Bom, no dia seguinte de ter visto minha sobrinha transando, depois de ter visto ela pelada no chuveiro, já pensei: é isso. Já vi o corpo inteiro dela, mas a sensação de vê-la nua de novo era incrível. O tesão já tava enorme nesse ponto. Queria continuar vendo ela se despir, queria ver aqueles peitos, queria ver aquela bunda, aqueles bicos, aquela buceta.
Naquele dia, tomei café sabendo que no domingo ela já ia embora. Ela já tinha terminado os trâmites pra se matricular na faculdade. Isso me fez pensar que não ia mais poder aproveitar aquela vista.
F- Tio, então, domingo eu volto pra minha casa, então não vou mais te incomodar.
- Nada, não incomodou nada, nem senti que você tava por aqui.
F- Exceto naquela noite…
- Exceto naquela noite kkkk mas fica tranquila que seu pai não sabe de nada.
F- Sobre isso, tio, queria te perguntar se no sábado eu podia encontrar minhas amigas pra comer algo aqui.
- Sim, sem problema, justo combinei de sair com uns amigos, então vou deixar o apê só pra você. Só não faz bagunça.
F- Não, prometo.
Essa mina já me manipulava na boa, como se soubesse que eu tô devendo algo por ter visto ela pelada. Naquele sábado, ela saiu à tarde pra comprar umas bebidas. Me ocorreu, como todo voyeurista, instalar um app no notebook dela pra ver o que ela fazia. A linha da ética e da moral já tinha ficado pra trás nesse ponto. Ela tava no quarto dela, e o simples perfume que eu sentia já fazia minha rola ficar dura. Poder sentir aquele perfume no pescoço dela enquanto beijo ela. Sentir aquele perfume no peito dela enquanto lambo e chupo aqueles bicos.
Enquanto instalava o app, percebi que nunca tinha olhado no notebook dela se tinha alguma foto. Achei estranho, já que não tinha achado nada no celular, não achei que ia encontrar algo no computador dela.
A surpresa que tive ao ver umas fotos dela posando de quatro. Sempre de roupa, mas insinuando algo mais. As fotos eram melhores que as do celular dela. Mas a melhor foi uma onde ela puxava o shortinho e deixava ver aquela buceta. Era gostosa, que vontade de chupar todos os fluidos dela, que vontade de ter ela de pernas abertas me dizendo "É isso, tio, enfia tudo em mim, vai, faz de mim sua putinha, me come toda, me faz tua". Tive que bater uma na hora mesmo com a pica enrolada numa das calcinhas sujas dela.
Pra não prolongar a história, consegui instalar o app e dava pra ver claramente o que minha sobrinha fazia no quarto dela, desde que o computador estivesse ligado. Ficava pensando em vê-la se trocar e até se tocar, enfiar os dedinhos naquela bucetinha, que delícia seria ver aquilo.
Chega o sábado, vou me trocar no meu quarto, ou pelo menos foi o que falei pra minha sobrinha. Disse pra ela colocar música no notebook e conectar nuns alto-falantes que tinha lá, era o plano perfeito.
Ela fez exatamente isso, e pude ver como tirava uma regatinha amarela que tava usando. Ficou de sutiã, um daqueles que deixava a tetinha cair naturalmente, sem bojo, dava pra ver que era meio transparente porque o mamilo gostoso aparecia. Vejo que ela começa a separar a roupa que ia vestir, um vestidinho branco bem colado ao corpo. Vi que pegou um sutiã branco e uma calcinha, ou melhor, um fio dental branco. Pega uma toalha, se enrola nela e vai tomar banho. De novo, ela tinha colocado algo na fechadura, então espiar ela no banheiro não era opção. Tive que esperar ela terminar o banho, dizer pra ela se secar no quarto dela pra eu entrar no banheiro e sair. Mentira! Queria ver ela, se secando, se vestindo, ver ela inteira como mulher.
