Atualmente, junto com minha esposa, sou swinger e é sensacional, mas como me tornei swinger? Vocês vão saber desde o começo de tudo, e com essa história começou o que até hoje é meu dia a dia.
Ana Paula Guzmán era uma jovem que na época tinha 18 anos, a típica novinha fogosa que se oferecia pra qualquer um de graça. Media 1,57 de altura, peitos empinados, cinturinha e uma bundinha gostosa. A irmã dela é minha amiga e a colocou pra trabalhar na mesma empresa que a gente. Ela ajudava todo mundo, eu adorava como ela me provocava, mas por causa da minha amiga, eu a respeitava.
Um dia, a irmã dela precisou sair e me disse:
— Luisinho, posso te deixar a Pau? É que não vai ter ninguém em casa e não quero que ela fique sozinha.
— Mmmm, tá bom, mas o que eu faço com uma garota de 18 anos? — falei, irônico.
Ela sorriu e respondeu: — Ué, leva ela no cinema ou pra comer, por exemplo. Te espero sábado às 3 na minha casa, ok.
Aquele dia me atrasei um pouco, cheguei quase às 4 da tarde, mas a Evelyn já não estava mais lá, só a Pau.
— Oi, pensei que você nunca fosse chegar, hehe.
— Desculpa, acabei me atrasando...
— Relaxa, então vamos logo.
— Vamos.
Ela tava usando uma minissaia preta, sapatos baixos e uma blusinha branca bem justinha. Tava uma delícia, e eu, com meus 22 anos, não achava tão errado assim desejar ela um pouco. Fomos comer e depois ao cinema, e eu aproveitava cada chance pra dar uma chegada nela ou tocar naquelas coxas gostosas.
Terminamos num Wings Army, e, já pensando no que podia rolar, pedi umas cervejas pra ela. Nisso, recebi uma ligação.
— Alô, Luís, olha, você pode entreter a Pau por mais um tempo? É que ainda não cheguei em casa.
— Mmmm, tudo bem, fica tranquila.
Pedi mais uma rodada de cerveja e falei pra ela que a gente ia ficar mais tempo junto. Bebemos e rimos pra caramba, até que, já entrando pela noite, eu soltei:
— Ah, Paulinha, você não faz ideia de como eu te acho gostosa.
— Kkkkkk, sério? Kkkkkk.
— Por que você tá rindo, hein? Não acredita em mim?
— Não, kkk, você é um pegador e só quer saber de quem se deixa.
— Kkkkkkk, mas você não se deixa? Você fica de lado, mas vive flertando com todo mundo... somos iguais.
- UMMM haha, sabe, admito que você me atrai, mas a Evelyn está de olho em você e não quero confusão com minha irmã.
- Ela é só minha amiga, e você me enlouquece. Me excita como você morde seu lábio na minha frente, como cruza suas pernas me mostrando tudo, afff, você não faz ideia da vontade que tô de você, gostosa.
- Luis, você vai me convencer, já para.
- Ou você não quer nada?
Me aproximei devagar dela e comecei a beijá-la, ela não recusou e acompanhou o movimento, nossas línguas se entrelaçavam, seus lábios e os meus se enchiam de saliva, minhas mãos acariciavam suas pernas deliciosas, ela gemia baixinho e me beijava o pescoço, eu fiz o mesmo, sua orelha e pescoço foram parar na minha boca enquanto a mão dela acariciava minha entreperna.
Sem dizer mais nada, paguei a conta e saímos rumo ao primeiro motel que encontramos, pedi o quarto, nossa vontade não aguentava mais, ao entrar nos beijávamos muito apaixonadamente, minhas mãos percorriam todo seu corpo jovem e gostoso.
Deitei ela na cama enquanto tirava minha camiseta, ela acariciava minhas costas e mordia meus ombros, eu tirei sua blusinha e que delícia encontrei, os peitos mais firmes e durinhos que já tinha tocado, tirei o sutiã e comecei a beijá-los com minha língua, do pescoço dela descendo até seus bicos gostosos que endureciam a cada chupada, lambida e mordida que eu dava.
