Continuando minhas aventuras com Marlene, a mãe do Max, hoje vou contar a última noite que passei com ela — uma noite muito gostosa de sexo e masoquismo, mas também a noite que acabou com uma amizade e talvez destruiu uma família!
No último relato, contei quando comi ela na cozinha dela durante a festa de Natal e, enquanto fodía ela bem gostoso, o marido corno vigiava a porta pra ninguém nos descobrir. Tudo foi muito gostoso, mas naquele dia, Max desconfiou que algo não tava certo e, mesmo eu tendo comido a mãe dele de madrugada, ele ficou com uma pulga atrás da orelha.
Marlene e eu continuávamos torturando o velho. A gente transava agora enquanto ele comia ou via TV. Marlene tava mais sem vergonha e tratava ele como lixo de verdade. E, mesmo eu curtindo ver a cara de perdedor dele, admito que no fundo me sentia mal, porque ele era o pai do meu amigo de infância e talvez não merecesse aquilo!
Mas já era tarde. Eu tava tão metido nessa tortura mental que só cumpria meu papel de bull. Naquela noite, combinei com Marlene de dar um show do caralho pro marido dela — um show masoquista. Ela sempre quis ser dominada, sodomizada e humilhada, e eu ia realizar a fantasia dela!
Cheguei na hora certa. Quando cheguei, Marlene já me esperava num roupão vermelho de brim, cabelo solto e perfumada. A gente se beijou como de costume, e eu larguei minha mochila com os instrumentos que ia usar pra fantasia dela no sofá da sala.
E, sem perder tempo, a gente se beijou e começou o amasso gostoso. Minhas mãos acariciavam aquelas pernas que me deixam louco. Ela acariciava meu pau por cima da calça!
M: — Tenho uma surpresa pra você, gato!
L: — É? Qual?
Ela se levantou na minha frente e tirou o roupão. Um espetacular body de couro colado no corpo escultural dela apareceu. Meu pau reagiu, subindo na hora. Ela, me olhando toda safada, se abaixou, tirou meu amigo da calça e começou a me dar um boquete foda!
L: — Uh! Que gostoso você tá, uhm!
M: — Tá gostando? Escolhi ele pra Pra você, essa noite!
L: Uhm, genial, combina com meus instrumentos!
Marlene engolia de forma espetacular minha pica dura, acariciava e puxava bruscamente, depois sumia na boca dela como se fosse uma anaconda, mordia minha glande, tava se esbaldando com minha pica dura!
L: Assim, gatinha, uf!!
M: Uhm, que pica gostosa, adoro!
Agora segurando ela pela nuca, eu fodia a boca dela com violência, tava desesperado, ela mal respirava, mas isso não me impedia de continuar afogando ela com minha pica, eu tava no limite, super excitado, tanto que não aguentei mais e enchi a boca gostosa dela com meu leite quente!
L: Ah, sim, ah!!!!
M: Uhm!!! Mmm!!!
Fiquei satisfeito, ela limpava meu leite do rosto dela e me pegou pela mão, me levando pro quarto!
M: Que gozada gostosa, adoro seu sabor!
L: E o corno?
M: É pra lá que vamos, ele tá nos esperando!
Entramos no quarto dela e na esquina tava o marido, amarrado numa cadeira, suado e meio com medo, olhava pra gente e acho que queria gritar, olhei pra Marlene e ela tinha um sorriso de orelha a orelha malvado, pronta pra tudo!
V: O que vão fazer comigo?
M: Nada com você, na verdade, você vai ser testemunha do que vão fazer comigo!
Esse foi o sinal, Marlene se virou e me olhou com um sorrisão e começamos a nos beijar, nossas línguas se entrelaçavam e minhas mãos agarravam as bundas gostosas e carnudas dela, o velho só olhava como a esposa dele se entregava pra mim!
Ela tirou minha camiseta e começou a lamber e morder meus mamilos, as mãos dela percorriam todo meu corpo, verdade seja dita, ela me deixou super tarado, que gostoso era sentir a língua dela no meu corpo, ela abaixou minha calça e, mesmo minha pica ainda não estando dura, ela acariciava e beijava olhando pro marido!
Diante do fervor nos olhos do corno, ela voltou a me chupar, as chupadas dela eram magníficas, como boa cúmplice eu apertava a cabeça dela e olhava desafiador pro pai do meu amigo Max!
