Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte X)

Fala, galera! Mais uma vez, valeu pelos pontos e comentários.
Incrível que essa história já chegou nos 10 capítulos. Pelo menos tô tirando algum proveito dessa quarentena sem fim.

Pra quem acabou de entrar no clima, a dica de sempre: entra no meu perfil e procura as partes anteriores.

Agora sim, vou deixar o décimo capítulo do relato pra vocês curtirem:

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Capítulo 10E agora que porra eu faço?Essa era a pergunta de um milhão. Na verdade, de um milhão de repetições, porque não parei de me perguntar isso depois que caiu a ficha do que tinha acabado de rolar no fim do turno.

Eu tinha que avisar a Clara, sem dúvida. Ou não? Era uma oportunidade de ouro pra ficar com a Jessi, e talvez com a Betty também. Se a Jessi sabia, com certeza a Betty também tinha que saber. Ou não, ou sim. Será que a Clara sabia que as amigas dela sabiam? Será que ela tinha falado sobre o assunto com elas antes do turno? Isso significaria que ela teria confessado o que rolou comigo, que teria contado como a gente transou no meu quarto com os nossos velhos dormindo a metros de distância.

Era impossível. Minha irmã podia ser extremamente safada quando queria, e ter muita confiança nas amigas, mas isso não era algo que você conta pra alguém assim, do nada. Não era como se fosse só não contar pra ninguém sobre algum momento vergonhoso.

Quem sabia o quê e quem não tava sabendo de nada? Porra, minha cabeça tava um puta bagulho.

Na minha mente já tinha se formado uma fantasia onde eu ficava cara a cara com a Jessi e a gente tinha o melhor sexo da história, mas a imagem da minha irmã no meio de uma cena de ciúme apareceu pra furar meu balão. Por mais que ela tivesse dito que foi brincadeira, eu não conseguia acreditar que ela não queria me ter só pra ela.

Clara sempre foi do tipo irmã superprotetora, mesmo eu sendo o dobro do tamanho dela, e não tinha dúvida de que ela veria como uma traição imperdoável eu pegar alguma amiga dela. Será que valia a pena fazer algo com a Jessi mesmo correndo o risco de estragar minha relação com a minha irmã? Será que a Jessi ia se arriscar a estragar a relação com a Clara pra transar comigo?

Eram perguntas demais sem nenhuma resposta convincente.

Mas a Jessi tinha esperado a Betty e a Clara irem embora, ou pelo menos a minha irmã sair. Isso, no mínimo, tinha que significar que ela queria fazer algo pelas costas da minha. Irmã. Talvez ela quisesse fazer o mesmo que a Clara e agir antes que as outras soubessem de algo. Convencido de que essa era a melhor explicação, esperei passar umas duas horas antes de tentar entrar em contato com ela. Não tinha o número do celular dela, mas tinha ela como amiga no Facebook, então, depois de um tempinho razoável e de me certificar de que minha irmã não ia descobrir o que eu estava prestes a fazer, abri o aplicativo e mandei uma mensagem.Precisamos conversar sobre o que aconteceu ao meio-dia.
Cê tá dizendo, Pedrito? Eu diria que é melhor falar do que rolou ao meio-dia e do que rolou em muitos outros meios-dias… Não sei se tô me explicando direito.😉😉😉
A puta que pariu, nem uma dúvida de que ela sabia. Não dava pra saber se ela tinha descoberto antes da minha irmã, ou se só tinha uma suspeita e deu um palpite falando meu nome no local, pra ver se eu caía. Se foi isso, eu acabei de entrar feito um cavalo.Sim, tem várias coisas que você precisa me explicar. Quando você quer que a gente converse?

Te parece hoje? Tenho o dia todo livre depois que sair do trampo. Depois me manda o endereço do teu apê e a gente conversa lá.

Tá bom, depois te passo.
Então a gente se vê no teu apê, Pedrinho
Falou!!!
😘😘😘
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Umas horas depois, eu tava esperando no meu apê o interfone tocar pra deixar a Jessi entrar. Até aquele momento, não tinha falado com a Clara e ainda me perguntava se tinha tomado a decisão certa.

Tava quase pegando o celular pra avisar minha irmã que a Jessi também sabia que era eu quem tinha atendido elas na loja, quando finalmente o interfone tocou. Fiquei uns segundos sentado, olhando pro celular. Ainda dava tempo de avisar a Clara, era só ligar, explicar a situação e mandar ela vir pro meu apê. Mas uma parte de mim me segurava. A Jessi tava ali na mão, ela tinha vindo até meu apê e não tinha nada que atrapalhasse a gente se rolasse alguma coisa.

O interfone tocou de novo. Me conformei em deixar rolar o que tivesse que rolar, larguei o celular na mesa e apertei o botão pra deixar a Jessi entrar no prédio.

