Por El Probador
A noite deu lugar à manhã...
Acordei sozinho, pelado, no meu quarto; tudo parecia fruto de um sonho erótico porque não tinha nenhum vestígio da Ana, do pote de lubrificante dela nem daquele vestido de zíper complicado que eu juraria ter visto no chão só algumas horas antes.
A ressaca bateu e minha cabeça tava meio dolorida, então fechei os olhos mais um pouco.
O corpo nu dela tava montado em cima de mim e as mãos dela percorriam minhas costas com muita ternura. Quis fingir que tava dormindo, mas a Ana percebeu e se inclinou pra beijar minha bochecha e me dar bom-dia; retribuí o cumprimento e soltei uma indireta pra ela continuar com aquele pseudomassagem gostoso, comentário que ela pegou na hora e disse que na verdade não tinha nenhum plano porque tudo que tava no roteiro pro primeiro dia ela já tinha visitado, então não tínhamos pressa nenhuma.
Ela continuou com a massagem enquanto pedia desculpas, entre risadas, pela selvageria do comportamento dela na noite anterior. Eu me virei, nos olhamos e rimos, dizendo que éramos um pro outro.
Peguei as mãos dela entre as minhas e ela se inclinou pra beijar minha testa, ficando deitada sobre meu peito.
O roçar da pele dela ativou meu corpo e em poucos segundos senti uma ereção daquelas, que não dava pra disfarçar porque estávamos nus. Meu pau duro começou a pressionar a coxa da Ana e ela levantou a cabeça pra me dar um olhar safado seguido de um "olha só, olha só quem acabou de acordar!
Sua mão esquerda, que descansava no meu peito, não demorou a descer até minha virilha, e suas carícias incendiaram meu corpo, que começou a acelerar e a pedir uma boa dose de sexo matinal. Foi então que lembrei que durante a noite não tínhamos usado proteção e comentei minha preocupação com minha amiga, que admitiu que também não tinha percebido, mas que não precisávamos nos preocupar porque os últimos exames dela tinham sido feitos apenas uma semana antes da viagem e ela não tinha transado depois da nossa despedida, então podia garantir que estava completamente saudável.
Em seguida, ela montou em mim e começou a fazer uma dupla masturbação, com uma mão envolvendo nossos membros enquanto seu corpo se movia lenta e sensualmente para acompanhar o ato. Era a primeira vez que eu experimentava aquilo e, sinceramente, era uma mistura estranha de sensações; ainda havia momentos em que a presença de um pau que não fosse o meu me parecia esquisita. Estranho, mas muito prazeroso.
Depois de alguns minutos curtindo aquela nova experiência, Ana se deitou sobre meu corpo para me beijar e continuou com aquele movimento que fazia nossos membros se roçarem um no outro, compartilhando fluidos, enquanto sua língua passeava decidida pelo meu pescoço. Aquilo era como um sonho, aquela mulher sabia como me levar ao limite.
Quando percebeu que meu corpo ficava tenso, sussurrou no meu ouvido um pedido pra eu me virar, e eu aceitei sem pensar, morrendo de vontade que aquelas mãos habilidosas percorressem minhas costas sensíveis. Ela não demorou a fazer isso, acompanhando as carícias com beijos e o roçar dos bicos duros dos peitos dela na minha pele. As mãos dela iam por toda minha costa, da bunda aos ombros e voltavam; eu tava doido pra que aquela língua experiente resolvesse explorar aquele buraquinho rosado que um dia me apresentou um mundo inteiro de sensações.
Enquanto eu curtia aquelas carícias e beijos, sentia o pau duro dela batendo contra meus glúteos, molhando eles com os fluidos dela, me lembrando que meu brinquedo não era o único naquela cama. Eu tava meio tenso e a Ana percebeu, então pediu pra eu relaxar porque não tinha nada a temer... fechei os olhos e me deixei levar.