Tirei a saia dela, deixando ela só de calcinha boxer de renda, ela tava uma delícia, meus lábios percorriam sua barriga e desciam para suas pernas, minha língua ia por tudo até chegar nos pés dela, que eu beijava e chupava devagar.
- Ahhh Luiiiis, assim... Ela repetia cada vez que minha língua brincava com seu corpo, tirei a boxer dela e me joguei na sua bucetinha molhada, minha língua lambia seus lábios e sua virilha, minhas mãos apertavam e brincavam com seus peitos e bicos, enfiei minha língua e lambia seu clitóris, ela gemia e apertava minha cabeça, meu pauzinho aos poucos ficava mais e mais duro, enfiei um par de dedos na buceta dela, metia e tirava enquanto minha língua lambia seu cuzinho. Tava no paraíso.
Tirei a calça rapidão, a cueca também atrapalhava, quando ela viu meu pau ficou toda animada…
— Luiiis, mas que tranca gostosa você tem, grande e durona, por isso a Eve quer te comer.
— hahaha então, gata, aproveita que você vai comer mesmo
Ela começou a lamber meu pau devagar, a língua dela passava desde as bolas até a ponta, a boquinha dela tentava engolir meus 21 cm de comprimento, a sensação da chupada era maravilhosa. A mina era uma verdadeira boqueteira, dava pra ver que não era a primeira vez dela em nada. Eu apertava a cabeça dela pra enfiar mais fundo, aff, era uma delícia ver ela engasgar e me deixar todo babado.
— Neném, enfia em mim, por favor, quero você dentro de mim já
— Sim, gata, eu também já quero entrar em você
— Vai, bebê, me dá mais, enfia gostoso
Abri as pernas dela igual um compasso e comecei a enfiar devagar. A buceta dela era apertada e não tinha nem entrado um quarto quando ela já gritava igual uma louca. Isso me excitou mais ainda e comecei a meter com mais força. Tava machucando ela, mas como ela apertava meu pau, eu adorava. Depois de algumas penetradas, parece que ela já tinha se acostumado, rebolava a cintura do jeito mais gostoso possível. A gente se beijava e eu mordia tudo que tava ao alcance.
Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, minhas metidas eram rápidas. A buceta molhada dela apertava cada vez mais, os gritos e gemidos dela eram música divina, o olhar dela me deixava mais duro ainda.
— Tá… gostando, gata?
— Sim, bebê, assim mesmo me come
— Isso, gata, goza, goza
Coloquei ela de quatro e enfiei devagar, ela mexia a pelvis criando uma sensação deliciosa. Eu acariciava as nádegas dela, beijava e apertava, ela gemia e se empalava gostoso no meu pau.
Puxei o cabelo dela com uma mão e com a outra brincava com os peitos dela. Minhas metidas eram fortes, ela gritava e pedia mais. Eu dava tapas na bunda dela, senti ela gozar em cima de mim, ela tremia do orgasmo que tava sentindo. Então deitei ela de barriga pra baixo, enquanto continuava penetrando com força, mordia o pescoço e a orelha dela.
— Assiiim, Luiiis -Ufff Paulitaaa, que gostosa, aperta meu pau
-Aghhh me dá leiteee, quero leiteee
-Uff, ok neném, se mexeee, tira tudoo de mim
Nós dois nos movíamos como minhocas, até que não aguentei mais e gozei dentro dela...
-Aghhh Luiiisss
-Ahhh Pauuu
O orgasmo foi maravilhoso, ficamos os dois deitados na cama recuperando o fôlego, nos beijando e acariciando nossas partes.
Quando olhei meu celular, vi várias chamadas perdidas da Evelyn. Saímos de lá e fomos pra casa dela. Quando cheguei, levei uma bronca da Eve, mas não liguei porque tinha comido a irmãzinha dela.