Quando finalmente abri a porta do apê, me deparei com algo que não esperava: a Betty também tinha vindo. Não tem como explicar tudo que passou pela minha cabeça na hora que vi as duas paradas na minha frente.

Posso dizer que fiquei apavorado, e isso é verdade, porque não fazia a menor ideia do que podia acontecer quando deixasse elas entrarem. Também tinha dúvidas, me perguntando pela enésima vez se devia ter ligado pra Clara quando tive chance. A excitação também apareceu, porque duas mulheres gostosas como elas tinham vindo me ver especificamente, sabendo do que eu trabalhava e que elas já tinham provado meu pau por um tempão. Resumindo, tinha um circo na minha cabeça e ninguém conseguia controlar o turbilhão de emoções que eu tava sentindo naquele momento.

— Oi, Pedrito! — Cumprimentou a Jessi, como se aquela visita fosse a coisa mais normal do mundo.

— Pedrão, isso sim! — Corrigiu a Betty, com um sorriso cheio de malícia.

— Oi, meninas. — Minha voz saiu igual a de um condenado à morte. –Podem entrar.
Pra piorar, as minas ainda estavam com a roupa de escritório. Tavam umas putas do caralho. O decote da Betty, as pernas da Jessi… Dava pra ver cada detalhe das roupas delas, e isso só me deixava mais tesudo, o que era uma merda pra mim, já que eu precisava conversar de boa com elas pra saber que passos dar.
–Ca… Caralho, que apê bonito você tem aqui, Pedrinho! –Exclamou a Betty, varrendo tudo com o olhar.
–Filho da puta! –Falou a Jessi, admirando minha estante. –Essa não é a coleção de luxo do Asimov?
Fiquei olhando pra ela, surpreso dela conhecer alguma coisa de escritores de ficção científica. Na real, era a primeira pessoa que reparava que eu tinha essa coleção. Quase ninguém dava bola pra minha estante, todo mundo que visitava meu apê achava estranho um cara da minha idade se interessar por essas paradas. De repente, percebi que não sabia porra nenhuma sobre as amigas da minha irmã, além de termos compartilhado vários momentos.
–Você conhece o Asimov? –Perguntei. Essa coleção era um dos luxos que eu tinha me dado graças ao meu salário. Os livros até tinham autógrafo dele, não era qualquer coisa que qualquer um comprava.
–Adoro!
–Esses são os da edição de luxo, encadernados em couro, e autografados pelo próprio Asimov. –Expliquei, orgulhoso da minha compra.
–Não acredito…
–Hum… –A Betty nos tirou da distração. –Já tinha que aparecer essa nerd que você esconde.
–Bom, eu… Só tava vendo os livros que ele tinha. –A Jessica ficou vermelha pra caralho. Dava pra ver que esse lado dela envergonhava ela.
–Eu sei, mas viemos por outra coisa. –Lembrou ela, revirando os olhos.
–Beleza, minas, sentem no sofá. –Apontei, mostrando o lugar. –Fiquem à vontade. Querem um café? Um chá?
–Café pra nós duas, com leite. –Respondeu a Jessi pelas duas, com a maior cara de inocente do mundo. como se o fato de que essa última palavra tivesse um sentido completamente diferente de um café fosse impensável.
Me refugiei na cozinha e coloquei a água pra ferver pra ganhar um tempo. Minha cabeça corria a mil por hora tentando entender em que situação eu tinha me metido. Ainda não tínhamos tocado no assunto pelo qual elas tinham vindo ao meu apartamento, mas era óbvio que não estavam muito escandalizadas.
Elas pareciam gostar que eu fosse o dono da buceta que tantas vezes tinham chupado, mas será que não ligavam que minha própria irmã também tivesse chupado minha buceta? Minha irmã sabia ou não sabia? Eu tinha que tentar descobrir isso antes de fazer qualquer movimento.
Terminei de preparar as xícaras e levei pra mesinha de centro. Elas colocaram açúcar e começaram a beber. Eu imitei e fiquei em silêncio, esperando até que decidissem começar a conversa. Finalmente foi a Betty quem resolveu quebrar o gelo.
– Vamos ver, Pedrinho, precisamos saber algumas coisas.
– Tipo o quê?
– Tipo... como é que a gente acabou chupando sua buceta esse tempo todo sem você ter nos contado nada. – Respondeu a Jessi, levantando uma sobrancelha. – Ou como é que você acabou trabalhando num lugar desses. Coisas assim, não sei se dá pra entender pra onde a gente quer chegar.
Me remexi no sofá, me sentindo extremamente desconfortável. Não era como se eu soubesse dessas coisas desde o começo, mas elas tinham um pouco de razão em dizer que eu tinha descoberto antes de todo mundo e não tinha contado nada. Mas não ia me entregar assim.
– Antes de tudo, eu percebi tudo isso faz pouco tempo... – Comecei minha defesa.
– Desde quando? – Quis saber a Betty.
– Desde o dia do show. Liguei pra Clara no telefone do trabalho e depois olhei a foto de perfil do Whatsapp dela. Aí percebi que tinha sido com ela que eu tinha trocado as mensagens. E quando percebi isso, era óbvio que vocês duas eram as que a haviam acompanhado todo esse tempo.
—Você é um filho da puta. — Disse Jessi. — Sabia disso o tempo todo e não nos contou nada? A gente se viu segunda à noite! Por que caralhos você não falou naquele dia?
—Claro, porque é super fácil contar pra minha irmã que ela tava me chupando a pica por uns anos. Super normal, né? “Meninas, sabem de uma? Acontece que aquela pica que vocês três vão chupar de vez em quando no centro é minha. Viram que loucura?” Total, que cara não tem a pica chupada pela irmã e pelas amigas dela? E depois todo mundo ri das coisas divertidas da vida, claro.