Ouço ela sair do banho e gritar que já tá pronto. Entro no banheiro, faço um barulho e começo a ver pelo celular. Ela senta na cama, com uma toalha enrolada no corpo e outra no cabelo. Primeiro ela seca o cabelo, nessa altura eu já tava com a pica na mão, preparado. Ver ela pelada, embora não fosse a primeira vez, parecia a primeira vez. Já tinha visto tudo, mas ao mesmo tempo era tudo novo e excitante.
Finalmente, ela tira a toalha do corpo e começa a secar os peitos. Ver eles tão macios me Dava uma vontade de massagear elas a noite toda. Elas iam e vinham com o movimento da mão dela, ela se tocava e se olhava no espelho que tinha no quarto. Ficava se olhando e arrumando, tocava elas, circulava a aréola com os dedos, mexia nos biquinhos. A excitação era enorme. Quando vejo que ela para, já estava de fio dental, tinha colocado no banheiro, então a buceta ficou de fora. Mas ver aquela raba pela primeira vez de fio dental foi um tesão. Assentava que nem a camisa 10 do Diego. Ver ela andando de fio dental e pelada no quarto se arrumando, não sei como não entrei pra macetar ela na hora. Ela colocou o sutiã e continuou brincando com os peitos, mexendo eles pra lá e pra cá, vendo se ficavam na posição certa pra todo mundo ver. Esse sutiã também era meio transparente, mas com meia taça. Ela levantava eles e os peitos ficavam todos apertadinhos. Quando vi que ela estava vestindo o vestido, saí do banheiro. O trabalho já estava feito.
Me preparo pra sair quando ela sai do quarto toda arrumada.
F- Tio! Demorou pra caramba no banheiro
- É jajaja tava me arrumando também, mas não fiquei igual você
F- Como que eu tô?
- Tá linda, princesa (meus olhos escaparam pro decote dela)
F- Tio! O que cê tá olhando? Deve ser que tô bem então
- Me desculpa, princesa, é que você já tá bem grandinha e seu decote gritou "me olha" jajaja (ela ficou vermelha)
Saio naquele sábado, doidão, de vez em quando olhava o celular pra ver se aparecia algo na câmera, mas nada. Já era improvável. Já tinha visto ela e já era muita espionagem por hoje. Decidi focar em mim naquela noite. Não sou muito de pegar geral, mas naquela noite tava com uma vontade danada de meter, peguei uma loira bonita de rosto, só beijei e ela não quis dar mais. Trocamos números e só. Voltei pra casa com um saco cheio, mas pra ver a sobrinha.
Quando chego, já não tinha ninguém na sala, então imaginei que todo mundo já tinha ido embora. Quando vou pro meu quarto, escuto música baixinho vindo do dela. peça. Não tive mais coragem de voltar, mas lembrei da câmera.
Fui ver e era minha sobrinha dançando com aquele vestidinho branco, que quando eu fui embora batia um pouco abaixo da altura da bunda, agora já apareciam os cachezinhos daquele rabo lindo. Na cama, sentado um cara, verdade que não sei se era o mesmo da outra vez, mas não liguei. Queria ver o que minha sobrinha fazia.
Ela dançava e rebolava, virava as costas pra câmera, então eu tinha uma vista boa da bundinha redonda dela, aqueles cachecos aparecendo cada vez mais. O cara colocava as mãos na bunda e ia subindo devagar o vestido. Minha sobrinha deixava, enquanto continuava dançando. O cara puxa ela pra perto e vejo pelos movimentos que ele tira o pau e minha sobrinha começa a bater uma pra ele. Com as mãozinhas lindas dela, eu via os movimentos pra cima e pra baixo enquanto o cara curtia e massageava os peitos dela com uma mão e a bunda com a outra.