Em breve conto mais, porque com a Paula começou uma série de eventos sexuais maravilhosos.
Ana Paula Guzmán era uma jovem que na época tinha 18 anos, a típica novinha fogosa que se oferecia pra qualquer um de graça. Media 1,57 de altura, peitos empinados, cinturinha e uma bundinha gostosa. A irmã dela é minha amiga e a colocou pra trabalhar na mesma empresa que a gente. Ela ajudava todo mundo, eu adorava como ela me provocava, mas por causa da minha amiga, eu a respeitava.
Um dia, a irmã dela precisou sair e me disse:
— Luisinho, posso te deixar a Pau? É que não vai ter ninguém em casa e não quero que ela fique sozinha.
— Mmmm, tá bom, mas o que eu faço com uma garota de 18 anos? — falei, irônico.
Ela sorriu e respondeu: — Ué, leva ela no cinema ou pra comer, por exemplo. Te espero sábado às 3 na minha casa, ok.
Aquele dia me atrasei um pouco, cheguei quase às 4 da tarde, mas a Evelyn já não estava mais lá, só a Pau.
— Oi, pensei que você nunca fosse chegar, hehe.
— Desculpa, acabei me atrasando...
— Relaxa, então vamos logo.
— Vamos.
Ela tava usando uma minissaia preta, sapatos baixos e uma blusinha branca bem justinha. Tava uma delícia, e eu, com meus 22 anos, não achava tão errado assim desejar ela um pouco. Fomos comer e depois ao cinema, e eu aproveitava cada chance pra dar uma chegada nela ou tocar naquelas coxas gostosas.
Terminamos num Wings Army, e, já pensando no que podia rolar, pedi umas cervejas pra ela. Nisso, recebi uma ligação.
— Alô, Luís, olha, você pode entreter a Pau por mais um tempo? É que ainda não cheguei em casa.
— Mmmm, tudo bem, fica tranquila.
Pedi mais uma rodada de cerveja e falei pra ela que a gente ia ficar mais tempo junto. Bebemos e rimos pra caramba, até que, já entrando pela noite, eu soltei:
— Ah, Paulinha, você não faz ideia de como eu te acho gostosa.
— Kkkkkk, sério? Kkkkkk.
— Por que você tá rindo, hein? Não acredita em mim?
— Não, kkk, você é um pegador e só quer saber de quem se deixa.
— Kkkkkkk, mas você não se deixa? Você fica de lado, mas vive flertando com todo mundo... somos iguais.
- UMMM haha, sabe, admito que você me atrai, mas a Evelyn está de olho em você e não quero confusão com minha irmã.
- Ela é só minha amiga, e você me enlouquece. Me excita como você morde seu lábio na minha frente, como cruza suas pernas me mostrando tudo, afff, você não faz ideia da vontade que tô de você, gostosa.
- Luis, você vai me convencer, já para.
- Ou você não quer nada?
Me aproximei devagar dela e comecei a beijá-la, ela não recusou e acompanhou o movimento, nossas línguas se entrelaçavam, seus lábios e os meus se enchiam de saliva, minhas mãos acariciavam suas pernas deliciosas, ela gemia baixinho e me beijava o pescoço, eu fiz o mesmo, sua orelha e pescoço foram parar na minha boca enquanto a mão dela acariciava minha entreperna.
Sem dizer mais nada, paguei a conta e saímos rumo ao primeiro motel que encontramos, pedi o quarto, nossa vontade não aguentava mais, ao entrar nos beijávamos muito apaixonadamente, minhas mãos percorriam todo seu corpo jovem e gostoso.
Deitei ela na cama enquanto tirava minha camiseta, ela acariciava minhas costas e mordia meus ombros, eu tirei sua blusinha e que delícia encontrei, os peitos mais firmes e durinhos que já tinha tocado, tirei o sutiã e comecei a beijá-los com minha língua, do pescoço dela descendo até seus bicos gostosos que endureciam a cada chupada, lambida e mordida que eu dava.
