me dou conta, minha mulher gritava como uma louca: - Sim. Sou sua puta. Sua puta. Me come assim. Assim, vizinho…- Ela tava gozando, embora desse pra ver que também tava doendo. Eu tava segurando ela firme pela cintura e tinha a pica totalmente enfiada lá dentro, e mesmo assim fazia força pra entrar mais. Nem ela nem eu conseguimos mais nos segurar e na hora eu soltei o leite nela, senti vários jatos dispararem lá dentro, e a cada jato que soltava eu enfiava com força mais uma vez.
Aquela noite eu não conseguia dormir. Fiquei muito pilhado com a experiência. Minha mulher já tava dormindo há um tempão e eu virava na cama. A verdade é que o que aconteceu naquela noite, em vez de me acalmar, me deixou ainda mais tesudo pela minha vizinha. Mas não podia falhar com a Andrea desse jeito. Minha mulher é ouro puro, não posso me dar ao luxo de perdê-la, ainda mais por uma mina. Tinha que dar um jeito de cortar essa merda. No fim, eu sou um cara de quarenta e minha vizinha podia até ser minha filha…
Levantei e fui pra sacada tomar um ar. Do outro lado do muro, dava pra ver que as luzes já estavam apagadas. Ficava me perguntando como essa história ia terminar, e então vejo que tem algo largado ali, pendurado numa planta na sacada. O que é isso? Chego perto e descubro uma saquinho enganchado na planta. Abro e dentro encontro uma calcinha violeta e um bilhete:
“Aqui te deixo a calcinha que escolhi pra você. Passei bem na buceta depois do gozo pra deixar o gosto. Me viu? Tô morrendo de vontade de provar seu leite. Me adiciona…” E deixava o número do celular dela.
O pau explodia dentro da calça....
Continúa acá:
https://poringa.net/posts/relatos/3737694/La-bombacha-caliente-de-mi-vecinita.html
El principio de ésta historia:
Parte 1
https://poringa.net/posts/relatos/3700478/Las-bombachas-de-mi-vecina.html
Parte 2
https://poringa.net/posts/relatos/3709881/El-olor-de-la-bombacha-de-mi-vecinita.html
Otros relatos en:
https://m.poringa.net/martinfcd/posts
Fui pego em flagrante.
Era um ladrão de calcinhas. Pra piorar, minha vizinha é uma guria que mal deve ter 20 anos. O que eu podia dizer pra me defender? O que a Andrea, minha mulher, ia pensar da situação? 20 anos temos nós de relacionamento, dois filhos, uma vida inteira juntos.
O pior é que a vizinha é indiscutivelmente um tesão, uma gostosa. Olha! Com isso não quero comparar a Andrea com minha vizinha. A minha mulher ainda me excita tanto ou mais que no primeiro dia. Física e mentalmente, ela me estimula como ninguém. Por algo em todos esses anos nunca precisei tentar nada por fora. Mas então o que tava rolando comigo e minha vizinha? Zoe.
“Zoe”, ela se apresentou pra mim com um sorriso, uma piscadinha, e me mostrando a calcinha (escondida nas mãos) que eu tinha roubado dela e que ela recuperou na minha própria casa. Naquele momento, não tinha certeza se entendia o que tava rolando e tive que agir com muita cautela. Será que minha mulher sabia de alguma coisa? Ou não?
Por pouco não entendi que minha mulher não sabia de nada, mas minha vizinha sabia. E com aquele sorriso meigo e safado dela, estava me deixando claro. O que ela queria? Me chantagear?
Ao se despedir, insinuou que precisava tomar banho e fazer outras coisas depois. O que quis dizer com isso? Sabia que eu tinha espionado ela? Estava me provocando pra eu espiar ela essa noite?
Eu não conseguia acreditar no que tava rolando. Minha mulher foi abrir a porta pra minha vizinha, que se despediu de mim dizendo: “Boa noite, senhor”. Ha! Senhor ela me chamava! Que filha da puta!
Esperei minha mulher voltar. Ainda achava que ela ia armar um puta barraco, mas não. Com um sorriso, ela fala: - A vizinha é gente boa. Você conhecia ela?
Eu: - Não. Não, nunca tinha visto ela.
Andrea: - Verdade que ela é uma gostosa, além de muito simpática. Parece que se mudou faz pouco, bem antes da quarentena.
Eu: Ah. É mesmo?
Andrea: E que rabo ela tem, hein! Viu?
Eu: Não. Não vi direito. Ela era bonita?
Andrea (rindo): Fala sério, claro que você não olhou…
E depois a gente falou sobre o que ela tinha trazido do mercado e o que ia fazer pro jantar. Eu tava feliz que não tinha dado nenhuma treta.
