A Milf dos meus sonhos. Capítulo I "O Sonho

Olá, meu nome é Tomás, sou estudante de psicologia. Costumo ser um cara meio antissocial, gosto de ser bem reservado até na hora de fazer amizades. Meu grupo de amigos geralmente é composto por mais duas pessoas, mas isso não quer dizer que eu simplesmente me limite a não falar com os outros, só digamos que prefiro não ser amigo de todo mundo com quem converso. Quando entrei na faculdade, tive que sair da cidade onde cresci e sempre morei, porque queria uma experiência nova. Assim, me separei dos dois parceiros que tinha no colégio, mas isso não significou que nossa amizade acabou naquele momento; pelo contrário, continuou a mesma de sempre. A gente contava um pro outro o que estava rolando, seja na cidade onde estávamos estudando ou sobre os cursos que a gente tinha escolhido.
Vou fazer uma breve descrição de apresentação minha e dos meus amigos. Como falei no começo, eu estudo psicologia, tenho 1 metro e 70 centímetros, pele branca, cabelo castanho, olhos cor de avelã, sou magro, mas não tenho um corpo atlético, até tenho uma barriguinha. Por outro lado, meu amigo Cristian, de altura era bem parecido comigo, podia ter uma diferença de 1 ou 2 centímetros talvez, o cabelo dele era preto, pele morena, olhos pretos e o corpo era atlético, porque ele sempre gostou do lance de esportes, saúde e pedagogia, então decidiu cursar Educação Física. Ele era um cara muito gente boa e engraçado, dos três amigos, ele era o mais sociável. Finalmente, tem o Hugo, ele também tem cabelo preto, a pele é branca, os olhos são castanhos, é magro, bem mais que eu, e de altura era mais alto que o Cristian e eu, mede 1 metro e 85 centímetros. Ele adorava animais, por isso entrou pra Veterinária. Na época que entramos na faculdade, os três estávamos solteiros. O Cristian, durante o colégio, teve umas namoradinhas, com as quais já tinha transado. Já o Hugo sempre foi solteiro, se dava bem com as minas, mas nunca teve um relacionamento ou transou com nenhuma. Quanto a mim, também nunca tinha namorado nem comido ninguém, mas tudo mudou quando entrei na faculdade.
Minha nova casa foi um apartamento que encontrei, não era tão grande, mas era aconchegante e o mais importante: eu ficaria sozinho. Já que não tinha planos de voltar para casa, talvez só no fim do ano para celebrar o Natal e o Ano Novo, porque meu objetivo era começar uma vida independente. A locadora era uma mulher de 39 anos, tinha um filho de 16, era separada do pai do garoto. O apartamento que aluguei foi onde ela morou antes, mas como eu disse, não era tão espaçoso, e ela é confeiteira — tinha comprado um forno, mas o espaço não permitia instalar. Foi por isso que ela se mudou para o apartamento da frente, que tinha espaço de sobra para guardar vários utensílios. Na época, ela estava saindo com um cara de uns 45 anos, que media cerca de 1,65m, cabelo grisalho, o que o fazia parecer muito mais velho, barriga de chope e geralmente usava barba comprida. Agora vou fazer uma breve descrição da minha senhoria, afinal, ela é a protagonista dessa história. Apesar de ter 39 anos, não aparentava: é magra, cabelo liso e castanho, pele branca, tem a mesma altura que eu, 1,70m, olhos castanho-escuros, os peitos são redondos, firmes e grandes. A bunda não é tão chamativa, mas ainda assim, com qualquer roupa que ela vestisse, se destacava, principalmente pelo tamanho dos peitos. Minha senhoria vinha de vez em quando perguntar se eu precisava de algo, e toda vez que a via, ficava besta. Não sei se ela percebia, mas o comportamento dela nunca mudava — ela continuava sendo muito educada e simpática.