Putona que sempre foi minha sobrinha. Ela adorava sexo, adorava ser comida, adorava ter paus na mão, ficar de quatro, mas o ato que vi depois nunca tinha visto dela. Ela se abaixa e se ajoelha no chão. Pelo ângulo da câmera não dava pra ver o que ela fazia, mas era óbvio. Via a nuca da minha sobrinha indo e vindo, o cara segurando o cabelo dela, curtindo um boquete bem dado da minha putinha querida. Que delícia deve ter sido sentir esses lábios carnudos, percorrendo a ponta do meu pau, ver ela descendo chupando tudo, me olhando com aqueles olhinhos pra ver como eu tava gostando, sentir essa linguinha nas minhas bolas, no pau, me pedindo pra gozar na boquinha dela. Lindo.
Enquanto via esse ato da minha sobrinha, vejo — porque áudio não tinha — que o cara parece falar algo que faz ela ficar brava, ela levanta, e dava pra ver que discutiam alguma coisa. Que idiota tem que ser pra irritar alguém que tá te fazendo um boquete?, pensei. Vi que ela limpava a boquinha, então capaz que ele gozou na boca dela, ou era o que eu achava.
Ouvia murmúrios e vejo que ela fecha O notebook, o espetáculo já tinha acabado. Escuto alguém indo embora, imagino que seja o cara, a música desliga e eu já não sentia mais nada.
A propósito, nem tinha me trocado, nem escovado os dentes nem nada. Até que me preparei pra dormir e já ouvia os roncos da minha sobrinha. Achei estranho, porque nunca tinha ouvido ela roncar antes. E percebi que quem tinha ido pro apê tinha se acabado de beber, um deles era minha sobrinha com certeza. Me passou um pensamento perigoso pela cabeça.
Abri devagar a porta do quarto dela e lá estava ela, toda largada, espalhada na cama. Vi que o vestido branco tava no chão. Já tinha visto o pijama dela antes, um shortinho e uma camiseta velha, mas as duas peças estavam no armário. Tava tudo escuro, mas eu ouvia os roncos, então entrei. Acendi a luz do celular e vi que ela tava coberta até as costas. Mas as costas dela estavam nuas. Nada, pensei, ia poder ver os peitos da minha sobrina ao vivo e a cores. Tava muito agitado, exaltado, acho até que tremia um pouco, não de medo, mas de tesão.
Peguei o lençol devagar e comecei a puxar pra baixo. Era um cirurgião, cada movimento era suave e lento, mesmo ouvindo os roncos. Cheguei até a cintura dela e, de fato, ela tava dormindo de peitos de fora, mas de bruços. Passei os dedos nas costas dela e era macio como seda. Agora a parte de baixo, continuei descendo, já tava respirando pela boca nessa hora, e vejo aquelas duas covinhas que eram a antesala da calcinha fio dental branca que ela tinha vestido mais cedo. Tava na minha frente aquela bunda que eu só tinha visto espiando. Agora tava a centímetros de mim. Tinha a pica que estourava a cueca. Coloquei uma mão numa nádega e senti aquela maciez, aquela bunda gostosa, tava na palma da minha mão. Coloquei a outra mão na outra nadeguinha e apertei devagar, ela nem se mexeu. Dava pra ver que ela tinha dormido profundamente, até devia estar meio bêbada, porque tava com a boquinha aberta e babando um pouco no travesseiro. Tiro meu pau pra fora e apoio ele devagar na boquinha dela. Deslizo suavemente a cabeça do meu pau por esses lábios vermelhos, o líquido pré-gozo misturado com a baba dela formou um fio de saliva entre meu pau e a boquinha dela. Me segurei pra caralho pra não enfiar até o fundo da garganta. Tava no limite.
Voltei pra bundinha pequena dela. Quis separar as nadeguinhas pra ver se dava pra enxergar aquele buraquinho preto, aquele cuzinho proibido. Apoio as mãos nas nádegas e vou separando devagar. Era difícil pegar a tanga e puxar. Quando comecei a vislumbrar o anel de couro, ela se mexeu um pouco, me assustei e saí do quarto.