L: Olha!! Que gostoso sua amada esposa engole!
Entre gozações e sarcasmo, comecei o jogo ataque psicológico contra o pai do Max, enquanto isso, Marlene continuava se afogando na minha pica!
Assim que ela me deixou duro, o jogo começou. Tirei umas algemas da mochila, coloquei as mãos dela nas costas e algemei. Peguei uma coleira com corrente, coloquei no pescoço dela, transformando-a na minha mascote. O cuck só olhava, entre surpreso e apavorado, enquanto eu continuava tirando meus brinquedos sexuais. Um chicote, um apertador de bico, umas bolas anais e uma vela pequena — tudo pronto pra começar a sodomizar a mãe do Max na frente do marido!
M: — Agora você vai ver o que ele vai fazer comigo!
L: — É, aproveita o show, velho!
Comecei jogando ela na cama de bruços e, molhando a mão, comecei a dar palmadas, mas palmadas fortes, com violência. Marlene gritava, e o velho também. Isso me excitou, e agora com as duas mãos eu batia com força nas nádegas carnudas dela, a ponto de ficarem vermelhas, quase se machucando!
M: — Ah!! Meu Deus, ah!!
L: — Que bunda gostosa, olha, velho, como as nádegas ficam vermelhas, olha!
Coloquei ela de quatro e peguei meu chicote. Coloquei na boca dela, e ela começou a lamber como se fosse um pênis. Eu acariciava os peitos duros dela, e ela continuava lambendo o chicote até deixá-lo molhado e pronto pra usar!
Abaixei o zíper do seu sensual négligé de couro, deixando suas costas sensuais à mostra. Comecei a beijá-las e lambê-las, percorrendo do pescoço até onde começam as nádegas. Ela respirava ofegante, o cuck só observava. Então, com muita força, dei a primeira chicotada!
M: — Ai!!!! Minhas costas!
Uma, duas, três chicotadas. Ela já suava, e a cada golpe soltava um grito, e o cuck marido também!
V: — Para com isso, filho da puta, para!
L: — Quer que eu pare agora?
M: — Não!!!! Continua, ah!!
Uma vez e outra, puxava o cabelo dela e batia nas nádegas, que já estavam com marcas. Com minha língua, lambia a orelha dela, e meus dedos também brincavam na sua buceta — molhada de tesão!
Depois de bater nela com o chicote, peguei ela. Peguei ela pelo cabelo e levantei, dando um beijão com mordida incluso. Ela me mordia tão forte que saía sangue do meu lábio, e num ato safado, ela lambia com a língua. A mina tava louca, sim!
Enquanto isso, o corno, entre soluços e raiva, assistia às cenas dignas de qualquer filme hardcore!
Deitei ela na cama, ela sentiu um alívio ao descansar as costas cheias de arranhões. Comecei a lamber a buceta gostosa dela e os peitos lindos, ela acariciava minha cabeça e curtia como eu tava comendo ela. Minha língua entrava e saía, eu mordia o clitóris dela e mordia a parte interna das coxas, chupava os peitos dela com desespero e depois beijava ela de língua enquanto ela me abraçava com as pernas gostosas dela.
Peguei os apertadores de bico e coloquei nela de uma vez, ela gritou ao sentir o aparelho apertando. Eu continuei chupando a buceta gostosa dela, ela tava tão excitada com tudo que começou a gozar como uma cachoeira, não era dourada, mas parecia um penhasco de puro prazer!
M: Ah, papai, hum, que delícia!!
L: Marlene, sério, que deusa você é!
M: Ah, que gostoso, hum!!
L: E isso é só o começo!
Enquanto ela continuava com os bicos apertados e eu encaixava as bolas anais, ela dançava sensualmente pro velho. Sério, parecia uma sala de tortura ou de seita estranha. O velho só olhava pra Marlene, ela colocou os peitos na cara dele enquanto sussurrava:
M: Sei que você gosta, esse sempre foi seu desejo!
Ele não dizia nada, só passava a língua no corpo suado de Marlene. Aí peguei ela pelo braço, comecei a beijar e deitei na cama, acendi a vela. Ela, olhando pro marido, só aceitava o que eu fazia com ela!