Minha risada sarcástica finalizou a explicação, pra que as garotas não tivessem dúvida do tom que eu tava usando. Também não tava totalmente errado, afinal tinha custado um caralho pra eu ter coragem de contar pra Clara o que tinha descoberto.
—É, não... Bom, você tem um pouco de razão. — Comentou Betty depois de alguns segundos de silêncio.
—E como é que vocês começaram a ir com minha irmã no local? — Perguntei, tentando fingir que não conhecia a história. Jessi foi quem começou a história, como eu tinha imaginado.
—Uma amiga da minha mãe me contou sobre o lugar. A mulher é uma doida, mas tem muita grana, então podia se dar luxos que a gente não podia. Aí domingo ao meio-dia ela veio visitar em casa e ficou bebendo com minha mãe por um bom tempo, de tarde já tavam meio bêbadas. Questão que eu tinha ido pro meu quarto, e quando desci ouvi ela contando a história de como tinha ido naquele lugar e encontrado umas picas enormes. — Ficou em silêncio por uns segundos, sem coragem de continuar a história.
—E aí? — Eu ouvia com atenção todo o relato. Até aquele momento não tinha se desviado do que minha irmã tinha me contado, mas queria saber se tinha algum detalhe que ela tinha escondido.
—Já vai, garoto! Tem paciência! — Me repreendeu Jessi antes de continuar. — Claro que fiquei curiosa quando ouvi aquilo. Isso e, quando minha véia se ausentou por uns segundos, pedi pra ele me passar os detalhes, o endereço e tal. Uns dias depois, contei pras minas. Mais tarde, chegou meu aniversário, e aí me veio a ideia de irmos testar um programa pra ver qual era. Falei pra irmos ao meio-dia porque era mais fácil pra todas nós dar um pulo fora do trampo, e de quebra uma distração assim caía bem. – Ela ficou em silêncio de novo, com um sorrisinho, como se estivesse relembrando um momento bom na cabeça dela.
– Bom, aí quando finalmente chegamos e entramos naquela sala, acabamos encontrando uma cock enorme esperando a gente. – Continuou Betty, assumindo a vez. – Eu quase virei as costas na primeira vez que vimos. Que te vimos, melhor dizendo. – Ela se corrigiu, me dando um sorriso. – Aquela coisa metia medo! Mas no final a Clara deu o primeiro passo e se jogou. Desde aquele primeiro momento que enfiou na boca, ela ficou obcecada em ir naquele lugar. Quase sempre ela acabava bancando a gente se a grana não dava pra pagar um programa… Você viciou ela na sua cock. – Finalizou, caindo na gargalhada.
– Você viciou as três, isso sim! – Completou Jessi, entrando na risada.
Essa última parte minha irmãzinha não tinha me contado. Como as amigas dela tinham entregado ela! Então, na real, ela tinha sido a primeira a chupar minha cock… E não só isso, mas, pelo que acabei de ouvir, ela tava obcecada com minha cock. Bom, pelo menos isso explicava a vontade que ela tinha tido de chupar no carro.
– E nem se fala naquele dia que você meteu em nós! – Continuou Jessica. – Você rachou a gente no meio, as três! Eu e a Betty tivemos vários orgasmos, e a Clara você deixou largada no chão de tão forte que ela gozou. – Ela baixou o olhar pra minha entreperna, que já tava bem dura depois de ouvir essa história.
Tranquilamente eu poderia ter ficado pelado ali mesmo pra elas apreciarem com todos os detalhes a cock. que tanto elas gostavam, sem painel no meio, mas na minha cabeça aparecia a imagem da minha irmã enfiando um jogo de chaves no meu olho depois de nos pegar, eu e as amigas dela, transando. Tentando ganhar um tempo, resolvi mudar de assunto.
—E vocês então também descobriram que era eu antes de quarta-feira. Como é que perceberam?
Como resposta, Jessi pegou o celular dela e, alguns segundos depois, me mostrou o que estava na tela: era a foto que eu tinha mandado pro pobre coitado que tinha enxido o saco dela no WhatsApp quando estávamos na casa dos meus pais.
—Você não tinha apagado essa foto? —Perguntei, tentando me lembrar.
—Sim, essa eu apaguei, mas a Clara não falou nada sobre apagar a cópia que eu reenviei pra Betty. —Respondeu com um sorriso safado.
—Então desde segunda-feira vocês já sabiam que era eu e não contaram nada pra Clara.
Minha conclusão deixou elas desconfortáveis. Era óbvio que minha irmã não sabia nada sobre as amigas já estarem por dentro do meu verdadeiro trampo.
—Não… Bom… É como você disse… —Começou a gaguejar Betty. —Não é tão fácil falar uma coisa dessas…
—Sim, não… claro. —Uma ideia passou pela minha cabeça e resolvi apertar por esse lado. —Qual foi o tesão que vocês duas sentiram ao ver minha irmã chupando minha pica?
—Que porra você tá falando? —Respondeu Jessi, tentando soar chocada com a acusação, mas tanto ela quanto a amiga tinham ficado vermelhas de novo.
Então era por isso que não tinham contado nada pra minha irmã… Por mais que tentassem me olhar nos olhos, os olhares delas voltavam direto pra minha virilha.
—Tô falando que vocês duas ficaram com muito tesão quando viram minha irmã chupando aquela pica… Porque sabiam que a pica que ela tava chupando era a minha. A mesma pica que vocês duas agora tão morrendo de vontade de chupar de novo.
As duas ficaram com o olhar fixo na minha ereção, que já tava bem visível apesar de eu estar usando uma calça bem larga. solto. Na minha cabeça já tinha apagado qualquer traço de dúvida e eu não tava nem aí pro que minha irmã pudesse dizer. Ela já tinha transado comigo pelas costas das amigas dela, então não tinha direito de falar nada se eu fosse pra cama com a Jessi e a Betty sem ela saber.