Voltei pro meu quarto e a punheta que bati quase me desidratou. Saía porra aos litros. Devem ter passado uns 15 minutos e já queria dormir, já tinha passado demais naquela noite, mas ter minha sobrinha ali nua pra sentir não me deixava fechar os olhos.
Decidi tentar de novo. Abro a porta do quarto dela devagar e ouvia os roncos. Esse foi meu sinal pra entrar. Continuava tudo escuro. Acendo a lanterna do celular e fiquei louco. Ela estava lá, ainda espalhada na cama, só que agora de barriga pra cima. Dava pra ver ainda na boquinha dela, naqueles lábios, um fio de baba misturada com a do meu pau. Era lindo. Tinha acabado de bater uma punheta, mas ainda tava com o pau duro por causa da situação.
Me aproximei e olhei esses peitos de perto. Esses mamilos de perto. Eram lindos. Dava pra sentir o perfume dela.
Apoiei minhas mãos nos peitos dela devagar. Eram macios como imaginei. Roçava com a ponta dos dedos, circulava a aréola, o mamilinho dela. Tava ficando louco. Peguei com as duas mãos e decidi apertar suavemente, bem de leve. Depois um pouco mais forte. Sem hesitar, comecei a lamber o peito dela, devagar, a excitação que eu sentia não dava pra descrever, passar minha língua naqueles peitos era a glória. Depois aproximei meus lábios do mamilo dela e beijei devagar. Minha sobrinha ainda dormia profundamente. Passei a língua inteira pela aréola dela uma vez e outra, lambia o mamilos uma e outra vez.
Desço pra barriguinha dela, roçando com a ponta dos dedos, e encontro a calcinha fio dental branca. Pensei em puxar pra baixo e tirar, mas achei que era arriscado demais e ela ia acordar. Peguei o elástico da cintura devagar e deslizei com dois dedos até a buceta. Já dava pra ver os pelinhos aparecendo. Afastei a calcinha e vi ela. Aquela buceta linda. Já tinha falado que tinha pelinhos, mas não ligava, era linda. Parece que molhou um pouco quando tava com o cara, porque a calcinha tava meio úmida e a buceta também tava um pouco molhada. Com um dedo, passei suavemente por aquela xereca. Minha sobrinha continuava dormindo profundamente. Passei o dedo pra cima e pra baixo devagar, depois dois dedos, e continuei assim. Praticamente tava masturbando minha sobrinha. Com um dedo, comecei a separar os lábios da buceta e enfiei um dedo bem de leve. Enfiava só até a altura da unha e tirava, e fiquei nisso por um tempão. Tava dedando minha sobrinha. A menina que vi crescer, que vi transando uns dias atrás, que vi nua se ensaboando toda, que vi se masturbando e fazendo boquete. Era inacreditável que ela continuasse dormindo, já comecei a pensar se metia nela dormindo ou não, mas achei que já era demais.
Foi lindo quando ouvi:
– F-Dá mais.
Congelei. Apaguei a lanterna e fiquei parado uns segundos no escuro. Os roncos voltaram.
Quando enfiei um dedo de novo na buceta dela, tava toda molhada de novo, meti dois dedos e masturbei ela bem devagar, tinha todos os sucos dela nos meus dedos, vi que os mamilos tavam durinhos e lambi eles por um tempo. Voltei a colocar meu pau, que já tava quase gozando na boca dela, misturou minha porra com a baba dela nos lábios quando senti que ela começou a colocar a língua pra fora aos poucos. Aí eu soube que ela tava meio acordada, meio dormindo e completamente bêbada. Uma mistura de tudo.
– Toma toda minha porra – sussurrei.
F-Sim, joga tudo na boquinha, quero tomar tudo.
Gozei inteiro na boca dela. boca e um pouco no rosto dela, no escuro. Ela não chupou minha rola inteira, mas ficou passando a língua na cabeça dela.
Chupei um pouco os bicos dos peitos dela enquanto, de surpresa, ela voltou a dormir profundamente.
Limpei um pouco da porra do rostinho dela, passei meus dedos pela última vez naquela buceta toda molhada, e fui embora.