Numa das vezes que ela passou pela minha bunda, senti ela separar minhas nádegas e algo deslizando contra meu cu; não era a língua dela, mas também não me senti desconfortável. Ana continuou com a massagem sensual e eu relaxei tanto que nem percebi que a língua dela já tava brincando no meu buraquinho rosado e um dos dedos dela tinha entrado lá. Enquanto mordiscava minhas orelhas e sussurrava coisas no meu ouvido, o dedo explorador dela procurava alguma coisa.
Que ponto ela apertou lá dentro, que uma descarga de prazer tão forte percorreu meu corpo que eu quase gozei nos lençóis; foi aí que percebi que ela tava me penetrando.
Eu fiquei tenso e ela tirou o dedo; não me senti mal pelo que tinha acabado de rolar, mas ela se sentiu culpada e ficou meio triste, como na noite em que descobri o segredo dela.
Mais uma vez ela tinha despertado sensações que eu desconhecia, pontos do meu corpo que ainda eram virgens.
Com um movimento rápido, me coloquei por cima dela e comecei a beijá-la, enquanto minhas mãos iam pros peitos dela. Enquanto isso, a Ana me envolvia com as pernas e levantava elas pra guiar minha ereção até seu cu dilatado, que não demorei pra lubrificar com meu líquido pré-gozo e penetrar devagarzinho. Foi aí que senti de novo as mãos dela brincando no meu cu e me deixei levar, enquanto metia com tudo.
Ela encontrou de novo o ponto exato e apertou, soltando outra descarga elétrica que dessa vez não consegui controlar e que me provocou uma gozada descomunal que me deixou completamente exausto. Caí rendido sobre o peito dela e meu leite escorreu pelos glúteos dela, sujando os lençóis e nossos corpos nus; mais uma vez, ela sorriu pra mim e disse que existia todo um mundo de possibilidades que eu desconhecia, enquanto se masturbava e gozava na própria barriga.
Depois de descansar um pouco, decidimos tomar um banho juntos; é bonito pensar que na cama éramos dois animais sedentos por sexo e, no entanto, fora dela éramos dois grandes amigos que podiam tomar banho juntos e sair pra aproveitar a oferta turística e de lazer que a cidade oferece.
Saímos pra andar pelas ruas e rir das pessoas que a Ana provocava com supostos descuidos em que o vestido dela deixava pouco pra imaginação. Era divertido estar com ela porque ela tinha muito pouca vergonha e sempre sussurrava pra mim, depois das provocações, como seria cômico ver todos aqueles homens se descobrissem o segredo que ela guardava entre as pernas.
Depois de uma tarde de passeios e cinema nerd, fomos jantar num restaurante japonês e depois a um lugar de música ao vivo pra brindar e requebrar um pouco o esqueleto.
A volta pra casa, já de madrugada, fizemos de táxi porque estávamos cansados demais pra caminhar. Como o taxista não parava de olhar o decote da Ana pelo retrovisor, ela sussurrou no meu ouvido que ia fazer um último show de provocação; eu a vi ajeitar o vestido de um jeito que um suposto descuido deixou um dos peitos dela aparecer. Eu tentava segurar o riso e rezava pra que o taxista estivesse mais ligado na estrada do que no show do banco de trás, quando de repente senti uma mão massageando minha virilha... e não era a minha...
Chegamos em casa tão cansados que enquanto eu bebia água, a Ana tirou o vestido pelo corredor e caiu rendida na cama, dormindo em poucos minutos, só vestindo uma calcinha fio-dental preta. Nem sequer arrumou a cama, se deixou cair em cima... me despi, deitei do lado dela e dormi. Naquela noite tive um sonho erótico, mas isso é outra história que contarei em outro momento.
A manhã de domingo chegou e, com ela, o mais doce dos despertadores. Ana estava entre minhas pernas, me fazendo um boquete; quando viu que eu abri os olhos, parou o boquete pra beijar meus lábios e me dar bom dia, beijo ao qual respondi com um carinho que percorreu o corpo dela desde a bochecha até onde meu braço alcançou. Ela me deu um sorriso safado e foi até a mala dela pegar alguns brinquedos que tinha trazido.