— Você também ficou com o tesão sabendo que éramos nós três, né? — A Betty perguntou de repente.

— Sim, óbvio.

— E também te deu tesão saber que a Clara tava te chupando?

Fiquei em silêncio por uns segundos, embora já tivesse percebido que elas não precisavam ouvir minha resposta pra saber que sim, eu tinha ficado excitado.

— Fala, Pedrito. — A Jessi insistiu. — Você tá certo, minha pussy ficou a mil quando vi a Clara enfiar seu pau na boca dela. Agora mesmo me lembro e ainda me dá tesão, não consigo evitar.

— A Clara é minha irmã…

— Mas mesmo assim te deu tesão, né? — Ela continuou, sem esperar resposta. — Ela é uma gata, tem um corpo de matar… Qualquer homem ficaria excitado com isso, sendo ou não sua irmã. E qualquer mina fica com tesão num pau como o seu, Pedrito. Eu tô pouco me fudendo se você fosse meu irmão, eu caio de boca se tiver na mão.

Tanto a Jessi quanto a Betty ficaram em silêncio, curtindo o efeito que as palavras que a primeira tinha dito causaram em mim. Não era fácil falar aquilo em voz alta pra ninguém, por mais que eu as conhecesse, mas no fim as palavras saíram da minha boca.

— Sim, é verdade, me deu muito tesão ela me chupar.

Essa tinha sido uma confissão libertadora. Eu me sentia numa situação estranha. Tava ali falando abertamente de sexo com as amigas da minha irmã, sem ela por perto. E ainda tinha acabado de admitir que minha irmã me dava muito tesão. E não só isso, mas, se não tinha entendido errado o que a Jessi disse, basicamente ela tava me dando a entender que queria cair de boca no meu pau.

— Então… O que a gente faz agora? — Perguntei. Tentando elas pra ver se criavam coragem de dar o passo.
As duas amigas se olharam, os olhos cheios de desejo e dúvida ao mesmo tempo. Era óbvio demais que estavam morrendo de vontade de sentir meu pau mais uma vez, mas a figura da minha irmã, por mais pequena que ela fosse na real, na cabeça delas com certeza se impunha sobre elas.
— Não vou obrigar vocês a nada, meninas. — falei pra acalmar elas. — Mas podem ter certeza que, aconteça o que acontecer, daqui não vai vazar.
— Como você adora nos provocar, filho da puta! — exclamou a Jessi, a voz cheia de agonia ao saber que tinha na bandeja o que tanto queria, mas ao mesmo tempo colocava tanta coisa em risco. — A puta da mãe... — Finalmente suspirou, como quem se resignava a fazer algo que não conseguia evitar por mais que tentasse.