A aventura tinha acabado — ou pelo menos era o que eu pensava.
Continua...
Fotos do computador





Naquele dia, tomei café sabendo que no domingo ela já ia embora. Ela já tinha terminado os trâmites pra se matricular na faculdade. Isso me fez pensar que não ia mais poder aproveitar aquela vista.
F- Tio, então, domingo eu volto pra minha casa, então não vou mais te incomodar.
- Nada, não incomodou nada, nem senti que você tava por aqui.
F- Exceto naquela noite…
- Exceto naquela noite kkkk mas fica tranquila que seu pai não sabe de nada.
F- Sobre isso, tio, queria te perguntar se no sábado eu podia encontrar minhas amigas pra comer algo aqui.
- Sim, sem problema, justo combinei de sair com uns amigos, então vou deixar o apê só pra você. Só não faz bagunça.
F- Não, prometo.
Essa mina já me manipulava na boa, como se soubesse que eu tô devendo algo por ter visto ela pelada. Naquele sábado, ela saiu à tarde pra comprar umas bebidas. Me ocorreu, como todo voyeurista, instalar um app no notebook dela pra ver o que ela fazia. A linha da ética e da moral já tinha ficado pra trás nesse ponto. Ela tava no quarto dela, e o simples perfume que eu sentia já fazia minha rola ficar dura. Poder sentir aquele perfume no pescoço dela enquanto beijo ela. Sentir aquele perfume no peito dela enquanto lambo e chupo aqueles bicos.
Enquanto instalava o app, percebi que nunca tinha olhado no notebook dela se tinha alguma foto. Achei estranho, já que não tinha achado nada no celular, não achei que ia encontrar algo no computador dela.
A surpresa que tive ao ver umas fotos dela posando de quatro. Sempre de roupa, mas insinuando algo mais. As fotos eram melhores que as do celular dela. Mas a melhor foi uma onde ela puxava o shortinho e deixava ver aquela buceta. Era gostosa, que vontade de chupar todos os fluidos dela, que vontade de ter ela de pernas abertas me dizendo "É isso, tio, enfia tudo em mim, vai, faz de mim sua putinha, me come toda, me faz tua". Tive que bater uma na hora mesmo com a pica enrolada numa das calcinhas sujas dela.
Pra não prolongar a história, consegui instalar o app e dava pra ver claramente o que minha sobrinha fazia no quarto dela, desde que o computador estivesse ligado. Ficava pensando em vê-la se trocar e até se tocar, enfiar os dedinhos naquela bucetinha, que delícia seria ver aquilo.
Chega o sábado, vou me trocar no meu quarto, ou pelo menos foi o que falei pra minha sobrinha. Disse pra ela colocar música no notebook e conectar nuns alto-falantes que tinha lá, era o plano perfeito.
Ela fez exatamente isso, e pude ver como tirava uma regatinha amarela que tava usando. Ficou de sutiã, um daqueles que deixava a tetinha cair naturalmente, sem bojo, dava pra ver que era meio transparente porque o mamilo gostoso aparecia. Vejo que ela começa a separar a roupa que ia vestir, um vestidinho branco bem colado ao corpo. Vi que pegou um sutiã branco e uma calcinha, ou melhor, um fio dental branco. Pega uma toalha, se enrola nela e vai tomar banho. De novo, ela tinha colocado algo na fechadura, então espiar ela no banheiro não era opção. Tive que esperar ela terminar o banho, dizer pra ela se secar no quarto dela pra eu entrar no banheiro e sair. Mentira! Queria ver ela, se secando, se vestindo, ver ela inteira como mulher.
Ouço ela sair do banho e gritar que já tá pronto. Entro no banheiro, faço um barulho e começo a ver pelo celular. Ela senta na cama, com uma toalha enrolada no corpo e outra no cabelo. Primeiro ela seca o cabelo, nessa altura eu já tava com a pica na mão, preparado. Ver ela pelada, embora não fosse a primeira vez, parecia a primeira vez. Já tinha visto tudo, mas ao mesmo tempo era tudo novo e excitante.