Peguei a vela e comecei a deixar cair cera quente nas coxas gostosas dela, passei pelo lado direito deixando o líquido quente cair. Ela gritava e se contorcia, mas não tirava os olhos do marido corno!
Passei a língua nas costas arranhadas dela e também deixei cair cera. Ela gemia gostoso, me deixou hipnotizado, até hoje não sei por que topei aquilo, mas naquele momento eu tava a mil!
Virei ela de barriga pra cima de novo e arranquei o prendedor de bico na violência, ela gritou tão gostoso que meu pau endureceu ainda mais, abri as pernas dela e comecei a penetrar devagar, fazia com cuidado enquanto minha língua aliviava a dor dos bicos dela com chupadas!
Marlene pegou a vela e começou a derramar cera nas minhas costas, isso me deixou louco, minhas estocadas foram aumentando, eu segurava os braços dela e me empurrava com força, ela gemia e continuava me queimando, e até começou a me arranhar, praticamente lacerando minhas costas inteiras!
M: Ah, sim, assim me come, que gostoso, uhm!
L: Isso, assim, gata, que gostoso!
M: Uhm, amor, você é o melhor, me come, me come!
L: Marlene, que gostoso, isso é o paraíso!
Deitei na cama e Marlene começou a me cavalgar, ela fazia muito gostoso, os movimentos circulares apertavam meu pau fenomenalmente, o marido dela suando e claramente excitado só olhava a mulher dele me dando um sexo do caralho!
L: Isso!!! Gozei, amor, agh!
M: Me come, agh, que gostoso, enfia teu pau, papai!!
Entre os diálogos e os movimentos, a cena era espetacular, Marlene arranhava meu peito, derrubava cera em mim deixando meu peito todo vermelho e me dava tapas, puxava meu cabelo levantando minha cabeça e batendo ela na cama, enquanto eu arranhava as coxas dela e puxava o cabelo, dando uns tapas nela de vez em quando, que sexo masoquista gostoso eu tava tendo com a mãe do Max!
M: Ah!!! Luisinho, que gostoso uhm!!
L: Sua puta!!! De quem você é?
M: Sua, papai, sua!!
L: Ouviu, corno, agora sua mulher é minha!!
M: Sou sua, que delícia que você tá perdendo!
V: E se chegar alguém, para com isso!
M: Cala a boca! Deixa eu foder gostoso!!
Marlene se virou e se deixava cair deliciosamente, eu com meus dedos acariciava o clitóris e o cu dela, ela parecia uma minhoca em cima de mim, se empalando gostoso, eu arranhava as costas dela, lacrando mais ainda, o cuck gritava, Marlene também e eu, possuído pelas forças da loucura, batia nas coxas e na bunda da mãe do meu melhor amigo!
M: Mais, enfia mais fundo, você vai me fazer gozar, gatinho!!
L: ISSO, isso mesmo, me faz gozar, mamãe!
M: Ah, que gostoso é transar com você, uhm!!
L: Você é o melhor, uhm, deus!!!
Os movimentos perfeitos dela e minha aceleração fizeram a gente gozar num orgasmo maravilhoso, eu puxava os cabelos dela e mordia os peitos, ela fincava as unhas e me mordia, era o orgasmo das nossas vidas!
M: Ah!!! Que gostoso, uhm, isso, assim, uhm!
L: Ah, Marlene, que gostoso, ah!!
M: Deus, uhm, nunca tinha sentido isso, deus!!!
L: Eu também não, ah!!!
Ficamos deitados, com feridas e cheios de prazer, Marlene ficou deitada, eu levantei e peguei um lubrificante da minha mochila, com ele comecei a cobrir as bolas anais, ela me olhava sorrindo e disse pro cuck dela:
M: Agora você vai ver como vão destruir meu cu!
Ela se deitou de bruços e eu lentamente me aproximei, comecei a beijar aquela bunda gostosa, espancada e arranhada, mas ainda assim gostosa, minha língua lambia os ferimentos e se perdia no meio daquele par enorme, minhas mãos acariciavam as coxas dela que eu tanto amava, o cuck olhava atento e Marlene gemia e gemia!
Naquele momento, não liguei pro Max, nem pro pai dele, nem pra ninguém, só queria foder a mãe dele, ela já tava perdida num mar de sexo e pronta pra gozar com o marido!