Jessi se levantou e veio até onde eu estava sentado, tentando manter uma expressão serena, mesmo que na minha cabeça estivessem explodindo fogos de artifício e chovendo papel picado, celebrando e agradecendo aos céus pelo que acabava de rolar.

Ela se colocou em cima de mim, me olhando de frente, e sentou no meu pau pra sentir ele na virilha dela através do tecido. As mãos dela estavam no encosto do sofá e o rosto dela tinha se aproximado até o nariz dela ficar a milímetros do meu. Os olhos pretos enormes dela estavam cravados nos meus.

— Não faz a gente se arrepender disso, Pedrinho. Mais te vale que valha a pena. — sussurrou no meu ouvido enquanto começava a mexer o corpo devagar, roçando minha ereção e deixando ela ainda mais dura.

— Tamo arriscando tudo fazendo isso. — disse a voz da Betty no meu outro ouvido.

Eu tinha ficado tão focado na Jessi que nem tinha percebido que a amiga dela tinha levantado. As mãos dela começaram a acariciar meu peito e depois desceram até minha cintura.

— Mas esse pau nos domina demais, então não caga tudo. — completou, colocando a mão entre a virilha da Jessi e a minha, e começando a apalpar minha ereção. Os lábios de Jessi tocaram os meus. Será que era possível ter lábios tão macios? A língua dela apareceu e eu abri a boca pra recebê-la com gentileza, uma gentileza que durou meio segundo. Uma batalha se desencadeou nas nossas bocas, enquanto minhas mãos passeavam pelas costas dela e se separavam no meio do caminho. Uma delas escapou pra nuca, percorrendo o cabelo dela, enquanto a outra descia até a bunda, dando um tapão gostoso. O aumento na intensidade dos beijos dela foi sinal suficiente pra saber que ela tinha gostado. Mais uma vez, minha mão bateu naquela raba enorme que ela tinha. Era tão firme que era quase como dar um tapa numa estátua.

— Pedrito… tudo muito lindo, mas não se esquece de mim. — Reclamou Betty, ainda atrás de mim, colocando as mãos no meu rosto, me obrigando a me desgrudar da amiga, exigindo a vez dela de brincar com a minha boca.

Nem nas minhas fantasias mais elaboradas eu poderia ter imaginado uma coisa dessas. Ter as duas melhores amigas da minha irmã no meu apê, sozinhas, basicamente entregues de bandeja pra eu fazer o que quisesse com elas… Se a reencarnação existia, numa vida passada com certeza eu tinha sido Gandhi ou algo do tipo.

Betty só se desgrudou da minha boca pra deixar Jessi terminar de tirar minha camiseta, e depois passar as unhas no meu peito. Jessi então cuidou de soltar meu cinto e abaixar o zíper da minha calça, pra enfiar as mãos dentro da minha cueca e finalmente deixar meu pau aparecer.

Jessi se afastou um passo, Betty contornou o sofá pra ficar do lado dela, e começaram a se despir com calma. As duas estavam com os olhos fixos em mim enquanto iam soltando os botões das blusas. Sorriam, sabendo que me tinham completamente hipnotizado.

