Morei em Almagro, dez anos morei lá. Pra viciado em punheta como eu, a internet sempre foi uma salvação, mas na época que a internet usava o cabo do telefone fixo, minha salvação eram as revistas pornô do meu velho, mais umas que eu surrupiava ou umas que um amigo me emprestava. Sempre fui muito punheteiro e sempre respeitei minha fantasia. Queria conhecer putas do jornal do Rubro 59. Comecei a ir nos puteiros bem cedo. Enfim, as putas sempre foram minha fraqueza, agora mais velho já não tanto porque, né... a vida e a grana.
Já na minha vida adulta, um dia de tesão começo a fuçar os sites de acompanhantes e encontro uma gatinha de olhos azuis que me enlouqueceu. Liguei pra ela e combinamos o encontro, deu sorte que era do bairro ou perto, não lembro direito. O negócio é que como sempre gostei de caminhar, fui andando até o apê dela. Ela me recebe com um sorriso de dar vontade de beijar na hora. O que lembro é que ela não tinha cara de puta, o que me deixou ainda mais excitado. Podia ser mais uma do grupo de amigos, não tinha cara de puta nem nada do tipo. Ela é da minha altura, um pouco mais alta (qualquer um é mais alto que eu, 1,65m). Lembro que tava de leggings e que era dona de uma bunda tão grande quanto gostosa. Obviamente, como era um programa, o sexo começou rápido.
— Oi, Russa, como cê tá?
— Fica à vontade — o básico
Fui no banheiro e a pica já tava toda molhada. Mas não porque ia transar, mas porque a gatinha me atraía.
Quando saí do banheiro, ela já tava de fio dental e sem sutiã, de bruços na cama. Sacou que eu era só um moleque de 20 anos, um menino. Ela, com a experiência dela, percebeu que apesar de ser um novinho, eu já tinha visitado várias camas.
Ela se virou quando me viu sair do banheiro e os peitos eram dois doces de merengue me chamando pra chupar (com o formigueiro que sou, me joguei em cima dessa confeitaria).
A cara dela era tão doce quanto perversa, o olhar tinha mudado e... cês sabem que por Geral, ela não deixava chupar a bucetinha. Bom, eu desci mesmo assim porque tava apaixonado pelo corpo dela. Ela começou a gemer e me arranhava as costas, enfiando minha cabeça mais pra dentro. Era uma buceta rosadinha e doce. Na mesma hora, como quem não quer nada, ela já tava de joelhos pronta pra me chupar. Me olhou, piscou o olho, sorriu e, do mesmo jeito que meu pau sumiu na boca dela, eu me perdi nos olhos azuis dela. Enquanto me chupava devagar, ela me olhava e sorria.
Começamos a foder e não sei por que, nem se fui eu ou se ela tava muito quente naquele dia, mas ela se molhou toda, não dava pra acreditar, me sentia o He-man. Tinha gozado.
A bunda dela de quatro era uma delícia. Ela se mexia e me olhava por cima do ombro e falava:
— Tá gostando, né?
Peguei ela de pé, deitada, de joelhos, até que ela abriu a boca, colocou a língua pra fora e pediu pra eu gozar na boquinha dela.
Nos despedimos, antes tivemos uma conversa muito gostosa. Ela muito simpática, me deu um beijinho e falou:
— Tomara que se repita logo.
Nunca mais liguei pra ela, mas aqueles olhos e aquele sorriso ficaram pra sempre na minha memória.
Passaram muitos anos e ontem, olhando como todo dia o P!, encontro uma cara familiar, uma cara que reconheci na hora. ERA ELA!@vickyaalasrusitaRusita, valeu pelo tesão que você me deu.
-Tomara que se repita logo.
Já na minha vida adulta, um dia de tesão começo a fuçar os sites de acompanhantes e encontro uma gatinha de olhos azuis que me enlouqueceu. Liguei pra ela e combinamos o encontro, deu sorte que era do bairro ou perto, não lembro direito. O negócio é que como sempre gostei de caminhar, fui andando até o apê dela. Ela me recebe com um sorriso de dar vontade de beijar na hora. O que lembro é que ela não tinha cara de puta, o que me deixou ainda mais excitado. Podia ser mais uma do grupo de amigos, não tinha cara de puta nem nada do tipo. Ela é da minha altura, um pouco mais alta (qualquer um é mais alto que eu, 1,65m). Lembro que tava de leggings e que era dona de uma bunda tão grande quanto gostosa. Obviamente, como era um programa, o sexo começou rápido.
— Oi, Russa, como cê tá?
— Fica à vontade — o básico
Fui no banheiro e a pica já tava toda molhada. Mas não porque ia transar, mas porque a gatinha me atraía.
Quando saí do banheiro, ela já tava de fio dental e sem sutiã, de bruços na cama. Sacou que eu era só um moleque de 20 anos, um menino. Ela, com a experiência dela, percebeu que apesar de ser um novinho, eu já tinha visitado várias camas.
Ela se virou quando me viu sair do banheiro e os peitos eram dois doces de merengue me chamando pra chupar (com o formigueiro que sou, me joguei em cima dessa confeitaria).
A cara dela era tão doce quanto perversa, o olhar tinha mudado e... cês sabem que por Geral, ela não deixava chupar a bucetinha. Bom, eu desci mesmo assim porque tava apaixonado pelo corpo dela. Ela começou a gemer e me arranhava as costas, enfiando minha cabeça mais pra dentro. Era uma buceta rosadinha e doce. Na mesma hora, como quem não quer nada, ela já tava de joelhos pronta pra me chupar. Me olhou, piscou o olho, sorriu e, do mesmo jeito que meu pau sumiu na boca dela, eu me perdi nos olhos azuis dela. Enquanto me chupava devagar, ela me olhava e sorria.
Começamos a foder e não sei por que, nem se fui eu ou se ela tava muito quente naquele dia, mas ela se molhou toda, não dava pra acreditar, me sentia o He-man. Tinha gozado.
A bunda dela de quatro era uma delícia. Ela se mexia e me olhava por cima do ombro e falava:
— Tá gostando, né?
Peguei ela de pé, deitada, de joelhos, até que ela abriu a boca, colocou a língua pra fora e pediu pra eu gozar na boquinha dela.
Nos despedimos, antes tivemos uma conversa muito gostosa. Ela muito simpática, me deu um beijinho e falou:
— Tomara que se repita logo.
Nunca mais liguei pra ela, mas aqueles olhos e aquele sorriso ficaram pra sempre na minha memória.
Passaram muitos anos e ontem, olhando como todo dia o P!, encontro uma cara familiar, uma cara que reconheci na hora. ERA ELA!@vickyaalasrusitaRusita, valeu pelo tesão que você me deu.
-Tomara que se repita logo.
5 comentários - Rusita me chupou com um sorriso