Mas eu tava decidido a sodomizar ela na frente do marido, mas nunca imaginei o que ia acontecer no final!
No último relato, contei quando comi ela na cozinha dela durante a festa de Natal e, enquanto fodía ela bem gostoso, o marido corno vigiava a porta pra ninguém nos descobrir. Tudo foi muito gostoso, mas naquele dia, Max desconfiou que algo não tava certo e, mesmo eu tendo comido a mãe dele de madrugada, ele ficou com uma pulga atrás da orelha.
Marlene e eu continuávamos torturando o velho. A gente transava agora enquanto ele comia ou via TV. Marlene tava mais sem vergonha e tratava ele como lixo de verdade. E, mesmo eu curtindo ver a cara de perdedor dele, admito que no fundo me sentia mal, porque ele era o pai do meu amigo de infância e talvez não merecesse aquilo!
Mas já era tarde. Eu tava tão metido nessa tortura mental que só cumpria meu papel de bull. Naquela noite, combinei com Marlene de dar um show do caralho pro marido dela — um show masoquista. Ela sempre quis ser dominada, sodomizada e humilhada, e eu ia realizar a fantasia dela!
Cheguei na hora certa. Quando cheguei, Marlene já me esperava num roupão vermelho de brim, cabelo solto e perfumada. A gente se beijou como de costume, e eu larguei minha mochila com os instrumentos que ia usar pra fantasia dela no sofá da sala.
E, sem perder tempo, a gente se beijou e começou o amasso gostoso. Minhas mãos acariciavam aquelas pernas que me deixam louco. Ela acariciava meu pau por cima da calça!
M: — Tenho uma surpresa pra você, gato!
L: — É? Qual?
Ela se levantou na minha frente e tirou o roupão. Um espetacular body de couro colado no corpo escultural dela apareceu. Meu pau reagiu, subindo na hora. Ela, me olhando toda safada, se abaixou, tirou meu amigo da calça e começou a me dar um boquete foda!
L: — Uh! Que gostoso você tá, uhm!
M: — Tá gostando? Escolhi ele pra Pra você, essa noite!
L: Uhm, genial, combina com meus instrumentos!
Marlene engolia de forma espetacular minha pica dura, acariciava e puxava bruscamente, depois sumia na boca dela como se fosse uma anaconda, mordia minha glande, tava se esbaldando com minha pica dura!
L: Assim, gatinha, uf!!
M: Uhm, que pica gostosa, adoro!
Agora segurando ela pela nuca, eu fodia a boca dela com violência, tava desesperado, ela mal respirava, mas isso não me impedia de continuar afogando ela com minha pica, eu tava no limite, super excitado, tanto que não aguentei mais e enchi a boca gostosa dela com meu leite quente!
L: Ah, sim, ah!!!!
M: Uhm!!! Mmm!!!
Fiquei satisfeito, ela limpava meu leite do rosto dela e me pegou pela mão, me levando pro quarto!
M: Que gozada gostosa, adoro seu sabor!
L: E o corno?
M: É pra lá que vamos, ele tá nos esperando!
Entramos no quarto dela e na esquina tava o marido, amarrado numa cadeira, suado e meio com medo, olhava pra gente e acho que queria gritar, olhei pra Marlene e ela tinha um sorriso de orelha a orelha malvado, pronta pra tudo!
V: O que vão fazer comigo?
M: Nada com você, na verdade, você vai ser testemunha do que vão fazer comigo!
Esse foi o sinal, Marlene se virou e me olhou com um sorrisão e começamos a nos beijar, nossas línguas se entrelaçavam e minhas mãos agarravam as bundas gostosas e carnudas dela, o velho só olhava como a esposa dele se entregava pra mim!
Ela tirou minha camiseta e começou a lamber e morder meus mamilos, as mãos dela percorriam todo meu corpo, verdade seja dita, ela me deixou super tarado, que gostoso era sentir a língua dela no meu corpo, ela abaixou minha calça e, mesmo minha pica ainda não estando dura, ela acariciava e beijava olhando pro marido!
Diante do fervor nos olhos do corno, ela voltou a me chupar, as chupadas dela eram magníficas, como boa cúmplice eu apertava a cabeça dela e olhava desafiador pro pai do meu amigo Max!
L: Olha!! Que gostoso sua amada esposa engole!