Só tinham soltado metade dos botões quando se aproximaram e me pegaram pelas mãos pra me levar pro meu quarto. Lá, me empurraram pra me sentar na cama, se ajoelharam e... colocaram na minha frente para terminar de me despir. Quando finalmente cumpriram essa tarefa, colocaram as mãos no meu pau para conhecer cada cantinho pelo tato.
—Essa parte a gente nunca tinha conseguido conhecer. —Comentou Betty enquanto acariciava minhas bolas.
—Se quiserem, faço as apresentações. —Falei com um sorriso. —Betty, Jessi, apresento a vocês meu pau. Pau, te apresento a Jessi e Betty. —Anunciei, pegando meu pau com a mão e inclinando ele na direção delas enquanto as apresentava.
—Muito prazer, um prazer. —Disse Jessi, pegando meu pau com a mão e balançando como se estivesse apertando a mão de outra pessoa.
—Não acha muito formal?
—Tem razão, Pedrinho. Tem que cumprimentar com um beijo bem dado. —Concordando comigo, Betty decidiu enfiar minha cabeça na boca dela pra dar o cumprimento que merecia.
A partir desse momento, minha mente começou a abandonar qualquer pensamento que não tivesse a ver com as bocas das amigas da minha irmã percorrendo cada centímetro do meu pau.
Do mesmo jeito que tinham feito inúmeras vezes naquela sala, onde tinha um painel no meio do caminho, as duas garotas se encarregaram de brincar com meu pau usando as mãos e as bocas.
Na verdade, não do mesmo jeito, porque agora elas tinham ao alcance tudo o que quisessem tocar, e estavam aproveitando ao máximo. Não ficavam só no tronco do meu pau, mas desciam até minhas bolas, percorriam minhas coxas e também passavam pelo meu torso, fazendo vários gemidos escaparem dos meus lábios a todo momento.
Se alguma vez eu tinha achado que minhas clientes favoritas sabiam muito bem como chupar um pau, eu tinha sido muito modesto nos elogios. Agora elas estavam mostrando técnicas que, por causa daquele maldito painel, eu nunca tinha podido experimentar.
Quando voltei à realidade, vi que só a Jessi estava no meu quarto. Mas antes que eu pudesse perguntar onde a outra tinha se metido, amiga, a Betty apareceu na porta, entrando de novo.
Já tinha se livrado das roupas e a pele dela só estava coberta por um conjunto de sutiã de renda preta que, não sem esforço, dava conta de segurar os peitos dela, e uma calcinha fio dental que mal cobria a buceta dela com um triângulo pequeno de renda.
Louvados sejam os genes da Betty que abençoaram ela com umas tetas dessas! Eram simplesmente uma obra-prima. Aquele decote era um convite pra enfiar a cabeça ali dentro e ficar morando confortável e quentinho pelo resto da minha vida.
Isso não queria dizer que esse fosse o único atributo dela. As horas de academia que ela tinha passado com a minha Jessi e minha irmã tinham deixado um monte de curvas nela onde qualquer um que ousasse percorrê-las poderia derrapar.
– Você gosta de como eu tô? – Perguntou sensual, deixando as mãos deslizarem pelo corpo dela como se fossem as de um amante.
– Ufffffffffffffffffffffff… – Foi tudo que consegui dizer, mas pra ela parecia que eu tinha dito o suficiente, já que ela riu ao me ouvir.
– Jessi, dá uma segurada aí, que você não é a única que quer aproveitar. – Reclamou, tocando a amiga no ombro, ajoelhada ao lado dela, pronta pra tomar o lugar.
Jessi se desgrudou do meu pau fazendo biquinho, claramente sem vontade de largar o tesouro dela na mão de outra pessoa. Mas sabendo que era injusto ela aproveitar sozinha, depois sorriu pra amiga e deixou que ela também pudesse se divertir com meu pau.
Betty pegou meu membro com as mãos e ficou olhando pra ele encantada. Parecia que tava vendo a paisagem mais linda que já tinha contemplado na vida inteira. Lambeu os lábios por um segundo e começou a me masturbar devagar, me segurando firme. Depois colocou a cabeça do meu pau na boca dela e começou a me provocar onda após onda de prazer enquanto fazia vários movimentos com a língua.
A amiga dela, por sua vez, se levantou pra me dar um espetáculo hipnótico pros meus olhos ao começar a se despir. Soltou os botões o que restava da camisa dela e deixou o torso exposto. Os peitos dela pareciam bem menores do que realmente eram, mas ainda assim ninguém podia chamar ela de tábua.
As mãos dela subiram devagar pelas laterais do corpo até finalmente se livrar da camisa. Depois, ela se virou e deixou as mãos descerem de novo até o zíper da saia. Se inclinou pra que a bunda dela apontasse direto pro meu rosto e, com delicadeza, foi descendo a peça pra permitir que meus olhos se enchessem daquele par maravilhoso de nádegas.
Assim como a Betty, um conjunto de renda, dessa vez azul-marinho, cobria o mínimo necessário da pele dela. Considerando que, pelo pouco que eu sabia de lingerie feminina, não pareciam conjuntos nada baratos, dava pra ver que tinham vindo pro meu apê com a intenção clara de não sair dali sem ter transado comigo.
E pensar que elas tinham se feito de difíceis, que precisavam pensar muito antes de dizer sim! Essas duas tinham me feito de gato e sapato desde o momento em que a Jessi mandou a mensagem.
Terminado o show, a Jessi se ajoelhou do lado da amiga pra dividir a tarefa que a Betty tava fazendo. Tantos vezes que eu tinha fantasiado com algo assim, tantas punhetas que tinha dedicado a elas na adolescência, e ainda não conseguia acreditar que aquilo tava acontecendo de verdade. Tava voando de prazer até que a porta do meu quarto se abriu de repente, me trazendo de volta à terra sem aviso.

— Que porra tá rolando aqui? — Perguntou a voz da minha irmã, olhando horrorizada pra cena.