Um dia eu cheguei exausto, depois de ter que entregar um trabalho, fazer uma apresentação e, pra completar, uma prova. Só queria chegar em casa e cair na cama, mas quando tava chegando no prédio, ouvi uma discussão. Uma das vozes era da dona Celeste, minha senhoria, e a outra do marido dela, seu Roberto. Fiz ouvidos moucos, primeiro porque briga de casal não era da minha conta, e segundo pelo que já falei: tava morto de cansaço. Então fui direto pro meu apê e me joguei na cama, onde dormi umas boas horas. Não queria levantar, mas precisava preparar algo pra comer. Aí percebi que tavam faltando alguns ingredientes pra minha comida, resolvi sair pra comprar no mercado. Quando saí do apê, vi a dona Celeste também abrindo a porta dela. Ela ainda tava com os olhos cheios de lágrimas. Por dentro, aquela cena me destruía, porque mesmo morando lá só fazia dois meses, já tinha me apaixonado por ela. Quando a vi pela primeira vez, só achei ela gostosa, mas com o passar dos dias, vendo como ela era gentil, sincera e alegre, acabei me apaixonando. E, como todos os outros homens do prédio ou de fora, eu a desejava por causa do corpo dela. Engoli seco e me aproximei dela, fingindo que não tava acontecendo nada. Todas as vezes que a gente interagia, eu acabava estragando tudo por causa do nervosismo que me consumia.
Y: Oi, dona Celeste, como a senhora tem passado?
C: Oi, meu gostoso, tô bem sim. E você, como é que cê tá?
Y: (Suspiro) Hoje foi um dia caótico, tive praticamente três avaliações, tive que entregar um trabalho, depois apresentar e por último fazer uma prova.
C: Espero que tenha ido bem pra você. (Tentando desviar o rosto)
Y: Sim, foi bem, no fim das contas me preparei muito pra aquilo.
C: (Sorri brevemente) Então deixa eu te parabenizar, Tomás.
Ela meio que quis me abraçar, mas eu dei uns passos pra trás — é a isso que me refiro quando digo que sempre acabo estragando meus momentos com ela. Dona Celeste não disse nada, mas o rosto dela ficou triste de novo. Eu me sentia mal e sabia que ela ainda estava chateada por causa da briga que teve, e que o abraço que tentou me dar era um jeito de buscar consolo. Eu queria saber o que aconteceu e se o desgraçado do seu Roberto tinha feito algo com ela, então tentei acalmar meus nervos e me aproximei dela de novo.
Y: Dona Celeste, sei que não é da minha conta, mas a senhora não parece tão bem quanto diz, na verdade parece triste. Se quiser, pode me contar o problema, afinal, tô estudando psicologia e talvez possa ajudar em alguma coisa.
Ela me olha e sorri, aquele sorriso me matava por dentro, ela era tão gostosa que me deixava sem palavras.
C: Valeu, meu bem, você é um amor, mas não quero te envolver nos meus problemas e muito menos te distrair, você já tem um monte de coisa pra lidar. (Suspira)
De forma inocente, deixei escapar da minha boca umas palavras que, depois de ditas, me fizeram ficar toda corada.
Y: Dona Celeste, odeio ver a senhora angustiada, deixe-me ajudar, nem que seja só ouvindo um pouco do problema que tá te afligindo.
Ela ficou em silêncio, pensei que talvez ao ouvir aquelas palavras ela tivesse se sentido desconfortável, mas foi exatamente o contrário. Ela se agarrou ao meu peito e soltou umas lágrimas de frustração. Ao sentir as tetas dela bem perto de mim, meus nervos começaram a querer pregar uma peça, principalmente porque eu tava ficando excitado. Ela levantou o olhar e ficamos nos encarando feito dois pombinhos. Ela me perguntou se eu realmente tinha tempo pra ouvir ela. Eu, tentando falar sem que ela percebesse minha ereção ou o quanto eu tava tarado, respondi que sim. Ela mencionou que a briga com o Dom Roberto foi porque ela encontrou no celular dele várias fotos de garotas mais novas que ela, em posições provocantes. Aquilo fez com que ela se sentisse insegura consigo mesma, que já tava velha e por isso o Dom Roberto olhava pra outras mulheres. Aquilo me deu uma raiva danada, porque como um homem ia preferir ver fotos de novinhas se tinha uma Milf maravilhosa e espetacular disponível pra ele?
Y: Dona Celeste, a senhora é muito gostosa, não tenha dúvida disso, pode enlouquecer qualquer homem.
Depois de falar aquilo, meu coração não podia estar mais acelerado e eu já não conseguia controlar meus nervos, então me afastei dela e, ao fazer isso, senti o leve roçar do meu pau na buceta dela. Fiquei vermelho, e ela também. Não sabia se ela tinha corado porque sentiu aquele contato, ou se tinha visto minha ereção, ou talvez minhas palavras tivessem chegado até ela, ou simplesmente era tudo junto. Envergonhado, meus nervos agiram e eu inventei a desculpa mais idiota para sair daquela situação safada que estava rolando.