Mas também tava me corroendo por dentro pensar que minha vizinha sabia que eu espiava ela. Mais louco ainda era pensar que não só sabia, como ela mesma aprovava. O tempo todo até a gente terminar de jantar, não conseguia tirar da cabeça que ela ia estar esperando eu espiar ela essa noite. E a vontade que eu tava sentindo… Mas como ia fazer? Não podia simplesmente falar pra minha mulher que ia um tempinho no terraço. Ia me entregar de bandeja. Não. Como fazer? Que desespero!
Tanto quebrar a cabeça e no final as coisas se ajeitaram sozinhas. Depois do jantar, minha mulher fala: - Amor, você não fica bravo se eu subir pra tomar um banho de imersão? Quero relaxar um pouco, tô meio tensa.
Claro que não tinha problema, total eu ia ver um episódio de alguma coisa na TV. Vai tranquila" — falei. E fiquei ansioso, lá embaixo, esperando ela entrar no banho pra poder subir pro terraço. Cinco minutos depois, subo e escuto que ela já tava lá dentro, então aproveito pra sair na sacada e seguir pro terraço. Tava ansioso como nunca.
Assim que chego, vejo ela. Linda. Radiante. Totalmente nua. Tinha deixado as cortinas abertas pra eu poder ver ela por inteiro. Aí entendi que ela tava experimentando roupa. Roupa íntima. Na real, só trocava as tangas. Parada na frente do espelho, se olhava de frente, de lado, e depois dava uma ou duas voltas pra se exibir completa. Quando no giro ela olhava pra fora, sorria e mordia a boca, ou mostrava a língua um pouco, ou piscava um olho... Colocava uma calcinha branca de algodão comum e depois uma thong vermelha bem cavada. Depois outra thong preta bem guerreira e por aí vai. Me deixou besta. Não sei se não tava babando de verdade... Via o movimento dos peitos dela ao girar e queria me jogar pra lá.
Aí começou a melhor parte. Depois de escolher um conjunto violeta que deixou vestido, ela começou a dançar. Primeiro suave, sensual. Se acariciava o corpo, os peitos, as pernas, a raba. Depois forte, rebolava de um jeito... muito sexual. Como ela mexia a bunda, meu deus! Me levava nos movimentos ao extremo de desejar sentir ela assim, rebolando em cima de mim, com meu pau bem metido dentro dela.
A porra do pau tava explodindo, não aguentava mais. Tive que soltar ele.
Ela se acomodou na cama, pronta pra se tocar pra mim mais uma vez. Via como a mão dela se enfiava e se mexia entre o tecido e a buceta dela. Eu também me apertava forte. Ela tirou a calcinha violeta e jogou na direção da janela, como se fosse pra mim. Fez isso rindo. Cúmplice. Acenando com uma mão e com a outra se abrindo a pussy pra eu olhar. Uma pussy que brilhava de tão molhada de tesão. Eu sorri também e comecei a passar a mão no meu pau.
Mas aí... Nesse momento, meu celular toca. Era o toque que indicava que a Andrea tinha me mandado mensagem. "Onde você está? Já tomei banho. Tô te esperando..." E junto com a mensagem, ela manda uma foto da buceta dela, toda quente e brilhosa. Puta que pariu! Minha vizinha começava a gozar e eu tinha que descer rápido. Melhor salvar a situação pra poder repetir, pensei. Desci pro quarto e encontro a Andrea, de camisola curta que deixava transparecer uns bicos durinhos, vindo de baixo e me diz: - Onde você tava? Pensei que tivesse vendo TV-. Inventei que tava na sacada, que tinha sentado e cochilado. Ela me empurra na cama e fala: - Ah é? ... Então acorda agora que eu quero te foder, tô com tesão-. Enquanto fala isso, ela se joga em cima de mim e coloca dois dedos no meu nariz: - Sente - ela diz - Fiquei me "relaxando" no banheiro-. E então eu consigo sentir aquele cheirinho salgado que fica nos dedos quando brincam bem fundo dentro de uma buceta. Respiro fundo e saboreio, ela coloca os dedos na minha boca e eu chupo com gosto. Aí ela vira e senta na minha cara, enfiando a buceta inteira na minha boca. E eu começo a chupar ela. E ela começa a gemer. Tá com tesão e eu sei que não vai durar muito, brinco com a língua, com os lábios, até com o nariz. Ela se inclina pra frente e pega na minha pica, aperta, se estica pra alcançar com a boca e enfia inteira, mordendo de leve enquanto sinto os tremores do corpo dela por causa do orgasmo que ela tá tendo. Ela desaba em cima de mim exausta, mas logo recupera a energia e fala: - Agora me fode! Eu queria esperar ela se recuperar pra gozar junto e falei: - Espera, espera-. É que eu tava com a pica muito quente depois de tudo que tinha rolado. Mas ela me entendeu errado e disse, brincando: - O que foi? Não quer me foder? Se não quer me foder, hoje, não tô nem aí. Vamos brincar. Quem você quer foder? A Sol Perez? Qual famosa você quer que eu seja? - (diz apertando os peitos) - Ou quer que eu seja sua prima? Aquela que te deixou todo excitado. Ou... já sei... A vizinha nova! Nossa, essa você gostou. Seu pau ficou duro na hora, seu safado!