Apesar de ser bem pequenininha, naquele momento parecia que um demônio tinha aparecido no meu apê. O cabelo dela, mais do que ruivo, parecia feito de fogo, de tão puta que ela tava.
Tirei as minas tão rápido que quase arrancaram metade da minha pica com os dentes. As primeiras perguntas que vieram na minha cabeça tinham a ver com saber que porra minha irmã tinha feito pra entrar no meu apartamento. Será que ela tinha uma cópia das minhas chaves? Não fazia sentido. Mas o mais importante: como é que eu ia sair vivo daquela situação?
— Clara! — consegui falar antes que a fúria da minha irmã se abatesse sobre nós três.
— Nem tenta me dizer que não tava rolando nada! Acabei de ver vocês com o seu pau enfiado até a garganta! Você é um filho da puta! Como é que você faz isso com as minhas amigas? Você não tem o menor dos códigos! Vou cortar sua pica e dar pros cachorros de rua! — Ela parou pra respirar antes de se virar pras amigas. — E vocês! Vocês eram minhas amigas, porra! Como é que vocês têm coragem de chupar o pau do meu irmão? Vocês não têm respeito por nada! Anos de amizade jogados no lixo por causa de um pau! Podem ir todos pra puta que os pariu!

Dizer que fiquei paralisado é pouco. Nunca tinha visto minha irmã tão furiosa. Quanto mais vê-la tão brava com as amigas. Era como ouvi-la fazer uma crítica cruel aos Backstreet Boys, algo completamente impensável. E quando finalmente parecia que Clara ia pular em cima da gente pra arrancar nossos olhos, a situação deu uma virada que eu nunca poderia imaginar.
— Era pra vocês não terem começado sem mim.

Não só minha irmã tinha parado de gritar, como o tom que ela usava era de reprovação, talvez com um pouco de decepção.
— Desculpa, Clarita, mas é que… olha só isso! — respondeu Jessi, num tom de desculpa, apontando pro meu pau. — A gente não conseguiu segurar.
— Coitado do Pedrinho… Deixamos ele de bobeira! — observou Betty, rindo da cara que eu tinha feito.

O comentário fez as duas amigas olharem pro meu rosto. Ela tinha razão, meu cérebro tinha ficado completamente em branco. Eu não entendia nada do que tinha acabado de acontecer. Ainda tava tentando me recuperar do susto que a aparição da minha irmã me deu, muito menos ia entender como é que ela tinha mudado de tom. com tanta facilidade.
As três começaram a dar gargalhadas ao notar minha expressão. Com certeza eu estava com uma cara de otário da porra. As risadas delas finalmente chegaram ao meu cérebro e me tiraram do meu estado de choque.
– O quê? – perguntei, mal entendendo algo do que diziam.
Sacudi a cabeça como um cachorro se secando, pra ver se aquilo fazia minha mente voltar à realidade. Obviamente, isso fez minha irmã e as amigas dela explodirem de rir de novo.
– Ai, maninho... – começou minha irmã, enxugando as lágrimas de tanto rir. – Desculpa, mas é que foi muito engraçado te ver assim.
– Você pode me explicar que porra acabou de acontecer? Como caralhos você fez pra entrar no prédio? Como você se enfiou no meu apartamento?
As perguntas jorraram da minha boca a toda velocidade, como se meu cérebro quisesse compensar todos os segundos em que tinha ficado paralisado.
– Isso foi fácil, maninho. Entrei com as meninas quando chegamos no prédio e fiquei esperando um tempinho lá fora, no corredor. – disse ela, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
– E como você fez pra entrar no apartamento? Eu tranquei a porta com a chave. O que você fez? Mandou fazer uma cópia da minha chave? – insisti, com um tom acusador.
Pra minha surpresa, não foi ela quem respondeu, mas sim a Betty.
– Não lembra quando eu saí pra ir ao banheiro? Primeiro passei pela porta pra deixar ela entrar.
– Até coloquei a cabeça um pouco pra dar uma olhada no quarto, e você tava de olhos fechados enquanto a gostosa essa – apontou pra Jessi – te chupava a pica. Você nem percebeu nada! Podia ter começado a dançar na sua frente que você ia continuar de olhos fechados com uma cara de idiota enquanto levava um boquete.
– É que ela chupa muito bem.
Não foi a melhor defesa da história, mas pelo menos consegui um sorriso e uma piscada da Jessi.
– A gente já vai resolver isso direitinho daqui a pouco. – interveio a Betty de um lado.
– O quê? – Eu me sentia tão atordoado com tudo aquilo que... Tinha acontecido que eu não conseguia entender pra onde aquela conversa tava indo.
—Vou ter que explicar com milho pro meu irmão… —Comentou Clara, bufando.
De repente caiu a ficha como se tivessem jogado um tijolo na minha cabeça de um avião voando a dez mil metros de altura.
—Mentira que vocês tão falando sério. —Falei, sem conseguir aceitar que o que eu achava que ia rolar, realmente tava prestes a rolar. —Você é minha irmã, porra, tá maluca?
—Clara já contou tudo, Pedrito. —Me cortou Betty, sorrindo com malícia, antes que eu pudesse continuar me fazendo de besta, como se não tivesse rolado nada entre eu e minha irmã. —Ela contou como você comeu ela direitinho e os orgasmos fodidos que deu nela. Então esperamos que tenha algo igual guardado pra hoje.
—Desde quando isso tudo foi planejado? —Perguntei, finalmente caindo na real de que tudo que tinha acontecido não só não foi improvisado, mas foi planejado nos mínimos detalhes.
—Desde que a gente transou em casa. —Respondeu minha irmã. —Não tinha como não contar pra elas depois daquilo.
—Embora pudesse ter contado bem antes, eu diria. —Resmungou Jessi.
—Bom, eu já te falei que depois rolou a parada do meu pai e não deu chance da gente se ver pra contar direito.
—Sim, eu sei.
—Então faz uns meses que as três sabiam que era eu quem tava naquela cama e ninguém me falou nada.
—E aí, irmãozinho, tinha coisa que a gente precisava planejar. Por que não se divertir um pouco com você antes disso?
—Sua putinha… Você me fez de otário esse tempo todo! Eu toda hora cagado de medo pensando no que podia rolar se Jessi e Betty descobrissem a gente, e no fim as três tavam conspirando pra isso!
—Desculpa, Pedrito, cê tem razão. —Interveio Jessi pra defender minha irmã. —Mas juro que a gente vai compensar você com tudo!
—Tem uma coisa que não te contamos. —Completou Clara. —Depois da primeira vez que você comeu Chupamos lá no local, ficamos tão encantadas que fizemos uma promessa entre nós.
— Ah, é? Qual?
— Prometemos que, se um dia descobríssemos quem era o dono daquela pica, íamos atrás dela, nós três, e virar ela do avesso igual uma meia.