Ela me convidou pra brincar com ela e a única condição era que eu tinha que fazer tudo o que ela pedisse; eu aceitei e ela me incentivou a cada um escolher um dos brinquedinhos que estavam em cima da cama; um bem pequeno, em formato cônico, me chamou a atenção e eu peguei. Ana passou um pouco de lubrificante e, enquanto sorria pra mim, enfiou ele inteiro no cu e disse que servia pra dilatar o buraco.
Em seguida, me dizendo que era só uma brincadeira e que os limites éramos nós que colocávamos, ela me deitou e começou a lamber minhas bolas e meu pau, enquanto um dos dedos dela se lambuzava de lubrificante e entrava no meu cu. A sensação gostosa voltou quando ela começou a mexer, mas chegou ao auge quando entrou algo mais grosso, enquanto Ana continuava com o trabalho oral.
Quando meu cu se acostumou com a grossura daquele objeto, Ana perguntou se eu queria dar o próximo passo e, com medo, eu disse que sim; ela colocou uma camisinha, um pouco de lubrificante e, pedindo pra eu relaxar, pôs um travesseiro pra levantar meu quadril e encostou a cabeça do pau dela no meu cu.
Com um pouco de dificuldade por causa do meu nervosismo, o pau dela acabou entrando e devagar começou o movimento de penetração, meu pau duro igual uma estaca e eu descobrindo prazeres até então desconhecidos. Ana me virou de bruços pra ter melhor acesso e continuou com aquela brincadeira enquanto me massageava as costas... não sei quanto tempo passou nisso, até que meus músculos do cu se contraíram e eu gozei nos lençóis, sem nem ter me tocado. Tinha sido meio desconfortável no começo, mas com ela, tudo parecia incrivelmente fácil e agora eu podia saber o que ela sentia quando cavalgava em cima de mim.
Feliz, Ana gozou na minha barriga e, com um sorriso e um beijo na boca, disse que ia tomar banho e me convidou pra acompanhá-la...
A noite deu lugar à manhã...
Acordei sozinho, pelado, no meu quarto; tudo parecia fruto de um sonho erótico porque não tinha nenhum vestígio da Ana, do pote de lubrificante dela nem daquele vestido de zíper complicado que eu juraria ter visto no chão só algumas horas antes.
A ressaca bateu e minha cabeça tava meio dolorida, então fechei os olhos mais um pouco.
O corpo nu dela tava montado em cima de mim e as mãos dela percorriam minhas costas com muita ternura. Quis fingir que tava dormindo, mas a Ana percebeu e se inclinou pra beijar minha bochecha e me dar bom-dia; retribuí o cumprimento e soltei uma indireta pra ela continuar com aquele pseudomassagem gostoso, comentário que ela pegou na hora e disse que na verdade não tinha nenhum plano porque tudo que tava no roteiro pro primeiro dia ela já tinha visitado, então não tínhamos pressa nenhuma.
Ela continuou com a massagem enquanto pedia desculpas, entre risadas, pela selvageria do comportamento dela na noite anterior. Eu me virei, nos olhamos e rimos, dizendo que éramos um pro outro.
Peguei as mãos dela entre as minhas e ela se inclinou pra beijar minha testa, ficando deitada sobre meu peito.
O roçar da pele dela ativou meu corpo e em poucos segundos senti uma ereção daquelas, que não dava pra disfarçar porque estávamos nus. Meu pau duro começou a pressionar a coxa da Ana e ela levantou a cabeça pra me dar um olhar safado seguido de um "olha só, olha só quem acabou de acordar!
