O Cabezão 2

Convenci meu marido a levar o amigo dele pra jantar no sábado............... Passei a semana toda dolorida, mas feliz. Meu marido me comeu no domingo, quando ele tá de ressaca, o pau dele fica bem duro e eu aproveito. É de bom tamanho, mas nada a ver com o amigo dele. Tava bem dolorida, mas só de pensar no amigo dele como me encheu, já ficava com o cuzinho ardendo de tesão. Muito empolgada, esperei o sábado chegar. Preparei o jantar e me arrumei, vestindo umas leggings brancas com uma tanga de renda da mesma cor, blusa transparente cinza, um sutiã meia-taça que realça bem meus peitos e umas sandálias. Lá pelas oito da noite eles chegaram, e meu marido, ao me ver, disse: "Ah, caralho, temos festa?" Eu: "Não, amor, sabe que me arrumo pra você." O amigo dele me cumprimentou, e eu sorri pra ele. Falei pra eles irem pra mesa jantar, e eu fui pegar as coisas na cozinha. Ouvi meu marido dizendo: "Pô, não tirei a sorte grande com a minha mulher? Ela tem tudo e me trata que nem um rei." Ele: "É, espero encontrar uma assim." Comecei a servir o jantar, e o amigo dele não tirava os olhos da minha bunda. Jantamos, e depois, na conversa, eu perguntei pro amigo dele: "Já não mora mais com a sua esposa?" Ele: "Não, faz três meses que nos separamos." Meu marido: "Pô, amor, se você soubesse..." Eu, como se não soubesse, falei pro meu marido: "E você, como sabe?" Meu marido: "Bom, melhor ele te contar." Ele: "Só por falta de compatibilidade." Meu marido: "Haha, pois é, se é que se chama assim." Eu: "Fica à vontade, pode contar, ou não quer?" Meu marido começou a acariciar minhas pernas e joelhos — esse é meu ponto fraco, fico com o cuzinho na ponta dos cascos. Meu marido: "Conta pra ela, fica à vontade, ela é mente aberta." Ele tomou um gole do cuba-libre e disse: "Não, como é que você acha que vou contar isso pra ela?" Meu marido: "Bom, amor, ele tem vergonha, mas foi largado porque tem um baita de um animal entre as pernas. O que faltou de altura, ele tem de sobra na entreperna." Meu marido continuava acariciando minhas pernas, e eu tava toda molhada. Eu: "Ah, não pode ser." Meu marido: "Pode sim, amor, vê se não são umas trouxas." Eles continuaram bebendo, meu marido não caía, e eu... Eu tava bem gostosa. Lá pras três da manhã fomos descansar. Ele se acomodou na sala e nós no quarto. Meu marido, bem bêbado, me provocava e dizia: "Você tá se esquentando com a conversa, né, bum?" "Ai, papai, como você cresce?" "Você tá bem quente." "Mm, papai, como você tá dura." Ele me deitou, ficou por cima de mim na posição de missionário. Não demorou muito e gozou, virou de lado e em poucos minutos já tava roncando. Eu me levantei bem devagar, vesti meu roupão transparente e fui pra sala, iluminada só pela luz do quintal. Ele tava me esperando. Levantou e me abraçou, começou a beijar minha boca, pescoço, peitos. Me segurou firme pelas nádegas. "Que gostosa você é!" "Mm, mm, yummy, mamãe." Depois, fui descendo e peguei naquela pica grossa, comprida e bem dura. Tentei enfiar a cabeça dela toda na minha boca, mas não consegui. Ele me levantou e disse: "Que rabão você tem, Celia." Ele acariciou meu ânus. Engoli seco e falei: "Não, por aí não, baixinho." Me inclinei no sofá e ele começou a chupar minha buceta e meu cu. Enfiava a língua no meu cu e na minha buceta. Eu tava escorrendo e falei: "Já, baixinho, deixa eu sentar." Ele: "Mm, que rabão." Ele encaixou e eu, bem inclinada, senti a cabeçona dele entrar na minha buceta. Eu: "Mm, mm, mm, ayyyyy, mi." Ele ficou parado e depois tirou. Eu: "Ayy." Ele enfiou de novo, mas bem forte. Eu: "Ayyyyhsi, mm, ayyyyy, mmm, ayyyyy, mmm." Ele: "Que bundão gostoso, mm. Você gosta da minha cabeçona, mi?" Eu: "Sim, sim, siiiiiii, m, m, mmm, ayyyyy, ai, ai, baixinho, ayyyyhsi, assim, assim, mmmmmm, ayyyyy, mmm, ayyyyy." Ele metia bem forte e mais rápido. Ele: "Que porra de rabão, Celia." Não aguentei mais e coloquei os olhos em branco quando gozei naquela pica. "Já, já, já, mmm, mmm, ayyyyy, yyyy, mm, ayyyyy, mmm, mmmmmm, ayyyyy." Eu, toda arrepiada, só sentia aquela pica me fazendo gozar. Tentei me levantar, mas ele não deixou. Tirou a pica e com um dedo acariciou meu ânus, depois enfiou a língua. Pouco depois, encaixou a cabeçona no meu cu e enfiou bem devagar. Eu: "Não, por aí não, ayyyyhsi, ayyyyy." Ele se grudou em mim e... Ele sussurrou no meu ouvido: "Aguenta, é só a cabeça."
Eu: "Não, tira logo, tá doendo muito."
Ele: "Aguenta, sua bucetuda gostosa."
Quando falou isso, enfiou a pica toda de uma vez. Senti meu cu rasgando.
"Ai, caralho, não, para, ai, tira, ai, não..."
A dor foi forte, mas ele não parou.
Eu: "Prrrr, prrrr, prrrr."
Ele: "Que peido gostoso, rabuda."
Eu: "Tira, ai, pelo amor de Deus, ai..."
Senti ele gozar dentro de mim, senti as pulsadas da pica dele.
Ele ficou parado e, bem devagar, tirou.
Eu: "Ai... mmm, mmm, mmm..."
Levantei e fui pro banheiro, ele só me olhou.
Suava pra caralho, meu cu tava doendo, parecia que tava aberto.
Saí e olhei pra ele, que já tava se vestindo. Ele disse: "Pensa bem se quer continuar transando comigo. Seu cu me conquistou, Celia."
Eu só olhei pra ele.
Ele: "Agora você sabe por que minhas mulheres me largaram."
Ele saiu de casa, e eu fui dormir com o cu arrombado, pensando naquele filho da puta baixinho.

0 comentários - O Cabezão 2