Finalmente, ela tira a toalha do corpo e começa a secar os peitos. Ver eles tão macios me Dava uma vontade de massagear elas a noite toda. Elas iam e vinham com o movimento da mão dela, ela se tocava e se olhava no espelho que tinha no quarto. Ficava se olhando e arrumando, tocava elas, circulava a aréola com os dedos, mexia nos biquinhos. A excitação era enorme. Quando vejo que ela para, já estava de fio dental, tinha colocado no banheiro, então a buceta ficou de fora. Mas ver aquela raba pela primeira vez de fio dental foi um tesão. Assentava que nem a camisa 10 do Diego. Ver ela andando de fio dental e pelada no quarto se arrumando, não sei como não entrei pra macetar ela na hora. Ela colocou o sutiã e continuou brincando com os peitos, mexendo eles pra lá e pra cá, vendo se ficavam na posição certa pra todo mundo ver. Esse sutiã também era meio transparente, mas com meia taça. Ela levantava eles e os peitos ficavam todos apertadinhos. Quando vi que ela estava vestindo o vestido, saí do banheiro. O trabalho já estava feito.
Me preparo pra sair quando ela sai do quarto toda arrumada.
F- Tio! Demorou pra caramba no banheiro
- É jajaja tava me arrumando também, mas não fiquei igual você
F- Como que eu tô?
- Tá linda, princesa (meus olhos escaparam pro decote dela)
F- Tio! O que cê tá olhando? Deve ser que tô bem então
- Me desculpa, princesa, é que você já tá bem grandinha e seu decote gritou "me olha" jajaja (ela ficou vermelha)
Saio naquele sábado, doidão, de vez em quando olhava o celular pra ver se aparecia algo na câmera, mas nada. Já era improvável. Já tinha visto ela e já era muita espionagem por hoje. Decidi focar em mim naquela noite. Não sou muito de pegar geral, mas naquela noite tava com uma vontade danada de meter, peguei uma loira bonita de rosto, só beijei e ela não quis dar mais. Trocamos números e só. Voltei pra casa com um saco cheio, mas pra ver a sobrinha.
Quando chego, já não tinha ninguém na sala, então imaginei que todo mundo já tinha ido embora. Quando vou pro meu quarto, escuto música baixinho vindo do dela. peça. Não tive mais coragem de voltar, mas lembrei da câmera.
Fui ver e era minha sobrinha dançando com aquele vestidinho branco, que quando eu fui embora batia um pouco abaixo da altura da bunda, agora já apareciam os cachezinhos daquele rabo lindo. Na cama, sentado um cara, verdade que não sei se era o mesmo da outra vez, mas não liguei. Queria ver o que minha sobrinha fazia.
Ela dançava e rebolava, virava as costas pra câmera, então eu tinha uma vista boa da bundinha redonda dela, aqueles cachecos aparecendo cada vez mais. O cara colocava as mãos na bunda e ia subindo devagar o vestido. Minha sobrinha deixava, enquanto continuava dançando. O cara puxa ela pra perto e vejo pelos movimentos que ele tira o pau e minha sobrinha começa a bater uma pra ele. Com as mãozinhas lindas dela, eu via os movimentos pra cima e pra baixo enquanto o cara curtia e massageava os peitos dela com uma mão e a bunda com a outra.
Putona que sempre foi minha sobrinha. Ela adorava sexo, adorava ser comida, adorava ter paus na mão, ficar de quatro, mas o ato que vi depois nunca tinha visto dela. Ela se abaixa e se ajoelha no chão. Pelo ângulo da câmera não dava pra ver o que ela fazia, mas era óbvio. Via a nuca da minha sobrinha indo e vindo, o cara segurando o cabelo dela, curtindo um boquete bem dado da minha putinha querida. Que delícia deve ter sido sentir esses lábios carnudos, percorrendo a ponta do meu pau, ver ela descendo chupando tudo, me olhando com aqueles olhinhos pra ver como eu tava gostando, sentir essa linguinha nas minhas bolas, no pau, me pedindo pra gozar na boquinha dela. Lindo.