Y: Dona Celeste, me desculpe, mas tenho que ir comprar no supermercado. Se quiser, depois a gente continua conversando, e o mais certo é que mandem essas fotos pro seu Roberto, porque não faz sentido ele ficar olhando pra outras mulheres.
C: (Sorri de forma safada) Talvez você tenha razão. Vai comprar, vou ficar te esperando, é só bater, Tomás.
Ela se aproximou de novo e se despediu de mim com um beijo na bochecha, andando devagar, fechou a porta, o rosto dela ainda estava vermelho, mas tinha um sorriso safado. Aquilo me deixou com um sentimento agridoce, porque sentir aqueles lábios macios na minha bochecha e os peitões dela se apoiando no meu peito fazia meu coração bater muito rápido, mas o fato de meus nervos terem me pregado uma peça de novo, arrumando uma desculpa tão besta para não continuar conversando com ela e acabar com a situação erótica que estava rolando, que talvez terminasse com meu sonho se realizando, ou seja, transar. Eu me senti o cara mais idiota naquele momento, porque tive uma oportunidade daquelas, talvez a única que fosse aparecer, mas ainda restava um pouco de esperança, ela tinha dito que ia estar me esperando. Durante minha caminhada até o supermercado, fiquei refletindo sobre como tirar aquela mulher da cabeça para poder comprar tranquilo, mas toda vez que tentava, lembrava dela me olhando e daqueles beijos na bochecha que me dava, daquele roçar que a gente teve e do convite que ela fez. Quando voltei para o apartamento, olhei fixamente para a porta da dona Celeste, queria bater e deixar tudo fluir naturalmente, mas decidi não fazer no final, porque não tive coragem. Comecei a cozinhar e a ler um texto para a aula que tinha no dia seguinte, depois disso me joguei na cama e falei com meus dois colegas pelo grupo do WhatsApp que a gente tem, para me distrair.
Y: Como é que tá?
Cr: Tudo bem aqui, sentindo falta das suas idiotices.
Y: Você vai conhecer vários idiotas, mas nunca um igual a mim.
Cr: Eu sei e por isso sinto sua falta, parceiro. Mas o que tá rolando, porque é raro você começar uma conversa a menos que tenha algo te deixando confuso.
H: Casalzinho de pombinhos, vou ali por um instante e vocês já tão flertando pelas minhas costas.
Cr: Desculpa, amor, sei que o Tomás é teu melhor amigo, mas também é meu e eu sou o teu.
H: Falando sério, o Cristian tem razão, qual é a sua, Tomás.
Y: Então, galera. Como explicar pra vocês, as palavras não vêm na minha cabeça agora.
Cr: Vamos lá, cara, relaxa, você tá com a gente, pode deixar seus sentimentos fluírem, fala aí.
H: Sim, Tomás. Não se preocupa com nada, só fala, a gente vai te apoiar e ajudar, afinal de contas, somos como irmãos.
Y: Têm razão. Bom, é meio complicado de falar, mas
Cr: Mas que porra
Y: Mas eu me apaixonei pela minha patroa.
Depois daquela confissão, meus amigos ficaram uns minutos em silêncio e era normal, porque desde que me conheciam, nunca tinha me apaixonado por ninguém nem demonstrado interesse.
H: Nossa, isso é uma grande revelação.
Cr: Tomás, não é brincadeira, né?
Y: Não, na real eu quero e desejo muito aquela mulher.
Cr: Sempre que você falava dela, eu achava que era brincadeira. Manda uma foto dela pra gente.
Y: Claro, esperem uns minutinhos.
Eu tinha umas fotos dela no meu celular, foi do dia que ela tinha acabado de chegar no apartamento. Ela veio me deixar uns pratos que estavam sobrando, vestindo um vestido vermelho meio justinho e com um decote bem ousado. Dei um jeito de tirar essas fotos sem ela perceber, e depois usei elas pra bater uma pensando nela. Na época, achei que ia ser só isso e que não ia chegar a sentir o que tô sentindo. Depois de mandar uma dessas fotos, os comentários dos meus colegas não demoraram.
Cr: Que milf gostosa.
H: Não é à toa que você quer ela.
Y: E aí, o que eu faço?
H: Você tem que pensar com a cabeça fria, mesmo que seja difícil.