Tirei a saia dela, deixando ela só de calcinha boxer de renda, ela tava uma delícia, meus lábios percorriam sua barriga e desciam para suas pernas, minha língua ia por tudo até chegar nos pés dela, que eu beijava e chupava devagar.
- Ahhh Luiiiis, assim... Ela repetia cada vez que minha língua brincava com seu corpo, tirei a boxer dela e me joguei na sua bucetinha molhada, minha língua lambia seus lábios e sua virilha, minhas mãos apertavam e brincavam com seus peitos e bicos, enfiei minha língua e lambia seu clitóris, ela gemia e apertava minha cabeça, meu pauzinho aos poucos ficava mais e mais duro, enfiei um par de dedos na buceta dela, metia e tirava enquanto minha língua lambia seu cuzinho. Tava no paraíso.
Tirei a calça rapidão, a cueca também atrapalhava, quando ela viu meu pau ficou toda animada…
— Luiiis, mas que tranca gostosa você tem, grande e durona, por isso a Eve quer te comer.
— hahaha então, gata, aproveita que você vai comer mesmo
Ela começou a lamber meu pau devagar, a língua dela passava desde as bolas até a ponta, a boquinha dela tentava engolir meus 21 cm de comprimento, a sensação da chupada era maravilhosa. A mina era uma verdadeira boqueteira, dava pra ver que não era a primeira vez dela em nada. Eu apertava a cabeça dela pra enfiar mais fundo, aff, era uma delícia ver ela engasgar e me deixar todo babado.
— Neném, enfia em mim, por favor, quero você dentro de mim já
— Sim, gata, eu também já quero entrar em você
— Vai, bebê, me dá mais, enfia gostoso
Abri as pernas dela igual um compasso e comecei a enfiar devagar. A buceta dela era apertada e não tinha nem entrado um quarto quando ela já gritava igual uma louca. Isso me excitou mais ainda e comecei a meter com mais força. Tava machucando ela, mas como ela apertava meu pau, eu adorava. Depois de algumas penetradas, parece que ela já tinha se acostumado, rebolava a cintura do jeito mais gostoso possível. A gente se beijava e eu mordia tudo que tava ao alcance.
Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, minhas metidas eram rápidas. A buceta molhada dela apertava cada vez mais, os gritos e gemidos dela eram música divina, o olhar dela me deixava mais duro ainda.
— Tá… gostando, gata?
— Sim, bebê, assim mesmo me come
— Isso, gata, goza, goza
Coloquei ela de quatro e enfiei devagar, ela mexia a pelvis criando uma sensação deliciosa. Eu acariciava as nádegas dela, beijava e apertava, ela gemia e se empalava gostoso no meu pau.
Puxei o cabelo dela com uma mão e com a outra brincava com os peitos dela. Minhas metidas eram fortes, ela gritava e pedia mais. Eu dava tapas na bunda dela, senti ela gozar em cima de mim, ela tremia do orgasmo que tava sentindo. Então deitei ela de barriga pra baixo, enquanto continuava penetrando com força, mordia o pescoço e a orelha dela.
— Assiiim, Luiiis -Ufff Paulitaaa, que gostosa, aperta meu pau
-Aghhh me dá leiteee, quero leiteee
-Uff, ok neném, se mexeee, tira tudoo de mim
Nós dois nos movíamos como minhocas, até que não aguentei mais e gozei dentro dela...
-Aghhh Luiiisss
-Ahhh Pauuu
O orgasmo foi maravilhoso, ficamos os dois deitados na cama recuperando o fôlego, nos beijando e acariciando nossas partes.
Quando olhei meu celular, vi várias chamadas perdidas da Evelyn. Saímos de lá e fomos pra casa dela. Quando cheguei, levei uma bronca da Eve, mas não liguei porque tinha comido a irmãzinha dela.
Em breve conto mais, porque com a Paula começou uma série de eventos sexuais maravilhosos.
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