Entre gozações e sarcasmo, comecei o jogo ataque psicológico contra o pai do Max, enquanto isso, Marlene continuava se afogando na minha pica!
Assim que ela me deixou duro, o jogo começou. Tirei umas algemas da mochila, coloquei as mãos dela nas costas e algemei. Peguei uma coleira com corrente, coloquei no pescoço dela, transformando-a na minha mascote. O cuck só olhava, entre surpreso e apavorado, enquanto eu continuava tirando meus brinquedos sexuais. Um chicote, um apertador de bico, umas bolas anais e uma vela pequena — tudo pronto pra começar a sodomizar a mãe do Max na frente do marido!
M: — Agora você vai ver o que ele vai fazer comigo!
L: — É, aproveita o show, velho!
Comecei jogando ela na cama de bruços e, molhando a mão, comecei a dar palmadas, mas palmadas fortes, com violência. Marlene gritava, e o velho também. Isso me excitou, e agora com as duas mãos eu batia com força nas nádegas carnudas dela, a ponto de ficarem vermelhas, quase se machucando!
M: — Ah!! Meu Deus, ah!!
L: — Que bunda gostosa, olha, velho, como as nádegas ficam vermelhas, olha!
Coloquei ela de quatro e peguei meu chicote. Coloquei na boca dela, e ela começou a lamber como se fosse um pênis. Eu acariciava os peitos duros dela, e ela continuava lambendo o chicote até deixá-lo molhado e pronto pra usar!
Abaixei o zíper do seu sensual négligé de couro, deixando suas costas sensuais à mostra. Comecei a beijá-las e lambê-las, percorrendo do pescoço até onde começam as nádegas. Ela respirava ofegante, o cuck só observava. Então, com muita força, dei a primeira chicotada!
M: — Ai!!!! Minhas costas!
Uma, duas, três chicotadas. Ela já suava, e a cada golpe soltava um grito, e o cuck marido também!
V: — Para com isso, filho da puta, para!
L: — Quer que eu pare agora?
M: — Não!!!! Continua, ah!!
Uma vez e outra, puxava o cabelo dela e batia nas nádegas, que já estavam com marcas. Com minha língua, lambia a orelha dela, e meus dedos também brincavam na sua buceta — molhada de tesão!
Depois de bater nela com o chicote, peguei ela. Peguei ela pelo cabelo e levantei, dando um beijão com mordida incluso. Ela me mordia tão forte que saía sangue do meu lábio, e num ato safado, ela lambia com a língua. A mina tava louca, sim!
Enquanto isso, o corno, entre soluços e raiva, assistia às cenas dignas de qualquer filme hardcore!
Deitei ela na cama, ela sentiu um alívio ao descansar as costas cheias de arranhões. Comecei a lamber a buceta gostosa dela e os peitos lindos, ela acariciava minha cabeça e curtia como eu tava comendo ela. Minha língua entrava e saía, eu mordia o clitóris dela e mordia a parte interna das coxas, chupava os peitos dela com desespero e depois beijava ela de língua enquanto ela me abraçava com as pernas gostosas dela.
Peguei os apertadores de bico e coloquei nela de uma vez, ela gritou ao sentir o aparelho apertando. Eu continuei chupando a buceta gostosa dela, ela tava tão excitada com tudo que começou a gozar como uma cachoeira, não era dourada, mas parecia um penhasco de puro prazer!
M: Ah, papai, hum, que delícia!!
L: Marlene, sério, que deusa você é!
M: Ah, que gostoso, hum!!
L: E isso é só o começo!
Enquanto ela continuava com os bicos apertados e eu encaixava as bolas anais, ela dançava sensualmente pro velho. Sério, parecia uma sala de tortura ou de seita estranha. O velho só olhava pra Marlene, ela colocou os peitos na cara dele enquanto sussurrava:
M: Sei que você gosta, esse sempre foi seu desejo!
Ele não dizia nada, só passava a língua no corpo suado de Marlene. Aí peguei ela pelo braço, comecei a beijar e deitei na cama, acendi a vela. Ela, olhando pro marido, só aceitava o que eu fazia com ela!
Peguei a vela e comecei a deixar cair cera quente nas coxas gostosas dela, passei pelo lado direito deixando o líquido quente cair. Ela gritava e se contorcia, mas não tirava os olhos do marido corno!