Cr: Você tinha dito que eu tinha uma parceira, né?
Y: Sim, e aliás, hoje ela discutiu com ele.
Cr: Aí sim, uma boa oportunidade pra você ir se aproximando dela. Se a briga foi grande, pode ser que tenham terminado, e mesmo que não seja o caso, com certeza vão ficar de mal uns dias, tempo suficiente pra você atacar e tentar conquistar ela.
H: O mais importante é que você não desista, continue insistindo, uma hora ela vai baixar a guarda e você vai poder saborear os melões dela.
Y: Beleza, muito obrigado pelos conselhos, galera.
Cr: De nada, mano, sempre pode contar com a gente.
Deixei o celular carregando, fechei os olhos e suspirei, enquanto pensava comigo mesmo:Se eles soubessem a oportunidade de ouro que eu tive hoje, iam me matar, porque não tive coragem de seguir em frente.Finalmente fui dormir e, nesse meio tempo, tive um sonho que só aumentou ainda mais minha vontade pela dona Celeste. O sonho era sobre nós dois na mesma situação da tarde, mas, em vez de fugir, eu ficava ao lado dela dizendo como ela era gostosa. Daí ela me olhou com carinho e me convidou pra entrar na casa dela. O filho dela ainda não tinha chegado, tava na casa de um amigo. Eu me sentei no sofá branco que ela tinha, enquanto ela esquentava a chaleira pra me servir uma xícara de café. Enquanto isso, ela me dizia.
C: Tomás, cê não gosta mesmo de me ver triste?
Y: Sim, dona Celeste.
C: E posso saber o motivo?
Y: O motivo?
C: Sim, deve ter um motivo, além de ela ser sua patroa.
Y: (Nervoso) Bom, odeio ver uma mulher triste.
Ela se aproxima, fazendo com que nossa distância seja de uns oito ou dez centímetros, eu podia sentir a respiração dela e os peitões grandes roçando no meu peito. Me olhando fixamente, ela diz.
C: Essa resposta pra mim é um clichê, um clichê besta e ingênuo.
Engoli minha saliva, minha cabeça parou de pensar, com ela tão perto, meu pau começou a endurecer, nervoso, tentei me afastar dela e disfarçar pra que ela não percebesse minha ereção, enquanto a chaleira começava a apitar pra avisar que a água estava fervendo.
Y: Dona Celeste, eu não sei o que dizer sobre isso.
C: (Sorri) Só me diz teu verdadeiro motivo, não vou te comer nem nada do tipo.
Meu momento de fraqueza chegou, baixei um pouco o olhar, especificamente pros peitos dela, que só estavam cobertos pela camiseta que ela vestia, já que dava pra ver os bicos, que naquele momento pareciam estar duros. Ela percebeu meu olhar e cobriu os seios, falando com uma voz provocante.
C: Tomás, você é um tarado de marca maior, e eu que pensava que você era um menino bonzinho.
Naquele instante, eu queria ter um pouco mais de coragem, chegar perto dela e beijá-la, rasgar aquela camiseta e chupar aqueles peitos maravilhosos, como se fosse um bebê faminto, mas eu era covarde e tímido, então decidi fechar os olhos e pensar em algo que me fizesse baixar a tesão, mas ela voltou a falar num tom provocante.
C: No que você está pensando, meu gatinho? Nas minhas tetas ou talvez em outra parte do meu corpo?
Y: (De olhos fechados) Dona Celeste, me desculpe.

C: Desculpar de quê? (Se fazendo de sonsa e se aproxima)
Y: Por ficar olhando pras tetas dela.
Então começo a sentir a respiração dela de novo tão perto de mim, os peitos dela colados no meu peito. Abro os olhos e vejo ela bem perto de mim, sorrindo.
C: Você me deseja?
Não dava mais pra esconder meus sentimentos e intenções, tava tão excitado que não conseguia mais disfarçar, e enquanto a chaleira continuava fazendo aquele barulho de fervura, eu falei.
Y: Eu desejo ela como nunca desejei outra, é a primeira mulher que me deixa assim, tão tesudo que sinto que minha pica tá prestes a explodir que nem um vulcão em erupção. Por isso acho que o senhor Roberto é um idiota, olhando pra novinha tendo uma mulher gostosa só pra ele.
C: Roberto é um completo idiota, não sabe o que tem, né?
Y: Sim, dona Celeste.
