Desculpem a demora em publicar o próximo capítulo. Na boate
CARLA
Meu Deus. Eu não tinha reparado nele de perto. Na pista, fiquei surpresa ao ver meu Jorge conversando com um cara, imaginei que tinha encontrado algum amigo ou conhecido. Eu tinha seguido na minha, rebolando, me divertindo... mas ao voltar para o lado dele, e ele me pedir para me apresentar, meu coração acelerou.
O cara era um pouco mais baixo que meu marido, embora mais alto que eu, vestia um jeans desgastado e uma camisa branca que deixava entrever uns peitorais e uns braços muito bem cuidados na academia... mmm... me surpreendi pensando, em pouco tempo e antes de saber o nome dele, em como eu adoraria saber o que mais havia debaixo daquela camisa... além disso, ele era gato, muito gato, de pele morena e uns olhos verdes quase claros, que quando cravaram em mim... ufff...
- Oi, sou o Óscar, prazer - e me deu dois beijos.
- Você é... o Óscar do Luis?
- Bom, nunca me chamaram assim, mas sim... hahahaha
- Hahahaha... - agora sim eu tinha ficado nervosa... esse era o cara para quem o Luis tinha contado nosso encontro? Aquele a quem ele tinha dito que eu era uma deusa na cama...? Que vergonha... - e o que vocês estavam conversando tão animados?
- Bom, eu estava dizendo pro seu marido que adoraria te conhecer, e dançar com você, se ele permitir...
- E... - olhei pro meu marido, que sorria... - o que ele te disse?...
- A verdade? - Óscar me olhava divertido, caralho, que gato ele era...
- Claro - sorri pra ele, mais relaxada
- Pois... que dançar e o que surgir...
- Hahahahaha - olhei divertida pro meu marido - foi isso que você disse?
Jorge me puxou pra perto dele, me beijou, e sussurrou no meu ouvido: - porra, como você me deixa com tesão. Vamos ver se você consegue pegar ele... - suas palavras me deixaram molhada... Pisquei pra ele, dei um beijinho, e agarrei a mão do Óscar: - vamos dançar ou não?
E nos dirigimos para a pista.
JORGE
Bom, pois se em algum momento daquela noite a O pau tinha ficado duro, foi naquele momento. Quando Carla, diante da minha insinuação, não perdeu um segundo em levar o garoto para a pista. E lá estavam eles. E o garoto sabia dançar, e muito bem. E Carla se deixava levar, sensual... dessa vez eu realmente a via se soltando, o garoto a girava, a saia voava e eu podia ver suas pernas, até que em algum momento me pareceu perceber, só nos milésimos de segundo que aqueles giros duravam, que dava para adivinhar parte da bunda... o que, devo admitir, me deixou ainda mais excitado. Eram sentimentos conflitantes. Todas as palavras que o garoto tinha me dito martelavam na minha cabeça. Eu desejava foder minha mulher, naquele momento, com todas as minhas forças. Mas ao mesmo tempo, me excitava demais vê-la nas mãos daquele cara, que há pouco tinha me dito, tão seguro de si, que ia foder ela, se deixando levar no ritmo da salsa. Depois de algumas músicas, colocaram uma lenta...
CARLA
Demais. Era demais. Muito gato, muito perfeito fisicamente, e ainda por cima se mexia tão bem... não era que eu gostasse de dançar com ele, era que eu adorava... além disso, as palavras do meu marido, os movimentos do Óscar, alguns olhares que eu dava pro meu marido vendo que ele não perdia detalhe, os movimentos do Óscar de novo... me senti excitada, sentia, apesar do cansaço da dança, os mamilos duros, tinha percebido mais de um olhar do meu parceiro de dança para os meus seios, isso me deixou ainda mais excitada. Sentia a saia voando, não tinha problema, eu me deixava levar... estava curtindo... teve um momento em que ele me virou e me agarrou por trás. Nossos quadris se mexiam no mesmo ritmo. Ele se encostou na minha bunda, e pude sentir um volume bem proeminente pressionando a parte de baixo das minhas costas... as mãos dele percorriam minha cintura, e seus dedos, em um instante, roçaram meus mamilos duros... lembro, era tão excitante. De novo ele me virava, e eu encontrava aqueles olhos que me deixavam louca... as mãos dele agora nas minhas costas, agora desciam sutilmente até minha bunda. Minha saia voava, cheguei a notar algum roçar por baixo dela, acariciando suavemente a parte de baixo das minhas nádegas… não me importava, me deixava levar… de novo me colava nele, agora sentia o volume dele na parte baixa do meu ventre… meu Deus… sua boca repousou no meu pescoço por um instante, para me arquear para trás, fazendo um vai e vem de cintura, parecia que ia me foder ali mesmo… mas era só dança…
JORGE
Não tinha perdido um detalhe. E devo reconhecer duas coisas. A primeira, que o rapaz era um craque. Se movia muito, muito bem, e fazia com Carla o que queria. A segunda, que em vez de sentir ciúmes, tinha acontecido o mesmo que com Luis: tinha me excitado. Minha garganta seca pedia cada vez mais gin. E o coração, parecia que ia sair pela boca. Era uma sensação estranha, de medo, de prazer, tudo ao mesmo tempo… os via se mover tão sensual, e era minha querida esposa que se deixava levar…
Dei mais uns goles na minha bebida. Quando a terceira música acabou, Carla e Óscar voltaram para o meu lado.