Enquanto via esse ato da minha sobrinha, vejo — porque áudio não tinha — que o cara parece falar algo que faz ela ficar brava, ela levanta, e dava pra ver que discutiam alguma coisa. Que idiota tem que ser pra irritar alguém que tá te fazendo um boquete?, pensei. Vi que ela limpava a boquinha, então capaz que ele gozou na boca dela, ou era o que eu achava.
Ouvia murmúrios e vejo que ela fecha O notebook, o espetáculo já tinha acabado. Escuto alguém indo embora, imagino que seja o cara, a música desliga e eu já não sentia mais nada.
A propósito, nem tinha me trocado, nem escovado os dentes nem nada. Até que me preparei pra dormir e já ouvia os roncos da minha sobrinha. Achei estranho, porque nunca tinha ouvido ela roncar antes. E percebi que quem tinha ido pro apê tinha se acabado de beber, um deles era minha sobrinha com certeza. Me passou um pensamento perigoso pela cabeça.
Abri devagar a porta do quarto dela e lá estava ela, toda largada, espalhada na cama. Vi que o vestido branco tava no chão. Já tinha visto o pijama dela antes, um shortinho e uma camiseta velha, mas as duas peças estavam no armário. Tava tudo escuro, mas eu ouvia os roncos, então entrei. Acendi a luz do celular e vi que ela tava coberta até as costas. Mas as costas dela estavam nuas. Nada, pensei, ia poder ver os peitos da minha sobrina ao vivo e a cores. Tava muito agitado, exaltado, acho até que tremia um pouco, não de medo, mas de tesão.
Peguei o lençol devagar e comecei a puxar pra baixo. Era um cirurgião, cada movimento era suave e lento, mesmo ouvindo os roncos. Cheguei até a cintura dela e, de fato, ela tava dormindo de peitos de fora, mas de bruços. Passei os dedos nas costas dela e era macio como seda. Agora a parte de baixo, continuei descendo, já tava respirando pela boca nessa hora, e vejo aquelas duas covinhas que eram a antesala da calcinha fio dental branca que ela tinha vestido mais cedo. Tava na minha frente aquela bunda que eu só tinha visto espiando. Agora tava a centímetros de mim. Tinha a pica que estourava a cueca. Coloquei uma mão numa nádega e senti aquela maciez, aquela bunda gostosa, tava na palma da minha mão. Coloquei a outra mão na outra nadeguinha e apertei devagar, ela nem se mexeu. Dava pra ver que ela tinha dormido profundamente, até devia estar meio bêbada, porque tava com a boquinha aberta e babando um pouco no travesseiro. Tiro meu pau pra fora e apoio ele devagar na boquinha dela. Deslizo suavemente a cabeça do meu pau por esses lábios vermelhos, o líquido pré-gozo misturado com a baba dela formou um fio de saliva entre meu pau e a boquinha dela. Me segurei pra caralho pra não enfiar até o fundo da garganta. Tava no limite.
Voltei pra bundinha pequena dela. Quis separar as nadeguinhas pra ver se dava pra enxergar aquele buraquinho preto, aquele cuzinho proibido. Apoio as mãos nas nádegas e vou separando devagar. Era difícil pegar a tanga e puxar. Quando comecei a vislumbrar o anel de couro, ela se mexeu um pouco, me assustei e saí do quarto.
Voltei pro meu quarto e a punheta que bati quase me desidratou. Saía porra aos litros. Devem ter passado uns 15 minutos e já queria dormir, já tinha passado demais naquela noite, mas ter minha sobrinha ali nua pra sentir não me deixava fechar os olhos.