Ao dizer aquilo, ela ri safadamente, se levanta e vai pra cozinha. Pensei que toda minha confissão tinha sido em vão e que ela só tinha zombado de mim, até que sinto o som da chaleira parar e ela volta andando de um jeito sensual, me olha e então desce o olhar pro meu pau.
C: Esse garotinho quer se divertir e eu também quero. E você, Tomás, quer se divertir?
Y: Sim, dona Celeste, quero me divertir.
Ela sorri e começa a tirar devagar a camiseta dela, deixando ver aos poucos o corpo maravilhoso dela, eu não podia acreditar no que via, muito menos no que tava rolando. Quando ela finalmente terminou de tirar aquela peça, vejo o par de peitos dela quicando e ela joga a camiseta pra mim. Na mesma hora, ela anda de quatro como se fosse uma leoa caçando a presa, chega até mim e abaixa o zíper com a boca, enquanto com as mãos ela desabotoa o botão da minha calça.
C: Esse cara tá pedindo socorro aos berros, vamos ver o quão maravilhoso ele é.
Ela, ao baixar minha calça, lambe meu pau ainda dentro da cueca, aquilo foi uma delícia, suspirei e só queria que ela baixasse minha cueca de vez e começasse a chupar minha rola, sem essas brincadeirinhas.
C: Que sabor gostoso que tem. (Morde os lábios)
Y: Dona Celeste, por favor, chupa minha pica de uma vez, acho que não aguento mais.
C: Desculpa, garoto, eu gosto de brincar antes de passar pro próximo nível. Se você não aguentar, vai ser uma decepção.
Ela continuou com seus joguinhos, me masturbava e, mesmo com a cueca no lugar, eu sentia o calor da mão dela. Voltava a lamber meu pau e depois mordia de leve, enquanto com a mão esquerda enfiada dentro da calça se masturbava. Os peitos dela balançavam pra todo lado. Aí parou de morder meu pau e levou uma das tetas até a boca, ela mordia o próprio mamilo e continuava se masturbando.
C: Mmmm, que gostoso. Vem, Tomás, quero que você me coma a bucetinha primeiro.
Ela tirou a calça que tava usando e a calcinha, a buceta dela tava bem molhada, era a primeira vez que eu via uma tão de perto. Mas eu desejava tanto ela que nada me surpreendia, e fiz o que ela me pediu, comecei a fazer sexo oral nela, ela gemia, enquanto com as mãos brincava com os peitos dela.
C: Aaah, siiiim. Nossa, continua assim, meu garotooo.
Eu não parava de brincar com a buceta dela, lambia e mordiscava devagar o clitóris dela, sentia a buceta dela ficando cada vez mais molhada, ela continuava gemendo, parava de brincar com os peitos dela e com as duas mãos empurrava meu rosto mais pra dentro da buceta dela.
C: Tomás, continua assimmm. Nããooo paaraa. Aaaih siiim. Mais, mais, mais, mais.
Eu tava me sentindo meio sufocado pela buceta dela, mas não parei, continuei dando prazer, até que me veio a ideia de enfiar um dos meus dedos no cu dela. Aproveitei o melado que escorria da buceta dela pra molhar meu dedo e, bem devagar, fui introduzindo no cu dela. Quando ela sentiu meu dedo entrando, começou a gemer mais alto.
C: Siimm, Toomás. Continua assim. É tãoo bom. Aaai, Meu Deus. Aaai sim. Não para, que eu já vou gozaaar.
Ela começou a gozar que nem uma louca, ficou deitada no chão, suspirando. Eu me aproximo dela e beijo ela, devoro a boca dela e ela me abraçava, nossas línguas se entrelaçavam e era uma sensação espetacular. Não sei quanto tempo a gente ficou naquele beijo, mas foi longo. Ela me olhou e sorriu.
C: É hora de eu te fazer feliz.
Me sento no sofá e tiro a cueca, ela com os peitões enormes começa a me bater uma, eram macios, parecia dois algodões, eu tava em êxtase.
Y: Você é uma Deusa, dona Celeste.
Tentando respirar fundo pra não perder tudo no meio desse auê. Ela continuava subindo e descendo os peitos e, aos poucos, aproximava a boca da minha pica.
C: Seu pau é tão lindo, não é muito grande, mas também não é pequeno, um tamanho ideal pra mim.