Ela falava isso e me olhava direto nos olhos. Eu não consegui me segurar. Quando ela mencionou a vizinha, meu corpo reagiu.
Ela se ajoelhou na ponta da cama, me encarando de frente. Pegou meu pau e passou a língua nele, como se estivesse lambendo um sorvete. Ela ria e dizia: - Ah, mas que pervertido você é no fundo! Sabe o quê? Hoje vou ser sua garota...
Eu não sabia o que fazer, mas a situação me dava muito tesão.
- Senhor, sempre quis um homem maduro que me ensinasse direito. Assim o senhor gosta? Tô fazendo bem? – dizia enquanto brincava com meu pau enfiado até a metade na boca.
Tudo que ela dizia e fazia me deixava alucinado. As caras que fazia, a atitude que tomava. De repente, eu não via mais minha mulher. Eu via ela. A Zoe. Minha vizinha. Via o rosto dela, os peitos, os lábios, a bunda. Mal conseguia me conter.
Andrea continuava no jogo. Não parecia brava ou incomodada, pelo contrário. Dava pra ver que ela estava com tesão, excitada também.
Depois de brincar um pouco com a mão e a boca, ela se levanta e vira. Vira de costas pra mim. Fica de quatro na cama. Levanta a bunda e diz: - Senhor, o senhor poderia desvirginar minha bunda? -. E depois, fechando os olhinhos e fazendo biquinho, diz: - Por favor, senhor...
A situação me dominava, eu não ligava pra mais nada. Levantei de impulso e encostei a ponta do pau na bunda dela. Ela puxa as nádegas, aumentando o buraco, me convidando a penetrar. Seguindo o jogo, ela dizia: - devagarzinho, por favor, vai doer. - E eu, completamente louco, enfio de uma vez e digo: - Você gosta, Zoe? Gosta, sua puta? Sente, sente como eu desvirgino seu cu. – E enfiava o pau com força até o fundo, que, como não estava bem lubrificado, dava pra sentir que arranhava um pouco, mas eu não ligava pra nada. A cara da Andrea mudou um pouco naquele momento. Não sei se ela se chocou. que ela se chamasse Zoe, ou doía por ela ter enfiado o pau tão selvagemente. Mas eu não parava de bombar a bunda dela, sem dar a mínima. Eu tava comendo a Zoe, tava comendo gostoso aquela mina. Por puta. Por me deixar tão excitado. Era o que ela queria, no fim das contas. Era o que eu queria.
Quando me dou conta, minha mulher gritava como uma louca: - Sim. Sou sua puta. Sua puta. Me come assim. Assim, vizinho…- Ela tava gozando, embora desse pra ver que também tava doendo. Eu tava segurando ela firme pela cintura e tinha a pica totalmente enfiada lá dentro, e mesmo assim fazia força pra entrar mais. Nem ela nem eu conseguimos mais nos segurar e na hora eu soltei o leite nela, senti vários jatos dispararem lá dentro, e a cada jato que soltava eu enfiava com força mais uma vez.
Aquela noite eu não conseguia dormir. Fiquei muito pilhado com a experiência. Minha mulher já tava dormindo há um tempão e eu virava na cama. A verdade é que o que aconteceu naquela noite, em vez de me acalmar, me deixou ainda mais tesudo pela minha vizinha. Mas não podia falhar com a Andrea desse jeito. Minha mulher é ouro puro, não posso me dar ao luxo de perdê-la, ainda mais por uma mina. Tinha que dar um jeito de cortar essa merda. No fim, eu sou um cara de quarenta e minha vizinha podia até ser minha filha…
Levantei e fui pra sacada tomar um ar. Do outro lado do muro, dava pra ver que as luzes já estavam apagadas. Ficava me perguntando como essa história ia terminar, e então vejo que tem algo largado ali, pendurado numa planta na sacada. O que é isso? Chego perto e descubro uma saquinho enganchado na planta. Abro e dentro encontro uma calcinha violeta e um bilhete:
“Aqui te deixo a calcinha que escolhi pra você. Passei bem na buceta depois do gozo pra deixar o gosto. Me viu? Tô morrendo de vontade de provar seu leite. Me adiciona…” E deixava o número do celular dela.
O pau explodia dentro da calça....

Continúa acá:
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El principio de ésta historia:
Parte 1
https://poringa.net/posts/relatos/3700478/Las-bombachas-de-mi-vecina.html
Parte 2
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Otros relatos en:
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6 comentários - O gosto da calcinha da minha vizinha
La vecina esta atrevida a regalar su calentura...
Esperamos la otra parte..saludos
Pd: Así me imagino a la veci... Que dicho sea de paso, esta bebu tiene 22. La visualizo a ella en cada lectura, jajja. Soñar no cuesta nada.
A