De voyeur a Cornudo 3

Depois daquela manhã, percebi que precisava de mais, que aquilo era pura adrenalina, me dava muito prazer, conseguia umas ereções do caralho e saber que cada dia mais gente olhava e podia bater uma pra minha esposa era incrível. A partir daquele momento, já de noite, na hora de deitar, eu garantia de puxar as cortinas e deixá-las abertas... Começava a apalpação com minha esposa e, com qualquer desculpa, tentava levá-la pra foder no sofá. Era sair do quarto, entrar na sala e acender a luz, dizendo que me excitava ver ela dando. Desse jeito, eu garantia que podiam nos ver. Ela, na inocência dela, nem percebia que podíamos ser vistos, nunca tinha pensado nesse risco. Já era foda do caralho o jeito de foder no sofá, no chão... Uma coisa que me fascinava era colocá-la de quatro, com a buceta dela virada pra janela e ela me chupando... pensava que algum tarado teria a melhor vista e eu podia ficar de olho nas sacadas e janelas vizinhas. Foi assim que, várias noites, vi vultos entre as cortinas, figuras na escuridão das sacadas. Percebi que tínhamos muitos voyeurs, que já identificavam nossa janela, e pensava também que eles estavam ligados nos nossos movimentos. Outra posição foda era foder ela de quatro, colocando a gente paralelo à janela. Assim, quem olhasse teria uma imagem do caralho... a parada era mostrar e tentar ver se a gente tava sendo observado. Aí é que tava o tesão... eu precisava saber se estavam nos olhando naqueles momentos. Se confirmava isso, meu pau explodia de prazer e meu cérebro de um tesão doentio, dando umas palpitações incontroláveis e umas gozadas que me deixavam exausto. Foram passando semanas e meses, onde de vez em quando eu conseguia foder perto da janela... Foi assim que identifiquei vários seguidores. A distância pros outros prédios era mais ou menos uns 30 metros, então eu tinha na mente todas as sacadas e janelas dos nossos voyeurs. Muitas mateadas na minha sacada eram pra ficar de olho naqueles tarados... isso era genial. Eu olhava pra aqueles caras e pensava nas punhetas Que se teriam feito ou baixado as siriricas com as esposas deles, graças às nossas exibições. Eu até procurava cruzar olhares com eles, pra que percebessem que não era acidental o que viam... Assim, umas duas vezes, eu olhava pra eles e notava que eles baixavam a vista, talvez pensando que eu tinha descoberto... sei lá. Tudo continuou assim, até que uma noite, vendo um filme, começamos a brincar no sofá. Rapidamente, começamos a nos despir, minha mulher se ajoelhou e começou a me chupar... eu ficava de olho nas sacadas e gozava, até que vi um grupo de 5 ou 6 figuras numa sacada, todos como que nos olhando... a luz do lado de dentro daquele apartamento, embora não deixasse ver os rostos, me fez entender pelos cabelos que eram homens. Imediatamente, me ajoelhei no chão, coloquei minha esposa pra me chupar com a bunda dela entregue pra aquelas pessoas... assim por vários minutos. Era incrível, ver os movimentos nus da minha mulher chupando e, por cima das curvas dela, distinguir aquelas silhuetas. Meu delírio, talvez, era pensar que entre eles estavam comentando sobre o que viam. Depois, coloquei ela de quatro e comecei a penetrar, bombando bem forte e olhando pra aquela sacada... Notei que eles acharam que eu tinha percebido, porque se esconderam todos na parte mais escura da sacada. Minha tarada não aguentava mais... tirei meu pau prestes a explodir, deitei minha esposa de barriga pra cima, me coloquei sobre o peito dela com as pernas abertas e gozei tudo na cara dela, ficando depois deitado sobre o corpo dela, morto de prazer, olhando pra aquelas pessoas que continuavam lá como congeladas. Minha esposa num minuto se levantou e, nua, caminhou pro banheiro. Eu, nu, acendi um cigarro e saí na sacada, como que querendo ficar cara a cara com eles, que ao me verem, sei lá o que pensaram, foram pra dentro rapidamente, vendo então que era um grupo de caras de vinte e poucos anos mais ou menos. Olhei pra eles, já distinguindo seus rostos, roupas... e eles, talvez sentindo vergonha de serem descobertos, fingiam que não era nada. Tontos, mas de vez em quando viravam a cabeça e olhavam, como se tentassem ver mais... Fiquei parado ali uns minutos, me sentindo um vencedor, como quem ganhou uma briga... até que minha esposa me chamou pra gente ir dormir. Tava tão excitado que, na cama, não conseguia parar de beijar cada pedaço da minha esposa, mesmo ela já estando dormindo... Até logo, porque depois desse encontro, algumas coisas começaram a mudar.

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