— Sua mulher dança de cinema, Jorge… se me desculpam, vou ao banheiro um instante…
Carla me beijou, e perguntou:
— E aí?
Para responder, guiei sua mão até meu pacote, duro:
— Mmmmm… parece que isso excita meu maridinho…
Carla deu uns goles no seu mojito:
— E então? — me perguntou.
— Não percebeu? — sorri para ela…
— Não entendo, na verdade. Mas tudo bem — sorriu. — sorte minha, hahahaha.
— No final vou ser um corno consentido…
— Como é?
— Bom… tudo isso que me excita… é porque na verdade me excita ver você, ver você curtir, ver você dançar, ver você se exibir… e ver você foder…
— Ah… é?…
— O que quer que eu diga… — a beijei novamente, nervoso pelo que ia dizer, o coração ainda batia forte enquanto meu pau pedia mais daquilo — não me importaria de ver você foder com esse cara, se você quisesse… –Mmmmmm… –Carla procurou de novo meu pacote– a verdade é que o garoto não está nada mal, sabe que esses olhos são minha perdição… –Pois então você já sabe… –pisquei o olho para ela e a beijei de novo.– –Vamos pro hotel então…? –minha mulher me perguntou.– –Como vão, casal? –disse Óscar ao voltar. –Estamos indo, se você achar bom. –eu disse– Pro hotel. CONTINUARÁ
CARLA
Meu Deus. Eu não tinha reparado nele de perto. Na pista, fiquei surpresa ao ver meu Jorge conversando com um cara, imaginei que tinha encontrado algum amigo ou conhecido. Eu tinha seguido na minha, rebolando, me divertindo... mas ao voltar para o lado dele, e ele me pedir para me apresentar, meu coração acelerou.
O cara era um pouco mais baixo que meu marido, embora mais alto que eu, vestia um jeans desgastado e uma camisa branca que deixava entrever uns peitorais e uns braços muito bem cuidados na academia... mmm... me surpreendi pensando, em pouco tempo e antes de saber o nome dele, em como eu adoraria saber o que mais havia debaixo daquela camisa... além disso, ele era gato, muito gato, de pele morena e uns olhos verdes quase claros, que quando cravaram em mim... ufff...
- Oi, sou o Óscar, prazer - e me deu dois beijos.
- Você é... o Óscar do Luis?
- Bom, nunca me chamaram assim, mas sim... hahahaha
- Hahahaha... - agora sim eu tinha ficado nervosa... esse era o cara para quem o Luis tinha contado nosso encontro? Aquele a quem ele tinha dito que eu era uma deusa na cama...? Que vergonha... - e o que vocês estavam conversando tão animados?
- Bom, eu estava dizendo pro seu marido que adoraria te conhecer, e dançar com você, se ele permitir...
- E... - olhei pro meu marido, que sorria... - o que ele te disse?...
- A verdade? - Óscar me olhava divertido, caralho, que gato ele era...
- Claro - sorri pra ele, mais relaxada
- Pois... que dançar e o que surgir...
- Hahahahaha - olhei divertida pro meu marido - foi isso que você disse?
Jorge me puxou pra perto dele, me beijou, e sussurrou no meu ouvido: - porra, como você me deixa com tesão. Vamos ver se você consegue pegar ele... - suas palavras me deixaram molhada... Pisquei pra ele, dei um beijinho, e agarrei a mão do Óscar: - vamos dançar ou não?
E nos dirigimos para a pista.