Passei a língua nas costas arranhadas dela e também deixei cair cera. Ela gemia gostoso, me deixou hipnotizado, até hoje não sei por que topei aquilo, mas naquele momento eu tava a mil!
Virei ela de barriga pra cima de novo e arranquei o prendedor de bico na violência, ela gritou tão gostoso que meu pau endureceu ainda mais, abri as pernas dela e comecei a penetrar devagar, fazia com cuidado enquanto minha língua aliviava a dor dos bicos dela com chupadas!
Marlene pegou a vela e começou a derramar cera nas minhas costas, isso me deixou louco, minhas estocadas foram aumentando, eu segurava os braços dela e me empurrava com força, ela gemia e continuava me queimando, e até começou a me arranhar, praticamente lacerando minhas costas inteiras!
M: Ah, sim, assim me come, que gostoso, uhm!
L: Isso, assim, gata, que gostoso!
M: Uhm, amor, você é o melhor, me come, me come!
L: Marlene, que gostoso, isso é o paraíso!
Deitei na cama e Marlene começou a me cavalgar, ela fazia muito gostoso, os movimentos circulares apertavam meu pau fenomenalmente, o marido dela suando e claramente excitado só olhava a mulher dele me dando um sexo do caralho!
L: Isso!!! Gozei, amor, agh!
M: Me come, agh, que gostoso, enfia teu pau, papai!!
Entre os diálogos e os movimentos, a cena era espetacular, Marlene arranhava meu peito, derrubava cera em mim deixando meu peito todo vermelho e me dava tapas, puxava meu cabelo levantando minha cabeça e batendo ela na cama, enquanto eu arranhava as coxas dela e puxava o cabelo, dando uns tapas nela de vez em quando, que sexo masoquista gostoso eu tava tendo com a mãe do Max!
M: Ah!!! Luisinho, que gostoso uhm!!
L: Sua puta!!! De quem você é?
M: Sua, papai, sua!!
L: Ouviu, corno, agora sua mulher é minha!!
M: Sou sua, que delícia que você tá perdendo!
V: E se chegar alguém, para com isso!
M: Cala a boca! Deixa eu foder gostoso!!
Marlene se virou e se deixava cair deliciosamente, eu com meus dedos acariciava o clitóris e o cu dela, ela parecia uma minhoca em cima de mim, se empalando gostoso, eu arranhava as costas dela, lacrando mais ainda, o cuck gritava, Marlene também e eu, possuído pelas forças da loucura, batia nas coxas e na bunda da mãe do meu melhor amigo!
M: Mais, enfia mais fundo, você vai me fazer gozar, gatinho!!
L: ISSO, isso mesmo, me faz gozar, mamãe!
M: Ah, que gostoso é transar com você, uhm!!
L: Você é o melhor, uhm, deus!!!
Os movimentos perfeitos dela e minha aceleração fizeram a gente gozar num orgasmo maravilhoso, eu puxava os cabelos dela e mordia os peitos, ela fincava as unhas e me mordia, era o orgasmo das nossas vidas!
M: Ah!!! Que gostoso, uhm, isso, assim, uhm!
L: Ah, Marlene, que gostoso, ah!!
M: Deus, uhm, nunca tinha sentido isso, deus!!!
L: Eu também não, ah!!!
Ficamos deitados, com feridas e cheios de prazer, Marlene ficou deitada, eu levantei e peguei um lubrificante da minha mochila, com ele comecei a cobrir as bolas anais, ela me olhava sorrindo e disse pro cuck dela:
M: Agora você vai ver como vão destruir meu cu!
Ela se deitou de bruços e eu lentamente me aproximei, comecei a beijar aquela bunda gostosa, espancada e arranhada, mas ainda assim gostosa, minha língua lambia os ferimentos e se perdia no meio daquele par enorme, minhas mãos acariciavam as coxas dela que eu tanto amava, o cuck olhava atento e Marlene gemia e gemia!
Naquele momento, não liguei pro Max, nem pro pai dele, nem pra ninguém, só queria foder a mãe dele, ela já tava perdida num mar de sexo e pronta pra gozar com o marido!
Mas eu tava decidido a sodomizar ela na frente do marido, mas nunca imaginei o que ia acontecer no final!
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