Decidi tentar de novo. Abro a porta do quarto dela devagar e ouvia os roncos. Esse foi meu sinal pra entrar. Continuava tudo escuro. Acendo a lanterna do celular e fiquei louco. Ela estava lá, ainda espalhada na cama, só que agora de barriga pra cima. Dava pra ver ainda na boquinha dela, naqueles lábios, um fio de baba misturada com a do meu pau. Era lindo. Tinha acabado de bater uma punheta, mas ainda tava com o pau duro por causa da situação.
Me aproximei e olhei esses peitos de perto. Esses mamilos de perto. Eram lindos. Dava pra sentir o perfume dela.
Apoiei minhas mãos nos peitos dela devagar. Eram macios como imaginei. Roçava com a ponta dos dedos, circulava a aréola, o mamilinho dela. Tava ficando louco. Peguei com as duas mãos e decidi apertar suavemente, bem de leve. Depois um pouco mais forte. Sem hesitar, comecei a lamber o peito dela, devagar, a excitação que eu sentia não dava pra descrever, passar minha língua naqueles peitos era a glória. Depois aproximei meus lábios do mamilo dela e beijei devagar. Minha sobrinha ainda dormia profundamente. Passei a língua inteira pela aréola dela uma vez e outra, lambia o mamilos uma e outra vez.
Desço pra barriguinha dela, roçando com a ponta dos dedos, e encontro a calcinha fio dental branca. Pensei em puxar pra baixo e tirar, mas achei que era arriscado demais e ela ia acordar. Peguei o elástico da cintura devagar e deslizei com dois dedos até a buceta. Já dava pra ver os pelinhos aparecendo. Afastei a calcinha e vi ela. Aquela buceta linda. Já tinha falado que tinha pelinhos, mas não ligava, era linda. Parece que molhou um pouco quando tava com o cara, porque a calcinha tava meio úmida e a buceta também tava um pouco molhada. Com um dedo, passei suavemente por aquela xereca. Minha sobrinha continuava dormindo profundamente. Passei o dedo pra cima e pra baixo devagar, depois dois dedos, e continuei assim. Praticamente tava masturbando minha sobrinha. Com um dedo, comecei a separar os lábios da buceta e enfiei um dedo bem de leve. Enfiava só até a altura da unha e tirava, e fiquei nisso por um tempão. Tava dedando minha sobrinha. A menina que vi crescer, que vi transando uns dias atrás, que vi nua se ensaboando toda, que vi se masturbando e fazendo boquete. Era inacreditável que ela continuasse dormindo, já comecei a pensar se metia nela dormindo ou não, mas achei que já era demais.
Foi lindo quando ouvi:
– F-Dá mais.
Congelei. Apaguei a lanterna e fiquei parado uns segundos no escuro. Os roncos voltaram.
Quando enfiei um dedo de novo na buceta dela, tava toda molhada de novo, meti dois dedos e masturbei ela bem devagar, tinha todos os sucos dela nos meus dedos, vi que os mamilos tavam durinhos e lambi eles por um tempo. Voltei a colocar meu pau, que já tava quase gozando na boca dela, misturou minha porra com a baba dela nos lábios quando senti que ela começou a colocar a língua pra fora aos poucos. Aí eu soube que ela tava meio acordada, meio dormindo e completamente bêbada. Uma mistura de tudo.
– Toma toda minha porra – sussurrei.
F-Sim, joga tudo na boquinha, quero tomar tudo.
Gozei inteiro na boca dela. boca e um pouco no rosto dela, no escuro. Ela não chupou minha rola inteira, mas ficou passando a língua na cabeça dela.
Chupei um pouco os bicos dos peitos dela enquanto, de surpresa, ela voltou a dormir profundamente.
Limpei um pouco da porra do rostinho dela, passei meus dedos pela última vez naquela buceta toda molhada, e fui embora.
A aventura tinha acabado — ou pelo menos era o que eu pensava.
Continua...
Fotos do computador





7 comentários - Sobrinha Gostosa - Parte 3 (fotos)
van 10