Sua mão esquerda, que descansava no meu peito, não demorou a descer até minha virilha, e suas carícias incendiaram meu corpo, que começou a acelerar e a pedir uma boa dose de sexo matinal. Foi então que lembrei que durante a noite não tínhamos usado proteção e comentei minha preocupação com minha amiga, que admitiu que também não tinha percebido, mas que não precisávamos nos preocupar porque os últimos exames dela tinham sido feitos apenas uma semana antes da viagem e ela não tinha transado depois da nossa despedida, então podia garantir que estava completamente saudável.Em seguida, ela montou em mim e começou a fazer uma dupla masturbação, com uma mão envolvendo nossos membros enquanto seu corpo se movia lenta e sensualmente para acompanhar o ato. Era a primeira vez que eu experimentava aquilo e, sinceramente, era uma mistura estranha de sensações; ainda havia momentos em que a presença de um pau que não fosse o meu me parecia esquisita. Estranho, mas muito prazeroso.
Depois de alguns minutos curtindo aquela nova experiência, Ana se deitou sobre meu corpo para me beijar e continuou com aquele movimento que fazia nossos membros se roçarem um no outro, compartilhando fluidos, enquanto sua língua passeava decidida pelo meu pescoço. Aquilo era como um sonho, aquela mulher sabia como me levar ao limite.
Quando percebeu que meu corpo ficava tenso, sussurrou no meu ouvido um pedido pra eu me virar, e eu aceitei sem pensar, morrendo de vontade que aquelas mãos habilidosas percorressem minhas costas sensíveis. Ela não demorou a fazer isso, acompanhando as carícias com beijos e o roçar dos bicos duros dos peitos dela na minha pele. As mãos dela iam por toda minha costa, da bunda aos ombros e voltavam; eu tava doido pra que aquela língua experiente resolvesse explorar aquele buraquinho rosado que um dia me apresentou um mundo inteiro de sensações.Enquanto eu curtia aquelas carícias e beijos, sentia o pau duro dela batendo contra meus glúteos, molhando eles com os fluidos dela, me lembrando que meu brinquedo não era o único naquela cama. Eu tava meio tenso e a Ana percebeu, então pediu pra eu relaxar porque não tinha nada a temer... fechei os olhos e me deixei levar.
Numa das vezes que ela passou pela minha bunda, senti ela separar minhas nádegas e algo deslizando contra meu cu; não era a língua dela, mas também não me senti desconfortável. Ana continuou com a massagem sensual e eu relaxei tanto que nem percebi que a língua dela já tava brincando no meu buraquinho rosado e um dos dedos dela tinha entrado lá. Enquanto mordiscava minhas orelhas e sussurrava coisas no meu ouvido, o dedo explorador dela procurava alguma coisa.
Que ponto ela apertou lá dentro, que uma descarga de prazer tão forte percorreu meu corpo que eu quase gozei nos lençóis; foi aí que percebi que ela tava me penetrando.
Eu fiquei tenso e ela tirou o dedo; não me senti mal pelo que tinha acabado de rolar, mas ela se sentiu culpada e ficou meio triste, como na noite em que descobri o segredo dela.
Mais uma vez ela tinha despertado sensações que eu desconhecia, pontos do meu corpo que ainda eram virgens.
Com um movimento rápido, me coloquei por cima dela e comecei a beijá-la, enquanto minhas mãos iam pros peitos dela. Enquanto isso, a Ana me envolvia com as pernas e levantava elas pra guiar minha ereção até seu cu dilatado, que não demorei pra lubrificar com meu líquido pré-gozo e penetrar devagarzinho. Foi aí que senti de novo as mãos dela brincando no meu cu e me deixei levar, enquanto metia com tudo.
Ela encontrou de novo o ponto exato e apertou, soltando outra descarga elétrica que dessa vez não consegui controlar e que me provocou uma gozada descomunal que me deixou completamente exausto. Caí rendido sobre o peito dela e meu leite escorreu pelos glúteos dela, sujando os lençóis e nossos corpos nus; mais uma vez, ela sorriu pra mim e disse que existia todo um mundo de possibilidades que eu desconhecia, enquanto se masturbava e gozava na própria barriga.Depois de descansar um pouco, decidimos tomar um banho juntos; é bonito pensar que na cama éramos dois animais sedentos por sexo e, no entanto, fora dela éramos dois grandes amigos que podiam tomar banho juntos e sair pra aproveitar a oferta turística e de lazer que a cidade oferece.