JORGE
Bom, pois se em algum momento daquela noite a O pau tinha ficado duro, foi naquele momento. Quando Carla, diante da minha insinuação, não perdeu um segundo em levar o garoto para a pista. E lá estavam eles. E o garoto sabia dançar, e muito bem. E Carla se deixava levar, sensual... dessa vez eu realmente a via se soltando, o garoto a girava, a saia voava e eu podia ver suas pernas, até que em algum momento me pareceu perceber, só nos milésimos de segundo que aqueles giros duravam, que dava para adivinhar parte da bunda... o que, devo admitir, me deixou ainda mais excitado. Eram sentimentos conflitantes. Todas as palavras que o garoto tinha me dito martelavam na minha cabeça. Eu desejava foder minha mulher, naquele momento, com todas as minhas forças. Mas ao mesmo tempo, me excitava demais vê-la nas mãos daquele cara, que há pouco tinha me dito, tão seguro de si, que ia foder ela, se deixando levar no ritmo da salsa. Depois de algumas músicas, colocaram uma lenta...
CARLA
Demais. Era demais. Muito gato, muito perfeito fisicamente, e ainda por cima se mexia tão bem... não era que eu gostasse de dançar com ele, era que eu adorava... além disso, as palavras do meu marido, os movimentos do Óscar, alguns olhares que eu dava pro meu marido vendo que ele não perdia detalhe, os movimentos do Óscar de novo... me senti excitada, sentia, apesar do cansaço da dança, os mamilos duros, tinha percebido mais de um olhar do meu parceiro de dança para os meus seios, isso me deixou ainda mais excitada. Sentia a saia voando, não tinha problema, eu me deixava levar... estava curtindo... teve um momento em que ele me virou e me agarrou por trás. Nossos quadris se mexiam no mesmo ritmo. Ele se encostou na minha bunda, e pude sentir um volume bem proeminente pressionando a parte de baixo das minhas costas... as mãos dele percorriam minha cintura, e seus dedos, em um instante, roçaram meus mamilos duros... lembro, era tão excitante. De novo ele me virava, e eu encontrava aqueles olhos que me deixavam louca... as mãos dele agora nas minhas costas, agora desciam sutilmente até minha bunda. Minha saia voava, cheguei a notar algum roçar por baixo dela, acariciando suavemente a parte de baixo das minhas nádegas… não me importava, me deixava levar… de novo me colava nele, agora sentia o volume dele na parte baixa do meu ventre… meu Deus… sua boca repousou no meu pescoço por um instante, para me arquear para trás, fazendo um vai e vem de cintura, parecia que ia me foder ali mesmo… mas era só dança…
JORGE
Não tinha perdido um detalhe. E devo reconhecer duas coisas. A primeira, que o rapaz era um craque. Se movia muito, muito bem, e fazia com Carla o que queria. A segunda, que em vez de sentir ciúmes, tinha acontecido o mesmo que com Luis: tinha me excitado. Minha garganta seca pedia cada vez mais gin. E o coração, parecia que ia sair pela boca. Era uma sensação estranha, de medo, de prazer, tudo ao mesmo tempo… os via se mover tão sensual, e era minha querida esposa que se deixava levar…
Dei mais uns goles na minha bebida. Quando a terceira música acabou, Carla e Óscar voltaram para o meu lado.
— Sua mulher dança de cinema, Jorge… se me desculpam, vou ao banheiro um instante…
Carla me beijou, e perguntou:
— E aí?
Para responder, guiei sua mão até meu pacote, duro:
— Mmmmm… parece que isso excita meu maridinho…
Carla deu uns goles no seu mojito:
— E então? — me perguntou.
— Não percebeu? — sorri para ela…
— Não entendo, na verdade. Mas tudo bem — sorriu. — sorte minha, hahahaha.
— No final vou ser um corno consentido…
— Como é?
— Bom… tudo isso que me excita… é porque na verdade me excita ver você, ver você curtir, ver você dançar, ver você se exibir… e ver você foder…
— Ah… é?…
— O que quer que eu diga… — a beijei novamente, nervoso pelo que ia dizer, o coração ainda batia forte enquanto meu pau pedia mais daquilo — não me importaria de ver você foder com esse cara, se você quisesse… –Mmmmmm… –Carla procurou de novo meu pacote– a verdade é que o garoto não está nada mal, sabe que esses olhos são minha perdição… –Pois então você já sabe… –pisquei o olho para ela e a beijei de novo.– –Vamos pro hotel então…? –minha mulher me perguntou.– –Como vão, casal? –disse Óscar ao voltar. –Estamos indo, se você achar bom. –eu disse– Pro hotel. CONTINUARÁ
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