E começou a chupar meu pau, enquanto continuava me masturbando com os peitos dela, sentia que já estava prestes a gozar, não aguentava mais, a boca dela era de outro mundo, a língua mexia de um jeito surpreendente.
Y: Dona Celeste, tô quase gozandooo.
Ela, ao ouvir aquilo, ficou ainda mais excitada e começou a me esfregar com os peitos mais rápido, me chupando cada vez mais, até que eu gozei na boca dela. Foi aí que o despertador tocou e eu percebi minha triste realidade: tudo não passou de um sonho, um sonho maravilhoso, mas o que não foi sonho foi que eu tinha acabado de gozar na minha cueca. Levantei, me despi, entrei no chuveiro e tomei um banho, tentando acalmar meu tesão, mas meu pau já estava subindo de novo, enquanto eu pensava comigo mesmo.Tomara que eu possa comer essa MILF gostosaDepois do banho, me visto e, sem tomar café, saio correndo pra ir pra faculdade, achando que ia chegar atrasado. Como a universidade não ficava tão longe do apartamento, eu ia a pé, mas na hora tava correndo. Cheguei na sala de aula meio cansado, me sentei numa das cadeiras. No primeiro momento, achei que tava sozinho, porque não tinha visto ninguém. Respirei fundo de olhos fechados e depois olhei pro celular, vi que ainda faltavam dez minutos pra aula começar. Levantei o olhar, me virei pra porta e vi, lá no fundo, uma mina que eu nunca tinha visto antes. Eu geralmente sentava nas primeiras cadeiras pra prestar mais atenção no que o professor falava, e esses lugares eram uma briga, porque alguns colegas de curso que sentavam no meio faziam barulho e distraíam quem tava atrás, ou simplesmente dava pra prestar atenção direito. No começo, fiquei surpreso e enfeitiçado pela beleza dela. Bem baixinho, soltei a palavra:Princesaporque o rosto dela me lembrava uma, depois de alguns minutos, voltei à realidade. Levei um susto e pensei que tinha entrado na sala errada, então me levantei meio envergonhado, caminhei pra fora da sala com minha mochila, olhei o número do salão e confirmei que era minha aula. Aí pensei que talvez a mina tivesse se enganado, já que, como eu disse, nunca tinha visto ela nesses meses de aula que a gente já tinha. Ela era loira, cabelo liso e comprido, olhos cinzentos, usava óculos, pele branca. Não dava pra dizer se era magra ou meio gordinha, porque tava usando uma espécie de moletom largo, que também não deixava ver ou julgar o tamanho dos peitos dela, e tava de calça preta. Nervoso, cheguei perto dela e perguntei.
Y: Oi, desculpa. Que aula você tá esperando?
Ela fica em silêncio por um momento, como se estivesse pensando no que responder, o que me deixava incomodado, aí ela disse "Psicologia" com um sotaque bem inglês ou gringo, supus que era uma estudante de intercâmbio ou algo assim, embora achasse estranho, porque a gente já tava praticamente no meio do semestre pra ela ser trocada. Enquanto eu me preocupava tanto em pensar, comecei a perceber que a sala tava enchendo e o lugar que eu tinha escolhido no começo já tava ocupado, resolvi ficar do lado da nova aluna. Sentei e, depois de alguns segundos, comecei a notar que todo mundo tava olhando pra mim, mas em vez de me encarar, eles fixavam o olhar na garota nova. Ela toca meu braço, eu viro pra olhar pra ela, vejo que ela tava com a mão estendida e me diz.
A: Oi, meu nome é April, muito prazer em te conhecer.
Um pouco nervoso, estendo minha mão e me apresento pra ela.
Y: Desculpa por não ter me apresentado antes, meu nome é Tomás e o prazer é todo meu.
Ela sorriu e disse meu nome num tom que me cativou, era a primeira vez que me sentia tão seguro e livre na frente de uma estranha, já que, durante esses meses, ainda tinha pessoas com quem não interagia na faculdade ou não me sentia à vontade pra conversar. O que era esse sentimento que tava pulsando dentro de mim? Naquele momento, eu ignorava ou queria ignorar.
Essa é minha primeira história e minha primeira publicação, espero que tenham gostado, é uma história que fui construindo aos poucos e quis compartilhar a primeira parte com vocês.

2 comentários - A Milf dos meus sonhos. Capítulo I "O Sonho

Muy bueno,me gustan los relatos largos que se toman su tiempo