Saímos pra andar pelas ruas e rir das pessoas que a Ana provocava com supostos descuidos em que o vestido dela deixava pouco pra imaginação. Era divertido estar com ela porque ela tinha muito pouca vergonha e sempre sussurrava pra mim, depois das provocações, como seria cômico ver todos aqueles homens se descobrissem o segredo que ela guardava entre as pernas.
Depois de uma tarde de passeios e cinema nerd, fomos jantar num restaurante japonês e depois a um lugar de música ao vivo pra brindar e requebrar um pouco o esqueleto.
A volta pra casa, já de madrugada, fizemos de táxi porque estávamos cansados demais pra caminhar. Como o taxista não parava de olhar o decote da Ana pelo retrovisor, ela sussurrou no meu ouvido que ia fazer um último show de provocação; eu a vi ajeitar o vestido de um jeito que um suposto descuido deixou um dos peitos dela aparecer. Eu tentava segurar o riso e rezava pra que o taxista estivesse mais ligado na estrada do que no show do banco de trás, quando de repente senti uma mão massageando minha virilha... e não era a minha...
Chegamos em casa tão cansados que enquanto eu bebia água, a Ana tirou o vestido pelo corredor e caiu rendida na cama, dormindo em poucos minutos, só vestindo uma calcinha fio-dental preta. Nem sequer arrumou a cama, se deixou cair em cima... me despi, deitei do lado dela e dormi. Naquela noite tive um sonho erótico, mas isso é outra história que contarei em outro momento.
A manhã de domingo chegou e, com ela, o mais doce dos despertadores. Ana estava entre minhas pernas, me fazendo um boquete; quando viu que eu abri os olhos, parou o boquete pra beijar meus lábios e me dar bom dia, beijo ao qual respondi com um carinho que percorreu o corpo dela desde a bochecha até onde meu braço alcançou. Ela me deu um sorriso safado e foi até a mala dela pegar alguns brinquedos que tinha trazido.
Ela me convidou pra brincar com ela e a única condição era que eu tinha que fazer tudo o que ela pedisse; eu aceitei e ela me incentivou a cada um escolher um dos brinquedinhos que estavam em cima da cama; um bem pequeno, em formato cônico, me chamou a atenção e eu peguei. Ana passou um pouco de lubrificante e, enquanto sorria pra mim, enfiou ele inteiro no cu e disse que servia pra dilatar o buraco.Em seguida, me dizendo que era só uma brincadeira e que os limites éramos nós que colocávamos, ela me deitou e começou a lamber minhas bolas e meu pau, enquanto um dos dedos dela se lambuzava de lubrificante e entrava no meu cu. A sensação gostosa voltou quando ela começou a mexer, mas chegou ao auge quando entrou algo mais grosso, enquanto Ana continuava com o trabalho oral.
Quando meu cu se acostumou com a grossura daquele objeto, Ana perguntou se eu queria dar o próximo passo e, com medo, eu disse que sim; ela colocou uma camisinha, um pouco de lubrificante e, pedindo pra eu relaxar, pôs um travesseiro pra levantar meu quadril e encostou a cabeça do pau dela no meu cu.
Com um pouco de dificuldade por causa do meu nervosismo, o pau dela acabou entrando e devagar começou o movimento de penetração, meu pau duro igual uma estaca e eu descobrindo prazeres até então desconhecidos. Ana me virou de bruços pra ter melhor acesso e continuou com aquela brincadeira enquanto me massageava as costas... não sei quanto tempo passou nisso, até que meus músculos do cu se contraíram e eu gozei nos lençóis, sem nem ter me tocado. Tinha sido meio desconfortável no começo, mas com ela, tudo parecia incrivelmente fácil e agora eu podia saber o que ela sentia quando cavalgava em cima de mim.
Feliz, Ana gozou na minha barriga e, com um sorriso e um beijo na boca, disse que ia tomar banho e me convidou pra acompanhá-la...
1 comentários - Ana y su sorpresa 4