Fiquei em silêncio. Não podia ser verdade o que eu tinha acabado de ouvir. Como se tivesse lido minha mente, Clara me convenceu de vez.

— Então se prepara, irmãozinho, porque hoje nós três vamos cumprir essa promessa.

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Finalmente chegamos no momento mais interessante da história, mas disso vocês vão ficar sabendo no próximo capítulo.

Desde já, agradeço a todos que continuam acompanhando a história.

Até a próxima.

26 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte X)

Muy pero muy bueno,cada vez mejor, té dejo mis 10 puntos ,dos un genio con la pluma
muy buen relato ,un genio con la pluma como dijo en antecesor
van10+
Genial!!!!!!!!!!!!!Van 10 y saludos en este día tan especial !!!!!
Van 10 y 10 más de yapa . La verdad está muy bueno el relato y además está muy bien llevada la trama. Espero el próximo capítulo.
genial!!! cada vez mejor se va poniendo... espero q sean varios capitulos masssss
Que HDP!!! Jaajajaajaj la intriga me mata y la calentura también jajaaja, que ganas de cojerme a las tres me dieron jaajaj, imagino que después de esto viene la fotos de las tres!!!
salvfe
Q hdp siempre la dejas picando, no tenés perdón de Dios vos 😂😂😂😂
Nooooooooooooioooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo9ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
van +10. Pero si en el próximo no pones hasta el último detalle de como garchan entre los 4 te bajo puntos. jajajaa
van +10. Pero si en el próximo no pones hasta el último detalle de como garchan entre los 4 te bajo puntos. jajajaa
lumer
Lpmqtrmp!!!!!! Jajaja "Por fin llegamos al momento más interesante de la historia": JODEME, EN SERIO? Ésto tiene más previa que novia frígida!
A ver si ahondamos en detalles de una interminable cogida de 6 horas, EN UN SOLO CAPÍTULO de ser posible, jeje
Y ya que estamos, por qué no hacerlo sólo "el PRIMER" gran momento interesante de la historia, de muchos tantos otros, que hay para hacer dulce con éstas tres.
lumer
A propósito,... muy bueno sabés? jajaja!
gereleo +1
Como te gusta jugar con nosotros ...eh?
genio es por este camino ...segui asi
van 10
🔥muy bueno, chabon. Perdí la cuenta de las pajas que me sacó está historia 💦💦 hace un extra con el cuarteto, por favor🔥
y macho??????????????'''''''''
jajaja la tribuna esta de la cabeza!!!
Dónde encuentro la parte 9?, no puedo encontrarla en tu contenido
https://m.poringa.net/posts/relatos/3699111/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-pija-Parte-IX.html